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	<title>Arquivos Edição 75 &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Edição 75 &#8211; SETCESP</title>
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	<item>
		<title>Confira as ofertas do Clube de Compras SETCESP</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/confira-as-ofertas-do-clube-de-compras-setcesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 18:05:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Clube]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E neste seleto rol, sua empresa está convidada para levar mais pagando menos.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A fórmula é simples: quem compra mais paga menos — ela faz o Clube de Compras do SETCESP ser um sucesso. O serviço existe desde 2017 e reúne várias transportadoras que juntas fazem aquisições em grande volume, e com isso, conseguem maiores descontos e melhores condições de pagamento.</p>
<p>O Clube de Compras é um diferencial competitivo importante para as empresas de transporte rodoviário de cargas que necessitam de insumos para o dia a dia e, assim, economizar na aquisição de alguns itens. O serviço funciona, também, como um facilitador das negociações, as quais são feitas pela própria entidade com os melhores fornecedores do mercado.</p></div>
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				<a class="et_pb_button et_pb_button_0 et_pb_bg_layout_dark" href="https://setcesp.org.br/clube-de-compras/" target="_blank">Confira as ofertas</a>
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		<title>Entenda o perfil dos envolvidos em acidentes de trânsito no transporte de cargas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/entenda-o-perfil-dos-envolvidos-em-acidentes-de-transito-no-transporte-de-cargas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 13:45:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta de atenção dos condutores e o desrespeito às leis de trânsito são os principais motivos pelos quais acontecem acidentes. </p>
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				<a class="et_pb_button et_pb_button_1 et_pb_bg_layout_dark" href="https://api.setcesp.org.br/revista/excesso-de-peso-10-2023" target="_blank">Leia a edição 75 completa</a>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_1  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por Ricardo Henrique, analista de dados do IPTC</em></p>
<p>À medida que milhares de veículos de transporte de cargas circulam pelas estradas, cumprindo a importante missão de entregar mercadorias e abastecer empresas e comunidades, é inevitável dizer que estão suscetíveis a um grande problema: os acidentes de trânsito.</p>
<p>Infelizmente, esses incidentes não apenas resultam em danos materiais, mas também geram lesões e, em situações trágicas, custam vidas humanas.</p>
<p>A falta de atenção dos condutores e o desrespeito às leis de trânsito são os principais motivos pelos quais acontecem acidentes. Razão pela qual a Semana do Trânsito torna-se relevante, um evento que ocorre entre os dias 18 e 25 de setembro, que nos lembra anualmente, da importância de sermos cuidadosos com o objetivo de tornar as estradas um lugar mais seguro. Especificamente, 25 de setembro marca o Dia Nacional do Trânsito.</p>
<p>Neste artigo, analisaremos o perfil dos envolvidos nos acidentes que conduzem caminhões ou veículos de carga. Vamos observar cuidadosamente as informações relacionadas a essas pessoas, o que nos proporcionará um entendimento mais profundo dos motivos por trás desses acidentes e a descobrir formas de preveni-los.</p>
<p>Quando olhamos para os acidentes de trânsito envolvendo o transporte de cargas, fica claro que a maioria dos motoristas é composta por homens. As mulheres, por sua vez, representam pouco mais de 6% dos envolvidos, sendo que em cerca de 3,29% dos casos, não há informações sobre o gênero das pessoas afetadas.</p>
<p>Essa predominância masculina pode ser explicada, em parte, pelo fato de que historicamente mais homens se dedicam ao trabalho de condução de veículos de transporte. No entanto, é importante destacar que a presença feminina no setor está aumentando gradualmente, o que pode influenciar essas proporções no futuro.</p>
<p>Além do gênero, a faixa etária das pessoas envolvidas em acidentes de trânsito relacionados ao transporte de cargas também oferece informações preciosas.</p>
<p>De maneira notável, o grupo entre 36 e 50 anos se destaca com a maior quantidade de acidentes, representando 40,6% dos casos. A faixa de 21 a 35 anos também é expressiva, correspondendo a 25,8% dos casos.</p>
<p>Ao compreender os grupos etários mais suscetíveis a acidentes, é possível direcionar esforços de conscientização e educação de forma mais eficaz.</p>
<p>É importante destacar que os dados aqui examinados abrangem todo o período de 2022, até o primeiro bimestre de 2023. O estudo compreende apenas os acidentes envolvendo o transporte rodoviário de cargas nas rodovias brasileiras.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-204616358  aligncenter" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Dentro_da_materia_Revista_752-1.png" alt="" width="604" height="343" /></p>
<p>Quanto aos tipos de lesões mais comuns sofridas pelos envolvidos em acidentes, felizmente, a maioria das pessoas sai ilesa (61,79%). Há uma parcela significativa de casos de lesões leves (21,49%) e lamentavelmente, cerca 6% são graves. Pior ainda, aproximadamente 4% dos acidentes resultaram em óbitos. Triste realidade.</p>
<p>Essas estatísticas reforçam a importância da prevenção de acidentes, uma vez que as consequências podem variar de lesões leves a graves, e até mesmo à perda de vidas.</p>
<p>Por fim, analisando o perfil dos envolvidos em acidentes no transporte de cargas, observamos padrões preocupantes. Em resumo, homens representam a maioria dos casos (90,21%), enquanto a faixa etária mais afetada é de 36 a 50 anos (40,6%) e cerca de 4% dos acidentes resultam em óbitos.</p>
<p>Tais estatísticas enfatizam a urgência da prevenção. As informações colhidas sobre quem está envolvido nesses acidentes, servem ainda para nortear modelos de estradas mais seguras.</p>
