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	<title>Arquivos Aduaneiro &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Aduaneiro &#8211; SETCESP</title>
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		<title>SETCESP pede esclarecimentos sobre nova taxa do terminal Bandeirantes Deicmar</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/setcesp-pede-esclarecimentos-sobre-nova-taxa-do-terminal-bandeirantes-deicmar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 19:46:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aduaneiro]]></category>
		<category><![CDATA[Diretorias de Especialidades]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[esclarecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Taxas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O SETCESP avaliou com preocupação à imposição, pelo terminal Bandeirantes Deicmar Logística, da chamada “taxa de consolidação”.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O SETCESP avaliou com preocupação a recente mudança relatada por transportadoras em relação à imposição, pelo <strong>terminal Bandeirantes Deicmar Logística</strong>, da chamada <strong>“taxa de consolidação”,</strong> que passou a ser exigida das transportadoras externas.</p>
<p>A cobrança entrou em vigor no dia 9 de março de 2026 prevista no item 2.41 da Tabela de Preços Unificada do terminal, que opera no Porto de Santos. Ela foi classificada como <strong>um serviço complementar logístico</strong>, <strong>com valor aproximado de R$ 618,00, acrescido de tributos</strong>. Em muitos casos, o valor da taxa supera o próprio frete da operação.</p>
<p>A taxa estaria vinculada à <strong>retirada de cargas consolidadas</strong> especialmente, quando há <strong>mais de uma Declaração de Importação (DI)</strong> associada ao <strong>mesmo veículo transportador</strong>.</p>
<p>No entanto, foi constatado que operações realizadas por meio da contratação do <strong>serviço de transporte do próprio do terminal</strong> (modalidade LTL), <strong>não estariam sujeitas à mesma incidência tarifária</strong>, o que gera uma <strong>grave distorção concorrencial</strong>.</p>
<p>Além do mais, na avaliação do SETCESP, a cobrança <strong>não possui amparo contratual ou legal</strong>, diante da <strong>ausência de proporcionalidade </strong>e da <strong>falta de justificativa transparente</strong> sobre os <strong>custos relacionados</strong>, que violam princípios estabelecidos pela legislação brasileira.</p>
<p>Por meio de sua Diretoria da Especialidade de Transporte Aduaneiro, o SETCESP já iniciou tratativas com o terminal, solicitando esclarecimentos e que tal decisão seja reconsiderada. Afinal, é preciso preservar a regularidade concorrencial do mercado logístico e assegurar isonomia operacional entre as transportadoras.</p>
<p>A diretoria da especialidade acompanha de perto os desdobramentos da situação, atuando na defesa dos interesses das empresas representadas e priorizando o diálogo para a solução das demandas do setor.</p>
<p style="text-align: center;">São Paulo, 16 de março de 2026.</p>
<p style="text-align: right;">Marina Lima</p>
<p style="text-align: right;">Diretora da Especialidade de Transporte Aduaneiro do SETCESP</p></div>
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		<item>
		<title>Especialidade de transporte aduaneiro do SETCESP tem nova diretoria</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/especialidade-de-transporte-aduaneiro-do-setcesp-tem-nova-diretoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 14:07:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aduaneiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[nova diretoria]]></category>
		<category><![CDATA[transporte aduaneiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marina Lima é a nova diretora e Giovanni Rosolen foi escolhido como vice-diretor.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>No dia 12 de março, foi empossada a nova diretoria de transporte aduaneiro do SETCESP. Marina Lima, sócia fundadora do <u><a href="https://terranovalogistica.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Grupo Terra Nova Logística</a></u>, assumiu como diretora no lugar de Paulo Scremin, presidente da <u><a href="https://www.tsacargo.com.br/" target="_blank" rel="noopener">TSA Cargo</a></u>. E Giovanni Rosolen, coordenador jurídico e de planejamento da <u><a href="https://www.westcargo.com.br/" target="_blank" rel="noopener">West Cargo</a></u>, assumiu como vice-diretor no lugar de Ulisses Duarte, diretor comercial da <a href="https://www.sabugi.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Sabugi Logística</a>.</p>
