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	<title>Arquivos Edição 78 &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Edição 78 &#8211; SETCESP</title>
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	<item>
		<title>GNV e o Biodiesel. O que é melhor para a sustentabilidade?</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/gnv-e-o-biodiesel-o-que-e-melhor-para-a-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 12:03:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 78]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
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		<category><![CDATA[GNV]]></category>
		<category><![CDATA[percentual de biodiesel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um deles busca estruturação para alcançar maior amplitude, o outro é uma novidade que precisa provar que vale a pena</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/gnv-e-o-biodiesel-o-que-e-melhor-para-a-sustentabilidade/">GNV e o Biodiesel. O que é melhor para a sustentabilidade?</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Um deles busca estruturação para alcançar maior amplitude, o outro é uma novidade que precisa provar que vale a pena</em></p>
<p>É fato que clientes embarcadores têm exigido processos mais sustentáveis de seus <em>stalkholders</em>, inclusive de empresas de transporte. Os combustíveis costumam ser a parte chave nesse processo, já que, por exemplo, o diesel, o mais usado, tem origem fóssil e sua combustão libera gases que provocam o efeito estufa na atmosfera.</p>
<p><strong>Mas quais as alternativas que o mercado dispõe e o que avaliar para escolher o que é melhor, não só para o meio ambiente, como também no custo x benefício? Em se tratando GNV e Biodiesel, vamos esclarecer alguns pontos.</strong></p>
<p>Primeiro, os caminhões movidos a GNV já não são tão novidades, eles estão no mercado desde 2018. Conseguem viabilizar uma redução de até 20% nas emissões de CO₂ e de até 90% nas emissões de material particulado, como a fuligem, se comparado ao diesel.</p>
<p>Anderson Lopes, consultor especialista em GNV, fala que o gás tem um papel fundamental para uma matriz energética mais limpa no Brasil. “Temos disponibilidade do produto no país, tecnologia no mercado e uma redução significativa de poluentes”.</p>
<p>Uma das mudanças que impactaram positivamente para o gás foi a isenção do IPVA em caminhões GNV nos estados de AL, PR, RJ, MG e MS. Contudo, a quantidade de postos de abastecimento desse modelo precisa ser ampliada para fora do eixo sudeste. A autonomia de um caminhão GNV é em torno de 450km, variando conforme a topografia.</p>
<p>O caminhão à GNV, segundo Lopes, é em média 35% mais caro. O especialista participou da reunião da comissão de Sustentabilidade que aconteceu em 21 de fevereiro, e apresentou mais informações sobre os modelos GNV.</p>
<p>Já quanto aos caminhões movidos 100% a Biodiesel, o primeiro exemplar começou a operar no fim do ano passado, após longo período de testes. O Biodiesel é considerado um combustível limpo por sua natureza orgânica, feito a partir de fontes como óleos vegetais e gorduras animais.</p>
<p>Basicamente, foram adaptados itens como filtros e o software de gerenciamento do motor para receber o novo combustível. O sistema, que custa cerca de R$ 20 mil a mais, reduz em 95% as emissões de CO₂. Além de ser uma alternativa mais limpa ao diesel convencional, o Biodiesel ajuda a reduzir a dependência de combustíveis fósseis, promovendo operações mais sustentáveis.</p>
<p>Mesmo com estes predicados, os caminhões a Biodiesel por enquanto despertaram interesse de negociação de compra de apenas empresas ligadas ao agronegócio, sendo em parte produtoras de biocombustível, até porque ainda é muito recente.</p>
<p>Presente também na reunião, Ricardo Melchiori, vice-coordenador da comissão, resumiu bem os sentimentos dos profissionais e executivos do transporte. “Não existe bala de prata na sustentabilidade. São várias soluções. O gás GNV, Biometano, Biodiesel, elétricos. Serão todas elas, em detrimento do diesel que nos garantirá uma matriz energética mais diversa e menos poluente”.</p>
<h3><strong>Aumento da mistura do </strong><strong>biodiesel é controverso</strong></h3>
<p>O uso de Biodiesel no Brasil passou a ser questionável, desde que o Ministério das Minas e Energia anunciou que o <a href="https://setcesp.org.br/noticias/em-meio-a-negociacoes-mistura-de-14-de-biodiesel-no-diesel-entrou-em-vigor-sexta-feira-1/" target="_blank" rel="noopener">percentual do biodiesel no diesel</a> passará de 12% para 14%. Sem previsão de qualquer programa que ofereça novos sistemas ou manutenção de veículos.</p>
<p>Especialistas alertam que a nova mistura, sem as adaptações de motor, deteriora as peças metálicas e pode causar entupimento de válvulas. Segundo a <a href="https://cnt.org.br/agencia-cnt/cnt-faz-visita-a-membros-do-cnpe-para-apresentar-os-impactos-do-aumento-do-biodiesel-" target="_blank" rel="noopener">Confederação Nacional do Transporte (CNT)</a>, há riscos do aumento da mistura de biocombustível tanto para a operação de transporte quanto para o meio ambiente.</p>
<p>Um estudo inédito da UnB (Universidade de Brasília) mostrou que o aumento no percentual de Biodiesel a partir de 7% eleva a emissão de CO₂ e diminui a potência dos motores, gerando, por consequência, mais consumo de diesel o que impacta a necessidade de maior importação desse combustível, comprometendo a segurança energética nacional. Portanto, a CNT defende que a mistura não seja superior a 7%, assim como ocorre em países europeus.</p>
<p>“Os estudos são bem técnicos e os resultados claros. Nossas entidades estão tomando providências em relação a isso. A adição do Biodiesel causará problemas na parte eletrônica embarcada do veículo e haverá um custo marginal de manutenção. Bem pesado e medido, os custos e prejuízos serão maiores que os benefícios”, disse o presidente do SETCESP, Adriano Depentor.</p></div>
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		<title>O impacto das restrições de veículos de carga nas áreas metropolitanas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-impacto-das-restricoes-de-veiculos-de-carga-nas-areas-metropolitanas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 12:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 78]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[guia de restrições]]></category>
		<category><![CDATA[Restrições de circulação]]></category>
