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	<title>Arquivos Edição 82 &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
	<lastBuildDate>Fri, 29 Aug 2025 18:13:47 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Edição 82 &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Transporte de produtos perigosos: confira as mudanças na Lei</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/transporte-de-produtos-perigosos-confira-as-mudancas-na-lei-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 18:09:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 82]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de produtos perigosos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas do SETCESP e da ABTLP esclarecem as atualizações recentes que ocorreram </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/transporte-de-produtos-perigosos-confira-as-mudancas-na-lei-2/">Transporte de produtos perigosos: confira as mudanças na Lei</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Especialistas do SETCESP e da ABTLP esclarecem as atualizações recentes que ocorreram </em></p>
<p>Produtos perigosos são materiais inflamáveis, tóxicos, corrosivos, radioativos e a movimentação destas substâncias é altamente regulamentada, até porque oferecem riscos significativos à saúde, segurança, meio ambiente e um simples acidente pode ter graves consequências.</p>
<p>A <a href="https://anttlegis.antt.gov.br/action/ActionDatalegis.php?acao=detalharAto&amp;tipo=RES&amp;numeroAto=00005998&amp;seqAto=000&amp;valorAno=2022&amp;orgao=DG/ANTT/MI&amp;codTipo=&amp;desItem=&amp;desItemFim=&amp;cod_menu=5408&amp;cod_modulo=161&amp;pesquisa=true" target="_blank" rel="noopener">Resolução nº 5.998/2022</a> da ANTT, que é a principal norma que regulamenta o transporte de produtos perigosos no Brasil, passou por uma atualização com a publicação da Resolução nº 6.056/2024, em novembro do ano passado<strong>.</strong> Outro acontecimento foi a permissão de <strong>novos horários de circulação</strong> de produtos perigosos na capital paulista<strong>.</strong></p>
<p>Para detalhar essas mudanças e mostrar como elas afetam as operações deste segmento de transporte, consultamos dois especialistas, Caroline Duarte, coordenadora jurídica do SETCESP e Eduardo Leal, secretário executivo da <a href="https://www.abtlp.org.br/" target="_blank" rel="noopener">ABTLP</a> (Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos).</p>
<blockquote>
<p><em>“São 390 documentos legais que regulam o setor, isso somente no âmbito federal”, Eduardo Leal</em></p>
</blockquote>
<p><strong>O que diz a Resolução nº 6.056/2024</strong></p>
<p>“No total, são 390 documentos legais que regulam o setor, isso somente no âmbito federal. Neste número, não constam as exigências relacionadas às diretrizes estaduais e nem municipais”, informa Leal.</p>
<p>O secretário executivo explicou que, no ano passado, aconteceu uma melhora no texto da <strong>Resolução nº 5.998</strong> com a publicação da <strong>nº 6.056</strong>. Foi <strong>excluído o Artigo 13</strong>, que tratava dos equipamentos certificados para o transporte de <strong>álcool etílico potável,</strong> e estabelecida uma condição especial para o transporte deste tipo de produto.</p>
<p> “Equipamentos de transporte certificados e/ou inspecionados para o transporte de bebidas alcoólicas (ONU 3065), de etanol (álcool etílico) ou de solução de etanol (solução de álcool etílico) para uso humano e animal (ONU 1170), <strong>podem ser utilizados para o transporte das demais bebidas alcoólicas e produtos alimentícios</strong>, observadas as prescrições específicas estabelecidas pela autoridade sanitária competente”, diz o novo texto na íntegra.</p>
<p>Outra alteração foi a liberação para que equipamentos do tipo caçamba ou carroceria aberta que transportam fertilizantes (sólidos minerais, nitrato de amônia 34% e total N granulado) e enxofre bentonita 90, podem ser utilizados, alternadamente, para o transporte de commodities agrícolas in natura. “Isso não é uma liberação para que este tipo de transporte possa movimentar também produtos alimentícios, que fique claro”, ressaltou Leal.</p>
<p>Também foram adicionadas novas obrigações para o <strong>transporte internacional de produtos perigosos </strong>em território brasileiro que, agora, devem ser feitos sob essas três condições:</p>
<ul>
<li>Ter o reconhecimento, em território nacional, do curso ou treinamento especializado realizado pelo condutor estrangeiro em seu país de origem;</li>
<li>Possuir a permissão de documentos, sinalização dos veículos e identificação das embalagens no idioma espanhol;</li>
<li>Estar em posse da aceitação do Certificado de Inspeção Técnica Veicular – CITV no lugar do CIV.</li>
</ul>
<p>“Essa modalidade de transporte não pode ser feita por empresas que não são especialistas na área. Precisa ter um cuidado muito grande porque é uma atividade potencialmente poluidora com impactos para toda a sociedade”, alertou Eduardo.</p>
<p><strong>Como ficam as restrições em São Paulo</strong></p>
<p>Após a <a href="https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/portaria-secretaria-municipal-de-mobilidade-e-transito-smt-51-de-12-de-dezembro-de-2024" target="_blank" rel="noopener">Portaria nº51</a> publicada no fim de 2024 pela Secretaria Municipal de Mobilidade e Trânsito, houve alterações dos horários de circulação para o transporte de produtos perigosos na capital paulista.</p>
<p>“Antes, a restrição de circulação de produtos perigosos no mini-anel viário da cidade era de segunda a sexta-feira, das 5h às 10h e das 16h às 21h. Agora é <strong>de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 7h às 10h e das 17h às 20h”</strong>, destacou a coordenadora jurídica<strong>.</strong></p>
<p>Duarte esclareceu que a restrição para a circulação no mini-anel viário é a mesma área conhecida do rodízio e apontou que existem exceções para essa regra. “Produtos de consumo local, como <strong>oxigênio</strong>, <strong>nitrogênio</strong>, <strong>hidrogênio</strong> ou <strong>material de sustâncias biológicas</strong>, por serem itens necessários à manutenção da saúde, podem circular pela área interna do mini-anel viário”, avisou a coordenadora.</p>
<blockquote>
<p><em>“</em><em>É possível contar com orientação especializada do SETCESP para auxiliá-lo na elaboração do recurso de multa”, Caroline Duarte</em></p>
</blockquote>
<p><strong>Multas</strong></p>
<p>Os dois especialistas advertem que multas por transporte irregular de produtos perigosos são onerosas. Aquelas que se enquadram em crimes ambientais, por exemplo, podem<strong> variar de 500 a 50 mil reais.</strong></p>
<p>Outro fato que Duarte chama atenção é que existem infrações de corresponsabilidade do transportador e do expedidor – ou seja, o embarcador. “Caso haja a infração por transporte de produtos perigosos em um veículo que não é adequado, isso gera uma responsabilidade solidária e a autuação será feita para os dois”, exemplificou.</p>
<p>A coordenadora conta ainda que, caso o transportador tenha recebido uma infração, mas tenha argumentos e elementos comprobatórios que possam descaracterizá-la, ele pode contar com o apoio do <a href="https://setcesp.org.br/recurso-de-multa/">Setor de</a><u> <a href="https://setcesp.org.br/recurso-de-multa/" target="_blank" rel="noopener">Elaboração de Recursos de Multas</a></u> (Serem) da entidade. “É possível contar com orientação especializada do SETCESP para auxiliá-lo na elaboração do recurso, aumentando as chances de reverter a penalidade”, indica.</p>
<p>Vale lembrar que o SETCESP, com o apoio da ABTLP, elaborou um <strong>e-book </strong>gratuito, para consulta às infrações de produtos perigosos. Nele, é possível encontrar os valores das multas e a descrição detalhada das autuações. Importante consultar.<a href="https://conteudo.setcesp.org.br/ebook-multasprodutosperigosos" target="_blank" rel="noopener"> <strong>Baixe e confira!</strong></a></p>
<p>Quer saber mais o assunto? Confira uma live, com os dois especialistas. <a href="https://www.youtube.com/live/2f5SzVY1PLw?si=LpBRxRV9jrqfoDkv" target="_blank" rel="noopener">Clique e assista.</a></p>
<h3>Fique por dentro!</h3>
<p><em><strong>Refrescando a memória</strong>: a primeira lei relacionada ao transporte de produtos perigosos passou a vigorar em 1968 e ficou conhecida como a Lei da Faixa Branca. Resumidamente, essa legislação estabelecia que os transportadores de produtos perigosos deveriam identificar seus veículos pintando a carroceria de verde, com uma faixa branca nas laterais e, neste espaço, deveria constar a indicação do tipo de produto transportado: inflamável, explosivo ou físsil.</em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Com o mesmo objetivo</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/com-o-mesmo-objetivo-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 18:08:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diretorias de Especialidades]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 82]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[comissões técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[diretorias de especialidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diretorias de especialidade e Comissões técnicas do SETCESP fortalecem temas de interesse em comum a diferentes segmentos do transporte</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Diretorias de especialidade e Comissões técnicas do SETCESP fortalecem temas de interesse em comum a diferentes segmentos do transporte</em></p>
<p>O setor de transporte rodoviário de cargas é bastante diverso, mas empresas que atuam em uma mesma especialidade geralmente enfrentam desafios semelhantes. Uma forma eficaz de fortalecer essas demandas de cada segmento é mobilizar os empresários que compartilham das mesmas dificuldades.</p>
<p>Por esta razão é que existem no SETCESP diferentes <a href="https://setcesp.org.br/quem-somos/#session-diretoria-esp" target="_blank" rel="noopener">diretorias e comissões</a>. “Cada modalidade de transporte tem um desafio diferente, e unimos aqueles transportadores com os mesmos interesses para poderem interagir e buscar por soluções em conjunto”, explica Marcelo Rodrigues, presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP.</p>
<p>Atualmente, existem na entidade sete diretorias e seis comissões que realizam reuniões periódicas, feitas na maioria das vezes online. Além disso, os grupos são frequentemente convidados a participarem de visitas técnicas em empresas fornecedoras do TRC, feiras ou em portos e aeroportos. “Temos aqui a diretoria de mudanças, de transporte aduaneiro, de distribuição urbana, entre outras, e também comissões técnicas para ampliar o conhecimento em determinadas temáticas como a de Sustentabilidade, do Vez &amp; Voz e a de RH”, relata Rodrigues.</p>
