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21 de Julho de 2015 – 04h59 horas / Poconet

O secretário de estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo Duarte, assumiu o posto com dívidas e todas as obras do programa MT Integrado paralisadas, sendo oito que sequer tinham sido iniciadas. Do total de 46, apenas duas foram entregues pela gestão passada.

Sete meses depois, o governo deu 37 ordens de serviço das 44 que faltam do programa MT Integrado. Além disso, o Estado também assinou outras 19 ordens para duas obras de ponte, dentro do pró-Concreto, e 17 de reconstrução de estradas, por meio do programa Pró-Estradas. Totalizando 56 obras iniciadas.

Duarte explica que o MT Integrado, que tem a missão de pavimentar 1,8 mil km de rodovias e interligar 20 municípios, atualmente faz parte de um programa maior de governo, que é o Pró-estrada, lançado em abril deste ano pelo governador Pedro Taques.

A gestão passada já havia gastado R$ 700 milhões no MT Integrado, o restante do recurso, que estava travado, o secretário conseguiu garantir a liberação para dar andamento às obras, sendo mais R$ 692 milhões para conclusão do programa.

Além disso, o Estado conseguiu o aval da União para liberação de mais R$ 470 milhões, de um total de R$ 720 milhões do programa Pró-Concreto, que também foi inserido no Pró-estradas. A expectativa é de que 127 pontes sejam construídas.

“O principal projeto é o MT Integrado, mas não temos só ele. Temos a duplicação da estrada de Chapada, da Guia, de Santo Antônio. São todos projetos que temos colocado muitos esforços para conseguir recursos e viabilizar projetos que não estão no MT Integrado”, explicou.

O secretário explicou ainda que o Pró-estrada é dividido em três frentes de trabalho, construção, reconstrução e manutenção. A fase de construção consiste nas obras do antigo MT Integrado. Os sete lotes que faltam para ser dado ordem de serviço devem ter início ainda este ano.

Para a fase de reconstrução, o estado assegurou o investimento de R$ 250 milhões e 17 ordens de serviços já foram dadas para recuperar trechos da MT-130, MT-270, MT-344, MT-170 e outras. Além de pavimentar também mais 69 km. Totalizando nesta etapa 850 km de rodovias.

“E aí tem outra frente que é a manutenção, que é igualmente importante, porque se tem a manutenção, você evita a reconstrução e economiza gastos. Temos de expandir, mas não podemos deixar as que já têm. Vamos restaurar e colocar num padrão de segurança em que as pessoas possam ter tranquilidade para viajar”.

Para esta etapa, o Estado buscará parcerias com a própria comunidade usuárias das rodovias e algumas estão em andamento como na MT-388, MT-419 e MT-322.


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