A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística – NTC&Logística realizou, na última sexta-feira, 28 de agosto, em Ouro Preto (MG), a reunião Intersindical, que marcou o segundo dia de atividades da segunda edição do CONET&Intersindical 2026. O encontro reuniu mais de 400 pessoas, entre presidentes de federações e sindicatos, empresários, autoridades, lideranças e especialistas para discutir pautas institucionais, regulatórias, jurídicas e econômicas com impacto direto no Transporte Rodoviário de Cargas.
Realizada no Hotel Vila Galé Ouro Preto, a edição teve a FETCEMG – Federação das Empresas de Transportes de Cargas e Logística do Estado de Minas Gerais como entidade anfitriã, com o apoio dos sete sindicatos que integram sua base territorial: SETCEMG; SETCOM; SETSUL; SETTRIM; SINDNOR; SETCJF e SINDIPESA. Diferentemente do primeiro dia, dedicado principalmente às discussões sobre mercado, custos e perspectivas econômicas, a Intersindical direcionou os debates para a atuação institucional e temas estratégicos que influenciam o ambiente de negócios do setor.
Para a abertura dos trabalhos, compuseram a mesa o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi; o vice-presidente da entidade, Antonio Luiz Leite, e o presidente da FETCEMG, Gladstone Lobato. Na ocasião, Rebuzzi fez um balanço positivo do primeiro dia do CONET. O presidente ressaltou que, embora muitos dos temas tragam preocupações ao setor, cabe à NTC&Logística oferecer informações e análises que contribuam para as tomadas de decisão das empresas.

“Quero dar as boas-vindas a todos e agradecer pela participação. Tivemos ontem um dia muito positivo, com temas importantes para o setor e uma repercussão bastante favorável entre os participantes. Foram apresentados dados e análises sobre mercado, custos, confiança e cenário econômico, além de debates que trouxeram diferentes perspectivas para os empresários. Muitos desses assuntos naturalmente nos preocupam, mas nosso papel institucional é justamente trazer informações, dados e fatos para que cada um possa fazer sua análise, tomar decisões com mais segurança e continuar trabalhando pelo fortalecimento de suas empresas e do Transporte Rodoviário de Cargas. Desejo a todos um excelente segundo dia de evento e uma ótima Intersindical”, apresentou Rebuzzi.
Novo cenário geopolítico mundial
A programação teve início com a palestra inaugural “O Novo Cenário Geopolítico Mundial”, ministrada pelo cientista político e analista de risco político Marcelo Suano. Em sua apresentação, o mestre e doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP) analisou a reconfiguração da ordem internacional a partir das diferentes estratégias adotadas por Estados Unidos, China e Rússia, e ampliou a discussão para os movimentos internacionais que podem alterar fluxos comerciais, investimentos, cadeias de abastecimento e decisões empresariais, conectando o cenário global às perspectivas para o Transporte Rodoviário de Cargas.
Entre os pontos abordados, estiveram a ascensão chinesa e a Iniciativa Cinturão e Rota, com investimentos em portos, ferrovias, rodovias e corredores internacionais; a posição estratégica da Rússia nos mercados de energia, alimentos e nas rotas euroasiáticas, e a política externa norte-americana sob Donald Trump, marcada pelo nacionalismo econômico, pelo unilateralismo e pela tentativa de reafirmar a liderança dos Estados Unidos. O especialista relacionou esses movimentos diretamente à logística, mostrando como tarifas, sanções, energia, seguros, segurança e mudanças de rotas internacionais podem chegar rapidamente aos custos, prazos e margens do transportador brasileiro.
“Estamos vivendo uma reconstrução da ordem internacional, e o transportador precisa compreender que a geopolítica hoje é uma variável direta da sua operação. Decisões tomadas em Washington, Pequim ou Moscou se refletem em rotas, preços de energia, tarifas, seguros e prazos. Para o Brasil, esse cenário exige capacidade de antecipação, infraestrutura adequada, previsibilidade regulatória e uma atuação institucional articulada. A ordem mudou, a logística traduz essas mudanças no dia a dia, e o setor precisa ter informação e voz para se posicionar diante delas”, destacou Marcelo Suano.
Agenda Institucional da NTC&Logística
Na sequência, a Intersindical promoveu a “Agenda Institucional da NTC&Logística”, espaço dedicado à apresentação das principais frentes técnicas, jurídicas e institucionais acompanhadas pela entidade. Sob a condução do presidente Eduardo Rebuzzi, o painel reuniu o vice-presidente da entidade, Antonio Luiz Leit, e o diretor financeiro, José Maria Gomes, que compõem a diretoria executiva da entidade; o presidente da FETCEMG, Gladstone Lobato; o diretor jurídico da NTC&Logística, Marcos Aurélio Ribeiro, e o assessor jurídico Narciso Figueirôa Junior; o assessor técnico Lauro Valdivia Neto; a assessora de Relações Institucionais, Edmara Claudino; a assessora jurídica Gil Menezes e o especialista em segurança, Waldomiro Milanesi.

