<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Edição 68 &#8211; SETCESP</title>
	<atom:link href="https://setcesp.org.br/pages/revista-setcesp/edicao-68/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://setcesp.org.br/pages/revista-setcesp/edicao-68/feed/</link>
	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
	<lastBuildDate>Wed, 02 Aug 2023 20:38:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/03/setcesp-favicon.png</url>
	<title>Arquivos Edição 68 &#8211; SETCESP</title>
	<link>https://setcesp.org.br/pages/revista-setcesp/edicao-68/feed/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Um panorama do mercado de trabalho no TRC</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/um-panorama-do-mercado-de-trabalho-no-trc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 12:25:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 68]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[empregos]]></category>
		<category><![CDATA[matéria de capa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204600985</guid>

					<description><![CDATA[<p>Setor gerou quase 25 mil postos de empregos no ano passado, em São Paulo e região </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/um-panorama-do-mercado-de-trabalho-no-trc/">Um panorama do mercado de trabalho no TRC</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_0 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_0">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_0  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_0  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Setor gerou quase 25 mil postos de empregos no ano passado, em São Paulo e região </em></p>
<p>Um dos setores que mais emprega é o de transporte. O relatório “Cargos e Salários” desenvolvido pelo IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Carga), a pedido do SETCESP, revelou que houve um aumento em 2021 nas contratações, em relação ao ano de 2020, com 86.065 postos de trabalhos abertos, no TRC em toda a base territorial da entidade, que compreende a cidade de São Paulo e região.</p>
<p>Mas também houveram demissões, ao todo foram 63.210 postos fechados ou substituídos no período, o que ainda garante um saldo positivo de admissões de 22.855 empregos em relação aos desligamentos. Assim, o número de postos de trabalhos criados foi quase três vezes maior que o ano anterior.</p>
<p>A Mirassol Logística foi uma das empresas que mais contratou do que demitiu, confirmando essa tendência positiva. Em 2021, fez 511 contratações e 289 desligamentos, segundo conta a gerente de Recursos Humanos, Luciana de Mello. “Houve vagas abertas para praticamente todos os cargos da cadeia logística, as maiores demandas foram com relação as funções de gerente, analista operacional, motorista, ajudante e auxiliar de armazenagem”, relata.</p>
<p>A economista do IPTC, Raquel Serini, observa que só a contratação de motoristas profissionais representou 22% do total de admissões. “Mais de 19.031 posições foram preenchidas para esta função, porém se compararmos ao ano anterior, temos quase que 8 mil admissões a menos para este cargo”. O que para ela se justifica pela escassez de força de trabalho para a profissão e não pela falta de oferta de vagas.</p>
<p>O presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Adriano Depentor, aponta que a falta de infraestrutura e assistência nas estradas prejudica o interesse pela profissão. “A função de motorista é uma das principais no transporte. Mesmo com o avanço da tecnologia, os veículos autônomos estão distantes, então essa ocupação perdurará por muitos anos neste segmento e precisamos investir na atração de novos profissionais para a área, além de cobrar o poder público em relação à melhoria da infraestrutura ao longo das estradas”, diz.</p>
<p>Outros cargos administrativos que também se destacaram por demandarem bastante contratações foram de auxiliar de escritório e auxiliar administrativo com quase 8 mil vagas preenchidas, além disso, o cargo de auxiliar de logística teve aproximadamente 12 mil vagas abertas.</p>
<p><strong>Meses com mais contratações</strong></p>
<p>As contratações foram bem distribuídas ao longo de 2021, com picos em julho e novembro, conforme consta no relatório, isto porque houve uma retomada da economia no segundo semestre do ano passado, com o avanço da vacinação e diminuição dos casos Covid-19. Já quanto ao mês de novembro, a alta das contratações dá indício da movimentação do comércio.</p>
<p>“A Black Friday e o aumento nas vendas de fim de ano, se refletem no transporte de cargas e isso faz com que as empresas contratem mais no período que antecede essa época”, sinaliza Depentor.</p>
<p>Outro ponto importante que o estudo registra é quanto às formas de contratação. Enquanto os contratos CLT e temporário tiveram um crescimento, os intermitentes, muito utilizados no período de pandemia, apresentaram uma queda de 24% em relação ao ano de 2020.</p>
<p><strong>Um benchmarking para as comissões em vendas </strong></p>
<p>Para facilitar o entendimento das melhores práticas de mercado quanto as comissões, uma parte do relatório traz um levantamento, feito a partir de pesquisas com diversas empresas do setor, e fornece um comparativo que serve de referência na hora da admissão.</p>
<p>“Esclarecemos as dúvidas mais frequentes sobre a política de comissão para a áreas de vendas”, sinaliza a economista, que acrescenta que no estudo estão relacionados o percentual médio geral, para os diferentes tipos de vendedor: interno e externo.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_0">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1080" height="1080" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Infograficos.png" alt="" title="Infográficos" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Infograficos.png 1080w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Infograficos-980x980.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Infograficos-480x480.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1080px, 100vw" class="wp-image-204601004" /></span>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_1  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Serini adverte, que as regras da política de comissionamento precisam estar muito claras para os profissionais. “Tanto o valor da porcentagem, quanto a forma de pagamento devem ser entendidos por toda a equipe, de modo que as expectativas sejam alinhadas e não comprometam o dia a dia da empresa”, aconselha.</p>
<p>Uma característica importante é o desconto do valor recolhido a título de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) pelo empregador na base de cálculo para efeito da apuração das comissões dos vendedores, já que algumas empresas têm essa prática. Além disso, na maioria dos casos, para os vendedores externos são oferecidos a contratação como pessoa jurídica, auxílio combustível e telefonia.</p>
<p><strong>O mercado de trabalho no TRC para as mulheres </strong></p>
<p>Ainda há uma predominância masculina no setor de maneira geral, conforme demonstrou o relatório. Do total de admitidos no ano de 2021, 82% são homens e 18% são mulheres. Isso não somente considerando a base territorial do SETCESP, mas todo o estado de São Paulo.</p>
<p>“Não tenho dúvidas de que há muitas mulheres buscando oportunidades de trabalho, só que ainda não enxergam em nosso segmento uma real opção. Quase todas as empresas nos relatam que têm vagas em aberto, especialmente, para a função de motorista, ou seja, temos oportunidades para elas”, assegura Ana Jarrouge, presidente executiva do SETCESP.</p>
<p>Um recorte da quantidade de admissões femininas por idade, mostra que, quanto mais avançada a faixa etária, menor a representatividade feminina. Sem contar que a média salarial das mulheres nas empresas do TRC foi de R$1.720,40, enquanto a dos homens ficou em R$1.861,658%, ou seja 8% a menos. Cerca de 83% das mulheres profissionais do TRC têm entre 18 e 40 anos de idade.</p>
<p>Mesmo assim, em comparação com 2020, houve um aumento de 61% no volume de cargos ocupados por elas no ano de 2021, um total de 32.094 admissões, com destaque para as áreas administrativa e comercial, onde ambas tiveram maioria feminina na distribuição por ocupação de cargos, com representatividade de 52% e 56% sobre a composição masculina, respectivamente.</p>
<p>“Isso pode ser um indicativo de que as mulheres já começaram a perceber o quanto o transporte pode propiciar oportunidades e crescimento profissional. A cada dia com mais veemência, através no nosso Movimento Vez &amp; Voz, combatemos essas diferenças salariais entre homens e mulheres que desempenham a mesma função, no sentido de conscientizar as empresas dessa prática nefasta dentro do ambiente corporativo”, declara a presidente executiva.</p>
