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	<title>Arquivos Edição 85 &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Edição 85 &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Foco no que ainda se pretende alcançar</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/foco-no-que-ainda-se-pretende-alcancar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 85]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como o transporte não para, a entidade se movimenta e trabalha com a intenção de alcançar suas bandeiras.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Assim como o transporte não para, a entidade se movimenta e trabalha com a intenção de alcançar:</p>
<p><strong>Diretorias municipais especializadas em cargas</strong></p>
<p>Compostas por técnicos, os quais devem padronizar as regulamentações para veículos comerciais de carga.</p>
<p><strong>Padronização e incentivo ao uso do VUC </strong></p>
<p>Padronização do tamanho do VUC (Veículo Urbano de Cargas) em 7,20m, entreparachoques, e sua liberação de todas as restrições de circulação de veículos de carga na GRMSP, incluindo rodízio.</p>
<p><strong>Disponibilidade de vagas para carga e descarga</strong></p>
<p>Ampliação, regulamentação e a sinalização dos locais destinados à realização do abastecimento de áreas de intenso comércio.</p>
<p><strong>Entregas Noturnas</strong></p>
<p>Em horários alternativos durante a noite em grandes pólos geradores de carga.</p>
<p><strong>Terminais e mini-terminais de abastecimento urbano</strong></p>
<p>Criação de mini terminais logísticos no entorno da GRMSP que tenham fácil interligação entre si.</p>
<p><strong>Redução da carga tributária</strong></p>
<p>De forma a permitir que as empresas do setor invistam no crescimento de seus negócios e gerem mais postos de trabalho.</p>
<p><strong>Combate ao roubo de cargas</strong></p>
<p>Aumento da segurança pública nos centros urbanos e rodovias para garantir a integridade dos profissionais e do patrimônio das empresas e de toda a sociedade.</p></div>
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		<title>Diretorias de especialidade e Comissões Técnicas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/diretorias-de-especialidade-e-comissoes-tecnicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 16:02:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diretorias de Especialidades]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 85]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[diretorias de especialidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos serviços mais estratégicos oferecidos pelo SETCESP é o acesso às diretorias e comissões técnicas que fortalecem temas de interesse em comum a diferentes segmentos do transporte.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Um dos serviços mais estratégicos oferecidos pelo SETCESP é o acesso às diretorias e comissões técnicas que fortalecem temas de interesse em comum a diferentes segmentos do transporte.</p>
<p>O setor de transporte rodoviário de cargas é bastante diverso, mas empresas que atuam em uma mesma especialidade geralmente enfrentam desafios semelhantes. Por esta razão é que existem no SETCESP diferentes diretorias e comissões.</p>
<p>“Cada modalidade de transporte tem um desafio diferente, e unimos aqueles transportadores com os mesmos interesses para poderem interagir e buscar por soluções em conjunto”, explica Marcelo Rodrigues, presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP.</p>
<p>Atualmente, existem na entidade sete diretorias e seis comissões que realizam reuniões periódicas, feitas na maioria das vezes on-line. Além disso, os grupos são frequentemente convidados a participar de visitas técnicas em empresas fornecedoras do TRC, feiras ou em portos e aeroportos.</p>
<p>“As diretorias e comissões são um caminho inicial importante para o empresário começar a participar do SETCESP e entender o que a entidade faz e o que pode fazer, já que muitas demandas surgem justamente desse tipo de reunião”, aponta a presidente executiva do SETCESP, Ana Jarrouge.</p>
<h3><strong>Uma diretoria para o seu perfil de empresa</strong></h3>
<p>Conheça a seguir quais são as <strong>diretorias</strong> do SETCESP e qual é o objetivo compartilhado em cada uma delas.</p>
<p><strong> </strong><strong><a href="http://setcesp.org.br/abastecimento-e-distribuicao/" target="_blank" rel="noopener">Abastecimento e Distribuição</a></strong></p>
<p>Reúne empresários que atuam nos grandes centros urbanos e buscam por políticas públicas que priorizem a mobilidade e o abastecimento urbano. O diretor responsável é Marinaldo dos Reis.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/transporte-de-produtos-farmaceuticos/" target="_blank" rel="noopener">Produtos Farmacêuticos</a></strong></p>
<p>A especialidade tem por intenção racionalizar as exigências de licenças, fomentar as boas práticas entre as transportadoras. O diretor da especialidade é Gylson Ribeiro.</p>
<p><strong><a href="http://setcesp.org.br/aduaneiro/" target="_blank" rel="noopener">Aduaneiro</a></strong></p>
<p>Envolve os empresários que atuam no transporte de cargas destinadas à importação e à exportação e, tem por objetivo disciplinar procedimentos que simplifiquem as operações. A diretora da especialidade é Marina Lima e o vice-diretor é Giovanni Rosolen.</p>
<p><strong><a href="http://setcesp.org.br/cargas-completas/" target="_blank" rel="noopener">Cargas Completas</a></strong></p>
<p>Talvez você conheça essa modalidade por ‘carga lotação ou carga fechada’. Ela reúne empresários que visam compartilhar melhores práticas e realizar benchmarkings operacionais. O diretor é Luiz Rustiguel e Andréa Carvalho é a vice-diretora.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/e-commerce/">E-commerce</a></strong></p>
<p>Fazer com que a chegada do produto ao consumidor faça parte de uma boa experiência de compra é a meta principal da especialidade. Guilherme Juliani é o diretor, acompanhado dos vices Ariel Herszenhorn e Eduardo Mayerhofer.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/mudancas/" target="_blank" rel="noopener">Transporte de Mudanças</a></strong></p>
