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	<title>Arquivos infraestrutura &#8211; SETCESP</title>
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	<title>Arquivos infraestrutura &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Brasil investe só 0,13% do PIB em transportes e fica entre os piores do mundo em infraestrutura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 20:33:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os investimentos públicos em infraestrutura de transportes no Brasil continuam em patamar considerado baixo e distante do necessário para sustentar a modernização logística do país. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Segundo levantamento do ILOS, o patamar ainda está distante do necessário para modernização da infraestrutura e amplia dependência das rodovias</em></p>
<p>Os investimentos públicos em infraestrutura de transportes no Brasil continuam em patamar considerado baixo e distante do necessário para sustentar a modernização logística do país. Segundo levantamento do Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS) analisado pela Agência Transporte Moderno, após atingir R$ 33 bilhões em 2010 e R$ 31 bilhões em 2011, os aportes recuaram de forma consistente ao longo da última década e, nos últimos anos, oscilaram entre R$ 8 bilhões e R$ 15 bilhões, mesmo com correção pela inflação.</p>
<p>Em 2025, os investimentos públicos somaram R$ 14 bilhões, com forte concentração no modal rodoviário e baixa participação de ferrovias, hidrovias e outros sistemas de transporte. Segundo estimativas do setor, cerca de metade dos investimentos totais em infraestrutura de transportes no país foi realizada pelo setor público, enquanto a outra metade ficou a cargo da iniciativa privada.</p>
<p>Apesar de uma leve recuperação em relação aos níveis mais baixos observados entre 2021 e 2022, o volume investido ainda é considerado insuficiente. No ano passado, o Brasil destinou o equivalente a apenas 0,13% do PIB à infraestrutura de transportes, percentual bastante inferior aos cerca de 2% do PIB ao ano apontados como necessários para manutenção, expansão e modernização da malha logística nacional.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-55120" src="https://storage.transportemoderno.com.br/uploads/2026/05/Sem-titulo-1-800x450.jpg" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" srcset="https://storage.transportemoderno.com.br/uploads/2026/05/Sem-titulo-1-800x450.jpg 800w, https://storage.transportemoderno.com.br/uploads/2026/05/Sem-titulo-1-400x225.jpg 400w, https://storage.transportemoderno.com.br/uploads/2026/05/Sem-titulo-1-768x432.jpg 768w, https://storage.transportemoderno.com.br/uploads/2026/05/Sem-titulo-1-1536x864.jpg 1536w, https://storage.transportemoderno.com.br/uploads/2026/05/Sem-titulo-1-848x478.jpg 848w, https://storage.transportemoderno.com.br/uploads/2026/05/Sem-titulo-1.jpg 1600w" alt="" width="800" height="450" /></p>
<p><strong>Patamar baixo entre as principais economias</strong><br />O professor de Supply Chain da Fundação Dom Cabral, Paulo Resende, explicou à reportagem que o Brasil mantém um dos menores níveis de investimento em infraestrutura de transportes entre as 20 maiores economias do mundo. “Os investimentos públicos em infraestrutura de transportes no Brasil continuam sendo os menores em relação ao PIB nas vinte principais economias do mundo. É um patamar baixo diante do que o Brasil precisa, considerando que a nossa infraestrutura é historicamente muito ruim, principalmente agora com uma nova demanda e um crescimento de demanda impressionante na área dos granéis agrícolas”, afirma.</p>
<p>Ele destaca ainda que setores como agronegócio e base florestal dependem de alternativas mais eficientes ao modal rodoviário. “Eu destaco os granéis agrícolas, e poderíamos também incluir celulose, papel e outros granéis minerais, que estão extremamente dependentes de modos de transporte que não são rodovias”, completa.</p>
<p>A restrição de investimentos impacta diretamente a estrutura de transporte do país, ao limitar a expansão de modais mais eficientes, como ferrovias e hidrovias, e manter a forte dependência do sistema rodoviário. Além disso, a falta de recursos compromete a qualidade da infraestrutura existente, aumentando gargalos operacionais, segundo o professor.</p>
<p>Na prática, o cenário resulta em maiores custos logísticos para empresas, menor previsibilidade nas operações, aumento do tempo de trânsito de cargas e redução da competitividade do Brasil no comércio interno e externo.</p></div>