<p>Ainda para Jarrouge, uma entre as muitas formas para estimular a entrada de mulheres está a qualificação. “É preciso adotar políticas de gestão de pessoas que acolham mulheres que não tenham experiência e elaborar uma jornada de treinamento e capacitação. Só este caminho será sustentável a longo prazo, para ao mesmo tempo, resolver o desafio da falta de motoristas e propiciar o aumento do número de mulheres em nosso segmento.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_1">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1080" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Infograficos2.png" alt="" title="Infográficos2" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Infograficos2.png 1080w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Infograficos2-980x980.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Infograficos2-480x480.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1080px, 100vw" class="wp-image-204601006" /></span>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_2  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Vem e vai</strong></p>
<p>Ano passado, o <em>turnover</em> (do inglês:  taxa de rotatividade) nas empresas do setor teve uma média mensal de 4,14%. As posições de maior <em>turnover</em> foram as que envolvem atividades operacionais. Outras áreas ocupacionais, como manutenção, segurança, serviços gerais e tecnologia, tiveram uma rotatividade mais estável ao longo dos meses.</p>
<p>De acordo com o analista de dados do IPTC, Bruno Carvalho, que fez parte da elaboração do estudo, “não se pode deixar de avaliar internamente os níveis de satisfação no trabalho, que estão relacionados diretamente aos três pilares: expectativas, envolvimento e satisfação”. Ele conta que, esses fatores podem provocar a movimentação do índice de <em>turnover</em> nas empresas, gerando inclusive demissões voluntárias.</p>
<p>O estudo “Cargos e Salários” utilizou os dados obtidos junto ao CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) considerando a indicação da CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) de transporte e logística, referente ao ano de 2021. A informações sobre as comissões foram extraídas de uma pesquisa de amostragem respondida pelas empresas associadas ao SETCESP.</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/um-panorama-do-mercado-de-trabalho-no-trc/">Um panorama do mercado de trabalho no TRC</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O discurso que não está alinhado à prática</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-discurso-que-nao-esta-alinhado-a-pratica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 13:02:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 68]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204601099</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mentira verde: se utilizar de uma falsa aproximação com a temática ambiental para atrair clientes e consumidores configura greenwashing </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-discurso-que-nao-esta-alinhado-a-pratica/">O discurso que não está alinhado à prática</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_1 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_1">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_1  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_3  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Mentira verde: se utilizar de uma falsa aproximação com a temática ambiental para atrair clientes e consumidores configura greenwashing </em></p>
<p>Se identifica como sustentável, diz que está em conformidade com as práticas de responsabilidade ambiental, se intitula como quem tem compromisso com uma gestão que otimiza os recursos naturais e humanos, enfim&#8230; parece, até parece, mas não é! Sabe o que é de verdade? – <strong>G<em>reenwashing</em></strong>.</p>
<p>Essa palavra que pode ser traduzida para o português como ‘lavagem verde’ ou ‘maquiagem verde’, que até descreve melhor o seu conceito; é na realidade uma estratégia de promover discursos, ações e propagandas sustentáveis que, com o perdão do trocadilho, não se sustentam.</p>
<p>O termo surgiu e ganhou relevância ainda na década de 90, com a publicação do livro <strong>Greenpeace Book of Greenwash</strong>, que define a prática do <em>greenwashing</em> como o ‘ato de enganar consumidores quanto às práticas ambientais de uma companhia, ou quanto aos benefícios ambientais de um produto ou serviço’.</p>
<p>À medida que mais pessoas tomam consciência de que a proteção do meio ambiente envolve tanto os seus próprios hábitos de consumo, quanto a atuação dos agentes econômicos em todas as etapas de produção, elas ficam mais de olho em marcas conscientes, que se diferenciam da concorrência. Por isso mesmo, que diversas empresas passaram a utilizar uma comunicação com apelo ecológico.</p>
<p>Assim, não é incomum nos deparamos com alguns jargões em publicidades relacionadas à sustentabilidade do tipo ‘amigo do meio ambiente’ ou ‘100% sustentável’. Tudo como forma de convencer seus clientes de que seus produtos ou serviços são mais naturais, não poluentes, saudáveis, mais livres de toxinas e etc.</p>
<p>Só que a empresa que faz alguma dessas ações deve conceder explicações ou provas que justifiquem tais argumentos. <strong>A imagem pública positiva tem que refletir a realidade,</strong> <strong>do contrário, é melhor que nem alie tais informações ao seu marketing</strong>.</p>
<p>“A transparência é um fator fundamental, pois este eixo evidencia o compromisso das empresas com uma sociedade mais justa, inclusiva e equilibrada”, alerta Gabriela Ferolla, Diretora Executiva na SEALL (<em>startup</em> especializada em medir resultados socioambientais e econômicos).</p>
<p>Para ela, um dos fatos que resulta nessa prática incoerente por parte das empresas, é por conta de ainda necessitarem de uma estrutura de ações que promovam os eixos ESG (Ambiental, Social e de Governança) alinhados e integrados a gestão estratégica da organização.</p>
<p>Entre as práticas definidas pelo IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), que são mais comuns quando as empresas fazem <em>greenwashing</em> estão as afirmações sem provas, irrelevantes ou imprecisas.</p>
<p>Outra exposição que caracteriza a <strong>maquiagem verde</strong> é a divulgação sobre o investimento em uma ação ambientalmente responsável que está sendo feita para fins de <strong>compensaçã</strong>o, ou seja, na tentativa de encobrir práticas destrutivas já realizadas anteriormente por essa organização.</p>
<p>Além disso, existem outras afirmações que não passam de <strong>mera obrigação legal</strong> e que não representam nenhuma atitude mais sustentável.</p>
<p>Importante destacar que a prática de <em>greenwashing</em> possui punições previstas em lei. O Código de Defesa do Consumidor em seu artigo 37 dispõe que é proibida toda publicidade enganosa ou abusiva e ele se aplica também as empresas do B2B (<em>Business-to-business</em> – em livre tradução; empresas que fazem negócios com outras empresas).</p>
<p>“O que qualifica uma pessoa jurídica como consumidora é a aquisição ou utilização de produtos ou serviços em benefício próprio; isto é, para satisfação de suas necessidades próprias, sem ter o interesse de repassá-los a terceiros”, alerta Caroline Duarte, coordenadora jurídica do SETCESP.</p>
<p>Apesar disso, cabe destacar para as empresas, inclusive as de transporte rodoviário de cargas, que não há nada de errado na adoção de medidas ambientalmente responsáveis sem abrir mão do lucro; o problema está todo no fato de <strong>quando</strong> <strong>empresas simulam uma preocupação ambiental apenas para lucrar</strong>.</p>
<p>Se caracterizada a publicidade enganosa, aquele responsável por sua veiculação estará sujeito à imposição de contrapropaganda. Vale lembrar que em tempos de<em> fake news</em>, o público está cada vez mais atento e buscando checar as informações. <strong>Então, se anunciou, mostre que está cumprindo</strong>.</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-discurso-que-nao-esta-alinhado-a-pratica/">O discurso que não está alinhado à prática</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Um programa pensado para a qualificação e inserção da mulher no transporte</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/um-programa-pensado-para-a-qualificacao-e-insercao-da-mulher-no-transporte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 12:53:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 68]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[SEST SENAT]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204601071</guid>

					<description><![CDATA[<p>Esse projeto tem o objetivo de aumentar a inserção das mulheres no mundo corporativo, em especial, no setor de transporte</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/um-programa-pensado-para-a-qualificacao-e-insercao-da-mulher-no-transporte/">Um programa pensado para a qualificação e inserção da mulher no transporte</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_2 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_2">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_2  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_4  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>O SEST SENAT, em parceria com a Secretaria Nacional de Políticas Para Mulheres do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, realizou em julho, a primeira palestra do programa<strong> Qualifica Mulher para o Transporte</strong>. Esse projeto tem o objetivo de aumentar a inserção das mulheres no mundo corporativo, em especial, no setor de transporte.</p>
