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	<title>Arquivos banco central &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos banco central &#8211; SETCESP</title>
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		<title>CNT apresenta ao Banco Central desafios e prioridades do setor de transporte</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/cnt-apresenta-ao-banco-central-desafios-e-prioridades-do-setor-de-transporte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 19:17:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Entidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[CNT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reunião tratou de crédito, custos operacionais, renovação da frota e impactos das tarifas dos EUA sobre a logística nacional.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A CNT (Confederação Nacional do Transporte) apresentou, nessa segunda-feira (2), as percepções da Entidade sobre o desempenho do transporte e da economia brasileira ao Departamento Econômico da Diretoria de Política Econômica do Bacen (Banco Central). Entre os temas abordados no encontro, estiveram o desempenho recente e as expectativas do setor para os próximos trimestres, a evolução dos custos com combustíveis e mão de obra, as condições de acesso ao crédito para a operação de transporte e ampliação e modernização das infraestruturas, o comportamento do câmbio e os possíveis impactos de novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos.</p>
<h2><strong>Preocupação com o IOF</strong></h2>
<p>Um tema preocupante apresentado pela CNT foi o aumento da alíquota de IOF sobre as operações de financiamento das empresas e sobre operações de risco sacado e antecipação de recebíveis, como duplicatas e contratos de frete. Desde o dia 1º de junho, as operações de risco sacado passaram a ser tributadas em 3,95%. Segundo a gerente executiva de Economia da CNT, Fernanda Schwantes, “as empresas utilizam esse tipo de operação para melhorar o fluxo de caixa e reduzir a dependência de empréstimos diretos com os bancos. Com a nova tributação, o custo aumentou, prejudicando a liquidez das empresas do setor”.</p>
<h2><strong>Renovação da frota é prioridade</strong></h2>
<p>Um dos pontos centrais da agenda da CNT foi a necessidade de renovação escalonada da frota de veículos pesados. A Confederação defende a substituição gradual de caminhões com mais de 25 anos, tanto por questões de eficiência quanto pelos benefícios ambientais.</p>
<p>A CNT estima que seriam necessários cerca de R$ 262,88 bilhões em investimentos para substituir essa frota antiga por veículos novos de capacidade equivalente. Destaca, ainda, que muitos transportadores não conseguem acessar crédito para esse tipo de renovação, principalmente porque as linhas de financiamento, como o Finame/BNDES, são voltadas apenas para veículos novos, excluindo a possibilidade de aquisição de usados.</p>
<h2><strong>Impacto das tarifas dos EUA</strong></h2>
<p>A reunião também discutiu os efeitos das novas tarifas de importação anunciadas pelos Estados Unidos, que devem entrar em vigor no dia 4 de junho, elevando de 25% para 50% as alíquotas sobre aço e alumínio. Embora ainda não haja um normativo legal, o anúncio já gera preocupação no setor transportador brasileiro. Os Estados Unidos respondem por 86,1% das exportações brasileiras de ferro fundido e por 79,2% das exportações de aço e outros semimanufaturados de ferro. A medida pode afetar diretamente as cadeias produtivas e logísticas nacionais.</p>
<p>Essa foi a segunda vez em que a CNT participou desse tipo de encontro com o Bacen.</p>
<p>O encontro faz parte da iniciativa do Bacen de manter diálogo direto com representantes do setor produtivo não financeiro, com o objetivo de aprimorar o acompanhamento da conjuntura econômica do país.</p>
<p>Também participaram da reunião os economistas da CNT Carlos Eduardo Espinel e Ana Luísa Normando e o chefe de Gabinete da Presidência da Entidade, Igor Fernandes.</p></div>
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		<title>Prévia do PIB: IBC-Br avança 0,2% em agosto, aponta Banco Central</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/previa-do-pib-ibc-br-avanca-02-em-agosto-aponta-banco-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 14:11:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Índice de Atividade Econômica do Banco Central mostrou um ganho de 2,5% no acumulado dos últimos 12 meses, segundo dados divulgados pela autoridade monetária nesta segunda-feira (14/10).</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado um sinalizador antecipado do desempenho do Produto Interno Bruto (PIB), registrou um crescimento de 0,2% em agosto de 2024 em comparação com o mês anterior. Os dados ajustados foram divulgados pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (14/10). </p>
<p>Na comparação com agosto de 2023, o IBC-Br apresentou uma alta significativa de 3,1%, reforçando o cenário de recuperação da economia brasileira. No acumulado dos últimos 12 meses, o indicador mostrou um ganho de 2,5%, um reflexo do crescimento moderado, porém consistente, ao longo do período.</p>
<p>O desempenho da atividade econômica em 2024 também se destaca: no acumulado do ano, o IBC-Br registrou um avanço de 2,9%, indicando uma trajetória positiva para a economia brasileira. Esse resultado reflete a recuperação gradual em diversos setores, impulsionados pela retomada do consumo, investimentos e melhorias no ambiente macroeconômico.</p>
<p dir="ltr">No trimestre encerrado em agosto, o índice de atividade econômica registrou uma alta de 1,5% em comparação com o trimestre anterior. Já em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 4,0%, refletindo uma expansão mais robusta na economia.</p>
<p dir="ltr"><strong>IBC-Br como indicador antecipado</strong></p>
<p dir="ltr">O IBC-Br é utilizado pelo mercado e analistas econômicos como uma prévia do comportamento do PIB oficial, divulgado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice considera dados de diferentes setores, como indústria, comércio, serviços e agropecuária, funcionando como uma medida mais rápida para avaliar a saúde econômica do país.</p>
