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	<title>Arquivos Roubos de carga &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Roubos de carga &#8211; SETCESP</title>
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		<title>São Paulo registra 3.470 roubos de carga em 2025, transporte redobra atenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 20:27:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte: Roubo de carga]]></category>
		<category><![CDATA[Roubos de carga]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de cargas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2025, o Brasil registrou 8.570 ocorrências, o que representa uma redução de 16,7% em relação ao ano anterior.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O estado de São Paulo segue entre os principais pontos de atenção no roubo de cargas no Brasil, em um cenário que continua desafiador para o Transporte Rodoviário de Cargas. De acordo com o levantamento anual da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística), o Rio de Janeiro lidera o ranking nacional de ocorrências, seguido por São Paulo, que mantém elevada concentração de registros.</p>
<p>Em 2025, o Brasil registrou 8.570 ocorrências, o que representa uma redução de 16,7% em relação ao ano anterior. Apesar da queda, o impacto econômico permanece elevado, com prejuízos diretos estimados em cerca de R$ 900 milhões, podendo ultrapassar R$ 1 bilhão ao considerar os efeitos indiretos.</p>
<p>No recorte estadual, os dados reforçam a relevância de São Paulo. Foram 3.470 ocorrências registradas no estado em 2025, número que evidencia a forte incidência do crime em regiões com grande densidade logística e intensa circulação de mercadorias, ao lado do Rio de Janeiro, que lidera com 3.777 registros.</p>
<p>A região Sudeste concentra a maior parte dos casos no país, refletindo um ambiente operacional mais exposto e complexo, onde a logística se encontra diretamente com áreas urbanas densas e corredores estratégicos de distribuição.</p>
<p>O levantamento também evidencia que o roubo de cargas está cada vez mais associado à atuação de grupos organizados, que operam com planejamento e foco em mercadorias de alta liquidez, como alimentos, combustíveis, medicamentos e eletroeletrônicos.</p>
<p>Outro ponto de atenção é o padrão das ocorrências, que se concentram principalmente em áreas urbanas e periurbanas, com abordagens durante o trajeto ou no momento das entregas, exigindo das empresas investimentos contínuos em tecnologia, inteligência e gestão de risco.</p>
<p>Para o presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (FETCESP), Carlos Panzan, os dados reforçam que, embora haja evolução nos indicadores, o cenário ainda exige atenção permanente.</p>
<p>“Os dados mostram uma redução relevante, mas ainda estamos diante de um volume expressivo de ocorrências. São Paulo, com a quantidade de registros de ocorrências, segue como um dos principais pontos de atenção do país, reflexo da sua relevância logística e da alta circulação de mercadorias. O roubo de cargas hoje está diretamente ligado a estruturas organizadas, que atuam com planejamento e foco em produtos de rápida comercialização, o que exige resposta contínua e integrada.”</p>
<p>Panzan reforça que a atuação conjunta segue como fator essencial para avançar no enfrentamento ao problema. “A FETCESP seguirá acompanhando esse cenário de forma próxima, em alinhamento com a NTC&amp;Logística e demais entidades do setor produtivo, contribuindo com informações, diálogo e iniciativas que fortaleçam a segurança no Transporte Rodoviário de Cargas.”</p>
<p>O levantamento da NTC&amp;Logística reforça que o roubo de cargas segue como um dos principais desafios do setor no Brasil, impactando diretamente os custos operacionais, a eficiência logística e a competitividade, além de gerar reflexos em toda a cadeia de abastecimento.</p></div>
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		<title>Estratégia contra o crime organizado mantém queda de roubos de cargas em janeiro em SP</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/estrategia-contra-o-crime-organizado-mantem-queda-de-roubos-de-cargas-em-janeiro-em-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 18:34:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[carga roubada]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao roubo de cargas]]></category>
		<category><![CDATA[Roubos de carga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Capital e Grande São Paulo tiveram redução de 27% nos crimes registrados.</p>
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<div class="elementor-widget-container"><em>Capital e Grande São Paulo tiveram redução de 27% nos crimes registrados</em></div>
