<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Edição 79 &#8211; SETCESP</title>
	<atom:link href="https://setcesp.org.br/pages/revista-setcesp/edicao-79/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://setcesp.org.br/pages/revista-setcesp/edicao-79/feed/</link>
	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
	<lastBuildDate>Fri, 21 Nov 2025 17:50:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/03/setcesp-favicon.png</url>
	<title>Arquivos Edição 79 &#8211; SETCESP</title>
	<link>https://setcesp.org.br/pages/revista-setcesp/edicao-79/feed/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Longevidade nas empresas e o lifelong learning</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/longevidade-nas-empresas-e-o-lifelong-learning-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 17:20:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 79]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[longevidade no trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204641479</guid>

					<description><![CDATA[<p>Descubra esta forma de pensar e agir que pode ser uma grande estratégia para manter o colaborador atualizado, por anos, no mercado.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/longevidade-nas-empresas-e-o-lifelong-learning-2/">Longevidade nas empresas e o lifelong learning</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_0 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_0">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_0  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_0_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_0 et_pb_bg_layout_dark" href="https://api.setcesp.org.br/revista/duas-d--cadas-de-forma----o-de-l--deres-09-2024" target="_blank">Leia a edição 79 completa</a>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_0  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Descubra esta forma de pensar e agir que pode ser uma grande estratégia para manter o colaborador atualizado, por anos, no mercado</em></p>
<p>Nunca se viveu tanto como agora, e a longevidade tende a avançar ainda mais. Este fator está combinado a um cenário no qual a taxa de natalidade diminuiu e, ao mesmo tempo, as famílias demoram mais a ter filhos.</p>
<p>De acordo com uma recente pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em agosto deste ano, a previsão é de que a taxa de aumento populacional no Brasil, que em 2024 deverá ser de cerca de 0,4%, diminuirá gradativamente até 2041.</p>
<p>Então, daqui a alguns anos, assistiremos à redução da população no país e o número de jovens ingressantes no mercado de trabalho, por sua vez, será menor. Desse modo, as empresas tendem a aproveitar os talentos de pessoas com mais anos de idade, contudo, para isso será necessária uma constante atualização do conhecimento.</p>
<p>Tempo atrás, a vida era dividida em três fases: educação, trabalho e aposentadoria. Esse modelo fez bastante sentido para as gerações anteriores. Na década de 40, um profissional de 50 anos já podia estar contando as horas para a aposentadoria. Segundo o IBGE, naquela época, as pessoas nessa idade tinham, em média, mais 19 anos de vida pela frente. Hoje, quem tem 50 anos deve viver em média mais uns 30 anos.</p>
<p>Assim, é compreensível que o período de educação, apenas no início da vida, não seja mais suficiente para sustentar uma carreira por tanto tempo. Além disso, as inovações tecnológicas impõem a busca contínua de aprendizado.</p>
<p>Por conta destas transformações, já podemos ver muitas pessoas mudando de carreira, independentemente da idade, e novas profissões surgindo. Daqui a alguns anos, será comum a contratação de estagiários ou trainees com 40 anos, ou mais.</p>
<p>O fato é que a idade não será mais critério de contratação, e os profissionais de RH terão que trabalhar mais para garantir que as necessidades dos colaboradores, em se tratando de atualização e treinamento, sejam atendidas, inclusive, daqueles com bastante tempo de casa e mais experientes.</p>
<h4>Lifelong learning: o que é esse conceito de aprendizado</h4>
<p>Considerando estes aspectos, foi que surgiu o lifelong learning, que em tradução livre para o português significa algo como aprendizado ao longo da vida. Essa filosofia de aprendizagem vai além da educação formal e abrange todas as áreas da carreira e pode ser entendida como a lógica de <strong>nunca ser tarde ou cedo demais para aprender algo</strong>.</p>
<p>Neste conceito é importante ressaltar que, a educação formal (formação no ensino superior, por exemplo) é apenas uma parte da qualificação, devendo o profissional realizar treinamentos ou cursos complementares, participar de eventos, workshops ou palestras, entre outras formas de agregar valor para sua carreira.</p>
<p>Para melhor aplicação desta metodologia, foram desenvolvidos quatro pilares que guiam a estratégia. São eles:</p>
<ul>
<li><strong>Aprender a conhecer</strong> – Transformar a busca pelo conhecimento em uma rotina satisfatória;</li>
<li><strong>Aprender a fazer</strong> – Colocar em prática as teorias aprendidas para auxiliar no processo de fixação de conteúdo;</li>
<li><strong>Aprender a conviver</strong> – Aprimorar conhecimento por meio da interação com outras pessoas; e</li>
<li><strong>Aprender a ser</strong> – Dar foco no desenvolvimento da autonomia para o profissional conhecer coisas novas.</li>
</ul>
<p>O objetivo principal do conceito de <em>lifelong learning</em> é garantir que a empresa tenha equipes mais competentes, despertar nos colaboradores a importância de se estar atualizado e acompanhar as transformações sociais e tecnológicas do mercado ao longo do tempo.</p>
<p>Quando um colaborador, independente de sua idade, entende o momento de se reinventar e adquirir novos conhecimentos sobre sua área de atuação, ele está trazendo um dinamismo tanto para a sua própria jornada profissional, quanto para a empresa da qual faz parte.</p>
<p>Ainda que a busca pelo desenvolvimento e aprimoramento profissional deva partir também do próprio colaborador, empresas que promovem e respaldam essa abordagem têm equipes mais preparadas para enfrentar os desafios futuros.</p>
<p>Por isso, essa forma de pensar pode, ao mesmo tempo, contribuir para a diversidade etária e impulsionar o crescimento e desenvolvimento sustentável da organização, já que conhecimento é poder. Quanto mais sua empresa incentiva o aprendizado na equipe, maior a sua competitividade.</p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_1_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_1 et_pb_bg_layout_dark" href="https://api.setcesp.org.br/revista/duas-d--cadas-de-forma----o-de-l--deres-09-2024" target="_blank">Leia a edição 79 completa</a>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/longevidade-nas-empresas-e-o-lifelong-learning-2/">Longevidade nas empresas e o lifelong learning</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresas estão investindo no desenvolvimento de lideranças. A sua não pode ficar de fora</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/empresas-estao-investindo-no-desenvolvimento-de-liderancas-a-sua-nao-pode-ficar-de-fora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2024 12:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 79]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[cursos livres]]></category>
		<category><![CDATA[liderança de alta performance]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204627188</guid>

					<description><![CDATA[<p>Bons líderes conseguem impulsionar os negócios para um futuro de sucesso</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/empresas-estao-investindo-no-desenvolvimento-de-liderancas-a-sua-nao-pode-ficar-de-fora/">Empresas estão investindo no desenvolvimento de lideranças. A sua não pode ficar de fora</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_1 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_1">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_1  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_2_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_2 et_pb_bg_layout_dark" href="https://api.setcesp.org.br/revista/duas-d--cadas-de-forma----o-de-l--deres-09-2024" target="_blank">Leia a edição 79 completa</a>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_1  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><em>Bons líderes conseguem impulsionar os negócios para um futuro de sucesso</em></p>
<p>Apontar os melhores caminhos, encontrar soluções estratégicas e promover um bom ambiente de trabalho com a equipe são as tarefas do líder. Visando potencializar estas habilidades, as empresas têm se atentado para o aperfeiçoamento dos seus profissionais de gestão. Tudo para que o chefe se torne um verdadeiro líder.</p>
<p>Um estudo realizado pelo Infojobs, plataforma de soluções de RH, e a Impulso, especializada em produtividade de empresas, revelou que, no ano passado, 59% das companhias investiram em programas de desenvolvimento para a liderança.</p>
<p>“Para realizar um bom trabalho o líder necessita disseminar boas práticas no ambiente corporativo, fornecer feedback motivacional e educativo, delegar tarefas, gerenciar possíveis conflitos internos e incentivar soluções inovadoras”, considera Cassia Irias, psicóloga com MBA em liderança sustentável e Coaching.</p>
<p>“Neste sentido, a capacitação do líder fará toda a diferença para os resultados organizacionais e para o crescimento das pessoas”, acrescenta.  Irias ministra o curso ‘Os segredos para liderar e motivar equipes’.</p>
<p>Rosa Lucia, consultora empresarial, alerta que um líder deve observar continuamente seu entorno. “Sua equipe e como outras organizações lidam com determinadas situações”.</p>
<p>A consultora sustenta que a área de logística e transporte, devido ao seu dinamismo, necessita deste contato com as melhores práticas realizadas no mercado. Este é o ponto principal discutido por ela durante o treinamento ‘Formação de líderes logísticos no TRC’.</p>