<p>“As diretorias e comissões são um caminho inicial importante para o empresário começar a participar do SETCESP e entender o que a entidade faz e o que pode fazer, já que muitas demandas surgem justamente desse tipo de reunião”, pontua a presidente executiva do SETCESP, Ana Jarrouge. Ela destaca que ao participar de um destes grupos, os empresários, executivos e profissionais passam a conhecer mais sobre a atuação da entidade com poder público.</p>
<p>“Todos os transportadores estão convidados a participarem destes grupos porque é por meio deles que recebemos as demandas específicas de cada segmento e, também, que os empresários podem ampliar o networking, fazer benchmarking e parcerias de negócios”, acrescenta Rodrigues.</p>
<h3><strong>Uma diretoria para o seu perfil de empresa</strong></h3>
<p>Conheça a seguir quais são as diretorias do SETCESP e qual é o objetivo compartilhado em cada uma delas.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/abastecimento-e-distribuicao/" target="_blank" rel="noopener">Abastecimento e Distribuição</a></strong></p>
<p>Reúne empresários que atuam nos grandes centros urbanos e buscam por políticas públicas que priorizem a mobilidade e o abastecimento urbano. O diretor responsável é Marinaldo dos Reis.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/transporte-de-produtos-farmaceuticos/" target="_blank" rel="noopener">Produtos Farmacêuticos</a></strong></p>
<p>A especialidade tem por intenção racionalizar as exigências de licenças, fomentar as boas práticas entre as transportadoras, trabalhar pela valorização do frete com preços justos e pela harmonia no relacionamento entre empresas, embarcadores e autoridades envolvidas. O diretor da especialidade é Gylson Ribeiro.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/aduaneiro/" target="_blank" rel="noopener">Aduaneiro</a></strong></p>
<p>Envolve os empresários que atuam no transporte de cargas destinadas à importação e à exportação e, tem por objetivo disciplinar procedimentos que simplifiquem e otimizem as operações, para melhorar a rentabilidade. A diretora da especialidade é Marina Lima e o vice-diretor é Giovanni Rosolen.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/cargas-completas/" target="_blank" rel="noopener">Cargas Completas</a></strong></p>
<p>Talvez você conheça essa modalidade por ‘carga lotação ou carga fechada’. Essa diretoria reúne empresários que visam compartilhar melhores práticas e realizar benchmarkings operacionais, focando sempre no melhor nível de serviço. O diretor é Luiz Rustiguel e Andréa Carvalho é a vice-diretora.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/e-commerce/" target="_blank" rel="noopener">E-commerce</a></strong></p>
<p>Fazer com que a chegada do produto ao consumidor faça parte de uma boa experiência de compra é a meta principal da especialidade. Além de estudar a possibilidade de implementação de algumas operações logísticas, o grupo de e-commerce discute questões tributárias, de desburocratização e securitárias. Guilherme Juliani é o diretor, acompanhado dos vices Ariel Herszenhorn e Eduardo Mayerhofer.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/mudancas/" target="_blank" rel="noopener">Transporte de Mudanças</a></strong></p>
<p>Une o empresariado do segmento para buscar condições operacionais de mudança nos grandes centros urbanos de forma mais segura, rentável e menos burocrática no que se refere às exigências das prefeituras. O diretor é Rafael Granero e Giuliano Reali é o vice-diretor.</p>
<p><a href="https://setcesp.org.br/transporte-internacional/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Transporte Internacional</strong></a></p>
<p>Tem como principais objetivos garantir que as operações de transporte rodoviário de cargas entre países sejam realizadas de forma segura, eficiente e em conformidade com as leis e regulamentos de cada região. Também busca promover a padronização de procedimentos e resolver questões técnicas que possam surgir durante o transporte internacional. O diretor desta especialidade é Danilo Guedes.</p>
<h3><strong>Informações técnicas para o desenvolvimento do seu negócio</strong></h3>
<p>Confira a seguir quais são as comissões do SETCESP que servem para aprimoramento da gestão de sua empresa:</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/recursos-humanos/" target="_blank" rel="noopener">Recursos Humanos</a></strong></p>
<p>Busca subsídios para celebração das Convenções Coletivas de Trabalho do TRC e dissemina informações sobre a legislação trabalhista e as boas práticas na gestão de Recursos Humanos. Carolina Resuto é a coordenadora e Livia Rodrigues Martins, a vice-coordenadora.</p>
<p> <strong><a href="https://setcesp.org.br/sustentabilidade/" target="_blank" rel="noopener">Sustentabilidade</a></strong></p>
<p>Dissemina boas práticas de gestão focada na sustentabilidade e rentabilidade junto ao empresariado. Aborda as formas que as empresas têm para implementar ações ligadas ao ESG. Fernanda Veneziani é a coordenadora e os vices são Erick Tosin e Silmara Balhes.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/comjovem/" target="_blank" rel="noopener">COMJOVEM SP</a></strong></p>
<p>Une os jovens empresários ou executivos do setor com até 35 anos para trocar experiências, com a intenção de disseminar políticas de gestão inovadoras e formar lideranças e novos dirigentes setoriais. Lorine Romunhão é a coordenadora e os vices-coordenadores são Juan Thedin e Vander Gonçalves.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/vez-e-voz/" target="_blank" rel="noopener">Vez e Voz – Mulheres no TRC</a></strong></p>
<p>A comissão integra o movimento, uma iniciativa do SETCESP, para valorizar as mulheres que trabalham no setor e também visa atrair mais talentos femininos para o TRC. Camila Florencio é a coordenadora e os vice-coordenadores são Isabella Antunes, Gislaine Zorzin e Sergio Povoa.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/estudos-tributarios/" target="_blank" rel="noopener">Estudos Tributários</a></strong></p>
<p>O grupo debate e esclarece os assuntos da área fiscal e contábil, como impostos, taxas e demais tributos que atingem os transportadores. Os contadores e encarregados da área fiscal das empresas estão convidados a participar desta comissão, cujo coordenador é Adauto Bentivegna Filho e o vice-coordenador é Marcos Antônio Alves.</p>
<p><strong><a href="https://setcesp.org.br/pequenas-empresas/" target="_blank" rel="noopener">Pequenas Empresas</a></strong></p>
<p>Essa é a mais recente comissão do SETCESP, que teve a sua primeira reunião em 14 de maio. Ela tem por intenção representar, defender e promover os interesses de transportadoras que estão buscando o desenvolvimento para ampliar sua atuação no mercado.</p>
<p>“Este ano, atendendo a um pedido dos associados, estamos lançando uma comissão voltada para as pequenas empresas, que são a grande maioria da nossa base de representação”, conta Ana Jarrouge.</p>
<p>O coordenador da comissão, Vander Gonçalves, diretor da Log10 Transportes, comenta que a criação do grupo contribuirá com os empresários em aspectos menos operacionais e mais de gestão. Segundo ele, é comum observar que os empreendedores de negócios de menor porte estão fortemente focados nas atividades do dia a dia e, com isso, acabam negligenciando a parte administrativa.</p>
<p> “Ficar só no operacional é um erro, porque quanto melhor administrarmos os custos, mais margem de lucro alcançamos e mais conseguimos investir e melhorar o nosso negócio”, avalia o diretor da Log10.</p>
<p>Ele lembra que toda empresa grande começou pequena e a ideia é fazer com que as participantes da comissão de Pequenas Empresas cresçam de forma sustentável. “Estamos otimistas e com vontade de fazer algo novo para o fortalecimento do setor. O empresário que estiver pensando em melhorar aqui é o lugar”, afirma Gonçalves.</p>
<p><strong>Fique por dentro!</strong></p>
<h3><strong>Participe você também</strong></h3>
<p>Empresários, executivos ou profissionais cujas as funções estão ligadas a alguma das modalidades ou área técnica mencionada acima e que desejam fazer parte de uma diretoria de especialidade ou comissão do SETCESP são mais do que bem-vindos.</p>
<p>Para isso, é só entrar contato com a Regiane Amaral, responsável por este serviço no SETCESP, nos canais do <a href="https://wa.me/551126321000?text=Ol%C3%A1%2C+gostaria+de+mais+informa%C3%A7%C3%B5es." target="_blank" rel="noopener">WhatsApp (11) 2632-1000</a> ou  e-mail comissoes@setcesp.org.br.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/com-o-mesmo-objetivo-2/">Com o mesmo objetivo</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O uso da IA na criação de conteúdo</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-uso-da-ia-na-criacao-de-conteudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 17:36:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 82]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[IA na criação de conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[IA para vídeos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saber descrever com clareza o que se deseja, ou seja, criar o prompt correto, é fundamental para alcançar o resultado esperado</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-uso-da-ia-na-criacao-de-conteudo/">O uso da IA na criação de conteúdo</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_2 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Saber descrever com clareza o que se deseja, ou seja, criar o prompt correto, é fundamental para alcançar o resultado esperado com a IA na criação de conteúdo</em></p>
<p>Como essa matéria foca no que a IA (Inteligência Artificial) é capaz de fazer para a produção de conteúdo, resolvi testar na prática e pedi ao ChatGPT: — <em>Inicie o texto de uma reportagem falando da importância da inteligência artificial na criação de conteúdo para as redes sociais</em>.</p>
<p>O resultado foi:</p>
<p><em>“A revolução digital não somente transformou a forma como nos conectamos, mas também redefiniu os processos de criação de conteúdo para redes sociais. Nesse cenário, a Inteligência Artificial (IA) emerge como uma poderosa aliada, otimizando desde a produção até a análise de resultados”.</em></p>