<p>Une o empresariado do segmento para buscar condições operacionais de mudança nos grandes centros urbanos de forma mais segura, rentável e menos burocrática no que se refere às exigências das prefeituras. O diretor é Rafael Granero e Giuliano Reali é o vice-diretor.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/transporte-internacional/" target="_blank" rel="noopener">Transporte Internacional</a></strong></p>
<p>Tem como principais objetivos garantir que as operações de transporte rodoviário de cargas entre países sejam realizadas de forma segura e em conformidade com as leis de cada localidade. O diretor desta especialidade é Danilo Guedes.</p>
<h3><strong>Informações técnicas para o desenvolvimento do seu negócio</strong></h3>
<p>Confira a seguir quais são as <strong>comissões</strong> do SETCESP que servem para aprimoramento da gestão de sua empresa:</p>
<p><strong><a href="http://setcesp.org.br/recursos-humanos/" target="_blank" rel="noopener">Recursos Humanos</a></strong></p>
<p>Busca subsídios para celebração das Convenções Coletivas de Trabalho do TRC e dissemina informações sobre a legislação trabalhista e as boas práticas na gestão. Carolina Resuto é a coordenadora e Livia Rodrigues Martins, a vice-coordenadora.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/sustentabilidade/" target="_blank" rel="noopener">Sustentabilidade</a></strong></p>
<p>Aborda as formas que as empresas têm para implementar ações ligadas ao ESG. Fernanda Veneziani é a coordenadora e os vices são Erick Tosin e Silmara Balhes.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/comjovem/" target="_blank" rel="noopener">COMJOVEM SP</a></strong></p>
<p>Une os jovens empresários ou executivos do setor com até 35 anos para trocar experiências, com a intenção de disseminar políticas de gestão inovadoras. Juan Thedin é o coordenador e as vices-coordenadoras são Lorine Romunhão e Fernanda Pelucio.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/vez-e-voz/" target="_blank" rel="noopener">V</a><a href="https://setcesp.org.br/vez-e-voz/" target="_blank" rel="noopener">ez e Voz – Mulheres no TRC</a></strong></p>
<p>A comissão integra o movimento para valorizar as mulheres que trabalham no setor e atrair mais talentos femininos para o TRC. Camila Florencio é a coordenadora e os vice-coordenadores são Isabella Antunes, Gislaine Zorzin e Sergio Povoa.</p>
<p><strong><a href="http://setcesp.org.br/estudos-tributarios/" target="_blank" rel="noopener">Estudos Tributários</a></strong></p>
<p>O grupo debate os assuntos da área fiscal e contábil, como impostos, taxas e demais tributos que atingem os transportadores. O coordenador é Adauto Bentivegna Filho e o vice-coordenador é Marcos Antônio Alves.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/pequenas-empresas/" target="_blank" rel="noopener">Pequenas Empresas</a></strong></p>
<p>Representa, defende e promove os interesses de transportadoras que estão buscando o desenvolvimento para ampliar sua atuação no mercado. Vander Batista é o coordenador desta comissão.</p>
<h3><em>Fique por dentro!</em></h3>
<p><strong>Participe você também</strong></p>
<p>Empresários, executivos ou profissionais cujas funções estão ligadas a alguma das modalidades ou áreas técnicas mencionadas acima e que desejam fazer parte de uma diretoria de especialidade ou comissão do SETCESP são mais do que bem-vindos.</p>
<p>Para isso, é só entrar em contato com a Regiane Amaral, responsável por este serviço no SETCESP, nos canais do WhatsApp (11) 2632-1000 ou  e-mail comissoes@setcesp.org.br.</p></div>
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		<title>Uma trajetória que conecta histórias, constrói caminhos e abre passagem para o futuro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/uma-trajetoria-que-conecta-historias-constroi-caminhos-e-abre-passagem-para-o-futuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 19:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 85]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP 90 anos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O SETCESP foi oficialmente fundado em 26 de janeiro de 1936. Na ocasião, estavam presentes 11 associados. Manoel Diegues tornou-se o primeiro presidente da entidade (matrícula número 1).</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/uma-trajetoria-que-conecta-historias-constroi-caminhos-e-abre-passagem-para-o-futuro/">Uma trajetória que conecta histórias, constrói caminhos e abre passagem para o futuro</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><blockquote>
<p><em><strong>A cena se passa em 1936. A cidade ainda dava seus primeiros passos rumo ao desenvolvimento. O asfalto era raro, a malha rodoviária quase inexistente e as estradas, em sua maioria, eram caminhos de terra batida.</strong></em></p>
<p><em><strong>Veículos de carga motorizados dividiam espaço com carroças, cavalos e charretes, num trânsito que misturava o passado e os sinais de um futuro em construção.</strong></em></p>
<p><em><strong>Aquele lugar que, mais tarde, se tornaria São Paulo, a cidade que nunca dorme, via a distribuição de suas riquezas ameaçada por um grande desafio: escoar a produção agrícola até o porto de Santos.</strong></em></p>
<p><em><strong>Diante dessa necessidade urgente, transportadores visionários compreenderam que a união era o único caminho. Mobilizados por um propósito comum, fundaram o SETCESP e passaram a transformar dificuldades em soluções, pavimentando, ainda que simbolicamente, os caminhos do desenvolvimento.</strong></em></p>
</blockquote>
<h3><strong>História, consolidação e representatividade</strong></h3>
<p>O SETCESP foi oficialmente fundado em 26 de janeiro de 1936. Na ocasião, estavam presentes 11 associados. Manoel Diegues tornou-se o primeiro presidente da entidade (matrícula número 1).</p>
<p>Naqueles primeiros tempos, na rota para o porto de Santos, havia um entrave, a ponte sobre o rio Cubatão era precária e insuficiente para atender ao fluxo crescente, sobretudo de caminhões. Os transportadores propuseram o que hoje se chama oficialmente PPP &#8211; Parceria Público-Privada.</p>
<p>“Eles decidiram romper com o lugar comum. Se organizaram para, juntos, conquistar melhores condições e mais infraestrutura para suas operações de transporte”, lembrou o presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Marcelo Rodrigues.</p>