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		<title>Debatedores apontam problemas regulatórios e de infraestrutura no transporte de cargas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/debatedores-apontam-problemas-regulatorios-e-de-infraestrutura-no-transporte-de-cargas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:52:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de cargas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A insegurança jurídica provocada por interpretações conflitantes de novas legislações, como a lei de seguros de cargas e a do piso mínimo de frete. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>25º Seminário Brasileiro do Transporte Rodoviário de Cargas foi realizado nesta quarta-feira (6) na Câmara dos Deputados</em></p>
<p>A insegurança jurídica provocada por interpretações conflitantes de novas legislações, como a lei de seguros de cargas e a do piso mínimo de frete, somada aos entraves na infraestrutura e à criminalidade logística, representa hoje o principal conjunto de desafios para o transporte de mercadorias no país.</p>
<p>O diagnóstico foi um dos pontos do debate realizado nesta quarta-feira (6), durante o 25º Seminário Brasileiro do Transporte Rodoviário de Cargas, promovido pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados.</p>
<p>O presidente da comissão, deputado Claudio Cajado (PP-BA), destacou que a eficiência do setor é estratégica para a economia nacional, visto que é a principal forma de escoamento da produção brasileira.</p>
<p>“O transporte rodoviário de cargas é um elo logístico, ao mesmo tempo em que é um vetor de competitividade”, afirmou o parlamentar. “Sua eficiência impacta diretamente o Custo Brasil, influi na formação de preços, afeta a produtividade das empresas e, em última instância, repercute no bem-estar da população.”</p>
<p>Segurança jurídica<br />O presidente do Sistema Transporte, que inclui a Confederação Nacional do Transporte (CNT), Vander Costa, pontuou que o setor enfrenta batalhas jurídicas importantes, como as que envolvem a tabela de fretes, que é questionada por violação da livre iniciativa e da concorrência.</p>
<p>“A tabela de frete é um tema que está no Supremo Tribunal Federal (STF) para ser votado. A melhor solução para nós, empresários do transporte, é que seja votado para a gente poder cumprir a legislação”, defendeu Costa.</p>
<p>No Congresso, também está em análise a Medida Provisória 1343/26, que vai na direção contrária ao questionamento de inconstitucionalidade da lei e pune contratantes que desrespeitem o piso do frete.</p>
<p>O consultor jurídico da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) Rodrigo Kaufmann classificou a MP como “sanção política”. “Não há interesse nenhum dos setores produtivos que dependem do transporte rodoviária de cargas de achatar o rendimento dos caminhoneiros”, declarou.</p>
<p>Kaufmann pediu diálogo para resolver o impasse.</p>
<p><strong>Criminalidade</strong><br />Por sua vez, o presidente da NTC&amp;Logística, Eduardo Rebuzzi, alertou para desafios na segurança pública e no mercado de trabalho, citando uma defasagem superior a 100 mil motoristas no setor. Ele disse que o roubo de cargas transcende a questão financeira.</p>
<p>“Não estou falando apenas de perdas financeiras, estou falando de vidas em risco, insegurança nas estradas e impactos diretos na economia nacional”, apontou Rebuzzi.</p>
<p><strong>Investimentos</strong><br />Em sua fala, o diretor de Programa do Ministério dos Transportes, Anderson Lessa, ressaltou que o governo federal vive um ciclo inédito de investimentos, buscando ampliar a capacidade da malha rodoviária tanto por obras públicas quanto por concessões.</p>
<p>Para ele, o sucesso das políticas públicas depende diretamente do consenso com quem opera o sistema. “Não existe definição de política pública sem esse diálogo. Como é que eu vou definir uma política pública se eu não dialogo, se eu não conheço a realidade?”, indagou.</p>
<p>Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>
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		<title>Acidentes em rodovias federais geram custo de R$ 16,8 bilhões e expõem desafios de comportamento e infraestrutura</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/infraestrutura/acidentes-em-rodovias-federais-geram-custo-de-r-168-bilhoes-e-expoem-desafios-de-comportamento-e-infraestrutura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 18:15:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[rodovias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil registrou 72.476 acidentes em rodovias federais, em 2025, com 6.040 mortes, segundo o Panorama CNT de Acidentes Rodoviários 2025. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Levantamento da CNT aponta estabilidade nos índices, mas mantém alerta para falhas humanas e condições das vias como fatores centrais</em></p>
