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	<title>Arquivos Edição 64 &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Edição 64 &#8211; SETCESP</title>
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	<item>
		<title>A qualidade dos insumos e serviços prestados ao TRC</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/a-qualidade-dos-insumos-e-servicos-prestados-ao-trc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Dec 2021 20:58:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 64]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para atender a complexidade dos processos que cada empresa possui, muitas vezes, é necessário selecionar fornecedores e parceiros para ajudar na prestação do serviço de transporte. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/a-qualidade-dos-insumos-e-servicos-prestados-ao-trc/">A qualidade dos insumos e serviços prestados ao TRC</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>*Por Fernando Zingler</em></p>
<p>Nenhuma empresa consegue oferecer um serviço de qualidade sozinha. Para atender a complexidade dos processos que cada empresa possui, muitas vezes, é necessário selecionar fornecedores e parceiros para ajudar na prestação do serviço de transporte.</p>
<p>É normal e muito comum, não apenas no TRC, que a satisfação com estes parceiros possa se desgastar, e a empresa procure outros parceiros para continuar suas operações da melhor forma possível. Quando falamos de insumos e serviços prestados ao transportador, essa situação deve ser analisada com muita cautela, pois um serviço mal prestado por um terceiro pode resultar na insatisfação de um cliente, ou até na perda dele.</p>
<p>Pensando nisso, o IPTC realizou a pedido do SETCESP, uma pesquisa de mercado com os transportadores para identificar como está a satisfação dos empresários com alguns dos principais serviços prestados. Consideramos serviços variados, mas relacionados à atividade de transporte. Para cada um destes serviços, procuramos conhecer quem são os principais parceiros que nossas empresas trabalham, qual a satisfação delas em relação à esta parceria, também o que mais as afeta e buscamos entender onde o transportador está mais necessitado de apoio.</p>
<p>Veja os 12 serviços que foram pesquisados. A pesquisa aconteceu em no mês de setembro e contou com mais de 100 empresas participantes.</p>
<table width="0">
<tbody>
<tr>
<td width="329"><strong>Serviço consultado</strong></td>
<td width="135"><strong>Satisfação*</strong></td>
<td width="157"><strong>Não possuem fornecedor</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="329">Construção e Manutenção de Sites</td>
<td width="135">7.86</td>
<td width="157">72.28%</td>
</tr>
<tr>
<td width="329">Emergências e Higienização de Ambientes</td>
<td width="135">7.18</td>
<td width="157">60.40%</td>
</tr>
<tr>
<td width="329">Bancos</td>
<td width="135">7.87</td>
<td width="157">5.94%</td>
</tr>
<tr>
<td width="329">Concessionárias</td>
<td width="135">8.55</td>
<td width="157">55.45%</td>
</tr>
<tr>
<td width="329">Consórcio de Veículos</td>
<td width="135">8.11</td>
<td width="157">72.28%</td>
</tr>
<tr>
<td width="329">Consulta de Motoristas</td>
<td width="135">8.43</td>
<td width="157">34.65%</td>
</tr>
<tr>
<td width="329">Gerenciamento de Riscos</td>
<td width="135">7.78</td>
<td width="157">34.65%</td>
</tr>
<tr>
<td width="329">Gestão de Frota</td>
<td width="135">5.38</td>
<td width="157">87.13%</td>
</tr>
<tr>
<td width="329">Implementos</td>
<td width="135">8.02</td>
<td width="157">53.47%</td>
</tr>
<tr>
<td width="329">Meios de Pagamento e Gestão de Benefícios</td>
<td width="135">8.45</td>
<td width="157">41.58%</td>
</tr>
<tr>
<td width="329">Montadoras e Caminhões</td>
<td width="135">8.64</td>
<td width="157">48.51%</td>
</tr>
<tr>
<td width="329">Recapeadora de Pneus e Manutenção</td>
<td width="135">8.28</td>
<td width="157">50.50%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>*Satisfação medida em uma escala de 0-10.  Onde 0 representa a total insatisfação e 10 a máxima satisfação com o serviço prestado.</em></p>
<p>Em geral, as empresas apresentaram uma satisfação média de 78,8% quando olhamos todos os serviços, porém com algumas variações pertinentes. Por exemplo, para bancos a maioria dos transportadores possui um ou mais parceiros, enquanto a gestão de frota, ainda é um serviço muito pouco utilizado pelas empresas, o que é normal dado que a maioria das empresas de pequeno porte não necessitam de tal serviço, dado que o tamanho da frota não exige uma complexidade para gestão a ponto de precisar de um sistema específico. Os serviços mais procurados foram bancos, consulta de motoristas, gerenciamento de riscos e meios de pagamento (gestão de benefícios), segundo as repostas dos transportadores.</p>
