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	<title>Arquivos Edição 80 &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Edição 80 &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Rota empregadora: ampliando a visão do mercado de trabalho no setor</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/rota-empregadora-ampliando-a-visao-do-mercado-de-trabalho-no-setor-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 15:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 80]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Painel de Cargos e Salário no TRC]]></category>
		<category><![CDATA[Painel de Cargos e Salários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde a sua criação em 2020, o Painel de Cargos e Salários tem por objetivo auxiliar o setor na análise do mercado e suas tendências</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/rota-empregadora-ampliando-a-visao-do-mercado-de-trabalho-no-setor-2/">Rota empregadora: ampliando a visão do mercado de trabalho no setor</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Por Ricardo Henrique, analista de Dados do IPTC</em></p>
<p>Desde a sua criação em 2020, o Painel de Cargos e Salários tem por objetivo auxiliar o setor na análise do mercado e suas tendências. Fornecendo relatórios atualizados da média salarial por região, participação das mulheres na área, cálculo do <em>turnover</em> (termo em inglês que indica rotatividade), ranking das admissões e demissões e estoque geral do número de empregados do TRC no país.</p>
<p>Desenvolvido pelo IPTC, o Painel tem como base os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). A ferramenta apresenta uma análise considerando exclusivamente as subclasses econômicas do Código Brasileiro de Ocupações (CBO) 4930-2/01, 4930-2/02, 4930-2/03 e 4930-2/04, que representam o setor.</p>
<p>Até agosto de 2024, o Painel abrangia apenas o estado de São Paulo, mas agora foi ampliado para o âmbito nacional, e, em outubro, o IPTC lançou o ‘Rota Empregadora’ para oferecer análises e informações detalhadas do acompanhamento dos dados do Painel de Cargos e Salários.</p>
<p>O ‘Rota Empregadora’ é uma nova seção que veio para agregar dados de empregabilidade ao Painel, oferecendo atualizações às empresas e profissionais do setor. Este tipo de informação auxilia os recrutadores no momento da contratação e na gestão das retenções dos colaboradores, contribuindo com elementos estratégicos e de rápida consulta.</p>
<p>Como consta no relatório do Rota no mês de outubro, o setor de Transporte Rodoviário de Cargas empregou mais de 1,2 milhões de trabalhadores diretos, com São Paulo liderando em empregabilidade, seguido por Minas Gerais e Paraná. Somente nos primeiros oito meses de 2024, foram abertos mais de 530 mil novos postos de trabalho, demonstrando a força e o dinamismo desse segmento da economia.</p>
<p>Diante desse cenário positivo, a requisição por motoristas qualificados tem aumentado significativamente. Mais de 200 mil motoristas foram contratados no período, com destaque para o estado de São Paulo, responsável por 26% das contratações. Esse aumento na demanda ressalta a necessidade de qualificação e formação contínua dos profissionais, fundamentais para atender às exigências do mercado.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Entre os dados encontrados no Painel de Cargos e Salários, é possível verificar um crescimento significativo no primeiro semestre de 2024 em relação ao mesmo período do ano passado, com um aumento de 12,4% na criação de postos de trabalho.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Apesar das oportunidades, o setor enfrenta desafios, como a necessidade de constante atualização profissional. O futuro do Transporte Rodoviário de Cargas caminha para uma adoção intensiva de tecnologias avançadas, como caminhões autônomos e sistemas inteligentes de gestão de frotas. A demanda por profissionais com qualificação tecnológica, incluindo técnicos de suporte, analistas de sistemas e especialistas em risco, cresce substancialmente.</p>
<p>O Painel destaca essas necessidades e tendências emergentes, fornecendo dados organizados e estratégicos que oferecem às empresas uma visão global do setor e um diferencial competitivo. Além de apoiar o planejamento empresarial, esses estudos permitem que entidades compreendam com maior clareza sua representatividade no setor. A ferramenta é <strong>gratuita para empresas associadas ao SETCESP</strong> e com o login e senha disponibilizados pela entidade pode ser acessada pelo direto pelo<strong> <a href="https://www.iptcsp.com.br/cargos-e-salarios/" target="_blank" rel="noopener">site</a></strong></p></div>
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		<title>O espetáculo da sustentabilidade</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-espetaculo-da-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 20:24:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[10º Prêmio de Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 80]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio de Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[10ª edição do Prêmio de Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prêmio do SETCESP, que homenageia as práticas ESG do setor, chega a sua 10ª edição apresentando um legado e apontando as perspectivas para o futuro</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-espetaculo-da-sustentabilidade/">O espetáculo da sustentabilidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Prêmio do SETCESP, que homenageia as práticas ESG do setor, chega a sua 10ª edição apresentando um legado e apontando as perspectivas para o futuro</em></p>
<p>As práticas de responsabilidade corporativa vieram para ficar e têm influenciado o ritmo de crescimento dos negócios no Brasil e no mundo. Assim, o alvo da maior parte das organizações, inclusive das empresas de transporte, é incorporar as estratégias ‘ESG’ à sua atividade.</p>
<p>Exatamente para reconhecer essas ações e propagar as boas práticas desenvolvidas no transporte rodoviário de cargas, que o SETCESP promove, há uma década, o Prêmio de Sustentabilidade.</p>
<p>“Já tratávamos de ESG quando este tema nem era tão discutido, cumprindo o nosso papel de orientar, incentivar e fomentar iniciativas empresariais responsáveis”, disse a presidente executiva, Ana Jarrouge, falando sobre a consolidação da premiação ao longo dos anos.</p>
<p>Alcançar o ciclo de uma década foi um marco especial para a entidade e por isso, a comissão organizadora do Prêmio de Sustentabilidade planejou uma celebração a altura. O evento deste ano foi um espetáculo e além da exibição dos filmes dos projetos finalistas, contou com um pouco de balé, circo e teatro. O prêmio foi realizado em 10 de outubro, fim de tarde, noite adentro, no espaço Casa Petra, em São Paulo. O evento foi transmitido pelo canal oficial da entidade no <a href="https://www.youtube.com/live/JwivG_-GiJM?si=HOXVzYNGHfpi8LdS" target="_blank" rel="noopener">YouTube</a>.</p>
<p>Antes de anunciar os ganhadores, artistas do Estúdio Estilo em parceria com o Instituto Genética Núcleo Cultural fizeram uma apresentação intitulada ‘Avatar: Mundo Vivo’, representaram no palco parte da história do filme de ficção científica escrita e dirigida pelo famoso cineasta James Cameron. </p>
<p>Os artistas, crianças e adultos, realizavam acrobacias pendurados em tecidos, encenando a vida em um planeta, no qual os seres nativos temem por sua sobrevivência e querem preservar o meio ambiente da destruição. A encenação trouxe ao público uma reflexão sobre o que queremos para o futuro e o que temos feito para preservar nossos recursos.</p>
<p>“A entidade acredita no poder transformador da sustentabilidade. Quero agradecer e parabenizar todos aqui que estão construindo um mundo melhor”, compartilhou Fernanda Veneziani, coordenadora da comissão de Sustentabilidade do SETCESP.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h3><strong>Reconhecimento a quem faz acontecer</strong></h3>
<p>Durante a cerimônia, as empresas do setor que inscreveram seus projetos de responsabilidade corporativa receberam uma placa em homenagem à suas iniciativas. Neste ano, foram 39 empresas participantes com 61 <em>cases</em> inscritos.</p>
<p>“É bom vermos tantas empresas engajadas em projetos que se preocupam com a sustentabilidade. Vi hoje muitos rostos já conhecidos, que representam transportadoras que já estiveram outras edições e continuam participando e melhorando suas práticas. Aqui todos já são vencedores”, disse Adriano Depentor, presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP.</p>
<p>Cada empresa pode ver a exposição do seu projeto, um reconhecimento seja por se dispor a reduzir impactos ambientais, prezar por uma gestão corporativa ética, ter como premissa a igualdade social ou demonstrar preocupação com a segurança viária e do trabalho. Ao longo de 10 anos de premiação, já participaram 229 empresas com mais de 383 projetos.</p>
<h4>Traduzindo as ações em números, foi possível alcançar estes resultados nos dez últimos anos:</h4>
<ul>
<li>2.179.999 ³ de água economizados</li>
<li>9.602.701 KW/ano de produção de energia limpa</li>