<p>O Brasil registrou 72.476 acidentes em rodovias federais, em 2025, com 6.040 mortes, segundo o Panorama CNT de Acidentes Rodoviários 2025. Além do impacto humano, os episódios geram efeitos expressivos sobre a economia. O custo total estimado alcançou R$ 16,8 bilhões no ano, sendo R$ 9,98 bilhões relacionados a ocorrências com vítimas; e R$ 6,36 bilhões associados a acidentes com mortes.</p>
<p>Na comparação com 2024, houve leve redução nos indicadores, com queda de 0,9% no total de acidentes e de 1,8% no número de vítimas fatais. Apesar disso, o cenário ainda inspira preocupação para a segurança viária no país.</p>
<p>Entre as principais causas, estão falhas de conduta dos motoristas, como ausência de reação (15,8%), reação tardia ou ineficiente (14,9%) e acesso à via sem observar outros veículos (9,8%). Também se destacam a falta de distância de segurança e a velocidade incompatível. Nos casos com mortes, comportamentos de maior risco ganham relevância, como trafegar na contramão (15,9%) e realizar ultrapassagens indevidas (6,7%).</p>
<p>As colisões concentram a maior parte dos registros, com 61,8% dos acidentes e 64,0% das mortes, seguidas por saída de pista, capotamentos e atropelamentos. Embora a maioria das ocorrências aconteça durante o dia, o período noturno apresenta maior letalidade: 47,8% das mortes são registradas à noite, mesmo com o menor fluxo de veículos, cenário associado à baixa visibilidade, à fadiga e a maiores velocidades.</p>
<p>Os fins de semana também concentram mais riscos. Sábado e domingo respondem por cerca de 16% dos acidentes cada; enquanto o domingo, isoladamente, reúne 19,6% das mortes. O padrão indica a influência de viagens mais longas, deslocamentos de lazer e comportamentos de maior risco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Infraestrutura segue como fator determinante</p>
<p>O levantamento reforça que a redução dos acidentes depende de ações integradas. “A diminuição consistente dos acidentes depende de melhorias na infraestrutura, fiscalização mais efetiva e mudanças no comportamento dos condutores”, afirma a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.</p>
<p>A Pesquisa CNT de Rodovias 2025 evidencia que condições como pavimento, sinalização e geometria da via influenciam diretamente a segurança ao afetar a capacidade de reação dos motoristas e as condições de circulação.</p>
<p>Os dados mostram que mais da metade da malha avaliada apresenta algum tipo de deficiência no pavimento. Além disso, 49,6% das rodovias têm sinalização classificada como Regular, Ruim ou Péssima, comprometendo a orientação dos condutores. Também foram identificados problemas de geometria em 62,2% da extensão analisada, como curvas perigosas e ausência de faixas adicionais, fatores que aumentam a complexidade da condução e contribuem para a ocorrência e a gravidade dos acidentes.</p></div>
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		<item>
		<title>Risco financeiro é maior preocupação na infraestrutura, aponta pesquisa</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/risco-financeiro-e-maior-preocupacao-na-infraestrutura-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 18:20:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Risco financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um levantamento inédito feito pela KPMG apontou que o “risco financeiro” é a maior preocupação de tomadores de decisão do setor de infraestrutura no Brasil.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>KPMG ouviu tomadores de decisão do setor; “contexto político e econômico” é o maior desafio</em></p>
<p>Um levantamento inédito feito pela KPMG apontou que o “risco financeiro” é a maior preocupação de tomadores de decisão do setor de infraestrutura no Brasil.</p>
<p>A consultoria ouviu cem presidentes, conselheiros, executivos e outras lideranças. Um total de 41% definiu o tema como aquele que mais tira o sono de quem atua na área.</p>
<p>“É um reflexo da elevada taxa de juros. Desmotiva os investimentos e diminui a industrialização”, explica Cláudio Graef, sócio da área de entrega e gestão de ativos de infraestrutura da KPMG para a América Latina.</p>
<p>A preocupação é justificada com os recentes pedidos de recuperação extrajudicial divulgados neste mês de março, como o caso da Raízen e do grupo varejista GPA.</p>