<p>Como resultado desse esforço conjunto, a pista Norte da Rodovia Anchieta foi concluída em 1947, seguida pela pista Sul, em 1953. Essa obra marcou apenas uma entre muitas superações que moldaram o transporte rodoviário de cargas no país.</p>
<p>“Só estamos aqui porque eles começaram esta história. E o que estamos construindo agora será o legado para os transportadores de amanhã”, acrescentou Rodrigues.</p>
<p>Nas décadas de 1940 e 1950, o setor também viveu intensos debates sobre a cobrança do frete para cargas leves e pesadas, até então tarifadas igualmente. Após longas discussões, foi estabelecida a cobrança por cubagem, uma decisão considerada, até hoje, uma das grandes vitórias da categoria. O termo passou a integrar definitivamente a linguagem do transportador.</p>
<p>Outra superação foi o enfrentamento contra empresas de capital estrangeiro que praticavam <em>dumping</em>: cobravam fretes abaixo do custo operacional com o objetivo de eliminar concorrentes nacionais e, posteriormente, monopolizar o mercado. A mobilização do setor foi fundamental para a defesa da livre concorrência e da sustentabilidade das empresas brasileiras.</p>
<p>No campo legislativo, a regulamentação do transporte rodoviário de cargas foi um processo gradual. O esforço do sindicato resultou na sanção da Lei nº 7.092, que instituiu o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Bens, estabelecendo precondições formais para o exercício da atividade.</p>
<p>O SETCESP também teve papel fundamental na ampliação da representatividade sindical no Estado de São Paulo, colaborando para a criação e o fortalecimento de entidades como a NTC&amp;Logística (Associação Nacional de Transporte e Logística) e a FETCESP (Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de São Paulo).</p>
<p>Ao longo de décadas de atuação, a entidade consolidou-se como uma referência de credibilidade, reconhecida por transportadores, órgãos governamentais e diferentes esferas políticas.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h3><strong>Mais conquistas</strong></h3>
<p>O histórico de atuação demonstra que o SETCESP é uma entidade ativa, com presença constante em diversas frentes estratégicas.</p>
<p>Entre os avanços mais recentes, destacam-se a exclusão do ICMS e do ISS da base de cálculo do PIS/Cofins; a ampliação do comprimento permitido para o Veículo Urbano de Carga (VUC), de 6,30 metros para 7,20 metros; sua liberação do rodízio municipal em São Paulo; e a implementação do comprovante de entrega em formato eletrônico.</p>
<p>Também é preciso destacar a atuação decisiva da entidade na construção da Lei nº 15.315/14, regulamentada em 2018, que prevê a cassação da inscrição estadual de estabelecimentos flagrados com produtos roubados, um marco nacional no combate ao roubo de cargas.</p>
<p>Apesar do longo caminho já percorrido, a entidade segue olhando para o futuro. Os desafios continuam, e o SETCESP mantém seu compromisso de avançar no desenvolvimento e na valorização do transporte rodoviário de cargas.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Serviços: vantagens e benefícios para associados ao SETCESP</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/servicos-vantagens-e-beneficios-para-associados-ao-setcesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 18:02:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANTT]]></category>
		<category><![CDATA[Certificado Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Clube de Compras]]></category>
		<category><![CDATA[Consultoria Jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 85]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços SETCESP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto batalha por objetivos comuns da classe transportadora, a entidade vem reforçando o seu papel como uma central de soluções para empresas.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Enquanto batalha por objetivos comuns da classe transportadora, a entidade vem reforçando o seu papel como uma central de soluções para empresas de transporte e disponibiliza aos seus associados os seguintes serviços:</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/consultoria-juridica/" target="_blank" rel="noopener">Consultoria Jurídica</a></strong></p>
<p>Orientação sobre as Convenções Coletivas e o acompanhamento das Comissões de Conciliação Prévia, além de consultoria jurídica especializada para as áreas trabalhista, cível, trânsito e legislação do transporte rodoviário de cargas.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/custos-e-tarifas/" target="_blank" rel="noopener">Planejamento de Custos e Tarifas</a></strong></p>
<p>Consultoria para orientar as transportadoras sobre indicadores econômicos gerais e específicos do transporte rodoviário de cargas, analisar os custos e auxiliar no cálculo e reajuste de frete.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/antt/" target="_blank" rel="noopener">ANTT</a></strong></p>
<p>Posto autorizado para inclusão, atualização e recadastramento de veículos no RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas).</p>
<p><strong><a href="http://setcesp.org.br/clube-de-compras-2-2/" target="_blank" rel="noopener">Clube de Compras </a></strong><strong> </strong></p>
<p>Negociação de compra coletiva de insumos para reduzir os custos das transportadoras associadas.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/recurso-de-multa/" target="_blank" rel="noopener">Recursos de Multas</a></strong></p>
<p>Avaliação, orientação e realização de recursos contra infrações de trânsito e de transporte (ANTT) para defender os direitos administrativos e jurídicos dos associados.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/testedeopacidade/" target="_blank" rel="noopener">Teste de Opacidade</a></strong></p>
<p>Para auxiliar na gestão da emissão de poluentes e evitar multas ambientais.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/certificadodigital/" target="_blank" rel="noopener">Certificado Digital</a></strong></p>
<p>Para a assinatura digital das empresas. Transportadoras associadas adquirem gratuitamente o primeiro certificado digital modelo A1 para o CNPJ principal.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/espaco-associado/" target="_blank" rel="noopener">Espaço do Associado</a></strong></p>