<p>“A diretoria de cargas aduaneiras é uma das comissões mais tradicionais. De tempos em tempos, ter uma renovação na condução dos trabalhos é interessante. E o fato de termos a Marina como diretora é muito importante para ampliarmos o número de mulheres na liderança das entidades de classe”, destacou a presidente executiva da entidade, Ana Jarrouge, agradecendo a todo o trabalho realizado pelos senhores Paulo e Ulisses.</p>
<p>“Sei que aqui nasce um novo desafio, mas eu me sinto muito feliz e honrada em ser a primeira mulher a estar à frente desta comissão. O transporte aduaneiro é de extrema relevância, movimenta portos e aeroportos, além de estar diretamente ligado a órgãos de regulação”, declarou Marina.</p>
<p>A especialidade aduaneira reúne empresários do segmento de transporte de carga internacional e tem por objetivo a busca pela simplificação de procedimentos e otimização das operações.</p>
<p>Giovanni, que estará ao lado de Marina na condução da diretoria, afirma que o objetivo nesta nova gestão será promover uma sinergia maior entre os associados e instituições que regulam o modal aduaneiro.</p>
<p>“Queremos intensificar, ainda mais, a troca de experiência com os transportadores do segmento, buscando sempre o fortalecimento do modal, contribuindo de forma dinâmica para responder aos anseios dos associados, sempre em sintonia com o mercado”, diz Giovanni.</p>
<p>Fique atento! Confira o <u><a href="https://api.setcesp.org.br/eventos-e-reunioes" target="_blank" rel="noopener">calendário de reuniões</a></u> e participe também da Diretoria de Transporte Aduaneiro do SETCESP.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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		<title>De lá pra cá. De cá pra lá</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/de-la-pra-ca-de-ca-pra-la/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Apr 2023 13:21:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aduaneiro]]></category>
		<category><![CDATA[Diretorias de Especialidades]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 72]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[transporte aduaneiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Contar com o transporte aduaneiro é essencial para o vai e vem de importações e exportações </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Contar com o transporte aduaneiro é essencial para o vai e vem de importações e exportações </em></p>
<p>A balança comercial brasileira registrou superávit de US$2,8 bilhões em fevereiro de 2023.  Ou seja, o Brasil exportou no mês, mais do que importou. Mas independente se vendeu mais produtos do que comprou, uma coisa é certa:  tudo o que saiu ou entrou passou pelo transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>E o segmento em especial que atende o que atravessa as fronteiras terrestres, chega a portos e aeroportos, proveniente ou destinado do comércio exterior, é o <strong>aduaneiro</strong>.</p>
<p>No SETCESP, essa especialidade tem uma diretoria específica que abrange empresários, executivos e profissionais que se reúnem frequentemente a fim de disseminar estratégias que otimizem as operações.</p>
<p>Nos últimos anos, este segmento vem sendo impactado por um comportamento dos brasileiros que ganhou força: o hábito mais intenso de comprar pela internet, inclusive pelo e-commerce transfronteiras, no qual despontam sites chineses como AliExpress, Shopee e Shein.</p>
<p>Assim, a modalidade vem ganhando notoriedade na vida de pessoas comuns que ansiosas aguardam por suas mercadorias. Só que é bom frisar que antes de chegar no transporte rodoviário de cargas um produto importado passa por vários elos da logística.</p>
<p>O transporte rodoviário costuma ser a ponta final, conforme revela o diretor da especialidade de Transporte Aduaneiro no SETCESP, Paulo Scremim, descrevendo que ao chegar no país pelos portos, as cargas primeiro são descarregadas pelos armadores, empresas que operam os <em>containers</em>.</p>
<p>Sucessivamente, são recebidas pela alfândega, também conhecida como aduana, que é uma repartição ligada ao Governo, responsável por fazer a vistoria do fluxo de entradas e saídas de mercadorias do território. No Brasil, essa é uma atribuição da Receita Federal.</p>
<p>“Nesta etapa é preciso que um despachante realize o desembaraço da carga para liberação na Receita, o que pode levar, em média, de 2 a 3 dias”, informa Scremim. A liberação da carga dentro do terminal portuário para que ela saia já nacionalizada é uma das opções. Até ali, a mercadoria está em uma área considerada zona primária.</p>
<p>O diretor da especialidade fala que o importador pode escolher que haja a remoção da carga para um entreposto, ou seja, uma zona secundária chamada de EADI, que é uma Estação Aduaneira do Interior, também conhecida como ‘Porto Seco’ o que ocorre na maioria dos casos.</p>
