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	<title>Arquivos Edição 76 &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Edição 76 &#8211; SETCESP</title>
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	<item>
		<title>O custo, o tempo e a produtividade no transporte</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-custo-o-tempo-e-a-produtividade-no-transporte-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 15:03:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 76]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade no transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No transporte de carga, o tempo é um recurso valioso e escasso, tanto na operação quanto na logística</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-custo-o-tempo-e-a-produtividade-no-transporte-2/">O custo, o tempo e a produtividade no transporte</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>*Por Raquel Serini</em></p>
<p>No transporte de carga, o tempo é um recurso valioso e escasso, tanto na operação quanto na logística. Ele impacta diretamente a rentabilidade das empresas, por conta da produtividade e também no bem-estar dos colaboradores.</p>
<p>Para garantir a otimização do tempo e a<a href="https://setcesp.org.br/noticias/diferenca-entre-o-custo-de-estadia-e-hora-parada/" target="_blank" rel="noopener"> diminuição do custo,</a> é preciso um planejamento da rota que observe aspectos como: distância, tráfego, velocidade, condições de rodagem e horário de carga e descarga. Mais um fator é a capacitação do motorista, que deve estar apto a utilizar tecnologias e ferramentas que possam ajudá-lo a economizar tempo e aumentar a segurança durante as viagens.</p>
<p>Lembrando que são diversos os fatores que podem aumentar o tempo gasto em uma rota no transporte<em>, </em>como congestionamentos, acidentes, interdições, etc<em>. </em>O tempo perdido nestas e outras situações pode gerar atrasos na entrega, multas por descumprimento de prazos contratuais e, consequentemente, prejuízos financeiros. Portanto, é fundamental que as empresas de transporte de carga invistam em estratégias para uma gestão eficiente do tempo.</p>
<p>Outro ponto é que a jornada do motorista é um aspecto importante a ser considerado, mesmo porque a legislação trabalhista estabelece limites de horas na direção e de descanso para garantir a segurança do profissional e dos demais usuários das estradas. O não cumprimento dessas regras pode gerar multas e sanções administrativas e o mais grave de tudo, colocar em risco a vida do motorista e de terceiros.</p>
<p>Ainda mais, depois das mudanças derivadas da ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) 5.322, que trouxeram significativas alterações na <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13103.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei 13.103/15</a> — que regulamenta a profissão do motorista. As empresas precisam reavaliar os custos de suas operações, para então mensurar os impactos financeiros causados por esta medida. Resultados difíceis de prever, uma vez que, para cada uma delas essa conta ‘fecharia’ de formas diferente, a depender do tipo de operação.</p>
<p>A priori é indicado começar analisando o custo do <strong>tempo</strong>, fator limitante neste processo, ou seja: o dia tem 24 horas, 22 dias úteis por mês em média, que já são reduzidos pela jornada de trabalho pré-estabelecida. Por isso, pense em todos os custos fixos e variáveis do veículo para se obter o custo por hora, a fim de entender melhor o cenário e a produtividade deles.</p>
<p>Depois, leve em consideração todos os parâmetros, os já mencionados anteriormente (horas trabalhadas/dia, dias trabalhados/mês) mais o percurso, a velocidade e o tempo de carga e descarga de como eram no cenário antes da ADI. Então, avalie o fim do tempo de espera em substituição por horas extras, como consequência das práticas advindas da ADI 5.322.</p>
<p>Resumidamente, se antes pagávamos <strong>30%</strong> sobre esse <strong>tempo de espera</strong>, <strong>agora são 50%</strong>, devido às horas extras, somados aos encargos sociais e trabalhistas no nosso setor, que estão em aproximadamente 63,20%. Isso resultará em um valor por hora 7 vezes maior do que temos atualmente.</p>
<p>Ou seja, o impacto imediato é percebido no <strong>aumento do custo do tempo e diminuição na produtividade</strong>. Já que o tempo de espera é considerado jornada, a interjornada não pode ser fracionada, resultando menos viagens por veículo.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>E o que poderíamos concluir disso tudo? O custo deve aumentar a depender do perfil das operações e o tempo de espera para carga e descarga passou a ser um fator potencializado. Quanto mais ficar parado, mais custo a empresa terá, isso agora em maior escala.</p>
<p>Provavelmente, seja necessário investir em mão de obra e na aquisição de veículos, a depender novamente do seu perfil de operações, pois talvez não seja possível atender a mesma demanda nas condições atuais. Até porque, sabemos da escassez de motoristas no mercado, outro gargalo do setor de transportes a ser enfrentado.</p>
<p>Em síntese, para garantir a produtividade no transporte de carga em viagens rodoviárias, deve-se considerar o custo do tempo e investir em tecnologias, capacitação e condições adequadas de trabalho para o motorista. Desta forma, será possível garantir eficiência e segurança operacional sem prejudicar o caixa.</p>
<p><em>Raquel Serini é economista e coordenadora de projetos do IPTC.</em></p></div>
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		<title>A vez de reconhecer quem dá voz</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/a-vez-de-reconhecer-quem-da-voz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 20:06:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 76]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio vez e voz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Movimento lança sua primeira premiação, que reconhecerá as organizações que possuem projetos para equidade de gênero</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Movimento lança sua primeira premiação, que reconhecerá as organizações que possuem projetos para equidade de gênero</em></p>
<p>O Vez &amp; Voz lançou uma premiação com o objetivo de dar visibilidade e reconhecer as empresas do transporte rodoviário de cargas que desenvolvem projetos e iniciativas em prol da equidade de gênero, para tornar o setor mais diverso e inclusivo.</p>
<p>Essa premiação do <a href="https://setcesp.org.br/imprensa/movimento-vez-e-voz-abre-debate-sobre-espaco-feminino-no-transporte-rodoviario-de-carga/" target="_blank" rel="noopener">Vez &amp; Voz</a> contemplará três esferas com as ações desenvolvidas que atendam as seguintes categorias:</p>
<p><strong>Motorista</strong> – ações voltadas para a contratação, capacitação e promoção das mulheres na função de motorista profissional.</p>
<p><strong>Liderança</strong> – iniciativas para promoção das mulheres em funções de alta liderança. Sendo considerada como alta liderança os cargos de gerência, diretoria, presidência, C-level e conselho.</p>
<p><strong>Mais Mulheres no Transporte</strong> – projetos que tem por objetivo a ampliação da quantidade de mulheres na empresa, a igualdade de oportunidades visando a equidade de gênero, o desenvolvimento pessoal e profissional de mulheres, o incentivo a parentalidade e as vagas afirmativas; o combate à discriminação, o assédio moral e sexual; o combate e acolhimento em casos de violência doméstica, a promoção da saúde da mulher, entre outros.</p>
<p>O lançamento da premiação foi realizado em uma live transmitida no canal do Vez &amp; Voz no YouTube, no dia 31 de outubro, justamente a data de início das inscrições. Participaram da transmissão, Ana Jarrouge, idealizadora do movimento; Camila Florencio, coordenadora da Comissão e Deborah Correa, consultora empresarial.</p>
