Estado é seguido de Santa Catarina e Paraná; no quesito de maior crescimento econômico durante o período, Espírito Santo e Paraíba ganham destaque
O estado de São Paulo teve o melhor desempenho econômico nos últimos três anos, de 2023 a 2025, segundo Ranking de Competitividade dos Estados 2026, elaborado pelo CPL (Centro de Liderança Pública) e lançado em Congresso do Conseplan (Conselho Nacional de Secretários do Planejamento) nesta quarta-feira (6).
Segundo o ranking, o estado registrou um bom desempenho em três dos quatro pilares essenciais da dimensão econômica: infraestrutura, inovação e capital humano. O quarto é o potencial de mercado.
São Paulo aparece seguido de Santa Catarina e Paraná, ambos na região Sul do país. De acordo com o estudo do CPL, o eixo Sul-Sudeste tem se mantido no topo dos rankings dos últimos anos.
Leia abaixo o ranking de desempenho econômico dos estados nas 10 primeiras posições:
1º: São Paulo
2º: Santa Catarina
3º: Paraná
4º: Rio Grande do Sul
5º: Minas Gerais
6º: Mato Grosso do Sul
7º: Espírito Santo
8º: Mato Grosso
9º: Goiás
10º: Roraima
Embora o estado paulista tenha aparecido com melhor desempenho econômico, Espírito Santo, Paraíba e Sergipe foram as Unidades Federativas que se destacaram no crescimento. O Espírito Santo, por exemplo, passou do 10º lugar para o 7º ao longo de três anos.
Seguidos desses, aparecem ainda Bahia, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Piauí. O estudo afirma que esse desenho sugere que o maior dinamismo do período “não ficou restrito aos estados tradicionalmente mais bem colocados”, tendo se distribuído bem entre estados do Nordeste.
Na avaliação de Tadeu Barros, diretor-presidente do CLP, o ranking apresentou um resultado satisfatório, principalmente por conta da evolução de estados fora do eixo Sul-Sudeste.
“No nosso país, ainda existe infelizmente uma divisão Centro-Sul e Norte-Nordeste. Essas políticas de economia, infraestrutura e investimento ainda são muito concentradas no Centro-Sul. Mas tem um alívio e suspiro: a gente está vendo evolução nos estados do Norte e Nordeste, do ponto de vista dos mandatos”, afirmou à CNN Brasil
Fabrício Marques, presidente do Conseplan e secretário de Planejamento de Pernambuco, explicou que o comparativo feito pelo ranking ajuda na tomada de decisão por governadores e governadoras.
“[O ranking] dá força aos times técnicos dos governos ao apontar os desafios, ou seja, os resultados aquém do desejado. Além de desafios, o estudo também identifica boas práticas, ajuda na tomada de decisão por parte do governo”, disse. Ele defende que a pesquisa funcione como um “instrumento de gestão” para gestores de todo o país.
voltar





