<p>A pesquisa também buscou entender quais fatores são levados em conta na hora da escolha de um serviço. O fator econômico (custos) se destacou aqui, pois a maioria dos transportadores afirmam que a carga tributária, que incide para as empresas limita o crescimento, aliado pelos custos elevados dos insumos e pelo baixo frete pago no mercado.</p>
<p>Também foi um ponto destacado pelas empresas a necessidade de mais serviços de assessoria econômica para que elas possam buscar esclarecimento e diminuir os custos, algo que o IPTC oferece gratuitamente aos associados do SETCESP, através do setor de Planejamento de Custos e Tarifas.</p>
<p>Por último, também verificamos quais canais os transportadores buscam para se informar e se atualizar, e as organizações de classe se destacaram com 58% dos entrevistados afirmando que utilizam tais entidades para se manterem atualizados. Foram citados com destaque também as mídias sociais (50%) e portais de notícia online (46%).</p>
<p>O SETCESP tem trabalhado com destaque para buscar parcerias que funcionem bilateralmente para os transportadores e para os associados, e essa pesquisa ajudou a identificar pontos onde o transportador necessita de mais suporte. Através da Gestão de Parcerias, a entidade procura identificar as melhores oportunidades para os transportadores realizarem seus negócios, tendo em vista as necessidades e dificuldades das empresas de transporte. Para o transportador, é importante se manter atualizado com o mercado e estar sempre em contato com seus fornecedores para que o serviço prestado resulte sempre em captação de mais clientes para o transportador.</p>
<p><em>*Fernando Zingler é diretor executivo do IPTC.</em></p></div>
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			</div>
				
				
			</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Propostas de frete: melhores práticas para o setor de transportes</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/propostas-de-frete-melhores-praticas-para-o-setor-de-transportes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Dec 2021 20:54:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 64]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[indicadores]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A essência da negociação é a troca, e não, a imposição ao cliente</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/propostas-de-frete-melhores-praticas-para-o-setor-de-transportes/">Propostas de frete: melhores práticas para o setor de transportes</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>*Por Raquel Serini</em></p>
<p>“Apresentar técnicas e fundamentos conceituais relevantes para o processo de negociação de fretes, de modo a alcançar resultados favoráveis e rentáveis em uma relação comercial”. Este, com certeza, deve ser o objetivo principal da área de vendas de uma transportadora.</p>
<p>A essência da negociação é a troca, e não, a imposição ao cliente. As pessoas entram numa negociação muito mais preocupadas com qual é o mínimo que dá para aceitar, ao invés de, qual é o máximo que dá para conseguir.</p>
<p>Portanto, é necessário ressaltar que, preço baixo não é sinônimo de qualidade de entrega ou de inibir a concorrência. Vamos citar nesse texto que, possuir uma gestão de entregas de qualidade é essencial para a satisfação do cliente. Por isso, critérios como o prazo de entrega, reputação e flexibilidade quanto às necessidades especiais de cada embarcador são essenciais para uma boa proposta. Acompanhem!</p>
<p><strong># Trajetória </strong></p>
<p>Conheça a história da empresa e procure saber o seu <em>know-how</em>. Faça parcerias de confiança com seus clientes e mantenha um bom histórico perante o mercado.</p>
<p><strong># Necessidades do contratante</strong></p>
<p>Algo importante para uma contratação é se a transportadora tem experiência no tipo de carga que transportará, se tem em sua carteira de clientes embarcadores semelhantes, ou pelo menos, se entende o tipo de carga e como ela deve ser coletada, transportada e entregue. Talvez, sua operação tenha pontos diferenciados que a contratada precisa entender, concordar e saber lidar.</p>
<p><strong># Custos</strong></p>
