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	<title>Arquivos Edição 74 &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Edição 74 &#8211; SETCESP</title>
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	<item>
		<title>Gestão de Frota: locação de caminhões é uma opção?</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/gestao-de-frota-locacao-de-caminhoes-e-uma-opcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 12:55:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 74]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[veículos de aluguel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O caminhão é considerado o segundo ativo mais importante na prestação de serviço de transporte, atrás apenas do motorista</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/gestao-de-frota-locacao-de-caminhoes-e-uma-opcao/">Gestão de Frota: locação de caminhões é uma opção?</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;">Por Raquel Serini</p>
<p>Depois de passado o período crítico da pandemia, devido a retomada das atividades econômicas, houve grande dificuldade de encontrar veículos disponíveis no mercado. Esta situação, fez com que os empresários buscassem alternativas para suprir as demandas da operação, além de reduzir ainda mais os custos devido às incertezas econômicas.</p>
<p><strong>Nesse momento surge a dúvida: comprar ou alugar um veículo?</strong></p>
<p>Não podemos tratar de forma separada a compra versus a locação de um caminhão. Até porque, a decisão envolve a estratégia de cada transportadora. Pois há questões de ordem financeira, tributária, perfil da frota de atuação, contratos, entre outros, que precisam ser considerados.</p>
<p>Comprar traz o controle de ter toda a frota à disposição com flexibilidade para atender várias demandas, garantindo um diferencial competitivo entre os concorrentes. Contudo, essa possibilidade exige investimentos iniciais elevados e um planejamento maior.</p>
<p>Por sua vez, as locadoras de caminhões têm se mostrado uma tendência que cresce no país. Para a transportadora essa modalidade traz uma vantagem pois, mesmo não sendo dona do caminhão, ela consegue manter a previsibilidade dos custos, sem imobilizar o ativo mantendo o seu caixa preservado.</p>
<p>Mais um fato é a possibilidade de contar sempre com veículos modernos e equipados com o que há de mais atual no mercado, sem precisar desembolsar altas quantias. Nesse contexto, pode ser uma opção ágil e flexível. Vejamos alguns pontos positivos:</p>
<ol>
<li><strong> Redução de gastos:</strong> Fica mais fácil planejar as despesas tanto no médio quanto no longo prazo, além de evitar surpresas envolvendo as condições de uso dos veículos. Apesar disso, é importante sempre investir na manutenção preditiva, aquela que avalia o estado do veículo e efetuar os ajustes necessários, antes que problemas apareçam.</li>
<li><strong> Renovação da frota:</strong> Quem quer evitar investimentos grandes para renovar a frota também pode recorrer à locação como alternativa, já que as locadoras geralmente oferecem serviços de renovação programada. Desta forma, é possível ter veículos novos para desenvolver o trabalho sem precisar assumir financiamentos.</li>
<li><strong> Demandas específicas:</strong> Recebeu uma demanda específica, como o transporte de cargas especiais? A locação pode ser o melhor caminho, já que os veículos ficam disponíveis de acordo com sua necessidade. Isso representa um aumento nas oportunidades de negócios e um crescimento nas receitas.</li>
<li><strong> Garantia de disponibilidade:</strong> O caminhão quebrou? Aconteceu um acidente? Tais situações comprometem a disponibilidade de veículos, na ausência de caminhões reservas. A locação também ajuda a contornar esses problemas. Isso é de grande utilidade principalmente para empresas menores ou motoristas autônomos, que precisam de um veículo sempre à disposição para não perder dias de trabalho.</li>
<li><strong> Sazonalidade:</strong> A questão da sazonalidade também é de grande relevância. Afinal, se você tem demandas em épocas específicas, passando uma parte do ano sem trabalho, o aluguel pode ser mais interessante, pois será uma aquisição pontual. Você não ficará com capital imobilizado em épocas de baixa ou nenhuma demanda.</li>
</ol>
<p>Lorine Romunhão, diretora de operações da Roda Viva Transportes, compartilha o porquê passou a cogitar uma locação. “Há dois anos, estávamos pesquisando para adquirir uns veículos bitrem. Fizemos o levantamento dos custos, e percebemos que não tínhamos a entrada necessária para comprar um veículo novo mais o implemento”, explica.</p>
<p>Ela conta, “fizemos a locação e achamos uma alternativa excelente. Ficou dentro do fluxo de caixa da empresa, e incluí desde a manutenção do veículo, – seja em qualquer estado/ o que para nós é ótimo porque tínhamos atendimento no Acre – até o seguro da frota. Tudo isso, pagando um único boleto mensalmente em contrato de 5 anos”, compartilha Romunhão.</p>
<p>O mesmo ponto de vista também é ressaltado por Victor Tavares, sócio na VPL Tavares Transportes, “a locação tornou-se atrativa por conta do valor. Certamente, quando falamos em contratos de 36 ou 48 meses é mais vantajosa do que comprar. Além disso, não tenho um financiamento a mais para constar no Bacen [(Banco Central)]. Se tem alguma desvantagem, eu ainda não conheci”, afirma ele.</p>
<p><strong>Custo efetivo</strong></p>
<p>Diante das declarações de quem provou e aprovou, vamos avaliar em um cenário a média de mercado, para a locação dos três modelos de veículos mais utilizados no segmento, versus a compra efetiva para incorporação na frota.</p>
<p>Levando em consideração todos os custos fixos e variáveis mensais de uma frota própria, podemos observar que para o VUC (veículo urbano de carga) o custo seria reduzido em 28%, para o truck teríamos 18% de queda e para a carreta custaria 39% a menos na modalidade de locação. Isso, já considerando os gastos com combustível, para a quilometragem percorrida mensalmente e a mão de obra, ou seja, salário do motorista e encargos sociais e trabalhistas.</p>
<p>De qualquer modo, é bem provável que, em algum momento, você precise ter seu próprio caminhão, seja por exigência de um contrato, pela alta demanda ou por posicionamento da sua marca, enfim é preciso identificar quando esse momento chegar.</p>
<p>Para encerrar, o fato é que é necessário estar atento à variação de ofertas disponíveis no mercado, que auxiliem a tomada de decisão dentro das empresas para aumento da margem de lucro.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Raquel Serini é coordenadora de projetos do<a href="http://iptcsp.com.br/" target="_blank" rel="noopener"> IPTC</a>.</p></div>
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		<title>Como criar estratégias de recrutamento e seleção usando o Painel de Cargos e Salários do TRC</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/como-criar-estrategias-de-recrutamento-e-selecao-usando-o-painel-de-cargos-e-salarios-do-trc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 15:41:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 74]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Painel de Cargos e Salários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Painel de Cargos e Salários é uma ferramenta excelente para a gestão de recursos humanos, que fornece informações valiosas sobre a estrutura organizacional e os salários praticados no mercado de trabalho</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Essa matéria faz parte da 74ª Edição da revista do SETCESP:</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por Ricardo Henrique</em></p>