<p>E, ao compreender o perfil dos envolvidos, podemos trabalhar juntos para ações de conscientização, treinamento adequado aos profissionais do volante e outras medidas de segurança que reduzam acidentes no trânsito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-204616356  aligncenter" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Dentro_da_materia_Revista_753.png" alt="" width="573" height="382" /></p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_2_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
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		<title>Com o foco voltado para a solução, e não no problema</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/com-o-foco-voltado-para-a-solucao-e-nao-no-problema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 18:28:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reunião do Vez &#038; Voz apresenta como a neurociência pode ajudar a quebrar barreiras para a diversidade.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>“Será que você consegue responder o que estava fazendo no dia 11 de setembro de 2001? Isso mesmo, data em que ocorreu os atentados terroristas contra os Estados Unidos, &#8230;a grande maioria que vivenciou o momento lembra”, perguntou a neurocoaching, Patrícia Gomes, aos cerca de 40 participantes presentes no encontro.</p>
<p>“Agora, o que faziam no dia 30 de junho de 2002? Conseguiram ao menos se lembrar que essa foi a data o pentacampeonato do Brasil no futebol? ”, indagou novamente ela, que já esperava como retorno a ampla negativa.</p>
<p>Buscando manter o foco na solução e não no problema, a Comissão do Vez &amp; Voz do SETCESP se reuniu virtualmente, na manhã do dia 09 de agosto, para acompanhar uma apresentação sobre como a neurociência ajuda a superar as barreiras para a diversidade e inclusão. “Convido vocês a descobrirem o porquê somos mais propensos a registrar aquilo que é negativo, ou seja o problema, do que pensar na solução”, disse a especialista já antecipando o que estava por vir.</p>
<p>Em sua apresentação, Gomes explicou como o cérebro costuma funcionar e que o conhecimento sem dúvida seria maior quando condicionado a uma pronta aceitação à diversidade, “não só a de gênero ou a de raça, mas principalmente a cognitiva; aquela em que as pessoas pensam muito diferente da gente”.</p>
<p>Ela explicou o que são as conexões neurais, criadas a partir de tudo o que vivenciamos e que geram as nossas crenças e vieses. “Assim como a digital dos dedos, nenhum cérebro é igual ao outro, por isso ninguém pensa igual. A gente se baseia na nossa experiência e tomamos isso como verdade”.</p>
<p>A neurocoaching contou ainda, que a primeira função do cérebro é garantir a nossa sobrevivência, motivo pelo qual ele busca o tempo todo por possíveis ameaças, pois é do cérebro que vem os comandos de defesa e ataque. O sistema límbico, que é a nossa parte emocional, se divide entre ameaça e recompensa. O que cérebro não classificar <strong>recompensa</strong> avaliará como<strong> ameaça</strong>.</p>
<p>Por essa razão, a especialista explica que quando uma pessoa não consegue assimilar que ela tem que levar a diversidade para dentro de uma empresa, é porque ela não está percebendo o quanto isso é recompensador. “O cérebro só está percebendo os sinais do tipo ‘eu vou gastar dinheiro, isso não funciona, é perda de tempo’. Mensagens levadas para o lado da ameaça”.</p>
<p>Após exemplificar algumas situações, a especialista sugeriu uma mudança de abordagem para transformar o pensamento e, por consequência, o comportamento do outro. “É preciso levar a informação para o sentido da recompensa. Como eu faço isso? — Mostrando que diversidade é importante, que um aperfeiçoamento traz resultados na operação, e por aí vai”, sugeriu.</p>
<p>“Muitas vezes, nas empresas a gente lida com aquela máxima: mas a gente sempre fez assim! Só que as nossas atividades podem ser readequadas. Precisamos pensar em outras possibilidades para encontrar soluções diferentes”, refletiu Raquel Rodrigues, uma das participantes da reunião.</p>
<p>Com o objetivo de melhorar a percepção de onde se está focando para chegar a uma solução, a especialista propôs a construção de novos hábitos. “Buscar a recompensa é mais difícil porque requer disciplina, mas podemos começar utilizando três estratégicas que são: a <strong>antecipação</strong>, a <strong>flexibilidade</strong>, e a <strong>humildade</strong>”, esclareceu.</p>
<p>“Vamos começar a perguntar como resolver, ao invés de quem errou e o porquê do problema”, concluiu a coordenadora da comissão, Camila Florencio, agradecendo a presença de todos e reforçando que um dos propósitos do Vez &amp; Voz é justamente estabelecer conexões para a diversidade e equidade.</p>
<p><strong>Fica a dica!</strong></p>
<p><strong>3 estratégias que nos direcionam na busca da solução </strong></p>
<p>1 – <strong>Antecipação</strong>: não podemos prever o que vai acontecer, mas é possível desenvolver a clareza sobre quais resultados queremos atingir.</p>
<p>2 – <strong>Flexibilidade</strong>: esteja preparado para se adaptar a um cenário diferente. Mude sua estratégia, mas siga com seus objetivos.</p>
<p>3 – <strong>Humildade</strong>: algumas certezas podem falhar. Seja rápido para perceber esses sinais e transformá-los.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_3  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-204616672 alignnone " src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2023/10/medium-shot-professional-female-driver-outdoors-scaled.jpg" alt="" width="1078" height="718" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2023/10/medium-shot-professional-female-driver-outdoors-980x653.jpg 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2023/10/medium-shot-professional-female-driver-outdoors-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1078px, 100vw" /></p>
<p><strong>Por mais mulheres no TRC!</strong></p>
<p>Convidamos você a assinar conosco a petição online para que o poder público, principalmente os Ministérios do Trabalho, da Mulher e o do Transporte, também se comprometam a atuar para aumentar a presença feminina no transporte rodoviário de cargas. Nós já assinamos. Agora é a sua vez!</p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_3_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_3 et_pb_bg_layout_dark" href="https://www.change.org/p/mais-mulheres-no-transporte-rodovi%C3%A1rio-de-cargas-assine-e-apoie-as-a%C3%A7%C3%B5es-para-ampliar-a-presen%C3%A7a-feminina-no-setor-de-transporte-da-motorista-%C3%A0-" target="_blank">Clique aqui para assinar a petição</a>
			</div>
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			</div>
				