<p>“Com esse procedimento é necessário que a transportadora faça uma DTA (Declaração de Trânsito Aduaneiro). Somos credenciados na Receita para fazer esse tipo de transporte, essa carga fica em trânsito internacional ainda no veículo”, diz Scremim apontando essa como uma das características para se atuar no segmento.</p>
<p>Só a nível de curiosidade, o Porto Seco de Uruguaiana que fica no Rio Grande do Sul, é o maior da América Latina, e o terceiro maior do mundo.</p>
<p>Para as mercadorias recebidas e embarcadas nos aeroportos funciona da mesma forma o transporte rodoviário, ou a carga já é carregada no veículo nacionalizada ou é transportada totalmente lacrada até a zona secundária.</p>
<p>Já na exportação, a carga escoada pelos portos envolve um processo a mais, o transportador precisa primeiro buscar o container vazio, levá-lo para ser carregado, procedimento conhecido como ‘estufar o container’, e só depois transportar a carga para o porto.</p>
<p>E se a carga ainda tiver que passar da divisa de um estado para outro, é preciso destacar os trâmites em barreiras fiscais. A Secretaria da Fazenda de um Estado tem que liberar a passagem da mercadoria para o outro, o que depende de autorização.</p>
<p>Além de lidar com procedimentos já inerentes a modalidade, na última reunião da diretoria de Transporte Aduaneiro, que aconteceu no dia 1º de março, os empresários discutiram algumas mazelas que também afetam o segmento.</p>
<p>Entre elas, a burocracia para emissão licenças, os altos índices de roubo de cargas e a proibição de veículos de grande porte na serra da Anchieta, o que dificulta o trânsito de mercadorias para o Porto de Santos.</p>
<p>&#8220;Estamos há algum tempo com o projeto para o Bitrem e o Rodotrem circular na Anchieta sem nenhuma conclusão. Fizemos todos os testes necessários, que inclusive, foram aprovados. No entanto, ainda aguardamos por essa liberação”, lembrou Ulisses Duarte, que é o vice-diretor da especialidade na entidade.</p>
<p>Na época, o SETCESP acompanhou os testes que comprovaram que veículos articulados, de até 30 metros de comprimento, possuem condições operacionais e segurança para circular pela via.</p>
<p>“Hoje desnecessariamente, a gente tem que dividir a carga em dois caminhões menores para conseguir levar ou trazer do Porto. Isso aumenta o custo Brasil e demora ainda mais tempo”, acrescentou Duarte.</p>
<p>Então se alguém estiver incomodado pela espera no frete de um produto importado é bom destacar que, os entraves logísticos são outros, que nada tem a ver com a qualidade do transporte rodoviário aduaneiro.</p>
<p>“Nós prezamos pela máxima eficiência e operamos dentro da nossa capacidade fazendo tudo que está ao alcance e de acordo com a legislação”, garante Scremim.</p>
<p><em><strong>Mini glossário do transporte aduaneiro</strong></em></p>
<p>Armador –  que mantém e explora comercialmente a navio mercantil, podendo ser proprietário, sócio ou afretador do navio</p>
<p>DAP –  sigla que significa Delivered At Place — Entregue No Local (local de destino nomeado)</p>
<p>DPU –  sigla que significa Delivered At Place Unloaded — Entregue No Local Desembarcado (Local de destino nomeado)</p>
<p>DTA –  Declaração de Trânsito Aduaneiro</p>
<p>Estufagem &#8211; preenchimento do contêiner com mercadoria</p>
<p>FCA –  sigla que significa Free Carrier – Livre No Transportador (local de entrega nomeado)</p>
<p>FOB – sigla que significa Free On Board – Livre A Bordo (porto de embarque nomeado)</p>
<p>RFB – é a sigla para Receita Federal Brasileira</p>
<p><strong>Fique por dentro!</strong></p>
<p>Participe das reuniões de transporte aduaneiro. Confira as datas das reuniões pelo site.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>COANA altera Portaria sobre verificação remota de mercadorias</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/coana-altera-portaria-sobre-verificacao-remota-de-mercadorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2022 15:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aduaneiro]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adauto Bentivegna]]></category>
		<category><![CDATA[COANA]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>
		<category><![CDATA[portaria]]></category>
		<category><![CDATA[transporte aduaneiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A portaria trata da verificação física remota de mercadorias, da inspeção física remota de mercadorias</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Coordenadoria-Geral de Administração Aduaneira publicou a Portaria COANA nº 84 que tem por objetivo fazer ajustes na Portaria de sua lavra de nº 75 que trata da verificação física remota de mercadorias, da inspeção física remota de mercadorias, da verificação de mercadorias pelo importador, da verificação remota de cargas submetidas ao trânsito aduaneiro.</p>