<p>Grael lembra que os investimentos em infraestrutura são de longo prazo e que as taxas altas trazem impactos importantes na previsão de recursos dos projetos. “Claro que tudo é estudado e previsto, mas a preocupação financeira permanece”, sintetiza.</p>
<p>Os entrevistados apontaram outras preocupações na segunda edição da pesquisa “Infraestrutura: perspectivas e oportunidades de investimentos.”</p>
<p>Em segundo lugar, aparecem as questões regulatórias (32%), seguidas pelas incertezas trabalhistas e falta de mão de obra qualificada (29%) e o cenário político (27%).</p>
<p>Também surgiram outros riscos: cadeia de suprimento (20%), climático e cambial (10% cada), licenciamento ambiental (7%) e cibernético (2%).</p>
<p>Desafios <br />O trabalho também apontou que o “contexto político e econômico” é considerado o principal desafio do segmento, recebendo 31% das menções.</p>
<p>“O mundo está olhando para o Brasil. O pipeline de projetos é grande e o ano eleitoral sempre gera incertezas”, explica Graef citando o volume de R$ 700 bilhões incluídos no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).</p>
<p>Segundo ele, o país avançou na regulação mas a modelagem é toda baseada em capital privado, gerando alto risco para os investidores.</p>
<p>Também são desafios importantes, para os líderes das empresas de infraestrutura, o financiamento (27%) e o licenciamento ambiental (14%).</p>
<p>Entrevistados <br />Entre os entrevistados pela pesquisa, a maior parte atua em de construção civil (43%) e rodovias (33%). Também participaram representantes do setor ferroviário (17%), portos (5%) e aeroportos (2%). Em relação ao tipo de atuação, 70% das empresas participantes se identificaram como prestadoras de serviço, 16% atuam como investidores, 10% como concessionárias e apenas 3% como representantes do setor público.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>ANTT participa da 4ª Reunião do Fórum TRC para Modernizar o Transporte de Cargas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/antt-participa-da-4a-reuniao-do-forum-trc-para-modernizar-o-transporte-de-cargas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dandara Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 18:31:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[piso mínimo de frete]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204643076</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com foco no piso mínimo de frete e na infraestrutura nacional, colegiado reúne governo e setor rodoviário no Ministério dos Transportes para unificar estratégias de eficiência logística.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Com foco no piso mínimo de frete e na infraestrutura nacional, colegiado reúne governo e setor rodoviário no Ministério dos Transportes para unificar estratégias de eficiência logística.</p>
<p>Brasília se tornou, nesta terça-feira (27/1), o epicentro das discussões sobre o futuro da logística nacional com a realização da 4ª Reunião do Fórum Permanente para o Transporte Rodoviário de Cargas (Fórum TRC). O encontro ocorreu no auditório Lourenço Chehab, no Ministério dos Transportes, e marcou um passo decisivo na articulação entre o Governo Federal e os principais pilares do setor, representado por transportadores autônomos, empresas de carga e embarcadores. Sob a coordenação do Ministério dos Transportes, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) participou do evento, que busca consolidar um ambiente de diálogo técnico e político capaz de harmonizar os interesses de quem move a economia do país em nossas rodovias.</p>
<p>Ao longo do dia, caminhoneiros e caminhoneiras se reuniram com transportadoras e embarcadores na mesma mesa, para debater temas que impactam diretamente a vida das pessas que vivem na rodovia. A pauta técnica do encontro refletiu os desafios imediatos da categoria. Um dos destaques foi a apresentação de Hugo Leonardo Cunha Rodrigues, Superintendente de Fiscalização da ANTT (SUFIS), que levou ao fórum os números atualizados da fiscalização do piso mínimo de frete, tema central para a sustentabilidade dos Transportadores Autônomos de Carga (TAC).</p>
<p>Complementando a discussão regulatória, Gizelle Coelho Netto, Superintendente substituta da ANTT de Cargas e Multimodal, abordou os principais pleitos colhidos na consulta pública sobre a metodologia de cálculo do frete, trazendo as vozes do mercado para dentro do processo de modernização normativa. A infraestrutura e o bem-estar no trecho serão abordados por Maria Campos Porto, do Ministério dos Transportes. Ela detalhou a metodologia dos Pontos de Parada e Descanso (PPD) do DNIT.</p>