<p>Bastante satisfatório ao que foi proposto, não podemos negar. Mas daí em adiante assumo a condução desta matéria, que apresentará como as funcionalidades da IA auxiliam na geração de textos, imagens e vídeos a partir de uma descrição.</p>
<p>O uso dela caiu nas graças dos usuários de redes sociais em todo mundo. Meses atrás, vimos uma onda de fotos sendo transformadas em desenhos de Gibi e de pessoas construindo sua imagem com aspectos de bonecos colecionáveis. E tem potencial para ir além, ainda mais quando se trata do marketing de conteúdo.</p>
<p>“A IA veio para auxiliar no processo criativo durante a construção da parte visual. Se você quer gerar algo novo em uma imagem, é só pedir que ela adicione aquilo que você quer”, diz Matheus de Almeida, designer gráfico.</p>
<p>Ele cita algumas coisas que são possíveis de fazer em uma imagem com o auxílio da IA como mudar a cor de uma roupa, alterar a expressão facial e recriar cenários. “Caso não tenha gostado do resultado, você pode gerar novamente até ficar condizente com aquilo que você imagina”, conta.</p>
<p>Para Roberto Gomes, designer gráfico que atua há anos no setor de transporte, da mesma forma que a inteligência artificial está facilitando as demandas de várias áreas, como no Direito, Medicina e Arquitetura, ajuda também no Marketing Digital.</p>
<p>“Antes, para fazer um recorte na imagem, precisava indicar cada um dos pontos onde o recorte seria feito. Agora, com a IA em poucos cliques você recorta as imagens porque ela reconhece as diferenças entre as cores dos pixels”, diz Gomes que compartilha que um processo que levava de duas a três horas está sendo feito em minutos.</p>
<p>Na criação de vídeos, a IA consegue extrair um timbre de voz e com ele gerar uma nova fala, além disso, consegue definir roteiros, fazer cortes e inserir legendas, conta Welligton Soares, videomaker.</p>
<p>“Se uma transportadora não está na internet ou nas redes sociais, ela pode ser considerada uma transportadora atrasada”, observa Soares. O videomaker acredita que, se a organização não está preocupada em mostrar a qualidade visual dela para o seu público, facilmente não será lembrada. Para ele, vale muito a pena investir em conteúdo digital, afinal, aparecer nas redes sociais é mais barato do que nas mídias tradicionais.</p>
<h3>Ela faz, mas tem que saber pedir</h3>
<p>Só que, embora a IA possa contribuir e muito para a criação de conteúdo, fazendo com que uma marca seja notada nas redes, é preciso saber pedir para que ela entregue aquilo que se deseja, conforme esclarecem os especialistas.</p>
<p>“Ela não vai fazer nada sozinha, ela facilita o trabalho, mas não substitui uma pessoa. O saber pedir é o pulo do gato para a entrega daquilo que você quer”, aponta Gomes. Para ele, os profissionais do futuro serão especializados em <em>prompts</em>.</p>
<p>De acordo com a definição da Microsoft, um <strong><em>prompt</em></strong> é “essencialmente um comando ou um conjunto de instruções que orienta a geração de respostas ou conteúdos específicos por parte de sistemas baseados em inteligência artificial”.</p>
<p>“Tem que descrever o que está no seu planejamento para a IA executar. Não precisa saber editar o vídeo, mas precisa criar o <em>prompt</em> de comando para que ela edite”, reforça Soares.</p>
<p>“É o saber operar que te fará ter resultados positivos com a IA. Ela não tem 100% de autonomia. Ela não vai fazer tudo, mas vai fazer muita coisa”, reconhece também Almeida.</p>
<p><strong>Há limitações</strong></p>
<p>Os especialistas alertam que um empresário ou profissional de outra área que pretende produzir sozinho conteúdos para as redes, por meio da IA, precisará aprender a linguagem de comandos gráficos e audiovisuais.</p>
<p>Além disso, é importante considerar que a IA possui algumas limitações. Não é incomum observar pequenas distorções em imagens geradas artificialmente, como a ausência de dedos em representações de pessoas, irregularidades na simetria dos braços ou variações inesperadas na cor do cabelo.</p>
<p>“Se estes erros são percebidos nas imagens, em vídeo isso fica pior”, adverte Soares. “Mesmo os filmes que usam IA para criar personagens têm uma referência humana”, acrescenta ele.</p>
<p>Um ponto importante é observar se aquilo que foi gerado condiz com a realidade daquilo que está sendo referenciado. “Se o nosso foco é transporte de cargas, caminhão e estrada, não adianta trazer na imagem elementos que remetem a uma praia, por exemplo”, relata Gomes.</p>
<p>Outra dica é que, em postagens sobre algum tipo de prestação de serviço, o ideal é colocar pessoas de verdade e não aquelas geradas por IA. “Isso vai humanizar o conteúdo e causar identificação. A única exceção é nos casos de animação”, avisa o videomaker.</p>
<p><strong>Como fazer </strong></p>
<p>Para criação de imagens, existem à disposição ferramentas como <a href="https://www.midjourney.com/home">MidJourney</a>, <a href="https://www.dall-efree.com/">DALL-E</a>, <a href="https://designer.microsoft.com/">Microsoft Designer</a> ideais para a geração de conteúdo visual. Basta escrever uma descrição da imagem que você deseja e a transformação de texto em imagem acontecerá em segundos.</p>
<p>O <a href="https://www.canva.com/" target="_blank" rel="noopener">Canva</a> é um dos que mais vem sendo usados por ser bastante versátil e oferecer várias opções em sua plataforma de design. Ele permite, por exemplo, criar designs para diferentes canais de marketing, incluindo postagens em redes sociais, folhetos e anúncios.</p>
<p>Pensando em textos ou legenda para postagens, as dicas são <a href="https://chatgpt.com/" target="_blank" rel="noopener">ChatGPT</a>, <a href="https://www.deepseek.com/" target="_blank" rel="noopener">Deepseek</a> e <a href="https://www.perplexity.ai/" target="_blank" rel="noopener">Perplexity</a>. É possível acessá-los com sua conta Google. Agora, se a ideia é apenas criar bons títulos para as imagens, é possível recorrer ao <a href="https://reescrever.app/gerador-de-headlines/" target="_blank" rel="noopener">Gerador de Títulos</a>.</p>
<p>Quanto à criação e edição de vídeos, dá para recorrer às plataformas <a href="http://www.topazlabs.com/" target="_blank" rel="noopener">Topaz Labs</a>, <a href="https://www.synthesia.io/pt-br" target="_blank" rel="noopener">Synthesia</a> e <a href="https://openai.com/sora/" target="_blank" rel="noopener">Sora</a><strong>, </strong>que é da OpenAI, mesma desenvolvedora do ChatGPT<strong>. </strong>Os geradores de vídeos de IA são geralmente alimentados por GANs (Redes Adversárias Generativas), que criam visuais realistas ou imaginativos.</p>
<p>E como tudo avança muito rápido neste universo, pouco antes desta matéria ser publicada, o Google lançou sua ferramenta de criação de vídeos por AI: a <a href="https://deepmind.google/models/veo/" target="_blank" rel="noopener">Veo 3</a> – ela gera vídeos com pessoas e ambientes ultrarrealistas, possibilitando incluir trilhas sonoras, ruídos de fundo e sincronização labial. O acesso ao Veo 3 exige um plano de assinatura do Google.</p>
<p>Uma coisa importante para suas postagens nas redes é que jamais devem ser utilizadas personalidades conhecidas, celebridades ou outras pessoas que não tenham autorizado o direito de uso de sua imagem.</p>
<p>Explorar o impacto da Inteligência Artificial no universo das redes sociais é compreender como a tecnologia está moldando o futuro da comunicação digital, contribuindo para ampliar a exposição da marca, tornando-a mais conectada com as necessidades do novo cliente ou consumidor.</p>
<p>Não só vale a pena se render à evolução como também se adaptar a ela e aproveitar tudo o que ela te proporciona.</p>
<h3><strong>Fica a dica!</strong></h3>
<p>Ferramentas de IA para geração de:</p>
<p>Texto &#8211; <a href="https://chatgpt.com/" target="_blank" rel="noopener">ChatGPT</a>, <a href="https://www.deepseek.com/" target="_blank" rel="noopener">Deepseek</a> e <a href="https://www.perplexity.ai/" target="_blank" rel="noopener">Perplexity</a></p>
<p>Imagens &#8211; <a href="https://www.midjourney.com/home" target="_blank" rel="noopener">MidJourney</a>, <a href="https://www.dall-efree.com/" target="_blank" rel="noopener">DALL-E</a>, <a href="https://designer.microsoft.com/" target="_blank" rel="noopener">Microsoft Designer</a> e <a href="https://www.canva.com/" target="_blank" rel="noopener">Canva</a></p>
<p>Geração de vídeos &#8211; <a href="http://www.topazlabs.com/" target="_blank" rel="noopener">Topaz Labs</a>, <a href="https://www.synthesia.io/pt-br" target="_blank" rel="noopener">Synthesia</a> e <a href="https://openai.com/sora/" target="_blank" rel="noopener">Sora</a></p></div>
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		<title>Ramon Alcaraz: “Empresas que querem se manter relevantes e competitivas precisam olhar além do resultado financeiro”</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/ramon-alcaraz-empresas-que-querem-se-manter-relevantes-e-competitivas-precisam-olhar-alem-do-resultado-financeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 17:26:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 82]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Ramon Acaraz]]></category>
		<category><![CDATA[setcesp entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eleito pela Forbes como um dos melhores CEOs do Brasil em 2024, no comando da JSL e na vice-presidência do SETCESP, Ramon compartilha, em entrevista, sua história e visão sobre representatividade sindical e o cenário econômico </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Eleito pela Forbes como um dos melhores CEOs do Brasil em 2024, no comando da JSL e na vice-presidência do SETCESP, Ramon compartilha, em entrevista, sua história e visão sobre representatividade sindical e o cenário econômico </em></p>
<p><strong>Conte-nos sobre sua trajetória profissional. Como ingressou no setor de transporte e logística?</strong></p>
<p>Minha trajetória profissional começou há 40 anos, desde que iniciei a faculdade. Ainda na casa dos 20 anos, desenvolvi um software de gestão de frotas e abri uma empresa de consultoria. Desde então, passei por diversas experiências e despertei meu lado empreendedor em 2001, ao fundar a transportadora Fadel, onde atuei por 20 anos.</p>
<p>Por questões sucessórias, resolvi vender a Fadel, foi quando conheci a JSL. Após 18 meses de negociação, aconteceu o M&amp;A [sigla para Mergers and Acquisitions – em português Fusões e Aquisições]. A partir de então, planejava me aposentar, mas a vida tem suas reviravoltas. O Fernando Simões precisava assumir a presidência da recém-criada Simpar e, consequentemente, deixar a da JSL. Foi aí que ele me convidou para assumir a presidência da JSL e a oportunidade de liderar a maior empresa de logística do Brasil logo me cativou, não pude deixar passar. Hoje, como CEO da JSL e vice-presidente do SETCESP, me sinto bastante orgulhoso por seguir contribuindo para o desenvolvimento do setor brasileiro de transporte e logística.</p>