<p>Sobre as categorias da premiação, a coordenadora explicou que elas se assemelham aos critérios estabelecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas) para ranquear o índice de paridade de gênero internacional; que é o empoderamento político e a participação econômica.</p>
<p>“Exatamente esses dois pilares que a ONU avalia, são os que costumam reduzir o índice do país. Por isso trabalharemos eles aqui, ao contemplarmos as esferas de <strong>liderança</strong>, de <strong>mais mulheres no transporte</strong>, além de <strong>mulheres</strong> <strong>motoristas, </strong>porque hoje elas têm apenas 3% de participação no mercado de trabalho”, indicou Florencio.</p>
<p>Segundo consta no regulamento a avaliação dos projetos seguirá os seguintes quesitos: inovação e criatividade, evidências, perenidade e resultados. “Nossa sugestão para as empresas é que elas mapeiem suas ações. É uma oportunidade não só de ganhar o prêmio, mas também de estruturar as iniciativas e inspirar outras empresas”, disse Correa.</p>
<p>Para participar as empresas devem ser associadas a uma entidade de classe, estar com seu CNPJ ativo e exercer uma atividade relacionada ao transporte rodoviário de cargas. Lembrando que, a organização pode inscrever um único projeto em cada categoria e todas as informações recebidas pela comissão organizadora serão tratadas como confidenciais.</p>
<p>O prazo para as inscrições se encerra no dia 15 de dezembro deste ano, elas podem ser feitas no site onde está disponível para <em>download</em> um modelo para a estruturação do envio do projeto, sendo o preenchimento dele parte complementar da inscrição.</p>
<p>A premiação é uma realização do SETCESP com apoio de várias entidades do transporte rodoviário de cargas. “O movimento tornou-se um ponto de sinergia entre as empresas para gente construir um futuro melhor com relação à equidade de gênero”, falou Jarrouge destacando a abrangência do Vez &amp; Voz.</p>
<p>Os vencedores serão anunciados durante o 3º Encontro do Vez &amp; Voz marcado para o dia 26 de março de 2024. Então, <a href="https://www.vezevoz.org/1premiovezevoz" target="_blank" rel="noopener">acesse e inscreva  agora a sua empresa</a>.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=frY_MjSbFSs&amp;list=PLKjaEOL272MqvaU0BwVgsmSoBwPzzHtwG" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui e assista a live.</a></p></div>
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		<title>O Artificial e o seu significado</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-artificial-e-o-seu-significado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 19:52:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COMJOVEM]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 76]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[artigo COMJOVEM]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aquilo que não é natural. É assim que o dicionário nos traz o significado da palavra artificial e, junto com este, alguns outros entendimentos como dissimulado, fingido e postiço</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por Luis Felipe Machado</em></p>
<p>Aquilo que não é <strong>natural</strong>. É assim que o dicionário nos traz o significado da palavra <strong>artificial</strong> e, junto com este, alguns outros entendimentos como dissimulado, fingido e postiço. Tanto no dicionário quanto na realidade, há uma certa insegurança para aquilo que possui artifício na sua essência. Mas como tudo na vida, acredito que podemos dedicar um outro olhar, para a inserção das inteligências artificiais no nosso cotidiano e no setor de transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>Os primeiros passos e experiências já foram dados. O uso das IAs já é realidade e há muito temos a possibilidade de conviver com elas. De certo, tenho a sensação de que foi dado um nome novo para algo que já estava pairando no nosso ambiente, mas que a potencialidade de agora a tornou exponencial e aplicável em escala.</p>
<p>Vivemos a Era da tecnologia invadindo nossos espaços, ou melhor dizendo, auxiliando nossos passos. Como qualquer outra novidade, mesmo que não seja tão nova assim, o incremento dos facilitadores tecnológicos também carrega as reflexões sobre o que acontecerá com a humanidade daqui para frente. Quais postos de trabalho serão extintos? Quais atividades de produção não necessitarão mais de mão de obra? A automação será o principal foco das empresas e do capital? Isso tudo, inclusive, vira assunto de governo. E, não é para menos. Estamos falando sobre o equilíbrio social e suas esferas econômicas essenciais. Mas, deixando de lado o meu instinto piegas, vivemos em constante desequilíbrio em busca de equilíbrio. É assim na sociedade, é assim nas nossas empresas e é assim também em nosso íntimo.</p>
<p>Da delicadeza à dura realidade, a única certeza que temos, é que tudo isso é <strong>natural</strong>. E por termos essa certeza, precisaremos sim trabalhar na evolução, em busca do equilíbrio, inclusive com aquilo que é <strong>artificial</strong>.</p>
<p>Papo retórico para trazer uma reflexão importante para as nossas empresas: temos o costume de nos preocuparmos com grandes movimentos, revoluções, modas, tendências, e muitas vezes, deixamos passar aquilo que é o <strong>natural</strong> de toda gestão. O TRC é um grande exemplo de que o <strong>artificial</strong> não significa ou implica em resultados <strong>naturais</strong>, é preciso muito esforço, conhecimento e resiliência, para que em um equilíbrio constante, cheguemos aos objetivos finais de gerarmos lucro. O grande aprendizado que podemos ter com as IAs é que, são elas, obrigatoriamente, que têm que se aprimorar à medida que interagem com os dados e informações recebidos, ou seja, precisam evoluir de forma <strong>natural</strong>. Um tanto quanto paradoxal, mas sim, o <strong>artificial</strong> que melhora de maneira <strong>natural</strong>. Passado o trocadilho, no meu entendimento, as IAs serão grandes aliadas, para nos mostrar aquilo que não vemos, ou não queremos ver nas nossas empresas, principalmente no que tange números e análises.</p>
<p>É evidente que possuímos uma grande complexidade de análise e interpretações em nossas organizações. Só que muitos empresários e gestores ainda estão presos no livreto de prestações dos caminhões, usando isso como referência de meta e alcance dos resultados, que de maneira simples parecem trazer algo tangível e efetivo para o seu bolso. Essa mentalidade traduz nossa incapacidade de medir muitos fatores dos quais somos envolvidos, uma fórmula do passado que parece ter dado muito certo, mas que já é passado. Precisamos de uma IA nos ensinando a aprender com os dados e informações históricas para evoluirmos.</p>
<p>Para além do aprendizado e semelhança com as IAs, o uso delas em nosso dia a dia nos trará possibilidades de irmos a fundo em muitos detalhes e processos, que <strong>natural</strong>mente, não teríamos chance. De roteirizações mais assertivas envolvendo dados meteorológicos e de trânsito, até o processamento de análise de resultados, as IAs terão papel ativo na prática e nos olhares empresariais. É preciso compreender que a evolução <strong>natural</strong> é que usemos cada vez mais o <strong>artificial</strong> como grande apoiador da produtividade, da redução do desperdício, da possibilidade de novos horizontes e principalmente, dos tão sonhados equilíbrios: social, empresarial e pessoal. Por isso, aproveite a reflexão deste artigo para mudar o seu olhar, use essa nova <strong>arte</strong>, que também está na etimologia da palavra <strong>artificial</strong>, e seja <strong>natural</strong>mente feliz nas suas decisões. Esse é o grande significado que devemos <strong>aprender.</strong></p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Luis Felipe Machado, integrante da COMJOVEM SP e diretor da Formato Transportes.</em></p></div>
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		<item>