<p>O <a href="https://api.setcesp.org.br/restrito/login" target="_blank" rel="noopener">Painel de Cargos e Salários</a> é uma ferramenta excelente para a gestão de recursos humanos, que fornece informações valiosas sobre a estrutura organizacional e os salários praticados no mercado de trabalho. Recentemente, houve uma atualização desta ferramenta, que agora permite a análise dos dados, proporcionando uma visão ampla e detalhada referente aos anos de 2022 e 2023.</p>
<p>Entre suas funcionalidades está a identificação de tendências e a verificação de índices para o planejamento estratégico da empresa, apresentando a capacidade de avaliar ano a ano, no Estado de São Paulo, dados de admitidos e demitidos, informações sobre as áreas de trabalho, entre outros aspectos relevantes para a gestão de RH. As atualizações são feitas a partir de informações geradas pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED).</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Quando analisamos os dados disponíveis, constatamos a distribuição de funcionários por área de atuação. No setor do transporte, temos as áreas: administrativa, operacional, de serviços gerais, de manutenção, comercial, de segurança e de tecnologia. Existem outras, mas essas são as de maior destaque.</p>
<p>A área operacional representa a maior parcela, com 78,50% do total de funcionários, seguida pela administrativa com 12,89%, de serviços gerais com 3,66%, de manutenção com 1,96%, comercial com 1,72%, de segurança com 0,97% e de tecnologia com apenas 0,29%.</p>
<p>Ainda é a operacional a que mais contrata, representando cerca de 79,67% dos admitidos. Isso nos indica a necessidade de um grande contingente de profissionais para as atividades que ela abrange. Por outro lado, a área de tecnologia apresenta um baixo índice de contratação. E, essa defasagem revela um desafio no setor, pois a mesma desempenha papel importante na otimização de processos, gerenciamento de dados e tomada de decisões estratégicas.</p>
<p>Apesar de representar uma pequena parcela dos funcionários, a implementação de soluções tecnológicas, podem melhorar a eficiência operacional, reduzir custos, aumentar a segurança e proporcionar uma melhor experiência para os clientes.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Também a área de tecnologia apresenta a maior média salarial, cerca de R$3.439,60. Em contrapartida, as áreas de serviços gerais e operacional têm as menores médias salariais, com R$1.169,11 e R$1.565,76, respectivamente.</p>
<p>Já avaliando os números de contratações e demissões no transporte, percebe-se que há um fluxo maior de movimentação na área operacional. Ela apresenta mais contratações e demissões, com médias mensais de 13.192 admissões e 10.245 demissões. Essa alta rotatividade pode estar relacionada às características do setor, como a sazonalidade e as demandas flutuantes.</p>
<p>Adianto aqui, que em 2023 já estão ocorrendo mais contratações do que demissões em todas as áreas, com destaque para a operacional, de manutenção e de segurança.</p>
<p>Acredito que este aspecto positivo se deve a estratégias de sucesso para o recrutamento e seleção de pessoas, como:</p>
<p>&#8211;  Utilização de plataformas de recrutamento especializadas;</p>
<p>&#8211; Parcerias com instituições de formação, que são importantes para acessar alunos e ex-alunos qualificados;</p>
<p>&#8211;  Uso das redes sociais e grupos profissionais para anunciar as vagas em aberto;</p>
<p>&#8211;  Avaliação cuidadosa do perfil de candidatos, priorizando as qualificações específicas do setor, como experiência em condução, conhecimento legislativo e familiaridade com sistemas de rastreamento; e</p>
<p>&#8211;  Investimento no desenvolvimento interno dos funcionários, assim os profissionais se tornam cada vez mais qualificados para as demandas da empresa.</p>
<p>Como é possível constatar por meio destas observações, a atualização do <a href="https://setcesp.org.br/imprensa/painel-de-cargos-e-salarios-contribui-com-o-transporte-de-cargas/" target="_blank" rel="noopener">Painel de Cargos e Salários</a> proporciona informações valiosas sobre a distribuição de funcionários e salários. Reitero a defasagem que há de profissionais de tecnologia e a necessidade atraí-los, considerando o papel estratégico que a área desempenha para otimização do setor.</p>
<p>Assim, adotar planos eficientes de recrutamento e seleção é fundamental para suprir essa demanda e promover o desenvolvimento do transporte rodoviário de cargas.</p>
<p><em>*Ricardo Henrique é analista de dados do IPTC.</em></p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Essa matéria faz parte da 74ª Edição da revista do SETCESP:</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como a imagem pessoal contribui com a profissional?</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/como-a-imagem-pessoal-contribui-com-a-profissional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 13:33:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 74]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204613409</guid>

					<description><![CDATA[<p>Confira dicas e informações para minimizar os erros na hora de se comunicar</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_2 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Confira dicas e informações para minimizar os erros na hora de se comunicar</em></p>
<p>O jornalista Rodrigo Bernardino, que é o CEO do <a href="https://www.mostradeideias.com.br/" target="_blank" rel="noopener">GMI (Grupo Mostra de Ideias)</a>, empresa signatária do Vez &amp; Voz, foi quem conduziu o encontro da <a href="https://setcesp.org.br/vez-e-voz/" target="_blank" rel="noopener">Comissão do Movimento</a>, que aconteceu na manhã do dia 06 de junho.</p>
<p>Os participantes se reuniram online para um bate-papo sobre posicionamento, reputação, aparência entre outras coisas, que podem impactar na imagem que se desejam refletir.</p>
<p>Na conversa que se seguiu, o especialista disse ser pouco recomendável desassociar o lado pessoal do profissional, já que ambos estão interconectados. “Criar um personagem diferente daquilo que você é, pode tornar suas relações bem ruins&#8221;, alertou Bernardino.</p>
<p>O CEO apontou que o melhor caminho para se aproximar das pessoas e passar uma ‘boa imagem’ é reconhecer os aspectos em comum. “Temos que humanizar não só a rede social, mas a nossa relação de trabalho e principalmente, manter uma imagem genuína. Nós temos muito mais aspectos que nos conectam, do que nos afastam”, disse ele avaliando também que a imagem é mais do que a forma como nos vestimos, ela está inserida em nosso comportamento.</p>
<p>Para Bernardino, as mulheres do transporte de cargas desempenham um papel essencial no setor e podem usar de forma eficaz a comunicação para aumentar a credibilidade de seu trabalho.</p>
<p>Estudos mostram que a liderança é responsável por até 50% da reputação corporativa, capaz de impactar diretamente a confiança dos como investidores, clientes, funcionários e parceiros comerciais. Pesquisas indicam que até 80% dos consumidores levam em consideração a reputação corporativa, antes de comprar um produto ou contratar um serviço.</p>
<p>“Uma colocação áspera de alguém da alta gestão pode afetar as relações políticas, com os investidores e os acionistas ”, avaliou Ana Jarrouge, idealizadora do movimento e presidente executiva do SETCESP, concordando com os dados apresentados.</p>