<p>Mais do que um espaço de palestras, o Fórum TRC reafirma seu papel como o colegiado máximo de concertação do setor, integrando as visões da ANTT e do DNIT com a realidade prática de quem está na ponta da cadeia logística. A presença da Secretária Nacional de Transporte Rodoviário, Viviane Esse, sublinha o peso institucional de um encontro que visa não apenas diagnosticar gargalos, mas unificar esforços para que o transporte rodoviário de cargas ganhe em competitividade, segurança jurídica e eficiência operacional, com atuação integrada da ANTT.</p>
<p><strong>Resgate histórico e institucional</strong><br />O Fórum TRC, criado originalmente em 2014, nasceu com a missão de ser o canal oficial de interlocução para prevenir crises e estruturar o setor. Após períodos de baixa atividade em gestões anteriores, o Fórum foi revitalizado e ganhou novo fôlego em 2025, sob a nova diretriz do Governo Federal de priorizar o diálogo social, o que consolidou agora, em 2026, sua quarta reunião nesta fase de plena atividade, estabelecendo-se como a ferramenta indispensável para a governança do transporte rodoviário brasileiro.</p></div>
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		<title>Investimentos em infraestrutura devem impulsionar crescimento do PIB em 0,3%, afirma Renan Filho</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/investimentos-em-infraestrutura-devem-impulsionar-crescimento-do-pib-em-03-afirma-renan-filho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 17:06:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em audiência pública no Senado Federal, ministro apresentou planos da pasta para os próximos anos.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Para acompanhar o crescimento da produção nacional de grãos, estimada em 332,9 milhões de toneladas para a safra 2024/2025, o Governo Federal planeja investir R$ 260 bilhões em infraestrutura rodoviária e ferroviária nos próximos dois anos. A informação foi apresentada pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, nesta terça-feira (20), durante audiência pública na Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) do Senado Federal.</p>
<p>De acordo com Renan, os recursos serão levantados tanto por meio de aportes públicos quanto privados, em uma carteira de projetos que inclui cerca de 48 concessões, com 9 processos concorrenciais já realizados pela pasta.</p>
<p>“Somente os investimentos em infraestrutura vão adicionar, por ano, 0,3% ao PIB (Produto Interno Bruto), com certeza, já contratados, podendo chegar a 0,5% no crescimento do PIB&#8221;, afirmou.</p>
<p>O ministro destacou a necessidade de garantir que a infraestrutura de transportes atenda à demanda para o escoamento das mercadorias agrícolas aos canais de exportação e para a distribuição no mercado interno. A previsão é que sejam leiloados para gestores privados mais de 25 mil quilômetros de trechos da União, totalizando R$ 475 bilhões até o final de dezembro de 2026.</p>
<p>“O Brasil é o país do escoamento da produção por caminhão. E uma boa parcela da produção tem que encontrar os portos para ser exportada para o mundo inteiro&#8221;, ressaltou.</p>
<p>Na lista do modal rodoviário, constam 32 otimizações contratuais e projetos importantes para a economia, como a Rota Agro (BR-060/364/GO/MT), a Rota do Recôncavo (BR-116/324/BA), a Autopista Fluminense (BR-101/RJ), entre outros. Renan Filho pontuou que a proposta do Executivo é trazer mais segurança para os motoristas que percorrem as estradas do Brasil, proporcionando uma maior qualidade de vida para aqueles que estão em deslocamento a passeio, além de melhorias nas condições dos serviços para os profissionais do transporte de cargas.</p>
<p>“Cada pneu de caminhão custa R$ 5 mil. E o pedágio é R$ 10, R$ 9, R$ 11. Isso porque não estou comparando com a virada de caminhão, pois essa não tem preço: perde-se a carga, o equipamento e, muitas vezes, a vida do motorista e das pessoas que estão ali. E isso ocorre muito mais quando a pista é simples, sem investimento&#8221;, complementou.</p></div>
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		<title>Maioria dos indicadores de infraestrutura tem alta no 1º semestre</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/maioria-dos-indicadores-de-infraestrutura-tem-alta-no-1o-semestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 15:37:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento da Confederação Nacional da Indústria diz que só consumo de petróleo e derivados recuaram no período.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A CNI (Confederação Nacional da Indústria) publicou nesta 2ª feira (23.set.2024) um relatório que diz que 12 dos 14 indicadores de infraestrutura registraram alta no 1º semestre de 2024 em comparação com o mesmo período do ano anterior. O levantamento considera como indicadores do setor dados como consumo de energia elétrica, tráfego de veículos em rodovias federais, dentre outros.</p>
