Inflação de itens relacionados a transporte acumula alta de 4,22% em 2016
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12 de Janeiro de 2017 – 03h51 horas / CNT

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), usado para medir a inflação no Brasil, fechou 2016 com alta de 6,29%, abaixo do teto da meta do governo federal, que era 6,5%. É o menor valor desde 2013. Em dezembro, o aumento foi de 0,28%, o menor valor para o mês desde 2008.


O índice é calculado com base no comportamento dos preços de itens consumidos pelos brasileiros, divididos em grupos: Alimentação e Bebidas, Habitação, Artigos de Residência, Vestuário, Transportes, Saúde e Cuidados Pessoais, Despesas Pessoais, Educação e Comunicação.

 

No grupo Transportes, a inflação acumulada do ano ficou em 4,22%, inferior ao registrado em 2010, que foi de 10,16%.  Conforme o IBGE, os combustíveis, que integram o grupo, fecharam o ano com alta 3,25%, sendo 2,54% a variação da gasolina, 2,21% a do diesel e 6,66% a do etanol (após problemas na safra da cana de açúcar).

 

Em dezembro, o IPCA dos Transportes cresceu 1,11% em dezembro, ante 0,28% de novembro. Passagens aéreas e gasolina foram as principais responsáveis pelos impactos individuais no índice do mês, com altas respectivas de 26,29% e de 1,75%.

 

No mês, houve elevação de preços em outros itens do grupo, como seguro voluntário de veículo (2,92%), diesel (1,47%), etanol (0,75%) e conserto de veículo (0,57%). No caso da gasolina, o aumento foi reflexo do reajuste de 8,10%, a partir de 6 de dezembro. O diesel teve um reajuste de 9,5% na mesma data.


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