<p>“Por mais que tenhamos um conceito pessoal já construído sobre alguém, pelo fato de trabalharmos em uma organização, pode ser que no dia seguinte a gente tenha que participar de um almoço ou reunião com quem criticamos”, lembrou Camila Florencio, coordenadora da comissão, chamando a atenção para o cuidado de não expor certas opiniões nas redes.</p>
<p>Falando das mídias sociais, o especialista afirma que elas ajudam a manter uma conexão com as pessoas, entretanto precisam de um bom gerenciamento e de serem utilizadas com equilíbrio, evitando posicionamentos pesados e a militância ferrenha.</p>
<p>Nisso é preciso observar alguns pontos como:</p>
<ul>
<li>manter o profissionalismo;</li>
<li>a consistência da forma como você se apresenta;</li>
<li>identificar os seus pontos fortes e de interesses para a construção de <em>branding</em> pessoal;</li>
<li>interagir em outras postagens para aumentar também o seu engajamento; e</li>
<li>monitorar constantemente a sua reputação e o que dizem sobre você.</li>
</ul>
<p>Outro ponto observado pelas participantes Melina Schio e Rafaela Cozar, respectivamente psicóloga e vice-presidente do SINDICAMP, foi o engajamento nas redes sociais, que podem elevar o alcance de determinados assuntos.</p>
<p>Cozar sugeriu que as participantes salvem, curtam e compartilhem postagens que apoiem outras mulheres. Schio, por sua vez, destacou que isso faz parte do sentimento de sororidade e ajuda a fortalecer movimentos de equidade de gênero.</p>
<p>Por fim, Rodrigo deu dicas e sugestões de como ter uma voz ativa nas redes sociais e assumir o protagonismo estabelecendo redes de apoio. “Uma coisa interessante é que quando você está nas redes sociais, as pessoas não estão apenas te observando. Elas veem também a possibilidade de se inspirarem em você. Então, a sua responsabilidade aumenta”, avisou.</p>
<p><strong>Fica a Dica!</strong></p>
<h3><strong>7 atitudes que podem beneficiar mutuamente sua imagem pessoal e profissional</strong></h3>
<p>1 <strong>Autenticidade</strong>: mantenha uma imagem coerente e genuína em todos os contextos, isso ajudará as pessoas a confiarem em você.</p>
<p>2 <strong>Comunicação eficaz</strong>: ouça atentamente, se expresse com confiança e tenha uma postura respeitosa.</p>
<p>3 <strong>Cuidado com a aparência</strong>: vista-se de acordo com o ambiente profissional em que você está inserido e demonstre cuidado com a sua apresentação pessoal.</p>
<p>4 <strong>Equilíbrio</strong>: estar bem emocionalmente e cuidar de si mesmo, pode ter um impacto positivo em seu desempenho profissional.</p>
<p>5 <strong>Desenvolvimento contínuo</strong>: busque oportunidades de aprendizado, aperfeiçoe suas habilidades e esteja aberto a um <em>feedback</em> construtivo.</p>
<p>6 <strong>Integridade</strong>: ser honesto, confiável e ético contribui para uma imagem positiva em todos os aspectos.</p>
<p>7 <strong>Networking</strong>: construa relacionamentos sólidos tanto em sua vida pessoal quanto profissional.</p></div>
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		<title>Demissão humanizada: existe isso?</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/demissao-humanizada-existe-isso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2023 18:40:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 74]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Patrus Transportes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204613344</guid>

					<description><![CDATA[<p>Se existe ou não,  a demissão humanizada o fato é que há melhores formas para se desligar um colaborador. Descubra agora!</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Se sim ou se não, o fato é que há melhores formas para se desligar um colaborador. Descubra agora!</em></p>
<p>Faz algum tempo que viralizou nas redes sociais uma publicação de uma pessoa que dizia ter sido demitida e a foto com o recebimento de uma cesta de bombons, um cartão e alguns balões. Ela afirmava em sua postagem estar agradecida porque seu desligamento tinha sido uma demissão humanizada. Quem via a imagem sem ler o texto, associaria facilmente a votos de parabéns ou feliz aniversário.</p>
<p>O post teve inúmeros comentários, algumas pessoas compreensivas e outras avessas a situação que em tons de crítica, comentavam que balões e chocolates não amenizam a perda do emprego.</p>
<p>“Acho que nenhuma demissão é humanizada. Desligar um funcionário por uma razão, qualquer que seja, nunca é confortável”, comenta Marcelo Patrus, CEO da <a href="https://patrus.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Patrus Transportes</a>, acrescentando que demissões são inevitáveis e ocorrem dentro de uma empresa de transporte por vários motivos como por exemplo, a queda da quantidade de cargas.</p>
<p>O fator humanizado, do caso postado nas redes, foi muito caracterizado pelos presentes recebidos, o que realmente, segundo os especialistas, não aplaca o ocorrido. Eles dizem também que não há maneira certa para desligar alguém, já que cada situação varia de caso a caso. No entanto, existe sim um jeito melhor, capaz de amenizar os impactos. E, para isso, ao invés de mimos, os princípios básicos a serem aplicados são a transparência e a empatia.</p>
<p>Marcelo concorda que esses dois fatores são fundamentais. Para ele, se tem que demitir alguém, é preciso fazer norteado pelo respeito, e nisso algumas regras implantadas em sua empresa já ajudam. “Aqui na Patrus Transportes, um dos critérios é não desligar nenhum colaborador as sextas-feiras”, conta.</p>
<p>Ele explica que se você demite na sexta-feira, provavelmente isso afetará o fim de semana inteiro do colaborador, consternando-o em um período geralmente destinado ao lazer e ao tempo com a família. Fora isso, compromete a chance de ele ir atrás de outras oportunidades de imediato, já que sábados e domingos estão fora do horário comercial. O mesmo vale na Patrus para as vésperas de feriados.</p>
<p>Outra coisa é quanto ao período que precede as férias ou no retornar dela. “Muitas empresas colocam as pessoas em férias para demiti-la quando voltar. Aqui não fazemos isso. Se tiver que demitir, fazemos em outros momentos. A empresa terá que pagar o período de férias do mesmo jeito”, diz.</p>
<p>Além disso, o CEO fala ainda que ao desligar qualquer pessoa na Patrus, o gestor e o líder precisam explicar o motivo da demissão com muita franqueza. “Estou demitindo, porque daqui em diante seremos assim, ou eu não gostei disso e aquilo”, exemplifica ele.</p>
<p>Entre relatos comuns de pessoas demitidas, muitas se queixam exatamente da falta de transparência. Sem os devidos esclarecimentos do real motivo da demissão, eles se perguntam onde erraram, sem nenhum <em>feedback</em> que os permitam se aperfeiçoar para futuras oportunidades.</p>
<p>Há casos de cisões e fusões nas organizações, em que os gestores garantem que nada vai mudar e depois vem as demissões em massas. Quando os cortes não ocorrem em um único dia, a tensão toma conta do clima da organização, e os colaboradores acabam executando as tarefas sob pressão com mais chance de errar.</p>
<p>Também ao final do encerramento do contrato de um colaborador da Patrus, ele passa por uma entrevista de desligamento. “A pessoa que foi demitida tem que ter a oportunidade de dizer como se sentiu”, afirma o CEO. Na transportadora, o gestor responsável pela contratação é o mesmo responsável pelo desligamento.</p>
