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	<title>Arquivos Edição 81 &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Edição 81 &#8211; SETCESP</title>
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	<item>
		<title>Endomarketing: os colaboradores como promotores da marca</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/endomarketing-os-colaboradores-como-promotores-da-marca-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 19:42:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 81]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação interna]]></category>
		<category><![CDATA[endomarketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto o marketing tradicional visa atrair clientes e o público externo, o endomarketing foca no interno</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/endomarketing-os-colaboradores-como-promotores-da-marca-2/">Endomarketing: os colaboradores como promotores da marca</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Enquanto o marketing tradicional visa atrair clientes e o público externo, o endomarketing foca no interno</em></p>
<p>Pense nestas duas situações:<em> 1) Uma vendedora que faz questão de vestir as roupas da loja onde é funcionária, inclusive nos momentos fora do trabalho. 2) O garçom que indica o restaurante em que é colaborador para os amigos e, até de vez em quando, leva lá a família.</em></p>
<p><strong>Sabe o que estes estabelecimentos têm em comum?</strong> ­– Aparentemente, eles estão bem posicionados em relação ao seu endomarketing. O termo ‘endo’ vem do grego e significa para dentro. Logo, o endomarketing consiste em vender uma ideia para funcionários, fornecedores ou até mesmo para acionistas da companhia.</p>
<p>Este <a href="https://setcesp.org.br/noticias/estrategia-de-marketing-o-poder-inbound-para-o-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener">marketing</a> interno é uma junção de ações que são tanto de competência do RH quanto do setor de Comunicação da empresa. “A área de comunicação tem o papel estratégico de traduzir as ações do RH em mensagens claras, atrativas e impactantes, garantindo que as iniciativas sejam bem compreendidas e gerem adesão”, revela Itala Santos, coordenadora de Recursos Humanos.</p>
<p>“O RH cria a demanda, ele fala o que ele quer comunicar, enquanto isso, o time de marketing pensa em como será comunicado para ser entendido da melhor forma, ou seja, transforma a demanda em uma entrega”, explica também Pedro Ribeiro, especialista em marketing estratégico.</p>
<p>Mesmo porque a Comunicação Corporativa não se restringe à divulgação de produtos e serviços, mas abrange a escuta do público e está ligada ao clima organizacional. “Ela ajuda a posicionar a empresa como um bom lugar para se trabalhar, tanto para os colaboradores atuais quanto para potenciais talentos”, diz Santos.</p>
<p>Outro ponto importante, segundo a coordenadora, é a criatividade dos profissionais de marketing, que conseguem transformar datas comemorativas em momentos memoráveis e campanhas informativas em ações divertidas.</p>
<p>Os colaboradores que estão na empresa possuem contato diário com os processos, e isso os torna bastante aptos para opinar e influenciar pessoas a respeito da organização. “No marketing, o público interno é sempre apresentado como primeiro cliente”, revela Ribeiro.</p>
<p>E quando há uma maior percepção positiva da empresa, isso dá sentido para os profissionais realizarem suas entregas com mais empenho. “Se as mensagens se tornam mais eficazes, os colaboradores se sentem mais conectados e as ações internas ganham mais engajamento e significado”, lembra Santos.</p>
<p>“Não só na questão de comprar a ideia da empresa, mas também estar bem definido qual o papel deste colaborador para ele se sentir parte de um todo”, indica Ribeiro. “O que ele precisa falar e fazer? Onde ele precisa chegar? Tudo isso precisa estar bem claro. O profissional deve conhecer o que a empresa faz e como faz e quais são seus produtos”, complementa ele.</p>
<p>Ter essas informações, segundo o estrategista de marketing, faz com que o colaborador vista a camisa da organização. Além disso, quando estão satisfeitos com as condições e o trabalho na empresa, eles tendem a falar mais sobre as vantagens e benefícios para seus familiares e amigos e se tornam promotores da marca.</p>
<p>“Quando o funcionário está bem instruído, ele fala com propriedade e o cliente não se questiona se fez a melhor escolha. Agora, se o colaborador passa uma informação errada ou demonstra incerteza, o cliente se pergunta se aquilo é realmente o produto ou serviço de que ele precisa”, afirma o especialista.</p>
<p>Para a coordenadora, empresas de transporte devem se atentar sobre a importância do investimento no endomarketing. Não adianta desenvolver o melhor serviço e investir pesado em sua divulgação, se há desinformação ou descontentamento por parte dos colaboradores. O ânimo do entregador ao levar a mercadoria até o destino final refletirá na imagem que esse recebedor terá de sua transportadora.</p>
<p>Ribeiro também avalia que é melhor para a imagem da organização tanto fazer com que seus funcionários estejam bem treinados e atualizados sobre a empresa quanto conceder algum tipo de reconhecimento. “Não dá para mais se projetar no mercado sendo aquela empresa que só cobra a meta e não concede nenhum tipo de premiação ou bonificação”.</p>
<p>Assim, tanto Ribeiro quanto Santos recomendam que as empresas direcionem mais esforços em determinadas ações com a intenção de engajar, alinhar, fortalecer a cultura organizacional e criar laços de pertencimento­­.</p>
<p>Com certeza haverá resultados significativos como aumento da produtividade, a retenção de talentos, aumento da satisfação dos funcionários, e consequentemente, a transformação de funcionários em promotores naturais da marca.</p>
<h3><strong>Veja</strong> <strong>7 estratégias para melhorar o endomarketing na sua transportadora</strong></h3>
<ol>
<li><strong> Palestras e workshops</strong></li>
</ol>
<p>Esses eventos tendem a acrescentar positivamente na formação pessoal. Neste sentido, a empresa apresenta-se como um apoio para o crescimento profissional.</p>
<ol start="2">
<li><strong> Boa comunicação </strong></li>
</ol>
<p>O diálogo dentro da organização deve ser uma via de mão dupla, onde os funcionários também têm voz e conseguem expressar opiniões e sugerir melhorias.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Cultura organizacional</strong></li>
</ol>
<p>Os princípios de visão, missão e valores devem estar sempre em evidência para serem absorvidos pelo público interno e promoverem uniformidade nas atitudes dos profissionais.</p>
<ol start="4">
<li><strong> Integração</strong></li>
</ol>
<p>Promova atividades que incentivem o trabalho em equipe. Celebrações ajudam a aproximar as pessoas fora do ambiente formal e espaços físicos, como salas de brainstorming ou áreas comuns, incentivam a troca de ideias.</p>
<ol start="5">
<li><strong> Benefícios </strong></li>
</ol>
<p>Além do vale-transporte, alimentação e assistência médica, existem outros benefícios que podem auxiliar no bem-estar, como cupons de desconto na compra de produtos, salões de beleza e restaurantes. Algumas iniciativas permitem maior flexibilidade, como o dia do filho no trabalho e o home office.</p>
<ol start="6">
<li><strong> Reconhecimento</strong></li>
</ol>
<p>Sua empresa pode reconhecer os resultados atingidos fazendo premiações, divulgações em murais, posts em redes sociais e mencionando os bons resultados em reuniões. Sabe aquele motorista que está há tantos anos sem levar multa? Que tal destacá-lo em um evento?</p>
<p><strong>7 . Envolva o colaborador</strong></p>
<p>Use os próprios profissionais para protagonizarem campanhas internas e externas da transportadora, inclusive com a gravação de vídeos e entrevistas, essa é uma maneira de mostrar que a empresa confia neles para representar a marca.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
			</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Entre para este clube</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/entre-para-este-clube/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 19:14:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Clube de Compras]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 81]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Clube de Compras SETCESP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para maior economia das empresas, o Clube de Compras do SETCESP constrói uma ponte entre associado e fornecedor</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/entre-para-este-clube/">Entre para este clube</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Para maior economia das empresas, o Clube de Compras do SETCESP constrói uma ponte entre associado e fornecedor</em></p>
<p>Uma negociação diferenciada, personalizada, onde você encontra mais vantagens e economia. Parece o cenário perfeito para as empresas adquirirem seus insumos. E realmente é!</p>
<p>Estamos falando do Clube de Compras do SETCESP, que é um serviço de compra coletiva, no qual se reúne empresas de transporte que desejam obter produtos em comum que são essenciais para suas operações do dia a dia. A compra feita em grande escala faz com que haja mais economia no custo dos produtos.</p>