<p dir="ltr">Os números indicam que a economia brasileira mantém um ritmo de crescimento, apesar dos desafios impostos por fatores internos e externos, como a inflação e a situação econômica global. </p></div>
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		<item>
		<title>Conexões regulatórias: o papel crucial da ANTT e do Banco Central no transporte de carga brasileiro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/conexoes-regulatorias-o-papel-crucial-da-antt-e-do-banco-central-no-transporte-de-carga-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2024 13:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parceria SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Conexões regulatórias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204624087</guid>

					<description><![CDATA[<p>A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) é um órgão regulador brasileiro responsável pela regulação do transporte terrestre. O Banco Central é a autoridade monetária do país, responsável pela emissão de moeda e pela política monetária.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Você já parou para pensar na existente, embora indireta, relação entre a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Banco Central do Brasil? Pois bem, esse vínculo se manifesta especialmente no cenário do transporte de cargas.</p>
<p>A ANTT desempenha um papel crucial no setor, não apenas concedendo autorizações as IPEFs, mas também estabelecendo normas e assegurando o cumprimento das legislações pertinentes. Paralelamente, o Banco Central atua regulando as Instituições de Pagamento, monitorando as transações financeiras envolvidas.</p>
<p>A interação entre essas duas entidades destaca a complexidade do cenário regulatório brasileiro e sublinha a importância de medidas para mitigar a informalidade, a evasão fiscal e as fraudes.</p>
<p>Neste artigo, vamos mergulhar fundo nessa intrigante relação. Prepare-se para uma leitura esclarecedora!</p>
<ul>
<li>ANTT: o papel multifacetado na mobilidade nacional</li>
<li>O que faz o Banco Central?</li>
<li>Frete: conexão reforçada entre ANTT e Banco Central</li>
<li>Papel Vital do PEF e do CIOT para as empresas de transporte</li>
<li>Soluções em pagamento de frete alinhadas com Bacen e ANTT</li>
</ul>
<p><strong>ANTT: o papel multifacetado na mobilidade nacional</strong></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) é uma peça-chave na engrenagem da mobilidade nacional, desempenhando funções que vão muito além do que muitos podem imaginar.</p>
<p>Como reguladora do setor de transportes terrestres no Brasil, sua atuação é vital para o desenvolvimento e a eficiência de uma das infraestruturas mais críticas para o país.</p>
<p>Responsável por supervisionar rodovias, ferrovias e o transporte de cargas e passageiros, a ANTT tem a missão de garantir a segurança, a eficiência e a competitividade neste setor.</p>
<p>A agência trabalha não apenas para manter a ordem, mas também para incentivar inovações e práticas sustentáveis que atendam às necessidades de um Brasil em constante movimento.</p>
<p>Um dos aspectos mais visíveis do trabalho da ANTT é na concessão de licenças para novos projetos e na fiscalização das operações de transporte terrestre.</p>
<p>Ela define regras claras e justas, buscando sempre o equilíbrio entre os interesses dos usuários dos serviços e das empresas operadoras.</p>
<ul>
<li><strong>Regulação de tarifas: </strong>Estabelece e monitora as tarifas de pedágio e as taxas de serviços de transporte, garantindo preços justos para usuários e empresas.</li>
<li><strong>Mediação de conflitos: </strong>Atua como mediadora em disputas entre operadoras de serviço e usuários, buscando soluções equilibradas que atendam às partes envolvidas.</li>
<li><strong>Fomento à pesquisa e desenvolvimento: </strong>Incentiva pesquisas e o desenvolvimento de novas tecnologias e práticas sustentáveis no transporte terrestre.</li>
<li><strong>Educação para o trânsito: </strong>Promove programas de educação e conscientização sobre segurança no trânsito e responsabilidades dos usuários das rodovias e ferrovias.</li>
<li><strong>Monitoramento ambiental:</strong> Trabalha em conjunto com órgãos ambientais para minimizar os impactos ecológicos das atividades de transporte, promovendo a sustentabilidade.</li>
<li><strong>Fiscalização de serviços:</strong> Realiza inspeções regulares e atende denúncias para assegurar que as operações de transporte cumpram as normas de segurança, qualidade e eficiência.</li>
<li><strong>Regulação de normas técnicas: </strong>Define normas técnicas e operacionais para o setor, estabelecendo padrões que garantem a integridade dos serviços prestados.</li>
</ul>
<p><strong>O que faz o Banco Central?</strong></p>
<p>Chamado de &#8220;Bacen&#8221; ou &#8220;BC&#8221;, esse órgão é fundamental para manter nossa economia estável e segura. Mas você sabe o que o Banco Central faz?</p>
<p>Vamos lá: <strong>o BC é quem manda na política monetária do país.</strong> Isso quer dizer que ele cuida de tudo relacionado ao dinheiro que circula no Brasil. Uma das suas principais tarefas é decidir sobre os juros. Essa decisão é essencial para manter a inflação sob controle.</p>
<p>Além disso, o Banco Central fica de olho no sistema financeiro, garantindo que tudo funcione bem. Ele precisa equilibrar quanto dinheiro tem disponível, para que a gente não perca poder de compra por causa da inflação ou veja a economia parar por falta de dinheiro.</p>
<p>Além dessas funções macroeconômicas, o Banco Central do Brasil também desempenha outras tarefas essenciais:</p>
<ul>
<li><strong>Controle da inflação:</strong> Utiliza instrumentos como a taxa SELIC para influenciar os níveis de atividade econômica, visando manter a inflação dentro das metas estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional.</li>
<li><strong>Regulação e supervisão do sistema financeiro: </strong>Fiscaliza bancos, corretoras e outras instituições financeiras, garantindo a segurança e a solidez do sistema financeiro.</li>
<li><strong>Administração das reservas internacionais: </strong>Gerencia as reservas em moeda estrangeira do país, um seguro importante contra crises econômicas externas.</li>