<p>“As pessoas precisam estar felizes, e para isso precisam ser ouvidas. Na Patrus, antes do desligamento, o líder deve ouvir seus liderados e dar os seus <em>feedbacks</em>. Não existe líder feliz se o seu liderado está infeliz”, afirma Marcelo.</p>
<p>E ele tem razão, o bom clima de trabalho é fundamental em qualquer organização. De acordo com um estudo da Gallup, empresa de pesquisa americana, funcionários felizes têm 50% menos acidentes laborais. Já uma pesquisa da Harvard Business Review revelou que colaboradores satisfeitos são 31% mais produtivos e 85% mais eficientes.</p>
<p>No transporte, o bem-estar do colaborador pode significar um número menor de acidentes de trânsito, baixos índices de extravio de mercadorias e também de rotatividade de pessoal, o temido <em><a href="https://setcesp.org.br/noticias/rotatividade-e-retencao-em-pauta/" target="_blank" rel="noopener">turnover</a>,</em> que é um dos fatores de prejuízos nas empresas.</p>
<p>“As pessoas são o maior ativo de uma empresa. Ser humanizado no trato com os colaboradores é uma cultura. O zelo com o ser humano não é algo da boca para fora, precisa ser na prática, no dia a dia”, conclui Marcelo.</p>
<p>Não há segredo, só empatia para fazer com que aquele desligamento traga uma experiência emocional menos impactante possível para colaboradores e gestores, que não haja traumas e fique apenas as boas lembranças, para ambos os lados, de um ciclo que chegou ao fim.</p>
<p><em>Fica a dica!</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>8 ações que empresas podem fazer para diminuir os impactos de uma demissão</strong></h4>
<ul>
<li>Prepare com antecedência o gestor responsável por demitir alguém.</li>
<li>O recomendado é que o líder direto ou, no caso de empresas pequenas, o próprio dono da empresa comunique a decisão com o apoio do RH.</li>
<li>Converse com o funcionário individualmente em um ambiente privado.</li>
<li>Prefira fazer isso presencialmente. Apesar disso, em caso de trabalho remoto uma reunião online pode ser feita.</li>
<li>Explique os motivos reais do desligamento do funcionário.</li>
<li>Evite certos tipos de comentários, como por exemplo dizer a frase “isso vai ser bom para você”, pode soar como hipocrisia.</li>
<li>Faça a entrevista de desligamento. Mesmo encerrando o vínculo com a empresa o ex-colaborador entenderá que a empresa valoriza a opinião dele.</li>
<li>Se possível, auxilie a pessoa demitida com uma recolocação no mercado de trabalho.</li>
</ul></div>
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		<title>O seu RNTRC sem complicações</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-seu-rntrc-sem-complicacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2023 13:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANTT]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 74]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Revalidação Ordinária do RNTRC]]></category>
		<category><![CDATA[RNTRC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O SETCESP tem um posto credenciado da ANTT para solucionar as demandas relacionadas ao registro do transportador</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>O SETCESP tem um posto credenciado da ANTT para solucionar as demandas relacionadas ao registro do transportador</em></p>
<p>Quem trabalha com o transporte remunerado de cargas no Brasil já sabe, precisa estar em dia com seu registro junto à <a href="https://www.gov.br/antt/pt-br" target="_blank" rel="noopener">ANTT</a> (Agência Nacional de Transportes Terrestres), que é o órgão ligado ao Governo Federal que regulamenta, fiscaliza e supervisiona o transporte rodoviário no País.</p>
<p>Esse registro é o chamado RNTRC – Registro Nacional dos Transportadores Rodoviários de Carga, que é um certificado público, instituído com a Resolução nº 4799, e é obrigatório para as Empresas de Transporte de Cargas (ETCs), o Transportador Autônomo de Cargas (TAC) e as Cooperativas de Transporte Rodoviário de Cargas (CTCs).</p>
<p>No SETCESP há um <a href="https://setcesp.org.br/antt/" target="_blank" rel="noopener">posto de atendimento</a> credenciado e integrado à ANTT, onde é possível realizar:  o cadastramento, inclusões e exclusões de veículos no registro, além da atualização dos dados e a revalidação ordinária.</p>
<p>“Com este registro é que o governo consegue saber o que circula no país, e transportado por quem. Qualquer empresa que faça o transporte de cargas para terceiro, precisa ter. A única exceção são aquelas que transportam aquilo que elas mesmas produzem”, explica o coordenador administrativo do SETCESP, Caique Neves.</p>
<p>Ele acrescenta que o RNTRC fica atrelado a todos os documentos fiscais que a transportadora tem que emitir. Razão pela qual precisa sempre estar atualizado. “Caso contrário, pode ficar impossibilitada de seguir com a sua operação ou sofrer com multas previstas em Lei”, adverte o coordenador.</p>
<p>“Informações que foram reportadas à Receita Federal, tem de constar também no RNTRC. Porque esses dados ficam interligados entre órgãos federais, e também com o Detran (Departamentos Estaduais de Trânsito)”, reforça Fernanda Medeiros, auxiliar administrativa, que atende as demandas referentes ao RNTRC no SETCESP.</p>
<p>O transportador consegue também fazer a manutenção do seu RNTRC de forma gratuita pelo portal do Governo Federal <a href="https://www.gov.br/pt-br" target="_blank" rel="noopener">(gov.br)</a>, acontece que muitos ainda não sabem como fazer isso de forma adequada. Só que recorrer a locais não credenciados pela agência, não deve ser considerado uma opção.</p>
<p>Isso porque, há práticas suspeitas e abusivas no mercado. Basta ir até o Google, atualmente o principal site de busca no Brasil, que você consegue perceber a quantidade de anúncios de agências e despachantes, que se propõem a fazer o registro da ANTT. Há páginas e páginas, e alguns, inclusive, buscam elementos para se parecer com o site oficial da ANTT. Se são confiáveis, isso é outra história.</p>
<p>Por isso, a transportadora que quer um cadastramento, inclusão, exclusão e revalidação pode e deve procurar o posto do SETCESP. “Nossa prestação de serviço envolve qualidade de atendimento e segurança. O transportador que nos procura sabe que seu registo está sendo feito corretamente. É bem mais seguro”, diz Neves.</p>
<p>E se tratando de comodidade, o posto do SETCESP também oferece tanto o atendimento presencial quanto a distância. É possível fazer a manutenção do RNTRC de forma 100% remota, desde que a organização possua o certificado digital, ou tenha reconhecido firma em cartório dos documentos.</p>
<p>“A empresa envia os arquivos por e-mail. Mas caso queira tirar dúvidas ou esclarecimentos enviamos mensagens e informações pelo telefone ou WhatsApp”, avisa Medeiros.</p>
<p>Ainda, se precisar de mais um bom motivo para acionar o posto do SETCESP aqui vai: empresas associadas tem desconto para inclusões, revalidação e recadastro do RNTRC, e as atualizações e exclusões são feitas gratuitamente. “A diferença para os valores praticados no mercado, chega a uma redução de quase 50%”, garante Neves.</p>
<p>A multa por deixar de atualizar as informações cadastrais é de R$750,00. Enquanto que, a penalidade por prestar serviço de transporte e não estar inscrito no RNTRC ou com o registro suspenso, pendente ou cancelado chega a R$3 mil.</p>
<p>Então esteja em dia com a manutenção do RNTRC. Adquiriu um novo veículo para integrar a frota? Inclua. Vendeu o veículo?  Exclua. Mudou a placa para Mercosul? Atualize. Abriu uma empresa de transporte? Realize o cadastramento.</p>
<p><em>Fique por dentro!</em></p>