<p>Outra questão que vale no desenvolvimento da liderança, na opinião de Carlos Seperloni, é o aprendizado de como lidar com a diversidade no ambiente de trabalho. “Sabemos que hoje em dia há várias gerações atuando nas empresas de transporte, e é importante que o líder saiba tratar com cada uma”.</p>
<p>Serpeloni é especialista em programação neurolinguística, ministra o curso ‘Alta liderança, os perigos e oportunidades no TRC’ e lembra que uma empresa é gerida por pessoas. E, pessoas de bem com a vida e tendo um gestor que sabe como demandar serão mais proativas, correspondendo melhor as expectativas e obviamente gerando mais lucros.</p>
<p>“A produtividade está ligada diretamente à satisfação que o colaborador tem com a organização, por isso que um chefe se tornando um líder obterá resultados incríveis”, diz ele.</p>
<p>“O segmento de transporte, segundo minha visão, enfrenta diversos desafios que exigem habilidades e conhecimentos específicos dos líderes para superá-los”, avalia Sonia Maluf, diretora-executiva da Inspira DHO e Coaching.</p>
<p>Apontando o caminho das pedras, Maluf afirma ainda que é preciso estimular a liderança no alcance de qualidades excepcionais como visão estratégica, pensamento analítico, comunicação eficaz, agilidade, adaptabilidade e o compromisso com a sustentabilidade. Entre os cursos que ela leciona está o ‘Liderança estratégica para gerentes, coordenadores e supervisores’.</p>
<p>Além dos cursos já mencionados aqui:</p>
<ul>
<li>Formação de líderes logísticos no TRC,</li>
<li>Os segredos para liderar e motivar equipes,</li>
<li>Como se tornar um Líder Operacional, e</li>
<li>Liderança estratégica para gerentes, coordenadores e supervisores,</li>
</ul>
<p>o SETCESP possui uma série de outros treinamentos voltados à capacitação da liderança. Conheça todos eles!</p>
<p>Fale com a Regiane Amaral No WhatsApp <a href="https://wa.me/5555980905991" target="_blank" rel="noopener">(11) 98090-5991 </a>ou e-mail <a href="mailto:treinamento@setcesp.org.br">treinamento@setcesp.org.br</a> .</p>
<p><a href="https://api.setcesp.org.br/cursos" target="_blank" rel="noopener"><strong><em>Veja a agenda de cursos!</em></strong></a></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_3_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_3 et_pb_bg_layout_dark" href="https://api.setcesp.org.br/revista/duas-d--cadas-de-forma----o-de-l--deres-09-2024" target="_blank">Leia a edição 79 completa</a>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/empresas-estao-investindo-no-desenvolvimento-de-liderancas-a-sua-nao-pode-ficar-de-fora/">Empresas estão investindo no desenvolvimento de lideranças. A sua não pode ficar de fora</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reserve na agenda: vem aí o 3º Fórum de Mulheres no Transporte e Logística</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/reserve-na-agenda-vem-ai-o-3o-forum-de-mulheres-no-transporte-e-logistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2024 15:10:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 79]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204627484</guid>

					<description><![CDATA[<p>No dia 7 de novembro, às 13h30, as lideranças femininas do setor estarão reunidas na Fenatran para falar da participação da mulher no transporte</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/reserve-na-agenda-vem-ai-o-3o-forum-de-mulheres-no-transporte-e-logistica/">Reserve na agenda: vem aí o 3º Fórum de Mulheres no Transporte e Logística</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_2 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_2">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_2  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_2  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>No dia 7 de novembro, às 13h30, as lideranças femininas do setor estarão reunidas na Fenatran para falar da participação da mulher no transporte</em></p>
<p>A data está marcada e os principais movimentos de apoio às mulheres no transporte de cargas já programaram uma tarde cheia de conteúdo e informação que destacará o protagonismo das mulheres no transporte rodoviário de cargas. Um setor tradicionalmente masculino.</p>
<p>O Fórum foi um sucesso na última edição da Fenatran, em 2022, e teve lotação máxima. Dessa vez, já pensando em um público ainda maior, os organizadores reservaram um auditório com ampla capacidade e com acessibilidade.</p>
<p>“A expectativa é de novamente trazer um público grande e qualificado, que realmente se interesse pela pauta da equidade de gênero. Entendemos que quanto mais pessoas estiverem ligadas aos Movimentos, mais êxito teremos no avanço desta pauta”, compartilha Ana Jarrouge, presidente executiva do SETCESP e idealizadora do movimento Vez &amp; Voz.</p>
<p>A programação do Fórum incluirá a divulgação de dados estatísticos sobre a evolução da presença feminina no setor de transporte rodoviário de cargas apurados pelo IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Carga).</p>
<p>O Vez e Voz também preparou um painel que debaterá sobre <strong>Políticas Públicas para fomentar a participação feminina no setor. </strong>Ele terá participação de Eliana Costa, diretora adjunta do ITL; Daniele Olivares Correa, procuradora do Trabalho; José Aires Amaral Filho, superintendente de Serviços da (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e Paula Montagner, subsecretária de Estatísticas e Estudos do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p>“Ações como auxílio para mulheres tirarem a primeira CNH, ou mesmo, conseguirem fazer a mudança de categoria, são um exemplo de política pública, que seria eficiente. Mais um ponto é com relação à qualificação, para que cada vez mais mulheres estejam preparadas para atuar no segmento, nas mais diversas funções e isso podemos conseguir com bolsas de estudo, auxílios, escolinhas de motoristas e inclusive, envolvendo nosso sistema &#8216;S&#8217; ”, comenta Ana.</p>
<p>Outro painel que ocorrerá é o de <strong>Boas Práticas das empresas de transporte para atrair e reter talentos femininos, </strong>promovido pelo Movimento ‘A Voz Delas’, da Mercedes-Benz Brasil.</p>
<p>Neste segundo painel, a mediação ficará por conta de Vanessa Mariano, caminhoneira e influenciadora e terá a participação de Franciele Tuni, coordenadora de operações Mercosul na Cordenonsi; de Joyce Bessa, head de gestão estratégica e pessoas na Transjordano e Thais Almeida, diretora comercial e administrativa na Tquim.</p>
<p>“As empresas devem olhar para o crescimento profissional daquelas que já atuam no setor, dando oportunidades para assumirem novas posições. Ainda, é preciso ter ações específicas no sentido de propiciar crescimento das lideranças femininas, e para isso se atentar a questões como maternidade e flexibilidade de jornada”, comenta a Jarrouge.</p>
<p>O encerramento será com o Movimento Rota Feminina, que promoverá a palestra ‘Transformação digital e o protagonismo feminino: impulsionando a inovação e a colaboração no transporte e logística’. Toda a programação do evento reforça a essência e parceria entre movimentos de apoio às mulheres.</p>
<p>“Estamos avançando, mas é fato que ainda temos um longo caminho a percorrer. É preciso continuar a tratar esta pauta de forma contínua e consistente. Seguir realizando ações dentro dos Movimentos, até que o índice de equidade nos demonstre que estamos em um cenário adequado, o que ainda não é a realidade”, considera a presidente do SETCESP.</p>
<h3><strong>Fique por dentro!</strong></h3>
<p>Participe do 3º Fórum de Mulheres no Transporte e Logística:</p>
<p>7 de novembro<em>, às </em>13h30. No Espaço de Conteúdo da Fenatran. <a href="https://www.fenatran.com.br/pt-br/conteudo/forum-das-mulheres-no-transporte-e-logistica.html#/sessions" target="_blank" rel="noopener">Clique e credencie-se agora mesmo pelo site.</a></p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/reserve-na-agenda-vem-ai-o-3o-forum-de-mulheres-no-transporte-e-logistica/">Reserve na agenda: vem aí o 3º Fórum de Mulheres no Transporte e Logística</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Matriz de materialidade: descubra por onde começar suas ações de sustentabilidade</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/matriz-de-materialidade-descubra-por-onde-comecar-suas-acoes-de-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 15:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 79]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Matriz de materialidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204627367</guid>

					<description><![CDATA[<p>O primeiro passo de qualquer organização que queira trabalhar o ESG de forma integrada ao seu negócio é desenvolver uma matriz de materialidade</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/matriz-de-materialidade-descubra-por-onde-comecar-suas-acoes-de-sustentabilidade/">Matriz de materialidade: descubra por onde começar suas ações de sustentabilidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_3 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_3">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_3  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_4_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_4 et_pb_bg_layout_dark" href="https://api.setcesp.org.br/revista/duas-d--cadas-de-forma----o-de-l--deres-09-2024" target="_blank">Leia a edição 79 completa</a>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_3  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>O primeiro passo de qualquer organização que queira trabalhar o ESG de forma integrada ao seu negócio é desenvolver uma matriz de materialidade</em></p>
<p>Já conhecida em outras áreas de gestão, a materialidade, quando aplicada à sustentabilidade, tem por objetivo identificar e priorizar aspectos de ordem material que sejam relevantes para a organização e seus <em>stakeholders</em> (termo do inglês, que em tradução livre significa partes ligadas à instituição).</p>