<li><strong>Emissão de moeda:</strong> Responsável pela emissão de notas e moedas, assegurando que haja dinheiro suficiente em circulação para as necessidades da economia.</li>
</ul>
<p><strong>Frete: conexão reforçada entre ANTT e Banco Central</strong></p>
<p>A nova normativa sobre o pagamento de frete evidencia a estreita colaboração entre o Banco Central do Brasil e ANTT. <strong>Com a introdução da <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-n-6.005-de-22-de-dezembro-de-2022-453263943">Resolução nº 6.005</a>, em 22 de dezembro de 2022, estabeleceu-se uma ponte direta entre essas duas entidades reguladoras, fortalecendo o sistema de pagamentos no setor de transportes.</strong></p>
<p>Agora, todo pagamento feito aos caminhoneiros autônomos deve ser realizado em uma conta bancária específica, escolhida pelo próprio transportador, que esteja vinculada a uma instituição financeira aprovada pelo Banco Central.</p>
<p>Isso assegura uma maior liberdade e segurança financeira para os motoristas.</p>
<p>Além disso, a exigência de que as Instituições de Pagamento Eletrônico de Frete (IPEFs) participem do PIX, não apenas acelera as transações, mas também submete essas instituições a um conjunto adicional de regulamentações e supervisões.</p>
<p>Outra novidade regulatória importante é que <strong>se tornou obrigatório que as IPEFs sejam homologadas no Banco Central,</strong> conforme estipulado na Resolução nº 6.005, garantindo assim conformidade e segurança no processamento dos pagamentos.</p>
<p>Essa interação entre a ANTT e o Banco Central reflete um esforço conjunto para promover a transparência e combater a informalidade. É um avanço importante, unindo as políticas de transporte e financeiras do Brasil .</p>
<p><strong>Papel Vital do PEF e do CIOT para as empresas de transporte</strong></p>
<p><strong>O pagamento eletrônico do frete e o CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte) não são apenas avanços tecnológicos; são peças-chave na modernização e na legalização das operações de transporte no Brasil.  </strong></p>
<p>O pagamento eletrônico do frete surgiu como uma resposta às necessidades de transparência e eficiência no setor. Ao substituir métodos de pagamento tradicionais, que muitas vezes eram realizados sem a devida segurança, o pagamento eletrônico garante que caminhoneiros recebam de forma justa e ágil.</p>
<p>Já <strong>o CIOT é um sistema que identifica cada operação de transporte de cargas, vinculando-a a um pagamento específico</strong>. Isso não só evita fraudes e confusões, mas também ajuda na organização e no controle fiscal das empresas.</p>
<p>A emissão do CIOT se tornou obrigatória para todas as operações de transporte, uma medida que busca assegurar que os direitos dos motoristas autônomos sejam respeitados.</p>
<h3>Penalidades por descumprimento:</h3>
<p>O não cumprimento dessas resoluções acarreta penalidades significativas para as empresas de transporte. A<strong>s multas podem variar, dependendo da natureza e da gravidade da infração, podendo impactar seriamente as finanças da empresa. </strong></p>
<p>Além das multas, as empresas podem enfrentar restrições operacionais, incluindo a suspensão temporária ou até a perda da autorização para operar.</p>
<h3>Resoluções em Destaque</h3>
<ul>
<li><strong>Resolução ANTT nº 3.658/2011 (e suas atualizações): </strong>Estabelece a obrigatoriedade do CIOT para todas as operações de transporte rodoviário de cargas.</li>
<li><strong>Resolução ANTT nº 5.862/2019:</strong> Reforça a implementação do Pagamento Eletrônico de Frete, detalhando as regras para sua execução e garantindo que os pagamentos sejam feitos de forma digital, direta aos transportadores, sem intermediários.</li>
</ul>
<p><strong>Soluções em pagamento de frete alinhadas com Bacen e ANTT</strong></p>
<p>Na estrada da inovação e conformidade regulatória, as soluções da Edenred Repom se destacam como aliadas fundamentais para as empresas de transporte.</p>
<p>Navegando pelas normativas da ANTT e do Bacen, a Edenred Repom oferece um conjunto de soluções que não só simplificam o processo de <a href="https://www1.repom.com.br/gestao-de-frete/">pagamento eletrônico de frete</a> e a emissão do CIOT, mas também potencializam a eficiência operacional e financeira.</p>
<p><strong>A adoção das soluções da Edenred Repom garante que as empresas de transporte estejam alinhadas com as mais recentes exigências legais e fiscais,</strong> eliminando as preocupações com multas ou sanções por descumprimento.</p>
<p>O uso de uma plataforma que centraliza os pagamentos de frete e vale-pedágio em um único local traz uma visão integrada do fluxo de caixa, melhorando a gestão financeira e reduzindo erros operacionais.</p>
<p>Com funcionalidades que permitem por exemplo a inclusão de saldo via Pix a solução da Edenred Repom é uma escolha inteligente para quem busca:</p>
<ul>
<li><strong>Eficiência na gestão de pagamentos:</strong> Programação e execução automáticas dos pagamentos de frete, proporcionando uma economia de tempo e redução de custos.</li>
<li><strong>Centralização dos processos:</strong> Unificação dos pagamentos de frete, vale-pedágio e outras despesas relacionadas, facilitando o controle e a previsão de custos.</li>
<li><strong>Agilidade e conformidade: </strong>Rapidez na quitação do frete de maneira digital, garantindo que todas as operações estejam em conformidade com as normas atuais.</li>
<li><strong>Suporte especializado:</strong> Acesso a uma equipe dedicada, pronta para oferecer suporte em todas as etapas do processo.</li>
</ul>
<p>A Edenred Repom é mais do que um fornecedor de soluções de pagamento; é um parceiro estratégico no caminho para a excelência em logística e gestão de transporte.</p>
<p>A escolha de suas soluções é um passo decisivo rumo a um futuro em que eficiência, conformidade e inovação andam lado a lado.</p>
<p><a href="https://www1.repom.com.br?utm_source=salesforce&amp;utm_medium=email&amp;utm_campaign=camila-navarro _repom_gtm_email_salesforce_frete_rodape_link_Texto_1_antt_bacen_https://www1.repom.com.br/gestao-de-frete/&amp;utm_content=Texto_1_antt_bacen_https://www1.repom.com.br/gestao-de-frete/" target="_blank" rel="noopener" data-wplink-url-error="true">Acesse o site e conheça nossas soluções</a></p>