<h4><strong>Confira o atendimento para RNTRC no SETCESP</strong></h4>
<p>Através dos canais digitais:  <a href="mailto:antt@setcesp.org.br">antt@setcesp.org.br</a> | (11) 2632-1064 / (11) 2632-1008 / (11) 2632-1033.</p>
<p>Ou Presencialmente: na Rua Orlando Monteiro, 21 – 5º andar sala 52. De segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 09h às 17h. O atendimento é feito por ordem de chegada e não é preciso agendamento.</p></div>
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		<item>
		<title>Entenda o que é o ChatGPT e como ele pode ser usado nas empresas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/entenda-o-que-e-o-chatgpt-e-como-ele-pode-ser-usado-nas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2023 13:10:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 74]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[ChatGPT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça mais sobre a inteligência artificial criada para estabelecer diálogos e que também contribui estrategicamente nos negócios</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/entenda-o-que-e-o-chatgpt-e-como-ele-pode-ser-usado-nas-empresas/">Entenda o que é o ChatGPT e como ele pode ser usado nas empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Conheça mais sobre a inteligência artificial criada para estabelecer diálogos e que também contribui estrategicamente nos negócios</em></p>
<p>As notícias em torno do ChatGPT divulgadas no fim de 2022, geraram uma avalanche de especulações sobre esta nova tecnologia, algumas otimistas, outras nem tanto.  Mas afinal de contas, o que é ChatGPT? De que forma ele funciona e como poderá impactar o transporte e a logística?</p>
<p>Primeiro de tudo, é preciso saber que essa é uma tecnologia que usa a IA &#8211; Inteligência Artificial para estabelecer diálogos coesos. Criado pela empresa OpenAI, o <a href="https://chat.openai.com" target="_blank" rel="noopener">ChatGPT</a> é uma abreviação para <em>‘Generative Pre-Trained Transformer’</em>, que na tradução é algo como ‘Transformador pré-treinado generativo’.</p>
<p>Ele foi lançado oficialmente em junho de 2020, e no final de 2022, liberado para o público em geral. A ferramenta se difere das outras existentes no mercado, porque é capaz de compreender réplicas e tréplicas que normalmente acontecem em uma conversa, a partir de dados da internet, e fornece respostas que parecem humanas.</p>
<p>Isto o diferencia de outros programas semelhantes, pois não precisa de um sistema de programação com um <em>script</em> (um roteiro pré-organizado) para responder às perguntas, como os <em>chatbots</em> comuns.</p>
<p><strong>Agora que eu sei de tudo isso, como ele pode ser usado na empresa? </strong></p>
<p>Vamos lá, trazendo suas aplicações para o setor, o ChatGPT, pode ser usado para aumentar a eficiência e a produtividade das <strong>operações</strong>, ao realizar por exemplo, a análise de dados sobre o movimento de cargas e veículos.</p>
<p>Além disso, permite o aperfeiçoamento da comunicação entre os múltiplos agentes envolvidos na <strong>cadeia de operações</strong>, dos fornecedores às equipes de armazém, passando na ponta pelos motoristas e os ajudantes de entrega.</p>
<p>Sobre o <strong>atendimento,</strong> a ferramenta pode contribuir em vários aspectos, otimizando o tempo do time do <strong>SAC</strong> (Serviço de Atendimento ao Cliente) tratando de responder questões como solicitação de entrega, alteração de pedido, informações sobre a carga, cancelamentos e outras perguntas frequentes. Permitindo que os clientes sejam respondidos rapidamente, e mesmo fora do horário comercial.</p>
<p>Pensando nas tarefas<strong> administrativas, </strong>vale lembrar que com ele é possível automatizar atividades repetitivas, como a verificação de informações em documentos de remessa, faturas de clientes, planilhas de dados, entre outras. Além disso, o ChatGPT pode ser usado para gerar etiquetas de remessa e prevenir e corrigir automaticamente eventuais erros em documentos, evitando a necessidade de intervenção manual.</p>
<p>Por falar em documento, nos <strong>departamentos</strong> <strong>jurídicos</strong> das empresas a tecnologia pode ser utilizada na redação e revisão de contratos, e facilitar a pesquisa jurídica. Para a área <strong>comercial</strong> os recursos avançados de processamento de linguagem natural dele, podem ser integrados facilmente em aplicativos para melhorar a comunicação com os clientes, trazendo informações sobre eles e seus comportamentos de compra.</p>
<p>Para as equipes de <strong>marketing digital</strong>, ele pode ajudar na coleta de dados e no cruzamento de informações, o que permite um atendimento personalizado e a interação com visitantes no site. Essa inteligência artificial pode direcionar uma campanha diferente para cada tipo de usuário, de acordo com suas preferências.</p>
<p>No caso do uso do Chat GPT para a área de <strong>Recursos Humanos</strong>, é possível fazer uso dele como forma de suporte durante o processo seletivo, tal como a criação de uma descrição de vaga, criar desafios técnicos para os candidatos, ou até desenvolver uma lista de perguntas para se fazer durante a entrevista.</p>
<p>Quanto <strong>mobilidade</strong>, o ChatGPT pode atuar na integração de serviços e fornecer informações precisas em tempo real sobre uma série de aspectos do tráfego aos índices, apoiando condutores, empresas e entidades a processar dados mais robustos e ter informações precisas.</p>
<p>Devido à sua enorme capacidade de interagir e expertise em fornecer respostas abrangentes, o ChatGPT atingiu 1 milhão de usuários em apenas cinco dias, quebrando os recordes alcançados por plataformas como TikTok e Instagram ou aplicativos como Spotify e Dropbox. O próprio Facebook demorou 10 meses para atingir a mesma marca.</p>
<p>O Brasil é o quinto país que mais visitou o site, representando 4,3% do tráfego mundial segundo dados de janeiro de 2023, a companhia divulgou que a página do ChatGPT teve 863 milhões de acessos globalmente.</p>
<p>Sem dúvida a chegada do ChatGPT, já está proporcionando um grande salto de inovação, mas é sempre bom lembrar, ele é uma ferramenta fruto de inteligência artificial e não tem a experiência e o discernimento humano, por isso suas respostas em diferentes processos, devem ser constantemente checadas.</p>
<p>Uma coisa é certa, ele pode contribuir fazendo com que o transporte alcance outros patamares de produtividade trazendo benefícios significativos para o setor enfrentar os desafios do futuro. Então, que a sua empresa esteja aberta a novas possibilidades.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/entenda-o-que-e-o-chatgpt-e-como-ele-pode-ser-usado-nas-empresas/">Entenda o que é o ChatGPT e como ele pode ser usado nas empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>COMJOVEM faz doações da Campanha do Agasalho 2023</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/comjovem-faz-doacoes-da-campanha-do-agasalho-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Aug 2023 12:37:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COMJOVEM]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 74]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[campanha do agasalho]]></category>
		<category><![CDATA[comjovem sp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As entidades beneficiadas este ano foram o Instituto Ronald McDonalds e o Centro Temporário de Acolhimento do Parque Novo Mundo</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/comjovem-faz-doacoes-da-campanha-do-agasalho-2023/">COMJOVEM faz doações da Campanha do Agasalho 2023</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>As entidades beneficiadas este ano foram o Instituto Ronald McDonalds e o Centro Temporário de Acolhimento do Parque Novo Mundo</em></p>