<p>Embora não seja apenas este, o custo certamente é o principal critério. Por isso, é importante que sejam realizados cálculos por meio de simulações sobre a volumetria específica, tipo de veículo, mão de obra utilizada e também considerado todas as tarifas praticadas para os serviços adicionais ao transporte, apresentadas como generalidades: devolução, reentrega, restrições à circulação de veículos, dificuldades na entrega, cubagem, paletização entre outros. Além dos custos devemos deixar claro e explícito os gatilhos de reajuste, quais indicadores serão utilizados e o período de correção desses valores. O mercado de transporte se utiliza de muitos insumos com preços voláteis devido às cotações internacionais do petróleo que é matéria prima para: combustível, pneus, lubrificantes e etc.</p>
<p>E para suprir essa defasagem você sabia que o setor conta com um índice de inflação próprio? Divulgado mensalmente pela NTC&amp;Logística, esse indicador é de abrangência nacional, capaz de contemplar a variação de preços de todos esses itens essenciais à atividade de transporte e recomendado para o reajuste de tabelas e contratos de prestação de serviço. Conheça-os abaixo:</p>
<p>INTC &#8211; F (Índice Nacional de Custos Transporte – Carga Fracionada)</p>
<p>INTC &#8211; FR (Índice Nacional de Custos Transporte – Operação Rodoviária)</p>
<p>INTC &#8211; FU (Índice Nacional de Custos Transporte – Operação Urbana)</p>
<p>INTC – L (Índice Nacional de Custos Transporte – Carga Lotação)</p>
<p><em>Fonte: DECOPE</em></p>
<p><strong># Pedágio</strong></p>
<p>Já o pedágio é um capítulo à parte dessa negociação. Desde 2001, a Lei 10.209 regulamenta o vale pedágio, no qual o embarcador é responsável pela antecipação dessa taxa. E ao invés desses valores serem embutidos no valor total do frete, eles passam a ser repassados pelo contratante do serviço de transporte.</p>
<p><em>“§ 1º O pagamento de pedágio, por veículos de carga, passa a ser de responsabilidade do embarcador”.</em></p>
<p>No que se refere à tributação sobre esse valor, ainda de acordo com a Lei, em seu Art. 2º temos:</p>
<p><em>“O valor do Vale-Pedágio não integra o valor do frete, não será considerado receita operacional ou rendimento tributável, nem constituirá base de incidência de contribuições sociais ou previdenciárias”</em></p>
<p><strong># Condições de seguro</strong></p>
<p>Em caso de sinistros, nas situações em que se faça necessário acionar o seguro da mercadoria, é preciso informar que não será concedido desconto ou cancelamento dos fretes em questão, importante mencionar que conforme resolução SUSEP Art. 11, a Importância Segurada, por embarque, corresponderá aos valores integrais dos bens ou mercadorias declaradas nos conhecimentos de embarque, os quais são emitidos de acordo com os valores declarados na Nota Fiscal do referido embarque.</p>
<p><strong># Estadias e horas paradas</strong></p>
<p>Todas às vezes que o tempo de imobilização do veículo for superior aos prazos estipulados em lei ou contrato, deve-se cobrar uma taxa adicional para o ressarcimento deste tempo gasto a mais. Esta taxa tem como base o custo fixo do veículo e a mão de obra utilizada na operação, portanto, os valores são diferentes por tipo de veículo, ou seja, <em>free time</em> de 5h para carga e descarga, contados da chegada do veículo ao endereço de coleta ou entrega. Após este período será devido o valor de R$ 1,86 por tonelada/hora ou fração, nos termos do §5º da Lei nº 11.442/07. Este valor é corrigido anualmente pelo INPC.</p>
<p><strong># Prazo de entrega</strong></p>
<p>A qualidade do serviço deve ter tanta importância quanto a parte financeira. Neste ponto, os prazos de entrega são essenciais. Cada transportadora tem uma estrutura diferente, podendo os prazos de entrega ter bastante variação. O ideal é que os prazos para os destinos sejam solicitados junto com a cotação e analisados em detalhe.</p>
<p>A qualidade operacional também precisa ser considerada. Talvez, a melhor forma de fazer isso seja contatar atuais clientes das transportadoras e fazer perguntas sobre a satisfação dos serviços, qualidade dos veículos, atendimentos do administrativo, suportes gerais, tratamento dos funcionários e pontos afins.</p>
<p>Portanto, seja breve, mas assertivo nos orçamentos e principalmente, esclareça todos os pontos com o cliente antes da contratação.</p>
<p>Para ajudá-lo com essa questão você pode contar este um modelo de proposta comercial. <a href="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Modelo-Proposta-Comercial.docx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui e faça o <em>download</em></a>.</p>
<p><em>*Raquel Serini é economista do IPTC.</em></p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Rotatividade e retenção em pauta</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/rotatividade-e-retencao-em-pauta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Dec 2021 20:48:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 64]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Diretoria de RH]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204592872</guid>

