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20 de Julho de 2015 – 03h47 horas / Agência Brasil

Estudo divulgado recentemente pela Organização Mundial de Saúde revela: a poluição da atmosfera está causando mortes e doenças que custam ao continente europeu o valor extraordinário de US$ 1,6 trilhão, o que equivale a quase uma décima parte do produto interno bruto da região. 

Em todo o mundo já são mais de três milhões de mortes, por ano, causadas pela poluição do ar. O grave problema das emissões de gases de efeito estufa, é , por sinal, a mais importante pauta da Conferência do Clima que será realizada em Paris, entre 30 de novembro e 15 de dezembro próximos.

Um dos objetivos dessa Conferência é firmar o compromisso, entre as nações participantes, de limitar a elevação do aquecimento global em até 2ºC, num esforço para evitar uma tragédia climática anunciada. E aqui no Brasil, o que podemos fazer para melhorar a qualidade do ar que respiramos? Para o diretor superintendente da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene – Ubrabio, Donizete Tokarski, o aumento da adição de biocombustível ao combustível fóssil representa a redução de toneladas de emissões de gases de efeito estufa em nossa atmosfera.

E é essa a proposta da Ubrabio: que a mistura do biodiesel ao combustível fóssil, usada nos ônibus que fazem nosso transporte coletivo, aumente de 7 para 20%. Além de diminuir a poluição atmosférica, o biodiesel ainda contribui para gerar oportunidades de emprego e renda no interior do Brasil.

A soja é o mais importante componente do biocombustível. Em segundo lugar vem o sebo de boi, um sério poluente ambiental, antes de entrar na composição do biodiesel. E depois vem o óleo de cozinha usado e outros óleos residuais.

Deu pra perceber que o biocombustível pode representar uma excelente oportunidade para diminuir nossa pegada de carbono, ajudando ainda a descarbonizar o nosso transporte coletivo? E lembre-se: sua atitude tem o poder de mudar o seu ambiente e contribuir para dar mais vida ao planeta.


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