Evento reuniu parceiros, associados e a piloto da Copa Truck, Bia Figueiredo, para uma noite de networking
Nas pistas e nas estradas, o desempenho depende de muito mais do que potência. Estratégia, tecnologia e trabalho em equipe são fundamentais para cruzar a linha de chegada.
Foi com este clima que o SETCESP realizou, na noite de 8 de outubro, mais uma edição do evento ‘Conexão’. Desta vez, o encontro aproximou o universo das corridas de caminhões do ambiente de negócios do transporte rodoviário de cargas.
Realizado na sede da entidade, o Conexão SETCESP no Grid apresentou soluções para as empresas do setor e proporcionou aos participantes um bate-papo com a piloto Bia Figueiredo.
Novas parcerias
Durante o evento, a Imlog, escola de negócios voltada ao transporte, e a Alulo, empresa de locações de veículos e implementos foram recebidas oficialmente como as novas integrantes da rede de fornecedores do SETCESP.
A ELS Transportes também passou a integrar o quadro de associados da entidade e recebeu na ocasião o seu certificado de associação.
A programação contou ainda com um Circuito de Soluções, no qual Consórcio Maggi, Tripler, Angel Lira, Prometeon, De Nigris, Imlog e CBA Cestas apresentaram serviços, benefícios exclusivos e condições especiais para os associados da entidade.
A equipe do SETCESP também aproveitou para apresentar os serviços oferecidos aos transportadores. Entre os destaques, estiveram o posto de atendimento da ANTT e o Setor de Elaboração de Recursos de Multas (SEREM), que avalia a possibilidade de recorrer de penalidades aplicadas pelos órgãos fiscalizadores.
Bia Figueiredo dentro e fora das pistas
Um dos momentos mais aguardados da noite foi o bate-papo com a piloto da Copa Truck, Ana Beatriz Figueiredo, conhecida como Bia Figueiredo.
O presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Marcelo Rodrigues, conduziu uma conversa com Bia, na qual ela relembrou o início da carreira e os desafios de abrir caminho para as mulheres em competições historicamente dominadas por homens.
“No início, foi muito difícil. Precisei aprender a me impor em diversas situações. Depois, passei um período competindo nos Estados Unidos, onde o fato de eu ser mulher não fazia diferença. Quando voltei ao Brasil, já tinha conquistado certa notoriedade. Hoje, por toda a trajetória que construí, sinto que as pessoas me respeitam muito, e ser mulher não muda nada”, contou a piloto.
Quando perguntada por Rodrigues sobre qual mensagem gostaria de deixar para os transportadores, Bia destacou sua admiração pelos profissionais do setor e traçou um paralelo entre os desafios que enfrenta nas pistas e aqueles vividos nas estradas.
“Enquanto, para mim, a pista está livre, vocês precisam lidar com o trânsito, com a carga, com as pessoas ao redor e com todos os desafios de quem empreende no Brasil. Compartilho com vocês uma mesma paixão: temos o diesel correndo nas veias”, disse, entre risos.
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