<p>Uma das alterações na Portaria COANA nº 75 foi a necessidade de que a verificação da mercadoria seja realizada na presença do importador ou de seu representante legal, como já determinava o artigo 16 da Instrução Normativa nº 611/2006, que disciplina a utilização de declaração simplificada na importação e exportação. Também foi acrescida à portaria o que dispõe o artigo 47 da IN SRF nº 1.737/2017, que determina que a remessa selecionada para conferência aduaneira pela RFB será submetida a exame documental, podendo também ser submetida à verificação física invasiva ou não invasiva.</p>
<p>Outra questão importante é que as cargas submetidas à verificação remota e que estejam em trânsito aduaneiro e forem selecionadas pelo gerenciamento de riscos, bem como aquelas em que forem constatados indícios de violação ou divergência pelo setor de gerenciamento de risco, a verificação remota poderá ser feita a qualquer momento, bem como na origem ou no destino da carga.</p>
<p>O novo inciso IV do artigo 2º da Portaria COANA nº 75 passa a ter nova redação determinada pela Portaria COANA nº 84, onde se define o que se entende por verificação remota de cargas submetidas ao trânsito aduaneiro, que é o procedimento fiscal, realizado por Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil ou por Analista-Tributário da Receita Federal do Brasil, por ele supervisionado, de forma remota, destinado a identificar e a quantificar as cargas selecionadas para verificação física no trânsito aduaneiro, e a verificar a carga nos casos em que forem constatados indícios de violação ou divergência.</p>
<p>O inciso III da Portaria COANA nº 75 prevê que o importador pode solicitar a verificação remota para fins específicos referente à questão fiscal e tributária, porém, com base na Portaria COANA nº 84, tal direito não se aplica em caso de remessas internacionais.</p>
<p>O agendamento de verificação remota da mercadoria em regime de trânsito aduaneiro é definido pelo local ou pelo recinto alfandegado, que deve comunicar ao importador, ao exportador, ao beneficiário de regime aduaneiro ou ao transportador através de sua página na internet, o agendamento de verificação das mercadorias, informando, entre outras exigências esculpidas no §4º do artigo 7º da Portaria COANA nº 75, o número de identificação da carga ou da remessa internacional, bem como da Licença de Importação (LI) ou do documento de Licenças, Permissões, Certificados e Outros Documentos (LPCO), quando aplicável.</p>
<p>Se houver seleção por mais de um órgão para se fazer a verificação da mercadoria, os procedimentos devem caminhar no sentido de que tal verificação seja feita de forma conjunta.</p>
<p>Os prazos para a disponibilização das mercadorias para evento de verificação remota, sãos os seguintes (Anexo V) da Portaria COANA nº 75:</p></div>
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				<span class="et_pb_image_wrap "><img fetchpriority="high" decoding="async" width="840" height="288" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Capturar.png" alt="" title="Capturar" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Capturar.png 840w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Capturar-480x165.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 840px, 100vw" class="wp-image-204600895" /></span>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Portaria COANA nº 84 determinou no caso das remessas internacionais, o prazo máximo para a disponibilização da remessa para a realização do evento de verificação remota será definido pelo titular da unidade da RFB jurisdicionante do local ou recinto alfandegado.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Comunicado aos Transportadores Rodoviários de Aduaneiro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/comunicado-aos-transportadores-rodoviarios-de-aduaneiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 15:23:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aduaneiro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aduaneiro]]></category>
		<category><![CDATA[ALF/GRU]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicado]]></category>
		<category><![CDATA[Diretoria Aduaneiro]]></category>
		<category><![CDATA[Transportadores Rodoviários de Aduaneiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O comunicado se refere a Portaria ALF/GRU n° 34 de 19/04/2022, que entrou em vigor na última quarta-feira</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Na última quarta-feira (01), entrou em vigor a <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-alf/gru-n-34-de-19-de-abril-de-2022-395723798" target="_blank" rel="noopener">Portaria ALF/GRU n° 34 de 19/04/2022</a>, publicada no Diário Oficial da União em 28/04/2022.</p>