<p>Sala de reunião totalmente equipada para realizar encontros de negócios.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/servico-exames-toxicologicos/" target="_blank" rel="noopener">Exame Toxicológico</a></strong></p>
<p>Laboratório credenciado pelo Denatran com mais de 2 mil postos de coleta em todo o Brasil e resultado emitido em até 48 horas.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/#session-mantenedores" target="_blank" rel="noopener">Parcerias</a></strong></p>
<p>Condições especiais para aquisição de produtos ou contratação de serviços oferecidos  pelos melhores fornecedores do setor.</p>
<p><strong><a href="https://api.setcesp.org.br/cursos" target="_blank" rel="noopener">Cursos</a></strong></p>
<p>Treinamentos técnicos e comportamentais nas modalidades presencial, on-line (ao vivo) e in company. Especialização executiva e imersões em determinados temas.</p>
<p><strong><a href="https://api.setcesp.org.br/eventos-e-reunioes" target="_blank" rel="noopener">Eventos</a></strong></p>
<p>Conferências, fóruns e workshops, presenciais e on-line, para debater questões técnicas, legislativas e operacionais que impactam no transporte rodoviário de cargas.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/classificados/" target="_blank" rel="noopener">Classificados</a></strong></p>
<p>Espaço para anúncios de venda de veículos de cargas, implemento, móveis e imóveis. Além de ser uma vitrine para quem precisa comprar um destes equipamentos.</p></div>
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		<title>Galeria de ex-presidentes do SETCESP</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/galeria-de-ex-presidentes-do-setcesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 13:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 85]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP 90 anos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo do tempo, diferentes lideranças dedicaram trabalho, tempo e compromisso à entidade, contribuindo para seu fortalecimento e evolução.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Ao longo do tempo, diferentes lideranças dedicaram trabalho, tempo e compromisso à entidade, contribuindo para seu fortalecimento e evolução</em></p>
<p>Essa trajetória tem início com Manoel Diegues, primeiro presidente do SETCESP, e segue até os dias atuais, sob a presidência de Marcelo Rodrigues. Conheça os dirigentes que, em diferentes períodos, construíram essa história.</p>
<p><strong> </strong><strong>Manoel Diegues</strong></p>
<p><strong>1936 &#8211; 1940</strong></p>
<p>Foi o primeiro presidente do SETCESP em sua gestão, enfrentou o desafio de mobilizar os empresários do setor sobre a necessidade de fazerem parte do Sindicato para unirem as forças.</p>
<p><strong> </strong><strong>Américo Ramos</strong></p>
<p><strong>1940 &#8211; 1942</strong></p>
<p>Logo de início enfrentou dificuldades para formar sua diretoria e teve que lidar com a desistência de alguns associados.</p>
<p><strong>Carlos Humberto Caseiro</strong></p>
<p><strong>1942 &#8211; 1952</strong></p>
<p>Sua gestão foi marcada pela primeira ação de comunicação impressa da história do SETCESP. Ao firmar parceria com o periódico ‘O Volante’, em 1942, obteve um espaço para divulgar os feitos e as bandeiras da entidade.</p>
<p><strong>Fortunato Peres Júnior </strong></p>
<p><strong>1952 &#8211; 1960</strong></p>
<p>Considerado o presidente da retomada do crescimento, sua gestão foi beneficiada pelo contexto histórico com o fim da Segunda Grande Guerra. A economia brasileira era impulsionada pela onda de progresso de Juscelino Kubitscheck.</p>
<p><strong>José Morgado</strong></p>
<p><strong>1960 &#8211; 1961</strong></p>
<p>Sob seu mandato a entidade começou a mostrar seus primeiros traços de crescimento efetivo e maior representatividade do setor. As bandeiras se fortaleciam, enquanto a burocracia e as crises políticas nacionais surgiam como os principais desafios.</p>
<p><strong>Telêmaco Azevedo Silva</strong></p>
<p><strong>1961 &#8211; 1965</strong></p>
<p>A principal característica de sua gestão foi a atuação junto ao poder Legislativo para promover a criação de leis que pudessem regulamentar nacionalmente a atividade de transporte rodoviário de cargas.</p>
<p><strong>José Carneiro de Gusmão Lacerda</strong></p>
<p><strong>1965 &#8211; 1967</strong></p>
<p>Nas mãos dos militares, o país testemunhou grandes obras e expansão da infraestrutura de transportes, considerada estratégica pelas Forças Armadas. Esse avanço acelerado trouxe resultados expressivos para a gestão de José Carneiro.</p>
<p><strong>Herlock Teixeira Junior</strong></p>
<p><strong>1967 &#8211; 1970</strong></p>
<p>Milhões de profissionais já trabalhavam no transporte rodoviário de cargas nos anos em que Herlock presidiu o sindicato, enquanto a expansão da indústria automobilística nacional oferecia aos empresários as opções necessárias para a formação de suas frotas.</p>
<p><strong>Aristóteles de Carvalho Rocha</strong></p>
<p><strong>1970 &#8211; 1979</strong></p>
<p>Carinhosamente conhecido como “Rochinha”, ele realizou uma verdadeira cruzada tarifária pelo Brasil. O inimigo do setor, nessa época, era a invasão das empresas de capital estrangeiro, que faziam suas operações com práticas de <em>dumping</em> generalizadas.</p>
<p><strong>Sebastião Ubson Carneiro Ribeiro</strong></p>
<p><strong>1980 &#8211; 1987</strong></p>
<p>Dentre os principais desafios de sua gestão estava o combate à supremacia do capital estrangeiro no setor, que culminou na Lei nº 6.813 que restringiu a participação de empresas de fora do país. No entanto, o maior legado do presidente Sebastião foi a construção do edifício-sede da entidade.</p>
<p><strong> </strong><strong>Adalberto Panzan</strong></p>
<p><strong>1988 &#8211; 1991</strong></p>
<p>Foi o grande incentivador da área de treinamentos do SETCESP, criada em meados da década de 1980. Em sua gestão, o serviço foi ampliado, figurando como um centro de desenvolvimento profissional de referência.</p>
<p><strong>Romeu Natal Panzan</strong></p>
<p><strong>1992 &#8211; 2000</strong></p>
<p>Atuou de forma categórica no combate ao roubo de cargas, realizou eventos de grande importância e enfrentou as políticas restritivas à circulação de caminhões.</p>
<p><strong> </strong><strong>Rui César Alves</strong></p>