<li>9.226.993 litros de combustíveis economizados</li>
<li>971.959 árvores plantadas</li>
<li>572.491 toneladas CO₂ deixaram de ser emitidas na atmosfera</li>
<li>205.001 toneladas de materiais reciclados</li>
<li>432.015 horas de treinamentos para os profissionais do TRC</li>
<li>59.419 itens de higiene, roupas e brinquedos doados</li>
<li>2.636 toneladas de alimentos doados</li>
<li>2.708.452 pessoas e 1.359 entidades beneficiadas</li>
</ul>
<p>“A realização do prêmio de sustentabilidade do SETCESP demonstra, na prática, como projetos sociais, de meio ambiente, governança e segurança viária podem fazer parte de um setor tão importante para a sociedade como o transporte. Apresentamos o nosso legado de transformação tanto para as empresas quanto para a sociedade”, declarou Depentor.</p>
<p>As empresas finalistas da 10ª edição do Prêmio de Sustentabilidade em Responsabilidade Ambiental foram a Ativa Logística e a PizzattoLog. Na categoria de Governança estiveram a Expresso Mirassol e a Patrus Transportes. Concorreram em Responsabilidade Social a Sada Transportes e a Transjordano. Já na esfera de Responsabilidade na Segurança Viária ou do Trabalho estavam classificadas a Ceslog – Grupo Cesari e a JNR Transportes.</p>
<p>Para cada finalista foi produzido um vídeo de curta-metragem. Depois de assistir os filmes, e também munidos de informações e dados sobre os projetos, a banca de jurados atribuiu pontos e elegeu os vencedores seguindo critérios como: criatividade, inovação, destinação, planejamento, indicadores, retorno consistente, entre outros. A computação dos resultados é feita sob a auditoria do IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas).</p>
<p>Este ano a banca de jurados foi composta pelos seguintes especialistas:</p>
<p>&#8211; <a href="https://www.linkedin.com/in/alineasoliveira/?originalSubdomain=br" target="_blank" rel="noopener">Aline Oliveira</a>, líder de mensuração e avaliação de impacto na SEALL;</p>
<p>&#8211; Antônio Prestes, superintendente da autoridade de trânsito da CET-SP;</p>
<p>&#8211; <a href="https://www.linkedin.com/in/j%C3%BAlio-ramos-42a838179/?originalSubdomain=br" target="_blank" rel="noopener">Júlio Cezar Ramos</a>, assessor técnico da superintendência de serviços de transporte rodoviário e multimodal de cargas da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres);</p>
<p>&#8211; <a href="https://www.linkedin.com/in/marcusnakagawa/?originalSubdomain=br" target="_blank" rel="noopener">Marcus Nakagawa</a>, professor universitário e coordenador do centro de desenvolvimento socioambiental da ESPM e presidente da ABRAPS &#8211; Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável, e</p>
<p>&#8211; <a href="https://www.linkedin.com/in/marcelo-coluccini-78a89065/?originalSubdomain=br" target="_blank" rel="noopener">Marcelo Coluccini</a>, secretário de planejamento e desenvolvimento urbano de Campinas.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h3><strong>Baú Sustentável garante prêmio em Responsabilidade Ambiental</strong></h3>
<p>Foi com um baú fabricado a partir de materiais reciclados que a empresa <a href="https://setcesp.org.br/noticias/bau-sustentavel-garante-a-pizzattolog-premio-em-responsabilidade-ambiental/" target="_blank" rel="noopener">Pizzattolog</a> recebeu o troféu na categoria Responsabilidade Ambiental. Erik Tosin, coordenador de qualidade, relatou que a iniciativa surgiu com a operação de logística reversa de embalagens de cosméticos. “Pensamos como poderíamos impactar na destinação correta destes resíduos, e assim chegamos ao projeto Baú Sustentável”.</p>
<p>A Pizzattolog faz a coleta dos resíduos e leva ao centro de reciclagem que transforma as embalagens em chapas estruturadas para fabricação do baú. “Houve todo um projeto técnico e de engenharia para que a construção deste baú fosse viável e suportasse as condições de transporte do dia a dia”, explicou Erik.</p>
<p>“Atrelamos à operação de transporte o <a href="https://youtu.be/6L0Fk8QyZOw?si=C7bLlQ6DUGpSma25" target="_blank" rel="noopener">Baú Sustentável</a>, o veículo elétrico e as mulheres na condução destes veículos, para trazer à tona todo o compromisso da Pizzattolog com o ESG”, disse Lucas Justus, gerente de estratégia e performance operacional.</p>
<p>A construção de um baú sustentável leva de 400 a 600 quilos de resíduos. Até 2030, a empresa deseja ter reciclado 8 toneladas de embalagens descartadas, que se tornarão matéria-prima para baús fabricados de forma sustentável. Já foram reciclados mais de 1 tonelada de materiais até agora.</p>
<h3><strong>‘Governança com Perenidade’ é o destaque da categoria</strong></h3>
<p>A mineira <a href="https://setcesp.org.br/noticias/governanca-com-perenidade-leva-patrus-a-conquistar-premio-de-sustentabilidade/" target="_blank" rel="noopener">Patrus Transportes</a> foi premiada por suas boas práticas na categoria de Governança. “Ficamos emocionados em receber este troféu. O grande vencedor é o setor. Posso afirmar, por tudo o que eu vi hoje, que é uma honra ser transportador”, disse em seu discurso o CEO Marcelo Patrus.</p>
<p>Entre as ações realizadas no projeto chamado de <a href="https://youtu.be/__vtNsFZD40?si=oX3MdcqKTxDf1N5g" target="_blank" rel="noopener">‘Governança para a Perenidade’</a>, estão a implantação de uma área de gestão que concentra indicadores, um planejamento estratégico construído com apoio da Fundação Dom Cabral e um mapeamento cultural da organização.</p>
<p>“Agora, a companhia tem como principal ponto o levantamento e análise de dados. Todos os departamentos trabalham com um olhar voltado para o seu centro de resultados”, revela Marcelo Vaz, gerente de gestão.</p>
<p>“Trabalhamos para a perenidade ocorrer com a marca e essência da empresa. Valorizamos a nossa cultura por aqui”, complementa Vinicius Braga, gerente de SESTM e ESG.</p>
<p>Com o projeto, a empresa fortaleceu algumas de suas certificações, como o Pacto Global, a Certificação como empresa B e também o selo de integridade.</p>
<p>Para o vice-presidente da companhia, Marco Antônio Patrus, o ‘Governança para a Perenidade’ é fundamental para a perpetuação da transportadora ao longo do tempo. “Assim, nós vamos construir o futuro buscando a imortalidade do nosso negócio”.</p>
<h3><strong>Um projeto para zerar acidentes</strong></h3>
<p>Visando zerar acidentes com óbito e reduzir significativamente os custos com sinistros e multas, a <a href="https://setcesp.org.br/noticias/jnr-transportes-desenvolve-projeto-para-zerar-acidentes-e-e-premiada/" target="_blank" rel="noopener">JNR Transporte</a> criou um projeto chamado <a href="https://youtu.be/n-siGjRaz_Q?si=c7sbmnWb2u26ANAD" target="_blank" rel="noopener">‘Buddy’</a>, que foi o vencedor na categoria Responsabilidade da Segurança Viária e do Trabalho.</p>
<p>O Buddy utiliza inteligência artificial para aumentar a segurança nas operações da empresa, por meio da análise de imagens de câmeras instaladas nos veículos.</p>
<p>“É uma enorme satisfação ser reconhecida nesta premiação. É importante que todos vejam como a inteligência artificial pode melhorar nossas operações de transporte. O setor não é vilão, e sim, protagonista de muitas ações sustentáveis”, declarou Andrea Rocha, gerente de desenvolvimento.</p>
<p>Em veículos contemplados no projeto ‘Buddy’ há 5 câmeras instaladas nas cabines, sensores que ajudam a detectar anormalidades na parte interna ou externa do caminhão. Nos casos de ocorrências fora do previsto, um aviso sonoro é ouvido pelo motorista e pela central de monitoramento.</p>
<p>“A câmera provou para nós que ela é o futuro. Tem que ter em todo veículo”, disse Junior Carvalho, diretor-presidente. Os novos equipamentos da empresa resultaram em um ganho de 70% na produtividade dos colaboradores.</p>
<p>De 2023 a 2024, a empresa conseguiu constatar que 36% das violações ocorreram por uso de celular, 21% por sonolência, 18% por distração e 12% por uso de cigarro ao volante. Com estas informações, vem realizando a orientação de seus colaboradores para uma direção mais segura.</p>
<p>“Uma vez que nos comprometemos com a segurança dos motoristas e veículos, automaticamente estamos contribuindo para uma sociedade mais segura no que se refere ao trânsito”, considerou Andrea.</p>
<h3><strong>‘Social em Movimento’ traz o foco para a saúde e bem-estar</strong></h3>
<p>Com o projeto <a href="https://youtu.be/ckrpwgLYM0U?si=5gCZ0kZUU2xvViOn">‘Social em Movimento’</a> a <a href="https://setcesp.org.br/noticias/transjordano-recebe-trofeu-por-projeto-social-em-movimento/">Transjordano</a> foi a vencedora na categoria Responsabilidade Social. A empresa desenvolveu suas ações em dois pilares. Primeiro, viabilizou a vacinação de mais de 2 mil crianças.</p>
<p>“É uma emoção falar desse projeto aqui no palco. Na Transjordano valorizamos as pessoas porque são elas que fazem a diferença. Agradeço aos nossos colaboradores, juntos transformamos vidas para melhor”, discursou Joyce Bessa, diretora de estratégia e gestão.</p>
<p>Ao identificar áreas com baixa cobertura vacinal em parceria com a Secretaria de Saúde de Sumaré, a empresa fez várias ações para impulsionar a multivacinação em localidades carentes. Foram seis campanhas realizadas desde 2020.</p>