<p>O Clube de Compras busca no mercado os melhores fornecedores, para os mais variados tipos de materiais ou serviços que uma empresa de transporte rodoviário de cargas pode precisar. Tudo isso, considerando a qualidade, preço diferenciado, forma de pagamento e prazo de entrega. <a href="https://setcesp.org.br/clube-de-compras/">Veja no site a lista dos produtos </a><a href="https://setcesp.org.br/clube-de-compras/">disponíveis.</a></p>
<p>Para o transportador, o serviço é um diferencial competitivo importante. Traz um ganho em praticidade, pois fica por conta da entidade a análise comparativa, garantindo a qualidade dos produtos que serão entregues. Isso otimiza uma etapa do trabalho para o setor de compras das transportadoras associadas.</p>
<p>Uma característica do Clube é ligar para o solicitante e ter um feedback dele sobre a experiência em usar o serviço. Os pedidos costumam ser mensais, as rodadas de compras se iniciam a partir do 5º dia útil e os pedidos são enviados aos fornecedores antes do fechamento de cada mês.</p>
<p><strong>E não é só isso</strong></p>
<p>No ano passado, o Clube de Compras foi reformulado para abranger fornecedores que desejam apresentar seus produtos aos associados do SETCESP.</p>
<p>“As divulgações destes materiais podem ser feitas dentro das redes sociais do SETCESP ou com envio de e-mail marketing. Além disso, estes fornecedores parceiros do Clube têm prioridade na listagem de apresentação dos produtos que aparecem no site”, explica a gestora comercial e de parcerias, Silmára Uva.</p>
<p>“Nós não vendemos, mas fazemos a intermediação”, esclarece também Samuel Tiburcio, responsável pelo atendimento no Clube de Compras. “Se ele tem um produto atrativo e consegue dar condições especiais para o nosso associado, nós conseguimos projetar a marca dele entre as transportadoras”, diz.</p>
<p>Tiburcio afirma que se trata de uma ação de divulgação, só que, em contrapartida, estes fornecedores devem também garantir uma condição exclusiva para as empresas associadas ao SETCESP com descontos ou vantagens especiais.</p>
<h3><strong>Fique por dentro!</strong></h3>
<ul>
<li>No ano de 2023, foram realizados <strong>mais de mil</strong> pedidos via Clube de Compra</li>
<li>O que equivale a cerca de <strong>7 milhões</strong> em <strong>valores negociados</strong>.</li>
<li>O <strong>campeão de vendas </strong>pelo Clube no ano de 2024 foi o <strong>filme strech</strong>.</li>
<li>As compras dos produtos via Clube geraram uma <strong>economia mensal</strong> real de <strong>17,5%</strong> para as transportadoras.</li>
</ul>
<p><strong>Para o fornecedor</strong></p>
<p>Quer vender seus produtos ou serviços via Clube Compras? Fale com Silmára Uva pelo WhatsApp: <a href="https://wa.me/5511943382121" target="_blank" rel="noopener">(11) 94338-2121</a> ou e-mail: <a href="mailto:silmarauva@setcesp.org.br">silmarauva@setcesp.org.br .</a></p>
<p><strong>Para transportadoras associadas</strong></p>
<p>Conheça os produtos ofertados via Clube de Compras e faça seu pedido. <a href="https://setcesp.org.br/clube-de-compras/">Acesse a página do serviço no site do SETCESP.</a></p>
<p>Entre em contato e saiba mais. WhatsApp: <a href="https://wa.me/551126321031" target="_blank" rel="noopener">(11) 2632-1031</a> ou e-mail samueltiburcio@setcesp.org.br .</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Saiba como a Lei do Paten pode beneficiar o ESG na sua transportadora</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/saiba-como-a-lei-do-paten-pode-beneficiar-o-esg-na-sua-transportadora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 12:50:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 81]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[paten]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os incentivos previstos pelo Programa de Aceleração da Transição Energética está a conversão de motores movidos a diesel para biocombustíveis e a gás natural</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/saiba-como-a-lei-do-paten-pode-beneficiar-o-esg-na-sua-transportadora/">Saiba como a Lei do Paten pode beneficiar o ESG na sua transportadora</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Entre os incentivos previstos pelo Programa de Aceleração da Transição Energética ( Paten ) está a conversão de motores movidos a diesel para biocombustíveis e a gás natural</em></p>
<p>No início deste ano, o Governo Federal sancionou a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/lei/L15103.htm">Lei 15.103/2025</a>, que instituiu o Programa de Aceleração da Transição Energética – o Paten, visando financiar ações que mudem as atuais fontes de energia para outras mais limpas.</p>
<p>Mas, na prática, <strong>o que isso pode significar para as empresas de transporte rodoviário de cargas? </strong>Para saber mais a respeito, a Comissão de Sustentabilidade do SETCESP contatou um especialista sobre o assunto com o objetivo de trazer esclarecimentos de como o setor pode se beneficiar deste programa.</p>
<p>Victor Ribeiro, consultor estratégico da Thymos Energia, apresentou durante a reunião online da comissão, que ocorreu no dia 19 de fevereiro, os principais pontos previstos pela nova legislação.</p>
<p>A Lei cria um ‘Fundo Verde’, administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que será a base do financiamento que garantirá recursos para iniciativas de baixo carbono, reduzindo custos para as empresas.</p>
<p>O consultor destacou que, antes desta medida, os incentivos governamentais para veículos sustentáveis no Brasil eram predominantemente direcionados a automóveis de passeio elétricos e híbridos.</p>
<p>Agora, o programa prevê uma ampliação significativa dos estímulos para projetos que envolvam veículos pesados como <strong>caminhões</strong> e <strong>ônibus</strong> movidos a biometano, biogás, etanol e a gás natural.</p>
<p>“Essa expansão busca promover a descarbonização de setores que anteriormente não eram contemplados pelos programas existentes, reconhecendo a importância de reduzir as emissões em todas as áreas, inclusive no transporte e logística”, conta Ribeiro.</p>
<p>Com o ‘Fundo Verde’ empresas poderão utilizar créditos tributários e precatórios como garantia de financiamentos. A norma trouxe a previsão de que <strong>empresas com dívidas tributárias negociem com o fisco, comprometendo-se a investir em projetos de desenvolvimento sustentável como parte da resolução de suas pendências fiscais</strong>.</p>
<p>O especialista chama a atenção para o fato de que o Paten não se limita a incentivar a aquisição de veículos sustentáveis; mas também a financiar a construção e modernização de plataformas de abastecimento necessária para esses novos combustíveis.</p>
<p>“Por meio dele poderão serem feitos investimentos de infraestrutura, como a implantação de postos próprios de recarga elétrica e biogás e a expansão de corredores de transporte sustentável, garantindo a rede necessária para caminhões e ônibus elétricos movidos a hidrogênio”, detalha Ribeiro.</p>
<p>Além da compra de veículos novos, há incentivos para converter motores movidos a diesel para biocombustíveis e gás natural, reduzindo custos para empresas que não podem substituir toda a frota de imediato.</p>
<p>Para o consultor, o setor de transportes pode aproveitar as oportunidades criadas pelo Paten para modernizarem sua frota e investir na diversificação de combustíveis reduzindo a dependência do diesel, o que trará uma vantagem competitiva significativa.</p>
<p>Entretanto, ele avisa que a Lei deve sofrer algumas regulamentações futuramente, sendo preciso acompanhar os desdobramentos. “Ainda precisa ficar claro quais são as responsabilidades que o governo exigirá das empresas e como os bancos vão disponibilizar esses créditos”.</p>
<p>No Brasil, o setor de transporte é o segundo maior emissor de CO₂, um dos principais gases causadores do efeito estufa, ficando atrás apenas do agronegócio, de acordo com informações da Agência Our World in Data (em português – Nosso Mundo em Dados).</p>
<p>Ribeiro lembra que, por mais que o Brasil tenha uma matriz energética diversificada, observa-se no debate mundial o crescimento da pressão para a redução de emissões de gases de efeito estufa.</p>
<p>Considerando este cenário, o transporte poderá ser um dos setores no país convocados a contribuir para a solução do problema. Para ele só existem duas formas de isso acontecer, “via penalidades com restrições de circulação ou por meio de incentivos para as frotas se modernizarem com a descarbonização, como essas propostas pelo Paten, o que é muito mais interessante para todos”.</p>
<p>Mesmo porque eventos climáticos estão mais extremos: ondas de calor, chuvas concentradas, furacões, derretimento das camadas de gelo nos círculos polares. “A verdade é que há um clamor da sociedade para conter essas mudanças climáticas e ninguém pode ficar indiferentes a isso”, conclui.</p>
<p>Faça parte da Comissão de Sustentabilidade.<a href="https://api.setcesp.org.br/eventos-e-reunioes" target="_blank" rel="noopener"> Confira a agenda de reuniões!</a></p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_0_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/saiba-como-a-lei-do-paten-pode-beneficiar-o-esg-na-sua-transportadora/">Saiba como a Lei do Paten pode beneficiar o ESG na sua transportadora</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Marcelo Rodrigues: &#8216;Não é questão de lucro, e sim de não ter prejuízo&#8217;</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/marcelo-rodrigues-nao-e-questao-de-lucro-e-sim-de-nao-ter-prejuizo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 19:30:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 81]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Rodrigues]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204633546</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com passagens pela diretoria financeira da NTC&#038;Logística e coordenação do Instituto COMJOVEM de Desenvolvimento Mercadológico, o fundador da MR Express, Marcelo Rodrigues, assume agora a presidência do SETCESP para a gestão de 2025 a 2027</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/marcelo-rodrigues-nao-e-questao-de-lucro-e-sim-de-nao-ter-prejuizo/">Marcelo Rodrigues: &#8216;Não é questão de lucro, e sim de não ter prejuízo&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Com passagens pela diretoria financeira da NTC&amp;Logística e coordenação do Instituto COMJOVEM de Desenvolvimento Mercadológico, o fundador da MR Express, Marcelo Rodrigues, assume agora a presidência do SETCESP para a gestão de 2025 a 2027</em></p>