<p>A palestra foi realizada pela instrutora do SEST SENAT, Layane de Aguiar, que trabalhou o tema ‘Oportunidades para mulheres’, abordando tópicos como o mercado de empregos no Brasil, a importância da qualificação e a conquista da valorização profissional feminina.</p>
<p>O <strong>Qualifica Mulher para o Transporte</strong>, realizará também outras palestras ao longo do ano, além disso, por meio dele foi lançado um curso na plataforma EAD do SEST SENAT com capacidade de atender até 5.000 mulheres participantes.</p>
<p>O curso que se chama ‘Empregabilidade e Inserção de Mulheres no Segmento de Transporte’ é gratuito, à distância e abordará os seguintes tópicos: empregabilidade, ingresso no mundo do trabalho, preserve seu emprego, o mercado de trabalho no Brasil, definição e importância da logística.</p>
<p>O projeto <strong>Qualifica Mulher para o Transporte</strong> visa promover a autonomia econômica de mulheres que estão em situação de vulnerabilidade social, por meio da oferta de educação profissional e empreendedorismo.</p>
<p>Durante o Fórum Econômico Mundial de 2020, foi apresentado um ranking sobre a igualdade salarial entre homens e mulheres de 153 países, no qual o Brasil ficou na 130ª colocação.  Além disso, a participação feminina no mercado de trabalho é 20% inferior a dos homens, segundo estudos da FGV (Fundação Getúlio Vargas). E ainda, dos 2,3 milhões de trabalhadores do setor de transportes no país, apenas 17% são mulheres, de acordo com o CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).</p>
<p>“Em vista desses números, percebemos que temos um longo caminho a percorrer. Esse é o momento de trazermos mais mulheres para o setor, e o SEST SENAT quer contribuir fortemente com a capacitação delas, para que entrem nas empresas já preparadas para assumir diversas funções”, disse Luciana Malamin, gerente executiva do SEST SENAT, na reunião online da Comissão do Vez e Voz, que ocorreu em 13 de julho.</p>
<p>O  SEST SENAT firmou, no dia 15 de junho, uma parceria com o Vez &amp; Voz para apoiar o movimento que tem por intenção fortalecer e fomentar a entrada de mulheres no transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>Malamim contou também que dentre as ações de capacitação, tanto na palestra quanto no curso, há orientações para as mulheres de como preparar um currículo, e exposição de quais são as atividades desempenhadas no transporte rodoviário de cargas, para que a mulher que está sendo capacitada saiba quais cargos pode assumir, e assim, se preparar melhor para o processo seletivo. O curso já está com inscrições abertas no site, <a href="https://ead.sestsenat.org.br/" target="_blank" rel="noopener">inscreva-se</a>.</p>
<p><em>Com informações do SEST SENAT.</em></p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/um-programa-pensado-para-a-qualificacao-e-insercao-da-mulher-no-transporte/">Um programa pensado para a qualificação e inserção da mulher no transporte</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os cargos e salários de quem trabalha no TRC</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/os-cargos-e-salarios-de-quem-trabalha-no-trc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 12:48:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 68]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Painel de Cargos e Salários]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204601063</guid>

					<description><![CDATA[<p>Novo Painel de informações lançado pelo SETCESP traz um parâmetro para as empresas que desejam revisar sua política salarial</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/os-cargos-e-salarios-de-quem-trabalha-no-trc/">Os cargos e salários de quem trabalha no TRC</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_3 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_3">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_3  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_5  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Novo Painel de informações lançado pelo SETCESP</em> <em>traz um parâmetro para as empresas que desejam revisar sua política salarial</em></p>
<p>Você sabe quanto ganha um controlador de entrada e saída que atua no transporte rodoviário de cargas? Ou o salário de uma auxiliar de logística? Se pessoas comuns, já tem esse tipo de curiosidade (principalmente, caso estejam prestes a ingressar no setor, ou a galgar uma promoção dentro dele), imagine as empresas. Para elas, o interesse sobre o assunto é enorme, afinal querem descobrir se os salários que oferecem estão atrativos e de acordo com o que está sendo praticado no mercado trabalho.</p>
<p>E pensando justamente nelas, é que o IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Carga) a pedido do SETCESP, elaborou o <strong>Painel de Cargos e Salários</strong>, uma plataforma exclusiva, na qual as transportadoras associadas podem consultar a média salarial praticada em mais de <strong>200 funções do setor</strong>.</p>
<p>“É uma ferramenta desenvolvida para auxiliar os transportadores no planejamento de suas ações no momento da contratação e também na retenção de seus profissionais.  Todo estudo foi realizado pelo IPTC, desde a fase de planejamento, coleta e análise de dados, até a apuração dos resultados. A partir desta pesquisa, o instituto construiu um apanhado dos cargos mais frequentes nas empresas de transporte de cargas”, explica Bruno Carvalho, analista de dados do IPTC, que foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento da plataforma.</p>
<p>O painel que é interativo, possui três <em>dashboards</em> (telas para a visualização) o primeiro deles apresenta a média salarial de todas as posições que movimentaram o TRC no estado de São Paulo, em 2021. Além disso, o número de admissões e demissões que ocorreram em todos os meses do ano passado, referente ao cargo selecionado. Assim é possível verificar se houve um saldo positivo ou negativo nas contratações para aquele cargo.</p>
<p>Também dá para aplicar filtros e fazer uma consulta personalizada coletando as informações de apenas um dos municípios, e ainda selecionar um dos modelos de contratação: intermitente, temporário e CLT.</p>
<p>Uma das telas exibe informações dos cargos e salários por características pessoais como: faixa etária, grau de instrução e gênero, este último revela o panorama do número de ocupações entre homens e mulheres, disparidade salarial, áreas com maior concentração por gênero, além do grau de instrução entre eles. Assim como em todas as páginas de consulta, os filtros de contratos, área atuação e mês estão presentes.</p>
<p>O Presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Adriano Depentor, lembra que o modal rodoviário é o mais atuante na logística, portanto, o que mais possui profissionais em sua progressão. “O transporte rodoviário de cargas é responsável por mais de 60% de tudo aquilo que é transportado pelo Brasil, logo vemos um amplo espaço para colaboradores das mais diversas áreas de atuação”.</p>
<p>Para ele, exatamente por ser um o ambiente que movimenta o país, é que as empresas precisam estar atentas às práticas de mercado. “Essa informação é extremamente importante para se trazer um comparativo e auxiliar as transportadoras tanto na atração de novos talentos, quanto para criar políticas internas de promoção”, avalia Depentor.</p>
<p>Além disso, por meio da nova ferramenta o interessado pode visualizar um ranking com as atividades mais comuns exercidas nas transportadoras, compreendendo as áreas operacional, administrativa, de serviços gerais, segurança, manutenção e comercial.</p>
<p>Os dados que alimentam o painel foram obtidos junto ao Ministério do Trabalho por meio do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e consideram a indicação da CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) específica do Transporte Rodoviário de Cargas, referentes ao ano de 2021 no estado de São Paulo.</p>
<p>Raquel Serini, economista do IPTC, conta que a ferramenta será atualizada anualmente. “É um canal muito completo para que as transportadoras possam ter um parâmetro no momento da contratação, e até para saberem se os salários estão equiparados com o mercado, em diferentes regiões e níveis de hierarquia. Ter esse planejamento é extremamente necessário para ampliar as atividades e gerenciar a administração da empresa como um todo”, destaca ela.</p>