		<title>Um compromisso com o futuro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/um-compromisso-com-o-futuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 19:14:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[9º Prêmio de Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 76]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio de Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mais importante premiação de sustentabilidade do setor de transporte evidencia o engajamento das transportadoras no desenvolvimento de ações ESG</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>A mais importante premiação de sustentabilidade do setor de transporte evidencia o engajamento das transportadoras no desenvolvimento de ações ESG</em></p>
<p>Empresas que adotam práticas de sustentabilidade e incorporam os critérios ESG (Ambiental, Social e Governança) em suas operações estão demonstrando o seu comprometimento com a sociedade.</p>
<p>Exatamente para reconhecer estas ações, que o SETCESP promoveu mais uma edição do Prêmio de Sustentabilidade, homenageando àquelas que mais se destacaram na execução de projetos que visam a <strong>Responsabilidade Ambiental, Social, da Segurança Viária e do Trabalho</strong>, além daquelas que se empenham por manter uma <strong>Governança</strong> corporativa transparente.</p>
<p>A cerimônia aconteceu no dia 26 de outubro, na sede do Palácio dos Transportes, e contou com duas belas apresentações das bailarinas PCDs, Mel Reis e Solange Martins, mais o coreográfico, Maurício Diniz. Eles emocionaram o público contagiando o ambiente com um clima de superação.</p>
<p>“Nesta edição tivemos um recorde de empresas e cases inscritos. Apesar de atuarmos em um ambiente hostil, cheio de restrições, nós demonstramos aqui que somos um setor forte, pujante e comprometido com toda a sociedade”, disse Adriano Depentor, presidente do conselho superior e de administração do SETCESP.</p>
<p>Foram inscritos neste ano, 84 cases de 47 empresas, e passaram primeiramente pela avaliação da comissão organizadora. Aqueles que não estavam conforme as regras dispostas no regulamento, não avançaram para a fase seguinte que envolveu a sustentação oral do projeto à banca julgadora.</p>
<p>“Somos pioneiros em trabalhar o tema ESG dentro do setor”, lembrou Ana Jarrouge, presidente executiva do SETCESP, acrescentando que a entidade trata o tema com seriedade. “Esta não é uma pauta de marketing, mas algo que fazemos para garantir um futuro com recursos para as próximas gerações”, destacou.</p>
<p>A coordenadora da comissão de Sustentabilidade, Fernanda Veneziani, comentou que o Prêmio é também a coroação do trabalho desenvolvido pela comissão, e que as duas coisas andam juntas. “A comissão é uma oportunidade de as empresas terem orientações com especialistas de como desenvolverem ações nesta área. Quanto ao Prêmio, ele incentiva as transportadoras a seguirem o caminho da sustentabilidade”.</p>
<p>Após a primeira e segunda etapa de avaliação, oito finalistas foram selecionados, dois em cada categoria da premiação. E na última fase, uma banca de cinco jurados, especialistas e técnicos, elegeu os vencedores, considerando os seguintes critérios: estudos e mapeamento, planejamento, inovação, perenidade e destinação de recursos; investimentos, metodologias e indicadores.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h2><strong>Finalistas 2023</strong></h2>
<p>Foram finalistas em <strong>Responsabilidade Ambiental</strong> as empresas JNR Transportes com o projeto ‘Logística sem bitucas’, que viabilizou a reciclagem de bitucas de cigarros, que depois foram transformadas em papel e a Trans Kothe, com ‘Redução da Emissão de Carbono em Rota de Longa Distância’, que implementou placas solares nos baús das carretas para economia de combustível.</p>
<p>Na categoria de <strong>Governança</strong> estiveram a Pizzattolog com a iniciativa ‘Pizzattolog ESG’ e a Log10 Express com o case ‘Governança na logística’. Ambas empresas estruturaram comitês para a construção de ações alinhadas à agenda de 2030 da ONU (Organização das Nações Unidas).</p>
<p>Concorreram em <strong>Responsabilidade Social</strong> a Sada Transportes e a Transportes Cavalinho, a primeira com projeto ‘Voluntariado Corporativo’, que promove atividades sociais voluntárias de seus colaboradores durante a jornada de trabalho; a segunda com uma réplica quase perfeita de um caminhão, que funciona para uma iniciativa social e educativa.</p>
<p>Já na esfera de <strong>Responsabilidade na Segurança Viária ou do Trabalho</strong>, estavam classificadas a Braspress Transportes Urgentes com o projeto ‘CAMB (Centro de Apoio ao Motorista Braspress) Basil de Barros’ –, que aprimorou o cuidado com a saúde e bem-estar dos motoristas e a Rodonaves Transportes e Encomendas, com o projeto ‘Caminho Seguro’, que tem o objetivo de reduzir as ocorrências de acidentes e doenças ocupacionais.</p>
<p>O case de cada um dos projetos foi assistido pela plateia de cerca de 200 convidados, antes da fase final do evento com o anúncio dos vencedores.   “Conferir em detalhes cada um destes <em>cases </em>inspira outras empresas para que elas também desenvolvam suas ações que impactam o setor e toda a sociedade”, observou Veneziani. Confira a seguir os vencedores do 9º Prêmio de Sustentabilidade.</p>
<h3><strong>Redução de emissão de </strong><strong>CO<sub>2</sub></strong><strong> em rotas longas leva prêmio</strong></h3>
<p>A <strong>Trans Kothe Transporte Rodoviários</strong> recebeu o Prêmio de Sustentabilidade, pelo projeto que viabilizou a implementação placas solares nos tetos dos baús das carretas e caminhões. Com as placas é possível fornecer energia para manter equipamentos dos veículos ligados sem uso de combustível.</p>
<p>“Junto com o nosso parceiro desenvolvemos essa solução certificada e patenteada pelos órgãos brasileiros. A placa solar veicular gera energia sustentável que ajuda a reduzir o CO<sub>2</sub> na viagem”, explica Paulo Kothe, diretor de Logística.</p>
<p>“Juntos buscamos uma tecnologia que se estendesse em todo o território brasileiro, afinal atuamos em 24 estados. Aprimoramos essa inovação e é extremamente gratificante saber que o nosso empenho foi reconhecido”, acrescentou Verônica Rufino, analista ambiental.</p>
<p>Por meio do projeto, a empresa reduziu em 1.521 toneladas a emissão de CO<sub>2</sub> emitidos na atmosfera. Ao todo, a organização economizou 19.326,75 KW de energia nas unidades prediais, que equivalem a R$708.000,00.</p>
<h3><strong>Uma governança que se destaca no mercado</strong></h3>
<p>A Pizzattolog estruturou um comitê para avaliar impactos, melhorias e investimentos a fim de controlar, estabelecer metas e fornecer indicadores sobre o todo o processo de construção ambiental relacionados à agenda de 2030 da ONU.</p>
<p>Toda essa mobilização  fez com que conquistasse certificações como o Sistema B, SASSMAQ, Selo Verde,  Troféu Chico Mendes, e agora, o 9º Prêmio de Sustentabilidade na esfera Governança.<br />“O principal foco do projeto foi atrelar a diversidade ao social, dar maturidade à parte de governança e fomentar ainda mais, a sustentabilidade”, explicou Daiane Camilo, gerente de relacionamento.<br />Na ocasião, Erick Tosin, gestor de ESG e qualidade na Pizzattolog, agradeceu o reconhecimento. “Queremos ser multiplicadores disso. É preciso se estruturar para trazer indicadores e depois promover as ações em sustentabilidade”, disse. Desde 2018, a organização investiu 5 milhões de reais em projetos com viés sustentável, social e de governança.</p>
<h3><strong>Quando a segurança no trânsito e no trabalho são prioridades</strong></h3>
<p>O ‘CAMB &#8211; Basil de Barros’, iniciativa desenvolvida pela <strong>Braspress</strong>, concedeu à empresa o troféu na categoria Segurança Viária e do Trabalho. O projeto acompanha a saúde do motorista e monitora sintomas de cansaço e sono ao volante.</p>
<p>“No CAMB os motoristas fazem teste glicemia, teste do bafômetro, conferem a pressão arterial, verificam batimentos cardíacos e a saturação”, contou Sarita Almeida, gerente nacional de Recursos Humanos.</p>
