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	<title>Arquivos Suporte ao Transportador - Roubo de Cargas &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Suporte ao Transportador - Roubo de Cargas &#8211; SETCESP</title>
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		<title>18 mil ocorrências de Roubo de Cargas em 2019, revela pesquisa da NTC&#038;Logística</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/18-mil-ocorrencias-de-roubo-de-cargas-em-2019-revela-pesquisa-da-ntclogistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2020 12:04:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diretorias de Especialidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados da entidade apontam redução de quase 4 mil casos, mas ainda é alto o número de sinistros e o prejuízo causado pelo delito</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Dados da entidade apontam redução de quase 4 mil casos, mas ainda é alto o número de sinistros e o prejuízo causado pelo delito</em></p>
<p style="text-align: left;">A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística) divulga anualmente, desde 1998, a estatística nacional de roubos de carga. Esse relatório tem como base informações colhidas em fontes formais e informais. Ao longo de 2019, foi registrado um total de 18.382 ocorrências de roubos de carga pelo país. Já no ano anterior, essa soma chegava a 22.183 casos.</p>
<p style="text-align: left;">O ano passado mostra uma queda de quase 4 mil delitos, cerca de 17% inferior, com relação a 2018. E também é um número menor quando comparado com 2017, que apontou 25.970. Mesmo assim, ainda é uma quantidade muito alta de roubos, o que preocupa o segmento transportador. Os prejuízos foram computados em R$ 1,40 bilhão. Segundo o Presidente da NTC&amp;Logística, Francisco Pelucio, “a pesquisa continua apontando uma considerável redução se comparada ao ano de 2018, mas estamos falando de milhares de roubos em todo o Brasil e precisamos continuar trabalhando para que esses crimes não aconteçam mais”. Pelucio ainda comenta que a redução tem muito a ver com o investimento alto das empresas, em tecnologias e medidas de segurança em suas operações, o que possibilita uma resposta muito mais rápida e ativa em relação as tentativas de delito e, também, com o trabalho dos órgãos de segurança pública nas esferas estaduais e federais, que têm atuado com mais rigor no combate aos delitos de carga.</p>
<p style="text-align: left;">“Os números do roubo de cargas no país, embora caindo, ainda são inaceitáveis. Os roubos ocorrem porque os receptadores, que compram as cargas roubadas e incentivam o crime, estão impunes, por conta de uma legislação arcaica. Temos urgentemente que agravar as penalidades para esse delito, tanto a pena para a pessoa do receptador como para o seu estabelecimento, que deverá ter a licença de funcionamento cassada”, comentou o vice- presidente para assuntos de segurança da NTC&amp;Logística, Roberto Mira. Nesse cenário, a região Sudeste continua sendo a mais afetada, arcando com 84,26% das ocorrências. Em seguida, aparece a região Sul, com 6,52%; Nordeste, com 6,29%; Centro-oeste, 1,69%; e por último a região Norte, com 1,24%.</p>
<p style="text-align: left;">Na região Sudeste, a de maior incidência de roubos, o campeão continua sendo o Rio de Janeiro, onde os registros chegaram a 40,56%, seguido por São Paulo, 39,85%.</p>
<p style="text-align: left;">Juntamente com Espírito Santo e Minas Gerais, somam um total de R$ 952,93 milhões de prejuízo. Logo em seguida aparece a região Nordeste, com R$ 157,84 milhões; Sul, com R$ 133,11 milhões; Centro-oeste, com R$ 106,39 milhões; e Norte, atingindo R$ 47,81 milhões.</p>
<p style="text-align: left;">O levantamento também revela os produtos mais visados pelos delinquentes que são os alimentícios, cigarros, eletroeletrônicos, combustíveis, bebidas, artigos farmacêuticos, autopeças, defensivos agrícolas e têxteis e confecções.</p>
<p style="text-align: left;">“A entidade continuará buscando meios de deter esses crimes através de um trabalho integrado com os órgãos públicos e privados, informando e cobrando um olhar mais atento do transportador brasileiro, responsável por movimentar mais de 65% de todas as riquezas do país”, ressalta Francisco Pelucio, presidente da NTC&amp;Logística. Já o vice-presidente de segurança da entidade comenta que o trabalho de integração entre as polícias, em grande parte decorrente dos Encontros de Segurança promovidos anualmente pela NTC e entidades parceiras, vem trazendo grandes resultados e isso deve continuar para que no próximo ano os estados mais afetados, como São Paulo e Rio de Janeiro, possam ter uma diminuição considerável”.</p></div>