<p>O Painel de Cargos e Salários está disponível no site SETCESP na área do associado.  <a href="https://www.instagram.com/p/CfFNrcyAonw/" target="_blank" rel="noopener">Clique e confira o passo a passo para acesso</a>.</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/os-cargos-e-salarios-de-quem-trabalha-no-trc/">Os cargos e salários de quem trabalha no TRC</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8216;Um único fornecedor de confiança faz toda diferença&#8217;</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/um-unico-fornecedor-de-confianca-faz-toda-diferenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 12:43:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 68]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[bate-papo empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Parceiro SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Rei do Truck]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204600952</guid>

					<description><![CDATA[<p>Isso é o que acredita Elenildo Rodrigues. Ele contou a Revista SETCESP, que os anos de experiências que acumulou em setores de manutenção foram essenciais para que fundasse o ‘Rei do Truck’</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/um-unico-fornecedor-de-confianca-faz-toda-diferenca/">&#8216;Um único fornecedor de confiança faz toda diferença&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_4 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_4">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_4  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_6  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Isso é o que acredita Elenildo Rodrigues. Ele contou a Revista SETCESP, que os anos de experiências que acumulou em setores de manutenção foram essenciais para que fundasse o ‘Rei do Truck’, o maior truck center do ABC voltado à linha de veículos pesados </em></p>
<p><strong>Que facilidades traz ao transportador ter a sua disposição uma oficina especializada no atendimento de multimarcas?</strong></p>
<p>Imagine que uma transportadora tenha em sua frota 100 veículos, e dentre eles, quatro marcas diferentes. Se ela trabalhar com fornecedores que atendem uma marca exclusivamente, o que é muito comum, obviamente, será mais complicado. Quando nos referimos a área de manutenção, percebemos que a parceria é conquistada com o tempo, e neste caso trabalhar com um único fornecedor de confiança faz toda diferença. Significa principalmente, otimização de tempo e economia pela agilidade.</p>
<p><strong>Quais as diferenças entre uma manutenção preditiva, preventiva e corretiva?</strong></p>
<p>A preventiva, como o próprio nome pressupõe, é feita antes que algum problema aconteça, como por exemplo, a troca de óleo e filtros. Já a preditiva é uma manutenção planejada, com o objetivo de prever possíveis danos e agir, antes mesmo que eles aconteçam. A manutenção corretiva, por sua vez, é aquela feita depois da quebra de algum componente do veículo.</p>
<p><strong>Como funciona a parceria com o SENAI e no que ela impacta para capacitação dos colaboradores?</strong></p>
<p>Essa parceria que possuímos com o SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) visa encontrar profissionais qualificados no mercado, especialmente, quando nos referimos a parte de mecatrônica. O Rei do Truck também oferece incentivos para que os colaboradores que se interessem na qualificação possam realizar o curso e aperfeiçoar seu conhecimento, com isso temos sempre uma equipe atualizada para atender as demandas dos clientes.</p>
<p><strong>Quais os principais pontos considerados na elaboração de um contrato de manutenção personalizado para uma transportadora?</strong></p>
<p>O principal ponto é realmente compreender a necessidade do cliente. Por exemplo, entender se há, ou não, a necessidade de fornecer uma proposta que cubra toda linha de trem de força; se a frota for nova, talvez não haja. Por este e outros motivos, é que realizamos uma inspeção gratuita para avaliar o estado real da frota. Observamos características da operação do cliente: se é considerada severa ou não, o trajeto da logística, média de quilômetros rodados por mês, entre outras questões. Só após uma análise, elaboramos uma proposta de plano de manutenção, a fim de que seja coerente com o que nosso cliente precisa.</p>
<p><strong>Quais são os desafios do Rei do Truck para os próximos anos?</strong></p>
<p>Os nossos maiores desafios são a conquista de novos clientes, a abertura de filiais, aliás, que já está em projeto, e o aumento dos planos de manutenção e gestão de frotas, para fornecer os melhores serviços às transportadoras que buscam segurança nas estradas. </p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/um-unico-fornecedor-de-confianca-faz-toda-diferenca/">&#8216;Um único fornecedor de confiança faz toda diferença&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nicole Goulart: &#8216;O empresário não perde tempo e nem dinheiro investindo na qualificação profissional&#8217;</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/nicole-goulart-o-empresario-nao-perde-tempo-e-nem-dinheiro-investindo-na-qualificacao-profissional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 12:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 68]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[nicole goulart]]></category>
		<category><![CDATA[SEST SENAT]]></category>
		<category><![CDATA[setcesp entrevista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204601078</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em entrevista à Revista SETCESP, Nicole Goulart que é advogada, falou das transformações e avanços que a instituição tem oferecido ao setor nos últimos anos</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/nicole-goulart-o-empresario-nao-perde-tempo-e-nem-dinheiro-investindo-na-qualificacao-profissional/">Nicole Goulart: &#8216;O empresário não perde tempo e nem dinheiro investindo na qualificação profissional&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_5 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_5">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_5  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_7  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Ela está desde 2015 como diretora executiva nacional do SEST SENAT, o braço do Sistema ‘S’ que atende ao transporte em todos os modais.  Em entrevista à Revista SETCESP, Nicole Goulart que é advogada, falou das transformações e avanços que a instituição tem oferecido ao setor nos últimos anos</em></p>
<p><strong>Como o SEST SENAT trabalha para melhorar o desempenho do setor de transporte e mostrar seu valor junto às empresas contribuintes?</strong></p>
<p>Antes que o SEST (Serviço Social do Transporte) e o SENAT (Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) fossem criados, fazíamos parte do ‘S’ da indústria (SESI e SENAI), e não tínhamos um real protagonismo, do que era o setor de transporte para o País. Desde a nossa constituição, em 1993, a gente defende que a nossa capacitação profissional, melhore o setor transportador. Eu gosto de repetir essa frase que é falada por muitos empresários: não existe empresa forte em um setor fraco.</p>
<p>Queremos fomentar que o empresário não perde tempo nem dinheiro investindo na qualificação profissional. O que falamos repetidamente, é que é importante para o empresário, ter esse funcionário qualificado, e exatamente por isso, é importante ele liberar esse profissional para fazer os cursos. Embora a gente saiba que é difícil conciliar as agendas dos profissionais com as agendas das empresas, mas até por este motivo, criamos algumas unidades com horários diferenciados de atendimento. Com a pandemia a gente acelerou a disponibilização de serviços e cursos online, para que esse profissional não precise se deslocar até a unidade para aprender ou se cuidar como no caso de uma consulta nutricional ou psicológica, por exemplo.</p>
<p><strong>Como o sistema S pode auxiliar as empresas na contratação de mais mulheres, especialmente, para o cargo de motoristas profissionais?</strong></p>
<p>Temos um Programa de cunho social relevante, que oferta carteira de motorista profissional à mulher, para que possa ingressar no mercado de trabalho. Nós já formamos 26 mulheres e o número pode até parecer pequeno, mas vale lembrar que, o curso é de longa duração e 19 delas já saíram empregadas. Isso é um indicativo de que estamos no caminho certo. A intenção não é só trazer mulheres para a profissão de motoristas, mas tornar esse setor possível para elas. Uma outra coisa que tem no nosso radar, é mobilizar o setor público para garantir segurança e infraestrutura, como banheiros adequados nas estradas para essas mulheres motoristas.</p>