<p>&nbsp;</p></div>
			</div>
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			</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Banco Central projeta crescimento de 1,9% do PIB e inflação de 3,5% em 2024</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/banco-central-projeta-crescimento-de-19-do-pib-e-inflacao-de-35-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2024 12:16:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204621826</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os dados são do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), divulgado nesta quinta-feira, 28.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Banco Central (BC) aumentou de 1,7% para 1,9% a estimativa de crescimento para a economia brasileira em 2024. Além disso, a autoridade monetária projetou que a inflação do próximo ano chegará a 3,5%. Os dados são do Relatório Trimestral de Inflação (RTI), divulgado nesta quinta-feira, 28.</p>
<p>&#8220;A revisão moderada reflete, principalmente, dinamismo levemente maior que o esperado da economia no início do ano, como sugerem os indicadores disponíveis&#8221;, informou o BC.</p>
<p>Segundo o relatório, a projeção para a agropecuária foi alterada de avanço de 1% para uma queda de 1%. Em 2023, o setor cresceu 15,1%, resultado que surpreendeu o mercado. Para a indústria, a projeção avançou de 1,7% para 2,2%.</p>
<p>Para o setor de serviços, o Banco Central revisou o crescimento de 1,9% para 2%. Segundo a autoridade monetária, as principais contribuições para a alta vieram das previsões mais favoráveis para “outros serviços”, “administração, saúde e educação públicas” e “transporte, armazenagem e correio”.</p>
<div id="news-body" class="sc-50d7fe71-6 kDGPfE" data-mrf-recirculation="Corpo do Artigo">
<p class="sc-1761b25b-0 eZnvxA body-extra-large">&#8220;Em sentido oposto, destaca‑se a redução na estimativa para o crescimento do comércio. As mudanças, quase todas de pequena magnitude, refletem, de modo geral, surpresas no resultado do quarto trimestre de 2023 e os primeiros indicadores disponíveis para 2024&#8221;, escreveu o BC.</p>
<p class="sc-1761b25b-0 eZnvxA body-extra-large">Em relação a demanda, o RTI manteve a projeção de expansão de 2,3% do consumo das famílias, mas aumento o consumo do governo, de 1,1% para 1,9%. Na Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador que mede o volume de investimento produtivo, o documento indica uma alta de 1,5% para 2024.</p>
<p class="sc-1761b25b-0 eZnvxA body-extra-large">A projeção do BC para o PIB está acima da mediana de crescimento do último Boletim Focus, de 1,85%, e abaixo do 2,2% apontado pelo Ministério da Fazenda.</p>
</div>
<p><em>Foto: divulgação Exame</em></p>
<div id="news-body" class="sc-50d7fe71-6 kDGPfE" data-mrf-recirculation="Corpo do Artigo"> </div>
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<h3 class="sc-1761b25b-0 eZnvxA headline-medium"> </h3>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/banco-central-projeta-crescimento-de-19-do-pib-e-inflacao-de-35-em-2024/">Banco Central projeta crescimento de 1,9% do PIB e inflação de 3,5% em 2024</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prévia do PIB do Banco Central registra alta de 0,56%, acima das expectativas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/previa-do-pib-do-banco-central-registra-alta-de-056-acima-das-expectativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jun 2023 12:40:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[56%]]></category>
		<category><![CDATA[acima das expectativas]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Prévia]]></category>
		<category><![CDATA[registra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo os dados, divulgados pelo Banco Central nesta sexta-feira (16/6), o indicador veio acima das expectativas do mercado, que esperava um desempenho neutro ou negativo diante da queda do setor de serviços.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/previa-do-pib-do-banco-central-registra-alta-de-056-acima-das-expectativas/">Prévia do PIB do Banco Central registra alta de 0,56%, acima das expectativas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), indicador que é considerado uma <a href="https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2023/05/5097862-pib-se-recupera-no-1-trimestre-mas-nao-deve-crescer-ao-longo-do-ano.html" target="_blank" rel="noopener">prévia de desempenho</a> do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, subiu 0,56% em abril na comparação com março. Segundo os dados, divulgados pelo Banco Central (BC) nesta sexta-feira (16/6), o indicador veio acima das expectativas do mercado, que esperava um desempenho neutro ou negativo diante da queda do setor de serviços.</p>
<p>A alta recupera o resultado de março, em que houve recuo de 0,15%. Em relação a abril de 2022, o IBC-Br teve crescimento de 3,31%. No trimestre encerrado em abril, o indicador subiu 3,47% ante o trimestre anterior. Em relação ao mesmo trimestre de 2022, houve alta de 4,06%. Com os dados divulgados hoje, o índice acumula alta de 3,88% no ano e de 3,43% em 12 meses.</p>
<p>Divulgado mensalmente, o IBC-Br é considerado um termômetro da economia brasileira medida pelo PIB, que é divulgado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).</p>
<p>Os dois indicadores têm formas diferentes de cálculo e nem sempre o IBC-Br e o PIB têm resultados semelhantes. Enquanto o PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, o IBC-Br usa estimativa das áreas e também dos impostos. O indicador é usado ainda como uma das ferramentas do BC para definir a taxa básica de juros (Selic), atualmente em 13,75% ao ano.</p></div>
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		<title>BC eleva projeção de crescimento da economia de 1,7% para 2,7%</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/bc-eleva-projecao-de-crescimento-da-economia-de-17-para-27/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2022 14:28:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento da economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estimativa de inflação caiu de 8,8% para 5,8%, ainda acima da meta</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Banco Central (BC) elevou a projeção para o crescimento da economia este ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) passou de 1,7% para 2,7%. A projeção consta do Relatório de Inflação, publicação trimestral do BC, divulgado hoje (29).</p>