				
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			</item>
		<item>
		<title>Uma grande amostra de boas ações</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/uma-grande-amostra-de-boas-acoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 18:15:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[9º Prêmio de Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio de Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204616658</guid>

					<description><![CDATA[<p>Projetos inscritos no 9º Prêmio de Sustentabilidade são apresentados à comissão julgadora.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/uma-grande-amostra-de-boas-acoes/">Uma grande amostra de boas ações</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Constatar na prática, e não só em números, as ações de sustentabilidade desenvolvidas no setor de transporte rodoviário de cargas. Foi exatamente isso, que fizeram os jurados do 9º Prêmio de Sustentabilidade, entre os dias 02 e 03 de agosto.</p>
<p>A comissão julgadora assistiu no SETCESP as apresentações dos projetos inscritos, e conferiu em detalhes, como cada um é desenvolvido. Esta etapa foi a segunda fase da premiação, e mesmo sendo facultativa, todos os projetos participaram — 69 no total.</p>
<p>Neste ano, 84 <em>cases</em> de 47 empresas foram inscritos, e passaram primeiramente pela avaliação inicial da comissão organizadora. Aqueles que não estavam conforme as regras dispostas no regulamento, não avançaram para a fase seguinte.</p>
<p>Na apresentação, a banca julgadora avaliou os projetos dentro dos seguintes critérios: planejamento, estudos e mapeamento, criatividade, continuidade, perenidade, investimentos e retorno financeiro.</p>
<p>São jurados do 9º Prêmio de Sustentabilidade: Marcus Nakagawa, coordenador do Centro de Desenvolvimento Socioambiental da ESPM e Conselheiro da ABRAPS (Associação Brasileira de Profissionais de Sustentabilidade), Viviane Cesário, <em>head</em> de novos negócios da SEALL, Erica Marcos, gerente executiva ambiental da CNT (Confederação Nacional dos Transportes), Antônio Prestes, superintendente de Infraestrutura da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e Marcelo Coluccini, Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Urbano de Campinas.</p>
<p>Na ocasião, Nakagawa, que integra pelo 4º ano o júri do Prêmio de Sustentabilidade, comentou o aumento do grau de maturidade das iniciativas. “Estamos assistindo uma gestão mais aprofundada dos resíduos, da água, da energia e um investimento efetivo em diversidade e inclusão”.</p>
<p>Já Viviane Cesário, participa pela primeira vez como jurada. Ela avaliou como “extremamente positivo ver dentro de um setor tão complexo quanto o de transporte de cargas, a consolidação de ações benéficas para a toda sociedade”.</p>
<p>Também Erica Marcos, gerente executiva ambiental da CNT (Confederação Nacional dos Transportes), falou sobre como o Prêmio se tornou a oportunidade de as transportadoras demonstrarem suas iniciativas. “Conseguimos ver o protagonismo delas em ações para a descarbonização, a diminuição do impacto ambiental, e um desenvolvimento social e do quadro de colaboradores norteado pela transparência”.</p>
<p>“São benefícios também na questão da inclusão, muitos deles voltados à educação e que incentivam o profissional a seguir a carreira de motorista profissional”, observou Antônio Prestes, que é superintendente de Infraestrutura da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e também jurado.  </p>
<p>Outro integrante do juri, Marcelo Coluccini, descreveu como uma experiência muito rica participar do Prêmio. “Muitos projetos interessantes conseguiram se de destacar por serem inovadores e aliaram boas práticas à ferramentas tecnológicas de ponta. Vale muito a pena conhecê-los”.</p>
<p>De acordo com Fernanda Veneziani, coordenadora da comissão de sustentabilidade do SETCESP, a expectativa para essa edição é grande e todos os envolvidos estão extremamente felizes em ver o crescimento do número de inscrições e projetos apresentados.</p>
<p>“Isso demonstra o quanto o setor tem evoluído nas práticas de ESG, tema crucial na atualidade”. A coordenadora ressalta que, quanto mais empresas e ações o setor estiverem participando, mais todos colaboram no cumprimento da Agenda de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>O presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Adriano Depentor, destaca ainda que o evento da entidade se tornou uma referência para o setor, afinal a premiação já é realizada há nove anos. “A sociedade e o mercado estão de olho nas organizações comprometidas com uma agenda de soluções para o meio ambiente e a sociedade”.</p>
<p>Agora, por meio de uma atribuição de pontos e soma das notas, estão sendo selecionados os finalistas das quatro categorias da premiação: Responsabilidade Ambiental, Responsabilidade Social, Governança e Responsabilidade na Segurança Viária e do Trabalho.</p>
<p>Os vencedores do 9º Prêmio de Sustentabilidade serão conhecidos na grande final, em 26 de outubro.</p>
<p><strong>Veja a lista de empresas participantes na 9ª edição do Prêmio de Sustentabilidade</strong></p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_toggle et_pb_toggle_0 et_pb_toggle_item  et_pb_toggle_close">
				