<p><strong>Quais as vantagens que as empresas têm de estar inseridas em uma entidade representativa de classe? </strong></p>
<p>Diversas vantagens: defesa de direitos e interesses, desenvolvimento da área, debate de informações estratégicas. É a principal forma de ter um espaço permanente de diálogo com o poder público e demais agentes do setor. Diria que é também uma forma de valorização profissional, porque possibilita a participação ativa de todas as partes em decisões que impulsionam o mercado. Gosto do ditado: “Você pode escolher sentar à mesa e escolher um item do cardápio ou ser um dos itens do cardápio”. Em outras palavras: se você não fizer, alguém fará por você.</p>
<p><strong>Como o SETCESP pode gerar valor para seus associados?</strong></p>
<p>O SETCESP pode gerar valor estando cada vez mais próximo da realidade das transportadoras, ouvindo os desafios do dia a dia e ajudando a transformá-los em soluções. Seja por meio de capacitação, representatividade ou iniciativas que fomentem inovação e profissionalização do setor. O grande diferencial está em promover conexão e beneficiar cada associado.</p>
<p><strong>O que as entidades podem aprender com as empresas privadas em relação às práticas de gestão?</strong></p>
<p>As entidades podem se inspirar em aspectos como planejamento estratégico, foco em resultados, governança e inovação. Buscar eficiência na gestão interna é um caminho importante para gerar mais valor aos associados e atuar de maneira ágil e efetiva diante dos desafios do setor.</p>
<p><strong>Uma das principais responsabilidades do sindicato são as negociações salariais. Em sua opinião, quais são os fatores que mais colaboram para haver consenso em uma Convenção Coletiva?</strong></p>
<p>O consenso em uma Convenção Coletiva passa, antes de tudo, por diálogo e transparência entre as partes. Quando há entendimento mútuo sobre o cenário econômico, a realidade das empresas e as necessidades dos trabalhadores, as chances de se chegar a um acordo equilibrado aumentam muito. É importante que as negociações considerem a sustentabilidade do setor e, ao mesmo tempo, valorizem os profissionais que fazem tudo acontecer.</p>
<blockquote>
<p> “se você não fizer, alguém fará por você”</p>
</blockquote>
<p><strong>Como o senhor vê a atual situação do setor em relação às negociações salariais? </strong></p>
<p>Avanços acontecem quando há disposição das partes para ouvir, ponderar e construir soluções viáveis para todos os envolvidos. O setor de transportes tem tradição de diálogo, e acredito que isso seguirá sendo um ponto de equilíbrio.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>foto: Divulgação JSL</em></p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Atualmente, qual a importância de as empresas do setor alinharem as suas atividades às práticas ESG?</strong></p>
<p>Hoje, alinhar as atividades às práticas ESG não é mais uma tendência — é uma necessidade. Empresas que querem se manter relevantes e competitivas precisam olhar além do resultado financeiro. O setor de transporte tem um papel enorme nisso, podemos impactar positivamente o meio ambiente com eficiência logística, promover inclusão com políticas de diversidade e fortalecer a governança com ética e transparência. Além desses pontos, o ESG tem que ser visto de forma sustentável num ângulo de 360 graus: sustentável para o meio ambiente, para a sociedade e para a própria empresa.</p>
<p><strong>No cenário econômico internacional, acompanhamos uma escalada tarifária dos EUA, que desencadeou até um conflito com a China. Que impacto isso pode ter para o Brasil? Podemos tirar alguma vantagem de tudo isso? </strong></p>
<p>Ainda é cedo para dizer, mas o Brasil pode surgir como alternativa em algumas rotas e fornecimentos. O essencial é ter uma estratégia sólida, com um portfólio de clientes diversificado, capaz de aproveitar as oportunidades do mercado e estar protegido diante de qualquer cenário adverso.</p>
<p><strong>O Governo Federal anunciou no início do ano o maior pipeline de concessões da história. </strong><strong>Qual a sua avaliação do andamento das concessões e privatizações rodoviárias no País? </strong></p>
<p>Avançar com investimentos em infraestrutura é algo que o setor demanda há muitos anos. Essa melhoria passa pela combinação de investimentos públicos e privados, e precisa vir acompanhada de diálogo com o setor. É fundamental que esses projetos sejam bem estruturados, com contratos equilibrados, previsibilidade regulatória e foco na eficiência de longo prazo.</p>
<blockquote>
<p>“Nunca subestimem o poder de um propósito bem definido”</p>
</blockquote>
<p><strong>Fale um pouco dos desafios em ser um empresário no Brasil?</strong></p>
<p>Empreender no Brasil exige resiliência, mas com criatividade e disciplina é possível construir negócios sólidos que geram impacto. Tudo se baseia em como você faz a gestão dos seus líderes, afinal, o sucesso vem quando todos compartilham o mesmo propósito. O setor de transportes continua sendo extremamente essencial para o Brasil e o mundo, e temos demonstrado que é possível aliar crescimento econômico à responsabilidade social e ambiental.</p>
<p><strong>Como foi para você ser reconhecido pela Forbes como um dos melhores CEOs do Brasil em 2024?</strong></p>
<p>Foi uma grande surpresa, mas também muito gratificante. Temos muitos CEOs excelentes no Brasil, e me senti lisonjeado por estar entre os dez melhores.  Também reconheço que essa conquista não é individual; é fruto do trabalho em equipe. Ela representa o compromisso diário de pessoas que sonham e acreditam no potencial de transformar o setor logístico brasileiro.</p>
<p><strong>No seu LinkedIn, em sua postagem de agradecimento à escolha da Forbes, o senhor afirma ter tido a sorte de contar com vários mestres que te ensinaram, nos quais pode se espelhar. Neste sentido, pode nos dizer quem são as pessoas que você admira e o porquê?</strong></p>
<p>Eu poderia citar vários, mas para não correr o risco de esquecer de alguém, vou citar apenas um, que faz parte da história do SETCESP e teve uma grande influência na minha trajetória. Ele não me conhecia, mas apostou no projeto dos jovens que se formavam na primeira turma de engenharia voltada ao segmento de transportes e me deu muito apoio, desde o primeiro estágio. Suas ideias eram bem à frente do seu tempo: Adalberto Panzan.</p>
<p><strong>Qual mensagem poderia deixar para os nossos leitores?</strong></p>
<p>Nunca subestimem o poder de um propósito bem definido. Em um setor tão desafiador e essencial como o transporte, nosso maior ativo são as pessoas. Valorize sua equipe, escute quem está na linha de frente e lembre-se de que liderar é inspirar e construir juntos. Nosso trabalho impacta vidas, e isso é um enorme privilégio.</p></div>
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		<title>Arla 32  adulterado: O barato que sai caro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/blog-setcesp/arla-32-adulterado-o-barato-que-sai-caro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 17:37:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 82]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[ARLA 32]]></category>
		<category><![CDATA[Arla adulterado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Arla 32 adulterado traz tanto prejuízo ambiental quanto financeiro</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Arla 32 adulterado traz tanto prejuízo ambiental quanto financeiro</em></p>
<p>O Agente Redutor Líquido Automotivo (Arla 32) é uma solução transparente à base de ureia em água desmineralizada usada para controlar a emissão de óxidos de nitrogênio (NOx) no gás de escapamento, diminuindo a emissão de gases poluentes.</p>
<p>“Antes do Euro 5, não existia um sistema de pós-tratamento de gases de escape, somente um equipamento que se resumia a reduzir ruído. Basicamente, era um silenciador simples, o qual não tinha nenhuma função química”, explica o gerente sênior de Marketing de Caminhões da Mercedes-Benz Brasil, Marcos Andrade.</p>
<p>No Brasil, o Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), por meio da Resolução nº 403/2008, que regula os limites máximos de emissão de poluentes, estabelece o uso obrigatório do Arla 32 em veículos com motores Euro 5 e Proconve P7 (Programa de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores) movidos a diesel.</p>
<p>O descumprimento dessa exigência pode resultar em multas para o proprietário do veículo ou empresa de transporte. Só que, na prática, contrariando essa obrigatoriedade, cerca de 70% do mercado nacional de <a href="https://setcesp.org.br/noticias/cuidado-com-o-arla-32-falsificado-evite-prejuizos-ambientais-e-financeiros/" target="_blank" rel="noopener">Arla 32</a> está fabricando o produto de forma irregular. Quem expõe esses dados é Antônio Roberto, vice-presidente da Anfarla (Associação Nacional dos Fabricantes de Arla 32).</p>
<p>Roberto conta que no produto adulterado o tipo da ureia muda completamente. “Um Arla falsificado ou de baixa qualidade geralmente é composto pela ureia importada para a produção agrícola, com alto teor de aldeído para enriquecimento do solo”, diz.</p>
<p>Diferente da ureia automotiva, que é totalmente diluída para cumprir seu objetivo de pulverizar o catalisador do caminhão, a agrícola não se dissolve com facilidade. “Assim, na reação surgem micropartículas que vão contaminando o catalisador, e com o tempo o entopem”, fala Roberto.</p>
<p>Detalhando mais o funcionamento do produto no caminhão, Andrade explica que após a injeção, o Arla se transforma em amônia (NH3) e em seguida, passa por uma reação química no catalisador, onde transforma NOx, um gás prejudicial e que causa o efeito estufa na atmosfera, em água (H2O) e Nitrogênio (N2).</p>
<p>“Isso é possível porque há um espaço dentro do catalisador onde ocorre essa reação química. Só que quando começa a colocar um Arla 32 que não é puro, ocorre a contaminação do espaço e a reação química fica cada vez menor. Até que chega o momento em que você não tem mais a reação em intensidade suficiente para reduzir a quantidade de NOx que exige a legislação”, esclarece o gerente da Mercedes-Benz.</p>