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<p>Os roubos de carga seguem em queda em todo o estado de São Paulo, seguindo uma tendência dos últimos anos. Na capital paulista e Grande São Paulo, a queda nos registros criminais chegou a 27,5% na comparação com janeiro de 2025. O fortalecimento constante das ações de combate ao crime organizado contribuiu para a redução nos registros.</p>
<p>Segundo os dados da Secretária de Segurança Pública, na capital paulista e na Grande São Paulo, aconteceram 208 roubos de carga em janeiro deste ano. No mesmo período de 2025, foram registrados 287 boletins de ocorrência.</p>
<p>Só na capital paulista, a queda foi de 31,1%, passando de 167 ocorrências para 115 neste ano. Já na região metropolitana, foram 93 boletins de ocorrência, redução de 22,5% na comparação com janeiro de 2025.</p>
<p>Em todo o estado de São Paulo, foram 254 registros, enquanto no mesmo recorte do ano passado, aconteceram 350 casos — queda de 27,4%. A capital e a Grande São Paulo, que reúnem cerca de 36 milhões de habitantes, concentraram 82% do total de registros de roubos de carga de todo o território paulista. </p>
<p>A diminuição do índice está atrelada às ações de inteligência em conjunto das polícias: Civil, Militar, Rodoviária, o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), da Secretaria da Segurança Pública, além de outros órgãos que atuam em conjunto. </p>
<p>Com o apoio integrado de outras equipes, as forças de segurança buscam minar organizações criminosas que são responsáveis pelo roubo, receptação e comércio das cargas.</p>
<p>Em janeiro, a Polícia Civil desarticulou uma quadrilha envolvida no roubo de carga de produtos importados. O flagrante aconteceu em Guarulhos, na Grande São Paulo. Oito pessoas foram presas.</p>
<p>No final do ano passado, o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), realizou uma operação contra um bando especializado em roubos de carga, principalmente de cigarros, que contava com a colaboração direta de prestadores de serviços de empresas vítimas. Quatro pessoas envolvidas no crime foram presas em São Paulo, Guarulhos e Atibaia.</p>
<p>“A gente quer pegar o indivíduo que guarda essa carga, que vende a carga e que lava o dinheiro do crime. É assim que vamos descapitalizar e sufocar essas organizações criminosas. Além de prendermos os ladrões, também atuamos para combater os receptadores em todo o estado”, afirmou o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico Gonçalves.</p>
<p><strong>Programa SP Carga</strong></p>
<p>O sistema de informações e prevenção a crimes praticados contra o transporte de cargas (SP Carga) foi desenvolvido pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo para auxiliar na prevenção e gestão de risco relacionados à modalidade criminal. </p>
<p>Para garantir a eficácia — já vista no estado de São Paulo por meio da queda dos índices criminais —, o programa reúne membros das Polícias Civil, Militar, Técnico-Científica e Federal, além do Comando Integrado de Comando e Controle (CICC), Programa de Prevenção de Furtos e Roubos de Carga (Procarga) e da Diretoria de Consolidação de Dados Estatísticos (DCDE), da SSP.</p>
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		<title>Mais de 10 mil roubos de carga foram registrados no país em 2024</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/mais-de-10-mil-roubos-de-carga-foram-registrados-no-pais-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 16:26:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Roubos de carga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prejuízos são estimados em R$ 1,2 bilhão.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Problemas com a malha rodoviária e o elevado índice de roubo nas estradas são os maiores desafios enfrentados pelo transporte de cargas no país. Em 2024, dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) indicam que o país registrou, em média, 27 roubos de cargas por dia.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1654922&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1654922&amp;o=node" /></p>
<p><strong>O roubo de cargas no Brasil vem sendo grande fonte de receita para as quadrilhas especializadas. De acordo com o relatório de Análise de Roubo de Cargas, os ataques cresceram 24,8% no primeiro semestre de 2025.</strong> Dados da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística indicam que, em 2024, foram contabilizados 10.478 roubos de carga no país, com prejuízos estimados em R$ 1,2 bilhão.</p>
<p>Investimentos adicionais em segurança e tecnologia, atrasos nas entregas e necessidade de rotas mais longas para evitar áreas de risco comprometem toda a cadeia logística. Essas medidas elevam os custos repassados ao consumidor final e reduzem a competitividade dos produtos brasileiros no mercado.</p>
<p>Desde 2023, com a promulgação da Lei 14.599/23, a contratação dos seguros de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga (RCTR-C), o de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga (RC-DC) e o de Responsabilidade Civil de Veículo (RC-V) é obrigatória, o que tem impactado a procura pelos produtos de seguros.</p>
