Critérios ESG passam a impactar diretamente a escolha de fornecedores logísticos, e transportadoras que se antecipam ganham vantagem competitiva no mercado
A sustentabilidade deixou de ser apenas uma pauta institucional para se tornar um fator decisivo nas relações comerciais. No Transporte Rodoviário de Cargas, essa mudança já é perceptível: empresas contratantes estão incorporando critérios ambientais, sociais e de governança (ESG) na escolha de seus parceiros logísticos.
Grandes companhias – especialmente multinacionais e empresas de capital aberto – vêm adotando novos padrões de reporte climático e ambiental, ampliando a exigência de transparência em toda a cadeia produtiva. Na prática, isso significa que essas organizações precisam medir, monitorar e divulgar as emissões associadas às suas operações, o que inclui diretamente os serviços de transporte.
Esse movimento reposiciona o papel das transportadoras dentro da cadeia logística. Mais do que executar a operação, passa a ser necessário comprovar eficiência ambiental, controle de emissões e compromisso com práticas sustentáveis.
Para as empresas do setor, essa nova realidade traz desafios, mas também abre oportunidades relevantes. Transportadoras que conseguem estruturar sua gestão ambiental e apresentar dados confiáveis tendem a:
fortalecer o relacionamento com clientes estratégicos;
aumentar a competitividade em processos de contratação e licitações;
acessar novas oportunidades de negócio, especialmente com grandes embarcadores.
Por outro lado, a gestão de indicadores ambientais exige novas ferramentas, organização de dados e conhecimento técnico – o que ainda representa uma barreira para muitas empresas.
Diante desse cenário, a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) firmou parceria com a Domani Global, especializada em soluções tecnológicas e estratégicas em ESG, com foco em atender empresas de todos os portes do Transporte Rodoviário de Cargas.
A iniciativa tem como objetivo facilitar o acesso das transportadoras a ferramentas que permitam mensurar emissões, acompanhar indicadores ESG e estruturar planos de ação, de forma prática e alinhada à realidade operacional do setor.
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