		<category><![CDATA[zona máxima de restrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essas regiões enfrentam desafios relacionados à necessidade de promover soluções sustentáveis de mobilidade. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-impacto-das-restricoes-de-veiculos-de-carga-nas-areas-metropolitanas/">O impacto das restrições de veículos de carga nas áreas metropolitanas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por Ricardo Henrique, analista de dados do IPTC e Redação</em></p>
<p>Nos últimos anos, o crescente número de veículos nas metrópoles tem contribuído para o congestionamento e emissão de poluentes. Desse modo, essas regiões enfrentam desafios relacionados à necessidade de promover soluções sustentáveis de mobilidade e como resposta a essas questões, muitas cidades têm adotado medidas específicas, como restrições de circulação para veículos de carga em determinadas áreas ou horários.</p>
<p>Os tipos de veículos de carga impactados pelas limitações incluem caminhões de diferentes tamanhos e capacidades. As restrições variam de acordo com a área, sendo aplicadas tanto em zonas específicas, quanto em Zonas de Máxima Restrição de Circulação (ZMRC) e em vias estruturais restritas (VERs), onde a circulação de veículos pesados é limitada. Além disso, existem restrições em zonas residenciais e sistema de rodízio que se aplicam a diferentes áreas metropolitanas.</p>
<p>À medida que as restrições foram intensificadas, houve um aumento na complexidade das operações de entrega e distribuição nestas áreas, o que resultou em um acréscimo nos custos de transporte. Tais custos são repassados diretamente para o valor do frete, uma vez que, podem ser adicionados encargos relacionados à dificuldade de entrega.</p>
<p>Isso causa, também, incerteza na previsão do recebimento, já que muitas contenções não são devidamente divulgadas e as normas não são claras, o que leva a questionamentos por parte dos transportadores.</p>
<p>Muitas vezes, as restrições de veículos de carga nas áreas metropolitanas, impostas pelos órgãos competentes de cada município, são justificadas com o argumento de melhorar a qualidade ambiental e a segurança nessas regiões. Entretanto, o ideal seria a padronização das restrições nas zonas metropolitanas, facilitando o planejamento e deslocamento das mercadorias.</p>
<p>Quando pensamos em possibilidades para reduzir o impacto das restrições, diversas alternativas podem ser cogitadas:</p>
<ul>
<li>implementação de veículos urbanos de carga (VUC) de menor porte;</li>
<li>adoção de sistemas de rodízio para distribuir o tráfego;</li>
<li>concessão de exceções para certos tipos de veículos e cargas; e</li>
<li>o estabelecimento de áreas especiais com restrição de circulação e operação.</li>
</ul>
<p>Destacamos ainda que o IPTC disponibiliza uma ferramenta interativa da região sudeste que permite consultar estas restrições, suas características e visualizá-las em mapas, incluindo a demarcação precisa das áreas e ruas afetadas por tais limitações.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Por fim, é válido destacar também que as restrições em um único município podem desencadear um efeito dominó em toda a região metropolitana, à medida que cidades adjacentes passam a absorver o fluxo de veículos oriundos das localidades com restrições. Por isso, o planejamento responsável é o ponto-chave para qualquer decisão que limita o ir e vir de veículos, mercadorias e pessoas.</p>
<p><strong>Confira o Guia de Restrições 2024. </strong><a href="https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2024/03/Guia-de-Restricoes-2024_vf.pdf" target="_blank" rel="noopener">Baixe aqui gratuitamente.</a></p></div>
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		<item>
		<title>Conheça quais são as tendências em Gestão de Frete</title>
		<link>https://setcesp.org.br/blog-setcesp/conheca-quais-sao-as-tendencias-em-gestao-de-frete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2024 12:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 78]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[gestão do frete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para entender o tamanho do nosso mercado, em números, é importante saber onde estamos inseridos. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/blog-setcesp/conheca-quais-sao-as-tendencias-em-gestao-de-frete/">Conheça quais são as tendências em Gestão de Frete</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por Raquel Serini</em></p>
<p>Para entender o tamanho do nosso mercado, em números, é importante saber onde estamos inseridos. Hoje, o modal rodoviário representa 65% da matriz de transporte, ou seja, nós movimentamos massivamente as mercadorias produzidas no país, além de ser o elo principal com outros modais.</p>
<p>Mas em termos de prestação de serviço, é o valor referencial cobrado pelo frete que serve de termômetro. Analisando o período de 12 meses, considerando fevereiro/23 a janeiro/24, o valor médio em R$/Km é de R$ 7,22.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Iniciamos o ano de 2024 com um aumento de 2% quando comparado a dezembro de 2023, período em que a média estava em R$ 6,22. Assim tivemos o primeiro aumento no valor médio desde abril do ano passado.</p>
<p>E pelo comportamento da curva, há uma expectativa de alta nos próximos meses, puxada especialmente pelo acréscimo no preço do litro do diesel ofertado nas bombas de abastecimento, após o início da vigência das novas alíquotas do ICMS.</p>
<h4>E no resto do mundo, qual é o comportamento comparado ao Brasil?</h4>
<p>Verificamos a predominância do modal rodoviário no Japão, Estados Unidos, Europa e China, mas não na mesma proporção e dependência do Brasil. Na Austrália e Canadá, predomina o modal ferroviário e dutoviário. Inclusive, a rede de carga pelos trilhos na Austrália ocupa o 9° lugar no mundo, movimentou mais de 453 bilhões de toneladas só em 2021.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_2">
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Agora em termos de ticket médio por Km ou milhas, convertidos em reais já descontado a inflação, observamos uma diferença impactante entre o Brasil e a China, por exemplo. — <em>Como vamos competir com um ticket médio de R$ 1,03 frente aos fretes do Brasil que estão na ordem de R$ 7,22 ou seja, 86% mais caro? </em></p>
<p>Quando comparado a Europa e aos EUA temos uma diferença média de 13% a menos nos preços, representando um pouco mais de R$ 0,90 em números absolutos. Tudo isso mostra a volatilidade do nosso mercado interno e como são custosas as nossas operações.</p>