<p>Nos primeiros cinco meses deste ano, de acordo com dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a arrecadação do RC-DC cresceu 8,1%, alcançando R$ 570 milhões, enquanto as indenizações subiram 12,4%, totalizando R$ 239 milhões. Já o RCTR-C avançou 1,5%, somando R$ 721 milhões em prêmios, com pagamentos de quase R$ 520 milhões, alta de 5,2%.</p>
<h2>Portaria</h2>
<p><strong>O cenário deve ganhar novo impulso com a Portaria Suroc nº 27/2025, publicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) em 11 de agosto último. A norma prevê a suspensão do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) para empresas que não comprovarem a contratação dos seguros exigidos.</strong></p>
<p>Para o diretor de Relações Institucionais CNseg, Esteves Colnago, a portaria trará maior eficiência e controle para o exercício do transporte de cargas nas estradas brasileiras.</p>
<blockquote>
<p>“É de suma importância essa nova normativa da ANTT. Ela traz uma evolução no método de fiscalização, saindo de uma abordagem baseada em documentos físicos para um modelo digital e integrado, o que promete maior eficiência e controle sobre a obrigatoriedade da cobertura de seguros no transporte de cargas, aumentando a segurança para todos os envolvidos na cadeia logística”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>A comprovação poderá ser feita de duas formas: pela apresentação do frontispício (folha de rosto) da apólice ou do certificado de seguro à fiscalização da ANTT; ou pela verificação automática, por meio de intercâmbio de dados em tempo real entre a agência e as seguradoras (ou entidade que as represente).</p>
<p><strong>O sistema digital deverá estar plenamente implementado até 10 de março de 2026, prazo definido pelo Artigo 3º da portaria. Até lá, a ANTT disponibilizará às seguradoras um manual técnico para integração via webservice, garantindo o envio automático das informações relativas à contratação dos seguros.</strong></p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Rio de Janeiro ultrapassa São Paulo em roubo de cargas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/rio-de-janeiro-ultrapassa-sao-paulo-em-roubo-de-cargas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 14:24:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[Roubos de carga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Relatório compilado pela Nstech mostra o estado do Rio de Janeiro com 45,8% dos prejuízos totais com roubo de cargas no Brasil.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Relatório compilado pela Nstech mostra o estado do Rio de Janeiro com 45,8% dos prejuízos totais com roubo de cargas no Brasil</em></p>
<p>O Estado do Rio de Janeiro superou São Paulo em casos de roubo de cargas entre julho e setembro deste ano. A nstech, empresa que desenvolve softwares para a cadeia de suprimentos, divulgou o dado com base em informações das três gerenciadoras de risco do grupo: BRK, Buonny e Opentech.</p>
<p>De acordo com o relatório “Análise de Roubo de Cargas” da nstech, as viagens pelas estradas do Rio de Janeiro representaram 45,8% dos prejuízos totais com roubo de cargas no Brasil, um aumento em relação aos 12,7% registrados no mesmo período do ano anterior. São Paulo, que antes liderava como o polo mais crítico nessa questão, reduziu sua participação de 42,1% para 36,6%. Em Minas Gerais, o decréscimo foi ainda mais significativo, caindo de 26,7% para 7,1%.</p>
<p>Além disso, outros Estados também reduziram os índices de roubo de carga no último trimestre. Por exemplo, na Bahia, a participação, que era de 3% do total de sinistros desse tipo no País, caiu para 2,5%. No Paraná, o índice diminuiu de 4,3% para 1,6%. Goiás reduziu de 2,1% para 1,4%, Pernambuco de 1,9% para 1% e Alagoas de 1,9% para 1%.</p>
<p>Em contrapartida, alguns Estados registraram aumentos nos roubos de carga entre julho e setembro deste ano. No Ceará, a participação, que era de 0,8% desses crimes no Brasil, subiu para 1,6%. Ademais, no Maranhão, o índice também cresceu, passando de 0,9% para 1,3%.</p>
<p><strong>Sudeste concentra quase 90% dos roubos de carga no Brasil</strong></p>
<p>Conforme o relatório da nstech, a região Sudeste registrou aumento no percentual de prejuízos com roubo de cargas, impulsionado pelo crescimento na criminalidade no Rio de Janeiro. O índice subiu de 83,6% no terceiro trimestre de 2023 para 89,5% no mesmo período deste ano.</p>
<p>Por outro lado, o Nordeste apresentou uma redução de 1,7% na comparação entre os dois trimestres. Já na região Sul, o percentual caiu de 5,1% do total de prejuízos em 2023 para 1,6% em 2024. Além disso, o Centro-Oeste também registrou queda, passando de 2,1% para 1,4% no mesmo intervalo de comparação.</p>