<p>Com o tempo, por não passar pela reação química, a amônia acaba sendo jogada na atmosfera. Então, ocorre uma dupla contaminação do ar, pelo NOx que saiu do motor e não foi tratado e pela própria amônia. </p>
<p>Isso é extremamente nocivo do ponto de vista ambiental, mas não é só o meio ambiente que perde com isso, as consequências serão sentidas também no bolso do dono do veículo quando, inesperadamente, ele tiver que realizar uma manutenção.</p>
<p>“A utilização de Arla 32 adulterado compromete diretamente a eficiência do sistema de pós-tratamento, podendo causar falhas no catalisador, devido ao aumento das emissões, e consequentemente perda de desempenho do motor com aumento no consumo de combustível ou até redução da potência entregue ao veículo, dependendo da severidade”, avisa também Rodrigo Chaves, vice-presidente de Engenharia da Volkswagen Caminhões e Ônibus.</p>
<p>Segundo a montadora Scania, há registros de fornecedores que, além de usar ureia destinada a fertilizantes no Arla, usam também a água comum de torneira. “Os sais presentes na água comum formam uma camada de depósitos de coloração esbranquiçada que obstruem os elementos cerâmicos que estão presentes dentro dos catalisadores”, alerta.</p>
<p>“Essa situação logo mais obrigará o dono do caminhão a trocar o sistema de pós-tratamento, o qual é uma peça de alto custo, até porque ela não foi projetada para ter uma manutenção”, reforça Andrade.</p>
<p>O catalisador é uma peça feita com metais nobres se “inutilizado devido um custo elevado para reparação, não compensa em nada a eventual economia obtida na compra de um Arla 32 sem qualidade”, adverte o posicionamento da Scania.</p>
<p>De acordo com levantamento da Anfarla o preço do agente redutor de emissões de poluentes é, em média, de R$ 2,30 o litro. Já o Arla irregular, estima-se que seja vendido por aproximadamente R$ 1,50 o litro.</p>
<p>“Em caso de suspeita de uso de Arla 32 adulterado, assim que notar qualquer alerta no painel ou redução de desempenho, o recomendado é que o cliente leve o veículo para avaliação na rede de concessionárias”, indica Chaves.</p>
<p>A quantidade de Arla no veículo varia conforme o modelo. É bastante comum que alguns transportadores que fazem viagens de longa distância coloquem tanques adicionais, para não abastecerem no meio do caminho, porque já sabem que nem sempre o que está sendo oferecido é confiável.</p>
<p>Não se fabrica ureia no Brasil. Roberto fala que a ureia do tipo automotiva é um composto importado e precisa de um transporte especial feito em Bigbags, porque os grãos não podem ser contaminados com a umidade.</p>
<p>Enquanto a ureia agrícola pode vir a granel e também tem subsídio de impostos porque serve à agricultura. Todo esse impacto faz com que o custo dela seja 40% mais barato do que a ureia automotiva.</p>
<p>Ainda que a deterioração do sistema de pós-tratamento de gases por conta de um Arla falsificado demore a acontecer – e isso varia dependendo do grau de contaminação – as montadoras consultadas: Mercedes-Benz Brasil, Scania e Volkswagen Caminhões e Ônibus, confirmam que ela é inevitável e ocorrerá, mais cedo ou mais tarde. A montadora Iveco também foi consultada a respeito, mas optou por não participar da reportagem.</p>
<blockquote>
<p>“Se a oferta parecer duvidosa por algum motivo, não vale correr o risco”, <em>Marcelo Rodrigues, presidente do SETCESP</em></p>
</blockquote>
<p>“O dono do veículo que economiza no Arla comprando um produto adulterado, porque é relativamente barato, faz uma economia pouco inteligente, porque no final terá um custo gigante. É algo que não vale a pena, não faz o menor sentido”, avisa Andrade.</p>
<p>“Como em todo setor, temos que ter o cuidado ao analisar as condições comerciais tanto de disponibilidade quanto de qualidade e preços. Se a oferta parecer duvidosa por algum motivo, não vale correr o risco. Antes de comprar, é preciso conferir as especificações do produto”, orienta o presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Marcelo Rodrigues.</p>
<h3><strong>Testar para aprovar</strong></h3>
<p>Durante algum tempo, o transportador não tinha como saber se o agente redutor de gases poluentes era de boa qualidade. O único motivo de desconfiança era o preço, mas agora os testes que garantem a qualidade do Arla 32 vêm se popularizando no mercado e estão mais acessíveis.</p>
<p>“O transportador é a vítima. O objetivo dele é baixar custo, e naturalmente ele vai procurar o menor preço”, avalia o vice-presidente da Anfarla. “Antes, ele nem ao menos conseguia identificar a qualidade do Arla32. O fabricante mal-intencionado jurava de pé junto que estava vendendo um produto de qualidade. Só que não estava”.</p>
<blockquote>
<p>Atualmente, o transportador pode recorrer a alguns testes para examinar a qualidade do Arla. Um deles é o refratômetro</p>
</blockquote>
<p>A Polícia Rodoviária Federal, Ibama e Inmetro fiscalizam a venda de Arla, mas conforme relata Roberto, os falsificadores dão um jeito de burlar o sistema porque a margem de lucro para colocar o produto de baixa qualidade no mercado é extremamente alta. “Existem indústrias aparentemente normais trabalhando dessa forma irregular”, aponta.    </p>
<p>A adulteração em qualquer etapa da composição do Arla 32 é considerada um crime ambiental. Apesar disso, o setor ainda não percebe uma fiscalização eficaz sobre o tema. “Não vejo uma ação efetiva nesse sentido. No entanto, acredito que, caso ela ocorra, os postos de combustível seriam os pontos ideais para esse tipo de averiguação”, afirma o presidente do SETCESP.</p>
<p>Atualmente, o transportador pode recorrer a alguns testes para examinar a qualidade do Arla. Um deles é o refratômetro, que avalia se a concentração de ureia está correta. O outro mede a quantidade de metais na água para saber ao certo se a água foi desmineralizada.</p>
<p>A grande novidade no mercado testa a qualidade da ureia do Arla 32 a partir da mistura com o gás sulfúrico. “A Anfarla trabalhou bastante para homologar este teste junto às autoridades. Por usar um elemento químico bastante delicado foi um processo complicado, mas trouxe um ganho considerável para o consumidor. Estamos trabalhando na divulgação para ampliarmos a testagem e garantir que o mercado tenha um Arla de qualidade”, diz o representante da Anfarla.</p>
<p>Ainda segundo Roberto, o novo teste tem sido tão bem-sucedido que já houve exportação dele para outros países da América Latina. Também para garantir a boa procedência do Arla 32, a Anfarla concede aos associados um certificado de que o produto vendido é o adequado, assim os transportadores têm outra maneira para comprovar a qualidade.</p>
<p>“A associação fiscaliza os associados e faz a auditoria contínua e concede o selo de verificação para os consumidores conseguirem checar”, diz Roberto. O selo vem com um QR Code, que direciona a uma página com as informações individuais daquele fornecedor e o status da sua verificação.</p>
<p>Rodrigues também observa que a melhor maneira de verificar se o Arla é de boa qualidade é testando. “Somente com a realização de testes é possível ter certeza. No entanto, adquirir o produto de um parceiro de confiança, que comprove a autenticidade por meio de selos ou certificados, já é um bom começo”, aconselha ele.</p>
<p>No site da Anfarla é possível consultar os fornecedores de Arla 32 que passam por auditorias e se o produto oferecido está dentro dos padrões de qualidade. <a href="https://www.anfarla.com.br/anfarla/PAGE_Home/TBkAAKblBGUGAFlnV0tttzw2z$0?WD_ACTION_=MENU&amp;ID=M13" target="_blank" rel="noopener">Clique e confira</a>.</p>
<p>Caso o transportador queira fazer uma denúncia sobre a venda de Arla irregular ele pode recorrer a dois diferentes órgãos de fiscalização. Um deles é o Ibama, no qual a queixa pode ser feita por meio da página <a href="https://falabr.cgu.gov.br/web/home" target="_blank" rel="noopener">Fala BR do governo Federal</a> ou pelo telefone 0800 061 8080, de segunda à sexta, das 7h às 19h. O outro é a PRF, através do WhatsApp (21) 9677 46530.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/blog-setcesp/arla-32-adulterado-o-barato-que-sai-caro/">Arla 32  adulterado: O barato que sai caro</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O valor da estadia: a importância da cobrança correta</title>
		<link>https://setcesp.org.br/blog-setcesp/o-valor-da-estadia-a-importancia-da-cobranca-correta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 17:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 82]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[estadia]]></category>
		<category><![CDATA[hora parada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A estadia, também conhecida como ‘hora parada’, é o valor devido ao transportador pelo tempo que excede ao limite regular para a permanência do veículo imobilizado </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/blog-setcesp/o-valor-da-estadia-a-importancia-da-cobranca-correta/">O valor da estadia: a importância da cobrança correta</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>*Por Raquel Serini</em></p>
<p>A estadia, também conhecida como ‘hora parada’, é o valor devido ao transportador pelo tempo que excede ao limite regular para a permanência do veículo imobilizado durante operações de carga e descarga.</p>
<p>Em abril de 2025, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) atualizou esse valor, destacando a importância de sua cobrança correta dentro dos parâmetros permitidos.</p>
<p>O transporte rodoviário de cargas já enfrenta diversos desafios operacionais e econômicos, e obviamente, o tempo gasto nas operações de carga e descarga impacta diretamente a produtividade e rentabilidade.</p>
<p>Então, a estadia surge como mecanismo legal para ressarcir o transportador pelo tempo adicional parado, compensando custos operacionais e oportunidades de frete perdidas durante esse período.</p>
<p><strong>Base legal</strong></p>
<p>A estadia foi aprimorada pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13103.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei nº 13.103/2015</a> (chamada de Lei do Caminhoneiro) mas é regulamentada pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11442.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei nº 11.442/2007,</a> que em seu artigo 11 estabelece que “o prazo máximo para carga e descarga do veículo de transporte rodoviário de cargas será de 5 (cinco) horas, contadas da chegada do veículo ao endereço de destino”. Após isso, “será devido ao Transportador Autônomo de Carga &#8211; TAC ou à Empresa de Transporte de Cargas  &#8211; ETC a importância equivalente a R$ 1,38 por tonelada/hora ou fração”.</p>
