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	<title>Arquivos Assessoria de Segurança &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Assessoria de Segurança &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Alimentos são as cargas mais roubadas na cidade de São Paulo e região</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/alimentos-sao-as-cargas-mais-roubadas-na-cidade-de-sao-paulo-e-regiao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 May 2025 18:20:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria de Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[roubo de cargas 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maior incidência deste tipo de crime ocorre no período da manhã</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Maior incidência deste tipo de crime ocorre no período da manhã</em></p>
<p>Um levantamento realizado pelo SETCESP apontou que ocorreram 3.487 crimes de roubo de cargas, em 2024, nos 50 municípios que integram a base representativa da entidade – isso inclui a capital São Paulo, Guarulhos, Osasco, Barueri e Mogi das Cruzes.</p>
<p>A maior incidência deste crime ocorre, como era de se esperar, na cidade de São Paulo, seguida por Guarulhos, Osasco, Itapevi e Cotia. São Paulo, sozinha, responde por 64,6% de todas as ocorrências registradas, enquanto Guarulhos concentra 6,3% e Osasco 4,6%.</p>
<p>Os dados foram extraídos por meio de informações disponibilizadas pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Também foram analisados os registros de furto de cargas, com 326 ocorrências no total, e o crime de receptação de cargas, com 113 registros.</p>
<p>O relatório apontou que os índices de roubo de cargas são maiores no período da manhã, o que pode ser explicado pela alta movimentação logística, com início das rotas de distribuição e abastecimento do comércio. Já as abordagens ocorrem, na maior parte das vezes, durante a entrega (1.686 dos casos).</p>
<p>O maior tipo de carga roubada é de alimentos. “Os produtos alimentícios têm um apelo social e facilidade enorme para sua distribuição fracionada em pequenos comércios, que notadamente, trabalham a margem da lei”, lembra o presidente do SETCESP, Marcelo Rodrigues, destacando também que por serem produtos de consumo rápido, isso dificulta o rastreio.</p>
<p>Dentre os produtos de alto valor agregado, os mais visados são: cigarros, bebidas, eletroeletrônicos, itens farmacêuticos e autopeças. Apenas 8,53% das cargas roubadas são efetivamente recuperadas.</p>
<p>Pouco mais de um terço das cargas roubadas possuem um valor de até 20 mil reais. Um sexto dos casos não teve o valor declarado, o que prejudicou a análise completa do cenário de prejuízo financeiro.</p>
<p>“O boletim de ocorrência, quando bem elaborado de forma detalhada, faz com que a polícia tenha dados para investigar e comprovar a ocorrência”, afirma Rodrigues. O presidente do SETCESP revela que muitas abordagens policiais não têm êxito em apreensões por não haver denúncia registrada. “Com isso, o possível criminoso é liberado já na abordagem”, lamenta ele.</p>
<p>O SETCESP lembra que os crimes praticados contra o transporte rodoviário de cargas causam impactos econômicos, operacionais e institucionais graves. E além dos prejuízos diretos, indiretamente esses crimes afetam toda a sociedade e exigem resposta policial e jurídica para evitar a impunidade ou prejuízos futuros.</p>
<p>Para ter acesso ao estudo completo, acesse <a href="https://conteudo.setcesp.org.br/roubodecargas24" target="_blank" rel="noopener">https://conteudo.setcesp.org.br/roubodecargas24</a></p></div>
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		<title>Golpe digital: fuja de ciladas e evite prejuízos</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/golpe-digital-fuja-de-ciladas-e-evite-prejuizos-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 15:24:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Assessoria de Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta de golpe]]></category>
		<category><![CDATA[ataques hackers]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, foi registrado um golpe a cada 16 segundos de acordo com a edição 2024 do Anuário Brasileiro de Segurança Pública</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>No Brasil, foi registrado um golpe a cada 16 segundos de acordo com a edição 2024 do Anuário Brasileiro de Segurança Pública</em></p>