<p>A portaria estabelece que, desde o dia 01 de junho, a recepção das Declarações de Trânsito (DTs) no sistema, exceto nos casos em que esta etapa seja executada automaticamente ou esteja dispensada, em regra, seja efetuada na sistemática de lotes, de forma a permitir seleção por critérios de riscos.</p>
<p>Os horários dos lotes serão os seguintes:</p>
<p><strong>08:30 &#8211; 10:30  &#8211; 12:30 &#8211; 15:00 </strong></p>
<p>Portanto, as Declarações de Trânsito registradas no Siscomex Trânsito com todos os documentos obrigatórios anexados na forma de &#8220;PDF Pesquisável&#8221; até os horários dos lotes acima, terão suas Declarações analisadas, e recepcionadas se for o caso, até, respectivamente, às:</p>
<p><strong>10:30 &#8211; 12:30 &#8211; 15:00 &#8211; 17:00 </strong></p>
<p>Ressalta-se que, conforme $20, do Art. 6o, da Portaria ALF/GRU no 34 de 19/04/2022, as Declarações de Trânsito, vinculadas a dossiês eletrônicos que disponham de todos os documentos instrutivos obrigatórios, mas que não foram anexados na forma de &#8220;PDF Pesquisável&#8221;, serão recepcionadas somente no segundo lote subsequente àquele que seriam recepcionadas se os documentos obrigatórios anexados ao dossiê estivessem na forma de &#8220;PDF Pesquisável&#8221;, podendo a recepção ocorrer em dia posterior, a depender do lote de registro e anexação dos documentos.</p>
<p>Os horários dos lotes poderão sofrer alterações. Se for o caso, todos serão informados.</p>
<p><a href="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Comunicado-Sacit-Assinado.pdf" target="_blank" rel="noopener">Leia o comunicado na íntegra. </a></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/comunicado-aos-transportadores-rodoviarios-de-aduaneiro/">Comunicado aos Transportadores Rodoviários de Aduaneiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<item>
		<title>GRU Airport isenta cobrança de estacionamento de caminhões após 5 horas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/gru-airport-isenta-cobranca-de-estacionamento-de-caminhoes-apos-5-horas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2021 12:53:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aduaneiro]]></category>
		<category><![CDATA[Diretorias de Especialidades]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Aeroporto]]></category>
		<category><![CDATA[GRU Airport Cargo]]></category>
		<category><![CDATA[Guarulhos]]></category>
		<category><![CDATA[setcesp]]></category>
		<category><![CDATA[TECA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A medida é válida até 15 de abril de 2021 e foi tomada após apelo do SETCESP, que ressaltou problemas de atraso na carga e descarga de mercadorias do Aeroporto Internacional de Guarulhos</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/direspecialidade/gru-airport-isenta-cobranca-de-estacionamento-de-caminhoes-apos-5-horas/">GRU Airport isenta cobrança de estacionamento de caminhões após 5 horas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_5 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>A medida é válida de 15 de março de 2021 a 15 de abril de 2021 e foi tomada após apelo do SETCESP, que ressaltou problemas de atraso na carga e descarga de mercadorias do Aeroporto Internacional de Guarulhos</em></p>
<p>O GRU Airport Cargo informou, na última sexta-feira (12), que a cobrança do estacionamento de caminhões do TECA (Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional de São Paulo), em Guarulhos, <strong>não será feita após 5 horas de espera</strong>. Ou seja, veículos de carga que ultrapassarem este prazo de estadia não precisarão pagar taxas de horas adicionais.</p>
<p><strong>Leia também:<br /></strong><strong>&#8211; <a href="https://setcesp.org.br/direspecialidade/comjovem/pascoa-comjovem-sp-torne-esse-momento-mais-especial-para-uma-crianca/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Páscoa COMJOVEM SP: torne esse momento mais especial para uma criança</a></strong></p>
<p>A medida é <strong>válida de 15 de março de 2021 a 15 de abril de 2021</strong> e foi tomada após pedido feito pelo SETCESP, representado pela <a href="https://setcesp.org.br/aduaneiro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Diretoria de Especialidade de Transporte Aduaneiro</a>, que notou problemas de atraso para carregar e descarregar mercadorias do aeroporto de Guarulhos, base territorial da entidade.</p>
<p>“Há anos sofremos com o problema de carga e descarga e agora foi aberto um espaço para melhorarmos esse trabalho. O SETCESP está aqui pelo transportadores”, ressalta Tayguara Helou, presidente do Conselho Superior e de Administração da entidade.</p>