<p><strong>2001 &#8211; 2003</strong></p>
<p>A valorização da cultura e da memória do setor esteve presente em todo o seu mandato. Ele modernizou os meios de comunicação com os associados e criou a Revista SETCESP e o informativo diário on-line do Sindicato.</p>
<p><strong>Urubatan Helou</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>2004 &#8211; 2006</strong></p>
<p>Sua gestão ficou marcada por conquistas importantes como a redução da burocracia nas barreiras fiscais estaduais, a valorização do transporte de cargas e a redução da carga tributária do setor.</p>
<p><strong>Francisco Pelucio </strong></p>
<p><strong>2007 &#8211; 2012</strong></p>
<p>Lutou contra as restrições à circulação de caminhões em São Paulo e conquistou vitórias importantes, como a construção das alças de acesso ao Terminal Fernão Dias.</p>
<p><strong>Manoel Sousa Lima Junior</strong></p>
<p><strong>2013 &#8211; 2015</strong></p>
<p>O período foi marcado pela aprovação da Lei que cassa a Inscrição Estadual do estabelecimento que comercializa carga roubada. Com sua visão estrategista, Manoel compôs toda a sua diretoria executiva com jovens empresários oriundos da COMJOVEM.</p>
<p><strong>Tayguara Helou</strong></p>
<p><strong>2016-2021</strong></p>
<p>Inovação e rentabilidade foram as marcas da gestão, que modernizou o estatuto do SETCESP e implementou as práticas de governança corporativa e compliance. Além disso, Tayguara criou o IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas), consolidou o Prêmio de Sustentabilidade e deu início ao Movimento Vez &amp; Voz.</p>
<p><strong>Adriano Depentor</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>2022-2024</strong></p>
<p>O SETCESP solidificou seu processo de profissionalização durante sua gestão, implementando indicadores por área. Além da Governança, houve ampliação dos outros pilares do ESG e, sob seu comando, a entidade construiu sua matriz de materialidade e realizou a 1ª edição do Prêmio Vez &amp; Voz, reconhecendo as ações de equidade no setor.</p>
<h3><strong>Atual gestão</strong></h3>
<p>O trabalho não para. A entidade mantém seu ritmo constante de atuação. As iniciativas seguem ativas, conectadas às demandas do presente e atentas aos desafios do futuro.</p>
<p>À frente da gestão 2025–2027 está o presidente do Conselho Superior e de Administração, Marcelo Rodrigues. Sua atuação tem se destacado pela presença ativa no setor e pelo fortalecimento do diálogo institucional.</p>
<p>Entre os avanços, destaca-se a aproximação com as forças de segurança pública, que viabilizou a realização do 1º Fórum de Rastreabilidade, além da interlocução constante com a classe política. Um dos principais objetivos de Rodrigues é ampliar o debate com os governantes e manter uma relação próxima com representantes de diferentes esferas e partidos, sempre em defesa dos interesses do setor.</p>
<p>Na diretoria eleita estão como vice-presidentes: Helio J. Rosolen, Ramon Garcia de Alcaraz, Roberto Mira Junior, Thiago Menegon e Cesar Francisco Pelucio. Como secretário geral estão Luis Felipe Machado; André Fernando Rossetti (1º Suplente) e Robson Assis Ribeiro (2º Suplente). Compõem a diretoria financeira: Evandro Samuel Ferrari, Deraci Pontes Pereira (1º Suplente) e Luiz Rustiguel (2º Suplente). E o Conselho Fiscal: Altamir Filadelfi Cabral (1ºTitular), Marinaldo Barbosa dos Reis (2º Titular), Barbara Pereira Calderani (3º Titular), Armando Masao (1º Suplente), Marina Lima (2º Suplente) e Giuliano Paulo Reali (3º Suplente).</p></div>
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		<title>Uma comemoração em grande estilo</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/uma-comemoracao-em-grande-estilo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 13:10:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 85]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP 90 anos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A data que marcou os 90 anos do SETCESP foi celebrada no Centro de Convenções Anhembi (SP) e reuniu lideranças empresariais do transporte rodoviário de cargas.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A data que marcou os 90 anos do SETCESP foi celebrada no Centro de Convenções Anhembi (SP) e reuniu lideranças empresariais do transporte rodoviário de cargas, autoridades e figuras públicas, além da presença do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin.</p>
<p>No discurso de abertura da festa, o presidente do Conselho Superior e de Administração, Marcelo Rodrigues, relembrou que o sindicato nasceu em um período no qual o transporte rodoviário de cargas ainda se estruturava como atividade econômica. E acompanhou a industrialização do país se consolidando como atividade essencial ao desenvolvimento nacional.</p>
<p>“Representamos um setor que, muitas vezes, só é lembrado quando para, mas que trabalha diariamente para o Brasil avançar”, destacou ao afirmar que em crises econômicas, instabilidades políticas, períodos de inflação, escassez de crédito e, mais recentemente, durante a pandemia do Covid-19, o transporte rodoviário de cargas continuou com suas operações.</p>
<p>“Seguimos garantindo abastecimento das cidades com medicamentos, alimentos, insumos industriais e tudo aquilo que mantém a sociedade funcionando. Essa resiliência não nasce do acaso”, complementou.</p>
<p>“As contribuições do SETCESP para um Brasil melhor são muito expressivas e notadamente vimos a evolução do transporte quando olhamos para sua infraestrutura e organização. Não apenas porque é responsável pela maior parte do abastecimento do país, mas também pelo espírito público de idealismo, que vocês transportadores carregam no dia a dia”, considerou em seu discurso Gilberto Kassab, secretário de Governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo.</p>
<p>O vice-presidente da República aproveitou a ocasião para falar aos transportadores sobre a injeção de 10 bilhões de reais em recursos na economia para redução da taxa de juros na renovação da frota de caminhões.</p>
<p>“O programa tem a previsão de seis meses de carência e cinco anos para pagar o financiamento, além de 80% do crédito com fundo garantidor, isso vai ajudar a modernizar a frota de caminhões do nosso país”, apontou.</p>