<p>O núcleo da COMJOVEM São Paulo, representado pelas vice-coordenadoras, Lorine Romunhão e Andréa Carvalho, esteve no dia 14 de julho, no Centro Temporário de Acolhimento 14 (CTA/ 14) &#8211; Parque Novo Mundo, para entregar parte das doações de cobertores e roupas de inverno arrecadas na Campanha do Agasalho 2023.</p>
<p>Na ocasião, o grupo foi recebido pela coordenadora do CTA, Regiane Goulart, que agradeceu imensamente as doações recebidas. &#8220;Foi muito providencial, pois cobertores são mais difíceis de serem doados do que roupas, tudo chegou no momento certo&#8221;, comentou entusiasmada Goulart.</p>
<p>Mais tarde, juntou-se às coordenadoras, o integrante Ciro Lopes, e juntos foram até a sede do Instituto Casa Ronald McDonald&#8217;s em Santo André/SP, para entregar a outra parte dos agasalhos arrecadados na Campanha.</p>
<p>O grupo teve a oportunidade de conhecer todo o espaço que é dedicado à hospedagem de crianças em tratamento de combate ao câncer. Os atendimentos, em sua maioria, são destinados a pacientes que vêm da região Norte e Nordeste do Brasil, e não possuem condições financeiras para se manterem longe de casa.</p>
<p>A casa faz um trabalho filantrópico de receber a criança em tratamento acompanhada do responsável e provê: moradia, alimentação, higiene, assistência social e terapêutica.</p>
<p>A casa Ronald McDonalds é coordenada pelo Instituto Ronald McDonalds, que anualmente, faz o ‘McDia Feliz’, uma iniciativa que mobiliza os mais diferentes setores da sociedade em torno da causa, que é contribuir para o aumento dos índices de cura do câncer infantil e juvenil.</p>
<p>O grupo voltou encantado com o trabalho e a seriedade dessa entidade, e se comprometeu em divulgar esse belíssimo trabalho em prol da luta contra o câncer.</p>
<p>“Muito importante este trabalho que contribui para aumentar os índices de cura da doença. Só podemos mudar algo, unidos, e juntos somos mais fortes. Gratidão por todos aqueles que colaboraram com a Campanha do Agasalho 2023, que desencadeou essa ação maravilhosa ”, falou Romunhão.</p></div>
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		<title>Indo ‘Na Mão Certa’</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/indo-na-mao-certa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 19:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 74]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Childhood Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Na Mão Certa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Programa da Childhood combate a exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Programa da Childhood combate a exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas</em></p>
<p>Um dia antes da data que marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, que é 18 de maio, os participantes da <a href="https://setcesp.org.br/meio-ambiente-e-transporte-de-produtos-perigosos/" target="_blank" rel="noopener">Comissão de Sustentabilidade do SETCESP</a>, conheceram um pouco mais sobre a <a href="https://www.childhood.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Childhood Brasil</strong></a>, um braço no país da Childhood Foundation, que tem por objetivo o cuidado e a proteção à infância e à adolescência.</p>
<p>“Coisas ruins acontecem nas estradas do país, por mais duro que seja o assunto, temos que olhar para isso. Vamos tratar hoje de uma temática voltada ao social”, anunciou Fernanda Veneziani, coordenadora da Comissão de Sustentabilidade do SETCESP.</p>
<p>Érica Dengler, que atua na Central de Atendimento do Programa ‘Na Mão Certa’, mostrou a abrangência desta iniciativa da Chilhood Brasil, e como as organizações podem ser signatárias. “O Programa tem como propósito conectar pessoas e empresas, para que elas entendam a exploração sexual infantil como um problema urgente da sociedade”.</p>
<p>Dados colhidos pela fundação apontam que 527 mil pessoas por ano são vítimas de violência sexual no país, sendo que dessas 70% são crianças e adolescentes. É como se a cada 15 minutos uma criança ou adolescente fosse vítima de violência sexual, e menos de 10% dos casos são denunciados.</p>
<p>Degler também explicou a diferença entre abuso e exploração sexual. “O abuso é para satisfazer um desejo sexual de um adulto ou adolescente, e na maioria dos casos, é praticado por alguém da própria família ou bem próxima da vítima”.</p>
<p>Já a exploração é quando há alguma troca, dinheiro, comida e presentes. Está muito ligada às redes criminosas. “Eles aliciam crianças em estradas e em rodovias para estarem em pontos de paradas e se aproximarem de motoristas oferecendo um programa sexual. Nessa aproximação acabam tirando dele informações como: de onde está vindo?  Quando e para onde está indo? Qual carga está levando e quando seguirá viagem?”</p>
<p>Os relatos, geralmente são levados para redes criminosas, que mais à frente planejam e agem para roubar a carga e veículo deste motorista. “A exploração sexual está ligada a muitos outros crimes. As empresas correm o risco disso ocorrer em sua cadeia de operações”, avisou Dengler.</p>
<p>Por essa razão, o Programa ‘Na Mão Certa’ encoraja motoristas que estão nas rodovias a denunciar situações suspeitas.  “As empresas que participam têm acesso a uma lista confidencial com o mapeamento de pontos vulneráveis, para que possam verificar suas rotas e averiguar se seu veículo está parando em pontos críticos ou de alto risco, e consequentemente, já alertar os motoristas”, conta Dengler.</p>
<p>Ela diz também que esses pontos não podem ser divulgados amplamente, porque são dados de inteligência para ação de repressão dos órgãos de segurança, e que a sensibilização do motorista é peça chave para romper o ciclo de violência.  “Nós elegemos o profissional do transporte rodoviário como o nosso maior aliado, porque avaliamos que ele é o mais propenso a identificar os casos. É alguém que conhece seus direitos e procura cumprir com seus deveres”, diz.</p>
<p>“Muito inteligente trazer o motorista para a condição de um agente de proteção. Ficamos indignados em saber que tudo isso, infelizmente, acontece a nossa volta”, fala Ricardo Melchiori, vice-coordenador da Comissão Sustentabilidade.</p>
<p>Para fazer parte do Programa ‘Na Mão Certa’ as transportadoras aderem a um Pacto Empresarial com compromissos focados também na qualidade e melhoria de vida dos motoristas e alinhado aos princípios dos Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas), as ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) e a agenda ESG (sigla para Ambiental, Social e Governança).</p>
<p>“A violência sexual é uma das mais graves violações de direitos humanos. O que as transportadoras realizarem dentro do Programa ‘Na Mão Certa’ pode, inclusive, ser um case do Prêmio de Sustentabilidade na área social. Empresas de todos os tamanhos e portes podem aderir ao Pacto”, concluiu Veneziani convidando as empresas a participarem. O próprio SETCESP é um parceiro da Childhood Brasil desde 2007.</p>
<p><a href="http://namaocerta.org.br" target="_blank" rel="noopener"><em>Clique e conheça mais sobre o Programa ‘Na Mão Certa’.</em></a></p></div>