<p>Segundo o relatório, só o consumo de petróleo e de derivados apresentou retração. Na 1ª metade do ano, o país consumiu 326.638 milhões de barris de petróleo, um recuo de 12,75% ante 2023. Já o consumo de derivados de petróleo foi de 424.564 barris, 0,15% a menos do que no 1º semestre do ano anterior.</p>
<p>O tráfego de caminhões em rodovias federais com pedágios foi o que registrou a maior alta entre os indicadores de infraestrutura monitorados. O fluxo de veículos pesados nas estradas cresceu 10,82% no 1º semestre de 2024 na comparação com o mesmo período do ano passado.</p>
<p>“A alta expressiva do tráfego de veículos pesados tem relação direta com o crescimento da venda de caminhões novos no período (10,2%), reflexo do aumento do transporte de cargas nas estradas brasileiras. Atualmente, 62% das cargas no país são levadas por caminhões. Para efeito de comparação, 19% das cargas são transportadas de trem; 14% por navios; e apenas 0,1% por aviões. Se excluídos os transportes de minérios e combustíveis, as estradas responderiam por 85% da matriz de transporte no Brasil”, diz o levantamento.</p>
<p><strong>Leia abaixo o resultado de cada indicador: </strong></p>
<p>energia elétrica consumo industrial de energia elétrica (4,11%)<br />consumo de energia elétrica das demais classes (8,95%)</p>
<p><strong>petróleo e derivados</strong></p>
<p>consumo aparente de petróleo (-12,57%)</p>
<p>consumo aparente de derivados (-0,15%)</p>
<p><strong>transporte marítimo</strong> </p>
<p>comércio exterior (5,69%)</p>
<p>cabotagem (3,94%)</p>
<p><strong>transporte aéreo </strong></p>
<p>passageiros pagos (4,37%)</p>
<p>carga paga e correios (7,29%)</p>
<p><strong>transporte rodoviário</strong> </p>
<p>tráfego de veículos pesados em rodovias federais pedagiadas (10,82%)</p>
<p>tráfego de veículos leves em rodovias federais pedagiadas (5,87%)</p></div>
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		<title>Investimento em infraestrutura de transportes no Brasil dispara e atinge melhor marca desde 2014</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/investimento-em-infraestrutura-de-transportes-no-brasil-dispara-e-atinge-melhor-marca-desde-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 12:49:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[transportes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Observatório Nacional de Transporte e Logística mostra que o país atingiu a marca de R$13 bilhões em recursos.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>eça-chave para estimular o desenvolvimento e a integração do país, a infraestrutura de transportes recebe cada vez mais investimentos do Governo Federal e atinge a marca de R$13,74 bilhões em 2023, valor 80% maior que o destinado em 2022.</p>
<p>Isso é o que mostra a nova edição do Anuário Estatístico do Transportes, publicação do Ministério dos Transportes, elaborada em conjunto com a Infra S.A. e que foi lançada nesta quinta-feira (1).</p>
<p>De acordo com o levantamento, a última vez em que o país chegou a R$13 bilhões em investimentos foi em 2014. Os recursos privados no setor também foram destaque em 2023, com R$25,39 bilhões: uma alta de 57,7% em relação ao ano anterior.</p>
<p>As informações disponíveis na oitava edição do Anuário Estatístico do Transportes foram condensadas pelo Observatório Nacional de Transporte e Logística. O documento traz os índices econômicos e dados das principais cadeias produtivas do país, os quantitativos de infraestrutura de todos os modais, investimentos públicos e privados no setor, movimentação de cargas e de passageiros, além de acidentes de tráfego e meio ambiente.</p>
<p>O Anuário é um instrumento importante para guiar os investimentos futuros e planejar soluções para os setores logístico e de transportes do país. Chama atenção, por exemplo, o aumento de transporte de soja e milho com destino às instalações portuárias. Em 2022 foram 120 milhões de toneladas transportadas, já em 2023 o número saltou para 154,8 milhões: um aumento de 28,1% de carga transportada via ferrovias, navegação interior e rodovias.</p>