<p>Alckmin também ressaltou que é uma preocupação do governo a escassez de profissionais motorista para o setor e vem atuando para reverter o quadro. “Houve uma redução no custo da CNH, após a dispensa da obrigatoriedade de aulas teóricas nas autoescolas reduzindo a menos da metade o custo da carteira como forma de incentivo para termos mais profissionais”.</p>
<p>Em sua fala, o presidente da CNT, Vander Costa, abordou os avanços ambientais da categoria. “Na pandemia e nas enchentes no Sul, o setor garantiu o abastecimento do país. Essa é a nossa missão. E, com a modernização da frota, reduzimos em até 95% as emissões, colaborando para a agenda ESG”.</p>
<p><strong>Mulheres no transporte</strong></p>
<p>Há cinco anos, o SETCESP lidera o movimento Vez &amp; Voz, que busca ampliar a presença feminina no Transporte Rodoviário de Cargas (TRC). A iniciativa desenvolve ações como estudos, encontros anuais, premiações e participação em eventos do setor.</p>
<p>A pauta foi reforçada durante o evento pela senadora Margareth Buzetti. “Quero chamar a atenção para um problema muito frequente, que é o feminicídio, com números alarmantes. O combate a essa violência é uma responsabilidade de toda a sociedade, e precisamos que os homens estejam conosco nessa causa”, afirmou.</p>
<p>Na ocasião, também houve uma homenagem à presidente executiva do SETCESP, Ana Jarrouge, idealizadora do projeto.  “Me sinto honrada e privilegiada em estar na gestão do SETCESP neste momento tão histórico e, por meio da entidade, dar espaço para a causa da equidade de gênero”, disse emocionada.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Novos tempos</strong></p>
<p>Olhando para o futuro, Marcelo Rodrigues reforçou o compromisso da entidade com o desenvolvimento do setor. “O SETCESP seguirá cumprindo seu papel com responsabilidade, firmeza e equilíbrio, propondo soluções, construindo consensos, fortalecendo o associativismo como ferramenta de desenvolvimento econômico e social e defendendo o setor sempre que necessário”, ressaltou.</p>
<p>O vice-presidente da FETCESP e ex-presidente do SETCESP, Urubatan Helou, falou sobre o legado e modernização. “Essa história foi construída por muitas lideranças que ajudaram a fortalecer o transporte de cargas. O mais importante foi garantir a transição para novas gerações, permitindo a renovação e a profissionalização do SETCESP. A criação da Comissão de Jovens Empresários foi fundamental para essa evolução, com uma gestão moderna e visão de futuro para a entidade”.</p>
<p><strong>Noite de homenagens</strong></p>
<p>Dando continuidade à celebração, os seis últimos ex-presidentes do SETCESP receberam um troféu em reconhecimento ao trabalho e dedicação na entidade, são eles: Adriano Depentor, Tayguara Helou, Manoel Sousa Lima Junior, Francisco Pelucio, Urubatan Helou e Rui César Alves.</p>
<p>O vice-presidente de Jornalismo da RecordTV, Antonio Guerreiro, também foi homenageado pela sua contribuição ao jornalismo nacional, que dá visibilidade aos assuntos relacionados ao transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>Para fechar com chave de ouro toda a diretoria executiva, e os diretores de especialidade e os coordenadores de comissões foram chamados ao palco para um registro que marcou os 90 anos de história do SETCESP.</p>
<p>“Que esta celebração represente não apenas um encerramento simbólico de um ciclo, mas o início de um novo capítulo, ainda mais forte, moderno e conectado com as necessidades do Brasil”, desejou Rodrigues.</p>
<p>O evento contou com o patrocínio de: Pamcary | RoadCard | Pamcard, Telerisco, Move Mais | Movecargo, A.Broker Seguros, Alper Cargo, Anfir, Apisul | Sighra | Multisat, Bradesco, Sama Autopeças, Iveco | Cofipe, Sicredi, Sompo, Volkswagen Caminhões e Ônibus.</p>
<p><a href="https://youtu.be/rvDutBhPZbs?si=Keawnjxeu36fRpyo&amp;t=1" target="_blank" rel="noopener">Confira os melhores momentos da celebração dos 90 Anos do SETCESP.</a></p>
<p><a href="https://www.flickr.com/photos/186470182@N05/albums/72177720331607805/" target="_blank" rel="noopener">Veja todas as fotos.</a></p>
<h3>Assista a cerimônia completa.</h3></div>
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				<div class="et_pb_video_box"><iframe loading="lazy" title="90 anos SETCESP - Cerimônia" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/IzFGVHaEyV8?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
				
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		<title>Menos exigência, mais risco? Fim da obrigatoriedade de renovação do MOPP acende alerta no transporte de produtos perigosos</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/menos-exigencia-mais-risco-fim-da-obrigatoriedade-de-renovacao-do-mopp-acende-alerta-no-transporte-de-produtos-perigosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 13:21:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 85]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[MOPP]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de produtos perigosos]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204644443</guid>

					<description><![CDATA[<p>Resolução do Contran flexibiliza regra, mas empresas mantêm foco na qualidade da operação para mitigar riscos à saúde e ao meio ambiente.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Resolução do Contran flexibiliza regra, mas empresas mantêm foco na qualidade da operação para mitigar riscos à saúde e ao meio ambiente</em></p>
<p>Publicada no final do ano passado, a Resolução nº 1.020 do Contran, teve como foco principal a flexibilização das regras para obtenção da CNH. No entanto, entre outras medidas, a norma também retirou a obrigatoriedade de renovação, a cada cinco anos, do Curso de Movimentação Operacional de Produtos Perigosos, o MOPP.</p>
<p>A exigência do curso permanece para quem deseja ingressar no segmento. A mudança restringe-se à retirada da reciclagem periódica obrigatória.</p>
<p>A alteração surpreendeu parte do setor. Para Ricardo Soares, diretor jurídico da TransJordano, que opera no transporte de combustíveis líquidos, a flexibilização pode representar um risco sistêmico.</p>
<p>“O transporte de produtos perigosos exige preparo técnico contínuo. A reciclagem periódica reforça protocolos de emergência e atualizações normativas, o que é fundamental em um setor de alto potencial lesivo”, afirma o diretor.</p>