					<description><![CDATA[<p>Diretoria de Recursos Humanos promove reunião para discutir formas de diminuir o turnover nas empresas</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Diretoria de Recursos Humanos promove reunião para discutir formas de diminuir o turnover nas empresas</em></p>
<p>Manter o quadro de funcionários completo e todos muito bem treinados é o que o RH de toda empresa quer. No entanto, muitas organizações sofrem com os altos níveis de rotatividade e, por isso, têm seus resultados afetados.</p>
<p>Assim, é preciso dar atenção ao <em>turnover </em>(que em inglês, se refere à taxa de substituição de colaboradores), por isso, a Diretoria de Especialidade de RH do SETCESP se reuniu, no último dia 27 de outubro, em um encontro virtual, a fim de discutir estratégias para reter os talentos nas transportadoras.</p>
<p>Convidada para falar sobre o assunto, Cassia Irias, que é consultora de Recursos Humanos e especialista em treinamentos corporativos, apresentou alguns pontos que podem ajudar a reduzir a entrada e saída de profissionais em um curto período de tempo.</p>
<p>Entre os impactos negativos da alta rotatividade, seja o desligamento voluntário, ou não, é que ele acaba sendo um peso a mais no caixa das empresas, por conta dos custos decorrentes de qualquer rescisão contratual, além disso, há questões burocráticas, como a realização de exame demissional e o admissional para o novo contratado e ainda, novos custos resultantes de mais um novo processo seletivo.</p>
<p>Outra coisa abordada pela especialista é que o <em>turnover</em> pode impactar a produtividade de outros funcionários, já que aqueles insatisfeitos costumam compartilhar suas experiências com outros colaboradores. Esse fato levantado foi uma percepção unânime entre os participantes da reunião, que concordaram que essa situação prejudica a imagem da empresa.</p>
<p>Só que ao contrário do que muitos pensavam, o <em>turnover</em> não é algo totalmente ruim. “Manter uma equipe por muito tempo pode ser uma porta fechada para a renovação”, afirmou a especialista, aproveitando para elencar os motivos pelos quais os funcionários costumam se desligar das empresas, como por exemplo, a falta de reconhecimento, de motivação e a baixa remuneração. </p>
<p>Entretanto, Irias sustentou que nem sempre o salário é o fator principal para a saída do colaborador. “Uma nova proposta com oportunidade de trabalho em uma outra área, ou mesmo a aposentadoria, também são motivos que contribuem para a rotatividade de pessoal”, disse.</p>
<p>Também foi apontado o quanto é importante que os gestores de RH das transportadoras estejam próximos dos líderes das diferentes áreas da empresa, e acompanhem de perto os processos internos. Nesse sentido, destaca-se um alerta, caso seja detectado um aumento de desligamentos em determinada área, isso pode indicar um problema de liderança, e assim, é preciso analisar como estão as políticas de conduta da organização e se as mesmas estão sendo seguidas.</p>
<p>Uma dica para empresa saber se o <em>turnover</em> está elevado é fazer o seguinte cálculo: somar o número de admissões e desligamentos, dividi-los por 2 e depois, o resultado dividir pelo número total de funcionários da organização. Por exemplo, uma empresa com 100 funcionários contratou 9 pessoas, mas desligou 3:   </p>
<p><strong><em>Turnover</em></strong><strong> = 9 + 3 ÷ 2 = 6 ÷ 100 = 0,06</strong></p>
<p> Ou seja, a taxa de <em>turnover</em>, será de 6%.  Pode-se dizer que empresas que apresentam um percentual de até 10% estão conseguindo reter bem seus talentos.  </p>
<p>Mostrando as principais ações para a retenção de pessoal, a especialista elencou:</p>
<ul>
<li>Reconhecimento – Criar políticas de meritocracia e de valorização dos resultados e metas atingidas.</li>
<li>Clima organizacional – Implementar modelos de relacionamento e de aperfeiçoamento das lideranças.</li>
<li>Comunicação – Dar <em>feedbacks</em> pontuais construtivos e motivacionais e elaborar estratégias que alcancem também os motoristas que estão nas estradas e os colaboradores, que estão em trabalhos externos ou <em>home office</em>.</li>
<li>Criar uma política de salários – Compare os valores praticados no mercado, pense em benefícios e bonificações. (O IPTC, possui um relatório bastante completo de Cargos e Salário, vale a pena consultar).</li>