<p>“Depois de vacinadas, as crianças ganhavam doces, balões, faziam pintura facial e conheciam um dos caminhões da empresa. Além disso, passeavam em um trenzinho da alegria que, para entrar, o passaporte exigido era a carteirinha de vacinação atualizada”, contou Joyce.</p>
<p>O segundo pilar do projeto apresentado foi voltado ao bem-estar dos colaboradores e consiste em treinamentos e sessões de meditação no modelo ‘<em>mindfulness’</em>, técnica de meditação que contribui para a atenção plena.</p>
<p>Candida Bessa, diretora de saúde e bem-estar da empresa, revela que esta ação ajuda o profissional em seu processo de autoconhecimento. “A pessoa começa a se valorizar, então quando o motorista vai fazer uma ultrapassagem, já se preocupa mais com o que acontecerá”, explicou.</p>
<p>Após o início dos treinamentos, houve uma redução de aproximadamente 80% em acidentes e multas. Cerca de 200 colaboradores foram beneficiados.</p>
<p>“Com o ‘Social em Movimento’ impactamos a vida dos colaboradores e da comunidade. Conseguimos olhar para aquela criança vacinada e de alguma forma saber que tornamos o futuro dela mais saudável”, compartilhou Joyce.</p>
<h3><strong>Na estrada com ESG’</strong></h3>
<p>Ainda durante a premiação, o SETCESP fez o lançamento do e-book ‘Na estrada com ESG’. O material é uma versão atualizada do ‘Guia de Boas Práticas para a Sustentabilidade’, lançado em 2021, e detalha agora quais são as estratégias contempladas em cada um dos três pilares ESG (Ambiental, Social e Governança).</p>
<p>“É uma ferramenta riquíssima de informação e inspiração para o setor. Ele revela também os caminhos que o SETCESP tem trilhado na temática de sustentabilidade e convida as empresas a percorrerem esta estrada junto com a entidade”, conta Fernanda Veneziani, coordenadora da comissão de Sustentabilidade do SETCESP.</p>
<p>Nele há explicações sobre novas tendências corporativas, como matriz de materialidade, compensação de carbono, net zero, inventário de emissões e mercado de livre energia. E ainda, exemplifica quais ações podem ser aplicadas em práticas empresariais para: economia de água, economia de energia, redução de emissão de CO₂, gestão de resíduos, reciclagem, redução de acidentes, ações sociais, entre outras.</p>
<p>“A ideia é que possamos inspirar cada vez mais empresas, para elas implementarem ações sustentáveis, que causem impactos positivos para toda a sociedade”, resumiu Veneziani.</p>
<p>Clique no link para baixar: <a href="https://conteudo.setcesp.org.br/ebook-esg" target="_blank" rel="noopener">https://conteudo.setcesp.org.br/ebook-esg</a></p>
<p>O 10º Prêmio de Sustentabilidade SETCESP teve o patrocínio de Mercedes-Benz, CNT, Sicredi, ABTL, De Nigris, Consórcio Maggi, DAF Caminhões, Scania, Transpocred, Volkswagen Caminhões e Ônibus e Volvo. Contou com o apoio de ChildHood, Observatório Nacional de Segurança Viária, PLVB, Raízen e SEALL.</p></div>
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		<title>Como empresas, poder público e a tecnologia podem contribuir para o crescimento da participação feminina no setor</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/como-empresas-poder-publico-e-a-tecnologia-podem-contribuir-para-o-crescimento-da-participacao-feminina-no-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 15:05:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 80]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum de Mulheres da Fenatran]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Vez & Voz]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>3º Fórum de Mulheres no Transporte e Logística é realizado na Fenatran</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>3º Fórum de Mulheres no Transporte e Logística é realizado na Fenatran</em></p>
<p>Na pauta de discussões dessa vez, não estavam lançamentos, mostra de novidades, tão pouco as negociações que são o foco da maior feira do setor de transporte e logística da América Latina, a Fenatran abriu espaço para discutir a participação feminina no setor, que é majoritariamente masculino.</p>
<p>Houve um debate de alto nível na arena de conteúdo da feira, no dia 07 de novembro, com a presença dos três principais grupos de apoio às mulheres, o ‘A Voz Delas’ (desenvolvido pela Mercedes-Benz), o ‘Rota Feminina’ e o ‘Vez e Voz’ (criado pelo SETCESP), além do ‘Com Elas na Fenatran’ (ação realizada pela organização da feira).</p>
<p>Para a abertura do evento, subiram ao palco Fernanda Sarreta, co-fundadora do Rota Feminina; Camila Florencio, coordenadora do Vez e Voz; Ebru Semizer, gerente da Mercedes-Benz Brasil; e Mayra Nardy, diretora de portfólio da Fenatran.</p>
<p>Sarreta destacou o legado do Rota Feminina de conectar mais mulheres dentro do segmento de logística e também capacitá-las para postos de trabalhos no setor. Após isso, Semizer avaliou que já é possível perceber que os movimentos juntos estão dando certo. “Percebemos cada vez mais mulheres trabalhando nas estradas do país, embora ainda não haja infraestrutura adequada para elas”, observou a gerente da Mercedes-Benz Brasil.</p>
<p>“Hoje, apesar de as mulheres representarem 26% dos profissionais do setor, pouco mais de um quarto, na função de motoristas elas são apenas 3%”, revelou Florencio citando dados do Índice de Equidade do TRC 2024. Depois a coordenadora do Vez e Voz comentou que o movimento completou 4 anos e vem desenvolvendo iniciativas que ajudam empresas e profissionais. São 74 transportadoras signatárias do movimento e diversas entidades em todo o Brasil.</p>
<p>“Os eventos de negócio são uma representação do setor e estamos aqui reunidos justamente para dar voz às necessidades deste segmento. Temos uma preocupação com diversidade e inclusão. Os movimentos não competem entre si, ao contrário, há uma convergência para chegarem mais longe”, afirmou Nardy.</p>
<h3>Políticas públicas para aumentar a participação delas</h3>
<p>Na sequência foi iniciado o primeiro painel, que discutiu medidas que o poder público pode tomar para fomentar a participação feminina no transporte e logística. Nele participaram a diretora adjunta do ITL, Eliana Costa; Danielle Olivares, Procuradora do Trabalho e coordenadora regional da Coordigualdade (Coordenadoria Nacional de Promoção da Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho); Paula Montagner, subsecretária do Ministério do Trabalho e Emprego; José Amaral, superintendente da ANTT e Ana Jarrouge, idealizadora do movimento Vez e Voz e presidente executiva do SETCESP, que mediou as apresentações.</p>
<p>“Para potencializar nossas ações precisamos do poder público e outras instituições e pessoas, que dentro de suas competências, possam nos apoiar e dar maior visibilidade a esta causa”, disse Ana.</p>
<p>De acordo com informações do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) a média salarial de mulheres negras é a metade da dos homens não negros. “O que a gente quer não é somente equiparação, e sim, transformação, na qual se incorpore mulheres em todos os cargos de trabalho”, indicou Montagner.</p>
<p>“Diversidade é mais que meta, é uma fonte de competitividade para as nossas empresas. O ITL (Instituto de Transporte e Logística) ajuda a preparar as lideranças, inclusive as mulheres. E se mudarmos a cabeça de quem gere as empresas, mudamos o setor todo”, apontou Costa.</p>
<p>Para a diretora do ITL, pensar na empregabilidade de mulheres no mercado de trabalho não é só uma questão de cumprir cota, e sim, de responsabilidade social. “Não podemos virar as costas para os brasileiros, a maioria da população do nosso país é composta por mulheres e negros e os nossos profissionais precisam refletir isso. O transporte é essencial para o Brasil, e nós mulheres, somos essenciais para o transporte”.</p>
<p>“Estamos ainda numa cultura patriarcal e machista”, avaliou a Procuradora. Segundo ela, tal aspecto contribui para o assédio no ambiente de trabalho. “Quando a mulher passa a ocupar funções que antes só os homens exerciam, muitas vezes sofre micro violências que vão acontecendo diariamente como quando é interrompida constantemente ou tentam explicar para ela aquilo que é obvio<em> – mensplanner</em>, e isso mina suas forças até afastá-la da profissão”, compartilhou Olivares.</p>
<p>Depois, o superintendente da ANTT falou dos novos contratos para pontos de parada e descanso (PPD), que incluem estabelecimentos mais estruturados nas estradas para receber mulheres.</p>
<h3>Iniciativas de empresas que dão espaço e voz para mulheres motoristas</h3>
<p>O painel seguinte abordou as boas práticas das empresas de transporte para atrair e reter talentos femininos. Mediado pela caminhoneira e influencer Vanessa Mariano, contou também com a participação de Franciele Tuni, coordenadora da transportadora Cordenonsi; Joyce Bessa, head de gestão da Transjordano e Thais Almeida, diretora Comercial da Tquim.</p>
<p>A influencer contou a história de quando decidiu ser caminhoneira, desde muito jovem seu sonho era conhecer o Brasil. “Não foi fácil, a mulher é mais cobrada pela família. Se fica 20, 30 dias fora a trabalho, as pessoas a enxergam como aquela que abandonou a casa, enquanto, se o homem fizer o mesmo, ele é visto como o provedor”, desabafou Mariano.</p>