<p>Armando Masao, proprietário da TransKompa, especializada no transporte de produtos químicos perigosos, a granel e líquidos, concorda com Soares e acredita que o MOPP segue como um diferencial para o motorista que atua nesse segmento. “A capacitação permanente é indispensável para quem lida com esse tipo de carga”.</p>
<p>O secretário-executivo da <a href="https://www.abtlp.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos (ABTLP)</a>, Eduardo Leal, explica que o MOPP conta com uma grade curricular que contempla ações de emergência, primeiros socorros e direção defensiva. “O curso oferece uma visão geral das classes de risco dos produtos tidos como perigosos e também aborda aspectos relacionados à área ambiental”.</p>
<p>Leal conta também que transportar produto perigoso é uma atividade considerada como potencialmente poluidora pela Lei de Crimes Ambientais e que cada produto tem uma particularidade específica a respeito do modo como tem que ser acondicionado, manipulado e transportado.</p>
<p>Segundo o secretário executivo, qualquer medida que enfraqueça a segurança ou reduza a exigência de capacitação dos motoristas pode gerar efeitos negativos para o setor, especialmente em operações que envolvem cargas sensíveis e de maior risco.</p>
<p>A coordenadora de projetos do <a href="https://www.iptcsp.com.br/" target="_blank" rel="noopener">IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas)</a>, Raquel Serini, compartilha da mesma avaliação e alerta que a ausência de renovação periódica da qualificação pode ampliar o risco de acidentes e de contaminação ambiental.</p>
<p>“Ainda não é possível mensurar com precisão o impacto direto, mas ele tende a ser significativo”, pontua a especialista, indicando um aumento nas estatísticas de ocorrências de trânsito apuradas pelo IPTC, reforçando o sinal de alerta para o segmento.</p>
<p>“À primeira vista, reduzir custos e exigências pode parecer um alívio, mas a medida toca em um ponto sensível: a qualificação contínua de profissionais que lidam diariamente com cargas de alto risco”, acrescenta a coordenadora.</p>
<p>A preocupação do setor não ocorre por acaso. Um levantamento organizado pelo instituto a partir de dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) mostra que, em 2024, o índice mais recente disponível, foram registrados 31.232 acidentes com veículos de carga nas rodovias federais, uma alta de 7,5% em relação a 2023.</p>
<p>Mesmo que os números se refiram a cargas em geral, os acidentes com produtos perigosos tendem a gerar consequências mais graves, com potencial de danos ambientais e riscos à saúde e à segurança.</p>
<p>Para as empresas ouvidas, a retirada da obrigatoriedade da renovação do MOPP não significa, necessariamente, abandono da prática. “As transportadoras levam a sério a segurança e o meio ambiente. Independente se é obrigatório ou não, elas continuarão realizando o curso de tempos em tempos”, indica Masao.</p>
<p>“Por enquanto, na TransJordano, nada mudou, pois acreditamos na importância dessa capacitação periódica dos motoristas. Nossos clientes também continuam exigindo a referida renovação”, afirma Soares.</p>
<p>“Quando a equipe está preparada para conter contaminações por acidente, isso demonstra o quanto a empresa tem de senso de responsabilidade. Não a isenta do ocorrido, mas a distingue daquele transportador que não tem uma equipe especializada”, avalia Serini.</p>
<h3><strong>Atenção às multas</strong></h3>
<p>Leal lembra ainda que o transporte de produtos perigosos está entre as atividades mais regulamentadas do país, com centenas de normas no âmbito federal, além de previsões do Código de Trânsito e penalidades aplicadas pela ANTT. As multas administrativas variam de R$ 500 a R$ 5 mil, podendo alcançar cifras muito superiores em casos de dano ambiental.</p>
<p>“Em caso de infração à Lei de Crimes Ambientais, há corresponsabilidade. Motorista, transportadora, embarcador e destinatário podem ser responsabilizados, com penalidades proporcionais à participação de cada um na operação”, explica o secretário-executivo.</p>
<p>Em um setor no qual o risco é inerente à atividade, a discussão vai além da desburocratização. Para especialistas e empresas, a capacitação contínua permanece como um dos principais pilares da prevenção e da responsabilidade social e ambiental.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Você sabia?</strong></p>
<p>O SEST SENAT continuará oferecendo o curso MOPP, no formato presencial e a distância, gratuitamente para profissionais das empresas contribuintes do ‘Sistema S’ em todas as unidades do estado de São Paulo.</p>
<p>No entanto, Rafael Marquesi, supervisor do Conselho Regional do SEST SENAT, destaca que muitos profissionais motoristas e empresas têm dúvida quanto à necessidade de revalidação do MOPP. “Com a resolução não há mais a data de vencimento do curso e a primeira formação constará permanentemente na CNH do Brasil que pode ser acessada pela página do Gov.br”, reforça.</p>
<p>Embora não haja a obrigatoriedade, para os profissionais e empresas que optarem por atualizar a formação, o diretor ressalta que a possibilidade continua disponível. Nesse caso, ele receberá um certificado de atualização, nenhum registro a mais será incluído na CNH”, afirma.</p>
<p><em>Precisa realizar o curso MOPP? <a href="https://www.sestsenat.org.br/cursos" target="_blank" rel="noopener">Clique e acesse.</a></em></p></div>
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		<title>Crédito mais barato aquece mercado e já impacta vendas de caminhões</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/credito-mais-barato-aquece-mercado-e-ja-impacta-vendas-de-caminhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 13:06:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 85]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento de pesados]]></category>
		<category><![CDATA[Move Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quase metade dos recursos disponibilizados pelo Governo Federal para essa linha de financiamento já foram contratados.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Por Aline Maciel &#8211; Redação</p>
