Safra de grãos 2015 chegará a 210,4 milhões de toneladas
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13 de Outubro de 2015 – 02h48 horas / Jornal do Commercio

A safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deverá atingir este ano 210,4 milhões de toneladas, produção 8,8% superior à obtida em 2014 (193,3 milhões de toneladas), informou na última sexta-feira (9) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A previsão acrescenta 396,2 mil toneladas à estimativa do órgão feita em agosto, o que representa aumento de 0,2% em relação ao cálculo anterior.

sobre a safra anterior, que colheu 209,8 milhões de toneladas.

Os cálculos da Conab e do IBGE são feitos com base em metodologias diferentes. O IBGE trabalha com anos civis, enquanto a Conab pesquisa o ano-safra, que vai de abril a março do ano seguinte, no Centro-Sul. O IBGE também inclui, nos levantamentos, culturas que não integram as pesquisas da Conab.

A estimativa do IBGE da área a ser colhida abrange 57,7 milhões de hectares, acréscimo de 2% em comparação à área colhida em 2014 (56,5 milhões de hectares). O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos da safra: somados representam 92,5% da estimativa da produção, respondendo por 86,4% da área a ser colhida. Em relação ao ano anterior, houve acréscimos de 6% na área da soja, de 0,9% na área do milho e redução de 5,5% na área de arroz. No que se refere à produção, houve acréscimos de 3,4% para o arroz, 12,2% para a soja e de 7,3% para o milho.

O volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou a seguinte distribuição por regiões: Centro-Oeste, 89,6 milhões de toneladas; Sul, 77,6 milhões de toneladas; Sudeste, 18,8 milhões de toneladas; Nordeste, 17,3 milhões de toneladas; e Norte, 7,2 milhões de toneladas. Comparativamente à safra passada, houve aumento de 21,5% na safra da Região Norte, de 9,6% na Região Nordeste, de 4,7% na Região Sudeste, de 9,6% na Região Sul e de 8% na Região Centro-Oeste. Mato Grosso liderou como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 25%, seguido pelo Paraná (18,1%) e Rio Grande do Sul (15,7%). Somados, esses três estados representam 58,8% do total nacional previsto.


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