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		<title>Marcelo Rodrigues: &#8216;Carta DDR não exime o transportador da obrigação de ter seu próprio seguro&#8217;</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/marcelo-rodrigues-carta-ddr-nao-exime-o-transportador-da-obrigacao-de-ter-seu-proprio-seguro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 18:49:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 74]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[setcesp entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresário transportador, Marcelo Rodrigues, fundador da MR Express, transita há 23 anos pelas entidades do setor. Ele é vice-presidente do SETCESP, diretor financeiro da NTC&#038;Logística e conselheiro fiscal da FETCESP</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Empresário transportador, Marcelo Rodrigues, fundador da MR Express, transita há 23 anos pelas entidades do setor. Ele é vice-presidente do SETCESP, diretor financeiro da NTC&amp;Logística e conselheiro fiscal da FETCESP. O motivo de dedicar parte do seu tempo a essas instituições? Como ele diz, porque são fundamentais para promover melhorias no setor, e por consequência, também ao seu negócio. Aliás, ele considera que a criação da Lei 14.599, é mais um exemplo desses avanços.  </em></p>
<p><strong>Quais as contribuições que a Lei 14.599 trouxe para as empresas de transporte? </strong></p>
<p>O crucial desta Lei é mitigar as ações de regresso que existem contra as transportadoras. Geralmente, todas as transportadoras têm — ou tinham, alguma Carta de Dispensa de Direito de Regresso [a DDR] de algum cliente embarcador. Estas cartas isentavam o transportador contratado do custo do seguro, só que se a transportadora descumprisse determinados requisitos, por mais insignificantes que fossem, a seguradora pagava o sinistro ao embarcador e movia uma ação de regresso contra a transportadora, para reaver o prejuízo indenizado.</p>
<p>Agora, o transportador tendo o seu próprio seguro, essa carta perde o efeito. A seguradora sempre paga seu cliente em eventual sinistro. Então, a transportadora tendo a sua própria apólice de seguro, caso aconteça alguma ocorrência, ela acionará o seguro dela, e pronto.</p>
<p><strong>Qual foi o papel das entidades para que a MP 1.153 fosse convertida em Lei? </strong></p>
<p>Foram muitas as viagens de representantes das entidades para Brasília. Tivemos muitos momentos no Senado e Câmara. Quero deixar bem claro, que esse não foi o trabalho de uma entidade apenas, ou de uma só pessoa. Todo o setor se mobilizou para chegar ao que conquistamos. Em certo momento, fomos recebidos pelo Ministério da Infraestrutura do antigo governo. A pasta construiu um texto que virou a MP 1.153/2022, e depois tentamos mostrar a importância disso para o Congresso Nacional, até que o texto foi aprovado.</p>
<p>Após isso fizemos diversas visitas à assessoria da presidência. Conseguimos uma audiência com o então presidente em exercício, Geraldo Alckmin, porque o presidente Lula não estava no país. Ele entendeu o problema que os transportadores enfrentavam e atendeu nosso pedido sobre a legitimidade, que é a contratação pelo transportador do seu próprio seguro de responsabilidade civil.</p>
<p><strong>Com a nova Lei, como ficam as DDRs?</strong></p>
<p>O ponto é, a Carta de DDR não exime o transportador da obrigação da contratação do seu próprio seguro de responsabilidade civil, o RC-DC, determinada pela Lei. Não que esteja proibida a estipulação da DDR, a Lei não traz isso. Só que o texto diz que a contratação deste seguro é obrigatório e tem que ter apenas uma apólice.</p>
<p>Se a transportadora tem várias apólices, uma para cada cliente, a partir de então, ela precisará juntar suas necessidades e seus riscos em uma única apólice, porque só poderá ter uma por RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas).</p>
<p>Caso tenha ainda as DDR em contrato, cumpra-se o que foi acordado até a data de validade do documento, mas faça o RC-DC também.</p>
<p><strong>A obrigatoriedade do seguro RC-V (Responsabilidade Civil de Veículo) traz aumento de custo para as empresas de transporte?</strong></p>
<p>As três apólices viraram um centro de custo dentro de uma transportadora, coisa que não havia. Antes, o RCTR-C era por estipulação e o RC-DC era substituído pela Carta de DDR, e assim eram feitas as tratativas pelo cliente, sem custo para o transportador. Quanto ao RC-V, esse nem existia. Só que, na prática o que ocorria? A empresa de transporte era acionada em uma ação de regresso. Este custo nem era cogitado, tão pouco estava na planilha do transportador. Então, a conta que o transportador deve fazer é a seguinte: eu vou contratar o meu seguro, para não ter uma infeliz surpresa lá na frente.</p>
<p>Hoje a empresa terá este custo na sua planilha, contratará o seu seguro e repassará esse custo a mais ao seu cliente. Eliminando essa possibilidade de ação de regresso. Sem sustos. Diante disso, inclusive, a NTC&amp;Logística soltou um Comunicado ao Transportador, no dia 13 de julho, alertando sobre esses custos na nova planilha de ‘Custos de frete’ e sugerindo uma nova taxa a ser comercializada para cobrir esses gatos, chamando essa nova taxa de TSO (Taxa de Seguro Obrigatório) como componente tarifário.</p>
<p><strong>Alguns transportadores estão recebendo de seus clientes, em substituição às DDRs um documento chamado Carta Conforto para constar junto à apólice. Ao seu ver esse documento tem validade?</strong></p>
<p>Na minha opinião, esse é um artifício que tem valor bastante subjetivo. O fato é que você tem uma Lei que precisa ser cumprida, e não há como contornar o cumprimento da Lei com outros dispositivos como a Carta Conforto e a própria DDR. É importante a gente deixar claro para os nossos clientes, independente da proposta que essas cartas tenham, a responsabilidade agora é nossa.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>O mercado securitário já oferece essas modalidades de seguros previstas na Lei?</strong></p>
<p>O RCTR-C já existe há anos. O RC-DC também, só está sendo alterado, porque anteriormente a nomenclatura era RCF-DC, em que o ‘F’ era o significado de facultativo.  E o RC-V já existia para a frota de transportadoras.</p>
<p>No momento, o que está sendo desenvolvido é a aplicação do RC-V por viagem, salvo se alguma seguradora e corretora já o disponibiliza, e eu, ainda não conheço. Com a finalidade de atender, por exemplo, uma demanda de operação <em>spot</em>, onde tenho um terceiro efetuando um único embarque pela minha empresa. Isso foi preconizado na construção dessa Lei e será algo parecido com o seguro de embarque de passageiros em uma rodoviária, quando você compra a passagem vem o <em>ticket</em> da passagem e um <em>ticket</em> de seguro pela viagem que você comprou, seria algo parecido. Na prática deve ser indicado no MDF-e (Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos) para constar assim como o CIOT e o vale pedágio. Destaco que Lei diz que não pode descontar do terceiro esse seguro avulso.</p>
<p><strong>Como fazer o acobertamento do seguro em casos de subcontratação e redespacho, seja de uma outra transportadora ou de um agregado? </strong></p>
<p>Quem subcontratar é que acobertará o risco daquele transporte. Tem que ver qual é o CT-e (Conhecimento de Transporte eletrônico) que ampara esta subcontratação. É no CT-e de quem está subcontratando, onde será averbado o seguro. Vale lembrar que, esse acobertamento não desobriga a empresa subcontratada a não ter o seguro próprio, mesmo que para aquela operação, especificamente, seja o CT-e da subcontratante acionado, caso haja algum sinistro. No caso do TAC [Transportador Autônomo de Carga] é sempre a transportadora que vai acobertar o seguro. Agora se esse TAC trabalhar diretamente para o embarcador, ele também terá que ter os três seguros. Aliás, esse foi o objetivo das entidades dos Transportadores Autônomos de Cargas apoiarem e trabalharem junto para aprovação dessa lei, pois eles almejam transportar diretamente para os embarcadores.</p>