<p>Foram criados pontos de apoio a cada 600 km, com estrutura de alojamentos e ambulatórios para descanso e cuidados com a saúde. Com essas práticas, a organização, que possui mais de 9 mil colaboradores e 3 mil veículos na frota, aumentou em 38% sua produtividade e reduziu em 26,49% os eventos de risco.</p>
<p>“Para nós, não basta que a farinha chegue na padaria, o pão tem que estar na mesa das pessoas. Não basta o remédio chegar na farmácia, ele tem que ser aplicado em quem precisa. Não basta o caderno ser entregue na loja, ele tem que estar na mão do estudante. O que se sobressai a convicção de que o produto será entregue é o cuidado com as pessoas”, disse em um discurso emocionante Urubatan Helou, presidente da Braspress.</p>
<h3><strong>O impacto social gerado por uma ação educativa transformadora</strong></h3>
<p>Foi com o projeto ‘Mini Truck’, uma réplica quase perfeita de um caminhão, mas bem menor que os modelos de mercado, que a <strong>Transportes Cavalinho</strong> ganhou, na categoria de Responsabilidade Social, o 9º Prêmio de Sustentabilidade SETCESP. O mini veículo é utilizado como parte de uma ação que convida crianças de até 12 anos a aprender e multiplicar atitudes de segurança no trânsito.</p>
<p>“A criança é o elemento transformador da sociedade. É na infância que se desenvolvem memórias que moldarão o futuro das pessoas. Pensando nisso, oferecemos para elas uma tarde especial, na qual aprendem sobre trânsito e também sobre o amor, para que saibam que por trás daqueles caminhões que rodam por aí, tem muitos corações batendo”, falou Gabrielle Moraes, analista de comunicação na Transporte Cavalinho.</p>
<p>Além da mensagem de segurança e boas práticas, o projeto busca estreitar os laços das crianças com o transporte rodoviário de cargas, levando-as a compreender a importância dos caminhões e seus motoristas para o desenvolvimento do nosso país.</p>
<p>Ao receber a premiação, Moraes refletiu sobre fazer a diferença de forma tangível na vida das pessoas. “Somos apaixonados por caminhões, mas amamos as pessoas. Este projeto só é pequeno no tamanho do veículo, porque ele impacta grandemente a vida de todos nós. O transporte rodoviário move cargas, e nós movemos o mundo com nossas ações”, discursou ela.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h2><strong>Um guia prático para inspirar as empresas a serem mais sustentável</strong></h2>
<p>Já está disponível uma nova versão do <strong>e-book de ‘Boas Práticas de Sustentabilidade’</strong> lançado pelo SETCESP. O material traz iniciativas desenvolvidas pelas empresas de transporte no decorrer das edições do prêmio, com sugestões que podem ser seguidas e compartilhadas.</p>
<p>“A ideia é que estes projetos possam inspirar outras transportadoras do setor, que podem replicar estas ideias para ampliação as ações do ESG no transporte de cargas”, indicou Veneziani, convidando todos os empresários e colaboradores de empresas do TRC a acessarem o material.</p>
<p>Nele há dicas para de economia de água, economia de energia, redução de emissão, geração de energia limpa, descarte correto de resíduos e reciclagem. Além das abordagens ambientais apresenta também ações para redução de acidentes e temáticas como diversidade e inclusão, fora tendências de mercado como crédito de carbono, empresa carbono neutro e Net Zero. O material é gratuito e está disponível para <em>download</em>.</p>
<p>O 9º Prêmio de Sustentabilidade SETCESP conta com o patrocínio da CAEPTOX, Mercedes-Benz, Consórcio Maggi, De Nigris, FETCESP, Despoluir, IBTS (Instituto Brasileiro de Transporte Sustentável), Sicredi, SINDIPESA, Volvo Auto-Sueco, Volkswagen Caminhões e Ônibus e o apoio da Autotrac, Childhood Brasil, NTC&amp;Logística, PLVB (Programa Logística Verde Brasil) e Raízen.</p></div>
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		<title>Marinaldo Reis: &#8216;O mínimo de conforto enquanto aguarda&#8217;</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/marinaldo-reis-o-minimo-de-conforto-enquanto-aguarda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 18:37:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Abastecimento e Distribuição]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 76]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[setcesp entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como diretor da especialidade de abastecimento e distribuição do SETCESP, Marinaldo acompanha há anos estudos sobre procedimentos, infraestrutura e o tempo para a descarga em polos recebedores de São Paulo e região metropolitana</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/marinaldo-reis-o-minimo-de-conforto-enquanto-aguarda/">Marinaldo Reis: &#8216;O mínimo de conforto enquanto aguarda&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Como diretor da especialidade de abastecimento e distribuição do SETCESP, Marinaldo acompanha há anos estudos sobre procedimentos, infraestrutura e o tempo para a descarga em polos recebedores de São Paulo e região metropolitana, avaliando como ninguém, as necessidades do transporte para o abastecimento urbano </em></p>
<p><strong>Como você ingressou no setor de transporte? Conte-nos por favor sua trajetória profissional.</strong></p>
<p>Iniciei em 1994, trabalhando como conferente em uma empresa pequena de transporte de carga fracionada. Depois fui para uma transportadora de grande porte na área de controle operacional, nos anos seguintes fui supervisor, gerente de filial, gerente comercial até sair de lá para fundar em 2002, com mais dois sócios, a Renascer Express onde sou o diretor comercial.</p>
<p>Assim que fundamos a nossa empresa, nos associamos ao SETCESP e comecei a participar das reuniões da CAD (Comissão de Abastecimento e Distribuição), que se tornou anos mais tarde a Diretoria de Abastecimento e Distribuição. Em 2016, assumi a coordenação dessa diretoria a convite do ex-presidente Tayguara Helou e, depois em 2019, fui convidado para ser o secretário geral do SETCESP. Agora, na gestão do presidente Adriano Depentor, eu permaneci com estas mesmas atribuições no sindicato.</p>
<p><strong>De que forma os procedimentos de recebimento de cargas nas lojas ou em centros de distribuição interferem na produtividade das empresas de transporte?</strong></p>
<p>Impacta nos custos, quanto maior o tempo do veículo parado maior será o custo. E isso não é só para a transportadora, mas para toda a cadeia logística e de abastecimento. Outro ponto é que um grande estabelecimento que não tem a infraestrutura adequada é capaz de causar um enorme transtorno a quem está à sua volta. Os caminhões estacionados aguardando a vez para descarregar geram mais barulhos e congestionamentos, ou seja, atrapalha a dinâmica da comunidade.</p>
<p><strong>Qual o maior desafio atualmente para quem faz o transporte de cargas urbano?</strong></p>
<p>Nós temos um grande problema com as janelas de horário de entregas que são muito pequenas, principalmente nos shoppings centers, elas são concentradas na parte da manhã. No caso do varejo de rua, o maior desafio é a infraestrutura. Nestes locais é comum acontecer de o veículo dar duas, três voltas no quarteirão para achar um lugar para parar e descarregar, nisso tudo ele gera mais calor, mais emissão de gás carbônico e mais trânsito.  Esta é uma das razões pela qual temos um trabalho de pesquisa junto ao IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Carga) a fim de mapear as vagas de cargas e descarga na região central. Levamos esses estudos ao poder público para buscar melhorias de infraestrutura para o transportador, o que reflete também em melhoria na fluidez do trânsito na região.</p>
<p><strong>Acha que as entregas noturnas são uma opção a ser considerada?</strong></p>
<p>Elas já existem, só que em menor escala e em grandes estabelecimentos que tem como arcar com o custo de uma equipe noturna para receber esta carga. Agora, isso no caso do varejo é mais complicado, porque não há infraestrutura e condições de dispor de mão de obra para fazer o recebimento neste período, sem falar na segurança também. Pensando na questão de custo, isto seria muito difícil de implantar.</p>