<p>Ou seja, se a sua empresa cogita começar a devolver ações em sustentabilidade, ela deverá usar essa <a href="https://setcesp.org.br/noticias/workshops-esclarecem-materialidade-e-inventario-de-emissoes/" target="_blank" rel="noopener">matriz</a> como uma bússola que indicará as estratégias a serem adotadas.</p>
<p>“A materialidade apontará quais são os temas que aquela organização tem capacidade de gerenciar e quais os aspectos positivos e negativos estão mais alinhados com quem ela é”, indica Viviane Oliveira, head de Novos Negócios na SEALL Intelligence.</p>
<p>Oliveira explica que, ao trabalhar essa metodologia, é possível agrupar informações e fazer um mapeamento<em> dos temas ESG, identificando oportunidade de redução e mitigação de riscos e de aumento do impacto positivo, em um panorama que tem a ver com a essência da organização.</em></p>
<p><em><strong>Não é só fazer</strong></em></p>
<p><em>A especialista lembrou um caso que repercutiu na mídia, de uma cervejaria, em 2021, que resolveu apoiar o &#8216;Dia Mundial Sem Carne&#8217; e postou a seguinte mensagem em uma rede social:</em><em> “Neste Dia Mundial Sem Carne, que tal comer e beber mais verde? A cerveja feita com água, malte, lúpulo e nada mais. É a opção perfeita para o acompanhamento de hoje”. </em></p>
<p><em>Ainda que a intenção tenha sido por uma boa causa, a cervejaria foi criticada por setores do agronegócio, por de certa forma atingir uma cadeia de negócios da qual também faz parte. A cerveja é um produto obtido a partir de matérias-primas oriundas do campo.</em></p>
<p><em>“O mercado não espera que você faça tudo, e sim, que seja coerente”, lembra Oliveira, acrescentando: “a matriz de materialidade atua justamente para diminuir o risco de tomar uma medida achando que é benéfica, mas que na realidade vai contra o seu modelo de negócio”.</em></p>
<p>O jeito de conectar os problemas as soluções</p>
<p>A especialista explicou que as empresas devem buscar a materialidade dentro da <a href="https://sustentabilidadeagora.com.br/17-ods-da-onu-agenda-2030/?gad_source=1&amp;gclid=Cj0KCQjwurS3BhCGARIsADdUH52hkUXj6PkHZINPw5FhbkKHiIQjhQzef6-NfNUa0mkWrHiE0iTJh80aAnZEEALw_wcB" target="_blank" rel="noopener">‘Agenda 2030’ da ONU</a>, que é um mapa público, no qual há 17 objetivos temáticos, contendo 169 metas, cujo alcance é apontado por 248 indicadores.</p>
<p>“Já foi realizado um trabalho de entender, enumerar e nomear as metas globais, para que isso seja visto por governos e instituições. É a agenda mais aceita no mundo”, diz ela.</p>
<p>Oliveira destacou também quais ODS são inerentes à maioria das empresas, entre os principais aqueles que preveem:</p>
<ul>
<li>8 Emprego Digno e Crescimento Econômico &#8211; Promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo e trabalho decente para todos</li>
<li>9 Indústria, Inovação e Infraestrutura &#8211; Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e fomentar a inovação, e o</li>
<li>12 Consumo e Produção Responsáveis &#8211; Assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis</li>
</ul>
<p>Assim, o primeiro passo a ser trilhado para quem quer ser sustentável é encontrar os ODS que fazem sentido para o seu negócio. Pensar em como promover o alcance destes objetivos, combinando suas estratégias ESG (Ambiental, Social e Governança).</p>
<p>“Não é só uma questão ambiental, social ou de governança, é uma questão de convergência destes 3 pilares mais essa agenda”, contou. Este é o início da materialização da sustentabilidade.</p>
<p>A especialista compartilhou que o termo ESG nasceu de um conceito do mercado financeiro. Também afirmou que, quando a empresa não olha para esses pilares, ela está pondo em risco o negócio. “O consumidor e o cliente estão mudando a relação com fornecedores, exigindo deles boas práticas”.</p>
<p>Além dos mais, os indicadores de sustentabilidade têm ganhado mais destaque nas bolsas de valores, impulsionados pela crescente demanda por investimento responsável.</p>
<p>“Não é novidade, muitos BIDs [(sigla para Bidding Process, que indica um processo de contratação)] já inserem requisitos de sustentabilidade, a fim de considerar as transportadoras aptas para a prestação de serviço”, advertiu Oliveira.</p>
<p>Esse é mais um alerta para as transportadoras que ainda não incorporaram a sustentabilidade em seu negócio: no futuro, seu mercado de atuação poderá se tornar cada vez mais restrito. E quem ainda não tem parâmetros ESG, agora sabe por onde começar!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_0">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1400" height="700" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70015.png" alt="" title="Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70015" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70015.png 1400w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70015-1280x640.png 1280w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70015-980x490.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70015-480x240.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 1400px, 100vw" class="wp-image-204627370" /></span>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_5_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_5 et_pb_bg_layout_dark" href="https://api.setcesp.org.br/revista/duas-d--cadas-de-forma----o-de-l--deres-09-2024" target="_blank">Leia a edição 79 completa</a>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/matriz-de-materialidade-descubra-por-onde-comecar-suas-acoes-de-sustentabilidade/">Matriz de materialidade: descubra por onde começar suas ações de sustentabilidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Frete Misto: participação do agregado X frota própria</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/frete-misto-participacao-do-agregado-x-frota-propria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 12:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 79]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204627394</guid>

					<description><![CDATA[<p>A discussão entre ter frota própria ou agregada para a rentabilidade nas empresas é antiga</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/frete-misto-participacao-do-agregado-x-frota-propria/">Frete Misto: participação do agregado X frota própria</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_4 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_4">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_4  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_6_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_6 et_pb_bg_layout_dark" href="https://api.setcesp.org.br/revista/duas-d--cadas-de-forma----o-de-l--deres-09-2024" target="_blank">Leia a edição 79 completa</a>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_4  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>A discussão entre ter frota própria ou agregada para a rentabilidade nas empresas é antiga. Mas independente de opiniões diversas, não podemos negar que se trata de uma estratégia logística que combina as vantagens de ambos os sistemas para otimizar o transporte de mercadorias.</p>
<p>Escolher a melhor opção para cada negócio envolve uma análise complexa, mas de imediato sabemos que a frota própria requer investimentos em infraestrutura. A frota agregada, por outro lado, se utiliza de motoristas autônomos, os quais são donos de seus veículos, se tornando prestadores de serviço para as transportadoras.</p>
<p>A participação do agregado no frete misto é crucial para atender a picos sazonais e para cobrir áreas geográficas onde a frota própria pode não ser tão eficiente. Os agregados trazem a vantagem de reduzir custos fixos, uma vez que a empresa não precisa investir em veículos próprios e nem arcar com despesas de manutenção e salários de motoristas. Além disso, a contratação de agregados pode ser feita de maneira mais ágil, ajustando-se rapidamente às necessidades do mercado e evitando a ociosidade da frota própria em períodos de baixa demanda.</p>
<p>Por outro lado, a frota própria garante que a empresa mantenha um controle rigoroso sobre a qualidade do serviço, gerencie melhor os prazos de entrega e tenha maior previsibilidade e estabilidade operacional.</p>
<p>A integração dessas duas modalidades no frete misto permite que a empresa alcance um equilíbrio ideal entre custo, eficiência e qualidade. A chave para o sucesso dessa estratégia está na gestão eficaz, onde é necessário monitorar constantemente o desempenho dos agregados, além de manter a frota própria em perfeito funcionamento, garantindo que ambos os sistemas trabalhem de forma harmoniosa e complementar.</p>
<p>Além disso, existem empresas que para reduzir a ociosidade preferem usar várias carretas para atender a um único cavalo mecânico. Com isso, aumenta-se a produtividade do equipamento mais caro, reduzindo-se o seu custo fixo. Por outro lado, haverá aumento do custo fixo dos equipamentos. Por isso, é necessário calcular os ganhos ou perdas relativas à operação, principalmente quando houver a necessidade de espera, para a carreta completar o carregamento, ou seja, esse tempo também deve ser considerado.</p>
<p>Tal escolha, quando feita corretamente, exclui qualquer incerteza em relação à gestão das entregas de acordo com as necessidades de cada produto e perfil do cliente.</p>
<h4>Simulação, na prática&#8230;</h4>
<p>Diante da pluralidade do mercado de transportes, considerando que a maioria das transportadoras não trabalha integralmente com frota própria e para baixar os custos, optam por fazer essa mescla, iremos avaliar a participação de cada uma delas em uma simulação de cálculo.</p>
<p>Para entender o cenário hipotético analisaremos três trechos percorridos: 400 Km (distâncias curtas), 800 Km (distâncias médias) e 2.400 Km (distâncias longas). Além disso, adotamos como padrão uma margem de lucro (L) de 12%, impostos (I) de 5,93% (PIS, COFINS, IRPJ e CSL), capacidade de carga (CP) de um veículo de 25 toneladas, R$ 9,45 por tonelada de despesas administrativas e de terminais (DAT), por fim um custo de R$ 1,30 do frete carreteiro (FC) por Km.</p>