<p>Mas afinal, se os desafios são muitos, as oportunidades se apresentam também e precisamos usá-la a nosso favor. Com isso, o motivo de discutirmos as tendências desse mercado tão oportuno e as ações que devemos tomar em paralelo aos preços.</p>
<p>O nosso setor apresenta altos níveis de burocracia, é verdade. Além disso, temos ausência de mão de obra qualificada, principalmente a <a href="https://setcesp.org.br/noticias/novos-dados-reafirmam-a-escassez-de-motoristas-2/" target="_blank" rel="noopener">escassez de motoristas</a>, e questões atreladas ao <a href="https://setcesp.org.br/imprensa/sao-paulo-mantem-a-lideranca-nos-casos-de-roubo-de-cargas-no-pais/" target="_blank" rel="noopener">roubo de carga</a> e aos riscos que envolvem a nossa atividade, ainda mais quando se fala das condições da malha viária no nosso país.</p>
<p>Entretanto, também enxergamos a oportunidade de automatizar os processos, usar a tecnologia e dados para a tomada de decisão, a liberdade e autonomia na contratação dos nossos seguros, que nos foi concedida recentemente, acompanhar os avanços da IA e o que ela pode trazer de melhorias. Enfim, tudo isso nos possibilita enxergar esses novos caminhos. Veremos quais são eles!</p>
<p>1)  Valorização  da Cadeia de Suprimentos</p>
<p>2) Inteligência Artificial</p>
<p>3) Drones e Veículos Autônomos</p>
<p>4) Tecnologia de Rastreamento de Carga</p>
<p>5) Entregas Rápidas</p>
<p>6) Compartilhamento da Carga</p>
<p>7) Digitalização da Documentação</p>
<p>8) Sustentabilidade e Transporte Verde</p>
<p>9) Ferramenta de Gestão</p>
<p>10) Experiência do Cliente</p>
<p>Antes de mais nada o conceito de Cadeia de Suprimentos ou “Supply Chain” nunca esteve tão em alta, porque hoje todas as operações estão interligadas, e isso interfere diretamente na performance, no ganho de produtividade, nos processos e prazos de toda a cadeia. Isso precisa estar bem claro!</p>
<p>Aliado a tudo isso, precisamos usar a IA ao nosso favor a fim de contribuir com a organização e o planejamento e com isso, controlar melhor o armazém, a posição dos pallets, acompanhar as entregas em tempo real, reduzindo as falhas de modo geral.</p>
<p>Contudo, em paralelo à gestão global do negócio, é importante considerar as questões voltadas ao transporte verde e pautas ESG.  Mais do que nunca, os parceiros e clientes tem buscado no mercado empresas comprometidas com essas práticas. Implica em menos emissão de poluentes, eletrificação da frota, logística sem papel, ou seja, energia limpa e inteligente. Então vale pensar o quanto sua empresa tem se voltado para esse assunto.</p>
<p>E por fim qual o objetivo principal disso tudo? Proporcionar satisfação ao cliente, prestar um serviço de qualidade para que ele seja promotor da nossa marca, trazendo cada vez mais rentabilidade.</p>
<p>Até porque cada cliente tem suas particularidades, necessidades e precisamos ouvir para servir, não é mesmo? Por isso, é muito importante se manter atualizado e com esse canal de comunicação sempre aberto.</p>
<p><strong><em>Raquel Serini é coordenadora de projetos do <a href="https://www.iptcsp.com.br/" target="_blank" rel="noopener">IPTC</a>.</em></strong></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/blog-setcesp/conheca-quais-sao-as-tendencias-em-gestao-de-frete/">Conheça quais são as tendências em Gestão de Frete</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Em busca dos colaboradores T-shaped para o time ser completo</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/em-busca-dos-colaboradores-t-shaped-para-o-time-ser-completo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 12:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 78]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[profissionais T-shaped]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A valorização dos profissionais que têm empatia e habilidades mais diversas</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/em-busca-dos-colaboradores-t-shaped-para-o-time-ser-completo/">Em busca dos colaboradores T-shaped para o time ser completo</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A valorização dos profissionais que têm empatia e habilidades mais diversas</p>
<p>Foi com Tim Brown, CEO de uma empresa de <em>design think</em>, na década de 90, na Califórnia, que o conceito de profissional T-shaped se popularizou. O nome T-shaped vem do inglês e significa ‘em formato de T’. A letra T dentro dessa expressão indica duas linhas que se conectam.</p>
<p>Nesta configuração, na horizontal, estão incluídos os conhecimentos lineares, distribuídos por várias áreas, mas sem profundidade. Já na linha vertical, seria possível encontrar a profundidade de um técnico — uma área que o profissional escolheu para se especializar.</p>
<p>O profissional T-shaped é, portanto, a junção das duas barras. Isso significa que ele teve por intenção não limitar a sua carreira a um único conjunto de competências. Em vez disso, decidiu investir seu tempo em outros cursos, certificações e qualificações que o tornaram mais plural.</p>
<p>Em entrevista ao <a href="https://chiefexecutive.net/" target="_blank" rel="noopener">site Chief Executive,</a> Brown explicou que a maioria das empresas têm muitas pessoas com habilidades diferentes. Só que a dificuldade é que, quando se reúnem para trabalhar em um mesmo problema, muitas só conseguem atuar individualmente, então o que tende a acontecer é que cada um apresente apenas seu próprio ponto de vista.</p>
<p>“Basicamente, torna-se uma negociação à mesa sobre qual uma perspectiva vence, e aí você obtém soluções parciais, onde o melhor que você pode alcançar é o menor denominador comum entre todos os aspectos. Logo, os resultados nunca são espetaculares, mas, na melhor das hipóteses, médios”, diz ele.</p>
<p>O executivo chefe acredita que pessoas de perfil T são acima de tudo colaborativas e empáticas. São boas em ouvir as ideias dos outros e construir soluções a partir destas sugestões. Ele exemplificou, “portanto, se eu lançar uma ideia no <em>brainstorming</em>, o T-shaped não a descartará imediatamente, em preferência a dele; e sim olhará para a minha e dirá: se eu desenvolver isso aqui, melhoraremos nisso. Isso requer escuta ativa. Essa é uma forma de empatia”.</p>
<p>Assim, ao aliar conhecimentos generalistas com investigações mais profundas, este profissional traz consigo um conjunto único de competências e habilidades que lhe concede uma visão mais eficiente do processo corporativo, desenvolvendo para isso competências comportamentais, as chamadas <a href="https://setcesp.org.br/noticias/soft-skills-e-hard-skills-as-habilidades-que-o-mercado-procura/" target="_blank" rel="noopener"><em>soft skills</em></a>.</p>