<p>“A surpresa no crescimento do segundo trimestre, os resultados iniciais do terceiro, e estímulos não contemplados no Relatório de Inflação anterior – notadamente o aumento do valor do benefício do Auxílio Brasil e o arrefecimento da inflação, resultante, em grande medida, da redução de tributos sobre combustíveis, energia e serviços de comunicação – são os principais fatores para a revisão”, explicou o BC.</p>
<p>O último relatório foi divulgado em junho.</p>
<p>No segundo trimestre, o PIB cresceu 1,2% em relação ao trimestre anterior, puxado pelo aumento do consumo das famílias, a retomada dos serviços presenciais e o avanço dos transportes de carga e de passageiros. Foi o quarto resultado positivo consecutivo do indicador após o recuo de 0,3% no segundo trimestre do ano passado. Segundo o BC, uma nova expansão deve ser registrada no terceiro trimestre de 2022, “mas em magnitude menor do que a observada nos últimos três trimestres”.</p>
<p>Entre os componentes da oferta, a previsão de alta para a indústria foi alterada de 1,2% para 2,4%, com melhora nas previsões para todos os setores, com exceção da indústria extrativa. Em serviços, a estimativa foi revista de 2,1% para 3,4%, com elevação nas estimativas de crescimento para todos os setores, exceto para serviços ofertados pelo governo.</p>
<p>Em sentido oposto, a projeção para a agropecuária foi alterada de alta de 2,2% para estabilidade, em linha com revisões do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que apresentaram ligeira redução nas projeções para a produção de grãos e forte recuo na previsão para cana-de-açúcar. No mesmo sentido, as expectativas para a pecuária foram reduzidas, refletindo dados mais recentes de produção de carne, leite e ovos disponibilizados pelo IBGE.</p>
<p>Com relação aos componentes domésticos da demanda, houve elevação nas projeções para o consumo das famílias, de 1,7% para 3,9%, e para a formação bruta de capital fixo das empresas, de queda de 2,7% para queda de 0,4%, e redução na projeção para o consumo do governo, de 1,8% para 0,7%. As exportações e as importações de bens e serviços, em 2022, devem variar, na ordem, 1,5% e queda de 2,5%, ante projeções respectivas de 2,5% e queda de 4% no Relatório de Inflação anterior.</p>
<p>Pela primeira vez, o BC trouxe a projeção para o PIB de 2023. A estimativa é de crescimento de 1%, “sob influência da esperada desaceleração global e dos impactos cumulativos da política monetária doméstica”.</p>
<p><strong>Inflação</strong></p>
<p>A inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve encerrar 2022 em 5,8%, no cenário com taxa de juros (Selic) em 13,75% ao ano e câmbio partindo de R$ 5,20. No relatório anterior, em junho, a projeção era 8,8%.</p>
<p>O BC também projeta que a inflação deve ser de 4,6% em 2023 e de 2,8% em 2024 e 2025. Nessa trajetória, a taxa Selic chega ao final de 2023, 2024 e 2025 em 11,25%, 8% e 7,50%, respectivamente.</p>
<p>A meta para 2022, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,5% de inflação, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2% e o superior 5%. Para 2023 e 2024, o CMN estabeleceu meta de 3,25% e 3% para o IPCA, respectivamente, também com 1,5 ponto percentual de tolerância.</p>
<p>No relatório de junho, o BC reconheceu oficialmente o estouro da meta deste ano, mas, agora, reduziu essa probabilidade. “Em termos de probabilidades estimadas de a inflação ultrapassar os limites do intervalo de tolerância, destaca-se, no cenário de referência, a redução da probabilidade de a inflação ficar acima do limite superior em 2022, que passou de próximo de 100% no relatório anterior para cerca de 93% neste relatório, e o aumento da probabilidade para 2023, de cerca de 29% para em torno de 46%”, aponta o relatório.</p>
<p>Segundo o BC, a inflação acumulada em quatro trimestres atingiu o pico de 11,9% no segundo trimestre deste ano, e deve cair de forma significativa nos trimestres seguintes. Especificamente para a revisão para baixo de 2022, o relatório destaca, entre outros, o efeito das reduções de tributos federais sobre combustíveis, energia elétrica e comunicações. Já a elevação das projeções para 2023 &#8211; de 4% para 4,6% &#8211; resultou, justamente, da hipótese de retorno das tributações sobre combustíveis no início do ano que vem, além da depreciação cambial e de indicadores de atividade econômica mais fortes do que o esperado.</p>
<p>Com as quedas recentes da inflação, o Banco Central encerrou o ciclo de elevação da Selic e manteve a taxa básica em 13,75% na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), na semana passada. Essa foi a primeira pausa nas elevações após 12 altas consecutivas, em um ciclo que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis.</p>
<p>Entretanto, a instituição considera que a inflação ao consumidor continua elevada e sinalizou que “não hesitará” em retomar o ciclo de alta caso o processo de desinflação não transcorra como esperado.</p>
<p>Esse é o principal instrumento usado pelo Banco Central para alcançar a meta de inflação. A elevação da Selic, que serve de referência para as demais taxas de juros no país, ajuda a controlar a inflação, porque a taxa causa reflexos nos preços, já que juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, evitando a demanda aquecida.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/bc-eleva-projecao-de-crescimento-da-economia-de-17-para-27/">BC eleva projeção de crescimento da economia de 1,7% para 2,7%</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Banco Central sinaliza que vai continuar elevando a taxa Selic</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/banco-central-sinaliza-que-vai-continuar-elevando-a-taxa-selic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2022 15:52:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[taxa Selic]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204594417</guid>