<p><strong>Você trabalha há algum tempo em entidades de classe do setor e também participou da COMJOVEM. Gostaria que fizesse um balanço da sua atuação no transporte nesses últimos </strong><strong>anos.</strong></p>
<p>Estou no setor de transporte desde 1993. Comecei no SETCESP, em 2001, fazendo cursos de aperfeiçoamento e qualificação. Em 2005, acabei entrando para a COMJOVEM [Comissão de Jovens Empresários e Executivos do Transporte]. Na época, eu era gerente da filial de uma transportadora, mas foi crescendo a vontade de empreender e naturalmente, acabei abrindo minha própria empresa. Fundei a <a href="https://www.mrexpress.com.br/">MR Express</a> em 2008.</p>
<p>Comecei a participar também de outras comissões e este networking e o convívio com os outros empresários foi o que me levou a participar de outras entidades, como a NTC&amp;Logística. Me envolvi no Instituto COMJOVEM de Desenvolvimento Mercadológico e passei a acompanhar de perto as questões tarifárias. Quando o Francisco Pelucio se candidatou à presidência da NTC&amp;Logística, me convidou para ser o diretor financeiro. Por lá, aprendi muito sobre gestão de entidade. Então, sou grato pelo convite que ele me fez e, que certa forma, possibilitou que estivesse hoje no SETCESP.</p>
<p><strong>Qual será a marca da sua gestão no SETCESP? Em qual área pretende focar mais?</strong></p>
<p>Gosto muito do contato com o transportador, da conversa, do bate-papo. Já tenho me aproximado bastante de nossos parceiros e associados. A ideia é entender e atender a demanda de cada um. Pretendo atuar fazendo a interlocução com os governos e sei que a imagem do SETCESP é muito forte no setor e perante os órgãos públicos. Quero usar essa influência para conseguir soluções em benefício do transportador.</p>
<p><strong>De que forma o SETCESP pode gerar mais valor p</strong><strong>ara as empresas representadas e para os associados?</strong></p>
<blockquote>
<p>O SETCESP pode ajudar muito no aprimoramento do empresário. Quem frequenta a entidade está sempre atualizado e isso gera um grande valor dentro da empresa. A entidade sempre busca informar o transportador das melhores práticas e tudo aquilo que pode impactar seu negócio. Isso dá um pouco mais de previsibilidade na tomada de decisão.</p>
</blockquote>
<p><strong>As negociações salariais são uma das principais responsabilidades da entidade. Como presidente, de que forma pretende conduzi-las este ano?</strong></p>
<p>Os presidentes dos sindicatos laborais conversarão e apresentarão as suas necessidades e eu quero analisá-las com a maior atenção possível para tratar da melhor forma. É óbvio que a gente tem um grande desafio, porque a questão econômica do país está um pouco complicada. Os empresários transportadores é que determinarão os limites desta negociação. Serei o interlocutor junto ao sindicato laboral e não o mandatário, porque a demanda vem do empresário transportador. Tenho certeza de que os presidentes dos sindicatos laborais entendem isso e saberão que a gente tem limites para essa negociação. Não tenho dúvida de que chegaremos a um bom acordo.</p>
<p><strong>Como manter atualizada uma entidade de quase 90 anos?</strong></p>
<p>Apesar de a entidade ter quase 90 anos, o ciclo de presidência é fluido e se renova. Isso é bastante satisfatório, porque a cada presidente que assume, ainda que mantenha as mesmas bandeiras, traz a sua percepção sobre as questões e trabalha ao seu modo, trazendo inovação para o sindicato. É uma entidade antiga, tradicional, mas com visão de futuro.</p>
<p><strong>O SETCESP passou por um processo de governança. Poderia destacar a importância de uma entidade ter uma estrutura organizacional profissionalizada e o</strong><strong> que isso traz de benefício em longo prazo? </strong></p>
<p>O SETCESP depois do processo de governança, se tornou quase uma empresa, embora seja um sindicato por essência. Neste processo, são as decisões tomadas no Conselho que ditam sua diretriz, obviamente seguindo sempre o estatuto. A criação desse quadro de governança foi fundamental para trazer mais transparência e clareza nas ações do SETCESP. É como uma empresa mostrando o compromisso e a ética que tem com seu público.</p>
<p><strong>Quais são os grandes desafios do TRC no cenário político e econômico atual?</strong></p>
<p>Temos desafios gigantescos já que a economia está instável. Observamos uma retração de modo geral, isso posso dizer com base no que ouço dos transportadores. Quando falam sobre faturamento e volume de cargas, é quase um consenso de que diminuíram. Então, temos uma preocupação de ordem econômica, que para nós é fundamental, e precisamos trazer para o empresário sempre essa visão macroeconômica, para que ele tome suas decisões baseado em informações e dados confiáveis.</p>
<p><strong>Na sua opinião, como a falta de infraestrutura em rodovias impacta a eficiência do transporte?</strong></p>
<p>A estrada boa faz com que consigamos desenvolver bem a nossa atividade, por outro lado, uma estrada ruim é um entrave a mais para o nosso ganho logístico. Procuramos nos preocupar com a sustentabilidade, economia e eficiência, mas quando saímos pelas estradas, uma rodovia ruim pode impedir que a gente alcance esses resultados. Você tem um enorme desgaste do veículo, do profissional motorista, sem falar nas complicações no trânsito. O prejuízo é grande e afeta tanto questões de ordem econômica quanto social.</p>
<p><strong>O que acha da atual política de preços de combustíveis realizada pela Petrobras?</strong></p>
<p>Acredito que os dirigentes da Petrobras estão fazendo a coisa certa, mas vejo com preocupação não acompanharem o mercado internacional. Se eles represam o preço e depois aumentam de uma única vez, isso impacta diretamente a planilha de custo do transportador. Movimentos abruptos e repentinos nos desfavorecem porque não conseguimos repassar esses reajustes imediatamente. Temos os nossos faturamentos e contas com prazos alongados para o recebimento. Um reajuste que se aplica hoje, demora 40, 50 ou até 60 dias para chegar no bolso do transportador, enquanto ele paga à vista pelo óleo diesel. Então, vejo com preocupação essa falta de previsibilidade.</p>
<blockquote>
<p>Não é que o transportador queira que não haja aumentos, se ele for necessário, por fatores internacionais, deve ocorrer. E o transportador deve repassar, porque não é questão de lucro, e sim, de não ter prejuízo.</p>
</blockquote>
<p><strong>Como o transporte rodoviário pode contribuir mais para a sustentabilidade e a diminuição da emissão de gases poluentes?</strong></p>
<p>Uma contribuição imediata que só depende da empresa é a otimização de veículos e rotas. O fato é que atender o cliente a qualquer custo pode significar uma baixa eficiência da operação de transporte. Diante disso, vale renegociar prazos para otimizar veículos, diminuindo a ociosidade. A otimização de rotas melhorará o fluxo do transporte e diminuirá o consumo de combustível e a queima e emissão de gases de efeito estufa, o que já é um efeito prático para a sustentabilidade.</p>
<p><strong>Em outubro, sob sua gestão, o Movimento Vez e Voz completará 5 anos. Acredita que ele já deu resultados positivos para o setor? </strong></p>
<p>Se as pessoas estão sendo melhor colocadas e assistidas, isso já é um ganho enorme. O movimento está buscando atender as mulheres, que antes, não encontravam uma oportunidade no setor de transporte, e agora, estão sendo incluídas, isso é um progresso substancial. É positivo também para as transportadoras, já que as mulheres possuem características de organização e cuidado muito maior com os equipamentos e veículos.</p>
<p><strong>O SETCESP tem diversas diretorias de especialidade e comissões, qual a finalidade delas, e porque incentivar o transportador a participar desses grupos?</strong></p>
<p>O transporte é um setor muito diverso, cada especialidade tem um desafio e uma solução diferente. As comissões técnicas e diretorias integram os transportadores que operam no mesmo segmento ou que tem interesses em comum e, que podem interagir na busca por soluções em conjunto. Temos aqui a diretoria de mudanças, de transporte aduaneiro, de distribuição urbana, entre outras, e também comissões técnicas como a de Sustentabilidade, do Vez &amp; Voz e a de RH. Todos os transportadores estão convidados a participarem destes grupos porque é por meio deles que recebemos as demandas específicas de cada segmento e, também, neles, que os empresários podem ampliar o networking, fazer benchmarking e parcerias de negócios.</p>
<p><strong> Qual recado gostaria de deixar para os nossos leitores?</strong></p>