<p>A lei determina que esse valor seja “atualizado anualmente, de acordo com a variação do INPC/IBGE”. Desde 2015, o valor evoluiu de <strong>R$ 1,38</strong> para <strong>R$ 2,41</strong> em 2025, refletindo a inflação acumulada no período e garantindo que a compensação acompanhe a realidade econômica do país.</p>
<p><strong>Valor atualizado e cálculo</strong></p>
<p>No mês de abril deste ano, a ANTT publicou o novo valor da estadia de: <strong>R$ 2,41 por tonelada/hora ou fração</strong>, um reajuste de 5,20% correspondente à variação do INPC entre abril/2024 e março/2025.</p>
<p>A legislação estabelece que para o cálculo, seja considerada a capacidade total de transporte do veículo, independentemente da carga efetivamente transportada. Esta regra visa simplificar e evitar distorções na hora de fazer a conta.</p>
<p>Por exemplo: um caminhão com capacidade para 15 toneladas que permanece no estabelecimento por 8 horas para descarga. Descontando-se as 5 horas permitidas, temos 3 horas excedentes.</p>
<h2><strong>O cálculo seria: </strong><strong>15 toneladas × R$ 2,41 × 3 horas = R$ 108,45 ton/hora.</strong></h2>
<p>Reforçamos que a lei determina que o tempo seja “calculado a partir da hora de chegada” e que “o embarcador e o destinatário são obrigados a fornecer documento comprobatório do horário de chegada”, sob pena de multa aplicada pela ANTT que pode chegar a 5% do valor da carga.</p>
<h3><strong>A importância da cobrança correta</strong></h3>
<p>Estudos indicam que um caminhão parado representa um custo operacional significativo. Sem a compensação pela estadia, esse ônus é absorvido pelo transportador, comprometendo sua margem de lucro e, por vezes, inviabilizando a operação.</p>
<p>A cobrança correta também incentiva a eficiência logística. Quando embarcadores e destinatários arcam com o custo do tempo excedente, tendem a otimizar seus processos. Isso beneficia toda a cadeia, aumentando a produtividade do setor e reduzindo gargalos operacionais que afetam toda a economia.</p>
<p>Contratos entre transportadores e contratantes devem prever claramente as condições de cobrança da estadia, reduzindo conflitos e garantindo segurança jurídica para todas as partes envolvidas na operação.</p>
<p><strong>Recomendações práticas</strong></p>
<p>Apesar da clareza legal, a cobrança da estadia ainda enfrenta resistências. Muitos embarcadores relutam em reconhecer essa obrigação. É essencial que os transportadores estejam informados sobre seus direitos e preparados para exercê-los adequadamente.</p>
<p><strong>Diferentes cenários</strong></p>
<p>Levando em consideração os modelos de veículos mais utilizados no setor, confira uma simulação dos valores por tonelada/hora a serem praticados:</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="151"><strong>Tipo de Veículo</strong></td>
<td width="142"><strong>Capacidade em toneladas</strong></td>
<td width="104"><strong>$ por Hora</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="151">Toco</td>
<td width="142">6</td>
<td width="104">R$ 14,46</td>
</tr>
<tr>
<td width="151">Truck</td>
<td width="142">14</td>
<td width="104">R$ 33,74</td>
</tr>
<tr>
<td width="151">Carreta 5 eixos</td>
<td width="142">25</td>
<td width="104">R$ 60,25</td>
</tr>
<tr>
<td width="151">Carreta 6 eixos</td>
<td width="142">30</td>
<td width="104">R$ 72,30</td>
</tr>
<tr>
<td width="151">Carreta 7 eixos</td>
<td width="142">39</td>
<td width="104">R$ 93,99</td>
</tr>
<tr>
<td width="151">Carreta 9 eixos</td>
<td width="142">50</td>
<td width="104">R$ 120,50</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em> Fonte: NTC&amp;Logística</em></p>
<p>Para o transportador, a cobrança adequada da estadia vai além do cumprimento legal. Quando um veículo permanece parado além do tempo previsto, diversos custos continuam: depreciação, remuneração do motorista, combustível e oportunidades perdidas.</p>
<p>Assim, fazer a aplicação correta do valor da estadia no frete é fundamental para a saúde financeira do negócio. Ao respeitar essa prerrogativa, embarcadores e destinatários contribuem para um setor de transporte mais equilibrado, justo e sustentável. Isso não fortalece apenas as empresas de transporte, mas toda a infraestrutura logística nacional.</p>
<p><strong>Fique atento!</strong></p>
<p>Veja algumas orientações para as empresas de transporte:</p>
<ol>
<li>Mantenha-se atualizada sobre os valores vigentes da estadia;</li>
<li>Inclua cláusulas específicas em seus contratos de prestação de serviços;</li>
<li>Implemente sistemas eficientes de registro e controle dos tempos;</li>
<li>Exija documentação comprobatória dos horários de chegada e saída;</li>
<li>Calcule corretamente os valores, considerando a capacidade total do veículo.</li>
</ol>
<p><em>*Raquel Serini é coordenadora de projetos do IPTC.</em></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/blog-setcesp/o-valor-da-estadia-a-importancia-da-cobranca-correta/">O valor da estadia: a importância da cobrança correta</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Generalidades no frete: como os custos adicionais influenciam o valor final</title>
		<link>https://setcesp.org.br/blog-setcesp/generalidades-no-frete-como-os-custos-adicionais-influenciam-o-valor-final/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 17:43:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 82]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[cobrança das generalidades]]></category>
		<category><![CDATA[generalidades no frete]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204637198</guid>

					<description><![CDATA[<p>Embora subestimadas, a cobranças das generalidades no frete são fundamentais para refletir com precisão a complexidade real da operação logística</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Embora subestimadas, a cobrança das generalidades no frete são fundamentais para refletir com precisão a complexidade real da operação logística</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>*Por Raquel Serini</em></p>
<p>No competitivo e desafiador setor do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), cada centavo conta. Com o constante aumento dos custos operacionais — como diesel, manutenção e pedágios — e a pressão do mercado por menores preços, muitos transportadores acabam aceitando fretes abaixo do necessário para garantir a sobrevivência da operação. O resultado é previsível: margens de lucro apertadas, frota defasada, endividamento e, em muitos casos, abandono da atividade.</p>
<p>Porém, existe um caminho muitas vezes negligenciado que pode ajudar a equilibrar a balança financeira das transportadoras: as <strong>generalidades no frete</strong>, também chamadas de taxas acessórias ou serviços adicionais. Embora subestimadas, essas cobranças são fundamentais para refletir com precisão a complexidade real da operação logística.</p>
<p>Cada carga possui particularidades que vão muito além do trajeto entre origem e destino. Entregar em áreas com restrição de circulação, aguardar horas para descarga, contratar ajudantes locais, realizar reentregas ou operar em caráter emergencial são somente alguns exemplos de situações que geram custos adicionais.</p>
<p>Se esses fatores não forem considerados e cobrados de forma apropriada, o transportador assume um prejuízo silencioso e recorrente.</p>
<p>Este artigo se propõe a esclarecer a função das generalidades na formação do preço do frete, demonstrar como aplicá-las corretamente e, acima de tudo, mostrar que essas taxas podem ser não apenas mecanismos de compensação, mas estratégias legítimas para proteger e, até aumentar, a lucratividade da empresa de transporte.</p>
<h3>O que são as Generalidades?</h3>
<p>Generalidades são taxas que cobrem serviços ou condições especiais da operação de transporte. Elas são justificadas, legítimas e negociáveis com o cliente. E compensam particularidades que aumentam o custo do transporte, como:</p>
<ul>
<li>TDE – Taxa de Dificuldade de Entrega: comum em áreas urbanas com restrição de acesso. (*Sugestão de cobrança: 40% sobre o frete original ou para fretes até R$ 554,96 cobrar R$221,98 por conhecimento).</li>
<li>TPD – Taxa para Pagamento de Descargas: contratação de terceiros para descarregar a mercadoria. (Sugestão de cobrança: por unidade ou volume ou mediante a apresentação do documento fiscal ou recibo fornecido pelo prestador do serviço acrescido dos impostos federais e despesas administrativas).</li>
<li>Estadia do Veículo: tempo de espera para carga ou descarga fora do prazo. (*Sugestão de cobrança: R$ 2,41 ton/hora a partir da 5° hora).</li>
<li>EMEX – Emergência Excepcional: acréscimos por operação crítica ou região sensível como o Rio de Janeiro. (*Sugestão de cobrança: 0,3% a 1% sobre o valor da mercadoria ou R$ 18,39 a cada 100Kg ou fração).</li>
<li>TRT – Taxa de Restrição ao Trânsito: quando o transporte é impactado por leis de restrição municipal. <em>Confira o Guia de Restrições em Áreas Metropolitanas, <a href="https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Guia-de-Restricoes-2024_vf.pdf" target="_blank" rel="noopener">clique e saiba mais</a></em>. (*Sugestão de cobrança para SP e RJ: 20% sobre o frete original ou para fretes até R$ 469,79 cobrar R$ 93,96 por conhecimento. Para as demais cidades 15% sobre o frete original ou para fretes até R$ 323,24 cobrar R$ 48,49 por conhecimento).</li>
</ul>
<p><em>*Valores de referência tem como base abril de 2025.</em></p>
<p><strong>Exemplo prático:</strong></p>
<p>Vamos considerar o transporte de eletrodomésticos entre São Paulo e Rio de Janeiro, em área urbana com restrições, com valor de carga de R$ 220.000 e distância de 520 km. O custo peso da viagem gira em torno de R$ 3.500,00, veja o impacto das generalidades no custo final:</p>
<table width="0">
<tbody>
<tr>
<td width="179"><strong>Item</strong></td>
<td width="142"><strong>Valor R$</strong></td>
<td width="331"><strong>Descrição</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="179">Custo peso</td>
<td width="142">3.500,00</td>
<td width="331">Custo operacional</td>
</tr>
<tr>
<td width="179">Custo valor (0,6%)</td>
<td width="142">1.100,00</td>
<td width="331">Despesas não abarcadas pelo seguro</td>
</tr>
<tr>
<td width="179">GRIS (0,3%)</td>
<td width="142">660,00</td>
<td width="331">Gerenciamento de Risco</td>
</tr>
<tr>
<td width="179">TSO (0,20%)</td>
<td width="142">400,00</td>
<td width="331">Taxa de Seguro Obrigatório</td>
</tr>
<tr>
<td width="179">Pedágio (ida e volta)</td>
<td width="142">210,00</td>
<td width="331">&#8211;</td>
</tr>
