Mortes em rodovias sob concessão em SP caíram 51,7% em 14 anos
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28 de Setembro de 2015 – 09h20 horas / Artesp

O índice de mortes nas rodovias concedidas no estado de São Paulo caiu 51,7% entre 2000 e 2013, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (24) pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo, a Artesp.
 

Segundo Carlos Campos, gerente de Segurança e Sinalização da agência, o índice leva em conta, além dos acidentes, a extensão da malha e o volume de veículos em circulação.
 

Em seminário realizado no Instituto de Pesquisas Tecnológicas, o IPT, Campos destacou que essa diminuição se deve a investimentos realizados pelo Programa Estadual de Concessão de Rodovias no Estado de São Paulo.
 

Os investimentos na malha concedida entre 1998, quanto teve início o Programa de Concessão, e junho de 2015 superaram R$ 70 bilhões em obras que incluíram duplicação de pistas, implantação de marginais, readequação de acessos e várias outras intervenções ao longo dos 6,4 mil quilômetros.
 

Cuidados com o fator humano
 

O gerente da Artesp destacou que o maior desafio atual é “o fator humano”, isto é, fazer com que as pessoas passem a dirigir com maior consciência e respeito às leis de trânsito, reduzindo, consequentemente, as vítimas envolvidas em acidentes.
 

A meta para as rodovias sob concessão em São Paulo é reduzir em 50% o número de mortes até 2020 (tomando por base o ano de 2010, de acordo com preceito estabelecido pela ONU para a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito") e em 20% o número de feridos no mesmo período.
 

Em sua apresentação, Campos destacou que o foco no “fator humano” já foi adotado com resultados satisfatórios este ano na campanha da Artesp e concessionárias para a conscientização sobre a importância do uso do cinto de segurança, inclusive no banco traseiro.
 

Pesquisa realizada em dezembro, que motivou o início da ação, mostrou que 54% dos passageiros do banco traseiro não utilizavam o cinto de segurança. Após oito meses de campanha, novo estudo (do final de agosto) mostrou queda de 16 pontos percentuais no índice de passageiros do banco traseiro que não utilizavam o cinto, caindo para 38% os que não usavam o dispositivo.


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