				
				
				
				<h5 class="et_pb_toggle_title">Responsabilidade Ambiental   </h5>
				<div class="et_pb_toggle_content clearfix"><p>ADS Micrologística<br />Ambipar Logistics<br />Ativa Distribuição e Logística<br />BMX Serviços<br />Carsten Serviços e Transportes<br />Coopercarga S/A<br />Expresso Princesa dos Campos<br />Fadel Transporte e Logística<br />ILGJ Logística e Transporte<br />JNR Transportes e Logística<br />JWM Transportes e Soluções Logística<br />Patrus Transportes<br />Rodonaves Transportes e Encomendas<br />Sequoia Logística e Transporte<br />TCM Logística Transportes e Armazéns<br />TDB Transporte e Distribuição de Bens<br />Trans Kothe Transportes Rodoviários<br />TransJordano Transportes<br />Transportes Rodoviários Letsara<br />Via Pajuçara Transportes</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_toggle et_pb_toggle_1 et_pb_toggle_item  et_pb_toggle_close">
				
				
				
				
				<h5 class="et_pb_toggle_title">Responsabilidade Social</h5>
				<div class="et_pb_toggle_content clearfix"><p>Ambipar Logistics <br />Ativa Logística<br />BMX Serviços<br />C.H. Robinson Worldwide Logística do Brasil <br />Carsten Serviços e Transportes <br />Ceslog &#8211; Cesari Logística <br />Conlog &#8211; Concórdia Logística S.A.<br />Coopercarga S/A<br />IC Transportes<br />ILGJ Logística e Transporte <br />JWM Transportes e Soluções Logística<br />Logfarl Logística <br />Lourenço Transportes e Comércio <br />Martin Brower<br />Patrus Transportes <br />Rodonaves Transportes e Encomendas <br />Sada Transportes e Armazenagens S.A<br />Sequoia Logística e Transporte<br />STE Transportes S.A.<br />TCM Logística Transportes e Armazéns <br />Terra Nova Transportes de Cargas<br />Trans Kothe Transportes Rodoviários S/A<br />TransJordano Transportes<br />Transportadora Floresta<br />Transportes Cavalinho<br />Transtassi Transportes</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_toggle et_pb_toggle_2 et_pb_toggle_item  et_pb_toggle_close">
				
				
				
				
				<h5 class="et_pb_toggle_title">Responsabilidade na Segurança Viária ou do Trabalho </h5>
				<div class="et_pb_toggle_content clearfix"><p>BMX Serviços<br />Braspress Transportes Urgentes <br />Conlog &#8211; Concórdia Logística S.A.<br />Coopercarga S/A<br />Gafor S/A<br />IC Transportes<br />ILGJ Logística e Transporte <br />Lourenço Transportes e Comércio <br />Ouro Negro Transportes<br />Patrus Transportes <br />Rodonaves Transportes e Encomendas <br />TransJordano Transportes</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_toggle et_pb_toggle_3 et_pb_toggle_item  et_pb_toggle_close">
				
				
				