<p><strong>Cenário 1</strong> | considerando a proporção de 60% de frota agregada (PC – Preço Carreteiro) e 40% de frota própria (PP –  Preço Própria), temos:</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_1">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="972" height="448" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/T1Sem-titulo.jpg" alt="" title="T1Sem título" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/T1Sem-titulo.jpg 972w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/T1Sem-titulo-480x221.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 972px, 100vw" class="wp-image-204627397" /></span>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_5  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Percebe-se que a maior eficiência está nas distâncias médias (até 800 km) onde o ganho com a frota mista é de 54,47%. Já para as distâncias longas (até 2.400 km) essa eficiência diminui em 15,41 p.p abaixo da média geral, mas ainda sim, trazendo resultados positivos para a operação como um todo.</p>
<p><strong>Cenário 2 </strong>| considerando a proporção de 40% de frota agregada (PC) e 60% de frota própria (PP) temos:</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_2">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="985" height="448" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/t2.jpg" alt="" title="t2" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/t2.jpg 985w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/t2-980x446.jpg 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/t2-480x218.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 985px, 100vw" class="wp-image-204627398" /></span>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_6  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Quando consideramos inverter a proporção, com os mesmos parâmetros iniciais, temos uma redução significativa nos ganhos operacionais de ambas as faixas. Mas a faixa intermediária sofreria a maior perda na ordem de 36,72 p.p quando comparado ao primeiro cenário. Uma das justificativas possíveis é de que os custos fixos com a frota própria são elevados e a quantidade de viagens/mês realizadas por esse veículo não seriam suficientes para arcar com as despesas. </p>
<p><strong>Cenário 3</strong> | considerando a proporção de 50% de frota agregada (PC) e 50% de frota própria (PP), temos:</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_3">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="1040" height="448" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/T3Sem-titulo.jpg" alt="" title="T3Sem título" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/T3Sem-titulo.jpg 1040w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/T3Sem-titulo-980x422.jpg 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/T3Sem-titulo-480x207.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1040px, 100vw" class="wp-image-204627399" /></span>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_7  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Nesta proporção, meio a meio, mantemos um cenário vantajoso, mas distâncias médias (até 800 km) mas com queda considerável nas três faixas. Apresentando ganho médio geral de 27,53%, representando 17,85 p.p a menos se comparado com o primeiro cenário.</p>
<p>Dito isso, avaliamos que a melhor opção neste caso seria manter a proporção apresentada no cenário 1, uma vez que, os ganhos com a frota mista são maiores em ambas as faixas de distância, promovendo maior rentabilidade financeira e operacional para o modelo de veículo adotado. Por isso, essa análise, caso a caso, é tão necessário antes da tomada de decisão. Use os recursos da consultoria de planejamento de custos e tarifas para melhor avaliação e simulação.</p>
<p>Conheça este e outros modelos de planilha para planejar seus custos e tarifas. Solicite pelo <a href="https://wa.me/551126321079" target="_blank" rel="noopener">WhatsApp: (11) 2632-1079</a> . </p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_7_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_7 et_pb_bg_layout_dark" href="https://api.setcesp.org.br/revista/duas-d--cadas-de-forma----o-de-l--deres-09-2024" target="_blank">Leia a edição 79 completa</a>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/frete-misto-participacao-do-agregado-x-frota-propria/">Frete Misto: participação do agregado X frota própria</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Seja trabalhista ou judicial: fique com o domicílio eletrônico da sua empresa em dia</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/seja-trabalhista-ou-judicial-fique-com-o-domicilio-eletronico-da-sua-empresa-em-dia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 10:01:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 79]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Domicílio Eletrônico Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[domicílio judicial eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Domicílios Eletrônicos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204627434</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tanto as citações e as notificações judiciais quanto as comunicações do Ministério do Trabalho serão feitas por meio eletrônico </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/seja-trabalhista-ou-judicial-fique-com-o-domicilio-eletronico-da-sua-empresa-em-dia/">Seja trabalhista ou judicial: fique com o domicílio eletrônico da sua empresa em dia</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_5 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_5">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_5  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_8  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Tanto as citações e as notificações judiciais quanto as comunicações do Ministério do Trabalho serão feitas por meio eletrônico </em></p>
<p>Vou repetir porque nem todo mundo está sabendo e é importante: <strong>t</strong><strong>odas as comunicações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), incluindo atos administrativos, ações fiscais, intimações, andamento processual e avisos em geral, serão realizadas exclusivamente por meio de sistema eletrônico.</strong></p>
<p>A ideia da adoção destes sistemas é trazer segurança jurídica, agilidade e organização. “Foi uma coincidência que a regulamentação dos dois domicílios eletrônicos tenha sido feita na mesma época. Não foi nada combinado”, conta Narciso Figueirôa Jr., assessor jurídico do SETCESP.</p>
<p>Começando pelo Domicílio Judicial Eletrônico (DJE), o assessor explica que foi desenvolvido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), através da Resolução 455/22 visando facilitar as consultas e o recebimento de comunicações processuais, como citações e intimações.</p>
<p>Em 31 de maio de 2024, foi encerrado o prazo para que as empresas se cadastrassem no Domicílio Judicial Eletrônico (DJE). “Quem não fez o seu cadastro, teve ele realizado de forma automática a partir de dados da Receita Federal”, conforme regulamentação do CNJ, avisou Figueirôa.</p>
<p>O assessor orientou que, por conta disso, as empresas que não se cadastraram devem agora atualizar os dados, para não estarem sujeitas à penalidades e riscos de perda de prazos processuais.</p>
<p>Além da possibilidade da perda de prazos processuais, o descumprimento das regras do DJE pode trazer prejuízo financeiro, porque o Artigo 246 do CPC (Código de Processo Civil) estabelece que quem deixar de confirmar o recebimento de citação encaminhado em Domicilio Eletrônico Judicial, no prazo legal, e não justificar a ausência, está sujeito a multa de até 5% do valor da causa por ato atentatório a dignidade da justiça.</p>
<p><strong>Quem não precisa manter seu cadastro no DJE?</strong> Apenas estão desobrigadas as microempresas e as empresas de pequeno porte, que possuem endereço eletrônico cadastrado na Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) e as pessoas físicas.</p>
<h4>Quanto ao Domicilio Eletrônico Trabalhista&#8230;</h4>
<p>Diferente do DJE, o DET não trata de processo judicial, e sim de intimações, comunicações da fiscalização e de processos administrativos evolvendo recursos de multas e também de defesas.</p>
<p>Importante destacar que todas as empresas, submetidas à fiscalização do Ministério do Trabalho, independentemente se possuem funcionários ou não, devem se cadastrar no DET, inclusive os MEIs (Microempreendedores Individuais).</p>
<p>O sistema está disponível para os usuários atualizarem o cadastro desde 9 de fevereiro, mas a sua utilização foi se tornando obrigatória aos poucos, conforme cada tipo de empregador.</p>
<p>A empresa que não tiver regularizado seu cadastro no sistema ou não garantir a autenticidade dos arquivos enviados, está sujeita à sanção de multa que varia de R$ 208,09 até a R$ 2.080,00.</p>
<p>As comunicações enviadas por meio da caixa postal do DET têm efeito legal e dispensam a publicação no Diário Oficial da União ou outras formas de comunicação.</p>
<p>Guia prático para cadastro</p>
<p>Caroline Duarte, coordenadora jurídica do SETCESP, apresentou em um <a href="https://setcesp.eadplataforma.app/curso/domicilios-eletronicos" target="_blank" rel="noopener">webinar</a>, realizado no dia 03 de julho, pela plataforma EaD da entidade, a forma como as empresas devem se cadastrar ou regularizar seus cadastros. O webinar também contou com a participação de Figueirôa.</p>
<p>Tudo é feito de forma online, sem a necessidade de ter algum programa específico. O DJE é feito pelo portal do CNJ ao clicar no menu <a href="https://sso.cloud.pje.jus.br/auth/realms/pje/protocol/openid-connect/auth?client_id=domicilio-eletronico-frontend&amp;redirect_uri=https%3A%2F%2Fdomicilio-eletronico.pdpj.jus.br%2F&amp;state=325e3f82-416a-4106-babe-5643b8c1b055&amp;response_mode=fragment&amp;response_type=code&amp;scope=openid&amp;nonce=b8ea00aa-6b5c-4c15-a5db-c92b4f038a75" target="_blank" rel="noopener">Plataforma Digital do Poder Judiciário</a> e o DTE é pela <a href="https://det.sit.trabalho.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">página do site</a>.</p>