					<description><![CDATA[<p>Copom diz que intensidade dos ajustes será menor daqui por diante. Desde 2017, não se via a Selic na casa de dois dígitos</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/banco-central-sinaliza-que-vai-continuar-elevando-a-taxa-selic/">Banco Central sinaliza que vai continuar elevando a taxa Selic</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p class="texto">Em decisão unânime, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou a taxa básica de juros (Selic) em 1,5 ponto percentual, como esperado pelo mercado. A taxa subiu de 9,25% para 10,75% ao ano, o maior patamar desde maio de 2017. Foi o oitavo aumento consecutivo na Selic. Com a alta, o Brasil passou a ter a maior taxa real de juros do mundo, segundo ranking de 40 países elaborado pela Infinity Asset Management.</p>
<div id="cb-publicidade-retangulo-interna" class="pub-ret" data-google-query-id="CMnT-Ney5vUCFe0GuQYdde0HEg">
<p class="texto">Em comunicado, os diretores do BC sinalizaram que continuarão elevando a Selic, mas em intensidade menor. &#8220;O Comitê antevê como mais adequada, neste momento, a redução do ritmo de ajuste da taxa básica de juros. Essa sinalização reflete o estágio do ciclo de aperto, cujos efeitos cumulativos se manifestarão ao longo do horizonte relevante&#8221;, informou a nota. O texto demonstrou preocupação com a deterioração fiscal, apesar da melhora das contas públicas em 2021 e informou que os passos futuros da política monetária para assegurar a convergência da inflação para as metas &#8220;dependerão da evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação para o horizonte relevante da política monetária&#8221;.</p>
<p class="texto">Para analistas, a redução do ritmo do aperto monetário foi a principal sinalização do Copom, mas não há consenso sobre quando o ciclo de alta terminará. As projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) estão em 5,38% — acima do teto da meta fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 5%. Analistas apostam que, na próxima reunião do Copom, em 15 e 16 de março, a Selic deverá subir mais 1 ponto percentual, para 11,75%. Esse patamar, no entanto, não deve fazer a inflação voltar para a meta e ainda ajudará a travar o crescimento da economia.</p>
<p class="texto">Para Roberto Padovani, economista-chefe do Banco BV, o comunicado sinalizou o fim do ciclo em março, quando a Selic deverá ficar em 11,75%, podendo recuar para 10,75% no fim do ano. &#8220;Mesmo com o Banco Central preocupado com o balanço de riscos e com as expectativas de inflação de 2022 acima do teto da meta, o Copom sinalizou que mudou o foco e começou a olhar para o comportamento do IPCA de 2023&#8221;, afirmou.</p>
</div>
<div class="pub-ret" data-google-query-id="CLa5m_qy5vUCFT4wuQYdvKoOFg">
<p class="texto">Já o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, prevê mais duas altas na Selic, com o ciclo terminando em maio. &#8220;O Copom mudou o tom e vai ser menos agressivo na política monetária e, provavelmente, deverá escalonar o aumento dos juros em 1 ponto percentual, em março, e em 0,5 ponto na reunião seguinte, até a Selic chegar a 12,25%. Como há muitos riscos ao longo deste ano devido às eleições, dificilmente haverá espaço para o BC iniciar uma redução, porque a inflação continuará acima da meta&#8221;, avaliou. Ele prevê os juros nesse patamar até dezembro, quando o IPCA encerrará o ano em 5,8%. &#8220;E muitos riscos devem persistir em 2023, com o novo governo, pois a inflação continuará acima do centro da meta, de 3,25%, devendo encerrar o ano em 4%.&#8221;</p>
<p class="texto">Na avaliação de Marcos Ross, economista-chefe do banco chinês Haitong no Brasil, o comunicado do Copom foi vago e deixou espaço para muitas interpretações. &#8220;O destaque foi o anúncio da redução do ritmo de ajuste. No meu entendimento, isso vai deixar a porta aberta para muitas interpretações. Primeiro, porque não está claro se o BC vai desacelerar para um ritmo de alta de 1 ponto percentual ou de 0,75 ponto ou até mesmo menor. Segundo, porque não é possível prever até onde esse ciclo vai&#8221;, afirmou. Ross reforçou que &#8220;há muitos desafios na mesa&#8221;, como a inflação mais alta que o esperado e mais disseminada, e maior deterioração esperada nas contas públicas por conta da redução de impostos dos combustíveis. Ele adiantou que pretende elevar de 5,3% para 5,6%, a projeção do IPCA deste ano.</p>
<p class="texto">Economista-chefe da JF Gestora de Recursos, Eduardo Velho ressaltou que não será fácil para o BC conseguir trazer a inflação deste ano para dentro da meta. &#8220;Pelas nossas estimativas, mesmo se a Selic for a 12%, o IPCA encerrará 2022 acima da meta, em 6,13%, e, por isso, será necessário uma taxa de juros muito maior para o BC conseguir ancorar as previsões do mercado em um cenário com eleições internas e altas de juros nos países desenvolvidos&#8221;, disse.</p>
<p class="texto">O ex-diretor do Banco Central e economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas Gomes, reforçou que, para evitar um novo constrangimento de ter que redigir carta pública explicando o descumprimento da meta pelo segundo ano seguido, &#8220;é bem razoável, devido à pandemia, que o BC proponha uma mudança na meta atual&#8221;. &#8220;O BC vai continuar subindo a Selic, mas não pode deixá-la chegar a 12%, porque estará contratando uma recessão com os juros nesse patamar&#8221;, alertou.</p>
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		<item>
		<title>Banco Central projeta inflação de 10,2% para este ano</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/banco-central-projeta-inflacao-de-102-para-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 15:55:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[projeção da inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A meta, definida pelo CMN, é de 3,75%</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/banco-central-projeta-inflacao-de-102-para-este-ano/">Banco Central projeta inflação de 10,2% para este ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_7 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve encerrar este ano em 10,2%, considerando a taxa de juros (Selic) em 9,25% ao ano e o câmbio partindo de R$ 5,65. A informação está no Relatório de Inflação, publicação trimestral do Banco Central (BC), divulgado hoje (16). No relatório de setembro, a projeção para inflação no ano era 8,5%.</p>