<p>Franciele falou que na Cordenonsi existe um <em>call center</em> com atendimento 24h para os motoristas que estão na estrada, e isso faz com que as mulheres se sintam mais seguras. “As pessoas trazem resultados quando se sentem valorizadas”, afirmou.</p>
<p>Enquanto isso, Bessa lembrou que o índice de multas e acidentes com motoristas mulheres é bem menor do que com motoristas homens. Ela também falou da parceria que a empresa mantém com a Fabet (Fundação Adolpho Bósio de Educação no Transporte) para treinamento e capacitação de mulheres que desejam ser motoristas.</p>
<p>Há cerca de 5 anos, a Tquim iniciou a sua mobilização para ampliar o quadro de mulheres na empresa. Almeida trouxe uma reflexão de que algumas ações devem ficar mais evidentes. “Não é só dizer que estamos contratando motoristas, porque aí não fica claro que também queremos mulheres, precisamos enfatizar – ‘contratamos motoristas mulheres’. Só fazendo isso conseguimos atingir o público feminino, e por consequência, mulheres para o cargo”.</p>
<h3>Transformação digital e protagonismo feminino</h3>
<p>Já o terceiro painel apresentou como as mulheres podem ser protagonistas de mudanças nas empresas, em meio ao processo de transformação digital que vem ocorrendo. Para falar sobre o tema, foram convidadas Augusta Bastos, CEO da MA e Agatha Harumi, co-fundadora da Women in IA, além de Suzana Socin, CEO da I9Exp.</p>
<p>“O protagonismo feminino tem apoiado o desenvolvimento tecnológico e a transformação digital no transporte e logística com novos sistemas de gestão de frota. Cada vez mais, empresas usam IA para melhorar seus processos”, compartilhou Suzana. Para provar sua tese, chamou à frente a Iasmin, um robô que recebe comandos à distância e pode fazer entregas de forma automatizada.</p>
<p>Por sua vez, Agatha discorreu sobre a participação das mulheres na área de tecnologia que, assim como no transporte, também é pequena.  Segundo a pesquisa Woman in Technology, menos de 20% dos cargos das áreas de tecnologia no Brasil são ocupados por mulheres.</p>
<p>Já Augusta observou que a IA bem utilizada contribuiu para a produtividade. “A diversidade traz esse potencial criativo e de ação, tanto para a tecnologia quanto para o transporte”.</p>
<p>“Foi uma oportunidade muito interessante de relacionar esses pilares que fazem muito sentido para o nosso dia a dia que são: o transporte, a logística, as mulheres e a tecnologia. Conseguimos trazer muita colaboração para evoluirmos de maneira rápida neste tema importante para o nosso ecossistema”, concluiu Soncin.</p>
<p><strong>Fique por dentro!</strong></p>
<p>Conheça mais sobre cada movimento pelo Instagram:</p>
<ul>
<li><a href="https://www.instagram.com/vezevoz.mulheresnotrc/">instagram.com/vezevoz.mulheresnotrc/</a></li>
<li><a href="https://www.instagram.com/rotafeminina.move/">instagram.com/rotafeminina.move/</a></li>
<li><a href="https://www.instagram.com/mercedesbenz_caminhoes/">instagram.com/mercedesbenz_caminhoes/</a></li>
</ul>
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		<title>Golpe digital: fuja de ciladas e evite prejuízos</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/golpe-digital-fuja-de-ciladas-e-evite-prejuizos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 14:59:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 80]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Alerta de golpe]]></category>
		<category><![CDATA[ataques hackers]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Brasil, foi registrado um golpe a cada 16 segundos de acordo com a edição 2024 do Anuário Brasileiro de Segurança Pública</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>No Brasil, foi registrado um golpe a cada 16 segundos de acordo com a edição 2024 do Anuário Brasileiro de Segurança Pública</em></p>
<p>Conforme os golpes se tornam mais frequentes, os meios que criminosos usam para aplicá-los também vão se diversificando.  Esta modalidade de crime cresceu no ambiente digital e afeta tanto a pessoa física quanto jurídica. Entretanto, algumas ações podem ser tomadas pelas empresas para evitar este tipo de armadilha.</p>
<p>“Toda organização, por padrão, tem que ter um <em>firewall, o qual é</em> um sistema de segurança instalado. Se não isso, necessita ao menos, ter um antivírus contratado de qualidade”, alerta Alex Diniz, gestor de Tecnologia da Informação.</p>
<p>Apesar desses dois fatores de proteção, o principal para o gestor é que haja avisos solicitando que os funcionários tomem cuidado com os e-mails que recebem. “Há muitos links disfarçados que dão acesso para um servidor externo, trazem o vírus e <em>ransomwares</em> [<em>software</em> fraudador] que podem roubar informações”, explica ele.</p>
<p>Ewerthon Sousa, especialista em redes de computadores, concorda que o colaborador pode tornar a empresa mais vulnerável. “A maioria das invasões dos sistemas acontece por conta de abertura de links com conteúdos duvidosos como rifas, jogos online, boletos falsos ou promoções a preços muito atrativos. Atualmente, os provedores já bloqueiam muitos conteúdos suspeitos, agora o mais comum são golpes pelo WhatsApp”, avalia.</p>
<p>O tecnólogo esclarece que o aplicativo de mensagens instantâneas mais usado no país possui uma segurança criptografada, mas não tem uma proteção de antivírus. “Clonar o WhatsApp tornou-se um golpe rotineiro. Assim que conseguem acessar a conta da vítima, o criminoso se passa por ela pedindo dinheiro emprestado para seus contatos. A pessoa do outro lado faz o depósito achando que é uma emergência quando, na verdade, é golpe”.</p>
<p>Recentemente, o próprio SETCESP foi uma vítima, mostrando que empresas não estão livres deste tipo de crime. O nome e logo da entidade foram usados pelos criminosos que tentaram prejudicar outras pessoas. O golpista entrou disfarçado em um dos grupos administrados pela entidade passou a enviar links no contato privado dos demais membros do grupo. Ao clicar neste link e repassar um código de verificação, os alvos tiveram seu WhatsApp clonado.</p>
<p>“<strong>O SETCESP não realiza nenhum tipo de contato para solicitar códigos de confirmação e nem dados pessoais</strong>. Se você receber alguma ligação ou mensagem de um número desconhecido se passando pela entidade, não forneça nenhuma informação”, solicita a gerente de comunicação da entidade, Camila Florencio.</p>
<p>A entidade de imediato excluiu do grupo o possível fraudador e fez vários informativos em seu site, redes sociais e no próprio aplicativo de mensagens, alertando seus associados e parceiros sobre o ocorrido, para que seu público não fosse prejudicado. O que segundo os especialistas está correto, já que a estratégia mais eficaz nestes casos é reforçar a comunicação.</p>
<p>“Para se proteger desses golpes e outros mais, o certo é não fornecer informações sigilosas para terceiros, como senhas de cartões de crédito e documentos. Também nunca passe o código recebido no celular para um desconhecido. Na dúvida, ligue para a empresa ou entre no site para verificar mais alguma informação”, avisa o gestor.</p>
<p>“Outra dica também de prevenção é sempre utilizar senhas mais fortes que combinem letras, números e símbolos e use dois fatores de autenticação para acessar uma conta em outro dispositivo, geralmente um por SMS e outro no e-mail, essas etapas são uma barreira a mais de proteção”, aconselha Sousa.</p>
<p>Ele também afirma ser importante manter todos os sistemas atualizados porque uma falha pode afetar a segurança. “Não adianta a empresa deixar a tecnologia defasada para economizar. Uns dos maiores bens que as empresas possuem, hoje em dia, são os dados, infelizmente, algumas que são hackeadas acabam tendo eles vazados, porque não investiram quando deveriam”, conta o tecnólogo.</p>
<p>Especialmente, no mundo conectado no qual as atividades de trabalho e de comunicação dependem do formato digital, é necessário fazer o possível para manter a segurança online. Afinal, o risco de sequestro e vazamento de dados pode abalar a imagem da empresa com o seu cliente, sem falar no prejuízo financeiro ao pagar um boleto falso ou realizar um empréstimo para um impostor.</p>
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		<title>Fernanda Veneziani: &#8216;ESG é um modelo de gestão&#8217;</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/fernanda-veneziani-esg-e-um-modelo-de-gestao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 14:54:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[10º Prêmio de Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 80]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[setcesp entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ela é CEO da Terra Master Logística e da Terra Master Terminais. Cursou Direito, se especializou em Administração de Empresas e acumula uma vasta experiência no setor de transporte</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Ela é CEO da Terra Master Logística e da Terra Master Terminais. Cursou Direito, se especializou em Administração de Empresas e acumula uma vasta experiência no setor de transporte e comércio internacional. Além disso, seu grande interesse em assuntos ESG a levou a assumir a coordenação da Comissão de Sustentabilidade no SETCESP.</em></p>