<p>É interessante ver que a gente já tem até empresas de transportes que possuem uma política muito forte de atração de mulheres, e conseguiram flexibilizar jornada e rota para elas. A gente luta por igualdade, mas aqui o que precisamos é tratar igualmente com atenção as devidas especificidades de cada um, eu diria. O empresário precisa estar consciente de que vai ter que se adequar para contratá-las, obviamente, porque a profissional precisa de um outro tipo de tratamento. São três pilares a serem trabalhados: a Confederação Nacional do Transporte (CNT) que atua no poder público, o SEST SENAT que faz a interlocução com essa profissional e o empresário que está sempre conosco através das entidades. Em razão disso, sempre destaco a valorização da importância do processo associativo dos sindicatos no país.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_2">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="350" height="350" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Nicole-2.png" alt="" title="Nicole" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Nicole-2.png 350w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Nicole-2-300x300.png 300w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Nicole-2-150x150.png 150w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Nicole-2-250x250.png 250w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" class="wp-image-204601094" /></span>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_8  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Quantas unidades tem hoje o SEST SENAT e quais as necessidades de adaptação regional são consideradas, para estar presente nos mais diferentes lugares do País?</strong></p>
<p>São 160 unidades, a mais nova inaugurada em julho em Curvelo-MG.  Estamos em processo de expansão, com 52 novas unidades em diferentes estágios, seja em projeto executivo ou licitação de obra. As diferenças regionais são imensas. Por isso, temos o que chamamos de unidades vocacionais: algumas que atendem muito mais o transporte de passageiros, enquanto outras o transporte de cargas, e por aí vai. Em São Paulo, a do Parque Novo Mundo tem uma tendência para a cargas, já a de Vila Jaguara, para passageiros. Isso influencia em todo o portfólio de serviços e até em nossos turnos de trabalho. Precisamos nos adequar a necessidade das empresas. A gente acredita na estrutura física porque é importante ter um lugar para acolher o nosso profissional, mas também não nos limitamos aos muros das unidades. Inclusive, um dos grandes avanços que a pandemia nos trouxe foi acelerar os projetos digitais, com isso, a equipe da unidade de São Paulo, por exemplo, pode atender pessoas no Pará em consultas e treinamentos online. Percebemos que mesmo estando, cada vez mais, regionalizados estamos também mais customizados. A intenção é deixar de ser um produto de prateleira (engessado) para atender o interesse do cliente que são as empresas e profissionais do transporte, e que estão em constante mudança.</p>
<p><strong>Há uma enorme parcela de pessoas desempregadas, por outro lado as empresas, em sua maioria, sofrem para preencher as vagas em aberto por falta de qualificação. Como o SEST SENAT pode ser um agente de mudança dessa realidade?</strong></p>
<p>Hoje 65% dos cursos do SENAT são os regulamentados. Quando avaliamos o percentual de participação da comunidade, de pessoas que não são do setor inscritas neles, chega-se a uma média de 15%, que são pessoas que estão tentando entrar no nosso setor, porque nos enxergam como uma oportunidade. O atendimento de saúde à comunidade local faz com que o SEST fomente o público do SENAT e vice-versa. É mais fácil cuidar da saúde, na grande parte das vezes, é o que a comunidade busca. O SEST tem trabalhado com esse corpo a corpo, buscando promover uma atratividade para o setor, fomentar uma remuneração adequada, o nosso objetivo é mostrar que este setor é bom para trabalhar, e tirar um pouco desse viés negativista. Esse é o nosso grande objetivo.</p>
<p><strong>Como a educação profissional pode ajudar o jovem que não tem experiência a ingressar no mercado de trabalho, especificamente no setor de transporte?</strong></p>
<p>Primeiro quero dizer que sabemos que a cota complementar do Jovem Aprendiz é um encargo pesado para as transportadoras, porque o motorista está incluso no cálculo dessa cota. A CNT apresentou uma emenda na Medida Provisória de Empregabilidade nº 1116/2022, reforçando a necessidade de exclusão do motorista da cota, pois se trata de uma profissão que exige uma regulamentação distinta com critérios específicos. Essa é uma pauta bem impopular, e é preciso reforçar: não é que a gente não queira acolher o jovem, o que queremos é trazê-los para funções que ele possa realmente executar dentro das empresas. Pensando nisso, lançamos um projeto de qualificação voltado para esse público. Então quando o empresário contrata o jovem que passa por esse aperfeiçoamento, ele já sabe o que uma empresa de transporte faz. O nosso objetivo é trazer o jovem para a unidade do SEST SENAT e entregá-lo formado para a empresa.  Enquanto isso, trabalhamos nessa medida provisória para que depois de dois anos (que é o prazo do contrato obrigatório) a empresa possa ficar com ele, e ele continue integrado a cota. Porque antes havia um desestímulo à contratação, pois se a empresa contratasse o Jovem Aprendiz, ela era obrigada a aumentar cota. Foi importante conseguir alterar este ponto.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_3">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="400" height="400" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Nicole2-1.png" alt="" title="Nicole2" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Nicole2-1.png 400w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Nicole2-1-300x300.png 300w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Nicole2-1-150x150.png 150w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Nicole2-1-250x250.png 250w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" class="wp-image-204601097" /></span>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_9  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Que motivos as empresas têm para estimular seus profissionais a utilizarem os atendimentos e treinamentos do SEST SENAT?</strong></p>
<p>A necessidade. É um custo de 2,5% sobre a folha de pagamento e reforço a importância da valorização deste recurso A intenção do SEST SENAT não é fazer caixa, e sim, devolver isso para o empresário com a qualidade que ele precisa. É importante para a empresa que ela tenha mão de obra qualificada e saudável. A ideia não é fazer disso um custo, mas sim, um investimento. É muito legal ver que os grandes empresários estão cada vez mais conscientes, investindo e apostando nas melhorias do SEST SENAT e contribuindo com a gente, sugerindo o que eles querem e precisam para que possamos desenvolver e atender cada vez mais empresas.</p>
<p><strong>Aqui em São Paulo, o que podemos esperar de novo do SEST SENAT? Alguma nova unidade, ou lançamento de algum serviço?</strong></p>
<p>Temos uma unidade prevista para ser inaugurada em breve na cidade de São Carlos. Também fizemos a aquisição de um prédio no bairro de Santo Amaro, na capital, que já está em reforma. Ainda temos previsão de futuras instalações em Barueri, Franca e Paulínia e a revitalização da unidade Vila Jaguara que deve acontecer logo mais. O que a gente vem fazendo em São Paulo é uma aproximação dos setores tanto de carga quanto de passageiros, trabalhamos nesse momento para ofertar os cursos regulamentados virtualmente <em>(estes são todos aqueles treinamentos que são regulamentados pelo CONTRAN, que inclui o MOPP &#8211; Movimentação Operacional de Produtos Perigosos)</em> isso é um grande avanço, porque esses cursos são obrigatórios e têm validade. O Detran de São Paulo acabou de liberar a oferta desse curso de forma virtual, e nós estamos adequando os nossos sistemas. É o grande lançamento que queremos fazer ainda esse ano.</p>
<p>Daqui a pouco também vamos lançar o ‘Motorista Série A&#8217;, um curso para aperfeiçoamento do motorista sendo de menor duração. Já adianto que ainda teremos a ‘Feira de Empregabilidade’ em setembro, na unidade de Santo André/SP, será a primeira vez dessa ação, com objetivo de proporcionar esse <em>match</em> de quem quer contratar com quem precisa ser contratado.</p>
<p><strong>Que iniciativas de atuação do SEST SENAT durante a pandemia ficarão de legado?</strong></p>
<p>A pandemia ajudou a encurtar distâncias, passamos também a ter um novo olhar sobre a importância do cuidado com o trabalhador. O transporte não parou, a gente viu o alimento no mercado, o pão na padaria, o remédio na farmácia e tudo graças ao transporte. Isso trouxe uma valorização do setor que foi classificado como essencial, em um decreto fruto do trabalho da própria CNT. Importante destacar que muitas empresas começaram a demonstrar que a gente pode trabalhar melhor junto do que separado e o setor de transporte saiu mais fortalecido.</p>
<p><strong>De vez em quando, surge um e outro projeto que prevê cortes do repasse da contribuição ao Sistema ‘S’. Na sua visão, o porque isso não deveria ser feito e qual o papel do sistema ‘S’ para o desenvolvimento social? </strong></p>
