Governador anuncia reabertura a partir de 1º de junho
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Durante a coletiva realizada na tarde de ontem, foi divulgado o Plano São Paulo para a retoma de alguns setores, de acordo com o controle da doença e a disponibilidade de UTIs

O governador João Dória (PSDB) anunciou ontem (27), um novo modelo de quarentena com medidas de flexibilização, já partir de 1º de junho para a retomada da atividade econômica.

De acordo com o plano – chamado de Plano São Paulo, a capital paulista já poderá ter a retomada do funcionamento de concessionárias, imobiliárias, escritórios, comércios e shoppings centers, entretanto, ainda com restrições.

No plano, está sendo proposto uma retomada consciente dividida em 5 fases: Alerta Máximo, Controle, Flexibilização, Abertura Parcial e Normal Controlado.

Foto: Governo de São Paulo/Divulgação

Nele as regiões foram classificadas em fases por cor. E a cor de cada região do mapa é determinada por uma série de critérios, entre eles: taxa de ocupação de UTIs e total de leitos a cada 100 mil habitantes, a redução de casos de Coronavírus, a manutenção do distanciamento social, entre outros parâmetros.

A capital ficou classificada na fase 2 na cor laranja, contudo todas as outras cidades da região metropolitana, mais a região do município de Registro e a Baixada Santista permanecem classificadas na fase 1, cor vermelha, com funcionamento apenas de serviços essenciais.

Foto: Governo de São Paulo/Divulgação

A cada 7 dias as regiões serão avaliadas e a cada 15 dias poderão se mover para fases menos restritivas. As fases poderão regredir também, conforme os indicadores sofram alterações.

O Plano São Paulo prevê também o protocolo de Operação dos setores, inclusive para o de Abastecimento e Logística, que você pode acessar clicando aqui.

Há nele algumas recomendações para setor, como a utilização de máscaras e luvas no momento das descargas de mercadorias, ou a aferição da temperatura dos motoristas no início e retorno da jornada, entre outras sugestões. Entretanto, vale destacar que, todas ações classificadas no Plano São Paulo para o setor de abastecimento e logística estão como recomendáveis e ‘não obrigatórias’.

Para a economista do IPTC (Instituto Paulista de Transporte de Cargas), Raquel Serini, a retomada de alguns setores é uma excelente notícia para as empresas de transporte de cargas. “Sem dúvida, a medida possibilitará ao setor de transportes reduzir os impactos negativos na movimentação de carga nos últimos meses, ainda que, de forma gradativa. Isso pode representar um ganho de fôlego financeiro para as empresas nessa fase crítica”, afirma.

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