<p><strong>Como foi a sua trajetória no transporte?</strong></p>
<p>Nasci praticamente no transporte. Meu pai era transportador e meu primeiro brinquedo foi um caminhão. Comecei a trabalhar com ele quando tinha 16 anos. Em um determinado momento da vida, meu pai teve um revés e fechou a empresa. Após cursar Direito fiquei três anos trabalhando como advogada. Mais tarde, trabalhei com comércio exterior até que, em 2013, tudo me levou para a Terra Master. Meu irmão havia fundado a empresa e me fez uma proposta de sociedade, aceitei e, desde então, estou com ele construindo o crescimento da transportadora.</p>
<p>Como a gente começou a ter uma visão mais voltada para o ESG, o Prêmio de Sustentabilidade encheu os meus olhos. Me associei ao SETCESP para poder participar do prêmio e concorri por dois anos seguidos. Nessas minhas duas participações fui estreitando o contato com o pessoal da comissão. Minha paixão bem evidente pela temática acabou se materializando em um convite para que eu ficasse na coordenação. Primeiro, assumi a vice-coordenação, e no ano seguinte, como coordenadora. A partir de então, venho trabalhando com toda equipe do SETCESP.</p>
<p><strong>Qual a importância do Prêmio de Sustentabilidade para o setor de transporte rodoviário de cargas?</strong></p>
<p>O Prêmio vem inspirando as transportadoras a criarem ações de sustentabilidade ou aperfeiçoarem as boas práticas já existentes. O SETCESP fala de sustentabilidade há mais de 10 anos, quando ninguém falava disso no transporte rodoviário de cargas. Para um setor tão visado como poluente, nós temos inspirado as empresas a tornarem as suas atividades mais positivas em termos de sustentabilidade através da Comissão e do Prêmio. Isso tem sido um estímulo à evolução e à profissionalização do setor.</p>
<p><strong>Qual balanço você faz desta última edição do Prêmio de Sustentabilidade, que chegou à marca dos 10 anos?</strong></p>
<p>O balanço geral é 100% positivo. As organizações buscam cada vez mais fazer coisas criativas e duradouras, que tenham um impacto significativo para os seus colaboradores e o entorno de sua região. O que faz do mundo um lugar melhor.</p>
<p>Nesta edição, ficou mais notório as transportadoras terem esse olhar que transcende as paredes das empresas. Muitas estão impactando não só o seu negócio, tornando-o mais sustentável em termos de gestão, mas também olhando para a comunidade, atingindo pessoas além de suas fronteiras.</p>
<p><strong>Como é o trabalho desenvolvido na Comissão de Sustentabilidade? </strong></p>
<p>A comissão é formada por quem tem interesse sobre o tema. São aproximadamente 100 participantes. Geralmente, fazemos reuniões online, que duram em torno de 1h30. Esse modelo virtual surgiu durante a pandemia e permanecemos fazendo assim. Este ano realizamos um encontro presencial no SETCESP durante dois dias com seminário e workshop. Também fizemos uma visita técnica em parceria com a COMJOVEM SP – isso é uma coisa que a gente faz bem, nos conectamos com outras comissões para podermos integrar os profissionais de empresas associadas ao sindicato.</p>
<p><strong>Quais são os tipos de discussões propostas nas reuniões da comissão? </strong></p>
<p>Em cada encontro, abordamos um tema específico, norteado pelos três pilares do ESG mais a segurança viária, que está intimamente ligada a nossa atividade.</p>
<p>Sempre há a exposição de um convidado que é um especialista no assunto e depois é aberto um momento para perguntas dos participantes e discussões. São informações ricas e novidades do mercado que poderão contribuir com cada uma das empresas. O ganho de conhecimento proposto pela comissão nos faz crescer bastante, isso reflete também no engajamento dos participantes no Prêmio de Sustentabilidade, embora uma coisa não seja vinculada a outra. Não precisa participar da comissão para concorrer a premiação e vice-versa.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_4">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="1400" height="700" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/fernanda.png" alt="" title="fernanda" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/fernanda.png 1400w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/fernanda-1280x640.png 1280w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/fernanda-980x490.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/fernanda-480x240.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 1400px, 100vw" class="wp-image-204630522" /></span>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_9  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Como uma empresa consegue integrar práticas ESG ao seu modelo de negócio e fazer com que isso impacte também positivamente em sua lucratividade?</strong></p>
<p>ESG é um modelo de gestão. Obviamente que, quando a gente fala em sustentabilidade, não estamos pensando só na questão ambiental ou social, mas também na governança que reflete no financeiro. Costumo falar que precisamos fazer tudo o que está ao nosso alcance para melhorar a vidas das pessoas, e existe uma pessoa a qual sua rentabilidade garante a provisão para muitos, que é a pessoa jurídica. Não é que a empresa busque a sustentabilidade para ter lucro, mas obviamente toda a ação em uma organização precisa ser sustentável financeiramente.</p>
<p>Darei um exemplo prático: buscando a diminuição das emissões de CO₂ você pode investir em treinamentos para motoristas, para terem uma direção mais econômica. Ao longo de um período, você terá o retorno do investimento traduzido na economia de combustível. É benefício tanto o meio ambiente, quanto para a Governança, pensando no lado financeiro.</p>
<p><strong>Na sua opinião, a sustentabilidade já influencia as decisões dos embarcadores na escolha de transportadoras?</strong></p>
<p>Sim, isso já é realidade. Transportadoras que se relacionam com embarcadores listados em Bolsa de Valores já são cobradas a terem um relatório de emissões. Portanto, aquelas empresas do setor, que não dão ênfase à sustentabilidade, precisam se adequar até para não perderem em competitividade.</p>
<p>ESG é um dos requisitos avaliados por investidores e o mundo está olhando para isso. Mesmo porque as mudanças climáticas direcionam para essa urgência. O aumento de temperatura vem causando catástrofes como a que vivenciamos este ano no Rio Grande do Sul.</p>
<p><strong>A responsabilidade corporativa também está relacionada à continuidade dos negócios. Que medidas de governança uma empresa poderia adotar para garantir a perenidade?</strong></p>
<p>Falar em governança é discorrer sobre transparência, ética e compliance. São justamente esses os fundamentos capazes de trazer continuidade para uma empresa. Dentro destes parâmetros, você faz medições, planeja objetivos e busca uma estruturação para alcançá-los. São decisões tomadas sempre com responsabilidade para um resultado, que nem sempre será imediato, mas que sustentará a organização de forma sólida por anos.</p>
<p><strong>Com quais incentivos ou subsídios o governo poderia apoiar as transportadoras na adoção de práticas sustentáveis?</strong></p>
<p>Acho que se o governo fizesse aquilo que já é sua incumbência, conseguiríamos um avanço muito grande. No Brasil, há estradas muito precárias e mal sinalizadas. Se houvesse investimento nisso, já ajudaria muito.</p>
<p>Agora, nós estamos passando por uma era de eletrificação e de combustíveis alternativos – a gás GNV, Biometano e biodiesel. Já existem estes veículos no mercado, mas por preços que são distantes da realidade de muitas transportadoras. A maioria dos veículos de cargas, espalhados pelo país, tem uma idade muito avançada e nisso se dá o maior impacto ambiental que o setor produz. Por isso, deveria existir sim, um programa contínuo do governo para incentivar a renovação de frota.</p>
<p><strong>Que recado final gostaria de deixar aos nossos leitores?</strong><strong>  </strong></p>
<p>Participem da comissão de sustentabilidade para entender o que estamos fazendo e o que é possível ainda de ser feito. Sinta-se incentivado a buscar aqui no SETCESP, números e informações de como fazer uma gestão sustentável dentro de sua empresa e crie projetos incríveis, como todos os que já foram reconhecidos através do Prêmio de Sustentabilidade. Espero que as empresas não parem de crescer na área do ESG, porque isso não é onda passageira, é uma conduta que veio para ficar e diz muito sobre a gestão da organização. Precisamos ver todos juntos trabalhando para um mundo melhor.</p></div>
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		<title>Melhor prevenir: fumaça preta é sinal de alerta</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/melhor-prevenir-fumaca-preta-e-sinal-de-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 14:37:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 80]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[despoluir]]></category>
		<category><![CDATA[teste de opacidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Teste de Opacidade indica se a frota está dentro dos limites de emissão de poluentes e aponta se é hora de um reparo no veículo</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Teste de Opacidade </em><em>indica se a frota está dentro dos limites de emissão de poluentes e aponta se é hora de um reparo no veículo</em></p>