<p>As <em>soft skills</em> são habilidades ligadas à inteligência emocional. Para detalhar melhor, elas incluem:</p>
<p><strong>&#8211; a capacidade de liderar</strong>: demonstrando que se está disposto a abraçar responsabilidades e criar relacionamentos;</p>
<p><strong>&#8211; a empatia</strong>: com a busca em melhorar os relacionamentos interpessoais e a colaboração;</p>
<p><strong>&#8211; o pensamento analítico</strong>: um senso crítico que combina uma visão generalista do todo;</p>
<p><strong>&#8211; a capacidade de comunicação</strong>: tanto com pessoas do seu time quanto com profissionais de diferentes áreas de atuação; e</p>
<p><strong>&#8211; a flexibilidade</strong>: facilidade para se adaptar e inovar em suas escolhas.</p>
<p>Inclusive, vale mencionar que, com esta interação positiva, o profissional T-shaped tem uma maior facilidade para orientar colegas do time, melhorando aspectos do trabalho em equipe e ajudando a fortalecer o capital humano e o clima organizacional.</p>
<p>Trazendo isso para o panorama do transporte, ele é o colaborador chave que consegue lidar tanto com administrativo, quanto o operacional – com quem emite o CT-e e quem recolhe a assinatura na nota do cliente. Transita nas duas áreas da empresa e consegue deixar os processos mais fluídos.</p>
<p>É assim que o mercado de trabalho se renova. Basta olhar para o passado e pensar que as competências exigidas há apenas uma década já mudaram significativamente. Mesmo porque a evolução das tecnologias exigiu isso.</p>
<p>Agora, para o profissional ser completo, mais do que ser um expert em algum aspecto, ele precisa ter uma amplitude que permita encontrar soluções com base na multidisciplinaridade, usar as <em>soft skills</em> a seu favor, sem deixar o ego falar mais alto.</p></div>
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		<title>Descubra se sua empresa tem direito a créditos fiscais e como fazer para recebê-los</title>
		<link>https://setcesp.org.br/blog-setcesp/descubra-se-sua-empresa-tem-direito-a-creditos-fiscais-e-como-fazer-para-recebe-los/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Aug 2024 12:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 78]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[créditos fiscais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Associados ao SETCESP têm decisão favorável para exclusão do ICMS do cálculo do PIS e COFINS a partir de 1999</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Associados ao SETCESP têm decisão favorável para exclusão do ICMS do cálculo do PIS e COFINS a partir de 1999</em></p>
<p>Em abril de 2004, o SETCESP ingressou com uma ação coletiva requerendo a exclusão do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) e do ISS (Imposto Sobre Serviços) da base de cálculo do PIS (Programa de Integração Social) e da COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social).</p>
<p>Houve, em 2018, uma decisão favorável, e assim as empresas, a partir daquele ano, já puderam excluir os valores dos tributos no cálculo do ICMS. “Contudo, estávamos aguardando o trânsito em julgado final e a deliberação saiu agora, em fevereiro de 2024”, explica Caroline Duarte, coordenadora jurídica do SETCESP.</p>
<p>Com a nova decisão estabeleceu-se em juízo o <strong>período de apuração destes créditos para o aproveitamento das empresas</strong>, que será de <strong>até cinco anos retroativos a data da ação que foi em 2004</strong>. “Então, estes créditos começam a contar de abril de 1999 até agora”, afirma Caroline.</p>
<p>Deste modo, as empresas que já vem fazendo a exclusão desde 2018, data da primeira sentença favorável, poderão fazer o aproveitamento retroativo. De abril de 1999 até o mês anterior de quando começou a realizar o cálculo excluindo o PIS e COFINS.</p>
<h3>Quem tem direito aos créditos?</h3>
<p>“<strong>Isso vale para as empresas associadas até março de 2004</strong>”, aponta Adauto Bentivegna Filho, assessor jurídico do SETCESP. Ele lembra que, por isso, é importante que a transportadora associada tenha a declaração da entidade referente à sua associação no período da ação, por ser uma pré-condição para aproveitar este benefício.</p>
<p>“Empresas associadas até essa data constam na listagem do processo. <strong>Já as empresas associadas posteriormente, </strong><strong>por enquanto, não têm direito a este aproveitamento”</strong>, reforça por sua vez Duarte.</p>
<h3>Decisão quanto a solicitação do ISS</h3>
<p>A ação movida pelo SETCESP foi atendida em parte, porque ela pede a exclusão tanto do ICMS quanto do ISS, porque muitas transportadoras fazem o transporte municipal — e nestes casos há a incidência do ISS. Entretanto, o retorno favorável à ação só abrangeu, até o momento, o ICMS.</p>
<p>“Continuamos aguardando outra decisão da mesma tese levantada: de que esse valor de ISS não poderia influenciar como base de cálculo para o PIS e COFINS, mas o juízo não se manifestou ainda”, fala a coordenadora.</p>
<h3>Ressarcimento</h3>
<p>“A nossa maior vantagem foi com relação ao período de aproveitamento para a apuração dos créditos, por que para grande parte das empresas que ingressaram com ações individuais, a relatora do processo limitou o ressarcimento somente relativo aos últimos 5 anos”, diz Caroline.</p>
<p>O Plenário também definiu sobre qual ICMS deve ser feita a devolução. “Os ministros entenderam que o cálculo deve ser feito a partir do valor destacado na nota fiscal. E o imposto cobrado a mais será ressarcido pelo governo federal em forma de compensação ou restituição do pagamento da contribuição, incluindo a correção pela Taxa Selic”, conta o assessor.</p>
<p>O ressarcimento, na forma de compensação, é bastante considerável para o lucro das empresas e representa um fôlego no caixa nos próximos anos.</p>
<p>Para a empresa usufruir deste benefício será necessário realizar procedimentos de habilitação para a homologação do crédito junto à Receita Federal do Brasil.</p>
<p>“Deve-se solicitar um requerimento pelo site no sistema PER/DCOMP (Pedido Eletrônico de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e Declaração de Compensação), a abertura do processo é feita presencialmente e envolverá outros processos administrativos”, indica Caroline.</p>
<p><strong>Fique por dentro!</strong></p>
<p>Quer saber se sua empresa pode ser beneficiada nesta ação e obter outras orientações para solicitar essa exclusão dos seus cálculos? Fale com o departamento Jurídico do SETCESP pelo e-mail: juridico@setcesp.org.br ou WhatsApp: (11) 2632-1005.</p>