<li>Programas de capacitação – Investir em qualificação da mão de obra e em plano de carreira. Cursos personalizados e<em> In Company</em> são excelentes alternativas.<em> </em></li>
</ul>
<p>A falta de zelo pelos objetos da empresa, pelo veículo e as áreas comuns também foi um dos assuntos bastante discutidos durante a reunião. Ao passo que, a consultora propôs a realização de campanhas de sensibilização e manuais de conduta de direitos e deveres, para que as transportadoras consigam oferecer e conservar um ambiente de trabalho agradável para seus profissionais.</p>
<p> “Sentimos por hora a dificuldade de encontrar motoristas profissionais no mercado. Nós sabemos que o capital humano nas empresas de transporte é o ativo mais precioso, e como RH precisamos cuidar muito bem deles”, falou Ducimara Salathiel, diretora da especialidade no SETCESP.</p>
<p>A especialidade de RH da entidade, além de disseminar as boas práticas de gestão da área também, busca subsídios para celebração das Convenções Coletivas de Trabalho do TRC, ela atrai um contingente bastante expressivo de participantes, porque apresenta informações e esclarecimentos sobre a legislação trabalhistas.</p></div>
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		<title>&#8216;Uma alternativa ao diesel&#8217;</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/uma-alternativa-ao-diesel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Dec 2021 20:38:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 64]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[bate-papo empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[VWCO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor de vendas da VWCO, Sérgio Pugliese, tem sua carreira ligada à área comercial, tendo acumulado também experiência internacional na Argentina quando foi responsável pelos negócios da marca no país. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><u>A inovação tecnológica está no DNA da Volkswagen Caminhões e Ônibus – VWCO. Com um time de cerca de 600 profissionais dedicados ao desenvolvimento de produtos, a montadora investe pesado para garantir a qualidade </u></p>
<p><em>O diretor de vendas da VWCO, Sérgio Pugliese, tem sua carreira ligada à área comercial, tendo acumulado também experiência internacional na Argentina quando foi responsável pelos negócios da marca no país. Ele conversou com a Revista SETCESP, sobre o desenvolvimento nacional da montadora que quer atender as demandas dos clientes sob medida</em></p>
<p><strong>A crise em relação ao aumento do preço do diesel que vivemos hoje, impacta nos projetos dos futuros lançamentos da VWCO? Há alguma preocupação em diminuir a dependência deste combustível?</strong></p>
<p>A Volkswagen Caminhões e Ônibus sempre traça sua estratégia no longo prazo, já contemplando variáveis no cenário macro e microeconômico. Nossos veículos são sempre projetados sob medida, de acordo com a necessidade do cliente. Para aqueles que buscam uma alternativa ao diesel, lançamos recentemente o e-Delivery, 100% desenvolvido, testado e fabricado no Brasil, inteligente e seguro. O caminhão elétrico e-Delivery chega ao mercado com dois modelos, com 11 e 14 toneladas de peso bruto total, nas versões 4&#215;2 e 6&#215;2, respectivamente. É um caminhão eficiente para atender às mais severas condições da operação urbana.</p>
<p><strong>O e-Delivery foi pensado especialmente para o tráfego urbano, pode nos contar o por quê? </strong></p>
<p>Acreditamos que a distribuição urbana é a de maior potencial para a aplicação elétrica nessa primeira fase devido à facilidade de desenvolver infraestrutura e a autonomia dos veículos, com grandes resultados em produtividade e melhoria do custo operacional. Nosso e-Delivery pode circular em áreas de restrição de circulação e, por ser silencioso, também pode se beneficiar da operação em diferentes turnos.</p>
<p><strong>Neste momento, em que vislumbramos uma era ‘pós-pandemia’, como está a expectativa da Volkswagen para o mercado de caminhões?</strong></p>
<p>O segmento de caminhões foi o que menos sofreu entre o setor automotivo durante a pandemia no ano de 2020. Ao longo de 2021, o mercado se mantém em alta em comparação ao anterior, e acreditamos que a tendência é positiva. Estamos otimistas com os resultados do e-Delivery, por exemplo, em que esgotamos o primeiro lote de vendas em apenas um mês.</p>
<p><strong>A renovação de frota é uma bandeira defendida pelo SETCESP. A VWCO também defende essa ideia?</strong></p>
<p>Um amplo programa de renovação de frotas também é uma bandeira da Volkswagen Caminhões e Ônibus desde sempre. Em todos os fóruns em que participamos, buscamos fomentar essa discussão para a criação de um programa estruturado de incentivos.</p>