<p>Fumaça preta saindo do veículo é sinal de que alguma coisa não está certa. Ela aparece quando o diesel fica muito quente e não tem oxigênio suficiente para sua combustão. Uma forma para saber se a fumaça está excessiva, fora do exigido pela legislação e ainda, obter parâmetros para avaliar as condições do motor, é fazer o <a href="https://setcesp.org.br/testedeopacidade/" target="_blank" rel="noopener">Teste de Opacidade</a>.</p>
<p>“Se o transportador faz o Teste Opacidade, a vida útil do caminhão se torna maior, porque ele identifica mais rápido um problema. Além disso, mostra se o veículo está operando nas melhores condições”, explica Caique Neves, coordenador administrativo do SETCESP. Ele aponta que a medição constata a fumaça em excesso, e assim indica a necessidade de uma manutenção preventiva e pode evitar danos maiores, reduzindo o risco de quebras e consequentemente, de acidentes.</p>
<p>No SETCESP, o serviço do Teste de Opacidade é gratuito para a frota própria de empresas associadas, e para os agregados dessas empresas é cobrado apenas o laudo no valor de R$ 20,00 por veículo aferido.</p>
<p>Após medir a opacidade, o técnico faz um laudo de vistoria tendo como base os padrões estabelecidos pelo Decreto nº 54.487/2009, que regulamenta o controle da poluição no estado de São Paulo. A vistoria vence em 6 meses. Se o veículo não passar no teste, o responsável é orientado pelo técnico a realizar a manutenção corretiva e refazer a medição.</p>
<p>Já os veículos aprovados, além do laudo com a certificação, recebem também um Selo de aprovação do Programa Despoluir, que pode ser colado no para-brisa, atestando que foi alcançado o resultado mínimo exigido pela Lei.</p>
<p>“Nós temos um veículo e um técnico exclusivamente para atender as empresas associadas ao SETCESP. Fica muito mais fácil e rápido para realizar os agendamentos e fazer a aferição da frota”, fala o coordenador que lembra também que embarcadores e clientes podem requerer do transportador o laudo do Teste de Opacidade, já que estão cada vez mais preocupados em não relacionar sua marca com um veículo que emite fumaça em excesso.</p>
<h3><strong>Excesso de emissão de fumaça é infração, mas o Teste de Opacidade pode reduzir valor da multa</strong></h3>
<p>No Estado de São Paulo, é considerado infrator o veículo flagrado emitindo poluentes com densidade colorimétrica superior ao padrão 2 da escala de Ringelmann (escala gráfica para avaliação de densidade da fumaça emitida).</p>
<p>Quem fiscaliza essa norma é a CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), que no segundo semestre de 2024 fiscalizou 35.466 veículos movidos a diesel, com 35.021 aprovados, e 445 penalizados por emissão de fumaça acima do permitido.</p>
<p>Quando a Companhia autua um veículo, emite multa no valor de R$ 2.121,60. No entanto, oferece a possibilidade de as transportadoras <strong>solicitarem a redução de 70% do valor</strong>.</p>
<p>Para isso, é necessário ser comprovada a realização da manutenção do veículo e também um laudo do Teste de Opacidade indicando que, agora, as emissões de poluentes estão conforme os limites estabelecidos na legislação. Mas atenção, tudo deve ser feito em até 60 dias após o recebimento da multa.</p>
<p>Agendar o serviço no SETCESP é bem simples, o associado pode entrar em contato direto pela <a href="https://conteudo.setcesp.org.br/testedeopacidade" target="_blank" rel="noopener">página do serviço no site</a>. “Após preencher os dados necessários, ele receberá um retorno sobre data e horário com a disponibilidade do técnico”, relata Neves. O serviço é feito em parceria com a FETCESP (Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo) por meio do Programa Despoluir do SEST SENAT.</p>
<p>Assim, o Teste de Opacidade não só possibilita uma maior eficiência operacional do veículo, como o atendimento aos limites de emissões veiculares, evita multas e contribui também para a melhoria da qualidade do ar de todos nós.</p>
<h3><strong>Fique atento!</strong></h3>
<p>Atenção para o técnico do SETCESP ir até a empresa, a transportadora deve se preparar para a aferição de no mínimo 16 veículos e no máximo 35. Entretanto, se ela deseja fazer a medição apenas daquele veículo autuado, também pode agendar, pelo site do SETCESP, para o serviço ser realizado nas seguintes<strong> unidades do SEST SENAT:</strong></p>
<p><em>Vila Jaguara  &#8211; Avenida Candido Portinari, nº1 – 100.</em></p>
<p><em>Parque Novo Mundo &#8211; Rua Tuiuti, nº 9</em></p>
<p><strong>Agende agora mesmo o seu Teste de Opacidade, </strong>pelo e-mail <a href="mailto:despoluir@setcesp.org.br">despoluir@setcesp.org.br</a>; <a href="https://conteudo.setcesp.org.br/testedeopacidade">site</a> ou <a href="https://wa.me/+551126321064?text=Quero%20agendar%20o%20teste%20de%20opacidade%20pelo%20Despoluir,%20meu%20CNPJ%20%C3%A9">WhatsApp</a> <a href="mailto:despoluir@setcesp.org.br">(11) 26321064.  </a></p></div>
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		<title>Criação de conteúdo: descubra as postagens que chamam a atenção do cliente</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/criacao-de-conteudo-descubra-as-postagens-que-chamam-a-atencao-do-cliente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 14:20:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 80]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Planejamento e pesquisa são tão importantes quanto a criatividade para destacar sua marca nas redes</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Planejamento e pesquisa são tão importantes quanto a criatividade para destacar sua marca nas redes</em></p>
<p>Gerar engajamento, aumentar o número de seguidores e por que não viralizar? Esses são os objetivos de quem trabalha com o marketing de conteúdo nas empresas. Mas afinal, o que é preciso para ter sucesso e se destacar nas redes sociais?</p>
<p>A verdade é que mais do que uma ideia brilhante, pesquisa e planejamento são fundamentais para chamar a atenção do seu público, e uma das primeiras coisas a considerar é conhecer os seus interesses e as necessidades dele.</p>
<p>“Precisa entender com quem você quer falar, assim saberá qual o tom usar nesta comunicação. Será algo mais ou menos informal? Isso aponta qual o tipo de conexão emocional que se deseja estabelecer”, esclarece Mariana Araújo, especialista em marketing digital.</p>
<p>Araújo indica que é preciso avaliar a frequência de postagens e também qual rede social usar para fazer essa conexão. Segundo ela, o <strong>Instagram</strong>, no momento, é a mais recomendada para as empresas por ser bastante usada para validação de quem busca um produto e serviço, e além disso atende vários formatos de postagem.</p>
<p>Já o <strong>TikTok</strong> só vale a pena se a empresa está disposta a gravar muitos vídeos e trazer um tom de humor. Quanto ao <strong>Facebook</strong>, não é mais a rede do momento, embora ainda englobe bastante usuários e tem público mais maduro. Enquanto que, o <strong>LinkedIn</strong> é algo bem voltado para o corporativo, então vale a pena para quem atua no B2B ou quer falar com outras empresas do setor.</p>
<p>“Indico usar formatos diferentes de posts como o estático, carrossel e vídeo. É bom ter essa variação até para identificar o que agrada seu público. Outra coisa é estabelecer uma frequência de postagem. Todas essas características impactam para maximizar o engajamento”, explica ela.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Agora, já tendo a compreensão quanto público, rede social, formato e frequência é hora de pensar nos tipos de conteúdo. Pode-se testar algumas <strong>trends</strong> (tendências momentâneas de vídeos virais) ou apostar outras fórmulas já consolidadas.</p>
<p>Uma delas é o <strong>storytelling</strong>, que traz uma história de sucesso – uma espécie de testemunhal de clientes que usaram seus produtos ou serviços. Um estilo parecido com esse é o <strong>formato</strong> <strong>demonstração</strong>, que apresenta o produto e serviço em ação.</p>
<p>Também existem grande repercussão de posts com <strong>enquetes</strong> e <strong>perguntas</strong> que incentivam a participação do público. “Sempre colocar uma pergunta demonstra o quanto o seu negócio se importa com a opinião do outro e contribui para criar interação ”, considera a especialista.</p>
<p>Ainda é possível investir em conteúdos que trazem <strong>tutoriais</strong> e <strong>dicas práticas</strong> de como usar tal item ou resolver tal problema. Semelhantes a estes, tem aqueles que apresentam <strong>a</strong> <strong>rotina, o dia a dia</strong> ou os <strong>bastidores</strong> da organização.</p>
<p><strong>Compartilhar</strong> <strong>notícias</strong> ou <strong>artigos</strong> relevantes é outra possibilidade e mostra que a sua organização está atualizada com as novidades do setor. Posts <strong>colaborativos</strong> também são uma opção válida para ampliar o alcance.</p>