<p>Ambos os cadastros podem ser acessados através do Portal GOV.BR com o uso do Certificado Digital. “O SETCESP tem o serviço de Certificado Digital com valores especiais para empresas associadas realizarem seus cadastros”, lembrou Duarte.</p>
<p>A coordenadora ainda recomendou que as empresas consultem com frequência os dois sistemas para verificar se há alguma nova notificação.</p>
<p><strong>Para ajuste no sistema, Domicílio Judicial Eletrônico é suspenso temporariamente</strong></p>
<p>Atendendo a um pedido da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) o Conselho Nacional de Justiça suspendeu temporariamente o Domicílio Judicial Eletrônico, para ajustes.  Contudo, o SETCESP recomenda que as empresas fiquem atentas, porque em breve ele estará novamente em funcionamento.</p>
<p>“Isso não afasta a obrigatoriedade das empresas de atualizarem seus cadastros e ficarem atentas ao assunto. São alguns ajustes técnicos que eles farão para dar ainda mais segurança ao sistema”, alerta o assessor.</p>
<p><a href="https://setcesp.org.br/certificadodigital/" target="_blank" rel="noopener">Clique e conheça</a> o Serviço de Certificado Digital do SETCESP. </p>
<p>Quer saber mais detalhes? Assista o webinar completo sobre os <a href="https://setcesp.eadplataforma.app/curso/domicilios-eletronicos" target="_blank" rel="noopener">Domicílios Eletrônicos</a> que o SETCESP preparou.</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/seja-trabalhista-ou-judicial-fique-com-o-domicilio-eletronico-da-sua-empresa-em-dia/">Seja trabalhista ou judicial: fique com o domicílio eletrônico da sua empresa em dia</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Longevidade nas empresas e o lifelong learning</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/longevidade-nas-empresas-e-o-lifelong-learning/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 11:05:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 79]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[longevidade no trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204627416</guid>

					<description><![CDATA[<p>Descubra esta forma de pensar e agir que pode ser uma grande estratégia para manter o colaborador atualizado, por anos, no mercado</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/longevidade-nas-empresas-e-o-lifelong-learning/">Longevidade nas empresas e o lifelong learning</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_6">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_6  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_8_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_8 et_pb_bg_layout_dark" href="https://api.setcesp.org.br/revista/duas-d--cadas-de-forma----o-de-l--deres-09-2024" target="_blank">Leia a edição 79 completa</a>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_9  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Descubra esta forma de pensar e agir que pode ser uma grande estratégia para manter o colaborador atualizado, por anos, no mercado</em></p>
<p>Nunca se viveu tanto como agora, e a longevidade tende a avançar ainda mais. Este fator está combinado a um cenário no qual a taxa de natalidade diminuiu e, ao mesmo tempo, as famílias demoram mais a ter filhos.</p>
<p>De acordo com uma recente pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em agosto deste ano, a previsão é de que a taxa de aumento populacional no Brasil, que em 2024 deverá ser de cerca de 0,4%, diminuirá gradativamente até 2041.</p>
<p>Então, daqui a alguns anos, assistiremos à redução da população no país e o número de jovens ingressantes no mercado de trabalho, por sua vez, será menor. Desse modo, as empresas tendem a aproveitar os talentos de pessoas com mais anos de idade, contudo, para isso será necessária uma constante atualização do conhecimento.</p>
<p>Tempo atrás, a vida era dividida em três fases: educação, trabalho e aposentadoria. Esse modelo fez bastante sentido para as gerações anteriores. Na década de 40, um profissional de 50 anos já podia estar contando as horas para a aposentadoria. Segundo o IBGE, naquela época, as pessoas nessa idade tinham, em média, mais 19 anos de vida pela frente. Hoje, quem tem 50 anos deve viver em média mais uns 30 anos.</p>
<p>Assim, é compreensível que o período de educação, apenas no início da vida, não seja mais suficiente para sustentar uma carreira por tanto tempo. Além disso, as inovações tecnológicas impõem a busca contínua de aprendizado.</p>
<p>Por conta destas transformações, já podemos ver muitas pessoas mudando de carreira, independentemente da idade, e novas profissões surgindo. Daqui a alguns anos, será comum a contratação de estagiários ou trainees com 40 anos, ou mais.</p>
<p>O fato é que a idade não será mais critério de contratação, e os profissionais de RH terão que trabalhar mais para garantir que as necessidades dos colaboradores, em se tratando de atualização e treinamento, sejam atendidas, inclusive, daqueles com bastante tempo de casa e mais experientes.</p>
<h4>Lifelong learning: o que é esse conceito de aprendizado</h4>
<p>Considerando estes aspectos, foi que surgiu o lifelong learning, que em tradução livre para o português significa algo como aprendizado ao longo da vida. Essa filosofia de aprendizagem vai além da educação formal e abrange todas as áreas da carreira e pode ser entendida como a lógica de <strong>nunca ser tarde ou cedo demais para aprender algo</strong>.</p>
<p>Neste conceito é importante ressaltar que, a educação formal (formação no ensino superior, por exemplo) é apenas uma parte da qualificação, devendo o profissional realizar treinamentos ou cursos complementares, participar de eventos, workshops ou palestras, entre outras formas de agregar valor para sua carreira.</p>
<p>Para melhor aplicação desta metodologia, foram desenvolvidos quatro pilares que guiam a estratégia. São eles:</p>
<ul>
<li><strong>Aprender a conhecer</strong> – Transformar a busca pelo conhecimento em uma rotina satisfatória;</li>
<li><strong>Aprender a fazer</strong> – Colocar em prática as teorias aprendidas para auxiliar no processo de fixação de conteúdo;</li>
<li><strong>Aprender a conviver</strong> – Aprimorar conhecimento por meio da interação com outras pessoas; e</li>
<li><strong>Aprender a ser</strong> – Dar foco no desenvolvimento da autonomia para o profissional conhecer coisas novas.</li>
</ul>
<p>O objetivo principal do conceito de <em>lifelong learning</em> é garantir que a empresa tenha equipes mais competentes, despertar nos colaboradores a importância de se estar atualizado e acompanhar as transformações sociais e tecnológicas do mercado ao longo do tempo.</p>
<p>Quando um colaborador, independente de sua idade, entende o momento de se reinventar e adquirir novos conhecimentos sobre sua área de atuação, ele está trazendo um dinamismo tanto para a sua própria jornada profissional, quanto para a empresa da qual faz parte.</p>
<p>Ainda que a busca pelo desenvolvimento e aprimoramento profissional deva partir também do próprio colaborador, empresas que promovem e respaldam essa abordagem têm equipes mais preparadas para enfrentar os desafios futuros.</p>
<p>Por isso, essa forma de pensar pode, ao mesmo tempo, contribuir para a diversidade etária e impulsionar o crescimento e desenvolvimento sustentável da organização, já que conhecimento é poder. Quanto mais sua empresa incentiva o aprendizado na equipe, maior a sua competitividade.</p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_9_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_9 et_pb_bg_layout_dark" href="https://api.setcesp.org.br/revista/duas-d--cadas-de-forma----o-de-l--deres-09-2024" target="_blank">Leia a edição 79 completa</a>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/longevidade-nas-empresas-e-o-lifelong-learning/">Longevidade nas empresas e o lifelong learning</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Transição energética nas transportadoras brasileiras</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/transicao-energetica-nas-transportadoras-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 12:09:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 79]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204627423</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com o progresso tecnológico e a crescente necessidade de sustentabilidade, a transição energética no Transporte Rodoviário de Cargas tornou-se mais urgente</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/transicao-energetica-nas-transportadoras-brasileiras/">Transição energética nas transportadoras brasileiras</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_7 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_7">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_7  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_10_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_10 et_pb_bg_layout_dark" href="https://api.setcesp.org.br/revista/duas-d--cadas-de-forma----o-de-l--deres-09-2024" target="_blank">Leia a edição 79 completa</a>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_10  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Por Thiago Fagotti, analista de dados do IPTC</em></p>
<p>Com o progresso tecnológico e a crescente necessidade de sustentabilidade, a transição energética no Transporte Rodoviário de Cargas tornou-se mais urgente. A busca por alternativas ao diesel tradicional está mais recorrente a fim de melhorar a eficiência energética e reduzir a dependência de combustíveis fósseis.</p>
<p>Segundo o Balanço Energético Nacional (BEN) 2024, divulgado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e o Ministério de Minas e Energia (MME), a energia renovável no setor de transportes chegou a 22,5% em 2023. Ainda há um longo caminho a percorrer.</p>