<p>O ofício enviado a Abel Alves Rochinha, presidente do Conselho de Administração do GRU Airport, pede o fim da demora ou que se cumpra a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11442.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei nº 11.442</a>, que diz que “o prazo máximo para carga e descarga do Veículo de Transporte Rodoviário de Cargas será de 5 (cinco) horas, contadas da chegada do veículo ao endereço de destino”.</p>
<p>Segundo Adauto Bentivegna Filho, assessor jurídico do SETCESP, é um avanço o reconhecimento do custo da hora parada. “Entretanto, isso não resolve o problema, uma vez que o mesmo precisa ser melhor debatido com a direção do aeroporto”, lembra.</p>
<p><strong>Outras ações que estão sendo feitas para melhorar a operação</strong><strong> </strong></p>
<p>Em resposta ao ofício enviado pelo SETCESP, o GRU Airpot Cargo revelou que outras ações estão sendo feitas para melhorar a operação de carga e descarga de mercadorias.</p>
<p>Uma delas foi a contratação de mais 60 pessoas para desempenhar atividades de movimentação e armazenamento de cargas no TECA. Também foram adicionadas 14 empilhadeiras à operação, chegando a um total de 67 equipamentos.</p>
<p>Além disso, foi informado que serão concedidos “abonos de armazenagem para clientes em trânsito (tabela TC4), a fim de evitar que estes paguem pelo período adicional de armazenagem”. Para entender essas e demais regras, acesse <a href="http://www.grucargo.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.grucargo.com.br</a>.  </p>
<p>Se quiser saber de mais detalhes sobre esta ou outras conquistas do SETCESP pelo setor, <a href="https://setcesp.org.br/quem-somos/#bandeiras" target="_blank" rel="noopener noreferrer">acesse aqui</a>. Você também pode entrar em contato com o departamento Jurídico da entidade para esclarecer outras dúvidas pelo e-mail <a href="mailto:juridico@setcesp.org.br">juridico@setcesp.org.br</a>. </p></div>
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		<title>Movimentação nos portos cresce 2,7% em 2018</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/aduaneiro/movimentacao-nos-portos-cresce-27-em-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2019 14:22:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aduaneiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A movimentação de cargas nos portos organizados e nos terminais privados em 2018 alcançou 1,11 bilhão de toneladas, um crescimento de 2,7% em relação a 2017.  O levantamento foi divulgado nesta terça-feira (12) pela Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários). </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="news-date">13/02/2019 &#8211; 17:50 / CNT</div></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A movimentação de cargas nos portos organizados e nos terminais privados em 2018 alcançou 1,11 bilhão de toneladas, um crescimento de 2,7% em relação a 2017.  O levantamento foi divulgado nesta terça-feira (12) pela Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários).</p>
<p>De acordo com os números, a movimentação nos portos públicos chegou a 374 milhões de toneladas no ano passado, 2,6% mais que em 2017 (365 milhões de toneladas). Os terminais privados movimentaram 743 milhões de toneladas, o que representa alta de 2,8% (723 milhões de toneladas em 2017).</p>
<p>Do total movimentado no Brasil em 2018, 823 milhões de toneladas passaram pela navegação de longo curso. A cabotagem transportou 229 milhões de toneladas; e a navegação interior transportou 61 milhões de toneladas.</p>
<p>A partir dos resultados, a Antaq também apresenta as projeções para cenários futuros. Em 2019, a expectativa é que o crescimento na movimentação seja de 3,5%, com um total de 1,15 bilhão de toneladas.</p>
<p><strong>Cargas</strong></p>
<p>Entre as principais cargas estão granel sólido, com 712,8 milhões de toneladas (alta de 2,4% em relação a 2017); granel líquido, com 235,1 milhões de toneladas (crescimento de 1,9%); contêineres, com 112,8 milhões de toneladas (alta de 4,8%); e carga geral solta, com 56,7 milhões de toneladas (mais 6,1% em relação a 2017).</p>
<p>O minério de ferro responde por 36% do total de cargas movimentadas em todo o sistema portuário brasileiro em 2018. Ao todo, foram 407 milhões de toneladas. Os combustíveis representam 18,2% (203 milhões de toneladas); os contêineres, 10,1% (cerca de 113 milhões de toneladas), e a soja, 9,1% (102 milhões de toneladas).</p>
<p><strong>Ranking</strong></p>
<p>O balanço da Antaq também apresenta um ranking da movimentação nos portos públicos. Santos (SP), aparece na primeira posição, com 107,5 milhões de toneladas; seguido por Itaguaí (RJ), com 56,6 milhões de toneladas; e Paranaguá (PR), 48,5 milhões de toneladas.</p>
<p>Entre os terminais privados, Ponta da Madeira (MA) liderou o ranking com 198,1 milhões de toneladas movimentadas em 2018. Depois está o terminal de Tubarão (ES), com 103,9 milhões de toneladas; e Tebar (SP), com 44,1 milhões de toneladas.</p>