<p><strong>Como gestor, qual é o seu sonho?</strong></p>
<p>Tenho a grande satisfação de dizer que realizo meu sonho a cada dia, em que levanto sabendo que estamos ajudando a construir uma sociedade melhor, através da mobilidade. Me sinto satisfeito e grato por trabalhar com um propósito, como o nosso, que é apoiar nossos clientes a movimentar as riquezas de nosso país de forma eficiente.</p></div>
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		<title>A participação da mulher no TRC segundo o RH das empresas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/a-participacao-da-mulher-no-trc-segundo-o-rh-das-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Dec 2021 20:33:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 64]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa iptc]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Vez e Voz]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa encomendada pelo SETCESP ao IPTC aponta como é a representação feminina no setor de transportes </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Pesquisa encomendada pelo SETCESP ao IPTC aponta como é a representação feminina no setor de transportes </em></p>
<p>Um estudo feito pelo IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Carga) a pedido do SETCESP revelou como está a participação das mulheres no setor, de acordo com informações coletadas com as áreas de Recursos Humanos das transportadoras. A pesquisa foi feita durante todo o mês de outubro com a participação de quase 70 empresas.</p>
<p>“Desta vez a gente procurou um panorama sob a ótica das organizações, de como estão enxergando a colocação das mulheres no mercado profissional, e trouxe alguns resultados interessantes”, diz Fernando Zingler, diretor executivo do IPTC, que afirma que foi possível traçar um panorama de quais fatores levam a contratação e o afastamento das mulheres no setor.</p>
<p>Ele lembra que, no ano passado, o instituto havia divulgado uma outra pesquisa, mostrando a perspectiva das mulheres que trabalham no transporte rodoviário de cargas. “De forma geral, a pesquisa de agora apresentou um olhar da participação feminina e ajudou as empresas a refletirem sobre o tema, fazendo uma avaliação e autocritica”, conta.</p>
<p>O estudo indica que a participação das mulheres nas empresas de transporte não chega a um quarto do quadro de profissionais. Nos cargos de média gestão (coordenadoras e supervisoras) elas são pouco mais 40%, e quanto mais aumenta o nível hierárquico, mais a participação delas diminui. Nos cargos de alta liderança (gerentes e diretoras) esse número vai a 32% e depois cai para 22% em cargos de presidência.</p>
<p>A área em que as empresas menos contratam mulheres é a operacional, já a que mais oferece cargos para elas, como era de se esperar, é o setor administrativo. Entre os profissionais motoristas as mulheres não são mais que 1%.</p>
<p>Esses resultados também são explicados pela falta de políticas para contratação de mulheres, diz a economista do IPTC, Raquel Serini. Apenas 24% das empresas possuem essas diretrizes. Se olharmos para políticas de diversidade e inclusão, menos de 20% das transportadoras realizam qualquer ação neste sentido.</p>
<p>O resultado disso pode ser sentido no índice que apontou o segundo maior motivo que leva a saída de mulheres do TRC; que é uma melhor oferta salarial em outros setores (bancos, comércio e indústria). Esse dado junto com a busca por melhores de condições de trabalho, explica 1/3 da evasão de profissionais mulheres no setor de transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>Serini avalia que isso tem impacto direto em outro índice que vem sendo visto como uma preocupação para as empresas do TRC, a rotatividade de pessoal. “As empresas precisam rever as políticas de retenção, para manter seus talentos, inclusive suas profissionais mulheres, melhorando a infraestrutura e estabelecendo políticas que valorizem a diversidade, para diminuir também seu custo de rotatividade de pessoal”, alerta a economista.</p>
<p>“Essa pesquisa sobre o papel das mulheres no transporte rodoviário de cargas permite mapear a realidade atual. É sempre uma fotografia do momento, mas que possibilita criar novos caminhos. É necessário saber onde estamos para definir para onde vamos”, afirma a antropóloga Ivone Martins.</p>
<p>Martins explica o porquê o transporte rodoviário de cargas é considerado tradicionalmente um setor masculino. “Quando se fala na área operacional de empresas de transporte o arquétipo do homem é ainda mais forte. Existe uma ideia de que se trata de uma área desenhada para os homens, por demandar resistência e até força física. O que, por consequência, torna um impeditivo para participação feminina”.</p>