<p>Queremos melhorar o ambiente de negócios, mas nem sempre conseguimos fazer na velocidade esperada, então peço aos nossos associados que confiem nessa gestão, pois o que estiver ao meu alcance, farei em conjunto com a nossa diretoria. O SETCESP passa por um processo eleitoral muito transparente e quero que todos tenham segurança na esperança que depositaram no meu trabalho. Aqui é a casa do transportador e estamos abertos a ouvi-los e a atendê-los dentro daquilo que for possível. Ao associado, peço que venha participar das comissões e contribuir com suas ideias e sugestões. Você que ainda não é associado, não perca mais tempo, junte-se a nós!</p></div>
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		<title>Para ampliar a habilidade de comunicar-se bem</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/para-ampliar-a-habilidade-de-comunicar-se-bem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 15:53:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 81]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Assertiva]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação não violenta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nada de mal-entendidos: uma comunicação assertiva e não-violenta melhora os relacionamentos interpessoais e contribui para o clima organizacional </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Nada de mal-entendidos: uma comunicação assertiva e não-violenta melhora os relacionamentos interpessoais e contribui para o clima organizacional </em></p>
<p>É difícil definir qual é a melhor habilidade que é preciso ter para alcançar o sucesso na carreira, mas uma coisa é certa, não há como ser um profissional bem-sucedido se não souber se comunicar.</p>
<p>Embora esta capacidade seja inerente à espécie humana, a comunicação ainda é um desafio nas empresas, lembra Carla Roberta, psicóloga organizacional e mestre em Administração.</p>
<p>“Isso porque existem ruídos entre aquilo que foi dito e aquilo que se quis dizer. O que foi mal-entendido, é hoje, a principal causa dos conflitos interpessoais no ambiente corporativo e exerce, portanto, grande influência na satisfação ou insatisfação dos profissionais com o trabalho”, conta Roberta.</p>
<p>Mauro Galasso, consultor empresarial com expertise em comunicação e <em>coaching</em> fala que quando a comunicação é assertiva e <a href="https://setcesp.org.br/noticias/vez-voz-apresenta-como-desenvolver-uma-comunicacao-nao-violenta/" target="_blank" rel="noopener">não-violenta</a>, abre-se espaço para um ambiente de trabalho, além de positivo, colaborativo, no qual as pessoas são mais proativas e têm prazer em se ajudar.</p>
<p>Segundo o especialista, saber interagir e responder às diversas questões com clareza e concisão gera compreensão. “Por outro lado, a prática da comunicação desencontrada e imatura faz com que haja conflitos e estresse, criando um cenário negativo e sem cooperação”, alerta o especialista.</p>
<p>O consultor afirma ainda que é importante que as empresas desenvolvam seus profissionais para evitar desentendimentos e, ao mesmo tempo, fortalecer a postura de um debate construtivo no trabalho. Ele diz que, se nos tornamos conscientes sobre nossa comunicação verbal e não verbal, evitamos julgamentos prévios e críticas infundadas e ficamos mais abertos a sugestões.</p>
<p>“Quando a comunicação se perde diante da falta de conhecimento, de flexibilidade e empatia, ela impacta diretamente no clima organizacional, pois causa rupturas nos relacionamentos profissionais e distanciamento entre líder e liderados”, comenta também Cassia Irias, psicóloga e coaching.</p>
<p>Irias considera a Comunicação como sendo um dos temas mais relevantes no mundo corporativo. “Pessoas podem fazer a diferença nos resultados organizacionais quando assumem a responsabilidade pela comunicação estabelecida. Com a Comunicação Assertiva é possível passar informações e solucionar problemas de forma objetiva e direta, sem gerar constrangimentos ou duplo entendimento”, diz em complemento à opinião de Galasso.</p>
<p>Detalhando melhor, a Comunicação Assertiva pode ser entendida como a capacidade para elaborar e recusar pedidos, pedir favores, expressar sentimentos, continuar e terminar uma conversa comum, ou mesmo, a defesa de pensamentos e sentimentos de forma honesta e franca.</p>
<p>Já a comunicação não-violenta, em resumo, é uma habilidade que permite expor as ideias sem agressividade, mas com consistência para legitimar e sustentar os argumentos em qualquer contexto.</p>
<p>Uma dica importante é que, independentemente se transmitimos ou recebemos uma mensagem, o estado de humor interfere na comunicação, já que nos expressamos emocionalmente quando nos manifestamos.</p>
<p>“Podemos, por exemplo, interpretar a mesma mensagem de forma diferente quando estamos felizes, aborrecidos, enfurecidos, entristecidos ou distraídos. Essas distorções ocorrem principalmente se a comunicação ocorrer de forma escrita, pois as mensagens de texto são desprovidas de entonação”, analisa Roberta.</p>
<p>Para contornar esse problema, ela sugere sempre começar a mensagem com um cumprimento – <em>Olá, tudo bem? </em>Ou<em> Bom dia, espero que esteja bem.</em> E depois de escrever a mensagem é recomendado que haja um fechamento – <em>Obrigado(a), até logo ou nos vemos em breve</em>.</p>
<p>Assim, expressar-se de forma clara e convincente, não pode ser subestimado e um bom plano de capacitação de gestores e colaboradores, de qualquer empresa, deve incluir o aprimoramento dessa habilidade.</p>
<p>No SETCESP, os especialistas consultados, Roberta, Irias e Galasso, ministram cursos livres e a distância, além de palestras, que ensinam a estabelecer uma comunicação fluida e respeitosa. Lembrando mais uma vez, que quando a equipe se sente compreendida, por consequência, se sente mais motivada a contribuir para o sucesso da empresa.</p>
<h4><strong>Fique por dentro!</strong></h4>
<p>Veja <a href="https://api.setcesp.org.br/cursos" target="_blank" rel="noopener">a agenda de cursos</a> do SETCESP.</p>
<p>Escolha uma <a href="https://api.setcesp.org.br/palestras" target="_blank" rel="noopener">palestra com o tema Comunicação</a> para promover na sua empresa.</p></div>
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		<title>Quem são as mulheres do TRC?</title>
		<link>https://setcesp.org.br/blog-setcesp/quem-sao-as-mulheres-do-trc-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2025 19:53:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 81]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres do trc]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa apresenta o perfil das profissionais que trabalham no transporte rodoviário de cargas</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Pesquisa apresenta o perfil das profissionais que trabalham no TRC (transporte rodoviário de cargas)</em></p>
<p>Um dia antes da data em que se comemora o Dia Internacional das Mulheres – 8 de março – recebemos na redação do SETCESP os dados da mais recente pesquisa ‘Mulheres no TRC’, realizada no fim do ano passado, e que busca traçar o perfil de quem são as profissionais que trabalham no setor.</p>
<p>A <a href="https://www.vezevoz.org/post/mulheresnotrc" target="_blank" rel="noopener">primeira pesquisa</a>, nestes mesmos moldes, foi realizada em 2020, quando o <a href="https://www.vezevoz.org/" target="_blank" rel="noopener">Vez &amp; Voz</a> ainda era só uma ideia, conforme contou a coordenadora do Movimento, Camila Florencio, com quem conversamos na sequência.</p>
<p>Ela explicou que o novo levantamento foi realizado para avaliar também se as mulheres que trabalham no setor de transporte tiveram a percepção de um ambiente mais inclusivo nos últimos anos.  Entretanto, a atual pesquisa, revelou uma redução da confiança das profissionais sobre as oportunidades de crescimento, em comparação à análise anterior.</p>
<p>“Este é um fato curioso, pois nos últimos tempos falado muito sobre a temática da equidade de gênero e essa também tem sido uma pauta do Governo Federal, inclusive, com legislações específicas que coíbem a discriminação e incentivam a igualdade de oportunidade e remuneração”, contou a coordenadora.</p>
<p>Em 2020, as mulheres que desejavam alcançar uma posição maior no TRC eram 91%, em 2024 foram 82%. As que confiavam que isso aconteceria eram 77%, quatro anos depois, o índice caiu para 73% e, aquelas que se sentiam preparadas para este avanço na carreira, eram 79%, agora elas são 70%.</p>
<p>Menos da metade das entrevistadas na última pesquisa acredita que o transporte rodoviário tem oportunidades de trabalho iguais para homens e mulheres.</p>
<p>“Atribuo a redução da confiança ao ambiente extremamente desafiador que as empresas estão enfrentando em termos econômicos, que gera insegurança com relação ao futuro. Esse clima afeta a todos. Portanto, vejo estes dados de forma até natural. Certamente, recuperaremos isso a medida que a economia dê sinais de melhora”, declarou Ana Jarrouge, idealizadora do movimento Vez &amp; Voz e presidente executiva do SETCESP, com quem nossa reportagem também conversou.</p>
<p>Outro dado importante que converge com esta redução da confiança no setor é que 45% das mulheres estão há menos de 5 anos no TRC. “Ou seja, são profissionais que ainda têm grande potencial de desenvolvimento e crescimento, porém, se não tivermos oportunidades, perderemos estes talentos para outros setores econômicos”, disse Florencio.</p>
<h3>Mais capacitadas</h3>
<p>Na contramão de um cenário reticente, 69% das entrevistadas nesta edição apontaram que receberam a oportunidade de se capacitar e 43% possuem pós-graduação ou MBA, isto demonstra claramente, segundo Jarrouge, que as mulheres estão se qualificando.</p>