O momento foi privilegiado com a exposição de um panorama atualizado das ações conduzidas pela NTC&Logística em Brasília, do relacionamento permanente com o Congresso Nacional, órgãos governamentais e agências reguladoras, e das pautas que demandam acompanhamento técnico e articulação institucional por parte do setor.
O primeiro tema foi conduzido pelo assessor jurídico da NTC&Logística, Narciso Figueirôa Junior, que discorreu sobre as negociações coletivas no Transporte Rodoviário de Cargas em 2026. Na ocasião, o assessor jurídico divulgou uma pesquisa realizada com 27 sindicatos, demostrando que 93% das negociações já haviam sido concluídas – em 78% dos casos, os reajustes salariais ficaram acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O reajuste salarial foi apontado como principal ponto de impasse por 53% dos participantes, enquanto 96% das negociações foram solucionadas sem ajuizamento de dissídio coletivo, comprovando a predominância do diálogo entre as partes.
Narciso também abordou a contribuição assistencial patronal e os reflexos do Tema 935 do Supremo Tribunal Federal (STF), ressaltando a importância de previsão em acordo ou convenção coletiva, razoabilidade, publicidade e direito de oposição. Outro ponto foi a Lei nº 15.485/2026, que trata do piso salarial dos motoristas de longa distância. O assessor ressaltou que a norma não fixou um valor nacional de R$ 5 mil, deixando a definição do piso e dos critérios de aplicação para a negociação coletiva.
Coube à assessora de Relações Institucionais da NTC&Logística, Edmara Claudino, expor a atualização do desempenho da entidade junto ao Congresso Nacional, Governo Federal e órgãos reguladores. Entre as pautas apresentadas, estiveram as discussões sobre o fim da escala 6×1; a adequação das regras da Anvisa à realidade operacional do cross-docking, além do PL 429/2025, sobre tacógrafos, que incorporou proposta da entidade para que a verificação metrológica inicial seja responsabilidade do fabricante ou importador.
O delegado de Polícia Civil e especialista em segurança Waldomiro Milanesi participou da Agenda Institucional, trazendo para a discussão o cenário do roubo de cargas no Brasil. Com base em dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o especialista mostrou que foram registradas 3.851 ocorrências entre janeiro e junho de 2026, uma redução de 12,06% em relação ao mesmo período de 2025. Milanesi também destacou a tendência de queda observada desde 2018 e lembrou que 2025 encerrou com 8.576 registros, o menor número anual da série histórica iniciada em 2015.
A assessora jurídica da NTC&Logística, Gil Menezes, deu continuidade às apresentações com uma atualização sobre o piso mínimo de frete e o CIOT, salientando as mudanças trazidas pela Lei nº 15.485/2026 e seus impactos operacionais para o Transporte Rodoviário de Cargas. Entre as novidades expostas, constaram o prazo máximo de 30 dias úteis para quitação do frete; a possibilidade de indenização ao transportador de até duas vezes o piso mínimo devido; a inclusão do TAC Agregado – e de outros tipos de veículos e combustíveis – na regulamentação, e o reforço das sanções em casos de fraude. Gil também detalhou a obrigatoriedade do CIOT para o transporte remunerado, sua vinculação ao MDF-e e o avanço da fiscalização automatizada pela ANTT para identificar operações realizadas abaixo do piso mínimo.
Encerrando as exposições da Agenda Institucional, o diretor jurídico da NTC&Logística, Marcos Aurélio Ribeiro, abordou temas jurídicos e regulatórios considerados estratégicos para as empresas transportadoras. Entre os principais pontos, a Reforma Tributária, com destaque para a implantação da CBS e do IBS; o novo modelo de apuração e aproveitamento de créditos, e o período de transição previsto para 2027. Marcos Aurélio também tratou dos seguros obrigatórios do Transporte Rodoviário de Cargas, incluindo RCTR-C, RC-DC e RC-V, além das discussões envolvendo DDR, carta conforto e possíveis situações de duplicidade de cobertura. O diretor destacou, ainda, a atuação da NTC&Logística junto à Superintendência de Seguros Privados (Susep) e ao Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), em busca de soluções para aquelas questões e o acompanhamento de alternativas legislativas para aperfeiçoar a regulamentação.
Inteligência técnica para entidades do transporte
Após o intervalo para o almoço, a programação foi retomada com a apresentação “Inteligência Técnica para Entidades do Transporte”, conduzida por Raquel Serini Iwashima, coordenadora de Projetos do Instituto Paulista do Transporte de Cargas (IPTC). A especialista mostrou como sindicatos, associações e federações podem ampliar o suporte oferecido aos associados a partir de uma estrutura técnica compartilhada, com acesso a pesquisas, estudos, indicadores e dashboards, informações sobre mercado de trabalho, inteligência de mercado, consultoria econômica e auditorias. A proposta é permitir que as entidades transformem demandas de suas bases em respostas mais rápidas e qualificadas, sem a necessidade de manter internamente uma estrutura técnica completa.

