Somos o segundo sindicato de transportes rodoviários de cargas mais antigo do país e dono de uma prolífera história com grandes conquistas.
NOSSA HISTÓRIA
Fundação Fundado em 1936, o SETCESP é fruto da união de empresários do Transporte Rodoviário de Cargas atuantes na rota entre São Paulo e Santos
Hoje Sempre atualizado nas constantes demandas do TRC, o SETCESP atua para estimular e promover o desenvolvimento operacional e econômico do setor
NOSSAS BANDEIRAS
Combate ao roubo de cargas Aumento da segurança pública nos centros urbanos e rodovias para garantir a integridade dos profissionais do setor.
Comitês multissetoriais Criação que um comitê multissetorial que envolva transportadores, varejo, universidade e poder público.
Redução da carga tributária Redução dos altos encargos tributários incidentes sobre o transporte rodoviário de cargas.
Oposição aos pedágios Criação de políticas que reduza a excessiva quantidade de pedágios nas rodovias e os altos valores praticados pelas concessionárias.
O SETCESP disponibiliza uma infraestrutura completa e especializada de serviços e informações para que as
transportadoras associadas possam reduzir custos, alavancar receitas e potencializar a sua
rentabilidade.
Concessões vivem incerteza com reforma tributária
Empresas de infraestrutura veem atraso na discussão sobre o cálculo de reequilíbrio dos contratos, e alguns ainda esperam regra para emitir nota fiscal.
Responsabilidade Civil e Criminal no TRC - seguro e as exigências da ANTT Data: 29/05/2026 Local: ONLINE
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Fiscalização da ANTT: Novas Regras do MDF-e e do Piso Mínimo do Frete - Entenda e Adeque sua Empresa - Atualizado: Resoluções nº 6077 e 6078 da ANTT. Data: 10/06/2026 Local: ONLINE
Excelência no Atendimento ao Cliente com Foco no TRC Data: 11/06/2026 Local: ONLINE
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisou para 4,9% sua projeção para a inflação em 2023, resultado que ficaria acima do teto da meta de 4,75% do período, informou o órgão nesta quinta-feira (15).
A estimativa anterior era de 4,7%. A meta fixada pelo Conselho Monetário Nacional para o ano que vem é de 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
A nova projeção reflete mudanças tanto na trajetória dos preços monitorados como dos preços livres no próximo ano.