<p>Outras informações relevantes, desde 2010, estão disponíveis no link abaixo:<br /><a class="external-link" title="" href="https://ontl.infrasa.gov.br/paineis-analiticos/painel-anuario-estatistico/" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">https://ontl.infrasa.gov.br/paineis-analiticos/painel-anuario-estatistico/</a> </p></div>
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		<title>Encontro entre ANTT e ABCR reforça colaboração para avanços na infraestrutura rodoviária brasileira</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/encontro-entre-antt-e-abcr-reforca-colaboracao-para-avancos-na-infraestrutura-rodoviaria-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 13:23:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ABCR]]></category>
		<category><![CDATA[ANTT]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[rodoviária brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reunião reafirmou compromisso entre as instituições em promover ações que beneficiam os usuários.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Na tarde dessa segunda-feira (16/7), a sede da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em Brasília, foi palco de mais uma importante reunião com a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias &#8211; Melhores Rodovias do Brasil (ABCR). O encontro contou com a presença do diretor-geral da ANTT, Rafael Vitale, do diretor -presidente da ABCR, Marco Barcelos, do secretário Executivo de Parcerias em Investimentos PPI/SP, André Isper, além de representantes de diversas associações e concessionárias do setor regulado.</p>
<p>Reuniões com a ABCR, bem como com outras entidades, são parte da agenda constante da ANTT para a manutenção das atividades ligadas aos transportes terrestres no Brasil. O compartilhamento de informações entre as instituições é fundamental para as relações entre regulador, entes regulados e usuários dos transportes terrestres.</p>
<p>As discussões enfatizaram a necessidade contínua de intercâmbio de informações e colaboração estreita entre as instituições para aprimorar cada vez mais a infraestrutura e a segurança das rodovias brasileiras. Na ocasião, foram atualizados os status dos contratos vigentes, além de suas respectivas otimizações, com revisões e melhorias para eficiência operacional.</p>
<p>A <a class="external-link" title="" href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-622-de-28-de-junho-de-2024-569046197" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Portaria nº 622</a>, do Ministério dos Transportes, foi outro ponto de destaque, estabelecendo diretrizes para a alocação de recursos em contratos de concessão rodoviária, com foco na infraestrutura resiliente e na transição energética. A iniciativa, além de melhorar as condições das rodovias, contribuirá para a redução das emissões de gases de efeito estufa.</p>
<p>Também foi falado sobre o ofício enviado às concessionárias, com vistas ao aprimoramento dos parâmetros operacionais; a edição da <a class="external-link" title="" href="https://anttlegis.antt.gov.br/action/ActionDatalegis.php?acao=detalharAto&amp;tipo=INM&amp;numeroAto=00000018&amp;seqAto=ATT&amp;valorAno=2023&amp;orgao=DG/ANTT/MT&amp;codTipo=&amp;desItem=&amp;desItemFim=&amp;cod_menu=5408&amp;cod_modulo=161&amp;pesquisa=true" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Instrução Normativa (IN) 18/2023</a> e o Protocolo de Crise. Outro ponto de destaque foi a <a class="external-link" title="" href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-241-de-6-de-marco-de-2024-547024351" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Portaria nº 241/2024</a>, que institui a política pública de diversificação dos meios de pagamento nas praças de pedágio das rodovias federais, com discussão baseada na necessidade de adaptar as infraestruturas de pagamento aos avanços tecnológicos, incluindo o PIX por aproximação, previsto para ser lançado até 28 de fevereiro de 2025.</p>
<p class="callout">&gt;&gt;&gt; <a class="external-link" title="" href="https://www.gov.br/antt/pt-br/centrais-de-conteudo/fotografias/reunioes/cdmr-antt-e-abcr-15-07-24" target="_self" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="" rel="noopener">Acesse aqui para ver todas as fotos da reunião entre ANTT e ABCR</a> &lt;&lt;&lt;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Foto: divulgação Agência Nacional de Transportes Terrestres &#8211; ANTT</em></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/encontro-entre-antt-e-abcr-reforca-colaboracao-para-avancos-na-infraestrutura-rodoviaria-brasileira/">Encontro entre ANTT e ABCR reforça colaboração para avanços na infraestrutura rodoviária brasileira</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Evento Infraconnect debate infraestrutura e conectividade na ANTT</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/evento-infraconnect-debate-infraestrutura-e-conectividade-na-antt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 15:14:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANTT]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Infraconnect]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204621421</guid>