<p>Todavia, no Norte, as operações gerenciadas pela nstech não registraram nenhuma ocorrência no terceiro trimestre de 2024.</p>
<p><strong>SP-330 é a rodovia de maior risco</strong></p>
<p>As áreas urbanas registraram os maiores prejuízos por roubo de cargas, especialmente em transportes de produtos fracionados e gêneros alimentícios. No terceiro trimestre de 2024, a sinistralidade nos trechos urbanos aumentou significativamente, passando de 17,5% no mesmo período de 2023 para 40%.</p>
<p>No transporte urbano, as cargas fracionadas representaram 66,7% dos prejuízos, seguidas por alimentos, com 24,7%. As rotas urbanas mais afetadas foram RJ x RJ (40,5%), RJ x SP (15,2%) e SP x SP (13,9%). No município do Rio de Janeiro, as abordagens somaram 55,6% do total de prejuízos em áreas urbanas, enquanto Japeri e Duque de Caxias ficaram em segundo e terceiro lugares, com 10,6% e 7,8%, respectivamente. Em São Paulo, os municípios de Sumaré e da capital paulista responderam por 10,1% do total sinistrado.</p>
<p>A SP-330 liderou em prejuízos por roubo de cargas durante o terceiro trimestre de 2024, concentrando 14,8% dos valores sinistrados. Em seguida, vieram a BR-116, com 12,9%, e a BR-101, com 5,6%. Os trechos que ligam SP x SP e GO x SP juntos representaram 62,4% dos prejuízos na rodovia. As tardes foram os períodos mais vulneráveis, acumulando 53,4% dos prejuízos, enquanto as segundas-feiras são os dias mais críticos, com 41,4% dos sinistros. As cargas mais visadas foram as fracionadas (41,1%), alimentos (34%), eletrônicos (12,6%) e bebidas (12%).</p>
<p>A BR-116 ocupou o segundo lugar entre as rodovias com maior percentual de sinistros no 3T24, com 12,9% dos prejuízos. No trecho RJ x MG, ocorreram 44,9% dos sinistros. Aproximadamente 40% das ocorrências aconteceram às quartas-feiras, com maior vulnerabilidade durante a noite (53,9% dos registros). Além das cargas fracionadas, as quadrilhas atacaram operações com produtos de higiene e limpeza, que juntos somaram 96,3% do valor sinistrado na BR-116.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/rio-de-janeiro-ultrapassa-sao-paulo-em-roubo-de-cargas/">Rio de Janeiro ultrapassa São Paulo em roubo de cargas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8216;O receptador de carga roubada está numa situação muito cômoda&#8217;</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-receptador-de-carga-roubada-esta-numa-situacao-muito-comoda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 17:25:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 74]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[roubo de carga]]></category>
		<category><![CDATA[Roubos de carga]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204613321</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tenho acompanhado de perto os números que envolvem este crime. Os dados mais recentes são estes de 2022, fechamos com um total de 13.089 ocorrências de roubo de cargas</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-receptador-de-carga-roubada-esta-numa-situacao-muito-comoda/">&#8216;O receptador de carga roubada está numa situação muito cômoda&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por Roberto Mira</em></p>
<p>Meu envolvimento com o assunto &#8216;roubo de cargas&#8217; começou em 1997, quando assumi a Coordenação da Assessoria de Segurança e do Grupo de Trabalho de Combate ao Roubo de Cargas (GTCRC), que na época existia no SETCESP. Nesse mesmo período também assumi a Coordenação da Comissão Nacional de Combate ao Roubo de Carga da NTC&amp;Logística.</p>
<p>Desde então tenho acompanhado de perto os números que envolvem este crime. Os dados mais recentes são estes de 2022, fechamos com um total de 13.089 ocorrências de roubo de cargas, conforme divulgado pela NTC&amp;Logística.</p>
<p>Se compararmos com 2017, onde houve o maior número de ocorrência nos últimos 10 anos, é uma redução de quase 50%. Embora essa mesma comparação entre 2017 e 2022, em termos de valores subtraídos, se revele bem menor. Uma diferença de R$370 mil reais.</p>
<p>Isso demonstra que os bandidos se especializaram nesse crime, e estão escolhendo suas vítimas a dedo. O crime está tão organizado a ponto de saber o que cada empresa transporta. E, claramente, eles estão de olho nas empresas que carregam cargas de alto valor agregado.</p>
<p>O ladrão de carga tem roubado por encomenda. Na outra ponta, ele encontra o receptador da carga roubada, que de fato está numa situação muito cômoda. Já temos medidas lá no Congresso para aumentar o apenamento dos infratores, mas que infelizmente, não andam.</p>
<p>Só quem tem a tecnologia do rastreador da carga – sem ser a do caminhão, consegue provar que o produto receptado é fruto de roubo. Essa tecnologia é basicamente um chip que chamamos de ‘isca’, em que colocamos junto com a mercadoria do cliente dentro das caixas na hora do carregamento. Então, se localizarmos a carga dentro de um estabelecimento suspeito, há como provar que ele é fruto de roubo.</p>
