Mercado reagiu a nova pesquisa eleitoral, encontro entre Trump e Xi Jinping e incertezas no Oriente Médio
O dólar fechou em forte alta nesta quarta-feira (13), com avanço de 2,31%, cotado a R$ 5,00. Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, caiu 1,80%, aos 177.098 pontos.
Os mercados reagiram a fatores externos e internos ao longo do dia, com destaque para o encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder chinês Xi Jinping, além de novos sinais do cenário eleitoral brasileiro.
O que movimentou os mercados?
No Brasil, investidores acompanharam a divulgação de nova pesquisa Genial/Quaest de intenção de voto para um eventual segundo turno entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro. Lula apareceu numericamente à frente, com 42% das intenções de voto, contra 41% de Flávio Bolsonaro. Apesar disso, os dois seguem tecnicamente empatados dentro da margem de erro.
No cenário internacional, as atenções se concentraram na reunião entre Trump e Xi Jinping, realizada em meio às tensões comerciais entre Estados Unidos e China. A expectativa é que o presidente americano pressione Pequim por maior abertura do mercado chinês a empresas dos EUA.
A guerra no Oriente Médio também seguiu no radar dos investidores. Em meio às negociações entre Estados Unidos e Irã, o Reino Unido informou que participará de uma missão multinacional de defesa para garantir a navegação no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo.
No Brasil, outro tema acompanhado pelo mercado foi a assinatura, por Lula, de uma medida provisória que zera a cobrança de tributos federais sobre compras internacionais de até US$ 50 em plataformas de comércio eletrônico.
A chamada “taxa das blusinhas” havia sido criada em 2024, com alíquota de 20% sobre encomendas nesse valor, em uma tentativa de conter o avanço de produtos importados e reduzir a concorrência com a indústria nacional, especialmente de empresas chinesas.
voltar






