<tr>
<td width="179"><strong>Subtotal</strong></td>
<td width="142"><strong>R$ 5.870,00</strong></td>
<td width="331"><strong>&#8211;</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="179">TRT (20%)</td>
<td width="142">350,00</td>
<td width="331">Área com restrição de horário e veículo (Niterói)</td>
</tr>
<tr>
<td width="179">TDE (40%)</td>
<td width="142">280,00</td>
<td width="331">Acesso limitado para descarga (escadas)</td>
</tr>
<tr>
<td width="179">TPD (R$/veículo)</td>
<td width="142">450,00</td>
<td width="331">Necessidade de ajudante local, valor estabelecido pelo recebedor</td>
</tr>
<tr>
<td width="179">EMEX (0,3%)</td>
<td width="142">600,00</td>
<td width="331">Área de beligerância e risco de roubo de carga</td>
</tr>
<tr>
<td width="179"><strong>Total com generalidades</strong></td>
<td width="142"><strong>R$ 7.550,00</strong></td>
<td width="331"><strong>&#8211;</strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>Fonte: elaborado pela autora (simulação sem margem de lucro e custo financeiro)</em></p>
<p>Neste caso, enquanto o custo peso representa cerca de 78% do total, as generalidades compõem mais de 20% da receita. Se bem geridas, essas taxas tornam-se uma fonte de recuperação tarifária e até incremento de margem de lucro, especialmente quando o valor básico do frete está defasado ou em negociação agressiva.</p>
<h3><strong>Como capitalizar com as generalidades?</strong></h3>
<ol>
<li>Mapeie as operações com clareza: saiba se a entrega envolve reentregas, se é rural ou em zonas com restrição de trânsito.</li>
<li>Documente e comprove: toda cobrança de generalidade deve estar prevista em contrato, proposta comercial ou CT-e e ser passível de comprovação (tempo parado, endereço, laudo, etc).</li>
<li>Educação tarifária com o cliente: explique que o custo de uma descarga terceirizada, por exemplo, não pode ser absorvido pela transportadora. Muitos embarcadores aceitam essas taxas, desde que fundamentadas.</li>
<li>Capilaridade comercial: pequenos valores agregados em cada frete, como R$ 250 de EMEX, ou R$ 300 de estadia, quando bem aplicados, podem representar até 20% do lucro operacional da empresa.</li>
</ol>
<p>Portanto, quem cobra generalidades corre menos riscos. O transportador se protege de prejuízos operacionais e aumenta a rentabilidade. Ignorar essas taxas é subsidiar parte da logística do cliente. Já incorporá-las ao frete de forma profissional é sinal de maturidade empresarial.</p>
<p>A pergunta que fica é: <strong>O que você fará a partir de hoje para cobrar um frete ainda mais justo???</strong></p>
<p>Se tiver dúvidas sobre como aplicar as taxas de generalidades entre em contato com o serviço de <a href="https://setcesp.org.br/custos-e-tarifas/" target="_blank" rel="noopener">Planejamento de Custos e Tarifas</a> do SETCESP pelo e-mail: <a href="mailto:economia@setcesp.org.br">economia@setcesp.org.br</a> ou WhatsApp: <a href="https://wa.me/551126321000?text=Ol%C3%A1%2C+gostaria+de+mais+informa%C3%A7%C3%B5es." target="_blank" rel="noopener">(11) 2632-1000</a> .</p>
<p>E lembre-se: se for bom e rápido, nunca será barato. <em>Pense nisso</em>.</p>
<p>*Raquel Serini é coordenadora de projetos do IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas).</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/blog-setcesp/generalidades-no-frete-como-os-custos-adicionais-influenciam-o-valor-final/">Generalidades no frete: como os custos adicionais influenciam o valor final</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cuidados com a saúde mental no trabalho: saiba o que mudou na NR-1</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/cuidados-com-a-saude-mental-no-trabalho-saiba-o-que-mudou-na-nr-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 17:38:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 82]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Atualização da NR-1: Saúde Mental no Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[NR-1]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204637206</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nova redação está valendo em caráter educativo e determina a inclusão dos riscos psicossociais dentro do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/cuidados-com-a-saude-mental-no-trabalho-saiba-o-que-mudou-na-nr-1/">Cuidados com a saúde mental no trabalho: saiba o que mudou na NR-1</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_7 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_7">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_7  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_9  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><a href="https://www.sympla.com.br/evento/24-07-o-novo-rh-no-transporte-workshops-praticos-um-dia-completo-de-imersao-e-transformacao/3021314?referrer=setcesp.org.br" target="_blank" rel="noopener">Participe do Fórum &#8220;O novo RH no transporte + Workshops Práticos &#8211; um dia completo de imersão e transformação&#8221;.</a></p>
<hr />
<p><em>Nova redação da NR-1 está valendo em caráter educativo e determina a inclusão dos riscos psicossociais dentro do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO)</em></p>
<p>Estresse, burnout, ansiedade e depressão são doenças que afetam profissionais de vários setores e o transporte rodoviário de cargas não é exceção. Nesse cenário, a <a href="https://setcesp.org.br/noticias/riscos-psicossociais-no-trabalho-saiba-o-que-mudou-na-nr1/" target="_blank" rel="noopener">nova redação da NR-1</a> (Norma Regulamentadora 1), estabelecida pela <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/sst-portarias/2024/portaria-mte-no-1-419-nr-01-gro-nova-redacao.pdf" target="_blank" rel="noopener">Portaria nº 1.449/24</a>, em agosto de 2024, trouxe mudanças importantes sobre a forma de como as empresas devem gerenciar a saúde e segurança dos colaboradores.</p>
<p>As novas regras entraram em vigor em 26 de maio deste ano, mas em caráter educativo e orientativo, ou seja, sem aplicação de multas. A fiscalização e eventuais autuações pela Inspeção do Trabalho terão início apenas em maio do ano que vem.</p>
<p>Um dos avanços mais significativos na nova redação da NR-1 foi a inclusão explícita dos riscos psicossociais dentro do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e a exigência de um PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos). Só estão dispensadas da elaboração do PGR as micro e pequenas empresas, dependendo do grau de risco da atividade.</p>
<p>O assessor jurídico do SETCESP, Narciso Figueirôa Jr., esclarece que o PGR é um documento que deve conter requisitos e orientações gerais para a prevenção de acidentes e doenças no local de trabalho. Além disso, deve abranger os riscos decorrentes de agentes físicos e de acidentes e também riscos químicos, biológicos de e fatores ergonômicos.</p>
<p>Segundo o assessor, riscos psicossociais são as condições que afetam a saúde mental e o bem-estar do trabalhador. Isso inclui: <strong>estresse ocupacional, assédio moral, exaustão emocional e jornadas extenuantes</strong>.</p>
<p>“Entre os pontos de atenção para as empresas do setor de transporte está o fato de que os motoristas, muitas vezes, enfrentam jornadas longas e sozinhos. É preciso assegurar condições adequadas de descanso e apoio psicológico. Já na parte administrativa das organizações é essencial garantir a prevenção ao assédio e ao burnout”, detalha Figueirôa.</p>
<p>Dados do Ministério da Previdência Social, analisados pelo portal G1, sobre afastamentos do trabalho, apontam para uma crise de saúde mental no Brasil.  Em 2024, foram quase meio milhão de afastamentos (o maior em 10 anos). Em comparação com o ano anterior, foi constatado um aumento de 68%. O maior tipo de afastamento é por <strong>ansiedade</strong>, seguido de <strong>depressão</strong>.</p>
<p>Rodrigo Vaz, auditor fiscal do trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, orienta que as empresas apresentem ações concretas em seus PGRs, que definam como funcionarão os processos dentro do GRO. Para isso as organizações devem seguir as fases de:</p>
<ul>
<li>identificar quais são os perigos;</li>
<li>avaliar os riscos;</li>
<li>saber como controlá-los; e</li>
<li>elaborar o inventário de riscos e planos de intervenção.</li>
</ul>
<p>“Tem que constar na documentação, mas também é preciso que este plano seja efetivo, que as medidas de prevenção sejam aplicadas para que os riscos ocupacionais diminuíam. Os dados previdenciários são muito claros, estamos em uma situação crítica e precisamos tratá-la”, alerta Rodrigo.</p>
<p>Vaz recomenda que exista sempre um diálogo e uma escuta ativa dos trabalhadores para identificar se esses fatores psicossociais existem na empresa. “Essa consulta pode ser feita por meio de questionários. É um erro não ouvir o trabalhador para identificar o perigo”.</p>
<p>Prestando suporte para as empresas poderem atuar preventivamente, Eleonor Godoy, diretora da Unidade do Sest Senat de Vila Jaguara, lembra que <a href="https://www.sestsenat.org.br/saude">o SEST SENAT</a> presta serviços de saúde, incluindo o de psicologia, gratuitamente, para trabalhadores do setor de transporte.</p>
<p>“O psicólogo atende e consegue avaliar as dificuldades que o profissional está tendo para atingir seu completo bem-estar. Convidem o SEST SENAT para participar e entender qual é o plano de ação da sua empresa”, indicou a diretora. Ela destacou que a instituição possui programas preventivos de saúde e treinamentos para o desenvolvimento de liderança. “Sabemos que grande parcela da estafa no trabalho pode estar relacionada a questão de hierarquia”, afirma.</p>
<p>“Mais do que uma obrigação legal, ter um PGR é um investimento que a empresa faz e gera benefícios à medida que evita afastamento por motivos de saúde e passivos com autuações e ações judiciais trabalhistas”, avaliou Figueirôa.</p>
<p>O SETCESP com o apoio do IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas), desenvolveu um modelo de formulário contendo sugestão para o levantamento dos riscos psicossociais.</p>
<p><strong>Fique atento!</strong></p>
<h3><strong>Em números</strong></h3>
<p>Em <strong>2024</strong>, foram <strong>500 mil afastamentos </strong>por motivo de doenças. O maior em <strong>10 anos</strong>.</p>
<p>Em comparação com <strong>2023</strong>, foi constatado um aumento de <strong>68%.</strong></p>
<p>O maior motivo de afastamento é por <strong>ansiedade</strong>, seguido de <strong>depressão</strong>.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/live/kJ249fN-KvQ?si=JvdZ_NGGUvCml9PF" target="_blank" rel="noopener">Clique e assista a esta live e saiba mais sobre o assunto.</a></p>