<p>Conforme os golpes se tornam mais frequentes, os meios que criminosos usam para aplicá-los também vão se diversificando.  Esta modalidade de crime cresceu no ambiente digital e afeta tanto a pessoa física quanto jurídica. Entretanto, algumas ações podem ser tomadas pelas empresas para evitar este tipo de armadilha.</p>
<p>“Toda organização, por padrão, tem que ter um <em>firewall, o qual é</em> um sistema de segurança instalado. Se não isso, necessita ao menos, ter um antivírus contratado de qualidade”, alerta Alex Diniz, gestor de Tecnologia da Informação.</p>
<p>Apesar desses dois fatores de proteção, o principal para o gestor é que haja avisos solicitando que os funcionários tomem cuidado com os e-mails que recebem. “Há muitos links disfarçados que dão acesso para um servidor externo, trazem o vírus e <em>ransomwares</em> [<em>software</em> fraudador] que podem roubar informações”, explica ele.</p>
<p>Ewerthon Sousa, especialista em redes de computadores, concorda que o colaborador pode tornar a empresa mais vulnerável. “A maioria das invasões dos sistemas acontece por conta de abertura de links com conteúdos duvidosos como rifas, jogos online, boletos falsos ou promoções a preços muito atrativos. Atualmente, os provedores já bloqueiam muitos conteúdos suspeitos, agora o mais comum são golpes pelo WhatsApp”, avalia.</p>
<p>O tecnólogo esclarece que o aplicativo de mensagens instantâneas mais usado no país possui uma segurança criptografada, mas não tem uma proteção de antivírus. “Clonar o WhatsApp tornou-se um golpe rotineiro. Assim que conseguem acessar a conta da vítima, o criminoso se passa por ela pedindo dinheiro emprestado para seus contatos. A pessoa do outro lado faz o depósito achando que é uma emergência quando, na verdade, é golpe”.</p>
<p>Recentemente, o próprio SETCESP foi uma vítima, mostrando que empresas não estão livres deste tipo de crime. O nome e logo da entidade foram usados pelos criminosos que tentaram prejudicar outras pessoas. O golpista entrou disfarçado em um dos grupos administrados pela entidade passou a enviar links no contato privado dos demais membros do grupo. Ao clicar neste link e repassar um código de verificação, os alvos tiveram seu WhatsApp clonado.</p>
<p>“<strong>O SETCESP não realiza nenhum tipo de contato para solicitar códigos de confirmação e nem dados pessoais</strong>. Se você receber alguma ligação ou mensagem de um número desconhecido se passando pela entidade, não forneça nenhuma informação”, solicita a gerente de comunicação da entidade, Camila Florencio.</p>
<p>A entidade de imediato excluiu do grupo o possível fraudador e fez vários informativos em seu site, redes sociais e no próprio aplicativo de mensagens, alertando seus associados e parceiros sobre o ocorrido, para que seu público não fosse prejudicado. O que segundo os especialistas está correto, já que a estratégia mais eficaz nestes casos é reforçar a comunicação.</p>
<p>“Para se proteger desses golpes e outros mais, o certo é não fornecer informações sigilosas para terceiros, como senhas de cartões de crédito e documentos. Também nunca passe o código recebido no celular para um desconhecido. Na dúvida, ligue para a empresa ou entre no site para verificar mais alguma informação”, avisa o gestor.</p>
<p>“Outra dica também de prevenção é sempre utilizar senhas mais fortes que combinem letras, números e símbolos e use dois fatores de autenticação para acessar uma conta em outro dispositivo, geralmente um por SMS e outro no e-mail, essas etapas são uma barreira a mais de proteção”, aconselha Sousa.</p>
<p>Ele também afirma ser importante manter todos os sistemas atualizados porque uma falha pode afetar a segurança. “Não adianta a empresa deixar a tecnologia defasada para economizar. Uns dos maiores bens que as empresas possuem, hoje em dia, são os dados, infelizmente, algumas que são hackeadas acabam tendo eles vazados, porque não investiram quando deveriam”, conta o tecnólogo.</p>
<p>Especialmente, no mundo conectado no qual as atividades de trabalho e de comunicação dependem do formato digital, é necessário fazer o possível para manter a segurança online. Afinal, o risco de sequestro e vazamento de dados pode abalar a imagem da empresa com o seu cliente, sem falar no prejuízo financeiro ao pagar um boleto falso ou realizar um empréstimo para um impostor.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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