				
				<h5 class="et_pb_toggle_title">Governança </h5>
				<div class="et_pb_toggle_content clearfix"><p>Ambipar Logistics <br />Ativa<br />Conlog &#8211; Concórdia Logística S.A.<br />Coopercarga S/A<br />Fadel Transporte e Logística<br />IC Transportes<br />ILGJ Logística e Transporte <br />JWM Transportes e Soluções Logística<br />Log 10 Express<br />Lourenço Transportes e Comércio <br />Pizzattolog</p></div>
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			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/uma-grande-amostra-de-boas-acoes/">Uma grande amostra de boas ações</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8216;A estratégia de seguir o dinheiro é a forma mais incisiva de investigação&#8217;</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/a-estrategia-de-seguir-o-dinheiro-e-a-forma-mais-incisiva-de-investigacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 18:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Delegado de Polícia no Estado de São Paulo desde 1989, Waldomiro Milanesi, teve envolvimento mais intenso com as questões relacionadas ao combate de roubo e furto de cargas em 2009.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Delegado de Polícia no Estado de São Paulo desde 1989, Waldomiro Milanesi, teve envolvimento mais intenso com as questões relacionadas ao combate de roubo e furto de cargas em 2009, quando foi nomeado coordenador do Programa de Prevenção, Fiscalização e Repressão ao Furto, Roubo, Apropriação Indébita e Receptação de Carga – o <strong>PROCARGA</strong>. Nessa coordenação ficou até final de 2012, mas em 2019 retornou ao programa, permanecendo até o fim de 2022. </p>
<p><em><strong>Segundo a última pesquisa divulgada pela Associação Nacional de Transporte e Logística (NTC&amp;Logística) </strong></em><strong>as cargas mais roubadas são os alimentos, seguidos de combustíveis. Por que esses itens são tão visados?</strong></p>
<p>Os produtos que possuem maior fluidez, ou seja, os mais fáceis de serem introduzidos no ‘mercado ilícito’, como os alimentos, combustíveis, eletroeletrônicos, por exemplo, interessam mais à criminalidade, porque a rastreabilidade é mais difícil.</p>
<p>Agora, permita fazer um adendo: o Brasil não possui uma padronização nos registros das ocorrências policiais, ou seja, cada estado faz o seu ‘boletim de ocorrência’ como bem entende.  O pior, é que a unificação desses dados cadastrados, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, apresenta muitas inconsistências, ou seja, não existe ainda no Brasil um ‘banco’ único de dados realmente confiável para análise.</p>
<p>Mas uma coisa é certa, existe uma incidência criminal elevada contra os modais de transportes, principalmente no rodoviário, até porque trata-se do maior vetor de transporte de cargas em circulação.</p></div>
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				<h5 class="et_pb_toggle_title">Qual é a pena para quem pratica esse tipo de crime?</h5>
				<div class="et_pb_toggle_content clearfix"><p>No contexto de ‘roubo de carga’, destacam-se dois delitos mais frequentes: roubo (Artigo 157 do Código Penal) e a receptação (Artigo 180 do Código Penal).</p>
<p>O crime de roubo (assim considerado simples) tem pena de reclusão de quatro a dez anos, e multa, sendo que pode ter aumento de pena se: praticado por duas ou mais pessoas; quando mantém a vítima em seu poder restringindo sua liberdade; quando exercida com uso de arma branca e quando exercida com arma de fogo de uso permitido ou restrito e proibido.</p>
<p>Além de causas de aumento de pena, o crime também pode ser qualificado se houver violência empregada que resultar lesão corporal grave (pena será de 7 a 18 anos) ou houver violência empregada e resultar morte (pena será de 20 a 30 anos).</p>
<p>Para o crime de receptação simples, a pena é de 1 a 4 anos, e multa, enquanto para a receptação qualificada é prevista a pena de 3 a 8 anos.</p>
<p>Acredito que a questão não seja tanto com relação à pena para quem pratica esse tipo de crime, mas sim com relação aos benefícios que a pessoa presa detém (posterior à prisão em flagrante, à prisão preventiva ou à prisão temporária), numa liberdade provisória ou, após condenação, no livramento condicional.</p>
<p>Nesse aspecto, no Brasil o “<em>tempo de cumprimento das penas privativas de liberdade não pode ser superior a 40 (quarenta) anos</em>” (Artigo 75 do Código Penal), mesmo se o sujeito cometer vários crimes que juntos ultrapassam esse limite.</p></div>
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				<h5 class="et_pb_toggle_title">Como o senhor vê a eficácia da Lei 15.315/2014 de São Paulo, que determina a cassação da inscrição no cadastro de contribuinte do ICMS de estabelecimentos que comercializem produtos roubados ou furtados?  </h5>
				<div class="et_pb_toggle_content clearfix"><p>Toda norma tem sua importância na medida da sua aplicabilidade e efetiva eficácia. Nesse sentido, a Lei Estadual n° 15.315, de 17 de janeiro de 2014, veio contribuir com as forças de segurança pública no combate ao roubo de carga, principalmente, pela reciprocidade das informações entre os órgãos. Nesse sentido, para que a eficácia da Lei atinja sua plenitude, é importante a colaboração efetiva dos setores embarcadores, transportadores e securitários, canalizando informações para os organismos de segurança pública.</p>
<p>A repressão qualificada, seja pelos órgãos de segurança pública e órgãos de fiscalização (federal, estadual ou municipal) é de suma importância no confronto à criminalidade, principalmente quando se trata de organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro. A estratégia de ‘seguir o dinheiro’ (do inglês; <em>follow the money</em>) é a forma incisiva de investigação, além de servir de prova relativa ao crime e ao criminoso.</p></div>
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				<h5 class="et_pb_toggle_title">De que forma avalia a questão do roubo de carga em São Paulo e Rio de Janeiro, já que juntos os estados são responsáveis por 85% das ocorrências no país?</h5>
				<div class="et_pb_toggle_content clearfix"><p>São vários os aspectos que podem demonstrar ou justificar esse índice, mas que de uma forma ou outra não indicam ausência ou ineficácia da segurança pública. Temos os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro como centros industriais, de população, de consumo, de distribuição e circulação de mercadoria, de transporte, de importação, exportação, etc. Assim, inicialmente, compreende-se o índice apresentado.</p>
<p>Quando se apresenta a análise comparativa do roubo de carga entre os países, sempre pergunto: o que é roubo de carga na Inglaterra? Na Alemanha? Na Itália? Na África do Sul? &#8230;Não se pode comparar sem ter um padrão estabelecido. Se aqui no Brasil não temos uma definição de ‘carga’ para se registrar um crime de roubo de carga, o que dizer quando comparar com outro país.</p></div>
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				<h5 class="et_pb_toggle_title">Além de roubos de cargas, temos observado casos de saques após o tombamento de um veículo. Existe uma cultura de que a carga tombou, ela não tem mais dono. O que fazer para mudar este entendimento da população?</h5>
				<div class="et_pb_toggle_content clearfix"><p>Infelizmente, a cultura que essas pessoas têm é a denominada ‘Lei de Gerson’, [princípio em que a pessoa ou empresa obtém vantagens de forma indiscriminada, sem se importar com questões éticas].</p>
<p>A nossa legislação afirma que “<em>Apropriar-se alguém de coisa alheia vinda ao seu poder por erro, caso fortuito&#8230; deixando de restituí-la ao dono ou legítimo possuidor ou de entregá-la à autoridade competente</em>&#8230; ”  é crime.</p>
<p>Portanto, não se trata de desconhecimento por parte dessa pessoa do ato ilegal que está praticando, mas sim da ideia de impunidade. A educação é o principal instrumento de formação do indivíduo e, por isso, deve estar cada vez mais presente na sociedade, ensinando direitos e deveres.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_toggle et_pb_toggle_8 et_pb_toggle_item  et_pb_toggle_close">
				
				
				
				
				<h5 class="et_pb_toggle_title">Como ampliar a integração entre as forças de segurança e o setor privado e de que maneira isso pode fortalecer o combate ao roubo de cargas? </h5>
				<div class="et_pb_toggle_content clearfix"><p>As palavras <strong>integração e cooperação</strong> são frequentemente expressadas pelas autoridades públicas, representantes das empresas e por toda a sociedade, mas efetivamente não são aplicadas.</p>
<p>Ainda prevalece o entendimento que a informação que detenho não pode ou deve ser compartilhada. Muitos detêm os dados, as informações, os registros, etc. Mas poucos compartilham. As vaidades pessoais e institucionais, e aí incluo as empresas e sociedade civil, quando se trata de segurança pública, devem ser eliminadas, prevalecendo o espírito coletivo com o objetivo de um bem comum de toda a sociedade.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_toggle et_pb_toggle_9 et_pb_toggle_item  et_pb_toggle_close">
				
				
				