<hr />
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		<title>“Há casos de estelionatários que se passam por motoristas e se apropriam da carga”</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/ha-casos-de-estelionatarios-que-se-passam-por-motoristas-e-se-apropriam-da-carga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 17:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 82]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parceria SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[bate-papo empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Insert Seguros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roberto Schimith, CEO da Insert Seguros, conversou com a Revista SETCESP e destacou os principais diferenciais da empresa que fundou.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/ha-casos-de-estelionatarios-que-se-passam-por-motoristas-e-se-apropriam-da-carga/">“Há casos de estelionatários que se passam por motoristas e se apropriam da carga”</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Roberto Schimith, CEO da <a href="https://insertseguros.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Insert Seguros</a>, conversou com a Revista SETCESP e destacou que um dos principais diferenciais da empresa que fundou é a cobertura que assegura indenização mesmo em situações em que o motorista tenha excedido o limite de velocidade, consumido bebida alcoólica ou utilizado entorpecentes</em></p>
<p><strong>Recentemente, a Insert passou por um rebranding. O que motivou essa mudança?</strong></p>
<p>O rebranding da marca foi muito além da mudança do logotipo. Ele simboliza um novo momento para a empresa. Com o crescimento constante da operação, tornou-se necessário adotar práticas de gestão mais robustas e processos corporativos mais eficientes. Nossa nova identidade traduz exatamente isso: a evolução para uma empresa ainda mais estruturada, madura e preparada para os grandes desafios.</p>
<p><strong>Na sua opinião, existe alguma política de segurança pública que deveria ser executada para coibir mais efetivamente o roubo e furto de veículos e cargas no país?</strong></p>
<p>A principal medida seria a revisão das leis penais. A sensação de impunidade é muito grande. Estudos indicam que cerca de 32% dos condenados reincidem, sendo que crimes contra o patrimônio são os mais comuns entre os reincidentes — representando 50,3%. Ou seja, apesar das prisões, penas brandas contribuem para que os mesmos indivíduos voltem a cometer crimes.</p>
<p><strong>Quais são os maiores desafios enfrentados hoje pelas seguradoras no setor de transporte?</strong></p>
<p>O primeiro é a falta de infraestrutura. Ainda temos uma malha rodoviária precária em diversas regiões do país e isso contribui para a ocorrência de tombamentos e, infelizmente, a maioria dessas cargas acaba sendo saqueada, agravando o prejuízo.</p>
<p>O segundo é o roubo de cargas. Existe uma dificuldade para a confirmação da identidade dos motoristas. Mesmo com verificação de documentos, há muitos casos de estelionatários que se passam por motoristas e se apropriam da carga. Além disso, temos visto um crescimento preocupante dos roubos, especialmente nos estados do Rio de Janeiro e da Bahia, onde a atuação de organizações criminosas dificulta a ação das autoridades.</p>
<p><strong>Como funciona a cobertura para cargas de alto valor ou cargas perigosas?</strong></p>
<p>No caso de cargas de alto valor, utilizamos cofres internos nos baús e, com excelente custo-benefício, a escolta velada — um acompanhamento discreto por veículos descaracterizados que, ao detectar qualquer tentativa de abordagem, podem bloquear remotamente o caminhão e contribuir para a preservação da carga. Para cargas perigosas, o foco está na prevenção: investimos no treinamento dos motoristas para direção defensiva, além do uso de tecnologias como câmeras e telemetria para monitoramento constante.</p>
<p><strong>Existem práticas recomendadas para agilizar a indenização em caso de sinistro?</strong></p>
<p>A principal delas é o envio completo e ágil da documentação por parte do transportador. Parece algo simples, mas esse fator é o que mais impacta os prazos de ressarcimento. Na Insert Seguros, após o recebimento de todos os documentos necessários, nosso prazo médio de indenização é de apenas 7 dias úteis — um diferencial que demonstra nosso compromisso com a eficiência e com o cliente.</p></div>
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		<title>As diferenças de um chefe para um líder</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/as-diferencas-de-um-chefe-para-um-lider/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 17:47:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 82]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[líder ou chefe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba as características de uma gestão que impacta positivamente no clima organizacional de sua empresa</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Veja as características da gestão de um líder e de um chefe. E como elas impactam no clima organizacional de sua empresa</em></p>
<p>As discussões sobre a<a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/nr-1" target="_blank" rel="noopener"> NR1</a>, que passou a exigir a inclusão dos Riscos Psicossociais ao gerenciamento de risco das empresas, acenderam um alerta importante para as questões de assédio.</p>
<p>Grande parte da estafa no trabalho pode estar relacionada à questão da hierarquia e as atenções se voltam agora à programas preventivos de saúde e treinamentos para o desenvolvimento de lideranças.</p>
<p>Equipes bem lideradas são mais engajadas. Pesquisas também associam pessoas felizes a maior produtividade no trabalho.</p>
<p>Pensando nisso, quais seriam as principais características que uma pessoa à frente de um time deve ter para impactar positivamente o clima organizacional? Fomos ouvir especialistas a respeito.</p>
<p>As respostas obtidas tocaram no ponto que separa as características de um chefe para um verdadeiro líder. “Uma chefia, tradicionalmente, exerce autoridade formal, focando na supervisão e cumprimento de regras. Já um líder, inspira e influencia, promovendo colaboração”, descreve Sonia Maluf, coach e comunicóloga.</p>
<p>Para Carlos Serpeloni, especialista em programação neurolinguística e conferencista, o principal atributo de um líder é sobressair em qualquer situação. “Ele percebe a responsabilidade e assume o risco. Não fica em cima do muro. Tem amor por resultados, mas principalmente amor por pessoas”, responde. Quanto ao chefe, o especialista diz que esse perfil traz uma conotação de quem é capaz de amedrontar, impondo exclusivamente sua vontade.</p>
<p>“Manda quem pode, obedece quem tem juízo, essa geralmente é a forma do chefe comandar”, reconhece Marli Arruda, psicóloga organizacional, relembrando o velho ditado. Ela também considera o peso da palavra chefe. “Este jeito reflete paradigmas ultrapassados, com viés autoritário. Desconsidera a dimensão emocional do trabalho, acreditando que o ambiente corporativo não deve ser espaço para vulnerabilidades. É como se liderar fosse conduzir uma guerra”, pondera.</p>
<p>Arruda descreve uma mesma situação e como a reação se distingue entre essas duas formas de comando: chefia e liderança.</p>
<p>Imagine duas equipes de trabalho que precisam entregar um projeto em uma semana. O que o chefe faz? ­—“Ele chama a equipe, impõe o prazo, distribui tarefas sem escutar ninguém e cobra resultados diariamente com pressão. Quando algo dá errado, ele culpa o time e exige mais esforço. Os colaboradores se sentem tensos, inseguros e pouco motivados”, relata Arruda.</p>
<p>Enquanto isso, o líder reúne o time, explica os objetivos do projeto, ouve sugestões e divide as responsabilidades conforme as habilidades de cada um. Acompanha o progresso, oferece apoio, celebra pequenas conquistas e, diante de um erro, ajuda a encontrar soluções. “A equipe se sente engajada, respeitada e comprometida com o resultado”, diz a psicóloga.</p>
<h3>O segredo está no comportamento</h3>
<p>Serpeloni destaca que o líder faz outros líderes, ou seja, prepara outras pessoas para ficar no lugar dele. “O comportamento dele é de vanguarda. O primeiro a chegar, o último a sair. Age de forma tão exemplar que consegue transformar um grupo de pessoas em uma equipe. Julga com respeito, e não expõe o comandado”, destaca.</p>
<p>Segundo Maluf, um líder deve focar em comunicação transparente, reconhecer e valorizar o trabalho dos seus liderados. “Além disso, ele delega responsabilidades, e gerencia conflitos de forma justa, consequentemente, o resultado é uma equipe mais unida e comprometida com os resultados da empresa”.</p>
<p>“É alguém que antes de emitir julgamentos ou tomar decisões, busca compreender o contexto com escuta atenta e análise ponderada, consciente de que sua conduta reverbera fortemente sobre as pessoas que lidera”, afirma Arruda, falando que o líder deve apresentar coerência entre suas palavras e ações.</p>
<p>Uma opinião em comum de todos os especialistas é que o chefe pode virar um líder, se estudar, se preparar e fizer treinamentos. “Todos os líderes são chefes e todos os chefes podem ser líderes, e uma das características de um bom líder é aprender sempre”, observa o programador neurolinguístico.</p>
<p>Cada um dos especialistas consultados ministra cursos no SETCESP relacionados ao desenvolvimento de liderança. Serpeloni realiza o treinamento ‘Liderança de Alta Performance’ e ‘Alta liderança, perigos e oportunidades’. Maluf leciona o treinamento ‘Liderança estratégica para gerentes, coordenadores e supervisores’. Já Arruda é a responsável pelo curso ‘Engaje equipes com as melhores estratégias de gestão de pessoas’.</p>
<p>Para mais informações sobre cursos que ensinam a como transformar um chefe em um verdadeiro líder, fale com a Regiane Amaral peloWhatsApp <a href="https://api.whatsapp.com/send/?phone=551126321000&amp;text=Ol%C3%A1.+Quero+informa%C3%A7%C3%B5es+sobre+a+comiss%C3%A3o+de+pequenas+empresas+&amp;type=phone_number&amp;app_absent=0" target="_blank" rel="noopener">(11) 2632-1000</a> ou  e-mail <a href="mailto:treinamento@setcesp.org.br">treinamento@setcesp.org.br</a> .</p>
<p>Ou acesse e matricule-se direto pelo site. <strong><a href="https://api.setcesp.org.br/cursos" target="_blank" rel="noopener">Aproveite e confira a agenda de curso!</a></strong><strong>  </strong></p></div>
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