<p>São Paulo e o Rio de Janeiro são responsáveis por 85% das ocorrências desse tipo de crime, no Brasil. E, obviamente, se rouba mais aqui, porque também é o eixo econômico do país. A região onde se vende facilmente as mercadorias roubadas.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O mais grave de tudo isso é que alguns estados não estão mais dando continuidade ao Procarga que foi um programa de Combate ao Roubo, Furto e Receptação de Cargas criado há alguns anos, que engloba um grupo de representantes dos organismos policiais, judiciais e do setor privado.</p>
<p>Aqui em São Paulo eram um total de nove instituições, que incluíam Polícia Militar, Polícia Rodoviária do Estado, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, Ministério Público entre outros órgãos. No começo, nós transportadores participávamos ativamente com as forças de segurança nestas reuniões do Programa.</p>
<p>Nós precisamos que o Procarga volte a funcionar como já funcionou anos atrás. Aliás, temos dado bastante ênfase à desatenção das Secretarias de Segurança dos estados em relação ao Procarga.</p>
<p>As entidades do setor já estão verificando o que pode ser melhorado junto às forças de segurança para combater o crime de roubo de cargas. Eu mesmo, sempre cobro às autoridades.</p>
<p>Agora, aconselho também que todo empresário dê a devida atenção a este assunto, e mais uma vez aviso, que fale com seus parlamentares para tirar das gavetas lá do Congresso as ações que nós temos, para a punição do receptador de carga roubada.</p>
<p>Outra coisa é a questão do saque. Também há Projetos de Lei como o nº 3143/23, que pretende penalizar com mais rigor a pessoa que comete estes crimes, incluindo a pena de reclusão de três a oito anos, se o roubo for proveniente de cargas de veículos acidentados em rodovias.</p>
<p>Deixo as minhas recomendações para que as empresas que trabalham com carga de alto valor agregado tomem cuidados, como ter o caminhão rigorosamente rastreado, com câmeras e iscas de segurança. Os empresários têm que se prevenir com dispositivos de segurança, ajudando no combate ao crime. Escolta armada também funciona.</p>
<p>Se nós transportadores decidimos oferecer ao mercado esta atividade de transporte então, temos que prestar um bom serviço. O bom serviço de transporte passa pela segurança dos produtos dos nossos clientes.</p>
<p>Não é só pôr o caminhão na estrada, nosso trabalho só acaba na entrega final, em que a carga é recebida perfeita, sem faltar nada, sem roubo algum e sem que qualquer coisa esteja quebrada.</p>
<p>Eu penso que assim nós vamos caminhar positivamente. Eu tenho esperança que nós vamos baixar mais esses índices.</p>
<p><em>Roberto Mira é vice-presidente do SETCESP e vice-presidente de segurança da NTC&amp;Logística.</em></p></div>
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		<title>Roubos de carga crescem 61,5% no Alto Tietê em outubro deste ano</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/roubos-de-carga-crescem-615-no-alto-tiete-em-outubro-deste-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2019 16:56:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Alto Tietê]]></category>
		<category><![CDATA[Roubos de carga]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Estado de Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Registros saltaram de 26 para 42 ocorrências na comparação com o mesmo mês do ano passado. Itaquaquecetuba liderou em outubro com 20 casos.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/roubos-de-carga-crescem-615-no-alto-tiete-em-outubro-deste-ano/">Roubos de carga crescem 61,5% no Alto Tietê em outubro deste ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_5 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Registros saltaram de 26 para 42 ocorrências na comparação com o mesmo mês do ano passado. Itaquaquecetuba liderou em outubro com 20 casos.</em></p>
<p>Os registros de roubo de carga cresceram 61,5% no Alto Tietê em outubro deste ano, em comparação com o mesmo mês de 2018. A elevação, segundo os dados divulgados na última sexta-feira (29) pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), foi de 24 para 42 casos. Vinte deles foram em Itaquaquecetuba.</p>
<p>Outro destaque no mês foi a redução de 70% nos homicídios culposos (sem intenção) por acidente de trânsito, que caíram de 10 para 3. Já a lesão corporal no trânsito registrou uma leve elevação, de 102 para 110 casos. O latrocínio reduziu também de dois para um.</p>
<p>Os indicadores da SSP mostram ainda a elevação de 1008 para 1030 casos de furtos em geral, o que representa + 2%. Os demais indicadores de furtos e roubos caíram, sendo de 800 para 791 nos roubos em geral (-2%), de 268 para 176 no roubo de veículo (-34%) e furto de veículo de 299 para 285 (-4,6%).</p></div>
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