<p>“Sem dúvida, este é um ponto a comemorar”, fala a idealizadora do movimento, embora reconheça que a liderança feminina existente hoje, esteja muito presente nos níveis táticos — como para analistas, assistentes e auxiliares. Em posições mais estratégicas — como supervisores, gerentes e diretores, as lideranças são predominantemente masculinas. No geral, a maioria das entrevistas tem um líder homem (55% delas).</p>
<h3>A percepção delas sobre o assédio</h3>
<p>Outro ponto positivo que chamou atenção na pesquisa recente foi o avanço das empresas em questões relacionadas ao combate do assédio moral e sexual na percepção das profissionais.</p>
<p>“Este tema foi abordado no relatório de 2020, muito antes de existir a legislação que obriga as empresas a terem programas de conscientização e prevenção. Na época, foi bem delicado discutir esta pauta, porque nem as profissionais e nem as empresas estavam confortáveis em falar a respeito”, lembrou Florencio.</p>
<p>A coordenadora relatou que foi a partir dos resultados da primeira análise, que o movimento Vez &amp; Voz se sentiu estimulado a criar uma série de ações para promover a conscientização sobre o tema, como rodas de conversa, grupos de trabalho, lives, treinamentos e até a criação de um <strong><a href="https://setcesp.org.br/publicacoes/e-book-assedio-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">e-book</a></strong>, que orienta sobre como <strong><a href="https://setcesp.org.br/publicacoes/e-book-assedio-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">prevenir casos de assédio nas empresas</a></strong>.</p>
<p>A evolução do quadro sobre o assunto foi esta: em 2020, 31% das mulheres presenciaram situações de assédio; quatro anos depois, este número caiu para 22%. No primeiro levantamento, 68% declararam que se sentiam acolhidas pela empresa nesta situação, em 2024 foram 72%.</p>
<p>“É uma pauta em que avançamos bastante, tanto porque as pessoas estão mais esclarecidas quanto as empresas estão mais cuidadosas, mas é um tema recorrente e que precisa sempre ser relembrado”, fala a coordenadora.</p>
<p>Concordando com Florencio, Jarrouge também sinaliza que o novo quadro, “demonstra que todo processo de conscientização que tem sido feito desde o início do Vez &amp; Voz está realmente funcionando”.</p>
<h3>Afinal, quem são elas?</h3>
<p>A pesquisa encomendada pelo SETCESP ao IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas) para o Movimento Vez &amp; Voz, entrevistou mais de 400 profissionais e mostrou que a maioria das mulheres que trabalham no TRC se autodeclararam brancas (63%), tem entre 35 e 44 anos (40%), possuem formação além do nível superior (44% com MBA, mestrado ou pós-graduação) e não tem filhos (42%).</p>
<p>“Percebe-se que são mulheres jovens, com conhecimento especializado, no auge de sua idade produtiva e com grandes possibilidades de crescimento profissional e entrega de resultados”, avaliou Florencio.</p>
<p>Contudo, dentro deste universo feminino, foi identificada pouca diversidade racial, pois as autodeclaradas pretas são 9% e amarelas somente 1%. “Temos que melhorar nesta questão e orientar as empresas a ficarem mais atentas a este ponto, que é extremamente importante para diminuirmos a desigualdade social em nossa sociedade”, destacou Jarrouge.</p>
<h3>Cenário ideal</h3>
<p>Para ter um quadro mais equilibrado seria necessário, de acordo com a coordenadora, haver mais mulheres, principalmente na alta liderança, o que provavelmente se refletiria em outras posições na empresa, e por consequência, contribuiria para uma equipe mais diversa.</p>
<p>“Ainda falta oportunidade real baseada na competência e não no gênero, e isso vale para todas as posições, desde motorista até diretoria. E isso abala a confiança de quem está chegando e tem a expectativa de crescer no setor de transporte. Para mudarmos isso, não podemos restringir esta discussão às mulheres, precisamos incluir os homens nesta jornada, porque eles ainda têm o grande poder de decisão que direcionam as empresas”, observa Florencio.</p>
<p>Ela ressalta que as mulheres estão preparadas para assumirem os desafios e entregar resultados, basta terem a oportunidade de mostrar o talento. Também a pauta ESG tem sido um impulsionador de ambientes mais diversos, mas é preciso que as empresas não somente reconheçam esse compromisso ‘da porta para fora’, mas adotem de fato essas iniciativas.</p>
<p>As organizações que desejam ter ações mais alinhadas à diversidade e inclusão podem contar com o apoio do Vez &amp; Voz. O movimento conta com uma série de estudos e integra uma comissão que discute assuntos relacionados ao crescimento profissional das mulheres nas empresas de transporte.</p>
<p>“Estamos atentos às mudanças corporativas, sociais e culturais e sempre abertos para receber novos parceiros e signatários que queiram estar conosco nesta jornada de transformação do setor de transporte rodoviário de cargas, a qual é lenta, mas precisa ser contínua”, afirma a coordenadora.</p>
<p>Florencio conta que, nestes quase 5 anos de movimento, mais de 100 transportadoras se tornaram signatárias do movimento, que realiza eventos, participa de feiras, <a href="https://setcesp.org.br/publicacoes/e-book-assedio-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">lança conteúdos</a> e discute assuntos que permeiam os diversos universos femininos.</p>
<p>“Costumo sempre dizer que já fizemos muitas coisas e comemoramos várias vitórias, mas ainda há muito o que fazer para superar todos os desafios e chegarmos efetivamente a um setor mais equânime”, avalia a coordenadora.</p></div>
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		<title>Proteja sua transportadora de ataques hackers</title>
		<link>https://setcesp.org.br/blog-setcesp/proteja-sua-transportadora-de-ataques-hackers/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2025 19:36:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 81]]></category>
		<category><![CDATA[LGPD]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresas do setor de transporte estão sendo alvo de cibercriminosos</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Empresas do setor de transporte estão sendo alvo de cibercriminosos</em></p>
<p>O Brasil sofreu 357.422 ataques hackers no segundo semestre de 2023, registrando um aumento de 8,86% em relação ao ano anterior. Entre os principais setores atingidos no país, aparece justamente o de <strong>transporte de cargas e logística</strong>, com 25.620 registros, de acordo com o Relatório de Inteligência de Ameaças da empresa <a href="https://www.netscout.com/" target="_blank" rel="noopener">NetScout</a>.</p>
<p>Para Alex Diniz, gestor de Tecnologia da Informação, o avanço de casos no setor pode estar ligado a falta de investimentos na área. “Algumas transportadoras acabam não se preocupando com a segurança da informação e os hackers percebem onde há maior facilidade para atuar”.</p>
<h3><strong>Como acontece</strong></h3>
<p>Diniz explica que um ataque virtual pode ocorrer de várias formas, porém a mais comum é através do <em>phishing</em> que são e-mails mal-intencionados, ou por meio de <a href="https://setcesp.org.br/noticias/golpe-digital-fuja-de-ciladas-e-evite-prejuizos/" target="_blank" rel="noopener">SMS e mensagens de WhatsApp</a> contendo links duvidosos que, ao serem acessados abrem brechas para entrada de vírus ou <em>ransomware</em> (<em>softwares</em> maliciosos).</p>
<p>A outra possibilidade é quando o ataque é mais planejado, e o criminoso estuda previamente formas de violar os sistemas de proteção de uma determinada instituição para hackear seus dados e pedir um resgate.</p>
<p>Em ataques assim, eles roubam os dados ou codificam informações. No caso de uma transportadora hackeada, ela não consegue acessar seus arquivos, emitir a documentação, contatar seus clientes e fazer o monitoramento da carga, portanto, fica sem operar e perde faturamento.</p>
<p>“A maioria desses ataques é para tirar vantagem das empresas, extorquindo-as. Eles ameaçam, falando que, se não pagarem o resgate, não irão devolver os dados”, relata Ewerthon Sousa, especialista em redes de computadores.</p>
<p>Ele conta que se o computador for infectado com um <em>ransomware</em>, muito possivelmente aparecerá para o usuário uma mensagem comunicando o crime, exigindo um pagamento feito via criptomoedas, para dificultar o rastreamento.</p>
<p>“Só que uma das piores coisas que se pode fazer nesta situação é pagar pelo resgate, porque assim estaria incentivando os criminosos a continuarem com isso. Fora que não é certeza que você terá seus dados de volta”, alerta Sousa.</p>
<p>“Tem empresas que pagam e não conseguem recuperar seus arquivos. Teve um caso em que soubemos que a empresa teve prejuízo duas vezes. Pagaram os criminosos, que não devolveram os acessos, depois contrataram um hacker indiano na tentativa de recuperar os dados e ele não conseguiu. No final, perderam tudo. A saída foi começar do zero a implantação de um novo sistema”, compartilhou Diniz.</p>
<p>Cerca de 93% das empresas brasileiras que sofreram um sequestro digital de dados, em 2023, pagaram pelo resgate de seus arquivos, segundo a última edição do Índice Global de Proteção de Dados, da americana Dell.</p>
<p>Este mesmo relatório apontou que o gasto das companhias, em média, para se recuperar de um ataque de <em>ransomware</em> foi de cerca de US$ 1,92 milhão (R$ 9,49 milhões) no Brasil, incluindo custos com o tempo de inatividade, funcionários e tecnologia.</p>