<p>Primeiro, vamos dar um passo atrás e entender o porquê o SEST SENAT foi criado. Antes da Constituição de 1988, os outros ‘S’ foram criados porque o estado chegou à conclusão de que não conseguiria suprir o que as empresas precisavam, simplesmente, ele não é eficiente para assumir essa responsabilidade, e assim, delegou a iniciativa privada o Sistema ‘S’. A nível de comparação, um curso do Instituto Técnico Federal é bem mais caro que um curso do Sistema ‘S’. A gente já fez essas contas. Na minha opinião, cortar a arrecadação do ‘S’ é um retrocesso. Pensa em um curso regulamentado que é obrigatório, e o profissional recebe de graça, se não fosse assim, a empresa teria que pagar por esse treinamento. Só que não é apenas o valor, é preciso garantir a qualidade desses cursos.</p>
<p>Falar de sistema ‘S’ é falar de milhões de brasileiros. Nosso foco é qualificação profissional. No caso da indústria, ela mantém ainda a educação básica. Então, se não fizermos isso, quem vai fazer esse trabalho? Me diz, o SUS (Sistema Único de Saúde) tem condição de disponibilizar psicologia e fisioterapia para todos os profissionais e seus familiares com disponibilidade de agendamento em menos de um mês? No SEST SENAT, por exemplo, isso é possível, está disponível, de forma presencial e online&#8230; Eu sei que tem empresas com planos de saúde para os seus profissionais, mas a gente precisa olhar a realidade do nosso país de forma geral. Cortar a arrecadação, agravaria, e muito a crise econômica. São as pessoas que movem as empresas e as empresas que movem a economia. Não há como falar em um país competitivo, se a gente não valorizar a educação. E eu acredito veementemente, que o Governo Federal não tem condição de fazer o que o Sistema &#8216;S&#8217; faz neste quesito. Quando surgem estes assuntos em pauta, é porque há uma completa desinformação.</p>
<p><strong>Quais desafios o SEST SENAT tem pela frente?</strong></p>
<p>Mostrar a importância da nossa contribuição e do nosso trabalho. Promover uma transformação digital em nosso setor, porque ele possui hoje uma média de pessoas com mais idade, grande parte entre 49 a 54 anos. Atrair jovens, para oxigenar e colocar em postos de trabalho que estão abertos, e obviamente, estar mais próximo do empresário de transporte, por isso agradeço o convite de participar dessa entrevista. Os sindicatos são importantíssimos para nós.</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/nicole-goulart-o-empresario-nao-perde-tempo-e-nem-dinheiro-investindo-na-qualificacao-profissional/">Nicole Goulart: &#8216;O empresário não perde tempo e nem dinheiro investindo na qualificação profissional&#8217;</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Em dia com a agenda tributária</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/em-dia-com-a-agenda-tributaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 12:40:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 68]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[núcleo jurídico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204601017</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pagamentos de tributos, compromissos fiscais e obrigações trabalhistas fazem parte do calendário das companhias</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/em-dia-com-a-agenda-tributaria/">Em dia com a agenda tributária</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_6">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_6  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_10  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Pagamentos de tributos, compromissos fiscais e obrigações trabalhistas fazem parte do calendário das transportadoras</em></p>
<p>Todos os meses, as empresas precisam cumprir uma série de compromissos. Com as transportadoras não é diferente. Impostos, encargos sociais e direitos trabalhistas precisam estar em dia para manter a sustentação dos negócios, em conformidade com o que determina a legislação.</p>
<p>A atenção aos prazos para pagamento desses compromissos é essencial para uma boa gestão. Só que a tarefa não é coisa simples, segundo o relatório Doing Business Subnacional Brasil 2021, as empresas brasileiras gastam entre 1.483 e 1.501 horas por ano para preparar, declarar e pagar impostos. Levam mais tempo do que qualquer outro país, de acordo com o estudo que acompanhou 190 economias do mundo.</p>
<p>Para auxiliar as transportadoras no cumprimento de todas essas atribuições é que o departamento de Consultoria Jurídica do SETCESP está disponibilizando mensalmente, a <strong>Agenda Tributária</strong>, que é a indicação do conjunto de obrigações que devem ser entregues em determinadas datas do mês e período de apuração.</p>
<p>“Já faz alguns anos que o SETCESP alerta as empresas sobre os prazos de pagamentos de obrigações. Antes, enviávamos somente um e-mail. Agora, para modernizar essa dinâmica, resolvemos colocar à disposição no site para consulta, uma espécie de agenda mensal, e as empresas recebem também o aviso de que está disponível o novo calendário de obrigações do mês vigente pela nossa <em>newsletter</em>, que é o SETCESP Online”, explica a assessora jurídica da entidade, Caroline Duarte.</p>
<p>Na <strong>Agenda Tributária</strong> do SETCESP consta quais os prazos de entrega das declarações (como a DCTF &#8211; Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais), dos demonstrativos e dos documentos. E também as datas com os vencimentos dos parcelamentos que são permitidos pela Receita Federal, que variam conforme o regime tributário em que cada empresa se enquadra como o PAES (Parcelamento Especial), o PAEX (Parcelamento Excepcional), também o PERT  (Programa Especial de Regularização Tributária), além do parcelamento  de Débitos do Simples.</p>
<p>Com a agenda é possível se programar para os vencimentos da folha de salários, Previdência Social, e envio do e-Social. Fora os pagamentos dos impostos federais (PIS, Cofins, a CSLL, e o IRPJ), o estadual (ICMS) e o municipal (ISS),  sendo este que último incide apenas quando o transporte é feito dentro do mesmo município.</p>
<p>A assessora jurídica reforça que é importante que as transportadoras fiquem atentas para não perderem os prazos e ficarem expostas às penalidades. A ausência de não cumprimento de muitas dessas obrigações podem acarretar em graves ocorrências como, por exemplo ter a inscrição da empresa na dívida ativa; receber multas, ser responsabilizada por crimes tributários, estar sujeita a imposição de restrições judiciais e administrativas (entre elas a proibição de aproveitar benefícios e participar de licitações).</p>
<p>Há empresas que costumam fazer o seu próprio calendário, e algumas outras também que se utilizam como base para a consulta o site da própria Receita Federal. Contudo a <strong>Agenda Tributária,</strong> disponibilizada pelo SETCESP, é bastante específica e compreende o que precisa ser considerado no transporte rodoviário de cargas, isso facilita na organização.</p>
<p>“Tratamos dos impostos referentes apenas ao nosso setor, consideramos o que está previsto para o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) de transporte de cargas e logística. Até é possível consultar as obrigações em outros lugares, entretanto, muitas informações vêm de forma ampla e generalizada. No caso do site da Receita Federal, por exemplo, estão indicados os prazos de recolhimento de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) que não são de atribuição do transporte rodoviário de cargas”, orienta Duarte.</p>
<p>Além disso, ela avisa que a legislação está em constante mudança, e essa é mais uma ferramenta que vem para auxiliar a transportadora a manter-se atualizada. “É uma forma de trazer mais praticidade e informação para as empresas com relação a todas as suas obrigações, que não são poucas, para que possam enfrentar esse nosso que sistema tributário que é bastante complexo”, finaliza.</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/em-dia-com-a-agenda-tributaria/">Em dia com a agenda tributária</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vieses inconscientes que impactam a diversidade</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/vieses-inconscientes-que-impactam-a-diversidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 12:29:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 68]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
		<category><![CDATA[vieses inconscientes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204601118</guid>

					<description><![CDATA[<p>Conceitos sem fundamentos pré-estabelecidos comprometem a Gestão de Pessoas</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/vieses-inconscientes-que-impactam-a-diversidade/">Vieses inconscientes que impactam a diversidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_7 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_7">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_7  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_11  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Conceitos sem fundamentos pré-estabelecidos comprometem a Gestão de Pessoas</em></p>