<p><strong>Que boas práticas deveriam ser consideradas nos estabelecimentos tanto para o recebimento quanto de distribuição? </strong></p>
<p>Primeiro, é importante que eles estejam atualizados tecnologicamente para agilizar a documentação e a troca de arquivos entre embarcador e recebedor. Nem sempre acontece de você chegar nos estabelecimentos e o recebedor já estar com o XML da nota fiscal, e isso dificulta muito o processo. Outros fatores seriam proporcionar uma infraestrutura razoável para a pessoa que vai descarregar e o aperfeiçoamento de procedimentos internos, como por exemplo, a devolução de canhotos.</p>
<p>Uma coisa que o recebedor tem que entender é que o transportador não pode aguardar o processo de conferência da carga item a item, a exigência disso é uma prática horrível. A devolução parcial também é uma boa prática que se o pessoal incorporar nos ajudará. Às vezes por conta de uma peça, o recebedor quer devolver a carga toda.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>O tempo médio para descarga aumentou 38 minutos em 2023. O que isso significa na prática para uma transportadora?</strong></p>
<p>Toda vez que vemos o aumento no tempo, a gente recebe a notícia com um pouco de apreensão. Embora, se considerarmos que, nos últimos anos, a gente teve uma queda do tempo também influenciado pela pandemia, agora com a recuperação da atividade econômica e da movimentação de cargas, eu até vejo esse aumento com uma certa naturalidade. Mesmo assim, como próprio Instituto que realiza a pesquisa aponta, esses 38 minutos de aumento médio significam 20% do aumento de custo da hora parada, o que é bastante considerável.</p>
<p>O que esperamos é que mediante ao aumento da movimentação, os pontos recebedores enxerguem a necessidade de recomporem suas equipes para agilizar o trabalho de descarga.</p>
<p><strong>Que fatores externos contribuem para o atraso no recebimento?</strong></p>
<p>Tem uma questão comercial pouco comentada, mas que impacta muito. A maioria dos recebedores quer centralizar o recebimento na segunda quinzena do mês. Esse fator externo gera uma quantidade enorme de recebimentos por apenas um período e excede a capacidade de atendimento do polo recebedor. Estas grandes redes se aproveitam também das chamadas &#8216;compras de oportunidades&#8217;, mas aí os CDs (Centros de Distribuição) não estão esperando tal carregamento comprado, e não tem como planejar o acondicionamento, resultado disso, é que acaba sobrando para o transportador, que fica submetido a uma espera para poder descarregar.</p>
<p><strong>Mesmo com esse último aumento, obviamente, já houveram avanços. O que se pode destacar como principais mudanças que ocorreram ao longo dos anos nos pontos recebedores?</strong></p>
<p>Nós tivemos uma melhora substancial, principalmente, na questão de infraestrutura. Há 15 anos atrás, a coisa era bem precária, tanto que isso era a principal reclamação das empresas que participavam da Diretoria de Abastecimento e Distribuição. Desde então, o SETCESP tem se aproximado mais dos grandes CDs e avançamos muito, para melhorar os locais para a tripulação, ainda assim, há espaço para avançar mais. Vale dizer que a formalização do pagamento das descargas nesses recebedores também melhorou.</p>
<p><strong>Como você avalia a metodologia da pesquisa IER realizada pelo IPTC a pedido do SETCESP? </strong></p>
<p>A metodologia é ótima, porque tem como premissa três pilares do recebimento: a infraestrutura, o procedimento e o tempo médio.  A infraestrutura, porque é preciso garantir que a nossa tripulação tenha banheiros, bebedouros e um local para estacionar, não se trata de ter a disposição algo que se compare a um hotel cinco estrelas, mas o mínimo de segurança e conforto enquanto aguarda o descarregamento da carga. O procedimento, porque sabemos que os agendamentos e as devoluções parciais otimizam o processo e o tempo em si, se traduz em custo e produtividade.</p>
<p><strong>Como é a atuação da Diretoria de Abastecimento e Distribuição do SETCESP?</strong></p>
<p>Ela é composta por empresários, executivos e profissionais que lidam com o transporte de cargas fracionadas para o abastecimento urbano, o pessoal que faz entregas para as grandes redes varejistas e que atuam com os Centros de Distribuição. A diretoria trabalha acolhendo as demandas destas empresas e procura discutir melhorias com os pontos recebedores, além de estar próxima desses estabelecimentos para ajudar a resolver os problemas que surgem na operação.</p>
<p>Esse trabalho de relacionamento abre caminho para o serviço de Apoio Operacional do SETCESP, para que quando surja um problema específico de algum de nossos associados, a equipe do Apoio Operacional possa intermediar a demanda e encontrar uma solução. Fora isso, a pedido da diretoria, temos a pesquisa do IER encomendada pelo SETCESP ao IPTC em que o resultado é uma análise profunda dos procedimentos, e parte dos seus efeitos é o evento de premiação de melhor IER.</p>
<p><strong>Que recado gostaria de deixar para os transportadores?</strong></p>
<p>O SETCESP vem trabalhando ao longo dos anos em busca de melhorias para as empresas de vários segmentos de transporte. A função da nossa diretoria é exatamente facilitar as operações e diminuir custos para as empresas, contribuindo ainda, para que as cidades tenham todo o abastecimento necessário e mais mobilidade.</p>
<p>Aproveito para reforçar o pedido para que os empresários tenham a consciência de fazer uma cobrança justa pelo seu serviço, porque se ele não fizer isso, ele não conseguirá manter a estrutura de sua empresa de maneira sadia. O lucro é o que dá a perenidade às empresas, então precifiquem de maneira justa e valorizem o seu trabalho.</p></div>
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		<title>SEST SENAT abre as portas de nova unidade no bairro de Santo Amaro, em São Paulo</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/sest-senat-abre-as-portas-de-nova-unidade-no-bairro-de-santo-amaro-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 18:24:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 76]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[SEST SENAT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Espaço amplia a prestação de serviços de qualificação profissional e saúde oferecidos aos trabalhadores do setor de transporte e à comunidade em geral</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Espaço amplia a prestação de serviços de qualificação profissional e saúde oferecidos aos trabalhadores do setor de transporte e à comunidade em geral</em></p>
<p>Foi inaugurada uma nova unidade do SEST SENAT no bairro de Santo Amaro, na cidade de São Paulo (SP). O espaço está localizado na Rua Barão do Rio Branco, nº 426 (próximo ao Largo 13). Segundo a entidade, o valor do investimento na nova instalação foi de cerca de R$ 22 milhões, considerando a obra e todos os equipamentos e mobiliários.</p>
<p>A nova estrutura oferecerá o serviço de simulador de direção de caminhão, carreta e ônibus — tecnologia de ponta utilizada no aperfeiçoamento de motoristas profissionais, com foco na prevenção de acidentes e na condução eficiente e econômica. Além disso, atendimentos de psicologia, nutrição, odontologia e fisioterapia.</p>
<p>A capacidade é de mais de 53 mil atendimentos ao ano para os trabalhadores do transporte, os seus familiares e a comunidade em geral. Os atendimentos são gratuitos a todos os trabalhadores do setor de transporte.</p>
<p>O presidente da CNT (Confederação Nacional do Transporte) e dos Conselhos Nacionais do SEST e do SENAT, Vander Costa, afirma que, com a inauguração da nova unidade o SEST SENAT reforça o seu compromisso de estar onde o trabalhador do transporte mais precisa.</p>
