NTC divulga estudo exclusivo sobre transporte de medicamentos
Compartilhe
14 de Outubro de 2016 – 05h53 horas / NTC&Logística

Um estudo inédito sobre transporte de medicamentos no Brasil foi encomendado pela Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) à Fundação Getulio Vargas (FGV). Com a utilização da Matriz Insumo-Produto avaliou-se, com efeitos diretos, uma renda de R$ 765 milhões, em 2015, para esse segmento de transporte, o que representa 0,36% do PIB do mesmo ano para Transporte, Armazenagem e Correio (R$ 213 bilhões). Na soma de efeitos diretos, indiretos e induzidos, o número chega a mais de R$ 2 bilhões. Além disso, o transporte de medicamentos gerou 18.015 empregos diretos e indiretos no ano passado.

 

O levantamento apresenta uma visão setorial, aspectos de custos e perspectivas de futuro, levando em conta os pontos de vista dos diversos membros da cadeia: laboratórios, transportadoras, distribuidoras de medicamentos, redes de farmácias, corretoras de seguro e associações.


Para José Hélio Fernandes, presidente da NTC, trata-se de uma demanda importante e que deve trazer mais clareza sobre as atividades do TRC. “Precisamos entender melhor o mercado para que, com propriedade, possamos trabalhar nas mazelas desse setor. O TRC está passando por esse processo de regulamentação e autoconhecimento para, então, mostrar o seu valor na movimentação da economia”, afirma Fernandes.


O coordenador de Projetos da FGV Projetos, Manoel Reis, aponta que o estudo teve suas motivações em diferentes aspectos, desde as novas exigências por parte da legislação e clientes, até a dificuldade das transportadoras em se adaptarem a essa realidade, seja por dificuldades operacionais ou financeiras. “Muitas das empresas desse segmento não conseguiram continuar devido aos custos e exigências ou porque mudaram de especialização. Essa redução do número de transportadoras qualificadas de medicamentos não é boa para o mercado, uma vez que pode, eventualmente, impulsionar o aumento de preços”, explica Reis.


O estudo permite ainda ter um panorama geral dos custos das empresas nesse segmento, mais concentrados em gastos com pessoal (33%) e despesas operacionais (46%), média da frota e comentários sobre legislação específica, como a Lei da Rastreabilidade (Lei nº 11.903/2009), na qual o papel do transportador ainda não está definido.


Confira a íntegra do material nesse link.


voltar

SETCESP
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.