<p>Encerrando as sugestões de conteúdos para postagem, não se pode esquecer dos <strong>memes,</strong> que são conteúdos leves e engraçados com mensagens ou histórias divertidas. “A gente até costuma dizer que no Brasil tudo vira meme. Nos negócios às vezes dá para aproveitar esse estilo descontraído, lógico que, sempre mantendo o tom e sem comprometer a autoridade da sua marca”, diz Araújo.</p>
<p>Ela ainda reforça que produção de conteúdo para as mídias é um processo contínuo de aprendizado e adaptação, por essa razão é preciso testar diferentes formatos e tipos de conteúdo e analisar quais impactam mais seus seguidores e o usuário. “Depois de tudo é preciso monitorar o desempenho e avaliar o que deu certo e o que não deu certo”.</p>
<p>Agora, para ser criativo e conseguir construir conteúdos que se destacam, a recomendação é expandir os horizontes: ouvir <em>podcasts</em>, assistir filmes, ler livros e tudo mais que possa ampliar o repertório. Principalmente, acompanhar o que os outros estão fazendo, inclusive em outros setores de negócio como o mercado financeiro, comércio e o agro.</p>
<p>“Por que se você não sair do seu nicho específico, não tem como se destacar fazendo o mesmo que todos já fazem. Criatividade é uma habilidade com a qual, não necessariamente você nasce, mas consegue aprimorá-la conforme o trabalho de pesquisa e aprendizado.  Veja o que funciona para outros setores e traga para o seu segmento. Isso te fará se sobressair”, diz Araújo.</p></div>
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		<title>Novas regras são definidas na legislação sobre igualdade salarial</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/novas-regras-sao-definidas-na-legislacao-sobre-igualdade-salarial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 14:16:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 80]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da Igualdade Salarial entre mulheres e homens]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório de Transparência Salarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Instrução Normativa 06 do MTE detalha a implementação da Lei 14.611</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>A Instrução Normativa 06 do MTE detalha a implementação da Lei 14.611</em></p>
<p>Em julho do ano passado, entrou em vigor a Lei n.º 14.611, que dispõe sobre igualdade salarial e critérios remuneratórios entre mulheres e homens. Mais tarde, foi publicado o Decreto n.º 11.795/23 que veio regulamentar a nova Lei e a Portaria MTE 3.714/23.</p>
<p>Agora, no segundo semestre deste ano, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou a Instrução Normativa (IN) n.º 06, que traz novas informações e diretrizes sobre a implantação da legislação de igualdade salarial e regulamentação dela.</p>
<p>Na Lei já estava prevista a divulgação do Relatório de Transparência Salarial, documento que traz as informações sobre o número de trabalhadores por gênero e cargo, remuneração média e critérios de pagamento, cuja divulgação é feita pela pasta duas vezes por ano, em maio e setembro.</p>
<p>Para falar sobre as mudanças com os itens tratados na IN n.º 6, o assessor jurídico do SETCESP, Narciso Figueirôa Jr., apresentou os principais pontos, a fim de que as empresas possam seguir a determinação. Os esclarecimentos foram feitos na reunião conjunta das comissões de RH e do Vez e Voz, no dia 16 de outubro.</p>
<p>Com a normativa abre-se a possibilidade de as empresas adicionarem informações complementares e notas explicativas e metodológicas ao relatório, para expor critérios ou justificar diferenças salariais. Também ficou definido que o Canal de Denúncias para reportar diferenças salariais é através do aplicativo da Carteira de Trabalho Digital.</p>
<p>Outro ponto, que a normatização tornou mais evidente, é que as empresas devem fazer a divulgação do relatório para o público interno e externo. “Então, transportadoras com mais de 100 funcionários, precisam ter site ou redes sociais para fazer esta divulgação”, destacou Figueirôa.</p>
<p>Mesmo com mais estes detalhamentos, na reunião os participantes compartilharam que algumas regras descritas na nova norma, ainda não estão claras. O envio da declaração de transparência salarial é obrigatória para empresas acima de 100 funcionários, mas algumas transportadoras possuem CNPJs diferentes, por conta das filiais. Sendo assim, unidades que não registram mais de 100 funcionários, mas fazem parte de um grande grupo, optaram por fazer envio das informações, contudo, não receberam o relatório do governo, possivelmente, por conta da quantidade de funcionários por CNPJ, embora a normatização não traga explicações para essa questão.</p>
<p>Também há dúvidas com relação à participação dos sindicatos laborais. “Ficou faltando uma melhor definição sobre o papel do sindicato profissional no plano de ação. Lembrando que a norma exige que seja depositada uma cópia do plano de ação na entidade sindical”, informou o assessor.</p>
<p>Durante a reunião, as empresas foram alertadas de que será através do Domicílio Eletrônico Trabalhista (DTE) que o Ministério do Trabalho transmitirá as informações relativas à fiscalização, e por isso, é importante se cadastrar e manter os dados de contato atualizados no site.</p>
<p>Já outras preocupações foram atenuadas, como a exposição de dados sensíveis, o que poderia violar os princípios da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).</p>
<p>“Havia um receio de que, por exemplo, se houvesse uma única gerente na empresa, o salário dela ficaria exposto. Isso não se concretizou porque o relatório trouxe apenas a divulgação de salários, para considerar o cálculo da média de remuneração, quando há no mínimo 3 empregados homens e 3 mulheres na mesma função”, contou Figueirôa.</p>
<p>Em sua apresentação, o especialista discorreu sobre as várias legislações que tratam do assunto e reiterou as penalidades para quem não cumpre a Lei de Igualdade Salarial. As empresas que descumprirem a Lei, o Decreto e o que está detalhado na Instrução Normativa podem ser multadas em 3% sobre a folha salarial, limitada a R$ 141,2 mil (100 salários mínimos).</p>
<p>“Quando surge uma Instrução Normativa, é porque haverá fiscalização, já que ela inclui entre suas definições os critérios para tal verificação. Isso é uma evidência de que o Ministério do Trabalho fiscalizará quem não cumpre a Lei”, alertou por fim o assessor.</p>
<p><strong>Fique por dentro!</strong></p>
<h3>Veja as estatísticas apuradas pelo MTE, após a divulgação do 2º Relatório de Transparência Salarial</h3>
<ul>
<li>Mulheres ainda recebem 20,7% menos do que os homens nas 50.692 empresas com 100 ou + empregados;</li>
<li>Média salarial dos homens: R$ 4.495,39 e das mulheres: R$ 3.565,48;</li>
<li>Entre as mulheres negras, a média é de R$ 2.745,26 (50,2% dos salários de homens não negros que chega a R$ 5.464,29);</li>
<li>Mulheres não negras tem um rendimento médio de R$ 4.249,71</li>
<li>27,9% das empresas têm políticas de incentivo à contratação de mulheres negras;</li>
<li>42,7% possuem de 0% a 10% de mulheres pretas ou pardas em seu quadro funcional;</li>
<li>Em 31% das empresas, a diferença salarial entre homens e mulheres é de até 5%;</li>
<li>Em cargos de direção e gerência: mulheres ganham 27% menos;</li>
<li>Nas funções de nível superior: mulheres ganham 31,2% menos.</li>
</ul></div>
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		<title>Rota empregadora: ampliando a visão do mercado de trabalho no setor</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/rota-empregadora-ampliando-a-visao-do-mercado-de-trabalho-no-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 14:12:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 80]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Painel de Cargos e Salário no TRC]]></category>
		<category><![CDATA[Painel de Cargos e Salários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde a sua criação em 2020, o Painel de Cargos e Salários tem por objetivo auxiliar o setor na análise do mercado e suas tendências</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Por Ricardo Henrique, analista de Dados do IPTC</em></p>
<p>Desde a sua criação em 2020, o Painel de Cargos e Salários tem por objetivo auxiliar o setor na análise do mercado e suas tendências. Fornecendo relatórios atualizados da média salarial por região, participação das mulheres na área, cálculo do <em>turnover</em> (termo em inglês que indica rotatividade), ranking das admissões e demissões e estoque geral do número de empregados do TRC no país.</p>
<p>Desenvolvido pelo IPTC, o Painel tem como base os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). A ferramenta apresenta uma análise considerando exclusivamente as subclasses econômicas do Código Brasileiro de Ocupações (CBO) 4930-2/01, 4930-2/02, 4930-2/03 e 4930-2/04, que representam o setor.</p>
<p>Até agosto de 2024, o Painel abrangia apenas o estado de São Paulo, mas agora foi ampliado para o âmbito nacional, e, em outubro, o IPTC lançou o ‘Rota Empregadora’ para oferecer análises e informações detalhadas do acompanhamento dos dados do Painel de Cargos e Salários.</p>