Entre as iniciativas expostas, Raquel destacou o novo Hub de Informação do IPTC, plataforma que está em desenvolvimento para concentrar diferentes soluções de inteligência técnica em um único ambiente, com acesso multidisciplinar, modelo self-service e suporte técnico e estratégico. A apresentação também reforçou a utilização de dados como instrumento para decisões mais assertivas, aumento da competitividade, redução de custos e riscos, e fortalecimento das entidades junto aos seus associados.
Reforma Tributária
Um dos temas centrais da programação da tarde foi a Reforma Tributária. A palestra reuniu Alessandra Brandão – consultora da Confederação Nacional do Transporte (CNT), co-presidente da Associação Brasileira de Direito Tributário (ABRADT) e sócia-coordenadora da área jurídica do escritório Marcelo Tostes – e Reinaldo Lage Rodrigues de Araújo, assessor jurídico tributário da FETCEMG. Os especialistas fizeram apresentações distintas, abordando diferentes aspectos da implementação do novo sistema tributário e seus impactos sobre o Transporte Rodoviário de Cargas.
Alessandra concentrou sua explanação no estágio atual da reforma e na preparação das empresas para o novo modelo. Entre os pontos abordados, estiveram a apuração assistida, o aproveitamento de créditos, o RAD como alternativa ao split payment e os impactos sobre o caixa das transportadoras. A especialista frisou também que a transição pode ser uma oportunidade para revisar processos, reorganizar custos, ampliar o aproveitamento de créditos e tornar a operação mais eficiente e competitiva.

“A Reforma Tributária já começou, e as empresas precisam fazer uma análise introspectiva, para entender onde estão seus riscos e oportunidades. Decisões sobre preço, contratos, compra de frota e fornecedores passam a depender diretamente de uma leitura muito mais precisa dos tributos e dos créditos envolvidos em cada operação. Essa preparação precisa ser integrada, envolvendo diferentes áreas da empresa. A transição também abre oportunidades para rever processos, aproveitar melhor os créditos, reorganizar custos e tornar a operação mais eficiente e competitiva”, refletiu Alessandra.
Na sequência, Reinaldo Lage aprofundou os impactos operacionais da reforma para as transportadoras, abordando mudanças no CT-e, ampliação das possibilidades de crédito e efeitos do split payment sobre o capital de giro. Também destacou a necessidade de revisar fornecedores, contratos, preços e saldos credores, além de preparar sistemas e documentos fiscais para as novas exigências, diante dos impactos da tributação sobre a formação do frete e a estratégia das empresas.