<p>Com informações da Antaq</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/direspecialidade/aduaneiro/movimentacao-nos-portos-cresce-27-em-2018/">Movimentação nos portos cresce 2,7% em 2018</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Codesp recebe propostas de projeto de novo acesso rodoviário ao Porto</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/aduaneiro/codesp-recebe-propostas-de-projeto-de-novo-acesso-rodoviario-ao-porto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Feb 2019 13:13:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aduaneiro]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) está analisando as propostas apresentadas para elaboração do projeto básico das obras do novo acesso rodoviário ao Porto de Santos. A obra vai ligar a Rodovia Anchieta à via perimetral, na altura da região do bairro Saboó. A concorrência pública foi lançada pela Codesp no dia 14 de dezembro do ano passado. E as propostas foram apresentadas em 21 de janeiro.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/direspecialidade/aduaneiro/codesp-recebe-propostas-de-projeto-de-novo-acesso-rodoviario-ao-porto/">Codesp recebe propostas de projeto de novo acesso rodoviário ao Porto</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_9 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="news-date">07/02/2019 &#8211; 10:50 / Codesp</div></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) está analisando as propostas apresentadas para elaboração do projeto básico das obras do novo acesso rodoviário ao Porto de Santos. A obra vai ligar a Rodovia Anchieta à via perimetral, na altura da região do bairro Saboó. A concorrência pública foi lançada pela Codesp no dia 14 de dezembro do ano passado. E as propostas foram apresentadas em 21 de janeiro.</p>
<p>O projeto básico precisa atender ao disposto no projeto funcional elaborado pela Codesp. As obras fazem parte de um conjunto de melhorias na entrada de Santos, executadas em uma parceria entre o Município, o Estado e o Governo Federal.</p>
<p>A Diretoria de Engenharia da Companhia Docas avalia qual proposta melhor atende aos requisitos do edital de licitação. Entre as exigências, estão a apresentação de um cronograma físico-financeiro de elaboração dos trabalhos em 18 meses, sendo seis meses para serviços de campo, consolidação do projeto funcional e elaboração dos estudos preliminares; e mais seis meses para elaboração e aprovação do projeto básico.</p>
<p>Toda obra de engenharia começa com o projeto básico, que define com precisão as características básicas do empreendimento e o desempenho almejado na obra para que seja possível estimar o custo e o prazo de execução. É uma fase caracterizada por estudos preliminares, anteprojeto, estudos de viabilidade técnica e econômica, além da avaliação do impacto ambiental.</p>
<p>O projeto da Codesp prevê uma segunda ligação rodoviária entre a Anchieta e a Avenida Augusto Barata (hoje existe uma pelo Viaduto Paulo Bonavides, no Km 64 da rodovia). Também faz parte do plano um conjunto de vias, na área portuária, para acesso aos diversos terminais da região da Alemoa e do Saboó. Com um sistema de viadutos e elevado, haverá a transposição dos pátios ferroviários e das áreas de expansão projetadas para esse modal, com o objetivo de eliminar os indesejáveis cruzamentos rodoferroviários.</p>
<p>A Companhia manteve tratativas sobre o projeto funcional junto às concessionárias ferroviárias, Conselho de Autoridade Portuária, Ministério Público do Estado de São Paulo, Secretaria de Logística do Estado de São Paulo e Secretaria de Portos Indústria e Comércio de Santos. Além da elaboração do projeto básico, a Codesp trata junto à Secretaria de Patrimônio da União (SPU), sobre a cessão do terreno da extinta Rede Ferroviária Federal, que integra parte da área do projeto.</p>
<p><strong>O projeto</strong><br />O trecho Anchieta do projeto prevê um viaduto de entrada no porto com aproximadamente 360 metros de extensão, iniciando em viaduto da Anchieta e estendendo-se até a conexão com o viaduto projetado para transposição do pátio ferroviário da concessionária MRS Logística. Nesse mesmo trecho, haverá também um viaduto de saída, com cerca de 530 metros de extensão mais 240 metros em nível.  Todo o conjunto contará com duas faixas de rolamento e refúgio lateral.</p>
<p>O projeto contempla ainda dois viadutos para transposição dos pátios ferroviários. O que será construído sobre o pátio da MRS, de aproximadamente 280 metros de extensão, servirá para conectar os viadutos de acesso à Anchieta ao trecho elevado sobre o terreno da SPU. O viaduto sobre o pátio da Portofer terá extensão de 120 metros, conectando o elevado e o sistema viário em nível através de uma rampa com cerca de 140 metros de extensão. Para esses trechos de transposição, estão previstas três faixas de rolamento para cada sentido de tráfego e barreira rígida entre eles.</p>