					<description><![CDATA[<p>Iniciativa explorou temáticas atuais, tendências e possibilidades de ações conjuntas entre entidades do setor.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/evento-infraconnect-debate-infraestrutura-e-conectividade-na-antt/">Evento Infraconnect debate infraestrutura e conectividade na ANTT</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_9 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) realizaram, nesta terça-feira (12), o Infraconnect, evento interagências voltado ao debate sobre infraestrutura, conectividade, desenvolvimento sustentável, gestão dos ativos e panoramas para o futuro entre os setores. O objetivo foi explorar potencialidades para as infraestruturas nacionais de transporte e telecomunicação se integrarem de forma eficiente, sustentável e com segurança.</p>
<p>Na abertura do evento, o diretor-geral da ANTT, Rafael Vitale, o presidente da Anatel, Carlos Manuel Baigorri, a secretária-executiva do Ministério de Portos e Aeroportos, Mariana Pescatori, os diretores da ANTT Luciano Lourenço e Felipe Queiroz e o conselheiro da Anatel, Alexandre Freire, introduziram os assuntos a serem debatidos. Na oportunidade, os participantes salientaram a importância da agenda conjunta entre as duas agências para o desenvolvimento da aplicação de tecnologias de conectividade à infraestrutura de transportes.</p>
<p>Durante sua fala de abertura, Rafael Vitale mencionou dois exemplos de iniciativas de conectividade integradas: o Sistema de Livre Passagem (<i>Free Flow</i>) e o Sistema de Pesagem em Movimento de Alta Velocidade (<i>HS-WIM</i>), que tiveram suas estreias em caráter experimental a partir dos <i>sandboxes </i>regulatórios estabelecidos pela ANTT. “São iniciativas que já saíram do papel e devem se intensificar por toda a malha, exemplificando toda a potencialidade que projetos de conectividade em infraestrutura têm”, alegou o diretor-geral.</p>
<p>Em seguida à abertura do evento, a programação foi dividida em três painéis temáticos: a importância da conectividade para a Agenda 2030 no Brasil; estado da arte em conectividade e infraestrutura; perspectivas de futuro. Os painéis contaram com a participação de especialistas das áreas de telecomunicações, infraestrutura, transportes e regulação de diversas instituições, além da ANTT e Anatel.</p>
<p>O debate das temáticas apresentadas no Infraconnect permite a identificação de oportunidades para o Brasil em Infraestrutura e conectividade e qual o papel fomentador que a regulação conjunta pode desempenhar para o país ser a vanguarda em utilização sustentável e eficiente de seus ativos, garantindo fluxos de mercadoria e pessoas com segurança, sustentabilidade e menor atrito possível, com tecnologias emergentes. Ao longo de seu ciclo, o Infraconnect construiu propostas de ações e temas prioritários de conectividade a serem incluídos nas agendas regulatórias da ANTT e da Anatel.</p>
<p>O evento foi transmitido pelo <span class="visualHighlight"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=_MHvdvWAwcw" target="_blank" rel="noopener">canal da ANTT no YouTube</a></span> e os painéis de debate podem ser assistido na íntegra <span class="visualHighlight"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=_MHvdvWAwcw" target="_blank" rel="noopener">clicando aqui</a>.</span></p>
<p class="callout">&gt;&gt; <a class="external-link" title="" href="https://www.gov.br/antt/pt-br/centrais-de-conteudo/fotografias/eventos/infraconnect-12-3-24/" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Acesse aqui a galeria de fotos do evento</a> &lt;&lt;</p>
<p>A conectividade nas vias terrestres é um tema de constante interesse na ANTT, tomando parte em diversas iniciativas integrantes do <a href="https://www.gov.br/antt/pt-br/acesso-a-informacao/institucional/programa-prorev/programa-vias-seguras" target="_blank" rel="noopener">Programa PROREV</a>, como a agenda regulatória, o Programa Vias Seguras e o Centro Nacional de Supervisão Operacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Foto: divulgação Agência Nacional de Transportes Terrestres &#8211; ANTT</em></p></div>
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