<p>O gestor de TI dá dicas sobre como o usuário pode identificar um e-mail que não é seguro. “Verifique o remetente, avalie a ortografia, normalmente e-mail <em>phishing</em> vem com erros de escrita. Posicione o mouse em cima do link, <strong>sem clicar, </strong>para ver a página de destino dele. Se não tem no fim o ‘br’ é uma página do exterior, o que não é comum. Neste caso, vale chamar o pessoal da TI para avaliar se há risco”.</p>
<p>“Também tem aquela brecha que o hacker se vale do que chamamos de engenharia social. Suponhamos que você troca e-mails com uma pessoa confiável, só que ela é hackeada, e sem perceber, o hacker usa a conta dela para te enviar e-mail. Então, se observou algo duvidoso, fale diretamente e confirme com a pessoa se ela realmente enviou aquele conteúdo”, avisa o especialista em redes.</p>
<p>Os ataques podem ser escalonados. Sousa compara a uma doença no corpo que entra por algum machucado e se espalha pela corrente sanguínea. “O vírus, frequentemente chamado de <em>malware</em>, entra em uma máquina e tenta avançar no máximo de máquinas possíveis da mesma rede, até atingir o servidor, que é onde o sistema da empresa está instalado e comporta todos os arquivos”.</p>
<h3><strong>Prevenir é a melhor defesa</strong></h3>
<p>“Normalmente a brecha para um ataque vem de dentro para fora: usuários que utilizam senha fraca, não usam a autenticação de dois fatores e que liberam um acesso indevido”, exemplifica o gestor de TI.</p>
<p>Diniz e Sousa acreditam que a melhor defesa para um ataque é a prevenção. É essencial ter um backup atualizado, nunca salvo somente na rede local, mas também em nuvem ou em dispositivo externo.</p>
<p>Outro item importante é ter uma política de segurança interna para que todos tenham a consciência de que um simples clique pode trazer consequências. “É preciso fechar todas as brechas, nunca utilizar <em>softwares</em> pirata ou crackeados. Dispor de um antivírus e também de um firewall é imprescindível”, indica Diniz.</p>
<p>Mais uma medida de segurança é que somente o usuário administrador seja o único habilitado a instalar qualquer programa nos computadores, isso diminui o risco para entrada de vírus.</p>
<p><strong>O que a LGPD diz sobre o assunto</strong></p>
<p>A Lei Geral de Proteção de Dados não trata do crime de hardware (invasão de dispositivo) — isto está previsto no Código Penal­, mas trata do crime de violação de dados. O que significa que, caso sua empresa sofra um ciberataque, ela precisa comunicar a ANDP (Autoridade Nacional de Proteção de Dados). “Porque se a empresa tiver os dados de seus clientes vazados e não tomar as medidas cabíveis para o contingenciamento, ela pode levar uma multa, ou sofrer alguma sanção”, explica Sousa.</p>
<p>Em algumas situações, o especialista adverte que a empresa terá que entrar em contato com o titular dos dados para avisá-lo sobre o vazamento, e demonstrar junto à ANPD que a organização mantinha uma rotina de segurança da informação. “Se não, além do prejuízo por conta do ataque, a empresa pode levar uma multa por não gerenciar seus dados adequadamente”, menciona por fim.</p>
<p><strong>Fique atento!</strong></p>
<h3><strong><em>5 passos a serem tomados pela sua empresa caso ocorra um ataque hacker, segundo os especialistas consultados:</em></strong></h3>
<p>1º desconectar tudo da internet.</p>
<p>2º tentar identificar quais dispositivos foram infectados.</p>
<p>3º analisar o que deixou o sistema vulnerável.</p>
<p>4º formatar as máquinas infectadas e remover vírus ou <em>ransomware</em>.</p>
<p>5º antes de reconectá-las à rede, garantir que todas as máquinas e dispositivos estejam atualizados para evitar vulnerabilidades.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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		<title>Endomarketing: os colaboradores como promotores da marca</title>
		<link>https://setcesp.org.br/blog-setcesp/endomarketing-os-colaboradores-como-promotores-da-marca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2025 18:41:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 81]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação interna]]></category>
		<category><![CDATA[endomarketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto o marketing tradicional visa atrair clientes e o público externo, o endomarketing foca no interno</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Enquanto o marketing tradicional visa atrair clientes e o público externo, o endomarketing foca no interno</em></p>
<p>Pense nestas duas situações:<em> 1) Uma vendedora que faz questão de vestir as roupas da loja onde é funcionária, inclusive nos momentos fora do trabalho. 2) O garçom que indica o restaurante em que é colaborador para os amigos e, até de vez em quando, leva lá a família.</em></p>
<p><strong>Sabe o que estes estabelecimentos têm em comum?</strong> ­– Aparentemente, eles estão bem posicionados em relação ao seu endomarketing. O termo ‘endo’ vem do grego e significa para dentro. Logo, o endomarketing consiste em vender uma ideia para funcionários, fornecedores ou até mesmo para acionistas da companhia.</p>
<p>Este <a href="https://setcesp.org.br/noticias/estrategia-de-marketing-o-poder-inbound-para-o-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener">marketing</a> interno é uma junção de ações que são tanto de competência do RH quanto do setor de Comunicação da empresa. “A área de comunicação tem o papel estratégico de traduzir as ações do RH em mensagens claras, atrativas e impactantes, garantindo que as iniciativas sejam bem compreendidas e gerem adesão”, revela Itala Santos, coordenadora de Recursos Humanos.</p>
<p>“O RH cria a demanda, ele fala o que ele quer comunicar, enquanto isso, o time de marketing pensa em como será comunicado para ser entendido da melhor forma, ou seja, transforma a demanda em uma entrega”, explica também Pedro Ribeiro, especialista em marketing estratégico.</p>
<p>Mesmo porque a Comunicação Corporativa não se restringe à divulgação de produtos e serviços, mas abrange a escuta do público e está ligada ao clima organizacional. “Ela ajuda a posicionar a empresa como um bom lugar para se trabalhar, tanto para os colaboradores atuais quanto para potenciais talentos”, diz Santos.</p>
<p>Outro ponto importante, segundo a coordenadora, é a criatividade dos profissionais de marketing, que conseguem transformar datas comemorativas em momentos memoráveis e campanhas informativas em ações divertidas.</p>
<p>Os colaboradores que estão na empresa possuem contato diário com os processos, e isso os torna bastante aptos para opinar e influenciar pessoas a respeito da organização. “No marketing, o público interno é sempre apresentado como primeiro cliente”, revela Ribeiro.</p>
<p>E quando há uma maior percepção positiva da empresa, isso dá sentido para os profissionais realizarem suas entregas com mais empenho. “Se as mensagens se tornam mais eficazes, os colaboradores se sentem mais conectados e as ações internas ganham mais engajamento e significado”, lembra Santos.</p>
<p>“Não só na questão de comprar a ideia da empresa, mas também estar bem definido qual o papel deste colaborador para ele se sentir parte de um todo”, indica Ribeiro. “O que ele precisa falar e fazer? Onde ele precisa chegar? Tudo isso precisa estar bem claro. O profissional deve conhecer o que a empresa faz e como faz e quais são seus produtos”, complementa ele.</p>
<p>Ter essas informações, segundo o estrategista de marketing, faz com que o colaborador vista a camisa da organização. Além disso, quando estão satisfeitos com as condições e o trabalho na empresa, eles tendem a falar mais sobre as vantagens e benefícios para seus familiares e amigos e se tornam promotores da marca.</p>
<p>“Quando o funcionário está bem instruído, ele fala com propriedade e o cliente não se questiona se fez a melhor escolha. Agora, se o colaborador passa uma informação errada ou demonstra incerteza, o cliente se pergunta se aquilo é realmente o produto ou serviço de que ele precisa”, afirma o especialista.</p>
<p>Para a coordenadora, empresas de transporte devem se atentar sobre a importância do investimento no endomarketing. Não adianta desenvolver o melhor serviço e investir pesado em sua divulgação, se há desinformação ou descontentamento por parte dos colaboradores. O ânimo do entregador ao levar a mercadoria até o destino final refletirá na imagem que esse recebedor terá de sua transportadora.</p>
<p>Ribeiro também avalia que é melhor para a imagem da organização tanto fazer com que seus funcionários estejam bem treinados e atualizados sobre a empresa quanto conceder algum tipo de reconhecimento. “Não dá para mais se projetar no mercado sendo aquela empresa que só cobra a meta e não concede nenhum tipo de premiação ou bonificação”.</p>
<p>Assim, tanto Ribeiro quanto Santos recomendam que as empresas direcionem mais esforços em determinadas ações com a intenção de engajar, alinhar, fortalecer a cultura organizacional e criar laços de pertencimento­­.</p>
<p>Com certeza haverá resultados significativos como aumento da produtividade, a retenção de talentos, aumento da satisfação dos funcionários, e consequentemente, a transformação de funcionários em promotores naturais da marca.</p>
<h3><strong>Veja</strong> <strong>7 estratégias para melhorar o endomarketing na sua transportadora</strong></h3>
<ol>
<li><strong> Palestras e workshops</strong></li>
</ol>
<p>Esses eventos tendem a acrescentar positivamente na formação pessoal. Neste sentido, a empresa apresenta-se como um apoio para o crescimento profissional.</p>