<p><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/orientacao-tributaria/restituicao-ressarcimento-reembolso-e-compensacao/perdcomp" target="_blank" rel="noopener">Clique e solicite o requerimento para o ressarcimento pelo site da Receita.</a></p></div>
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		<title>&#8216;Empresas que estão ganhando dinheiro, investindo e bem estruturadas são as que cobram certo&#8217;</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/empresas-que-estao-ganhando-dinheiro-investindo-e-bem-estruturadas-sao-as-que-cobram-certo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 11:56:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 78]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Rebuzzi]]></category>
		<category><![CDATA[NTC e Logística]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eduardo Rebuzzi assumiu em 2024 a presidência da NTC&#038;Logística, para uma gestão de quatro anos.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Eduardo Rebuzzi assumiu em 2024 a presidência da NTC&amp;Logística, para uma gestão de quatro anos. Em entrevista, falou o que pensa sobre o aumento da adição do biodiesel ao diesel, da reforma tributária e outros temas que a entidade tenta articular junto ao poder público</em></p>
<p><strong>Conte-nos como foi seu início no transporte rodoviário de cargas e nas entidades de classe do setor? </strong></p>
<p>Meu pai era sócio da Transportadora Coral S.A., que na época era a maior empresa de transporte da América Latina. Passados os anos, houve uma ruptura na sociedade da Coral, e em 1981, com meu pai e irmãos, fundei a Transasa. Em 1986, ingressei na diretoria do Sindicarga (Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas e Logística do Rio de Janeiro) e assumi a presidência da entidade em 1993. Lá defendi a criação da Federação de Transporte Rodoviário de Cargas do Estado do Rio de Janeiro, a Fetranscarga, que foi criada em 2002.</p>
<p>Fui vice-presidente da NTC&amp;Logística, na gestão de Francisco Pelucio, até ser indicado para presidente da entidade.  Hoje presido, além da NTC&amp;Logística, a Fetranscarga, o Conselho Regional do Estado do Rio de Janeiro do SEST SENAT e a Seção de Cargas da CNT (Confederação Nacional de Transporte). Essas atividades se complementam.</p>
<p>Sempre tive um viés de representação política empresarial. Viver as empresas me despertou esse lado de relacionamento e de defesa das causas do transporte rodoviário de cargas.  Eu não só defendo as causas do transporte, mas como cidadão, participo do Conselho da Cidade no Rio de Janeiro e, como torcedor vascaíno, faço parte do Grande Conselho de Beneméritos do Vasco.</p>
<p><strong>Quais são as principais agendas da entidade para esse novo ciclo?</strong></p>
<p>Se você é prefeito ou governador, é muito difícil que você inicie o seu mandato e consiga entregar numa única gestão coisas grandiosas. O extraordinário leva tempo e são processos que ocorrem ao longo dos anos.</p>
<p>Todas as conquistas realizadas pela NTC começaram lá atrás. O que quero dizer é que valorizo o trabalho de todas as diretorias ao longo destes 60 anos.</p>
<p>Quero, daqui em diante, estruturar muito bem a NTC. Temos as Câmaras Técnicas que precisam ser incentivadas e assim contribuir com o desenvolvimento e a melhoria do setor nos diferentes segmentos. A COMJOVEM é uma comissão especial de formação de novos líderes, quero-os mais integrados à entidade, influenciando com pautas e vendo no que a gente pode melhorar.</p>
<p><strong>Como tem sido a articulação das propostas de interesse do TRC junto ao atual governo? Têm sido bem recebidas ou enfrentado alguns entraves?</strong></p>
<p>Temos uma atuação em São Paulo que é o eixo econômico brasileiro, onde estão as Câmaras Técnicas, mas a nossa sede é em Brasília, onde estamos próximos do poder executivo, legislativo, judiciário, da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT), do Ministério dos Transportes e do Ministério de Portos e Aeroportos.</p>
<p>O que é tratado aqui em São Paulo, a gente leva para lá. E, temos como pauta a reforma tributária, a desoneração da folha de pagamento, tem a modulação da Lei nº13.103 que trata do tempo de direção do motorista profissional e a situação da Lei do Seguro, porque tem gente propondo mudanças no que já foi sacramentado.</p>
<p>Tudo aquilo que apresentamos de temas republicanos, corretos, que defendam o setor de forma ética, a gente tem uma boa recepção. Independente se o governo é de centro, direita ou esquerda, tem parlamentares que entendem e procuram colaborar mais. Posso afirmar que mantemos um bom relacionamento com todos.</p></div>
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				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="750" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/REBUZZI17042024-2.jpg" alt="" title="REBUZZI17042024-2" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/REBUZZI17042024-2.jpg 600w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/REBUZZI17042024-2-480x600.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 600px, 100vw" class="wp-image-204624849" /></span>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>A Reforma Tributária, no modelo que está sendo proposto pelo governo, atende às necessidades das empresas do setor? O que o senhor considera importante, que deveria ser incluído?</strong></p>
<p>O Brasil tem um sistema complexo de arrecadação, com sobreposição de tributos. Assusta o investidor e as empresas. A reforma tributária é necessária, mas antes dela deveríamos ter tido uma reforma administrativa. Tem segmentos na sociedade que são privilegiados e que têm ganhos absurdos.</p>
<p>Ainda não está 100% claro o que acontecerá, agora entraremos de fato na fase de regulamentação. Veremos como será, mas estamos preocupados, inclusive, porque a própria desoneração da folha, que está com data prevista para encerrar em 2027, estão querendo antecipar.</p>
<p><strong>O que o senhor pensa a respeito de uma possível Reforma Sindical? Na sua opinião, o que poderia mudar?</strong></p>
<p>Com a última reforma trabalhista, se modificou a base sindical das Convenções Coletivas de Trabalho, e isso fez com que os sindicatos profissionais e também empresariais tivessem uma perda de arrecadação muito grande.</p>
<p>Acho que é um assunto que deveria ser mais debatido, pois há um custo para manter as entidades, e essas instituições precisam existir para defender os interesses do setor. Quando você tira a contribuição e continua usufruindo daquilo que a entidade está fazendo para todo mundo, isso vira uma injustiça.</p>