<p>Recentemente, uma opção viável tem sido o biodiesel, um biocombustível obtido de fontes renováveis como óleos vegetais. Ambientalmente, o biodiesel reduz emissões de gases de efeito estufa e poluentes, como óxidos de enxofre e material particulado, melhorando a qualidade do ar. No entanto, ele tem desvantagens que afetam as operações das empresas de transporte. O biodiesel possui menor eficiência energética que o diesel comum, resultando em maior consumo de combustível. Além disso, pode aumentar a necessidade de manutenção da frota, especialmente em altas concentrações, devido a problemas como entupimento de filtros e corrosão de componentes metálicos, elevando os custos operacionais e a depreciação dos veículos.</p>
<p>Embora ainda haja desafios a serem superados para a plena utilização nos caminhões, a produção de biodiesel no Brasil segue uma tendência de crescimento. Conforme mostra o Boletim Ambiental publicado pela Confederação Nacional do Transporte, essa produção tem se mantido em expansão, mesmo que de forma volátil.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_4">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="1400" height="700" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70018.png" alt="" title="Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70018" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70018.png 1400w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70018-1280x640.png 1280w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70018-980x490.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70018-480x240.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 1400px, 100vw" class="wp-image-204627426" /></span>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_11  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Dados coletados pela fonte primária em 24 de abril de 2024. * O B100 corresponde ao biodiesel puro, que deve atender às especificações estabelecidas pela Resolução da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis &#8211; ANP n.º 920, de 04/04/2023. ** A produção é a acumulada até o mês de março de 2024.</em></p>
<p>Outra alternativa para a transição energética é o diesel verde. Diferente do biodiesel, que é obtido por transesterificação, o diesel renovável é produzido por processos como hidrotratamento e síntese Fischer-Tropsch. Esses processos resultam em um combustível com estrutura química semelhante ao diesel mineral, permitindo seu uso direto em motores a diesel sem necessidade de modificações.</p>
<p>Do ponto de vista técnico, as vantagens do diesel verde são notáveis. Ele possui maior eficiência energética quando comparado ao biodiesel, proporcionando melhor desempenho e menor consumo de combustível. Além disso, seu alto índice de cetano melhora a combustão e reduz as emissões de poluentes como óxidos de nitrogênio e material particulado. Outro benefício é sua maior estabilidade e vida útil, sem os problemas de entupimento de filtros e corrosão comuns no uso de biodiesel.</p>
<p>No entanto, a produção do diesel verde é mais complexa e cara, exigindo tecnologias avançadas e infraestrutura específica. Esses fatores elevam o custo de produção, podendo dificultar sua competitividade em relação aos demais combustíveis.</p>
<p> A partir do gráfico publicado pela Confederação Nacional de Transporte (CNT), analisa-se a mudança percentual de gases poluentes em diferentes combustíveis:</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_5">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="1400" height="700" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70019.png" alt="" title="Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70019" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70019.png 1400w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70019-1280x640.png 1280w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70019-980x490.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70019-480x240.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 1400px, 100vw" class="wp-image-204627427" /></span>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_12  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em> </em><em>Fonte:</em> <em>Na et al. (2015), com adaptações da CNT. Acesso em: 18 fev. 2024. Link de acesso: sciencedirect.com/science/article/pii/S135223101500179X</em></p>
<p>O gráfico toma o diesel comum como linha de referência e explora a diferença de emissões entre ele e suas alternativas: biodiesel com éster de soja, biodiesel com éster animal e diesel verde. Observa-se uma significativa redução de poluentes quando comparamos essas três opções com o diesel comum. Além disso, o diesel verde se destaca por ser mais eficiente e ecológico.</p>
<p>Apesar das alternativas apresentadas, a implementação de biocombustíveis no setor de Transporte Rodoviário de Cargas enfrenta desafios econômicos e técnicos. A adaptação da infraestrutura de abastecimento e a manutenção dos veículos podem resultar em custos operacionais adicionais para as empresas de transporte. No entanto, como mostra o segundo gráfico da CNT, há um crescimento na demanda por biocombustíveis ao redor do mundo.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_6">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="1400" height="700" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70020.png" alt="" title="Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70020" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70020.png 1400w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70020-1280x640.png 1280w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70020-980x490.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70020-480x240.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 1400px, 100vw" class="wp-image-204627428" /></span>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_13  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Fonte: IEA (2022), com adaptações da CNT. Acesso em: 23 jan. 2024. Link de acesso: iea.org/reports/renewables-2022/transport-biofuels</em></p>
<p>Em economias avançadas, observa-se um aumento na demanda por diesel verde. Já em economias emergentes, há um grande crescimento na demanda por biodiesel e etanol. Esse cenário justifica os investimentos e aponta para um caminho claro em direção à maior sustentabilidade.</p>
<p>Para superar esses desafios, o governo brasileiro tem adotado uma série de políticas e iniciativas. Entre as principais ações estão incentivos fiscais, subsídios e programas de financiamento para a produção e uso de biocombustíveis.</p>
<p>Uma das iniciativas mais importantes é o <a href="https://www.gov.br/anp/pt-br/assuntos/renovabio" target="_blank" rel="noopener">RenovaBio</a>, uma política nacional de biocombustíveis que visa aumentar a produção e o uso de biocombustíveis na matriz energética brasileira. Além disso, o Projeto de Lei 528/2020 e seus projetos derivados, como o Programa Nacional de Diesel Verde (PNDV), visam fomentar a pesquisa, produção, comercialização e uso do diesel verde no Brasil.</p>
<p>Por fim, acredito que, para tornar a transição energética mais eficiente, é essencial que o Brasil continue investindo em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias mais baratas e eficientes para a produção de biocombustíveis. A colaboração entre governo, setor privado e instituições de pesquisa é fundamental para criar um ambiente propício à inovação e à sustentabilidade no setor de Transporte Rodoviário de Cargas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_11_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_11 et_pb_bg_layout_dark" href="https://api.setcesp.org.br/revista/duas-d--cadas-de-forma----o-de-l--deres-09-2024" target="_blank">Leia a edição 79 completa</a>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/transicao-energetica-nas-transportadoras-brasileiras/">Transição energética nas transportadoras brasileiras</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estratégia de Marketing: o poder inbound para o seu negócio</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/estrategia-de-marketing-o-poder-inbound-para-o-seu-negocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 12:26:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 79]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[inbound marketing]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204627443</guid>

					<description><![CDATA[<p>O marketing contribui tanto para reforçar um posicionamento de imagem da marca, quanto propor argumentos para a efetivação das vendas ou contratação de serviços</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/estrategia-de-marketing-o-poder-inbound-para-o-seu-negocio/">Estratégia de Marketing: o poder inbound para o seu negócio</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_8 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_8">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_8  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_14  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>O marketing contribui tanto para reforçar um posicionamento de imagem da marca, quanto propor argumentos para a efetivação das vendas ou contratação de serviços</em></p>
<p>Geralmente, em uma empresa, o Marketing é o departamento que liga a área de Comunicação ao Comercial. “É ele, por exemplo, que alimenta com as informações dos canais digitais o setor de vendas, a fim de se fazer uma prospecção assertiva”, revela Camila Florencio, especialista em gestão de Comunicação &amp; Marketing com experiência no setor de transportes.</p>
<p>Existem várias estratégias de Marketing, uma delas é o chamado <em>inbound,</em> o qual é o marketing de atração que desenvolve ações visando atrair potenciais clientes de uma forma menos invasiva, direta ou imperativa.</p>
<p>“Nele, eu não vou falar: <em>compre!</em> E sim, listar as justificativas de quais são os benefícios, daquilo que estou ofertando. Entregarei um conteúdo rico, seja informativo ou de entretenimento, com o qual este possível cliente enxergará o quão interessante é o meu negócio”, conta Florencio. “Assim, crio autoridade, fortaleço meu relacionamento e sutilmente o direciono a concluir a negociação”.</p>