				
				<h5 class="et_pb_toggle_title">Pode nos falar um pouco sobre o PROCARGA? Com qual finalidade ele foi criado?</h5>
				<div class="et_pb_toggle_content clearfix"><p>O PROCARGA, foi instituído no Estado de São Paulo nos termos da Resolução 284, de 26 de agosto de 1997, com “<em>a finalidade de disciplinar a atuação das Polícias Civil e Militar na repressão dessas infrações penais”</em>. O Programa introduziu um novo procedimento a ser adotado pelas instituições de segurança pública, na racionalização de recursos, condições e ações das unidades especializadas e de base, especificamente nesses delitos contra o sistema de transporte de carga.</p>
<p>Trouxe a expertise que faltava aos Policiais, integrando-se com outros agentes, públicos (Academia da Polícia Civil, Instituto de Criminalística, Secretaria da Fazenda, Receita Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, Ministério Público, Procuradoria do Estado etc.) e privados (indústrias, comércios, transportadoras e seguradoras).  </p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_toggle et_pb_toggle_10 et_pb_toggle_item  et_pb_toggle_close">
				
				
				
				
				<h5 class="et_pb_toggle_title">Hoje o PROCARGA funciona em quais estados? Pode se tornar um programa nacional?</h5>
				<div class="et_pb_toggle_content clearfix"><p>O Estado de Goiás tem um programa com as mesmas características do PROCARGA de São Paulo. Agora, o Brasil já detém uma estrutura normativa, sendo que, com relação aos crimes de roubo de carga, num comparativo com o PROCARGA, temos a Lei Complementar n° 121, de 2006.</p>
<p>Essa determinação criou o <strong>Sistema Nacional de Prevenção, Fiscalização e Repressão ao Furto de Veículos e Cargas</strong>, sendo que, somente em 2015, foi regulamentada por meio do Decreto n° 8.614, o qual instituiu a <strong>Política Nacional de Repressão ao Furto e Roubo de Veículos e Cargas</strong> e passou a disciplinar a implantação deste <strong>Sistema</strong>.</p>
<p>Diante disso, o PROCARGA já é um ‘<strong>programa nacional</strong>’, porém necessitando ser efetivamente implantado, em todos os aspectos.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_toggle et_pb_toggle_11 et_pb_toggle_item  et_pb_toggle_close">
				
				
				
				
				<h5 class="et_pb_toggle_title">Qual mensagem o senhor gostaria de deixar para os nossos leitores?</h5>
				<div class="et_pb_toggle_content clearfix"><p>O <strong>roubo de carga</strong>, atualmente ultrapassa os limites territoriais, sendo praticado por organizações criminosas. A prevenção, a fiscalização e a repressão devem ser qualificadas. Não se admite mais o Estado ser apenas reativo, quando deveria ser preditivo.</p>
<p>Que o <strong>PROCARGA</strong> ou o <strong>Sistema Nacional de Prevenção, Fiscalização e Repressão ao Furto de Veículos e Cargas </strong>não sejam mais uma nomenclatura concebida pela ânsia burocrática, mas sim uma mudança de paradigma nas iniciativas de segurança pública e privada, introduzindo mecanismos de organização e renovação típicos das redes que melhor ligam pessoas, necessidades e ideias.</p>
<p>Assim, permita finalizar com esse entendimento: para o combate ao roubo de carga é preciso desconstruir conceitos e construir soluções.</p></div>
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		<item>
		<title>SEST SENAT celebra 30 anos de bons serviços prestados ao transporte</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/sest-senat-celebra-30-anos-de-bons-servicos-prestados-ao-transporte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 17:53:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[SEST SENAT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entidade comemora trajetória de realizações em favor dos trabalhadores e do desenvolvimento do setor.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O SEST (Serviço Social do Transporte) e o SENAT (Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) foram criados em 14 de setembro de 1993, na forma da Lei nº 8.706/1993. A legislação foi fruto de uma longa batalha do setor, que percebia a importância de uma rede de proteção aos trabalhadores mais alinhada às necessidades dos segmentos de cargas e passageiros.</p>
<p>“O trabalho desenvolvido pelo SEST SENAT tem sido decisivo para melhorar a qualidade de vida de milhões de trabalhadores e disponibilizar para o transporte brasileiro mão de obra preparada e especializada. Nossas unidades acolhem, ainda, as famílias dos profissionais. São ações que impactam positivamente as comunidades, sobretudo aquelas com pouco acesso a equipamentos públicos”, ressalta Vander Costa, presidente do Sistema Transporte.</p>
<p>À época da tramitação do projeto de lei, proposto pelo deputado federal Denisar Arneiro, a CNT (Confederação Nacional do Transporte) manteve diálogo direto com os empresários e buscou sensibilizar o Congresso. Nesse momento, foi decisivo o empenho do então presidente da CNT, Clésio Andrade.</p>
<p>“Tenho muito orgulho de ser o fundador do SEST SENAT, um sonho consolidado em três décadas de muito trabalho e muita dedicação. O SEST SENAT é uma grande conquista dos trabalhadores e de todo o setor transportador. É, também, uma inspiração para a sociedade ao demonstrar que a capacitação profissional e a assistência social são suportes para o desenvolvimento do mercado de trabalho e da economia brasileira”, enfatiza Andrade, que também foi senador da República e vice-governador de Minas Gerais.</p>
<p>Ao longo desses 30 anos, o SEST SENAT alcançou números que refletem uma jornada de desenvolvimento, cuidado e apoio aos profissionais que movem o Brasil. Ao todo, foram mais de 181 milhões de atendimentos de saúde e matrículas em qualificações profissionais.</p>
<p><strong>Um aniversário especial</strong></p>
<p>Uma data tão significativa não poderia passar em branco. Pensando nisso, foi lançada a campanha “30 Anos SEST SENAT. Presente. Perto de Você”. Desde maio, as pessoas estão vendo e ouvindo sobre o SEST SENAT no rádio, na televisão, em outdoors e nas redes sociais. “A campanha está na rua. O SEST SENAT merecia essa divulgação para mostrar a nossa força e a nossa atuação fundamental em saúde e capacitação para o transporte, que, no fim das contas, é revertida em benefício para todos os brasileiros”, destaca a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart. </p>
<p>Além dos meios citados, a celebração inclui o lançamento de uma <em>landing page</em> dos 30 anos; a disponibilização de uma <em>playlist</em> no Spotify com as músicas preferidas dos trabalhadores do transporte; a organização de um livro que conta a história da entidade; e a realização de ações internas para os colaboradores. Um produto comemorativo especial é a websérie “Próxima Parada: SEST SENAT”, estrelada pela cantora Sula Miranda. O primeiro episódio já está disponível no canal do SEST SENAT no YouTube.</p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_4_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_4 et_pb_bg_layout_dark" href="https://www.youtube.com/watch?v=lF_a6g0Bo_U" target="_blank">Acesse e assista, aqui</a>
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		<item>
		<title>Bem-vindo ao Clube</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/bem-vindo-ao-clube/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2023 21:02:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Clube]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E neste seleto rol, sua empresa está convidada para levar mais pagando menos.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A fórmula é simples: quem compra mais paga menos — ela faz o Clube de Compras do SETCESP ser um sucesso. O serviço existe desde 2017 e reúne várias transportadoras que juntas fazem aquisições em grande volume, e com isso, conseguem maiores descontos e melhores condições de pagamento.</p>
<p>“O Clube oferece uma negociação diferenciada e personalizada ao associado. Essa estratégia permite o ganho de benefícios, tanto por parte da transportadora, quanto do parceiro fornecedor”, diz Samuel Tibúrcio, comprador da entidade. É ele quem intermedia e acompanha as negociações.</p>
<p>Esse formato de compra coletiva pode ser considerado um diferencial competitivo importante para as transportadoras de cargas, que se unem na obtenção de produtos em comum porque ajuda a economizar no custo dos insumos essenciais ao dia a dia da empresa.</p>
<p>Hoje a média de economia mensal que o serviço oferece ultrapassa os 15%. Mais de 360 empresas já participaram do Clube de Compras ao longo dos anos. Quase 3 mil pedidos já foram realizados. O volume em compras ultrapassa a cifra de R$ 12 milhões.</p>
<p>São mais de 700 itens de escritórios ofertados que vão de papel sulfite, que é um dos itens mais procurados, até cartuchos para impressora. Também há oferta de pneus e óleos lubrificantes, e outros itens, bastante requisitados como produtos de limpeza. Em atendimento a Diretoria de Mudanças do SETCESP, há também itens mais específicos como plástico bolha, filme stretch e fita adesiva hot melt.</p>
<p>O comprador conta que este serviço disponibilizado pelo SETCESP busca no mercado os melhores fornecedores, para cada tipo de material ou serviço, sempre levando em consideração a idoneidade, a qualidade, preço diferenciado, forma de pagamento e prazo de entrega.</p>
<p>O serviço traz um ganho em praticidade pois fica por conta da entidade a análise comparativa, garantindo a qualidade dos produtos que serão entregues. Isso otimiza uma etapa do trabalho para o setor de compras das transportadoras associadas.</p>
<p>Quem utiliza recomenda. “Compramos material de limpeza e escritório. A principal vantagem é o custo, bem mais baixo que o mercado. A diferença é bem significativa”, relata Deraci Pereira, diretor comercial da Reus Transportes.</p>
<p>Para o diretor comercial o Clube de Compras é uma das grandes conquistas. “Espero que cada vez mais hajam novos fornecedores, pois nosso setor tem características bem específicas e utilizamos uma infinidade de serviços bem pertinentes a nossa atividade”, observa.</p>
<p>A empresa associada que tem interesse participar do Clube de Compras, pode entrar no site do SETCESP, clicar na página do serviço, preencher o formulário com a ficha de aquisição e enviar a descrição dos itens solicitados. “Antes da formalização do pedido, a entidade informa aos solicitantes as condições negociadas. Depois que recebe a confirmação do interesse na compra, ela oficializa o pedido de aquisição”, avisa Tibúrcio.</p>
<p>Quanto ao pagamento, o fornecedor emite a cobrança diretamente ao associado, que por sua vez, deverá efetuar o pagamento, da mesma forma, sem intermediários, conforme as condições aceitas.  O processo de compra é protegido pelo SETCESP, com a confidencialidade de informações dos associados e fornecedores envolvidos.</p>
<p>A entrega do produto também fica por conta do fornecedor, que fará a entrega no local escolhido pelo comprador, seguindo o que foi estabelecido no pedido de compras efetuado pela entidade. Ainda assim, o SETCESP acompanha todo o processo para assegurar uma excelente experiência de compra.</p>
<p><strong><em>“A principal vantagem é o custo, bem mais baixo que o mercado. A diferença é bem significativa”</em></strong><em>, relata Deraci Pereira, diretor comercial da Reus Transportes</em></p>
<p>Quer saber mais sobre o Clube de Compras? Entre em contato pelos telefones (11) 93229-3299/ (11) 2632-1031 ou por email <a href="clubedecompras@setcesp.org.br" target="_blank" rel="noopener">clubedecompras@setcesp.org.br.</a></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/bem-vindo-ao-clube/">Bem-vindo ao Clube</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Diferentes gerações dentro de uma mesma organização</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/diferentes-geracoes-dentro-de-uma-mesma-organizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2023 20:56:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[gerações]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204616415</guid>