<p>A antropóloga sugere que há dois olhares para entender a baixa participação da mulher no transporte rodoviário de cargas: um interno, sobre o setor em si, e outro, externo, sobre o mercado. “Do ponto de vista das empresas, elas precisariam investir em suas estruturas e criar políticas que contemplem também as mulheres. O que ainda não acontece em muitas companhias do setor, conforme aponta a pesquisa 76% delas não investem. Mas agora do ponto de vista feminino, historicamente mulheres com os mesmos cargos que os homens ganham menos do que eles”.</p>
<p>De acordo com o Índice de Desenvolvimento de Gênero, divulgado em 2019 pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), as mulheres no Brasil estudam mais, cerca de 8,1 anos estudo, contra 7,6 anos dos homens, entretanto elas têm renda até 41,5% menor do que eles.</p>
<p>Para Martins existe uma tendência crescente para as mulheres investirem mais na sua formação, mais até do que os homens. Isso melhora sua qualificação, fazendo com que busquem outros tipos de oportunidades de trabalho. “E aqui surge a questão; até que ponto compensa as mulheres exercerem cargos na área operacional ganhando menos do que os seus colegas?”, indaga antropóloga.</p>
<p>Com base na pesquisa, o SETCESP criou um grupo de trabalhos com os responsáveis pela área de RH de várias transportadoras, a fim de traçar estratégias para começar a reverter este quadro.</p>
<p>Confira mais informações em: <a href="http://vezevoz.org" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>vezevoz.org </strong></a></p></div>
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		<title>Núcleo de São Paulo vence a primeira edição do Projeto Comjovem</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/nucleo-de-sao-paulo-vence-a-primeira-edicao-do-projeto-comjovem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Dec 2021 18:57:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 64]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[COMJOVEM]]></category>
		<category><![CDATA[comjovem sp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O evento de premiação aconteceu no Congresso NTC 2021 – XIV Encontro Nacional da Comjovem</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>O evento de premiação aconteceu no Congresso NTC 2021 – XIV Encontro Nacional da Comjovem</em></p>
<p>No dia 05 de novembro, a Comissão de Jovens Empresários e Executivos de São Paulo recebeu o troféu ‘Projeto Comjovem 2021’ pelo trabalho de desenvolvimento do<strong> Central TRC</strong>, que pretende ser um portal de busca e compartilhamento de informações voltado especificamente ao transporte rodoviário de cargas. O núcleo se baseou no site Wikipédia como referência.</p>
<p>A premiação, que aconteceu durante o Congresso NTC 2021 – XIV Encontro Nacional da Comjovem, realizado no Costão do Santinho em Florianópolis/SC, seguiu um modelo <em>Shark Tank</em>, uma série de game show norte-americana, que mostra empreendedores apresentando suas ideias de negócios potenciais.</p>
<p>“Propusemos uma solução usada de forma colaborativa, que ajudasse não somente na gestão das empresas de transporte, mas também aos motoristas e aos embarcadores”, explica Luis Felipe Machado, coordenador do núcleo de São Paulo.</p>
<p>O Projeto Comjovem foi estipulado pela coordenação nacional como meta obrigatória no ciclo de novembro/2020 a outubro/2021, como forma de estimular o debate nos núcleos e com o objetivo de fomentar ideias que poderiam trazer a resolução de um problema para o setor, gerando mudanças.</p>
<p>“Nós temos muitas regulamentações e nomenclaturas distintas, então a construção dessa rede de consulta é, sem dúvida, uma ideia inovadora e vai contar com a participação de muita gente especialista no assunto para curadoria do conteúdo”, disse Tayguara Helou, presidente do SETCESP, em apoio ao <strong>Central TRC</strong>.</p>
<p>Com o troféu em mãos, Machado disse estar orgulhoso por São Paulo se consagrar campeão nesta primeira edição. “Estamos puxando a fila, e vale destacar que a gente conseguiu uma integração muito grande em nosso núcleo na elaboração do Central TRC e, claro, contamos com o apoio do SETCESP. Fiquei muito feliz com o resultado”.</p>