<ol start="2">
<li><strong> Boa comunicação </strong></li>
</ol>
<p>O diálogo dentro da organização deve ser uma via de mão dupla, onde os funcionários também têm voz e conseguem expressar opiniões e sugerir melhorias.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Cultura organizacional</strong></li>
</ol>
<p>Os princípios de visão, missão e valores devem estar sempre em evidência para serem absorvidos pelo público interno e promoverem uniformidade nas atitudes dos profissionais.</p>
<ol start="4">
<li><strong> Integração</strong></li>
</ol>
<p>Promova atividades que incentivem o trabalho em equipe. Celebrações ajudam a aproximar as pessoas fora do ambiente formal e espaços físicos, como salas de brainstorming ou áreas comuns, incentivam a troca de ideias.</p>
<ol start="5">
<li><strong> Benefícios </strong></li>
</ol>
<p>Além do vale-transporte, alimentação e assistência médica, existem outros benefícios que podem auxiliar no bem-estar, como cupons de desconto na compra de produtos, salões de beleza e restaurantes. Algumas iniciativas permitem maior flexibilidade, como o dia do filho no trabalho e o home office.</p>
<ol start="6">
<li><strong> Reconhecimento</strong></li>
</ol>
<p>Sua empresa pode reconhecer os resultados atingidos fazendo premiações, divulgações em murais, posts em redes sociais e mencionando os bons resultados em reuniões. Sabe aquele motorista que está há tantos anos sem levar multa? Que tal destacá-lo em um evento?</p>
<p><strong>7 . Envolva o colaborador</strong></p>
<p>Use os próprios profissionais para protagonizarem campanhas internas e externas da transportadora, inclusive com a gravação de vídeos e entrevistas, essa é uma maneira de mostrar que a empresa confia neles para representar a marca.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
			</div>
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		<title>Passagem de bastão</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/passagem-de-bastao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2025 18:28:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 81]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[presidente do SETCESP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>SETCESP celebra a posse de Marcelo Rodrigues e nova diretoria</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>SETCESP celebra a posse de Marcelo Rodrigues e nova diretoria</em></p>
<p>Um novo capítulo da história do SETCESP está iniciando. Com 89 anos de história, a entidade responsável por representar quase 40 mil empresas na região metropolitana de São Paulo reuniu empresários, autoridades políticas e lideranças do setor para dar posse a sua nova diretoria e ao empresário Marcelo Rodrigues, como seu presidente.</p>
<p>A cada três anos o SETCESP realiza eleições para renovar sua gestão. Essa alternância é uma prática democrática e permite a possibilidade de rotatividade de poder, a reeleição do candidato só é permitida uma única vez. No ano passado, mais precisamente em 12 de novembro, ocorreu o pleito onde se deu a escolha de Rodrigues para ficar à frente da casa para a gestão de 2025-2027.</p>
<p><strong>Posse</strong></p>
<p>Para marcar oficialmente a sucessão de Adriano Depentor, na noite do dia 11 de fevereiro, um grande evento foi realizado na sede da entidade. Em um ato simbólico, o ex-presidente do SETCESP entregou as chaves da entidade ao atual comandante da casa que assinou o termo de posse de gestão da entidade.</p>
<p>“Foi uma honra ter presidido este que é o maior sindicato patronal da América Latina. Tenho certeza que o Marcelo terá um caminho de muito sucesso, porque ele se empenha firmemente nas demandas do setor ”, disse Depentor.</p>
<p>Entre as autoridades políticas presentes, o primeiro a subir ao palco foi o secretário de governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD).</p>
<p>“Não tenho dúvidas de que o Marcelo manterá o padrão de excelência na presidência deste sindicato. Sei que esta casa é uma das responsáveis pelos avanços que o setor tem alcançado. Conto com esse espírito empreendedor de vocês, para juntos construirmos uma São Paulo e um Brasil melhor”, falou o secretário.</p>
<p>Após isso, o vereador e presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Ricardo Teixeira (União Brasil), enalteceu que o sindicato não é só maior no tamanho, mas também na interlocução com o poder público.</p>
<p>“Vocês defendem aquilo que acreditam, mas sempre olhando para a sociedade. Saibam que Câmara está de portas abertas para discutirmos essa relação do transporte de cargas com a cidade”, declarou Teixeira.</p>
<p>Também discursaram a deputada estadual, Carla Morando (PSDB), que relembrou alguns pleitos do setor como, o free flow, e a continuidade do crédito outorgado e o vice-prefeito de Guarulhos, Thiago Fonseca (Novo), que se colocou à disposição para trabalhar pela mobilidade do transporte de cargas na cidade que é um importante polo logístico do país.</p>
<p>Ainda falaram exaltando as conquistas e desafios trilhados pelo SETCESP, desejando sucesso ao novo presidente, os líderes de entidades do setor. Flávio Benatti, vice-presidente da CNT (Confederação Nacional dos Transportes), se colocou à disposição para auxiliar o SETCESP na defesa de suas bandeiras. Carlos Panzan, presidente da FETCESP (Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de São Paulo), aproveitou a oportunidade para exaltar a importância do setor, que não parou de abastecer as cidades na época do surto de Covid-19.</p>
<p>Depois, Eduardo Rebuzzi, presidente da NTC&amp;Logística (Associação Nacional do Transporte e Logística) destacou o quanto o SETCESP é referência para as demais entidades que representam o transporte de cargas. “Sei que o Marcelo tem todas as condições de valorizar essa belíssima história e continuar construindo um caminho seguro em defesa do transporte rodoviário de cargas”.</p>
<p><strong>Novo presidente </strong></p>
<p>O último a assumir a palavra foi, Marcelo Rodrigues, o 19º presidente eleito do SETCESP, fez um pronunciamento bastante emocionado.</p>
<p>“Ao assumir este cargo, reconheço os desafios que nosso setor enfrenta, desde questões logísticas e de infraestrutura até as novas demandas por sustentabilidade e inovação tecnológica e, principalmente, por novas matrizes energéticas, menos poluentes e mais eficientes. Pensando nisso, estamos totalmente à disposição para participar desta discussão com vocês da gestão pública, pois se somos parte do problema, por que não sermos a ponte para possibilitar a solução?”, indagou Marcelo, sugerindo e reforçando o compromisso que setor tem com o ESG.</p>
<p>O novo presidente do SETCESP também se comprometeu a liderar com visão estratégica e determinação, optando sempre pelo diálogo aberto.</p>
<p>“É vital atuarmos juntos para melhorar as condições de trabalho de nossos colaboradores, garantindo não apenas a segurança e o bem-estar, mas também reconhecendo o valor imensurável que cada profissional traz para nosso setor. Nosso compromisso é com um crescimento sustentável, justo e rentável para todos. Juntos, avançaremos transformando o transporte rodoviário de cargas, buscando não apenas o sucesso econômico, mas também contribuindo positivamente para a sociedade e para o país”, afirmou.</p>
<p>Marcelo Rodrigues é casado, tem um filho. Ele assume a presidência do SETCESP após ter atuado como vice-presidente na gestão anterior. Agora, também passa a presidir o IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas). Atualmente, é membro do Conselho Fiscal da FETCESP (Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de São Paulo) e do Conselho Superior da NTC&amp;Logística.</p>
<p>Além disso, possui mais de 30 anos de experiência no setor de transporte rodoviário de cargas. Começou como ajudante em uma transportadora, em 1993, e se tornou empresário fundando, em 2008, a MR Express Transportes.</p>
<p><strong>Composição da diretoria para a Gestão 2025-2027 </strong></p>
<p>Para encerrar a solenidade de posse, foram chamados ao palco os ex-presidentes do SETCESP, que estavam presentes e integram o Conselho Superior da entidade, – Urubatan Helou, Francisco Pelucio, Manoel de Sousa Lima Jr., Tayguara Helou, e agora, Adriano Depentor.</p>
<p>Também foram convidados os membros do Conselho de Administração, todos os integrantes da diretoria que compõem a nova gestão do SETCESP, os diretores de especialidade e coordenadores das comissões técnicas.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h3><strong>A nova composição da diretoria ficou da seguinte forma:</strong></h3>
<p>Marcelo Rodrigues, presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP.</p>
<p>Vice-presidentes: Helio José Rosolen, Ramon Garcia de Alcaraz, Roberto Mira Junior, Thiago Menegon, Cesar Francisco Pelucio.</p>
<p>Secretários: Luis Felipe Machado; André Fernando Rossetti e Robson Assis Ribeiro</p>
<p>Tesoureiros: Evandro Ferrari; Deraci Pereira e Luiz Rustiguel.</p>
<p>Integrantes do Conselho Fiscal: Altamir Cabral, Marinaldo dos Reis, Barbara Calderani, Armando Masao Abe, Marina Lima e Giuliano Paulo Reali.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_2">
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Gestão Executiva</p>
<p>Em 2019, na gestão do ex-presidente, Tayguara Helou, o SETCESP inovou promovendo uma mudança estatutária e de governança corporativa, profissionalizando ainda mais sua gestão, elaborando um novo estatuto e um Código de Compliance. Essa iniciativa representou um salto em transparência, integridade e ética e propiciou a criação do cargo de presidente executivo.</p>