<p>Nesse cenário, a inflação ficará acima da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior, 5,25%.</p>
<p>Para 2022, a projeção de inflação é de 4,7% e, para 2023, de 3,2%. Nesse caso, supõe uma trajetória de juros que se eleva para 11,75% ao ano durante 2022, terminando em 11,25% ao ano, e reduz-se para 8% ao ano em 2023.</p>
<p>A inflação ao consumidor continua persistente e elevada, segundo o BC. “Há preocupação com a magnitude e a persistência dos choques, com seus possíveis efeitos secundários e com a elevação das expectativas de inflação, inclusive para além do ano-calendário de 2022”, diz o relatório.</p>
<p>A meta definida pelo CMN para de 2022 é 3,5% e para 2023, é 3,25%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos. Ou seja, por esse cenário, a inflação ficará próxima do limite superior em 2022 e do centro da meta em 2023.</p>
<p>Quando se consideram os grupos de preços livres e administrados, o BC destaca a elevada projeção para a inflação de preços administrados em 2021, de 16,7%. Caso a previsão se concretize, será a inflação mais alta desde 2015, quando atingiu 18,07%.</p>
<p>“Destacam-se os aumentos já verificados de preços de gasolina, gás de bujão e energia elétrica. Para 2022, a projeção de administrados se reduz significativamente, refletindo principalmente a dissipação dos choques correntes, a bandeira de energia elétrica utilizada e a queda recente no preço do petróleo”, diz o relatório.</p>
<p>Por outro lado, segundo o BC, a inflação de preços livres vai se reduzindo ao longo do tempo na medida em que os efeitos da alta do índice vão se dissipando e a trajetória da taxa de juros real utilizada está acima da taxa neutra (aquela que não gera mudanças na inflação). A projeção do BC para o IPCA Livres em 2021 é de 8%.</p>
<p><strong>Inflação registrada</strong></p>
<p>Em novembro, o IPCA foi de 0,95%, fechando no maior nível para o mês desde 2015 (1,01%) e acumulando alta de 10,74% em 12 meses. No ano, até novembro, a inflação é de 9,26%.</p>
<p>O índice é pressionado, especialmente, pelo aumento dos preços de combustíveis. Segundo o BC, itens mais associados à inflação subjacente também contribuem. “A pressão sobre os preços de bens industriais ainda não arrefeceu, enquanto a inflação de serviços já se mostra mais elevada, refletindo a gradual normalização da atividade no setor [muito impactado pela pandemia de covid-19]”, diz o relatório.</p>
<p>Com a alta da inflação, na semana passada o BC elevou a Selic pela sétima vez consecutiva, de 7,75% para 9,25% ao ano, e deve promover nova alta na próxima reunião do Copom, em fevereiro. A taxa básica de juros é o principal instrumento usado pelo Banco Central para alcançar a meta de inflação. A elevação da Selic, que serve de referência para as demais taxas de juros no país, ajuda a controlar a inflação porque causa reflexos nos preços, já que juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, evitando a demanda aquecida.</p></div>
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		<item>
		<title>BC: cenário econômico é de retomada nas cinco regiões do país</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/bc-cenario-economico-e-de-retomada-nas-cinco-regioes-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 14:36:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[cenário econômico]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento da economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ritmo de recuperação é menos intenso que o previsto inicialmente</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O cenário da economia no terceiro trimestre do ano é de retomada da atividade em todas as regiões do país, de forma menos intensa e concentrada no setor de serviços, segundo análise do Boletim Regional, divulgado nesta quarta-feira (24) pelo Banco Central.</p>
<p>O boletim, que apresenta as condições da economia nas cinco regiões do país, diz que esse comportamento da economia tende a favorecer as economias do Nordeste e Sudeste.</p>
<p><strong>Sudeste</strong></p>
<p>No Sudeste, a atividade econômica continuou em expansão no terceiro trimestre, favorecida pela recuperação do setor de serviços, com o avanço da vacinação contra a covid-19 e menor efeito da pandemia na região. Todos os segmentos de serviços apresentaram abertura de vagas, com destaque para atividades administrativas e serviços complementares, alojamento e alimentação.</p>
<p>Por outro lado, o boletim aponta que o comércio varejista, após vários meses de relativa estabilidade, registrou retração mais pronunciada a partir de agosto, encerrando o terceiro trimestre com variação negativa, refletindo o possível deslocamento da demanda para serviços.</p>
<p>Em relação à Indústria, dificuldades para a obtenção de insumos e os preços de algumas cadeias produtivas, especialmente a automotiva, contribuíram para a queda da produção no terceiro trimestre. Houve retração em quinze dos 22 setores pesquisados, com destaque para fabricação de outros produtos de transporte (11,7%) e veículos (8,4%).</p>
<p>Com isso, no trimestre, o índice de atividade econômica da região variou 0,4%, após expansão 0,8% no período anterior. Segundo o BC, os indicadores apontam para acomodação da atividade econômica no Sudeste, no quarto trimestre.</p>
<p>“Pressões de custos e falta de insumos em setores da indústria, com ênfase no segmento automotivo, têm efeitos negativos sobre a produção fabril. Em sentido contrário, o avanço da vacinação favorece a continuidade da recuperação dos segmentos de serviços mais impactados pela pandemia, sobretudo os direcionados às famílias”, diz o boletim.</p>
<p><strong>Nordeste</strong></p>
<p>No Nordeste, o crescimento econômico no trimestre encerrado em setembro foi liderado pelos serviços, destacando-se os prestados às famílias e transportes, em ambiente de recuperação gradual da mobilidade das pessoas e de ligeira melhora no mercado de trabalho.</p>