					<description><![CDATA[<p>Não importa se a idade é de 65, 39, ou 17 anos. A diversidade de profissionais dentro de uma organização é positiva, desde que os conflitos sejam bem geridos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_7 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Com o aumento da expectativa de vida e as dificuldades para o acesso à aposentadoria, os profissionais estão trabalhando por mais tempo. Por sua vez, os programas de incentivo do governo abrem portas do mercado de trabalho aos mais jovens.</p>
<p>Esses dois fatores combinados, compõem um cenário possível de uma convivência de praticamente quatro gerações no mesmo ambiente profissional. O que para os especialistas é positivo, porque há um ganho de diversidade na pluralidade de perfis.</p>
<p>Só que não dá para ignorar que cada geração possui formas diferentes de se pensar o trabalho. E não deixa de ser um desafio para o RH e lideranças das empresas, saber lidar com as divergências identificadas entre as faixas etárias.</p>
<p>“É muito saudável que a empresa tenha diversidade de gerações, no entanto elas têm de estar preparadas para que não haja um desentendimento, ao ponto de ver as estruturas emocionais decaindo”, alerta a consultora organizacional, Sonia Maluf.</p>
<p>Maluf explica que a geração X, que tem acima de 50 anos, possui um perfil menos agressivo. Enquanto a geração Y, entre 23 e 40 anos de idade, arrisca mais e são mais críticos também. Já a geração Z, que nasceu a partir de 2001, chegou ao mercado profissional totalmente conectada”.</p>
<p>Para ela, ao mixar os talentos de cada geração, as organizações devem levar em consideração as características essenciais de cada perfil profissional, respeitando as diferenças e motivando os colaboradores na busca por resultados.</p>
<p>“A nova geração chega ao mercado de trabalho com todas as facilidades que a tecnologia proporciona. Virtualmente, eles possuem soluções sensacionais, mas muitas vezes encontram dificuldades em se comunicar e por isso, são pouco compreendidos. Eles não costumam ser muito insistentes. Ao se cansarem, simplesmente, vão em busca de outras oportunidades”, relata.</p>
<p>A consultora informa que atualmente, quatro entre dez profissionais são da geração Y, sabem muito bem se posicionar. Então, se o líder for de uma geração anterior, ele precisa estar muito bem preparado — “porquê os Ys são muito objetivos e não escondem a insatisfação quando se sentem injustiçados. Porém, este imediatismo deles gera certa desconfiança, em um líder X, por exemplo”, observa.</p>
<p>Embora haja diferenças em X e Y, também há maior adaptabilidade entre eles. Agora, quando se trata da geração Z com um gestor X, fica a dica de que, este líder precisará se esforçar para compreender o jovem. “É muito comum na hora do almoço o Z se isolar, ficar apenas no celular, sem muita interação. Então, é preciso alguém para fazer a integração dessa mão de obra”.</p>
<p>E caberá ao RH e ao gestor promoverem tal integração e também acompanhar estes jovens aprendizes, estagiários e trainees. “O gestor ainda terá um desafio a mais, que é o de sempre mantê-lo motivado. Eles ainda são inexperientes, mas a nível de informação, eles estão bem mais à frente, vale a pena investir”, garante Maluf.</p>
<p>A consultora alerta que por meio de palestras, cursos, mentorias e <em>coaching</em> o RH e os líderes podem se capacitar para entender as diferentes gerações e atuarem também como mediadores.</p>
<p>Outra sugestão para o RH, é fazer uma pesquisa de clima que aponte as maiores divergências. Depois com os resultados, reorganizar a cultura organizacional da empresa de forma que esteja aberta para aquilo que é novo.  “Quebrar resistências é um trabalho de conscientização”, diz.</p>
<p>Maluf faz o alerta para quem não tem por intenção iniciar esse projeto, já imaginando evitar o confronto: “conflitos são positivos para nos chamar atenção para certas coisas que, até então, não seriam trazidas à tona. A geração Z representa um ganho de inovação. Eles buscam soluções modernas muito positivas”.</p>
<p>Mas se quiser abrir-se para o novo será necessário deixar os velhos hábitos de lado.  “Empresas que são muito fechadas, e seguem a premissa de que ‘tem de ser assim, sempre foi assim e vai morrer assim’ — a famosa ‘Síndrome de Gabriela’; poderão ver, em pouco tempo, seus resultados impactados pela falta de inovação”, avisa a especialista.</p>
<p><strong>As diferentes gerações e suas características </strong></p>
<p><strong>Baby Boomers &#8211;</strong> Nascidas entre 1945 e 1960, ganharam esse nome em referência ao grande crescimento populacional da época. São profissionais assíduos e apreciam estabilidade.</p>
<p><strong>Geração X &#8211;</strong> Nascidos entre 1961 e 1980. São, em geral, comprometidos em suas ações. Estão no auge da carreira, esperam por mais reconhecimento.</p>
<p><strong>Geração Y &#8211;</strong> Nascidos entre 1981 e 2000. Também são chamados de Millennials. Foram marcados pela evolução tecnológica, são informais e globalizados. Uma hierarquia rígida não lhes parece interessante.</p>
<p><strong>Geração Z &#8211;</strong> Nascidos a partir de 2001. Tem conectividade espontânea com o mundo virtual, usam tecnologia não apenas para trabalhar, mas para viver. Entretanto encaram o desafio de se relacionar socialmente.</p></div>
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		<title>Linha Actros Mercedes-Benz Euro 6 – O Caminhão mais conectado do Brasil entrega mais performance e economia</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/linha-actros-mercedes-benz-euro-6-o-caminhao-mais-conectado-do-brasil-entrega-mais-performance-e-economia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2023 20:50:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parceria SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Mercedes-Benz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Actros 2653 com motor de 530 cv é o mais potente da marca.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Presente no País há quase 67 anos, a Mercedes-Benz do Brasil é uma das maiores fabricantes e exportadora de caminhões e chassis de ônibus da América Latina. É também líder no desenvolvimento de tecnologias para o transporte de cargas e de passageiros.</p>
<p>Um dos exemplos de pioneirismo da marca é a linha Actros, o caminhão mais inteligente do mercado, reconhecido pela conectividade, eficiência e segurança. Em 2023, a linha Actros foi aprimorada e expandida, a fim de obedecer à nova legislação Proconve P8 – Euro 6.</p>
<p>O grande destaque fica com o modelo Actros 2653, equipado como o motor OM471 LA de 13 litros. Ele é o caminhão mais potente da marca e oferece até 8% de economia de combustível em relação ao 2651 Euro 5.</p>
<p>Entre as novidades, a linha Actros ganhou ainda, mais uma versão de cabine (Space) e entre-eixos mais curtos (3.250 mm), além da segunda geração do MirrorCam.</p>
<p><strong>Confira destaques dos caminhões Actros Euro 6</strong></p>
<p><strong>Cabine Space</strong></p>
<p>Econômica, é uma cabine prática e funcional, com altura menor, atendendo aplicações com restrição de altura ou clientes que procuram uma versão mais simples. Com túnel interno de 120mm (igual ao da cabine TopSpace), garante um excelente espaço interno, com 586 litros de volume de armazenamento.</p>
<p><strong>Painel clássico ou digital</strong></p>
<p>O painel clássico possui relógios analógicos e um visor central de alta definição de 12,7 cm, com todos os comandos à mão e volante multifuncional. O painel apresenta o Eco Suporte, ferramenta que auxilia o motorista a conduzir economicamente.</p>
<p>Já o painel digital apresenta um visor principal maior de 12 polegadas (anteriormente era de 10) e traz uma melhor visualização de todos os instrumentos, além do Eco Suporte. A tela principal ainda é configurável, aumentando a interação com o motorista.</p>
<p><strong>Nova bateria</strong></p>
<p>Os Actros Euro 6 ganharam uma nova bateria, de alta ciclagem. Com isso, tem maior durabilidade e um ciclo de carregamento mais rápido, trazendo mais confiabilidade para o sistema elétrico.</p>
<p><strong>Powershift 3 Advanced</strong></p>
<p>Os já consagrados câmbios Mercedes G291 e G340 possuem uma nova central de processamento eletrônico e <em>software</em>, com acionamentos pneumáticos na embreagem e no câmbio. A atualização proporciona precisão e trocas até 40% mais rápidas, contribuindo para um melhor consumo e performance.</p>
<p><strong>Entre-eixos de 3250 mm</strong></p>
<p>Disponível para os Actros 6&#215;2 e 6&#215;4, a opção de entre-eixos de 3250 mm com suspensão pneumática é indicada para composições como transporte internacional e cegonheiros, entre outros. Para a versão 6&#215;4 com suspensão a ar, também está disponível o eixo DLT, que transforma o 6&#215;4 em um 4&#215;2 quando vazio.</p>
<p><strong>Outros destaques do Actros Bluetec 6 2023</strong></p>
<ul>
<li>Opção de pacote de segurança essencial — com itens exclusivos de segurança para o motorista; ou opção de pacote de segurança completo — o mais completo do mercado em segurança ativa.</li>
<li>Freio motor de alta performance (OM 471) com 580 cv de potência de frenagem: o melhor do mercado.</li>
<li>Opção de ar-condicionado analógico: conforto com um custo mais acessível.</li>