“A Reforma Tributária deixa de ser um assunto restrito ao departamento fiscal e passa a fazer parte da estratégia da transportadora. Quem organizar agora seus créditos, documentos, sistemas e contratos terá melhores condições de proteger margem, ganhar previsibilidade e atravessar a transição com mais segurança”, ressaltou Reinaldo.
Regulamentação do Transporte Rodoviário de Cargas
Dando continuidade à programação, o superintendente de Serviços de Transporte Rodoviário e Multimodal de Cargas da Agência Nacional de Transportes Terrestres (SUROC/ANTT), José Aires Amaral Filho, conduziu a palestra “Regulamentação do Setor”. A participação deu continuidade ao diálogo entre a Agência e as entidades do Transporte Rodoviário de Cargas sobre as mudanças regulatórias em andamento e os próximos passos para a implementação das novas regras.
Entre os principais pontos, José Aires detalhou as alterações consolidadas pela Lei nº 15.485/2026 na Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. O superintendente salientou a ampliação do CIOT, que passa a ocupar papel central no registro, rastreabilidade e controle das operações, com integração ao MDF-e e validação do piso mínimo quando aplicável. Também abordou as atualizações anuais do RNTRC, o prazo de até 30 dias úteis para pagamento do frete, o fortalecimento da fiscalização eletrônica e das penalidades, e a revisão da metodologia do piso mínimo para contemplar novas configurações de veículos, combustíveis e situações operacionais.
“Estamos avançando para um modelo de regulação cada vez mais integrado, no qual dados, sistemas, CIOT e fiscalização passam a atuar de forma conjunta. A Lei nº 15.485 amplia os instrumentos disponíveis e exige que a regulamentação acompanhe a diversidade das operações do transporte rodoviário de cargas. Nosso desafio agora é transformar essas mudanças legais em regras aplicáveis, com segurança jurídica, clareza para o mercado e mecanismos que permitam uma fiscalização mais preventiva e eficiente”, apresentou José Aires.
Pesquisas eleitorais e projeções para 2026
Encerrando a programação técnica da Intersindical, Marcelo Costa Souza, especialista em Estatística e diretor da MDA Pesquisa, desenvolveu o tema “Pesquisas Eleitorais e Projeções para as Eleições 2026”. Segundo o agregador da MDA, com referência em 23 de agosto, Lula aparecia com 40,8% das intenções de voto estimuladas, ante 32,9% de Flávio Bolsonaro. Marcelo destacou que os dois principais campos possuem bases eleitorais resilientes e índices elevados de rejeição, o que dificulta o avanço de uma terceira via.
Na análise dos fatores que podem influenciar o voto, o especialista apontou a economia cotidiana, especialmente custo de vida, poder de compra, emprego, renda e crédito, além de temas como segurança, saúde e corrupção. Também destacou o Sudeste como região estratégica para a definição da disputa e chamou atenção para o peso dos indecisos, da terceira via e da abstenção na reta final da eleição.

“Os dois principais campos chegam à disputa com bases bastante resilientes, mas também com níveis elevados de rejeição. Por isso, a eleição não será definida apenas pela capacidade de preservar o eleitor já conquistado. O diferencial estará em quem conseguir dialogar melhor com a terceira via, os indecisos e os segmentos que ainda podem mudar de posição. Nesse processo, a experiência cotidiana com a economia, a segurança, a saúde e os serviços públicos terá peso importante sobre a decisão do eleitor”, refletiu Marcelo.
Em todas as apresentações, o público teve a oportunidade de participar, com perguntas e contribuições que ampliaram as discussões e permitiram o aprofundamento dos temas abordados ao longo da Intersindical.
Homenagens
A FETCEMG realizou duas homenagens a representantes que integram a história do Transporte Rodoviário de Cargas em Minas Gerais. O empresário Heber de Boscoli Lara foi reconhecido por sua trajetória profissional e contribuição para o fortalecimento da representação empresarial e desenvolvimento do setor no Estado.