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		<title>América Latina e o roubo de cargas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/america-latina-e-o-roubo-de-cargas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2019 19:37:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associado SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Suporte ao Transportador - Roubo de Cargas]]></category>
		<category><![CDATA[roubo de cargas]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte de carga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, é comum falarmos de roubo de cargas, infelizmente. De acordo com um levantamento das polícias Militar, Civil e Rodoviária Federal, foram registrados mais de 22 mil ataques a motoristas em todo o país, em 2018.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>No Brasil, é comum falarmos de roubo de cargas, infelizmente. De acordo com um levantamento das polícias Militar, Civil e Rodoviária Federal, foram registrados mais de 22 mil ataques a motoristas em todo o país, em 2018. A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC) aponta que o prejuízo para o setor produtivo com a perda de cargas e veículos chegou a cerca de R$ 2 bilhões no ano passado.</p>
<p>Mesmo com números alarmantes, nos tornamos referência no combate a essa modalidade de crime e, hoje, diversos países assolados por essa prática se espelham nos modelos de gerenciamento de riscos criados aqui.</p>
<p>Como temos atuação na América Latina, recentemente estivemos no México e pudemos entender que o roubo de cargas é um problema comum aos nossos vizinhos. Isso demonstra que ainda temos muito no que pensar para reverter essa situação e permitir a segurança para cargas e motoristas, em qualquer país latino-americano.</p>
<p>O México, por exemplo, é o sétimo país mais perigoso do mundo em roubo de cargas (o Brasil está em sexto lugar). Segundo estudos de seguradoras, as cargas mais visadas são alimentos, bebidas (alcoólicas ou não), materiais de construção, produtos químicos e autopeças.</p>
<p>Porém o que mais chocou a todos nós foi o crescimento de 120% em roubos de cargas nos últimos 10 anos e a perspectiva para mais 12%, aproximadamente, em 2019. É assustador.</p>
<p>A preocupação lá ainda é maior, pois embora as práticas utilizadas para combater o roubo serem similares às nossas, a tecnologia está muito longe do ideal. Eles não usam inteligência embarcada, por exemplo, e não há sinergia ou união entre os interessados em coibir o crime. Há muito o que evoluir ainda.</p>
<p>Na Argentina, o problema também existe e o cenário é muito parecido com o brasileiro. Por isso, especialistas em seguros destacaram que o uso da tecnologia é imperativo, além das avaliações de riscos. Mesmo assim, ainda há muito a ser feito naquele país.</p>
<p>A Colômbia também é um vizinho que sofre com roubos de cargas, embora usem ferramentas de gerenciamento de riscos e serviço integrados de tecnologia, ações de pronta resposta coordenadas com as polícias. Eles também criaram um comitê de iniciativa privada sobre o roubo de cargas junto ao governo, o que demonstra grande interesse em resolver essa questão o quanto antes.</p>
<p>O Peru apresentou franco crescimento no roubo de cargas, inclusive com muita violência envolvida. Lá, os roubos se concentram em Lima e Callao, província do principal porto do país.</p>
<p>Aqui no Brasil, sabemos que o Rio de Janeiro é o estado mais problemático. Por outro lado, temos comprovações, com base no trabalho que prestamos, que o gerenciamento de riscos é a ferramenta fundamental para que esse cenário se reverta. Não é um trabalho com resultados imediatos, logicamente, mas sim de melhoria contínua.</p>
<p>Com a experiência dos últimos anos no estado, conseguimos entender exatamente o problema e, assim, propor soluções. Os roubos, por exemplo, ocorriam (e ocorrem), principalmente, em trechos de rodovias rodeadas por comunidades controladas por criminosos.</p>
<p>Dados da Firjan apontaram que, em 2018, 81% dos roubos ocorrem na capital e na Baixada Fluminense; 76% foi o aumento de incidentes na região de São Gonçalo, com 17% dos roubos e, no total o prejuízo estimado foi de 607,1 milhões de reais.</p>
<p>No entanto, quando as ações de segurança e atuação da força pública, em conjunto com o Estado, o roubo de cargas migrou para outras comunidades.</p>
<p>Por isso, uma das principais medidas tomadas pelas gerenciadoras de riscos foi a proibição de entrar com veículos carregados em comunidades cariocas, uma vez que as características geográficas dificultam o acesso das forças policiais e diminuem as possibilidades de recuperação do veículo e da carga.</p>
<p>Outra ferramenta utilizada foi a análise de perfil profissional de todos os envolvidos nos processos logísticos. Isso porque, de acordo com investigações da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), a participação interna de funcionários das empresas ocorre em, aproximadamente, 50% dos casos.</p>