<p>Por isso, uma reforma sindical é fundamental. É justo haver uma contribuição, ou então, que ao menos seja modificado todo sistema de representação para proporcionar a autossuficiência dos sindicatos.</p>
<p><strong>O Prêmio de Sustentabilidade do SETCESP está completando 10 anos. Além do reconhecimento, que outras medidas poderiam servir de incentivo ao transportador para o uso de combustíveis de fontes renováveis? </strong></p>
<p>A premiação do SETCESP é uma bela iniciativa por reconhecer o melhor que as empresas fazem por conta própria. Agora, como você convence uma empresa a mudar sua frota a diesel para elétrica ou o gás? Para a empresa, sozinha, mudar é difícil, essa tem que ser uma decisão em cadeia. Os veículos elétricos ou a gás são muito mais caros. Não posso vender um veículo a diesel e comprar um elétrico e continuar cobrando o mesmo preço pelo frete. Tem que haver mudança estrutural. A sustentabilidade tem que ser pensada de forma macro onde o transporte de cargas faz parte desta cadeia, mas não é o único agente.</p>
<p>Não adianta para o nosso País querer ser exemplo em sustentabilidade e não ter saneamento básico. Parece um pouco de hipocrisia. Lógico que tem que haver uma preocupação em estar no G20 e em obedecer ao Acordo de Paris, mas não pode esquecer que o básico é básico.</p>
<p><strong>Regularmente, a NTC aponta os índices de inflação do setor com as margens de defasagem do frete. Do seu ponto de vista, por que as empresas não conseguem repassar os reajustes e cobrar adequadamente pelo seu serviço de transporte?</strong></p>
<p>As empresas que estão ganhando dinheiro, investindo e bem estruturadas são as que cobram certo. Nosso mercado é altamente competitivo. Agora, com a revalidação ordinária da ANTT constatamos que 30% das empresas sumiram do mapa. O que a NTC faz é dar a orientação, mas cada empresa tem que saber sobre seu custo efetivo. Basicamente, você tem que cobrar pelos seus custos e ter margens para melhorar o seu trabalho. Se não cobrar pelo frete valor, volume, gerenciamento de risco, uma hora a transportadora fecha e gera, de quebra, um monte de passivo.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_4">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="650" height="433" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/REBUZZI17042024-69.jpg" alt="palestras corporativas" title="REBUZZI17042024-69" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/REBUZZI17042024-69.jpg 650w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/REBUZZI17042024-69-480x320.jpg 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 650px, 100vw" class="wp-image-204624850" /></span>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Os índices de roubo de cargas também são acompanhados e divulgados pela Associação, e refletem, ano a ano, um grande prejuízo para toda a sociedade. Como a NTC trabalha para fortalecer o combate ao roubo de cargas? </strong></p>
<p>O combate tem que ser em cima do receptador. Muita gente só associa a venda de produtos roubados com a venda em banca de camelôs, mas não é só isso. Combustível, remédios, insumos industriais como alumínio são roubados e não são vendidos por camelôs.</p>
<p>Quero fazer uma reunião com todos os sindicatos do Brasil que têm assessoria de segurança ativa para discutir operações e legislação. A NTC ajudará cobrando os poderes executivos, legislativos e também com a parte de desenvolvimento e tecnologia. Podemos até trazer fornecedores para discutir como podemos melhorar as condições de segurança no transporte para as empresas.</p>
<p><strong>O que achou do aumento da mistura do biodiesel no diesel, que passou de 12% para 14%? Lembrando que a intenção do governo é de chegar em 15% até 2025.</strong></p>
<p>Nós não somos contra a adição de biodiesel ao diesel. Só que isso tem que ser feito cuidadosamente e com embasamento técnico. Do jeito que está hoje, está prejudicando os motores e prejudicará cada vez mais. A CNT fez um estudo que demonstra claramente que estão ocorrendo panes mecânicas nos veículos de passageiros e de carga por conta do aumento da mistura.</p>
<p>Esse estudo da CNT é técnico e comprova o malefício que vem provocando e isso atinge até os geradores de hospitais. O resultado do estudo aponta que esse aumento, obrigatório, encarece o custo, não diminui a poluição e cria riscos.</p>
<p><strong>Olhando para o futuro, qual recado o senhor gostaria de deixar para o empresário do setor de transporte rodoviário de cargas? </strong></p>
<p>Primeiro, quero que tenham a consciência de que o nosso setor é estratégico. A economia e a sociedade não podem funcionar e viver sem a atuação do transporte rodoviário de cargas. Então, isso tem que ser valorizado sempre.</p>
<p>Outra coisa que temos como desafio é o custo, precisamos saber cobrar para continuar investindo na nossa empresa e valorizar as nossas entidades para apoio e desenvolvimento do setor. Quando for discutir frete com seu cliente, entre com o peito estufado e de cabeça erguida. Não fique achando que você é menor que o seu cliente, porque o seu cliente, sem você, não trabalha.</p></div>
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		<title>Encontre as melhores palestras para sua empresa</title>
		<link>https://setcesp.org.br/blog-setcesp/encontre-as-melhores-palestras-para-sua-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 12:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 78]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[palestras]]></category>
		<category><![CDATA[palestras corporativas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204624834</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vem que tem! Seja para a SIPAT, uma campanha especial ou para uma data temática, o SETCESP oferece o conteúdo certo para o seu evento</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Vem que tem! Seja para a SIPAT, uma campanha especial ou para uma data temática, o SETCESP oferece o conteúdo certo para o seu evento</em></p>
<p>Sua empresa merece realizar uma boa SIPAT, fazer aquela campanha que realmente mobilize as pessoas e ter um momento motivacional que traga um gás para a equipe e ainda de quebra, deixe um grande aprendizado. Para isso, você já pode contar com o serviço de <a href="https://api.setcesp.org.br/palestras" target="_blank" rel="noopener">Palestras do SETCESP</a>.</p>
<p>Este novo serviço viabiliza a contratação avulsa de palestras que aumentam o conhecimento e engajamento do time. Geralmente, este conteúdo é bastante solicitado pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6514.htm" target="_blank" rel="noopener">CIPA+A (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio)</a>, que tem por responsabilidade realizar a SIPAT (Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho).</p>