<p><strong>Quem fiscalizará a obrigatoriedade da contratação desses seguros?</strong></p>
<p>Quem fiscalizará é a SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). Eu particularmente, não creio que seja algo ostensivo, entretanto, o problema aparece quando você tem uma ação na justiça, por isso, a importância de estar de acordo com a legislação.</p>
<p>Outra coisa é que, como a legislação prevê uma única apólice por RNTRC, talvez já esteja sendo construído um convênio com a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) para que ela forneça os dados do RNTRC, para a fiscalização. E o contrário também ocorre, já que a ANTT precisa que a SUSEP disponibilize os números de apólice de cada transportador. Acredito que no futuro haverá uma convergência entre esses dois órgãos.</p>
<p><strong>Em casos que a transportadora já tem os seguros, mas com a DDR, ela tinha uma cobertura muito maior. Daqui para frente, o seguro dela deve acompanhar os valores das DDRs? </strong></p>
<p>O ponto principal é que a transportadora tem que ter uma apólice condizente com aquilo que ela transporta. Se a transportadora tem apólice de R$1 milhão, mas carrega R$5 milhões, por conta da DDR do cliente, ela não vai mais poder fazer isso. Não conseguirá averbar na apólice obrigatória dela, pelo menos operacionalmente. Talvez, esse seja um novo desafio que os transportadores que carregam alto valor agregado tenham que enfrentar daqui por diante, e por isso, a importância de consultar um corretor de seguros especialista em seguros de transporte de cargas. Com certeza, um corretor especializado resolverá esse problema.</p>
<p><strong>Se o cliente exigir que medidas adicionais de seu Plano de Gerenciamento de Risco constem nas apólices, como o transportador deve agir?</strong></p>
<p>A nova Lei preconiza que as medidas adicionais do PGR fiquem por conta do contratante. Interessante que há esse respaldo na Lei, sobre o custo adicional, regulando essa relação comercial entre embarcador e transportador. Se para transportar uma carga, são necessários os itens X, Y e Z, o que o PGR da transportadora não prevê, as medidas adicionais ficarão a cargo do contratante.</p>
<p>A Lei traz mais segurança para efetuar esta cobrança ao cliente. Isso foi espetacular, porque não existia.</p>
<p><strong>Que mensagem gostaria de deixar para os nossos leitores?</strong></p>
<p>A mensagem é que participem das entidades para melhorarem o ambiente de negócios do setor. Nós percebemos como as operações no transporte já tem se aperfeiçoado ao longo do tempo. É lógico que as adversidades também são constantes e aparecem por todo a parte, impostas às vezes pelo governo, em outros momentos, pelo judiciário.</p>
<p>Só que para todas elas, são as entidades de classe que se mobilizam para enfrentar os desafios. Então, novamente faço o convite: participem das entidades, das reuniões, palestras, seminários e fóruns que elas promovem. Venham mais nos sindicatos, federações e associações. Juntos somos mais fortes e podemos nos defender de eventuais dificuldades, que surgem no dia a dia, e até tiram o nosso sono. Estamos aqui para nos unirmos e contribuir para um setor melhor.       </p></div>
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		<title>SEST SENAT realiza Mobilização do Dia do Motorista com atendimentos de saúde e orientações de educação</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/sest-senat-realiza-mobilizacao-do-dia-do-motorista-com-atendimentos-de-saude-e-orientacoes-de-educacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 18:18:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 74]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do motorista]]></category>
		<category><![CDATA[SEST SENAT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As ações aconteceram durante todo mês de julho, em centenas de pontos distribuídos pelo Brasil</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por Aline Roriz, do Sistema Transporte</em></p>
<p><em>As ações aconteceram durante todo mês de julho, em centenas de pontos distribuídos pelo Brasil</em></p>
<p>O mês de julho é marcado pelas comemorações do Dia do Motorista, celebrado no dia 25. Para isso, as unidades operacionais do SEST SENAT realizaram, de 1º a 31 de julho, a Mobilização Nacional do Dia do Motorista, com diversas atividades nas áreas de saúde e educação, em centenas de pontos distribuídos pelo Brasil. Em todo o mês, o número de atendimentos ultrapassou os 400 mil.</p>
<p>Durante as ações, foram desenvolvidas diversas atividades, como blitze educativas, palestras de conscientização e atendimentos gratuitos de saúde nas áreas de odontologia, fisioterapia, nutrição e psicologia com os profissionais do SEST SENAT. Houve também orientações sobre a importância da qualificação para o mercado de trabalho e dos cuidados com a saúde. O público atendido conheceu, ainda, o portfólio de serviços ofertados pelas unidades do SEST SENAT.</p>
<p>A diretora-executiva do SEST SENAT, Nicole Goulart, explica que o objetivo da mobilização é levar esses serviços de saúde e educação para onde o trabalhador do transporte está. “Grande parte dos motoristas, seja de cargas ou de passageiros, vive uma rotina intensa e, muitas vezes, não conseguem tempo para ir a uma de nossas unidades conhecer os cursos ou passar pelo atendimento de um dos nossos profissionais de saúde. A mobilização vai aonde eles estão; em terminais, pontos de parada ou postos de combustíveis para que esse serviço chegue até eles e para lembrá-los que o SEST SENAT está preparado para ajudá-los”, destaca a diretora.</p>
<p>Além dos atendimentos oferecidos nos pontos de mobilização, foi realizada a segunda edição do SEST SENAT de Portas Abertas. As unidades de todo o país prepararam uma programação especial para receber os motoristas e seus familiares. Na oportunidade, eles puderam conhecer os serviços da instituição, receber dicas de saúde e ter um momento de descontração e felicidade.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Use o SEST SENAT sempre que precisar</strong></p>
<p>Vale lembrar que as portas das unidades estão sempre abertas para os trabalhadores do transporte e os seus familiares. Com quase 30 anos de atuação, o SEST SENAT é referência nacional em qualificação especializada para o transporte; e a excelência do ensino está disponível nas modalidades presencial, webAula e a distância. Em todos os cursos, o SEST SENAT tem a preocupação de fazer a teoria e a prática andarem juntas. Dessa forma, os alunos aprendem novas habilidades e competências, melhorando o currículo e elevando as chances de sucesso dos profissionais.</p>
<p>Além disso, o SEST SENAT disponibiliza atendimentos em odontologia, fisioterapia, nutrição e psicologia. Esses três últimos, nas modalidades presencial e online. São 162 unidades operacionais distribuídas de norte a sul do país, preparadas para oferecer a melhor capacitação e muita qualidade de vida ao transportador.</p>
<p><em><a href="http://www.sestsenat.org.br" target="_blank" rel="noopener">Clique e saiba mais sobre os serviços do SEST SENAT.</a></em></p></div>
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