<p>Como as áreas mais perigosas foram mapeadas, foi possível criar cercas eletrônicas, integradas a regras de segurança das tecnologias de rastreamento. Além disso, destaco o acompanhamento técnico vigiado, ou pronta resposta, bem como o controle de chegada de veículos a cidade do Rio de Janeiro, com criação de pontos de parada com base nos horários do trânsito.</p>
<p>Foram criadas ainda outras soluções específicas para combater o roubo de cargas no Rio de Janeiro, o que demonstrou que a tecnologia, aliada à inteligência e estratégia de equipes especializadas, funciona aqui no Brasil e pode funcionar em todos os outros países que sofrem com o crime.</p>
<p>De qualquer forma, é lamentável concluir que a América Latina está contaminada pelo crime organizado e a corrupção, mas como temos exemplos tão positivos no Brasil, temos o dever de espalhar pelos quatro cantos do continente a importância do GR para nossos vizinhos.</p>
<p>Felizmente, a tecnologia evolui a cada dia e, atualmente, a inteligência artificial tem se mostrado eficaz e fundamental para entender cenários e, rapidamente, apontar soluções.</p>
<p>Por atuar nesse mercado há mais de 24 anos, posso afirmar que o gerenciamento de riscos e todas as ferramentas de prevenção são fatores que melhoram a cadeia logística e tudo o que gravita em torno dela. Entretanto, é um processo de melhoria contínua, uma vez que a tecnologia e os cenários rapidamente mudam, e que requer a união de todas as forças envolvidas no fim dessa prática, em qualquer país do mundo.</p>
<p>* Cyro Buonavoglia, 70 anos, com vasta experiência em comércio e indústria, formado em administração de empresas pela Faculdade Dom Pedro II, atuou nas áreas de indústria e comercio e fundou há 24 anos a Buonny Projetos e Serviços, que se transformou em um conglomerado de empresas, que busca atender com eficácia o mercado nos segmentos de logística, saúde, tecnologia e energia fotovoltaica. O executivo também fundou as entidades: GRISTEC e SINDIRISCO. Atualmente como Presidente do Grupo Buonny, sua principal meta é avançar com o crescimento das empresas que compõe o grupo, por meio de investimentos em tecnologia, que aumentam a qualidade dos serviços prestados na mitigação de riscos.</p></div>
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		<title>Proposta de capacitação com foco em segurança é apresentado no Transcares</title>
		<link>https://setcesp.org.br/servicos/suporte-ao-roubo-de-cargas/proposta-de-capacitacao-com-foco-em-seguranca-e-apresentado-no-transcares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2019 19:05:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suporte ao Transportador - Roubo de Cargas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As ações de prevenção e combate ao roubo de cargas ganharam um reforço na quinta-feira, 14 de fevereiro, durante o Encontro Técnico de Segurança, realizado na sede do Transcares, em Cariacica: a proposta de um curso de capacitação para agentes públicos e profissionais do setor de transportes, com foco na segurança das operações de transporte de cargas. O treinamento está inserido no Proteger – Programa de Segurança de Operações do Transporte de Carga da CNT (Confederação Nacional do Transporte), e foi apresentado pelo seu coordenador, Getúlio Bezerra, que além de expor o projeto veio de Brasília para ouvir as opiniões dos capixabas a respeito do escopo pensado pela equipe técnica do Sest Senat.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>As ações de prevenção e combate ao roubo de cargas ganharam um reforço na quinta-feira, 14 de fevereiro, durante o Encontro Técnico de Segurança, realizado na sede do Transcares, em Cariacica: a proposta de um curso de capacitação para agentes públicos e profissionais do setor de transportes, com foco na segurança das operações de transporte de cargas. O treinamento está inserido no Proteger – Programa de Segurança de Operações do Transporte de Carga da CNT (Confederação Nacional do Transporte), e foi apresentado pelo seu coordenador, Getúlio Bezerra, que além de expor o projeto veio de Brasília para ouvir as opiniões dos capixabas a respeito do escopo pensado pela equipe técnica do Sest Senat.</p>
<p>O curso de capacitação é um sonho antigo do superintendente do Transcares, Mario Natali, que sempre defendeu o conhecimento e a informação como ferramentas imprescindíveis para vencer esse inimigo que somente no ano de 2017 resultou num prejuízo de R$ 1,574 bilhão em todo o País – valor correspondente somente à carga em si. E ele gostou do que foi apresentado por Bezerra.</p>