<p>Vieses inconscientes são atitudes apreendidas, experiências vividas ou estereótipos criados que involuntariamente, afetam o modo como agimos. Quem explica melhor como eles funcionam é a diretora executiva da Inspira DHO e <em>coaching</em>, Sonia Maluf, que abordou o assunto durante a reunião da Comissão do Vez &amp; Voz, no último dia 09 de junho.</p>
<p>“Todos nós temos os nossos pré-conceitos enraizados, e é importante a gente tomar consciência disso, porque só assim, conseguimos agir a respeito. Esses vieses dificultam o avanço da diversidade e da inclusão nas organizações e comprometem a perenidade e relevância das empresas”, comentou Maluf.</p>
<p>Ela, que também é instrutora no SETCESP e ministra cursos em diversas áreas, afirma que no mercado de trabalho é muito comum que se construam esses vieses, que podem ser visíveis ou latentes, em relação à diversas características dos demais colegas, sejam elas físicas, de gênero, raça, orientação sexual, deficiência, origem, religião, dentre outras.</p>
<p>Mitos de que as <em>‘mulheres não chegam à alta liderança, porque deixam a empresa para ter filhos’</em>, ou de que <em>‘pessoas com deficiência não são tão produtivas’</em>, são algumas das crenças equivocadas, que podem influenciar o comportamento, inclusive, no momento da contratação.</p>
<p>A especialista adverte que esses vieses, não só impactam, os processos de gestão de pessoas (recrutamento e seleção), como influenciam na concessão de promoções, e ações de desenvolvimento, e assim, permeiam todos os critérios de tomada de decisão na organização. Com a intenção de fazer com que as participantes da reunião ficassem mais perceptivas e alertas, quanto aos vieses inconscientes, ela destacou alguns deles<strong>.</strong></p>
<p>“Se avaliarmos um recorte da diferença salarial entre homens e mulheres a gente se volta ao viés do <strong>preconceito de gênero</strong>”, demonstrou. Em 2021, o salário médio dos homens foi 18% mais alto que o das mulheres, de acordo com a pesquisa do site Vagas.com.  </p>
<p>Um outro viés é a <strong>discriminação em função da idade</strong>. “Não faça suposições com base na idade; por exemplo, não pressuponha de imediato que os trabalhadores mais velhos não têm habilidades tecnológicas, ou não estão abertos à aprendizagem de novas competências”, orienta.</p>
<p>Maluf também esclareceu que existe uma espécie de <em>icerberg</em> comportamental. E, o que a gente deixa transparecer é apenas a ponta do <em>icerberg</em>, por conta da nossa percepção, que é o filtro que processa e entende as informações que nossos sentidos recebem. Enquanto isso, na parte de baixo desse iceberg estão todos os sentimentos, crenças, valores, propósitos, experiências, expectativas e necessidades.</p>
<p>Estudos demonstram que as equipes que são diversas e bem dirigidas têm uma maior produtividade, inovação e conseguem atingir a perpetuação da organização no mercado. “Empresas que tem mulheres na gestão são 50% mais rentáveis que as outras, justamente porque há essa diversidade de olhar em seus processos”, apontou Camila Florencio, coordenadora da Comissão do Vez e Voz, citando dados da consultoria americana Mckinsey.</p>
<p>Entretanto, no Brasil um levantamento com 170 empresas realizado pelo Hay Group identificou que apenas 5% delas procuram saber como seus funcionários percebem o ambiente de diversidade no dia a dia de trabalho. No comparativo com países de economias mais desenvolvidas, como Estados Unidos e os do continente europeu, esse número salta para 20%.</p>
<p>Para Maluf um dos caminhos para recrutar sem vieses inconscientes nas empresas é o <em>Blind Evaluation</em> (do inglês; recrutamento às cegas), no qual é feita uma avaliação, que consiste em ocultar certas características de um candidato, para impedir que os vieses inconscientes influenciem no processo decisório. Vale lembrar que os RHs das empresas não devem apenas focar em quem está entrando para ter mais diversidade, mas também criar condições na organização para que as minorias cresçam na carreira.</p>
<p>“Trazer isso para o dia a dia das companhias é fator chave na desconstrução dos preconceitos arraigados”, afirmou a especialista. Ampliar a consciência, não combate somente o preconceito como multiplica o conhecimento, e contribui para que as empresas sejam mais justas, gerem oportunidades para todos e valorizem as diferenças.</p>
<p><strong>Os tipos mais comuns de vieses inconscientes nas organizações:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Preconceito de gênero. </strong>Ocorre quando há o favorecimento de um gênero em detrimento de outro.</li>
<li><strong>Discriminação em função da idade. </strong>Acontece geralmente, com membros mais velhos da equipe, ao serem preteridos a avançarem em alguma posição.</li>
<li><strong>Viés da afinidade. </strong>Se evidencia quando gestores escolhem colaboradores com os quais têm mais identificação, para dar promoções ou outras manifestações positivas, ao invés, de analisarem o contexto e tomarem decisões com embasamento nas competências.</li>
<li><strong>Favoritismo em razão da aparência.</strong> Está baseado em estereótipos positivos de indivíduos que são considerados mais atraentes.</li>
<li><strong>Viés do estereótipo. </strong>Trata-se dos julgamentos que uma pessoa, que pertence a um determinado grupo, faz a respeito de um indivíduo pertencente a outro grupo, não se baseando em competências específicas ou qualidades do mesmo, mas em generalizações.</li>
<li><strong>Efeito Halo.</strong> Quando há uma preferência inconsciente por um indivíduo, com base em apenas uma informação positiva sobre ele, sem considerar as demais características correspondentes ao mesmo.</li>
</ul></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/vieses-inconscientes-que-impactam-a-diversidade/">Vieses inconscientes que impactam a diversidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cresce a quantidade de emissão de CT-e</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/cresce-a-quantidade-de-emissao-de-ct-e/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 12:27:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 68]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa iptc]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204600977</guid>

					<description><![CDATA[<p>No entanto, isso pode não indicar um aumento do volume da demanda de cargas, e sim, ser um sinal de que está crescente a movimentação de mercadorias. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/cresce-a-quantidade-de-emissao-de-ct-e/">Cresce a quantidade de emissão de CT-e</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_8 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_8">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_8  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_12  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>No entanto, isso pode não indicar um aumento do volume da demanda de cargas, e sim, ser um sinal de que está crescente a movimentação de mercadorias. Confira!</em></p>
<p>Quem trabalha com gestão de transporte já está familiarizado com o CT-e, MDF-e, DACT-e, DAMDF-e, NF-e e outras siglas referentes a documentos digitais. Especialmente o CT-e, que é o Conhecimento de Transporte eletrônico, foi instituído em 2007 pelo Ajuste Sinief 09, que determina regras para sua emissão e armazenamento eletrônico.</p>
<p>Ao deixar de gerar esse documento obrigatório, a transportadora pode receber multas e até mesmo, ter a mercadoria apreendida em postos fiscais, já que a circulação em território nacional sem ele é proibida.</p>
<p>A equipe do IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Carga) acompanha os dados disponibilizados pela Secretaria da Fazenda sobre a quantidade de emissão de Conhecimento de Transporte eletrônico e identificou uma crescente nos números a partir de dezembro de 2021, quando a média de emissões para o mês ficou em 5.500 bilhões. Já em junho deste ano, essa média saltou para 6.200 bilhões. Enquanto isso, o número de emissores (ou seja, quem presta serviços de transporte), permaneceu quase que o mesmo durante todo o semestre, uma média de 100 mil.</p>
<p>Para o analista de dados do IPTC, Bruno Carvalho, os números podem indicar que a movimentação de cargas e mercadorias está maior. “O rodoviário, na imensa maioria das vezes, é sempre o responsável pelo transporte da primeira e última milha”, avaliou.</p>
<p>Neste mesmo sentido vão ao encontro os dados do relatório da Fretebras. De acordo com o estudo, o volume de fretes rodoviários no Brasil aumentou 36,8% na comparação com o primeiro trimestre de 2021. Ao todo foram movimentados R$18 bilhões em fretes de janeiro a março de 2022.</p>
<p>Segundo o relatório, houveram diversos fatores que influenciaram o mercado de transporte, com destaque à guerra da Ucrânia. “Se por um lado, a alta do combustível impacta profundamente os custos do transporte, por outro lado, as commodities brasileiras ganharam ainda mais força no mercado internacional, e assim o agronegócio puxou a oferta de fretes no período”, afirma o estudo.</p>