<p>Desde então o SETCESP conta com <strong>Ana Jarrouge</strong> como <strong>presidente executiva</strong> (muitas vezes essa nomenclatura nas empresas acaba sendo ‘CEO’ – sigla em inglês para <em>Chief Executive Officer</em>).  É ela que na entidade lidera as estratégias definidas pelo Conselho de Administração para que o SETCESP atinja suas metas e objetivos. Também tem um papel essencial na gestão de pessoas e na supervisão das atividades.</p>
<p>Jarrouge responde ao <strong>Conselho de Administração, composto por além, de Marcelo Rodrigues, o presidente; pelo vice-presidente, Hélio Rosolen; pelo tesoureiro, Evandro Ferrari e por Luis Felipe Machado, secretário geral.</strong></p>
<p>Atualmente, o SETCESP conta com mais de 30 colaboradores divididos em áreas como financeiro, comercial, eventos, treinamentos entre outros setores. Além disso, possui um posto de atendimento da ANTT, que fica dentro da entidade para o RNTRC (Registro Nacional de Transporte Rodoviário de Cargas).</p>
<p>Além de cumprir seu papel de representar o transportador na interlocução com os órgãos políticos, a entidade oferece às empresas serviços e soluções que as atendem em suas demandas internas como Consultoria Jurídica, planejamento de custos e tarifas, certificado digital, teste de opacidade e outros mais. Sem falar no networking que propicia durante as reuniões de diretorias de especialidade e comissões técnicas e em seus eventos, sejam eles, palestras, seminários ou Conferências.</p></div>
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		<title>O copo está meio cheio ou meio vazio?</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-copo-esta-meio-cheio-ou-meio-vazio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2025 18:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 81]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa sondagem econômica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa indica qual foi a percepção das empresas de transporte em 2024 e quais as expectativas para este ano </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_9 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Pesquisa indica qual foi a percepção das empresas de transporte em 2024 e quais as expectativas para este ano </em></p>
<p>Com todas as informações que reunimos a seguir: perspectivas de investimentos, contratações, reajuste de frete, variação de preço do diesel e expectativa de mercado, recorremos a esta velha metáfora do copo que está com água na metade, para convidá-lo a descobrir se a expectativa dos executivos do setor para 2025 é mais positiva ou negativa.</p>
<h3><strong>Como foi 2024 para sua empresa, ou pelo menos para grande maioria das transportadoras </strong></h3>
<p>Os resultados da &#8216;Pesquisa Sondagem Econômica Panorama de 2024 Perspectivas 2025&#8217;, feita pelo IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas) encomendada pelo SETCESP, apresentaram que o recente cenário econômico no Brasil demonstrou estabilidade e crescimento moderado em diversos setores, incluindo o transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>A média de preços do Diesel Comum e o Diesel S10 registrada foi respectivamente de R$ 5,92 e R$ 5,99, representando um aumento discreto em relação, ao ano anterior, de 3,32% para o Diesel Comum e 3,01% para o S10. Essa pequena variação contrasta com o cenário de 2023, quando o aumento superou 23% em apenas um trimestre.</p>
<p>A pesquisa indicou que quase todas as empresas (95% das respondentes) disseram que tiveram faturamento positivo e lucratividade no ano passado. Embora 14% delas, tenham afirmado que não realizaram nenhum repasse no frete.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Outro dado interessante apresentado pelo estudo foi que o saldo de empregos chegou a 26.234, um aumento de 8,5% em relação a 2023. O volume de admissões alcançou o maior índice da série histórica, foi de 204.608 acompanhado, porém, de um elevado número de demissões, um total de 178.374.</p>
<p>Os empresários também foram ouvidos sobre aplicabilidade da Lei 14.599/2023 – que trouxe mudanças no seguro de responsabilidade civil no transporte rodoviário de cargas, quase dois anos após sua publicação, e o tema segue dividindo opiniões. Sendo que, 38% declarou estar muito insatisfeito ou insatisfeito com a legislação e 29% se manifestou neutro ao cenário.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h3><strong>O que esperar de 2025 quando o assunto é&#8230;</strong></h3>
<p><strong>Investimentos</strong></p>
<ul>
<li>A pesquisa apurou que 57% das empresas pretendem renovar a frota em 2025, ou seja, substituir por veículos mais novos ou zero km. Mantendo a mesma perspectiva das participantes do ano passado.</li>
<li>Já 48% delas, informaram que desejam aumentar o número de veículos da frota, mas que não necessariamente precisam ser caminhões mais novos do que a frota atual.</li>
<li>A cada ano, um número maior de empresas pretende capacitar seus colaboradores. O relatório informou que, em 2025, 95% tem a intenção de investir em treinamentos.</li>
<li>Enquanto isso, investimentos em tecnologia serão feitos por 81% das empresas pesquisadas, 23%p.p. a mais do que no ano passado.</li>
</ul>
<p><strong>Contratações</strong></p>
<p>A projeção é de novas contratações pelo regime CLT por 57% das empresas. Já 24% afirmam que preferem terceirizar a mão de obra, mas ainda assim, contratando profissionais para o segmento, em contrapartida 19% das empresas não tem planos para ampliar o quadro de funcionários.</p>
<p>“Existe um movimento maior de investir em capacitação da mão de obra já instalada nas empresas do que de contratação de novos colaboradores”, conta Raquel Serini, coordenadora de projetos e economista do IPTC, que assina o relatório com outros dois especialistas.</p>
<p><strong>Reoneração da Folha</strong></p>
<p>Com o fim do programa de desoneração, o setor de transporte rodoviário de cargas enfrentará uma elevação em seus custos operacionais. Sendo assim, 76% dos empresários se manifestaram contra a reoneração da folha de pagamento das transportadoras no Brasil.</p>
<p>Para a economista, essa situação impactará toda a sociedade, já que as empresas de transporte repassarão custos mais altos com mão de obra. “O serviço de transporte ficará mais caro, acarretando preços mais altos para os produtos e serviços utilizados pelos consumidores, sejam eles: alimentos, combustível, vestuário, medicamentos, entre outros”, afirma.</p>
<p><strong>Expectativa do mercado</strong></p>
<p>Quando perguntados sobre as expectativas para este ano, <strong>43%</strong> dos empresários tem a percepção de que este ano será <strong>dentro do esperado</strong>, sem grandes saltos, entretanto uma parcela de <strong>48%,</strong> acredita que será<strong> pior do esperado</strong> e <strong>10%</strong> espera que seja <strong>melhor do que o esperado</strong>, ou seja, um cenário ponderado.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>“O setor vem enfrentando grandes desafios desde 2023, com a regulamentação de alguns atos normativos, que modificaram as condições operacionais e que de certa forma afetam a saúde financeira dos negócios até passarem por esse período de adequação. Mesmo assim, as empresas seguem comprometidas com qualidade e segurança. Paralelo a isso, os custos operacionais não deixaram de subir, exigindo dos empresários um ressarcimento imediato a fim de cobrir os gastos com os insumos essenciais para a execução da atividade de transporte”, alerta Serini.</p>
<p>Para ela, o transporte rodoviário de cargas opera com margens reduzidas, tornando inviável a absorção dos custos adicionais sem ajustes nos preços. E por falar em reajuste do frete, menos da metade dos entrevistados, <strong>precisamente 43%</strong>, acreditam que o frete <strong>se manterá estável em 2025</strong>. Tem aqueles que acreditam que <strong>irá</strong> <strong>melhorar (33%) </strong>e uma parcela de <strong>24%</strong> acha <strong>que irá piorar</strong>.</p>
<p><strong>O cenário previsto para este ano</strong></p>
<p>“2025 apresenta diversos desafios tanto no âmbito global quanto no Brasil. Muitos empresários estão revisando seus planos orçamentários devido ao aumento do custo do dinheiro, com a projeção da alta dos juros em <strong>15%</strong> até o final do ano”, informa o relatório.</p>
<p>“Apesar disso, é possível ver um ‘copo meio cheio’. O TRC continuará sendo pilar fundamental para a economia do país”, avalia coordenadora, comentando que a perspectiva está mais otimista do que pessimista.</p>
<p>Ainda segundo a economista, com a combinação de políticas públicas de melhoria de infraestrutura, investimentos em tecnologia e inovação e o crescimento das perspectivas econômicas, o setor tem tudo para continuar se expandindo e se modernizando, garantindo sua relevância nos próximos anos.</p>
<p>“O mercado também traz oportunidades para quem souber se adaptar à inovação e à transformação. O Brasil, apesar das adversidades, segue sendo um player estratégico no comércio global”, conclui a especialista.</p>
<p><em><a href="https://www.iptcsp.com.br/sondagem-economica/" target="_blank" rel="noopener">Baixe o material e tenha acesso ao relatório na íntegra. </a></em></p>
<p><em><a href="https://www.youtube.com/live/F4EL1z8A3uA?si=NymM4rVdCljkL5B7" target="_blank" rel="noopener">Confira a live com a análise detalhada da pesquisa.</a></em></p></div>
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