<p>“Ele atende bem às nossas expectativas e necessidades”, resumiu Natali, que junto com o coordenador do Grupo de Trabalho de Segurança do Setcemg (Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de Minas Gerais), Ivanildo dos Santos, preparou uma proposta inicial e enviou à CNT, aos cuidados de Bezerra.</p>
<p>A grande novidade deste curso, segundo o coordenador do Proteger, é o fato dele ser à distância, mas com uma parte presencial, “para que motoristas, gestores das empresas de transportes e agentes públicos, o público-alvo, possam compartilhar e trocar experiências”.</p>
<p>A capacitação inclui informação sobre o modus operandi das quadrilhas, treinamentos com situações de risco nos simuladores adquiridos recentemente pelas unidades do Sest Senat, legislação, ações emergenciais, funcionamento, documentos do transporte e levantamento de dados estatísticos, uma deficiência do setor, como admitiu o dirigente. E ainda segundo ele, o treinamento já está aprovado pela diretoria da CNT e a expectativa é que até o segundo semestre ele possa ser implementado.</p>
<p>Técnico da Assessoria de Projetos Especiais do Sest Senat, Tomás Nascimento também participou do encontro de Vitória e apresentou o Projeto Transporte Seguro, que integra o Proteger e cujos objetivos são garantir a qualificação de motoristas profissionais; profissionais das empresas de transporte de cargas que atuam na operação do transporte e na gestão de riscos do negócio; e os agentes públicos que atuam na fiscalização e prevenção ao roubo de cargas; reduzir os índices de roubo de cargas no Brasil; reduzir a perda financeira das empresas com o roubo de cargas; aumentar a segurança na operação e fiscalização do transporte de cargas; e coibir o crime organizado.</p>
<p>“Uma empresa com menos roubo de cargas e uma empresa mais sustentável”, resumiu ele para os 28 participantes do evento – representantes das polícias militar, civil, rodoviária federal e federal, Abin, Codesa, o secretário de Integração Institucional da Sest, Guilherme Pacífico, um antigo parceiro do sindicato, o presidente do Transcares, Marcos Furtunato, e profissionais de empresas associadas.</p>
<p><strong>Boas práticas</strong></p>
<p>Outra pauta do Encontro Técnico do Segurança foi compartilhar as boas práticas de prevenção e combate ao roubo de cargas do Estado. O Espírito Santo vive uma situação diferenciada em relação aos demais estado da Região Sudeste, líder no ranking de ocorrências. Segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública, em 2018 foram instaurados 42 inquéritos de roubo de cargas, 16 a menos do que em 2017. Em 2016, no Estado, foram constatados 109 roubos a cargas.</p>
<p>Segundo Natali, os bons números são resultado de duas vertentes. A primeira são as medicas locais: criação pelo governo do Estado, por meio da secretaria de Segurança (Sesp), de um Grupo de Trabalho de Prevenção e Combate ao Roubo de Cargas, Lei Estadual  8.246/2006, alterada para 1.638/2017 e pioneira no combate à receptação de cargas roubadas e/ou oriundas de estelionato; e a criação da Delegacia Especializada de Crimes contra o Transportes de Cargas.</p>
<p>A segunda são as ações de capacitação de integração, como as reuniões bimestrais do Grupo de Trabalho da Sesp, para estudos de casos, discussões e atualização das ocorrências no Estado; participação das forças policiais em eventos locais e regionais em outros segmentos para alinhamento de condutas e troca de informações; e a formulação da proposta de capacitação policial que ganhou o apoio da CNT. “Entendemos que sem cooperação vão vamos a lugar algum”, destacou ele, que voltou a falar sobre sua preocupação com a “migração natural dessa mancha criminal” e, portanto, da urgência na capacitação.</p>
<p> </p></div>
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		<item>
		<title>PRF e PF desarticulam quadrilha de receptação de cargas roubadas na Bahia</title>
		<link>https://setcesp.org.br/servicos/suporte-ao-roubo-de-cargas/prf-e-pf-desarticulam-quadrilha-de-receptacao-de-cargas-roubadas-na-bahia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Feb 2019 20:58:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suporte ao Transportador - Roubo de Cargas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em ação conjunta, as polícias federal (PF) e rodoviária federal (PRF) deflagraram a operação “Feira Livre” que desarticulou uma associação criminosa, radicada em Feira de Santana (BA), que praticava furto e receptação de mercadorias.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Em ação conjunta, as polícias federal (PF) e rodoviária federal (PRF) deflagraram a operação “Feira Livre” que desarticulou uma associação criminosa, radicada em Feira de Santana (BA), que praticava furto e receptação de mercadorias.</p>
<p>Trata-se de um desdobramento da Operação “Transbordo”, deflagrada pelas Polícias Federal e Rodoviária Federal de Alagoas em julho de 2018, ocasião em que foram cumpridos mais de 170 mandados judicias em vários estados, 38 na Bahia.</p>