<p>Entretanto, o vice-presidente do SETCESP, Marcelo Rodrigues, destaca um outro cenário propiciado durante a pandemia, o aumento das vendas no e-commerce. O segmento registrou um faturamento recorde em 2021, totalizando mais de R$ 161 bilhões, um crescimento de 26,9% em relação ao ano anterior. O número de pedidos aumentou 16,9%, com 353 milhões de entregas, de acordo com o levantamento da Neotrust, empresa responsável pelo monitoramento do e-commerce brasileiro.</p>
<p>“O transporte mudou drasticamente por conta do crescimento das compras on-line”, informa Rodrigues ao explicar que isso fez com que ocorresse um fenômeno, “ao invés de termos  preponderantemente o frete levado por caminhões das fábrica ou Centro de Distribuição para as lojas, o que vem acontecendo é o escoamento das mercadorias em veículos de menor porte, direto para o consumidor, e com isso, a emissão de vários CT-es”, sinaliza.</p>
<p>Para Rodrigues, ainda que a média de números de CT-es emitidos tenha aumentado muito, e por consequência, a movimentação de cargas, o volume de carga em si, tanto em valores quanto em pesos transportados, pode não ter evoluído da mesma maneira se comparado  com a medição da evolução do PIB (Produto Interno Bruto).</p>
<p>Ele também chama atenção para o fato de que houve uma forte migração das cargas, que eram levadas pelos transportadores regulares para o que chama de ‘uberizadoras de cargas’, que descreve como a relação desencadeada pelos <em>marketplaces</em> que contratam veículos de passeio e até motocicletas não regularizadas, para o transporte e  dessa forma, realizam a emissão simplificada do CT-e, por meio de um regime especial  disponibilizado pelas  SEFAZ (Secretaria da Fazenda) dos estados.</p>
<p>Dentro dessas emissões simplificadas não estão contemplados uma série de documentações acessórias que as transportadoras regulamentadas são obrigadas a emitir, além de permitir a grande pulverização das entregas.</p>
<p>“Particularmente não sou contra essa pulverização e desburocratização que os <em>marketplaces</em> conseguiram. O que desejo é que haja uma isonomia entre o que se concede a eles e aquilo que as transportadoras são submetidas, para que possamos desfrutar dos mesmos benefícios, principalmente, com respeito a diminuição da papelada envolvida nos documentos eletrônicos”, espera o vice-presidente do SETCESP</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/cresce-a-quantidade-de-emissao-de-ct-e/">Cresce a quantidade de emissão de CT-e</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O cálculo das verbas rescisórias</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-calculo-das-verbas-rescisorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 12:25:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 68]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[verbas rescisórias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204601052</guid>

					<description><![CDATA[<p>O quanto o colaborador deve receber no encerramento da relação trabalhista?</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-calculo-das-verbas-rescisorias/">O cálculo das verbas rescisórias</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_9 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_9">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_9  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_13  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>O quanto o colaborador deve receber no encerramento da relação trabalhista?</em></p>
<p>Quando chega o fim do contrato de trabalho de um profissional, as empresas precisam estar atentas sobre as responsabilidades, quanto ao pagamento de valores reconhecidos em Lei como de direito do trabalhador, as chamadas verbas rescisórias.</p>
<p>“O cálculo da verba rescisória serve para que o empregado consiga receber tudo o que lhe é devido”, comenta a coordenadora jurídica do SETCESP, Caroline Duarte. Segundo ela, para que isto ocorra a empresa deve examinar corretamente os valores, pois eventuais erros de cálculo implicam na supressão do direito do colaborador, que poderá acionar o contratante por meios das Câmaras de Conciliação Prévia ou judicialmente.</p>
<p>“Existem diversos motivos que apontam a importância do pagamento correto, mas os mais importantes são a garantia de um bom clima organizacional, e principalmente, evitar ações judiciais motivadas por este fator”, afirma Duarte.</p>
<p>A coordenadora jurídica ainda acrescenta que “a falta do pagamento no prazo estipulado acarreta o pagamento de multa em favor do empregado no valor equivalente ao seu salário, conforme prevê o § 8º do artigo 477 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)”.</p>
<p>A apuração do valor da verba rescisória varia conforme o <strong>motivo da rescisão contratual</strong>, que pode ser por meio de um <strong>acordo amigável</strong> entre as duas partes, por <strong>pedido de demissão</strong> do empregado ou a <strong>dispensa pelo empregador</strong>, que pode ser por <strong>justa causa</strong> ou <strong>sem</strong> <strong>justa causa</strong>, ou ainda, a <strong>extinção do contrato por falecimento</strong> do empregado.</p>
<p>Além do que é direito para cada modalidade de rescisão, se considera também o <strong>tempo de permanência </strong>do colaborador na organização, pois leva-se em conta o saldo de salário. A empresa deve verificar ainda se há aviso <strong>prévio</strong> ou não; se as férias são proporcionais ou estão <strong>vencidas</strong>; o <strong>adicional de um terço sobre férias</strong> e a multa do <strong>fundo de garantia</strong>.</p>
<p>Segundo as leis trabalhistas brasileiras, esses são os itens presentes no processo de rescisão, <strong>mudando apenas o que é direito para cada modalidade</strong>. A seguir detalhamos informações referentes a cada um deles, para facilitar compreensão e a contabilidade dos valores.</p>
<p><strong>Saldo do salário</strong> &#8211; É o pagamento do trabalhador pelos dias que efetivamente trabalhou no mês da rescisão (proporcional), acrescido de horas extras e adicionais (caso haja).</p>
<p><strong>Aviso prévio</strong> &#8211; O aviso prévio pode ser trabalhado ou indenizado. Quando uma pessoa trabalha durante aviso prévio, pode optar pela redução de duas horas diárias de seu horário normal ou redução do período por sete dias corridos, salvo quando a iniciativa de rescisão é do colaborador de acordo com o artigo 488 da CLT.</p>
<p><strong>Férias vencidas e férias proporcionais</strong> &#8211; Todo trabalhador tem direito a 30 dias de férias a cada ano trabalhado, é o chamado período aquisitivo. Após um ano, o colaborador tem direito a férias vencidas. Já as férias proporcionais são contadas quando o período aquisitivo ainda não está completo. Assim, a empresa deve pagar os meses proporcionais trabalhados naquele período aquisitivo. Importante lembrar que, quando o funcionário trabalha apenas alguns dias do mês, este período só conta como mês completo para cálculo das férias, se ultrapassar 15 dias. Caso seja inferior, esses dias não contarão para fins de férias.</p>
<p><strong>13º Salário</strong> &#8211; O cálculo do 13º Salário é feito de maneira proporcional aos meses trabalhados no ano. Quando o mês não for trabalhado integralmente, a quantidade de dias que o colaborador trabalhou no mês do desligamento deve ser analisada. Da mesma forma, que nas férias, deve ser considerado como um mês completo 15 dias trabalhados ou mais.</p>
<p><strong>FGTS</strong> &#8211; Mensalmente, a empresa deposita um valor referente ao FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) em uma conta da Caixa Econômica Federal para cada colaborador. Na rescisão de trabalho sem justa causa, o demitido pode sacar esse valor.</p>
<p>Fora esses itens destacados e as modalidades de encerramento de contrato, é importante que a empresa esteja atenta a outras obrigações, como por exemplo, o direito <strong>à indenização adicional</strong> equivalente a um salário, que ocorre quando o empregado é dispensado <strong>sem justa</strong> no período de<strong> 30 dias</strong> que<strong> antecede à data base </strong>da<strong> sua categoria</strong>.  Também vale observar outros direitos, que possam estar previstos em Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), tal como a PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e o Prêmio Anual.</p>
<p>Como visto, são muitas as informações que devem ser levadas em conta para o cálculo das verbas rescisórias. Para auxiliar quanto ao que deve ser incluído ou excluído na hora de pôr na ponta do lápis, o SETCESP elaborou um e-book prático que traz as orientações que consideram os casos comuns e facilitará todo esse processo nessa contagem. <a href="https://conteudo.setcesp.org.br/verbasrescisorias" target="_blank" rel="noopener">Baixe o material que é gratuito</a>.</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-calculo-das-verbas-rescisorias/">O cálculo das verbas rescisórias</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