<p>“O contexto de arrefecimento da pandemia e melhora da confiança refletiu-se em maior dinamismo de atividades que dependem de interação social, como os serviços prestados às famílias e as relacionadas ao turismo, que têm maior representatividade no Nordeste”, diz o boletim.</p>
<p>Também houve um cenário de recuperação parcial da indústria de transformação, após retrações nos dois trimestres anteriores. Com isso, o índice de atividade econômica da região expandiu 0,5% no período em relação ao anterior, quando cresceu 0,8% na mesma base de comparação.</p>
<p><strong>Centro-Oeste</strong></p>
<p>O Centro-Oeste registrou crescimento mais moderado no terceiro trimestre, influenciado principalmente pelos efeitos da menor produção de milho e cana-de-açúcar. O resultado positivo foi sustentado pela expansão do comércio, da construção civil e dos serviços de alojamento e alimentação, repercutindo os efeitos do avanço na vacinação.</p>
<p>Nesse contexto, o índice de atividade econômica da região cresceu 0,7% no terceiro trimestre de 2021, em relação ao trimestre anterior (2,3%), segundo dados dessazonalizados. No acumulado de doze meses, o indicador expandiu 2% em setembro (0,8% no mesmo mês de 2020).</p>
<p>O boletim aponta ainda que a safra recorde de grãos não deve se repetir no ano de 2021 em decorrência das condições climáticas adversas, principalmente da estiagem prolongada a partir de fevereiro, que provocou queda significativa nas colheitas de milho, algodão e cana-de-açúcar.</p>
<p>“A economia do Centro-Oeste manteve trajetória de crescimento, com oscilações relacionadas ao desempenho do agronegócio. A perspectiva de safras recordes de commodities agrícolas em 2022 continua sendo importante variável de sustentação para a região, com desdobramentos em outras atividades”, diz o documento.</p>
<p><strong>Norte</strong></p>
<p>A Região Norte não repetiu o bom desempenho observado no trimestre anterior. Segundo o boletim, o recuo refletiu a desaceleração na indústria e no comércio, impactados pela limitação da oferta de insumos na cadeia produtiva. O índice de atividade econômica da região recuou 1% no terceiro trimestre do ano, influenciado pelas retrações no Amazonas (-3,1%) e Pará (-0,9%).</p>
<p>Segundo o boletim, no setor de serviços, apesar do arrefecimento da intensidade da recuperação na margem, o setor registrou expansão no terceiro trimestre, com aumento em quatro estados. A produção industrial da região acompanhou o que ocorreu na indústria nacional e também registrou contração no trimestre. A indústria geral recuou 1,5% no período.</p>
<p>Já as vendas do comércio reverteram crescimento assinalado no segundo trimestre. Com isso, o Norte encerrou o terceiro trimestre com recuo de 0,7% no comércio ampliado (9,7% no segundo trimestre), com quedas em cinco dos sete estados da região.</p>
<p>O boletim aponta, contudo, para um crescimento do faturamento do varejo, em maior proporção nos setores de alimentação e combustíveis. A expectativa para a região é que, no quarto trimestre, o desempenho do setor melhore, impulsionado pelas vendas de final de ano, com a Black Friday e o Natal.</p>
<p><strong>Sul</strong></p>
<p>A Região Sul assinalou desaceleração do processo de crescimento, com indicadores da produção industrial e do comércio abaixo do esperado. Com isso, o índice de atividade econômica no terceiro trimestre recuou 0,7%, após quatro intervalos consecutivos de alta. O setor industrial foi o quem mais contribuiu para a retração da atividade econômica, em razão de problemas com a normalização da cadeia de suprimentos, além dos estoques reduzidos e custos elevados.</p>
<p>O resultado do terceiro trimestre confirmou a recuperação do setor de serviços, que expandiu pelo quinto período em sequência, mitigando a retração da atividade econômica. Todos os segmentos registraram alta, sobretudo os destinados às famílias e os que envolvem contato pessoal. A avaliação é de que a trajetória deve persistir no final de ano.</p>
<p>Segundo o boletim, a atividade econômica do Sul tem evoluído de forma assimétrica ao longo do ano, com destaques positivos para a indústria e produção agrícola no primeiro trimestre e para o comércio e a construção civil no segundo. A avaliação é de que “a normalização da cadeia de suprimentos industriais, incluídos semicondutores para o setor automotivo e insumos agrícolas, especialmente defensivos, é essencial para garantir dinamismo adicional à economia do Sul.”</p></div>
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		<title>Expectativa de alta do PIB de 2021 cai de 4,88% para 4,80% no Focus do BC</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/expectativa-de-alta-do-pib-de-2021-cai-de-488-para-480-no-focus-do-bc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2021 13:32:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim focus]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A redução na previsão mediana para a expansão do PIB de 2021 foi de 4,88% para 4,80%</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Relatório de Mercado Focus divulgado nesta segunda-feira (22) mostrou nova deterioração no cenário de crescimento econômico do Brasil, após a leva de dados negativos de setembro. A redução na previsão mediana para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 2021 foi de 4,88% para 4,80%. Há quatro semanas, estava em 4,97%.</p>
<p>Para 2022, a projeção de alta do PIB recuou de 0,93% para 0,70%. Há um mês, era 1,40%.</p>
<p>Considerando apenas as 62 respostas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa para o PIB no fim de 2021 passou de 4,83% para 4,78%. Para 2022, também foram feitas 62 atualizações nos últimos cinco dias, com a estimativa tombando de 0,81% para 0,64%.</p>
<p>Para 2023, a projeção de crescimento continuou em 2,00%, mesmo porcentual de um mês atrás. Da mesma forma, para 2024, a estimativa seguiu em 2,00%, ante 2,25% há quatro semanas.</p>
<p>O Banco Central deixou de publicar, no documento do Focus, as projeções para a produção industrial, devido à pouca quantidade de respostas para esse indicador.</p></div>
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