<li>Troca de óleo/filtros em até 80 mil km no motor OM 471.</li>
<li>Faróis em LED: mais segurança e durabilidade na condução.</li>
<li>Redução em 33% nas paradas de manutenção: mais disponibilidade.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O caminhão mais potente da Mercedes-Benz</strong></p>
<p>O Actros 2653 6&#215;4 é o caminhão mais potente da linha Mercedes-Benz. Ele é equipado com o motor Mercedes-Benz OM 471 LA de 530 cv de potência e 1.600 rpm, com torque de 2.600 Nm e 1.100 rpm. Outro destaque é o freio-motor de alta performance, agora com 580 cv de potência de frenagem, além de <em>retarder</em> opcional.</p>
<p>“Motor consagrado mundialmente, o OM 471 LA está em sua terceira geração e promove até 8% de redução no consumo de combustível em comparação com o OM 460, dos veículos Euro 5”, destaca Jefferson Ferrarez, diretor de Vendas &amp; Marketing de Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil.</p>
<p>Quem já atestou as vantagens desse produto em operação foi a Konzen Transportes, de Mangueirinha (PR). “O que percebemos, desde que começamos a rodar com o Actros 2653, é que ele realmente é mais seguro e econômico. Comparando com a versão Euro 5, ele apresenta um tempo maior para revisões, o que é uma grande vantagem, uma vez que o veículo continua trabalhando, em vez de parar na concessionária para trocar óleo ou fazer revisão. Para quem está interessado em um novo caminhão Euro 6, eu recomendo o Actros 2653”, destaca Nelson José Konzen, diretor proprietário da transportadora.</p></div>
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		<title>Um olho na Reforma Tributária e o outro no TRC</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/um-olho-na-reforma-tributaria-e-o-outro-no-trc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2023 20:47:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há um consenso hoje no Brasil, sobre a necessidade de se aprovar uma Reforma Tributária que simplifique o sistema tributário nacional, em especial a complexidade para arrecadação de impostos sobre o consumo. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/um-olho-na-reforma-tributaria-e-o-outro-no-trc/">Um olho na Reforma Tributária e o outro no TRC</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por Marcos Aurélio Ribeiro, assessor jurídico do SETCESP</em></p>
<p>Há um consenso hoje no Brasil, sobre a necessidade de se aprovar uma Reforma Tributária que simplifique o sistema tributário nacional, em especial a complexidade para arrecadação de impostos sobre o consumo. Rompendo assim, com o sistema em vigor que coloca o País em situação de menor competitividade no cenário internacional, em razão da complexidade e alto custo do sistema atual.</p>
<p>O sistema tributário brasileiro sobre o consumo apresenta diversas distorções. Dentre elas se destacam:</p>
<ul>
<li>as variadas regras de enquadramento tributário de bens e serviços;</li>
<li>a complexidade da tributação — <em>afinal são mais de 500 mil normas tributárias desde a constituinte;</em></li>
<li>o sistema com elevada regressividade;</li>
<li>a existência de tributos cumulativos;</li>
<li>o cálculo do tributo por dentro <em>— ou seja alíquota do imposto é aplicada sobre o próprio imposto </em></li>
</ul>
<p>Tudo isso resulta na oneração excessiva da produção e do consumo.  Um grave resultado dessas distorções é a elevada litigiosidade advinda do sistema. O contencioso tributário no Brasil chega a ser por volta de 75% do PIB, enquanto nos países da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) não ultrapassa 0,3%.</p>
<p>A CNT (Confederação Nacional do Transporte) realizou uma pesquisa entre os empresários do setor, em 2019, na qual 90% dos consultados afirmaram ser favoráveis à Reforma Tributária. Não somente em razão da expectativa de simplificação, mas também pela redução dos custos operacionais de apuração dos tributos existentes para o devido recolhimento.</p>
<p>Ou seja, a ideia da Reforma Tributária, além de ser bem vista, mostra-se necessária. Entretanto, um sinal de alerta foi acendendo à medida que fomos tomando conhecimento do que estava sendo planejado, pois a previsão é de que o que está por vir aumentará mais a carga tributária das empresas do transporte rodoviário de cargas.</p>
<p><strong>Aumento da carga tributária</strong></p>
<p>Embora cantada em verso e prosa, a neutralidade da reforma e a não elevação da carga tributária revelam-se uma ficção. Haverá aumento da carga tributária declaradamente em casos específicos como previsto para o Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Além disso, passará a incidir sobre a propriedade de aeronaves e embarcações, até então sem incidência.  </p>
<p>Outro imposto que terá elevação da carga tributária é o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) que passará a ser progressivo, em razão do valor da transmissão ou da doação. O mesmo deverá ocorrer em relação ao Imposto sobre a Propriedade Urbana (IPTU), já que está previsto que as prefeituras poderão atualizar a base de cálculo do imposto por meio de decreto.</p>
<p>Nessas três hipóteses deverão ocorrer aumento da carga tributária globalizada, o que desmente o discurso de uma reforma feita de modo a manter a mesma carga tributária e apenas com a redistribuição entre os diversos setores da economia.</p>
<p>A redistribuição da carga tributária entre setores econômicos é uma realidade irrefutável. Alguns poderão ter ganhos, isto é, redução da carga tributária. É o caso do setor industrial que tem o IPI com alíquotas variadas por categoria de produtos. Haverá certamente um alívio tributário nesse setor. Outros setores serão evidentemente penalizados. O <strong>setor de serviços deverá amargar inquestionável elevação da carga tributária</strong>.</p>
<p>O setor de serviços responde por 70% do PIB nacional segundo a última pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), referente ao ano de 2022, e responde por mais de 70% dos empregos no País.</p>
<p>É fundamental que a reforma preserve o setor que mais gera empregos em vez de penalizá-lo. Essa deveria ser uma preocupação imediata, já nesta primeira fase da reforma que cuida da tributação sobre o consumo.</p>
<p>A Proposta de Emenda à Constituição estabelece uma verdadeira bitributação sobre a folha de salários ao criar a contribuição sobre bens e serviços (CBS), além do imposto sobre bens e serviços (IBS), que incide essencialmente sobre a remuneração do trabalho e o lucro da empresa.</p>
<p>Todos os negócios passarão a pagar a mesma alíquota sobre o valor adicionado, que se trata, essencialmente, da folha de pagamento de funcionários e dos lucros dos acionistas. A totalidade das demais despesas passa a poder ser deduzível dos tributos a serem pagos, incluindo <em>marketing</em> e serviços de terceiros.</p>
<p>Com efeito, todos os insumos utilizados na produção de bens e serviços poderão gerar créditos que serão apropriados pelo contribuinte, compensando o valor devido da contribuição nova, excluída apenas a folha de salários, sobre a qual passará a incidir duas contribuições: a previdenciária patronal de 20% sobre a folha e a CBS com alíquota estimada de 12%, ambas inseridas no artigo 195 da Constituição Federal e destinadas ao financiamento da seguridade social.</p>
<p>Uma solução que seria mais adequada é permitir o aproveitamento do valor da contribuição previdenciária patronal sobre a folha de salários, efetivamente paga ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), como crédito para compensação com o valor devido pela empresa a título de CBS.</p>
<p>A compensação é uma medida de justiça tributária que vai ao encontro da demanda de toda a sociedade pela desoneração da folha de salários. Ademais, valorizará as atividades de uso intensivo de mão de obra e contribuirá para a geração de novos postos de trabalho.</p>
<p>A proposta aprovada na Câmara dos Deputados contempla alguns setores de serviços com alíquota reduzida, como forma de compensar a impossibilidade de apropriação de crédito sobre a mão de obra, por serem serviços essenciais e de uso intensivo de mão de obra. No entanto, tais benefícios não estão previstos para o TRC, mesmo ele estando enquadrado nos parâmetros adotados para o tratamento diferenciado dispensado na proposta.</p>
<p>O transporte rodoviário de cargas é sim uma atividade considerada essencial para o desenvolvimento da economia do País, o que foi reconhecido pelo Governo Federal após o início da pandemia de Covid-19, indispensável para a garantia do abastecimento de gêneros de primeira necessidade da população (alimentos, remédios, insumos hospitalares) e também daqueles indispensáveis à continuidade das atividades produtivas.</p>
<p>Em determinados segmentos da atividade de transporte, o combustível é o insumo de maior peso nos seus custos, e a incidência de imposto sobre ele, ainda é uma incógnita. Tratando-se de uma tributação sobre produto que poderá ser considerado prejudicial ao meio ambiente, as alíquotas poderão assumir patamares insuportáveis aos usuários.</p>
<p>O que posso dizer é que a Reforma Tributária nasce com graves distorções e, como está colocada, o setor de serviços, em particular o transporte de carga está sendo prejudicado. Esperamos ajustes, para que o TRC não pague mais essa conta.</p></div>
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