<p>Durante a investigação, constatou-se que a atuação da quadrilha era baseada no aliciamento de caminhoneiros, mediante vantagem financeira, para que realizassem o desvio, total ou parcial, da carga transportada.</p>
<p>O impacto dos crimes praticados pela associação criminosa ultrapassou a fronteira do Estado baiano e atingiu comerciantes de outros estados, como Paraíba e São Paulo. Estima-se prejuízo de milhões em mercadorias desviadas.</p>
<p>O esquema criminoso se baseava no aliciamento dos motoristas de transporte de carga que forjavam uma situação de roubo da mercadoria ou escoavam parte da carga. Além disso, havia os chamados interceptadores para a aquisição e posterior comercialização das mercadorias subtraídas, que figuravam como intermediários entre o núcleo da quadrilha e pequenos comerciantes estabelecidos na cidade de Feira de Santana (BA).</p>
<p>Estão sendo cumpridos 17 mandados de prisão e 16 mandados de busca e apreensão nos municípios de Salvador (BA), Feira de Santana (BA), Santa Rita (PB), São Paulo (SP), Guarulhos (SP), Mogi das Cruzes (SP) e Sumaré (SP). Além disso, foi determinado o bloqueio das contas dos principais investigados. Todas as medidas foram expedidas pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Feira de Santana (BA).</p>
<p>Cerca de 55 policiais federais e 80 policiais rodoviários federais participaram da ação.</p>
<p>Os presos foram indiciados pelos crimes de furto e receptação qualificados, além de associação criminosa, previstos nos artigos 155, § 4º, I, II e IV; 180, § 1º; e 288, todos do Código Penal.</p></div>
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		<title>FETCESP E SINDIVAPA se reúnem com Comando da PM do Vale do Paraíba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2019 19:33:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suporte ao Transportador - Roubo de Cargas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O SINDIVAPA, representado pelo seu presidente Carlos Eduardo Bueno, a FETCESP representada pelo assessor de Segurança Paulo Souza, se reuniram com o Comandante Coronel Lourival da Silva Júnior da PM do Vale do Paraíba, para discutir a situação do roubo de cargas e veículos na região.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="news-date">14/02/2019 &#8211; 17:29 / FETCESP</div></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O SINDIVAPA, representado pelo seu presidente Carlos Eduardo Bueno, a FETCESP representada pelo assessor de Segurança Paulo Souza, se reuniram com o Comandante Coronel Lourival da Silva Júnior da PM do Vale do Paraíba, para discutir a situação do roubo de cargas e veículos na região.</p>
<p>O Cel. Lourival da Silva Junior, demostrou as entidades que houve uma diminuição dos índices em 2018 comparado aos de 2017. O assessor de segurança Paulo Souza destacou o índice de incidência na cidade de Jacareí que representa 80% de todos os registros de roubo e furto de cargas e veículos na região.</p>
<p>O presidente do SINDIVIAPA, Carlos Eduardo Bueno solicitou uma intensificação no policiamento no perímetro municipal (que cabe a PM do estado de SP) as margens da rodovia em locais que servem de prospecção, organização (concentração de veículos de carga) e finalização (desmanches clandestinos) do conjunto de ações que se utilizam para efetivar o roubo de cargas e veículos.</p>
<p>A resposta do Cel. Lourival da Silva Junior foi imediata e positiva referente à solicitação do SINDIVAPA e FETCESP e explicou que o maior índice se concentra em Jacareí devido aos entroncamentos das Rodovias Dutra com D. Pedro e acesso a Carvalho Pinto, essa concentração de veículos de carga na região é fato, assim as incidências são maiores.</p>
<p>O Comandante comunicou aos presentes que a intensificação será realizada no perímetro municipal que cabe a Policia Militar do Estado de São Paulo e que o setor de transporte de carga conte com a PM. Informou, ainda, que atualmente o Roubo de Carga ou do Veículo de Transporte é tratada no Serviço de Emergência 190 da PM como prioridade de atendimento. Acrescentou que nos últimos meses conseguiram ótimos resultados que foram divulgados na mídia da região, captura dos assaltantes e localização de veículos de carga em desmanches clandestinos para este fim.</p>
<p>O SINDIVAPA E FETCESP agradeceram a PM do Estado de São Paulo pela produtiva reunião de trabalho e acordou com o mesmo que após Reunião com os Comandos da Policia Rodoviária Federal e da Policia Civil do Estado de São Paulo, o SINDIVAPA promoverá um encontro com todas as Policias com objetivo de unir forças no combate ao roubo e furto de cargas e veículos na região.</p></div>
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