Também foi homenageada a Picorelli Transportes, que completa 95 anos de atuação em 2026. Representada por Alexandre e Fabiana Picorelli, terceira e quarta gerações da família à frente da empresa, a transportadora foi destacada por sua longevidade e colaboração histórica na representatividade do TRC, incluindo sua participação na construção de entidades como a NTC&Logística, a FETCEMG e o Sindicato das Empresas de Transporte de Carga de Juiz de Fora (SETCJF).

Próxima edição do CONET&Intersindical
Ao final da programação de conteúdo, o presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logística no Estado do Ceará (SETCARCE), Marcelo Maranhão, e o presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste (FETRANSLOG-NE), Arlan Rodrigues, foram convidados a apresentar Fortaleza como sede da primeira edição do CONET&Intersindical de 2027, programada para os dias 25 e 26 de fevereiro. Durante sua participação, Marcelo Maranhão promoveu a exibição de um vídeo ilustrativo e convidou as lideranças do Transporte Rodoviário de Cargas para o próximo encontro nacional.
Encerramento
Com o anúncio oficial da próxima edição do CONET&Intersindical realizado, o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, fez um balanço dos dois dias de debates, enfatizando a importância do encontro para o fortalecimento da atuação conjunta do setor. “Concluímos mais uma edição do CONET&Intersindical com dois dias de muito conteúdo, diálogo e participação das nossas entidades. Quero agradecer especialmente à FETCEMG e aos sindicatos anfitriões pela recepção, assim como a todos os palestrantes, patrocinadores, apoiadores e lideranças que estiveram conosco em Ouro Preto. É essa presença conjunta que fortalece a NTC&Logística e nos dá ainda mais condições de representar o Transporte Rodoviário de Cargas nas pautas que impactam nossas empresas”, finalizou Rebuzzi.
No jantar de encerramento, oferecido pelo Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logística de Minas Gerais – SETCEMG, a NTC&Logística realizou a tradicional homenagem à entidade anfitriã do CONET – a FETCEMG –, com a entrega de uma placa de reconhecimento pela participação na organização e realização do encontro em Ouro Preto. Na ocasião, as sete entidades da base da FETCEMG – SETCEMG, SINDINOR, SETTRIM, SETCJF, SINDIPESA, SETSUL e SETCOM – foram igualmente homenageadas, assim como a FETRANSLOG-NE, federação responsável pelo maior número de lideranças presentes nesta segunda edição de 2026 do CONET&Intersindical.

“Receber todos vocês em Minas Gerais foi uma grande satisfação. Tivemos a oportunidade de trocar experiências, fortalecer relações e compartilhar um pouco da nossa hospitalidade. Agradeço à NTC&Logística, por trazer o CONET&Intersindical para Ouro Preto; à FETCEMG, pelo apoio na realização do evento, e às equipes das entidades que trabalharam para que este encontro acontecesse. Também deixo meu agradecimento aos empresários e lideranças que estiveram conosco. Seguiremos ao lado da NTC&Logística, contribuindo para o fortalecimento e a defesa do Transporte Rodoviário de Cargas”, destacou Antonio Luis da Silva Junior.

A segunda edição do CONET&Intersindical 2026 é uma realização da NTC&Logística, tendo a FETCEMG como entidade anfitriã, com o apoio do SETCEMG, SETCOM, SETSUL, SETTRIM, SINDNOR, SETCJF e SINDIPESA.
Patrocínio: FENATRAN – RX Global; Geotab, Mercedes-Benz; Roadcard – Pamcard; TGID; Transpocred e Volkswagen Caminhões e Ônibus.
Apoio institucional: Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte; SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte; ITL – Instituto de Transporte e Logística) e FuMTran – Fundação Memória do Transporte.
Apoio logístico: Braspress.
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