<p>Também os departamentos de RH ou de Gestão de Pessoas têm a necessidade de despertar o interesse dos profissionais para temas considerados sensíveis, como saúde mental, inteligência emocional e comunicação não violenta. Ou mesmo para campanhas, do tipo Setembro Amarelo (de prevenção ao suicídio).</p>
<p>Além disso, para datas comemorativas pontuais, na própria corporação ou em eventos como workshops e feiras, as palestras são ótimas opções para disseminar informações sobre como se prevenir doenças e acidentes no ambiente de trabalho, legislação e segurança no trânsito.</p>
<p>“Sentimos a necessidade de oferecer mais este serviço porque as transportadoras, que já conhecem a qualidade de nossos cursos, tinham a necessidade pelo formato de palestra, que é focado em um único tema”, explica Regiane Amaral, coordenadora de treinamentos do SETCESP.</p>
<p>Regiane diz ainda que a partir de agora, as empresas terão uma alternativa de qualificação a mais que os cursos, de um jeito mais curto, dinâmico e que mesmo assim, causa um impacto e chama atenção dos colaboradores.</p>
<p>“Um curso pode ter a carga horária de 8h, neles são tratados diversos assuntos dentro da mesma temática, já a palestra é específica, aborda uma questão em especial e tem previsão de duração de 1h30”, comenta.</p>
<p>“Oferecemos palestras com profissionais que nós já conhecemos e que entendem do setor. As palestras podem ser feitas no modelo presencial e também no on-line. É um serviço bastante personalizado capaz de orientar os profissionais para assuntos diretamente relacionados ao seu dia a dia”, destaca a coordenadora.</p>
<p>São aproximadamente 50 palestras diferentes que constam no catálogo do SETCESP, como: ‘Liderança de alta performance’, ‘Atribuições da GR e Equipamentos de Rastreamento’, ‘Atendimento persuasivo para engajar clientes’, entre outras. Um leque de bem diversificado, classificados em 10 temas diferentes que podem ser contratadas.</p>
<p>Orçamento</p>
<p>As empresas podem solicitar o orçamento pelo site. Logo na home aparece o botão ‘Palestras’ e o interessado confere por lá todos os títulos disponíveis. Diferente dos cursos, não há um valor já estabelecido, porque a política de preços considera as variáveis como o formato da palestra, se é: on-line, presencial na empresa ou em um local fora da organização, a duração, entre outras informações que servem para a equipe dimensionar a proposta comercial.</p>
<p>Mais uma coisa é certa para quem é associado, um desconto de 30% já está garantido sobre o valor total.</p>
<h3>Escolha entre um dos temas abaixo a sua palestra:</h3>
<ul>
<li>Administrativo</li>
<li>Comercial</li>
<li>Comunicação</li>
<li>Financeiro</li>
<li>Gestão de Pessoas</li>
<li>Jurídico</li>
<li>Legislação</li>
<li>Liderança</li>
<li>Logística</li>
<li>Operacional</li>
<li>Qualidade</li>
<li>Saúde mental</li>
<li>Tecnologia da Informação</li>
</ul>
<p>Para mais informação, entre em contato pelo e-mail palestra@setcesp.org.br ou WhatsApp (11) 2632-1068 .</p></div>
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		<title>Atenção às obrigações no pagamento do frete: Piso Mínimo e o CIOT</title>
		<link>https://setcesp.org.br/blog-setcesp/atencao-as-obrigacoes-no-pagamento-do-frete-piso-minimo-e-o-ciot/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 13:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 78]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[CIOT para todos]]></category>
		<category><![CDATA[piso mínimo do frete]]></category>
		<category><![CDATA[Pisos Mínimos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O descumprimento das normas pode gerar multas pela ANTT</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>O descumprimento das normas pode gerar multas pela ANTT</em></p>
<p>Não é só pagar. O pagamento pelo serviço de transporte envolve muitos aspectos, como a obrigatoriedade de algumas normas estabelecidas pela <a href="https://www.gov.br/antt/pt-br" target="_blank" rel="noopener">Agência Nacional de Transporte Terrestre – ANTT</a>, que regulamenta a atividade no país.</p>
<p>O valor a ser pago por um serviço de transporte deve, por exemplo, seguir a Política Nacional do Piso Mínimo de Frete, pelo menos se tratando do transporte de carga lotação.</p>
<p>“Há uma Lei de 2018 que obriga que o valor de pagamento pelo frete siga o critério estabelecido na tabela do Piso Mínimo, e seja calculado considerando a distância, o peso e a quantidade de eixos do veículo”, conta o assessor jurídico do SETCESP, Adauto Bentivegna Filho.</p>
<p>Ele informa que, além da ANTT aplicar a multa pelo descumprimento do Piso Mínimo de Frete, o não pagamento do valor devido dá o direito ao transportador, que recebeu abaixo do piso, a uma indenização que equivale ao dobro da diferença do que deveria ser pago.</p>
<h4><strong>Se contratou ou subcontratou serviço de transporte, tem que emitir CIOT!</strong></h4>
<p>O <a href="https://setcesp.org.br/eventos-setcesp/contratou-ou-subcontratou-servico-de-transporte-tem-que-emitir-ciot/" target="_blank" rel="noopener">Código de Identificador da Operação de Transporte (CIOT)</a> foi estabelecido em abril de 2011, surgiu como parte do programa Pró-Caminhoneiro do Governo Federal. Na época, foi visto como uma maneira de formalizar o pagamento de frete aos caminhoneiros autônomos.</p>
<p>O CIOT é exigido do embarcador e das transportadoras que subcontratam o motorista autônomo ou outra transportadora, que tem, no máximo, três caminhões cadastrados na ANTT. Isso independente da origem e destino e do tipo de carga.</p>
<p>“É uma forma da ANTT controlar o pagamento de frete e o pagamento do vale pedágio”, explica o assessor. A não emissão do CIOT, gera multa no valor de R$ 5 mil para os embarcadores e transportadores que fazem estas contratações.</p>
<p>Para esclarecer todos os detalhes com relação ao CIOT e o Piso Mínimo de Frete, Adauto ministra um treinamento no SETCESP, aliás um dos cursos mais procurados na instituição.</p>
<p>A aula apresenta como fica a aplicação do piso mínimo de frete quando há subcontratação pela transportadora e se a regra vale para veículos de pequeno porte como utilitários ou VUCs.</p>
<p>Outro ponto que o curso mostra é como considerar a tabela de frete mínimo para a contratação de um autônomo que faça mais de uma entrega (vários destinatários) e se é permitido emitir CIOT sem o documento fiscal.</p>