<p>O trecho elevado terá aproximadamente um quilômetro de extensão, conectando as transposições sobre os pátios ferroviários e o sistema viário projetado para distribuição dos fluxos rodoviários na região do Saboó, através de rampas com cerca de 800 metros de extensão. Esse conjunto também terá três faixas de rolamento para cada sentido de tráfego e barreira rígida entre eles.</p>
<p>O sistema viário previsto para circulação e distribuição de tráfego no Saboó será composto de rotatórias, acesso ao elevado e viário interno, com duas faixas de rolamento por sentido de tráfego e aproximadamente 900 metros de extensão.</p>
<p>O trecho rodoviário para conexão com a região do Valongo terá aproximadamente 1,15 quilômetro de extensão e três faixas de rolamento por sentido de tráfego, com canteiro central e demais dispositivos de acesso necessários às vias de conexão.</p>
<p>Todas as intervenções previstas deverão conter os respectivos projetos de urbanismo, geométrico, geotecnia, drenagem, pavimentação, energia, iluminação, telefonia, lógica e monitoramento, sinalização viária e semafórica, obras de arte especiais, desvio de tráfego e remanejamento das interferências.</p>
<p>A Codesp destaca que, devido às interferências com áreas e obras de responsabilidade do Governo do Estado de São Paulo e da Prefeitura Municipal de Santos, bem como às diversas redes de serviços prestados por concessionárias, além das intervenções previstas em projeto e executadas pelas concessionárias de serviços ferroviários, todos os entes envolvidos direta ou indiretamente deverão ser consultados e as intervenções propostas  deverá contemplar as devidas aprovações, durante a elaboração do projeto.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Transportadora marítima não é responsável por danos depois de descarregamento</title>
		<link>https://setcesp.org.br/servicos/juridico/transportadora-maritima-nao-e-responsavel-por-danos-depois-de-descarregamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 19:02:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aduaneiro]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[transporte marítimo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204565184</guid>

					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/servicos/juridico/transportadora-maritima-nao-e-responsavel-por-danos-depois-de-descarregamento/">Transportadora marítima não é responsável por danos depois de descarregamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_11 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="news-date">05/02/2019 &#8211; 16:51 / Conjur</div></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_12 news-text  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Avarias e amassados em mercadoria descobertos depois do descarregamento e do transporte rodoviário não servem para condenar a empresa responsável pelo transporte marítimo pelos danos. Esse foi o entendimento aplicado pela 20ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo em processo movido pela Zurich Minas Brasil Seguro contra a Hamburg Sud Brasil.</p>
<p>No caso, a Zurich Minas ajuizou ação contra a transportadora por conta de mercadorias que apresentaram danos depois de desembarcarem no Porto do Paranaguá (PR) no dia 30 de dezembro de 2015. No dia 21 de janeiro do ano seguinte, os produtos chegaram à empresa e foi ali que os amassados foram descobertos.</p>
<p>Segundo a Hamburg Sud, quando chegaram à companhia, as mercadorias já haviam passado pelo transporte dentro do porto e pelo transporte rodoviário. Por isso o laudo concluiu que ficou impossível precisar onde houve a avaria. Portanto, não haveria como responsabilizá-la por maus cuidados ao trazer as mercadorias pelo mar. “O terminal do Paraná foi instado a participar e informou que a carga foi recebida sem nenhuma ressalva”, declarou a defesa.</p>
<p>A Zurich Minas, por sua vez, alegou que o termo de avarias do dia 8 de janeiro já apontava pontos de amassamento no contêiner que levava os produtos.</p>
<p>Para o relator do processo, desembargador Roberto Maia Filho, a Zurich Minas não conseguiu demonstrar no caso um nexo causal inequívoco entre os danos nas mercadorias e o transporte marítimo realizado pela Hamburg Sud. O magistrado entendeu que o termo de avarias foi realizado após a chegada, então mesmo excluindo a parte do transporte rodoviário, ainda não seria possível dizer, com certeza, de que a responsabilidade pelos problemas era da Hamburg Sud.</p>
<p>A decisão foi unânime.</p>
<p>Processo 1047322-03.2017.8.26.0002</p></div>
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			</div></p>
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