<p>O ‘Rota Empregadora’ é uma nova seção que veio para agregar dados de empregabilidade ao Painel, oferecendo atualizações às empresas e profissionais do setor. Este tipo de informação auxilia os recrutadores no momento da contratação e na gestão das retenções dos colaboradores, contribuindo com elementos estratégicos e de rápida consulta.</p>
<p>Como consta no relatório do Rota no mês de outubro, o setor de Transporte Rodoviário de Cargas empregou mais de 1,2 milhões de trabalhadores diretos, com São Paulo liderando em empregabilidade, seguido por Minas Gerais e Paraná. Somente nos primeiros oito meses de 2024, foram abertos mais de 530 mil novos postos de trabalho, demonstrando a força e o dinamismo desse segmento da economia.</p>
<p>Diante desse cenário positivo, a requisição por motoristas qualificados tem aumentado significativamente. Mais de 200 mil motoristas foram contratados no período, com destaque para o estado de São Paulo, responsável por 26% das contratações. Esse aumento na demanda ressalta a necessidade de qualificação e formação contínua dos profissionais, fundamentais para atender às exigências do mercado.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Entre os dados encontrados no Painel de Cargos e Salários, é possível verificar um crescimento significativo no primeiro semestre de 2024 em relação ao mesmo período do ano passado, com um aumento de 12,4% na criação de postos de trabalho.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Apesar das oportunidades, o setor enfrenta desafios, como a necessidade de constante atualização profissional. O futuro do Transporte Rodoviário de Cargas caminha para uma adoção intensiva de tecnologias avançadas, como caminhões autônomos e sistemas inteligentes de gestão de frotas. A demanda por profissionais com qualificação tecnológica, incluindo técnicos de suporte, analistas de sistemas e especialistas em risco, cresce substancialmente.</p>
<p>O Painel destaca essas necessidades e tendências emergentes, fornecendo dados organizados e estratégicos que oferecem às empresas uma visão global do setor e um diferencial competitivo. Além de apoiar o planejamento empresarial, esses estudos permitem que entidades compreendam com maior clareza sua representatividade no setor. A ferramenta é <strong>gratuita para empresas associadas ao SETCESP</strong> e com o login e senha disponibilizados pela entidade pode ser acessada pelo direto pelo<strong> <a href="https://www.iptcsp.com.br/cargos-e-salarios/" target="_blank" rel="noopener">site</a></strong></p></div>
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		<title>Como está a saúde mental dos seus colaboradores?</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/como-esta-a-saude-mental-dos-seus-colaboradores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 14:07:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 80]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental no trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra o que sua empresa pode fazer para evitar que o trabalho leve ao esgotamento, doenças e síndromes</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Descubra o que sua empresa pode fazer para evitar que o trabalho leve ao esgotamento, doenças e síndromes</em></p>
<p>Segundo uma pesquisa desenvolvida pela organização The School of Life em parceria com a consultoria Robert Half, atualmente, cerca de 20% dos colaboradores brasileiros tomam algum tipo de medicação ‘farmopsicológica’ – usadas para tratar questões de saúde mental.</p>
<p>Ao relacionar trabalho e saúde, vemos algumas mudanças ao longo tempo, que interferiram diretamente na organização das atividades laborais. Se pararmos para pensar, há 20, 30 anos o serviço estava delimitado a um único espaço: o escritório, o estabelecimento, a fábrica.</p>
<p>Nos anos 2000, se o chefe quisesse mandar um aviso para o subordinado, após o fim do expediente, ele muito provavelmente mandaria um e-mail, que apenas seria conferido no outro dia. Mas com o avanço da tecnologia, o celular nos conecta 24h, com a família, amigos e se não limitado, com o trabalho.</p>
<p>“Os avisos de novas notificações chegam até nós e, bate a curiosidade de checar o que é, na mesma hora”, relata Micael Vital, psicólogo organizacional e especialista em saúde mental e desenvolvimento humano.</p>
<p>Ele lembra que no passado o espaço delimitava a nossa jornada de expediente, fora do ambiente de trabalho não tínhamos como interferir no que estava acontecendo. “Para consultar um documento precisava estar no escritório, abrir os armários e procurar o arquivo em questão. Agora, é só acessar pelo celular. Então, o que ocorre hoje, é que gente acaba se perdendo nisso, o que impacta em nossa vida cotidiana”, diz.</p>
<p>O especialista destaca que o trabalho tem um significado positivo importante para o ser humano, seja qual for a profissão, é uma construção social nossa como indivíduos e é uma parte cultural que nos pertence.  Só que há um limite que separa o papel positivo do trabalho e aquele que exerce uma influência negativa e que nos faz adoecer. Isso ocorre quando as atividades de serviço começam a sair muito daquele ambiente profissional e ocupam outros espaços e momentos da vida.</p>
<p>“E isso não é apenas quando somos demandados, mas quando o trabalho fica em nossos pensamentos. Pode ocorrer por conta de uma chefia despreparada ou surgir de um processo de autocobrança, no qual o profissional se preocupa com uma demanda, a ponto de ficar pensando 100% no trabalho, e acaba por não ter um momento real de descanso”, fala Vital.</p>
<p>Durante um tempo aquele colaborador extremamente proativo, que se doava incondicionalmente por causa da empresa foi superestimado, mas atualmente, segundo o especialista sabe-se que tal postura não vale a saúde de ninguém e pode levar ao agravamento do bem-estar, o que lá na frente não será nem bom para colaborador e nem para organização.</p>
<p>“Quando tiramos a atenção do espaço familiar, afetivo e social a gente percebe um adoecimento porque apesar do trabalho ser positivo, se ele for o único lugar em que estamos empregando energia pode ser também prejudicial”, diz o psicólogo.</p>
<p>Entre as doenças que mais têm sido relacionadas ao trabalho está o <em>burnout</em> que é o esgotamento provocado por uma rotina exaustiva, cobranças em excesso ou ambiente tóxico, inclusive, está atrelado ao assédio. Também existem as crises de ansiedade e de pânico e a depressão, sem contar outras que interferem no metabolismo, como o estresse que contribui para a insônia, aumento da pressão arterial e diabetes.</p>
<p>Para não chegar a esse extremo, as empresas podem tomar algumas medidas, como, por exemplo, limitar o acesso de sua rede fora do horário de expediente e optar que os colaboradores sejam acionados pelo WhatsApp Business ao invés do telefone pessoal, configurando mensagens automáticas, que avisem quando o funcionário estiver fora do horário de serviço. “Se o caso for muito urgente, pode haver uma ligação, a gente sabe que acontecem exceções, mas que sejam realmente exceções e não se tornem um hábito”, recomenda o especialista.</p>
<p>Agora, a principal forma da instituição demonstrar que se preocupa com a saúde e bem-estar de seus colaboradores, começa quando tal postura faz parte de seus valores como organização.</p>
<p>“É importante estar definido desde o início o que é aceitável e inaceitável dentro da empresa. Se isso não tiver muito bem desenhado fica vago e difícil de se construir políticas de interações entre colaboradores, fornecedores e clientes”, avisa o psicólogo.  </p>
<p>Contudo, ele indica que é fundamental essa sensibilização por parte da alta liderança. “Conscientizar é importante, fazer campanhas é muito bem-vindo, mas acima de tudo a alta liderança tem que acreditar nisso para fazer valer. Se não, será aquela empresa que tem um discurso muito bonito, mas que, na prática, é incoerente”, afirma.</p>
<p>Vital comenta que repercute bastante na internet empresas que dão vários benefícios e mimos aos seus funcionários, como salas de jogos, cafés, <em>snacks</em> à vontade, mas que na realidade trabalham com pressão excessiva e metas inatingíveis. Depois de desligados, os ex-funcionários fazem essa exposição desconstruindo a imagem de empresa inovadora para um lugar de ambiente tóxico. </p>
<p>“Não adianta fazer campanha do Setembro Amarelo, sendo que, na realidade a empresa é uma das causas do adoecimento do colaborador”. Sobretudo, o psicólogo lembra que a empresa não precisa necessariamente dar presentes, colar cartazes falando que a vida do funcionário importa, mas demostrar isso de fato. “E isso é feito com respeito ao trabalho durante a jornada, coisa que para a empresa não representa custo nenhum algum”, indica o especialista.</p>
<p><strong>Fique por dentro!</strong></p>
<h3>5 fatores principais que impactam negativamente na saúde mental dos profissionais:</h3>
<ul>
<li>1º cultura de trabalho tóxica</li>
<li>2º liderança despreparada</li>
<li>3º medo de ser demitido</li>
<li>4º aumento da carga de trabalho</li>
<li>5º falta de oportunidades de crescimento</li>
</ul>
<p><em>Fonte: Dados da pesquisa divulgada pela plataforma de contratação Monster, em 2023, sobre saúde mental no ambiente de trabalho.</em></p></div>
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