<p>“Estamos chegando à Zona Sul da capital paulista, a segunda região mais populosa da cidade, onde há uma grande concentração de empresas de transporte de passageiros e de cargas, além da proximidade com o Aeroporto de Congonhas. Queremos contribuir, cada vez mais, para o aprimoramento do setor e dos trabalhadores do transporte da região”, afirma.</p>
<p>O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, também esteve na inauguração, que foi no dia 29 de setembro. Ele reconheceu o trabalho desenvolvido pelo SEST SENAT não apenas para os trabalhadores do transporte, mas, também, para toda a comunidade local. “O que vocês fazem (estarem sempre se aprimorando e buscando referências no exterior) é fundamental. Vocês são um exemplo para todos nós”.</p>
<p>Para o presidente do Conselho Regional do SEST SENAT de São Paulo, Carlos Panzan, a nova unidade será um ponto de referência para os trabalhadores do transporte que residem na região sul de São Paulo. “Este é um momento de grande importância para São Paulo e para todo o segmento no Brasil”, destacou.</p>
<p>Essa é a primeira unidade do SEST SENAT na cidade de São Paulo em formato vertical. A nova estrutura tem três andares e um total de 2.310 m2 de área construída e conta com sala de simulador de direção, com capacidade para 15 alunos; três salas de aula, com capacidade para 25 alunos cada; e uma sala de treinamento EaD, com capacidade para 18 alunos.</p>
<p>Na área de saúde, está equipada para prestar atendimentos de fisioterapia, psicologia, nutrição e odontologia clínica em quatro consultórios.</p>
<p><strong>Expansão </strong></p>
<p>A unidade do SEST SENAT de Santo Amaro (SP) é a sexta a ser inaugurada no Brasil, em 2023. Ao todo, o país já conta com 164 unidades, sendo 32 delas no estado de São Paulo e quatro na capital paulista – as outras ficam em Vila Jaguara, no Parque Novo Mundo e em Fernão Dias.</p>
<p><strong>Informações do SEST SENAT.</strong></p></div>
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		<title>Inteligência Artificial aplicada ao RH</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/recursos-humanos/inteligencia-artificial-aplicada-ao-rh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 17:35:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 76]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204618264</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda como a combinação de softwares de tecnologia pode colaborar na gestão de pessoas</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Entenda como a combinação de  Inteligência Artificial softwares de tecnologia pode colaborar no RH e na gestão de pessoas</em></p>
<p>A Inteligência Artificial (IA) já faz parte do futuro das empresas, e para o setor de RH não é diferente. Segundo dados levantados por uma pesquisa da TIC Empresas, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.Br), 22% das empresas pequenas e 37% das grandes já adotaram a IA no seu dia a dia.</p>
<p>Uma das aplicações no RH, que mais tem se popularizado, é justamente, a parte de recrutamento e seleção, já que os softwares que utilizam tecnologia de IA coletam uma grande quantidade de dados diariamente e são capazes de avaliar, processar e apresentar relatórios de uma maneira muito prática.</p>
<p>Assim, no processo seletivo, a IA consegue cruzar as informações de comportamento de um candidato com as competências necessárias para o cargo. Os recrutadores definem o perfil do profissional que querem contratar e recebem uma lista com os candidatos dentro das especificações desejadas. Por meio da tecnologia, também é possível agendar as entrevistas, enviar lembretes e gerenciar os horários dos participantes de forma automática, evitando atrasos.</p>
<p>Outro estudo, dessa vez da Deloitte, aponta que 80% dos executivos de Recursos Humanos acreditam que a IA terá efeitos significativos no setor nos próximos cinco anos. Esses impactos se traduzem com o desenvolvimento de ferramentas tecnológicas que conseguem desburocratizar processos e controlar atividades do colaborador dentro da jornada de trabalho.</p>
<p>Letícia Baumer, gerente de relacionamento na <a href="https://www.acevilletransportes.com/" target="_blank" rel="noopener">Aceville Transportes</a>, compartilha que a empresa hoje possui uma IA chamada de ‘Clara’, que é um avatar combinado ao ChatBot que traz diversas soluções para a transportadora. “Ela auxilia desde a recepção dos currículos, estabelecendo um filtro até o acompanhamento do controle de jornada dos motoristas profissionais, integrando também os sistemas de telemetria”, conta.</p>
<p>Esta aplicação para o <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-controle-da-jornada-do-motorista/" target="_blank" rel="noopener">controle de horas trabalhadas</a> para as empresas de transporte rodoviário de cargas se torna ainda mais significativa, pelo fato da jornada do motorista profissional ser regida pela Lei nº 13.103, que estabelece um descanso de 11 horas ininterruptas (sendo proibido o fracionamento) dentro do período de 24 horas.</p>
<p>O gerente de inovação Luiz Souza, detalhou como foi o desenvolvimento da tecnologia ‘Clara’ na Aceville. “Começamos pelo ChatBot no atendimento ao cliente e depois, vimos que no RH a IA poderia ajudar muito criando métricas e um controle assertivo da operação”, diz ele.</p>
<p>Souza compartilha ainda que antes disso, a empresa tinha mais trabalho em fazer a gestão dos horários e até com as paradas indevidas durante a viagem, por isso usaram um processo chamado de RPA (sigla para expressão em inglês <em>Robotic Process Automation</em>) para o desenvolvimento de uma tela em tempo real contendo as informações dos profissionais motoristas e a sua condução durante as viagens.</p>
<p>Para ele, não se trata apenas de gerenciar o tempo, mas também de fornecer informações, insights e recomendações de forma instantânea. “O que temos hoje com a Clara é uma tecnologia integrada que otimiza processos, digitaliza documentos, faz a gestão da jornada de trabalho, das atividades dos profissionais e das folhas de pagamento entre outras coisas”, relata.</p>
<p>Os algoritmos de IA também podem ser utilizados para obter informações de desempenho individual e coletivo dos colaboradores, identificando habilidades e sugerindo planos de desenvolvimento e materiais de treinamento para aprendizagem contínua dos profissionais. Também com as ferramentas de análise de dados e de avaliação, o RH da empresa pode obter informações para uma tomada de decisões mais acertadas na hora de efetuar um desligamento.</p>
<p>Para encerrar, outras aplicações da IA são com relação à automação de tarefas administrativas rotineiras, por exemplo; o acompanhamento de benefícios. Assim, o RH da empresa estruturado com as novas tecnologias pode se concentrar em atividades de maior valor, como estratégias de engajamento e desenvolvimento de lideranças.</p>
<h3><em>Fica a dica</em></h3>
<h4><strong>5 Recomendações ao aplicar IA no RH </strong></h4>
<p><strong>1 &#8211;</strong> <strong>Colete dados de qualidade</strong>: garanta que as informações usadas pela IA sejam precisas;</p>
<p><strong>2 &#8211; Proteja os dados</strong>: atenção à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e ao cuidado com informações sensíveis sobre os funcionários;</p>
<p><strong>3 &#8211; Monitore continuamente</strong>: estabeleça processos para avaliar as informações colhidas pela IA;</p>
<p><strong>4 &#8211; Adapte-se às mudanças:</strong> esteja preparado para ajustar e atualizar os processos com a IA à medida que a tecnologia evolui; e</p>
<p><strong>5 &#8211; Combine habilidades:</strong> reconheça que a IA deve complementar, não substituir, as habilidades humanas.</p></div>
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		<title>4TRUCK traz soluções de implementos para sua frota</title>
		<link>https://setcesp.org.br/revista-setcesp/4truck-traz-solucoes-de-implementos-para-sua-frota-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 17:33:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 76]]></category>