<p>Adauto, além de assessor jurídico, é especialista em Direito Tributário, mestre e doutor em Ciência Jurídica pela Universidade Autônoma de Lisboa Luís de Camões. Também é professor universitário e autor do livro ‘Barreiras Fiscais Estaduais: um entrave logístico’.</p>
<p>É um conhecimento para esclarecer de vez assuntos ligados ao pagamento do frete, e não deixar sua transportadora correr o risco de ser penalizada por multas aplicadas pela Agência. <strong>Empresas associadas têm descontos exclusivos</strong>. Vale a pena conferir!</p>
<p>Para mais informações, fale com a Regiane Amaral, pelo WhatsApp (11) 98090-5991 ou treinamento@setcesp.org.br .</p>
<p><a href="https://api.setcesp.org.br/cursos" target="_blank" rel="noopener">Acesse e matricule-se direto pelo site.</a></p>
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		<title>Baixe a edição 78 da Revista SETCESP</title>
		<link>https://setcesp.org.br/revista-setcesp/baixe-a-edicao-78-da-revista-setcesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2024 11:55:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 78]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
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				<a class="et_pb_button et_pb_button_0 et_pb_bg_layout_light" href="https://api.setcesp.org.br/uploads/revistas/revista-negociacoes-concluidas_2024-06-01.pdf" target="_blank">Clique e faça o download</a>
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		<title>Saiba como fazer um networking transformador</title>
		<link>https://setcesp.org.br/blog-setcesp/saiba-como-fazer-um-networking-transformador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2024 12:21:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 78]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[3º Encontro do Vez & Voz]]></category>
		<category><![CDATA[networking]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio vez e voz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra as estratégias para crescer profissionalmente</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Descubra as estratégias para crescer profissionalmente</em></p>
<p>Uma boa rede de contatos possui poder para abrir portas e impulsionar novos negócios. Só que para transformar uma simples conversa em um verdadeiro networking é preciso mais do que distribuir cartões, é necessário criar bons relacionamentos.</p>
<p>Mostrando como aumentar e manter uma rede de contatos para se projetar profissionalmente, Cecilia Seabra, jornalista, mentora e dona de um <a href="https://www.linkedin.com/in/cec%C3%ADliaseabra/?originalSubdomain=br" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn Top Voice</a>, comandou um workshop só para mulheres, realizado no SETCESP, como parte da programação do <a href="https://setcesp.org.br/noticias/3o-encontro-do-vez-voz-oferece-ao-publico-uma-dose-extra-de-coragem/" target="_blank" rel="noopener">3º Encontro do Vez &amp; Voz</a>.</p>
<p>“Para a mulher não é tão fácil fazer networking, tem alguns desafios a mais como, por exemplo, o medo de julgamentos, esse fator por si só nos faz deixar de aproveitar algumas oportunidades. Nossa intenção aqui é incentivá-las e capacitá-las para a ascensão profissional”, comentou Ana Jarrouge, idealizadora do <a href="https://www.vezevoz.org/" target="_blank" rel="noopener">Vez &amp; Voz</a> e presidente executiva do SETCESP.</p>
<p>Cecilia falou quais são as habilidades essenciais para o networking e como as potencializar. “É importante ter clareza sobre o seu ponto de partida para chegar ao objetivo, assim acrescentamos a parte ‘estratégica’ ao networking”.</p>
<p>Também convidou as participantes a trabalharem sua atual rede de contatos. “Pensem em quais conexões vocês têm e quais podem servir de ponte para levar a quem vocês querem ter contato”.</p>
<p>A especialista revelou que, mesmo não achando o LinkedIn uma rede tão interessante quanto o Instagram, ela ainda é a ferramenta que melhor funciona para o networking. E para aproveitá-la ao máximo, recomendou manter o perfil atualizado e uma interação ativa, seja por meio de comentários, curtidas ou compartilhamentos.</p>
<p>Escrever artigos, fazer postagens informativas e trocar ideias sobre as tendências do setor de transporte também é uma iniciativa eficaz, e não só demonstra conhecimento e experiência, mas também posiciona a profissional como uma líder de pensamento.</p>
<p>“Falar sobre o networking é falar sobre comunicação, e falar sobre comunicação é falar sobre as pessoas. Não é o que digo, é o que a pessoa entende”, compartilhou explicando também que “engana-se quem acha que nos comunicamos só por palavras. Tudo em nós comunica. O que digo ou não, consegue criar referências na vida das pessoas”.</p>
<h3>Relação ganha-ganha</h3>
<p>Outra questão que deve ser trabalhada é o princípio da reciprocidade. Desta forma, o networking não pode ser só apenas falar sobre trabalho, indica Cecília, mas sim uma conexão na qual se cria uma via de mão de dupla.</p>
<p>“Importante saber o que as pessoas fazem e gostam e deixar que elas saibam o que você faz e gosta, isso deixa tudo mais interessante, gera fluidez e traz ganhos mútuos”.</p>
<p>Segundo a jornalista, outro ponto para realmente ter sucesso na construção de sua rede de contatos é não perder a medida. Ou seja, manter o equilíbrio de não ser excessivamente o foco das atenções para não se tornar arrogante, assim como não estar no extremo oposto, e ser tímido demais para sair da sua posição e ir até as pessoas.</p>
<p>Ainda explicou que o nosso posicionamento é a base para construirmos credibilidade nas pessoas com quem nos relacionamos. Essa confiança é produto, dentre outras coisas, de:</p>
<ul>
<li>Quem somos (nossa identidade);</li>
<li>Como projetamos nossas características e como elas são percebidas (imagem);</li>
<li>O que falam sobre nós (reputação).</li>
</ul>
<p>“Mantenha bons relacionamentos; o estagiário de hoje, será o CEO de amanhã. Se tem um aprendizado importante com o qual vocês devem sair daqui, é a clareza de onde querem chegar, para que direção precisam ir e onde empenhar os seus esforços. Veja e seja vista”, aconselhou por fim.</p>
<p><strong>Fica a dica!</strong></p>
<h4>5 passos fundamentais para construir pontes que contribuem no networking:</h4>
<p>1 &#8211; Comemore conjuntamente as conquistas.</p>
<p>2 &#8211; Seja proativa.</p>
<p>3 &#8211; Vá a eventos e promova encontros.</p>
<p>4 &#8211; Tenha uma opinião formada para se posicionar.</p>
<p>5 &#8211; Esteja aberta a colaborar com iniciativas de outras pessoas.</p>
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