<p>A especialista fala que é uma estratégia que se diferencia da ‘promoção de preço’, aquela que oferece o desconto no preço, e daquela de valor agregado, ‘do compre um e leve mais um’.</p>
<p>E para pôr a estratégia do <em>inbound</em> em prática, a organização opta por usar mais os canais digitais, como e-mail marketing, com a composição de texto mais imagem, e as redes sociais nas quais se consegue também trabalhar vídeos.</p>
<p>Além disso, pensando no site como vitrine do negócio, é possível trabalhar no blog da instituição os conteúdos de interesse com informações e curiosidades. A princípio os blogs nasceram para compartilhar experiências pessoais, mas hoje, é por meio deles, que as empresas são mais referenciadas em sites de busca quando alguém quer encontrar um produto ou serviço.</p>
<p>Florencio lembra ainda, que as pessoas são muito influenciadas pelo que veem no meio digital e quando vão procurar um item costumam avaliar a classificação e os comentários sobre aquilo que pretendem obter.</p>
<p>“Só que quando a empresa usa como canal uma rede social, ela tem que estar aberta para ter uma via de comunicação de mão dupla, porque do mesmo jeito em que se pode ter pessoas elogiando, pode haver críticas, e nem sempre é ético apagar tais julgamentos, eles devem ser respondidos e resolvidos, passando pelo filtro se aquilo é uma situação pontual ou generalizada”, alerta a especialista.</p>
<h4>O caminho a ser seguido</h4>
<p>Dentro do <em>inbound</em> um método de prospecção bastante utilizado é o funil de vendas, que nada mais consiste do que na divisão de ações de entrega de conteúdo, conforme a maturidade daquele contato que está listado como prospecção.</p>
<p>Seguindo a linha deste método, primeiro é preciso que a empresa mostre para seus futuros clientes, consumidores ou tomadores de decisões o que ela faz. O segundo passo é contar o porquê ela existe. O terceiro é mostrar que se há um problema, ela tem a solução, isso pode ser feito usando uma situação real ou hipotética.</p>
<p>Depois é possível argumentar sobre a solução e reforçar o porquê de a marca apresentada ser a mais adequada. Isso pode ser feito inclusive, por meio de <em>storytelling, </em>a história de um cliente dando um testemunho de que seu serviço realmente funciona. Por último vem o momento de ofertar.</p>
<p>“Se eu ofereço a aquisição, logo nos estágios iniciais, o cliente pode não ter maturidade suficiente para comparar uma entrega mais completa, com a de um concorrente que, apesar de ser mais barato, não faz com tanta qualidade”, indica Florencio. Segundo ela, se a empresa oferecer a venda logo de cara, a probabilidade de o cliente não efetivar o negócio é grande.</p>
<p>Para saber se a estratégia do <em>inbound</em> está funcionando o jeito é trabalhar com os indicadores, e acompanhar os percentuais de alcance, conversão e recorrência. Estes números serão individuais de cada empresa.</p>
<p>Trazendo para a nossa realidade, a transportadora que faz o transporte de carga fracionada, geralmente tem maior uma recorrência por parte de um mesmo cliente. Agora, se é uma empresa de transporte de mudança, ela pode não ter o mesmo cliente todos os dias, mas o cliente bem atendido pode gerar um bom testemunhal que vai ajudar a convencer os prospects. São dinâmicas de negócios diferentes.</p>
<p>“Então, a dica é a empresa acompanhar estes dados, avaliar quantas pessoas está alcançando dentro dessa estratégia, quantos novos contratos está fechando e quem volta a usar regularmente seus serviços. Daí para frente, a transportadora deve ir adaptando seu planejamento e ações, se mantendo estratégica. Entendendo que se este cenário muda, é preciso fazer as readequações no menor tempo possível”, indica a especialista.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_12_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_12 et_pb_bg_layout_dark" href="https://api.setcesp.org.br/revista/duas-d--cadas-de-forma----o-de-l--deres-09-2024" target="_blank">Leia a edição completa</a>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_15  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>O marketing contribui tanto para reforçar um posicionamento de imagem da marca, quanto propor argumentos para a efetivação das vendas ou contratação de serviços</em></p>
<p>Geralmente, em uma empresa, o Marketing é o departamento que liga a área de Comunicação ao Comercial. “É ele, por exemplo, que alimenta com as informações dos canais digitais o setor de vendas, a fim de se fazer uma prospecção assertiva”, revela Camila Florencio, especialista em gestão de Comunicação &amp; Marketing com experiência no setor de transportes.</p>
<p>Existem várias estratégias de Marketing, uma delas é o chamado <em>inbound,</em> o qual é o marketing de atração que desenvolve ações visando atrair potenciais clientes de uma forma menos invasiva, direta ou imperativa.</p>
<p>“Nele, eu não vou falar: <em>compre!</em> E sim, listar as justificativas de quais são os benefícios, daquilo que estou ofertando. Entregarei um conteúdo rico, seja informativo ou de entretenimento, com o qual este possível cliente enxergará o quão interessante é o meu negócio”, conta Florencio. “Assim, crio autoridade, fortaleço meu relacionamento e sutilmente o direciono a concluir a negociação”.</p>
<p>A especialista fala que é uma estratégia que se diferencia da ‘promoção de preço’, aquela que oferece o desconto no preço, e daquela de valor agregado, ‘do compre um e leve mais um’.</p>
<p>E para pôr a estratégia do <em>inbound</em> em prática, a organização opta por usar mais os canais digitais, como e-mail marketing, com a composição de texto mais imagem, e as redes sociais nas quais se consegue também trabalhar vídeos.</p>
<p>Além disso, pensando no site como vitrine do negócio, é possível trabalhar no blog da instituição os conteúdos de interesse com informações e curiosidades. A princípio os blogs nasceram para compartilhar experiências pessoais, mas hoje, é por meio deles, que as empresas são mais referenciadas em sites de busca quando alguém quer encontrar um produto ou serviço.</p>
<p>Florencio lembra ainda, que as pessoas são muito influenciadas pelo que veem no meio digital e quando vão procurar um item costumam avaliar a classificação e os comentários sobre aquilo que pretendem obter.</p>
<p>“Só que quando a empresa usa como canal uma rede social, ela tem que estar aberta para ter uma via de comunicação de mão dupla, porque do mesmo jeito em que se pode ter pessoas elogiando, pode haver críticas, e nem sempre é ético apagar tais julgamentos, eles devem ser respondidos e resolvidos, passando pelo filtro se aquilo é uma situação pontual ou generalizada”, alerta a especialista.</p>
<h4>O caminho a ser seguido</h4>
<p>Dentro do <em>inbound</em> um método de prospecção bastante utilizado é o funil de vendas, que nada mais consiste do que na divisão de ações de entrega de conteúdo, conforme a maturidade daquele contato que está listado como prospecção.</p>
<p>Seguindo a linha deste método, primeiro é preciso que a empresa mostre para seus futuros clientes, consumidores ou tomadores de decisões o que ela faz. O segundo passo é contar o porquê ela existe. O terceiro é mostrar que se há um problema, ela tem a solução, isso pode ser feito usando uma situação real ou hipotética.</p>
<p>Depois é possível argumentar sobre a solução e reforçar o porquê de a marca apresentada ser a mais adequada. Isso pode ser feito inclusive, por meio de <em>storytelling, </em>a história de um cliente dando um testemunho de que seu serviço realmente funciona. Por último vem o momento de ofertar.</p>
<p>“Se eu ofereço a aquisição, logo nos estágios iniciais, o cliente pode não ter maturidade suficiente para comparar uma entrega mais completa, com a de um concorrente que, apesar de ser mais barato, não faz com tanta qualidade”, indica Florencio. Segundo ela, se a empresa oferecer a venda logo de cara, a probabilidade de o cliente não efetivar o negócio é grande.</p>
<p>Para saber se a estratégia do <em>inbound</em> está funcionando o jeito é trabalhar com os indicadores, e acompanhar os percentuais de alcance, conversão e recorrência. Estes números serão individuais de cada empresa.</p>
<p>Trazendo para a nossa realidade, a transportadora que faz o transporte de carga fracionada, geralmente tem maior uma recorrência por parte de um mesmo cliente. Agora, se é uma empresa de transporte de mudança, ela pode não ter o mesmo cliente todos os dias, mas o cliente bem atendido pode gerar um bom testemunhal que vai ajudar a convencer os prospects. São dinâmicas de negócios diferentes.</p>
<p>“Então, a dica é a empresa acompanhar estes dados, avaliar quantas pessoas está alcançando dentro dessa estratégia, quantos novos contratos está fechando e quem volta a usar regularmente seus serviços. Daí para frente, a transportadora deve ir adaptando seu planejamento e ações, se mantendo estratégica. Entendendo que se este cenário muda, é preciso fazer as readequações no menor tempo possível”, indica a especialista.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/estrategia-de-marketing-o-poder-inbound-para-o-seu-negocio/">Estratégia de Marketing: o poder inbound para o seu negócio</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Foco na preparação</title>
		<link>https://setcesp.org.br/revista-setcesp/foco-na-preparacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Sep 2024 18:33:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 79]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204627450</guid>

					<description><![CDATA[<p>Desde maio de 2004, data na qual a COMJOVEM São Paulo foi reativada, no SETCESP, na gestão do presidente Urubatan Helou, 20 anos se passaram</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/revista-setcesp/foco-na-preparacao/">Foco na preparação</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_9 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_9">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_9  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_16  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>COMJOVEM SP: Duas décadas de formação de líderes </em></p>