		<category><![CDATA[Parceria SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[4TRUCK]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa de equipamentos sobre rodas atende caminhões e caminhonetes </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>A empresa de equipamentos sobre rodas atende caminhões e caminhonetes </em></p>
<p>A 4TRUCK, empresa de implementos rodoviários, nasceu há onze anos e teve seu crescimento bastante impulsionado no período de regulamentação do VUC (Veículo Urbano de Carga), atendendo as empresas com necessidade de se adequarem no transporte <em>last mile</em>.</p>
<p>A ideia do nome 4TRUCK foi uma brincadeira com a troca das palavras em inglês <em>for</em> (para) pelo <em>four (4)</em>, assimilando uma expressão no português de ‘para caminhão’:  4TRUCK. “Porque o nosso trabalho é construir soluções completas em termos de implementos voltados para caminhões. Um nome ligado ao nosso DNA”, explica o CEO e fundador da empresa, Osmar Oliveira.</p>
<p>Ele conta que foi um grande desafio empreender na época, concorrendo com empresas do mesmo segmento que estavam há 20, 30, 40 anos no mercado. “Mas conseguimos superá-lo com um time unido e com clientes que depositam sua confiança em nós”.</p>
<p>Inicialmente, a empresa começou produzindo baús de alumínio para carga seca, revestidos e isotérmicos. Depois foi diversificando o portfólio com os baús lonados (<em>sider</em>) e carrocerias metálicas. Hoje, desenvolve projetos customizados para atender necessidades específicas de seus clientes.</p>
<p>Oliveira afirma que atualmente, a 4TRUCK embarca no baú dos veículos todo o tipo de negócio. “Para as unidades móveis fazemos sobre rodas: lojas, escritórios, palcos, camarins, oficinas, estúdio de som e muitos outros. Transformamos qualquer negócio fixo em móvel”, garante.</p>
<p>Além disso, parte dos serviços da empresa também é cuidar da manutenção, tanto do implemento rodoviário quanto da unidade móvel, fazendo reformas de qualquer natureza.</p>
<p>A empresa tem sua sede localizada na cidade de Guarulhos/SP, mas possui parceiros que recebem os kits de baús de alumínio, e são capazes de implementá-los em várias regiões do País.</p>
<p>O CEO lembra que tem como desafio, a curto prazo, fazer com que a participação da 4TRUCK cresça entre os grandes frotistas, se consolidando como parceiro estratégico dos maiores transportadores do País.</p>
<p>“Já diversificamos os nossos perfis de clientes. Continuamos atendendo pessoa física; motoristas autônomos e pequenos frotistas, mas também passamos a atender às médias e grandes transportadoras, além das locadoras de veículos, e inclusive, participamos de licitações de governos”, diz.</p>
<p>Ele acrescenta que a missão da 4TRUCK é se estruturar cada vez mais para atender os anseios de seus clientes. “O implemento precisa funcionar bem no transporte de cargas, porque tudo o que enxergamos à nossa volta, precisou um dia ser transportado”.</p>
<p>Em setembro de 2023, a empresa já apresentava um crescimento médio de 14% no ano. A meta de fechamento acima dos 15% já estava quase alcançada e as expectativas se voltavam a 2024, com objetivo de repetir a dose deste ano e, crescer ao menos 15% no ano que vem.</p>
<p><strong>Pegada Sustentável</strong></p>
<p>De olho no futuro e pensando na sustentabilidade, a 4TRUCK lançou uma nova solução para os seus baús de alumínio — o ‘teto de fibra de vidro’, que traz uma característica interessante em tempos de ESG, pela redução da emissão de carbono, já que contribuiu para a diminuição do consumo de combustível, porque é mais leve na comparação com a chapa de alumínio.</p>
<p>Além disso, o material é extraído a partir da reciclagem de garrafas PETs. “O teto em fibra de vidro apresenta uma série de vantagens. Contudo a 4TRUCK continua oferecendo a opção dos tetos em alumínio, mas há possibilidade de maior destaque mercadológico com a fibra de vidro”, esclareceu Oliveira.</p>
<p>Fora a implantação do teto em fibra nos baús, a empresa atua na logística reversa de vários itens de sua linha de produção garantindo o reaproveitamento do que é possível, de acordo com o fabricante e o descarte responsável daquilo que não é.</p>
<p><a href="https://setcesp.org.br/parceiro-4truck/" target="_blank" rel="noopener">Clique e saiba mais sobre a 4TRUCK.</a></p></div>
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		<title>Veja o que mudou no Vale Pedágio Obrigatório</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/veja-o-que-mudou-no-vale-pedagio-obrigatorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 17:22:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 76]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Novas regras do Vale Pedágio]]></category>
		<category><![CDATA[vale-pedágio obrigatório]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novas regras determinadas pela ANTT para o Vale Pedágio Obrigatório entraram em vigor</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Novas regras determinadas pela ANTT para o Vale Pedágio Obrigatório entraram em vigor</em></p>
<p>O VPO (Vale Pedágio Obrigatório), foi instituído pela Lei Federal nº 10.209 de 2001, e depois regulamentado pela resolução nº 2.885 de 2008, que em setembro deste ano foi revogada pela <a href="https://portal.antt.gov.br/sistemas" target="_blank" rel="noopener">ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres)</a> através da resolução nº 6.024/23 que passou a vigorar no lugar.</p>
<p>A nova norma surgiu para trazer algumas modernizações no formato da antecipação do VPO, conforme conta Caroline Duarte, coordenadora do departamento jurídico do SETCESP. “Na resolução anterior havia termos como tickets e cupons que remetem a papel, e hoje os procedimentos estão mais digitais”, diz.</p>
<p>Duarte acredita que a determinação fará com que as Fornecedoras de Vale Pedágio Obrigatório (FVPO) estejam com os processos operacionais mais ágeis de modo a facilitar esse crédito para a utilização do transportador, além de assegurar com que isso esteja disponível imediatamente para ele desde o início da viagem.</p>
<p>A resolução nº 6.024/2023 prevê a regulamentação do DT-e (Documento de Transporte Eletrônico), que já está instituído, apesar de ainda não estar operacionalmente funcionando. Além disso, regula o <a href="https://setcesp.org.br/noticias/free-flow-sera-que-o-novo-modelo-traz-economia-de-pedagio/" target="_blank" rel="noopener"><em>Free Flow</em> </a>— sistema de livre passagem de pedágio que terá o pagamento proporcional ao trecho percorrido na rodovia e a relação deste sistema com Documentos Fiscais obrigatórios ao transporte.</p>
<p>“A princípio, o contratante que é o embarcador ou embarcador equiparado, não tem como projetar o cálculo proporcional deste pedágio, então, ele deve traçar a rota considerando todas as praças de pedágio em que o veículo passará e fazer o crédito, levando em conta o total, não apenas o trecho percorrido. A norma traz a possibilidade de que o valor que não for usado do VPO possa ser restituído”, compartilha a coordenadora.</p>
<p><strong>Mais novidades</strong></p>
<p>Na resolução 6.024/23 consta também as definições de quem é o contratante, sendo ele o embarcador e o embarcador equiparado e a proibição expressa do pagamento do Vale Pedágio em espécie. Na eventualidade de ocorrer alteração de rota por caso de força maior (alagamento, desmoronamento, acidente, etc) a diferença do valor será acertada entre as partes ao fim da viagem.</p>
<p>Outra questão é que a antecipação, seja para o transportador ou transportador subcontratado, não pode ser vedada por considerar sua análise de crédito. E se fizer uma antecipação que não foi usada na operação de transporte, é possível solicitar a restituição do valor à FVPO contratada. Embora, Duarte sinalize que para isso as empresas têm que ficar atentas ao que consta nas cláusulas contratuais com a FVPO. “Pode ser que lá no contrato esteja vedada esta opção de restituição, e assim ela não poderá não ter de volta tal valor que pagou e não usou”.</p>