<p><em>Entre avanços e ajustes, Move Brasil estimula a modernização da frota. Quase metade dos recursos disponibilizados pelo Governo Federal para essa linha de financiamento já foram contratados</em></p>
<p>No início deste ano, o Governo Federal lançou o Move Brasil, programa de financiamento voltado a caminhoneiros autônomos, cooperativas e empresas de transporte rodoviário de cargas para a aquisição de veículos pesados produzidos no país e que atendam a critérios de sustentabilidade. A proposta oferece taxas de juros mais competitivas em relação às praticadas pelo mercado.</p>
<p>O programa disponibiliza recursos do Tesouro Nacional e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o qual é o gestor dessa linha de financiamento.</p>
<p>Os interessados devem protocolar a intenção de aquisição de veículos de carga até 30 de junho de 2026, conforme indica a Medida Provisória (MP) nº 1328, diretamente no BNDES ou em instituições financeiras credenciadas. Entretanto, informativo do próprio banco de desenvolvimento orienta que o prazo considerado seja 25 de maio, antecipando, na prática, a data-limite para o envio das propostas.</p>
<p>Segundo o assessor jurídico do SETCESP, Adauto Bentivegna Filho, é necessário que as empresas que desejam acessar os créditos do Move Brasil busquem informações o quanto antes. “É muito importante que as transportadoras procurem o banco onde são correntistas ou o próprio BNDES para conhecer os detalhes e avaliar as condições”, orienta.</p>
<p>Durante a celebração dos 90 anos do SETCESP, o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, destacou o caráter estratégico da iniciativa.</p>
<p>“A indústria fabricando mais e o comércio vendendo mais melhoram a eficiência da logística do país e a competitividade. Mais segurança e menos acidentes nas estradas e proteção ao meio ambiente. Sem dúvida, é uma agenda muito positiva”, afirmou.</p>
<p>De acordo com Alckmin, o governo trabalha na estruturação de um fundo permanente de renovação de frota, com participação da Petrobras e do BNDES, para garantir a equalização contínua das taxas de juros no financiamento de caminhões. “Batemos recorde de exportação no ano passado, e o produto precisa chegar ao porto e ao aeroporto. O transporte rodoviário é fundamental para fazer a ligação entre os elos da cadeia logística”, afirmou.</p>
<p>Até o fim de fevereiro, já haviam sido contratados R$ 4,2 bilhões dos R$ 10 bilhões disponibilizados. Dados do BNDES apontam que foram aprovadas 3.318 operações, destinadas à aquisição de mais de 5,8 mil equipamentos. O ticket médio é de R$ 1,1 milhão por contrato. A maior parte dos recursos foi destinada à aquisição de caminhões novos para frotistas, com R$ 3,6 bilhões, em 3.126 operações.</p>
<p>Para o presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Marcelo Rodrigues, o programa se mostra atrativo principalmente pelas taxas oferecidas, praticamente metade das praticadas no crédito convencional.</p>
<p>Atualmente, a taxa básica de juros (Selic) no Brasil permanece em patamar elevado, pressionando todas as modalidades de crédito, incluindo financiamento de veículos pesados cujas taxas giram entre 22% e 24% ao ano. Já o Move Brasil opera com taxas entre 12% e 13,5%.</p>
<p>Apesar das condições mais favoráveis, Rodrigues avalia que ainda há espaço para aprimoramentos. Segundo ele, o programa poderia ter impacto mais significativo na renovação de frota se oferecesse incentivos adicionais para a substituição de veículos antigos por novos, como descontos vinculados à entrega de usados.</p>
<p>“O estímulo à renovação acontece naturalmente quando a economia está aquecida e o consumo cresce. Não há termômetro mais claro do que a circulação de cargas. Quando o consumo aumenta, a roda gira e o transportador investe”, observa.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_3">
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><h3>Mercado já sente os efeitos</h3>
<p>Fabricantes e concessionárias relatam aumento na procura. Marco Yan, head de vendas da <strong><a href="https://setcesp.org.br/parceiro-rodobens/" target="_blank" rel="noopener">Rodobens</a>,</strong> informa que o programa permite prazos de até 60 meses, inclui veículos seminovos fabricados a partir de 2012 e prevê isenção total de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).</p>
<p>“Na prática, isso traz mais segurança e previsibilidade para pequenos e médios transportadores. Os créditos já liberados nos primeiros dois meses mostram o quanto as taxas são competitivas, impulsionando as vendas”, conta Yan.</p>
<p>O diretor de vendas da <strong><a href="https://cofipe.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Iveco Cofipe</a></strong>, Marcelo Danielli, chama atenção para o fato de que a inclusão de veículos usados ampliou o alcance do programa, já que normalmente as taxas de CDC (Crédito Direto ao Consumidor) para este tipo de veículos são maiores do que para os zero-quilômetro. “Muitos clientes que não planejavam adquirir veículos neste início de ano anteciparam a decisão para aproveitar as condições do momento”, explica.</p>
<p>Vale lembrar que a MP determina que o uso dos recursos para compra de caminhões seminovos é permitido apenas para autônomos e pessoas físicas associadas a cooperativas do setor. Ou seja, empresas não podem usufruir dos créditos para essa modalidade.</p>
<p>“Já percebemos um aumento no interesse e na procura dos nossos clientes”, conta Luciano Pereira, gerente de vendas do <strong><a href="https://setcesp.org.br/parceiro-de-nigris/" target="_blank" rel="noopener">Grupo De Nigris</a>,</strong> confirmando que o programa vem contribuindo para o aumento das vendas. “Algumas negociações já evoluíram consistentemente e estão em fase avançada. Acreditamos em um impacto positivo gradual nas vendas”, acrescenta ele.</p>
<p>Indicando forte adesão nos primeiros meses e ainda com ampla margem para novas operações, o Move Brasil desponta como um instrumento para investimentos no transporte rodoviário de cargas e estímulo à renovação de frota. E, mesmo que existam pontos a serem aprimorados, como o incentivo à substituição de veículos antigos e a possibilidade de financiamento dos seminovos também para as empresas, o programa sinaliza um esforço para equilibrar custo financeiro e sustentabilidade no setor.</p></div>
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