<p>O ano era 2005, e a reportagem de capa da Revista Frota &amp; Companhia, especializada no segmento de transporte, trazia a seguinte informação:</p>
<p>“Enquanto se preparam para suceder os pais, jovens, herdeiros de empresas de transporte, se unem para pensar no coletivo e aspirar o comando do setor. Filhos ou netos de fundadores trabalharem na empresa da família é uma prática usual. Menos comum, contudo, é ver os herdeiros participando da vida associativa de classe, conviver com concorrentes, partilhar conhecimentos, fazer amizades e aprender a pensar coletivamente”&#8230; [Frota &amp; Cia — Ano12, Ed. 90].</p>
<p>O texto foi usado para a abertura da matéria que falava sobre a reativação da COMJOVEM SP (Comissão de Jovens Empresários e Executivos de São Paulo). A notícia trazia um prelúdio dos anos seguintes.</p>
<p>Além de seguir firme com o propósito de reunir jovens empresários, a Comissão também abriu espaço para executivos, potencializou o desenvolvimento empresarial do setor e já colhe os resultados de uma geração.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_7">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="1400" height="700" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70016.png" alt="" title="Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70016" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70016.png 1400w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70016-1280x640.png 1280w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70016-980x490.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Emkt_Portal_SO_Revista_79_1400x70016-480x240.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 1400px, 100vw" class="wp-image-204627453" /></span>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_17  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><h3>Assumiram o comando</h3>
<p>Desde maio de 2004, data na qual a COMJOVEM São Paulo foi reatividade, no SETCESP, na gestão do presidente Urubatan Helou, 20 anos se passaram. Alguns nomes dos jovens destacados pela revista Frota&amp;Cia da época, ocupam, agora, cargos de liderança, para os quais buscaram o seu aperfeiçoamento, justamente na comissão, anos atrás.</p>
<p>A fim de constatar estas trajetórias de ascensão, a Revista SETCESP revela adiante como – quatro deles, que foram coordenadores da comissão – estão atualmente, o que fazem e o que têm de lembranças daquela época.</p>
<p>A primeira reunião da COMJOVEM SP contou com cerca de 30 integrantes e o primeiro coordenador eleito foi André Ferreira, quando era gerente comercial da Rápido 900. Hoje, ele é diretor de fiscalização e do planejamento e controle da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo.</p>
<p>“Tenho grandes amigos que conheci na COMJOVEM, foi um momento muito especial na minha vida, nós visitamos diversos fornecedores e empresas, fomos muito ativos e engajados”, relembra.</p>
<p>Depois, assumiu a comissão Tayguara Helou (2006 – 2007), que foi presidente do SETCESP de 2016 a 2021 e, é o atual CEO do Urbano Bank, banco digital do grupo Braspress. “A comissão foi uma jornada transformadora para o nosso setor e para as nossas entidades, além de trazer conhecimento e possibilidades de negócios, trouxe também oxigenação e novas ideias”, afirma.</p>
<p>O atual diretor-geral da Mira Transportes, Roberto Mira Jr. foi coordenador da COMJOVEM SP nos anos de 2008 e 2009. Ele destaca todo o conhecimento proporcionado pela formação do grupo. “Você passa a conhecer como funcionam alguns fornecedores e algumas empresas do setor. Isso faz com que tenha uma visão mais abrangente do mercado de transportes”.</p>
<p>Ana Jarrouge, agora, presidente executiva do SETCESP, participou ativamente do início da COMJOVEM São Paulo. Foi coordenadora do núcleo nos anos de 2010 a 2012, e da COMJOVEM Nacional de 2014 a 2019. Recordando o passado, destaca vários pontos, dos quais somente uma comissão com este viés poderia proporcionar.</p>
<p>“É um trabalho feito para termos cada vez mais empresários e executivos melhores e mais capacitados. São reuniões mensais, eventos e visitas técnicas, que trazem muito conhecimento e networking entre os participantes, sendo uma verdadeira escola no TRC”, diz ela.</p>
<p>Além disso, a presidente executiva acrescenta a importância da iniciativa para o setor. “A força do sistema de representação vem das empresas e se elas estão bem preparadas, teremos entidades fortes, representativas e atuantes”. Jarrouge foi a primeira mulher a ser coordenadora do núcleo de São Paulo, e abriu espaço para as que vieram em seguida.</p>
<h3>Últimos 10 anos</h3>
<p>Na última década, foram coordenadores da COMJOVEM SP:</p>
<ul>
<li>Juliana Petri (2013 – 2015);</li>
<li>Bárbara Calderani (2016 – 2018);</li>
<li>Antonio Neto (2018 – 2019);</li>
<li>Luís Felipe Machado (2020 – 2021);</li>
<li>Carolina Resuto (2021 – 2022);</li>
<li>Beatriz Souza (2023 – 2024); e</li>
</ul>
<p>A atual coordenadora é Lorine Romunhão, que tem como vices-coordenadores Andrea Rocha Carvalho e Fernando Homem de Mello.</p>
<p>Juliana Petri, atual gerente de automação da Braspress, comenta a importância de aprender com quem já está na liderança. “O grande aprendizado na COMJOVEM é que o caminho a ser percorrido para alcançar nossos objetivos não precisa ser desbravado do zero, o que precisamos é de sabedoria e humildade para aprender com os mais experientes”.</p>
<p>“Duas coisas me marcaram muito na COMJOVEM. Primeiro, fiz de colegas empresários grandes amigos, isto é impagável. Em segundo, você tem a sensação de encontrar pares. Tinha dificuldades dentro da empresa e achava que só nós passávamos por aquilo”, conta Barbara Calderani, diretora comercial da Rodomaxlog, que avalia: “quando você começa a frequentar a comissão, vê que todo mundo passa pelos mesmos desafios em proporções diferentes”.</p>
<h3>De São Paulo para o Brasil</h3>
<p>Francisco Pelucio, quando presidente do SETCESP (2007 – 2012), apresentou o trabalho da comissão, ao então presidente da NTC&amp;Logística, Flavio Benatti, que gostou da ideia da criação do grupo e resolveu implementá-lo em todo o país, visando maior integração entre as regiões do Brasil, criando assim a COMJOVEM Nacional.</p>
<p>“A COMJOVEM SP foi a pioneira de algo valioso que a gente não imaginaria chegar ao patamar que está hoje”, fala André de Simone, atual coordenador da COMJOVEM Nacional. “Se São Paulo não tivesse dado este primeiro passo, talvez nem existiria COMJOVEM Nacional, e nem este movimento tão grande e forte de todos os jovens empresários assumindo cargos de liderança, não só nas empresas, mas também nas entidades. Uma palavra para especificar bem tudo isso é: pro-ta-go-nis-mo”, destaca.</p>
<p>Na atualidade, a COMJOVEM Nacional possui 27 núcleos espalhados pelo Brasil, com mais de 600 integrantes. Cerca de 26,5% dos participantes são mulheres. O núcleo de São Paulo tem mais de 10% do total dos participantes.</p>
<p>Além das reuniões, palestras e visitas técnicas que já estavam presentes de início, a expansão a nível nacional proporcionou um olhar para a responsabilidade social empresarial. Trazendo como meta a participação dos núcleos em campanhas de Doação de Sangue, de arrecadação de roupas e agasalhos e de outros tipos de ações sociais voltadas às pessoas em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>Núcleos de todo o Brasil participam de uma espécie de competição, enviam evidências com fotos de suas reuniões, ações e materiais de comunicação, para concorrerem a uma premiação que ocorre anualmente, durante o Encontro da COMJOVEM Nacional.</p>
<p>Ano passado, o <a href="https://setcesp.org.br/noticias/nucleo-de-sao-paulo-e-premiado-no-xvi-encontro-nacional-da-comjovem/">núcleo de São Paulo foi premiado</a> nas categorias: melhor comunicador, melhor artigo, mais presença em eventos, destaque do ano e ainda recebeu o reconhecimento pelo cumprimento das metas.</p>
<h3>Aceno ao futuro</h3>
<p>“É um prazer enorme ver esta turma crescendo em todos os sentidos, quantidade de pessoas e no desenvolvimento pessoal de cada um. Motivo de muito orgulho para o SETCESP que foi o lugar onde tudo começou”, compartilhou o presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Adriano Depentor, revelando um sentimento de empolgação pela marca de 20 anos de existência da comissão paulista.</p>
<p>Aliás, para comemorar a data, o SETCESP realizou um <a href="https://setcesp.org.br/noticias/liderancas-do-transporte-se-reunem-em-comemoracao-aos-20-anos-da-comjovem-sp/">evento</a> no dia 11 de julho, no qual estiveram presentes ex-integrantes da COMJOVEM SP e atuais membros, entre eles Luís Felipe Machado. “Quando participamos ativamente, a gente consegue sentir tudo o que a comissão nos oferece. Do networking ao conhecimento. A gente desenvolve uma troca que fortalece a nossa forma de gerir as empresas”, comentou ele, ex-coordenador da comissão e sócio diretor da Formato Transportes.</p>
<p>“A COMJOVEM é o futuro do transporte. Obrigado a todos que nos trouxeram até aqui para escrever as novas páginas desta história. Bem-vindo aos próximos 20 anos da COMJOVEM SP”, agradeceu e declarou Lorine Romunhão, atual coordenadora, durante o evento.</p>
<p>Faça parte da COMJOVEM SP! Se você é empresário ou executivo em cargo de alta gestão em uma empresa de transporte rodoviário de cargas, e tem entre 18 e 45 anos, participe da comissão. Entre em contato pelo: <a href="https://wa.me/5511980905991" target="_blank" rel="noopener">(11) 98090-5991</a> ou comjovemsp@setcesp.org.br .</p>
<p><strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=l2EqcnITlSE&amp;pp=ygUHc2V0Y2VzcA%3D%3D" target="_blank" rel="noopener">Assista um vídeo com o depoimento dos coordenadores da COMJOVEM SP.</a></strong></p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/revista-setcesp/foco-na-preparacao/">Foco na preparação</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