<p>Por último, vale mencionar a isenção da cobrança de pedágio sobre os eixos suspensos dos veículos que <strong>circularem vazios</strong> e já com <strong>os documentos fiscais</strong>, CT-e (Conhecimento de Transporte eletrônico) e MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais), <strong>encerrados, </strong>para que não seja entendido que ele ainda está sob a prestação de serviços.</p>
<p><strong>Quando não se trata mais de carga fracionada</strong></p>
<p>A obrigação de antecipação do VPO é para o transporte de carga lotação, ou seja, quando há um único contratante para aquele frete. No transporte de carga fracionada, em que há o transporte com a carga de diferentes embarcadores, o vale pedágio é rateado entre os contratantes.</p>
<p>Só que se a transportadora tem por especialidade o transporte de carga fracionada, mas subcontratou um TAC (Transportador Autônomo de Cargas) ou ETC (Empresa de Transporte de Cargas), com veículo próprio para fazer o frete para ela, esta situação será caracterizada como o transporte de carga lotação, e a transportadora na posição de contratante, está obrigada a fazer a antecipação do VPO para o subcontratado.</p>
<p>“São relações jurídicas independentes. Importante ficar atento ao cumprimento das normas de vale pedágio já que o valor desta infração pode pesar e muito no caixa da transportadora. As regras já estão valendo desde o dia 1º de setembro e a transportadora que não cumprir e for fiscalizada ficará sujeita a multa”, lembra Duarte.</p>
<h3><strong>Fique atento!</strong></h3>
<p><strong>Infrações previstas na Resolução 6.024/23</strong></p>
<ul>
<li> Não adquirir e disponibilizar ao transportador rodoviário de carga, até o momento do embarque, o VPO correspondente ao tipo de veículo, no valor necessário à livre circulação estará passível a multa no valor de R$3 mil, por veículo e a cada viagem.</li>
<li>Não restituir ao contratante, quando couber, no prazo máximo de 60 dias depois da solicitação, qualquer valor pago na antecipação do VPO efetivamente não utilizado, tem previsão de multa no valor R$1.100,00 por ocorrência.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/veja-o-que-mudou-no-vale-pedagio-obrigatorio/">Veja o que mudou no Vale Pedágio Obrigatório</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Quatro anos de conquistas e resiliência: conheça minha jornada na NTC&#038;Logística</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/quatro-anos-de-conquistas-e-resiliencia-conheca-minha-jornada-na-ntclogistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 17:08:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 76]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[francisco pelucio]]></category>
		<category><![CDATA[NTC e Logística]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Completando meu último ano de gestão na NTC&#038;Logística, gostaria de fazer uma avaliação positiva dos quatro anos em que estive à frente desta importante entidade</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/quatro-anos-de-conquistas-e-resiliencia-conheca-minha-jornada-na-ntclogistica/">Quatro anos de conquistas e resiliência: conheça minha jornada na NTC&#038;Logística</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><strong><em>*Por Francisco Pelucio</em></strong></p>
<p>Completando meu último ano de gestão na NTC&amp;Logística, gostaria de fazer uma avaliação positiva dos quatro anos em que estive à frente desta importante entidade. Durante esse período, enfrentamos diversos desafios, mas também conquistamos grandes feitos que fortaleceram a instituição e o setor como um todo.</p>
<p>Iniciamos essa jornada em um momento delicado, marcado pelo início da pandemia de COVID-19. Lembro-me claramente do dia 18 de março de 2020, quando tudo parou, e o país precisou se adaptar a uma nova realidade. Foi um período de incertezas e desafios sem precedentes, mas o setor de transporte de cargas se destacou pela resiliência e dedicação de todos os envolvidos.</p>
<p>Mesmo diante das idas e vindas das medidas de restrição e da complexidade da situação, os transportadores rodoviários de cargas garantiram que mercados, farmácias e postos de gasolina não ficassem desabastecidos.</p>
<p>A pandemia impactou nossos eventos, como a Fenatran, e afetou diretamente a área financeira da entidade. No entanto, entendemos a importância de priorizar a saúde e a segurança da população. Adaptamo-nos, realizando eventos online durante o período mais crítico e, posteriormente, voltando aos encontros presenciais, que tiveram altos recordes de participação.</p>
<p>Mesmo nos momentos desafiadores, conseguimos desenvolver vários projetos e novos eventos, como o Seminário Trabalhista do Transporte Rodoviário de Cargas e o Seminário NTC de Inovação Tecnológica no TRC. Esses eventos proporcionaram oportunidades valiosas de aprendizado e networking para os profissionais do setor, contribuindo para o desenvolvimento e aprimoramento de nossas práticas.</p>
<p>Durante essa gestão, vencemos desafios significativos, como a prorrogação da desoneração da folha de pagamento, em parceria com a CNT (Confederação Nacional do Transporte) e outras entidades do setor. Essa conquista é fundamental para aliviar as contas do transportador e de outros setores, fazendo com que haja mais investimento em mão de obra, estrutura e equipamentos para que as empresas sejam ainda mais competitivas.</p>
<p>Também tivemos a satisfação de desempenhar um papel crucial na aprovação da Lei 14.599/2023, conhecida como a ‘nova lei de seguros’. Essa legislação permitiu que os transportadores contratassem seu próprio seguro e negociassem diretamente com as seguradoras, trazendo mais segurança jurídica e fortalecendo nosso segmento. Isso só foi possível graças ao trabalho árduo de nossa equipe e à colaboração de diversos parceiros e parlamentares.</p>
<p>Sem contar outras Leis e medidas que foram vistas na nossa gestão, como a aprovação na Câmara e no Senado do Tanque Suplementar, e a iniciativa do ‘Logística Sem Papel’ que também contribuirá para a eficiência, transparência e sustentabilidade do setor, eliminando o uso de papel em processos logísticos.</p>
<p>Esses são exemplos de nossas conquistas legislativas recentes. Essas medidas proporcionaram alívio financeiro e segurança jurídica para o setor, permitindo investimentos estratégicos e o fortalecimento de nossas empresas.</p>
<p>Ao longo dessa gestão, a COMJOVEM também teve um desempenho notável, com um crescimento de mais de 120 novos participantes. Os coordenadores e núcleos da COMJOVEM fizeram um trabalho excepcional para tornar a comissão mais atrativa e engajar os jovens profissionais do setor.</p>
<p>Não posso deixar de mencionar o apoio fundamental de minha família, em especial minha esposa, Lúcia, que me acompanhou ao longo de toda minha jornada no setor de transporte de cargas. Meus filhos e demais familiares também desempenharam um papel crucial em minha trajetória.</p>
<p>Além disso, a parceria com outras entidades de classe do setor foi fundamental para nosso sucesso. Mantivemos uma comunicação aberta e colaborativa, unindo forças em prol do transporte de cargas no Brasil.</p>
<p>Não poderia deixar de citar neste artigo a evolução da NTC&amp;Logística ao longo de seus 60 anos de existência, sou feliz de ser presidente neste marco importante. Desde sua fundação, em 1963, a entidade desempenhou um papel vital na defesa dos interesses do setor.</p>
<p>Nos próximos anos, enfrentaremos desafios e oportunidades relacionados à inovação, eficiência e sustentabilidade. Com resiliência e dedicação, acredito que continuaremos a trilhar um caminho de sucesso, contribuindo para o progresso do Brasil.</p>
<p>Agradeço a Deus, aos ex-presidentes, à diretoria, ao apoio da CNT, às entidades de classe, à minha família e, acima de tudo, aos nossos associados. Juntos, continuaremos a trilhar um caminho de sucesso e progresso. Muito obrigado a todos pelo apoio e confiança ao longo destes quatro anos.</p>
<p><em>Por Francisco Pelucio, presidente da NTC&amp;Logística.</em></p></div>
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