<p>Ao todo 17 núcleos entregaram a prévia do trabalho, 14 deles enviaram o projeto final e 3 foram para a banca de avaliação <em>Shark Tank</em> disputando o primeiro lugar. Além do troféu de vencedor, os integrantes da Comjovem SP levaram como prêmio um mês de teste grátis da Apisul Log em suas transportadoras.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Da esquerda para a direita: Lorine Romunhão, Luis Felipe Machado, Lucas Garanhão e Beatriz Souza, membros da Comjovem SP.</em></p></div>
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		<title>Democracia e representatividade</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/democracia-e-representatividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Dec 2021 18:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 64]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Adriano Depentor]]></category>
		<category><![CDATA[eleições setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eleições no SETCESP decidem nova gestão para o triênio 2022-2024</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Eleições no SETCESP decidem nova gestão para o triênio 2022-2024</em></p>
<p>Parte de um processo democrático, as eleições trazem alternância do poder. No SETCESP não é diferente, há 85 anos a entidade permite a possibilidade de rotatividade dos seus presidentes a cada três anos, e após uma recente mudança de estatuto, a oportunidade de somente uma reeleição.</p>
<p>“A média de gestão dos presidentes do SETCESP não chega a dois mandatos. É um processo eleitoral aberto, democrático, seguro e de renovação. Podem votar todos os empresários de transportadoras associadas, em dia com suas obrigações sociais”, explica o Adauto Bentivegna Filho, assessor jurídico da entidade.</p>
<p>Em 09 de novembro, entre 8h e 16h30, os associados ao SETCESP puderam exercer seu direito ao voto. O pleito eleitoral ocorreu na sede da entidade, que fica localizada na Vila Maria, em São Paulo, e nas CAS (Central de Atendimento SETCESP) de Barueri e Jundiaí, para proporcionar maior comodidade aos empresários que estão longe da capital paulista.</p>
<p>“Fizemos desta forma porque a base eleitoral do SETCESP é grande. Ainda assim, para aqueles associados que tiveram dificuldades em vir até os locais de votação, houve a possibilidade votar através de procuração”, disse o assessor jurídico.</p>
<p>No fim da tarde do mesmo dia do pleito eleitoral, o nome de Adriano Depentor estava confirmado como novo presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, para a próxima gestão. Eleito em chapa única, ele foi o candidato indicado pela atual diretoria e sucederá Tayguara Helou, que preside o SETCESP desde 2016.</p>
<p>“Nós votamos não por continuísmo, mas porque temos a certeza de que um trabalho profícuo e muito eficaz está sendo realizado, e de que ele não pode ser interrompido”, comentou Celso Masson, diretor da CETRAMAQ Equipamentos e Serviços.</p>
<p><strong>Troca de gestão</strong></p>
<p>“Toda boa gestão só é completa com uma boa sucessão”, afirmou Tayguara Helou ao votar, “hoje é um dia de democracia na nossa entidade. Dia de troca de poderes. Nós recebemos aqui um novo fôlego, novas ideias e energia, que elevará o SETCESP a patamares ainda maiores”, garantiu ele.</p>
<p>Adriano Depentor será o 18º presidente do SETCESP. A escolha por sua indicação foi uma unanimidade entre os Conselhos Superior e de Administração da casa, visto em consenso como sucessor natural, já que possui vasta experiência profissional no setor e já ocupou os cargos de vice-presidente entre 2007 e 2012, e integra a atual vice-presidência de governança extraordinária.</p>
<p>“Sei que nos últimos anos o presidente Tayguara elevou brilhantemente os resultados do SETCESP, então é um desafio grande dar prosseguimento a este trabalho, mas tenho certeza que conseguiremos permanecer defendendo as bandeiras e trazendo soluções. Fico emocionado com o reconhecimento”, disse Depentor.</p>
<p>Sobre o sentimento de ser eleito, Adriano preferiu destacar que o que mais se sobressai, é o senso de responsabilidade, e que o objetivo principal será conservar os valores com austeridade e consciência, e que contará com cooperativismo dos empresários para que o trabalho possa fluir. “É um trabalho de representatividade, jamais vou conseguir fazer qualquer coisa sozinho”.</p>
<p>Nos últimos seis anos, entre as grandes conquistas que marcaram o SETCESP, durante a gestão Tayguara Helou, foi destaque a forte atuação junto ao poder legislativo, no esforço para criar leis, normas e regras que pudessem não somente regulamentar e disciplinar a atividade do transporte rodoviário, mas também torná-la mais eficiente operacional e economicamente, como o aumento do VUC de 6,30m para 7,20m, ampliação das licenças para transporte de mudanças em São Paulo e a substituição do comprovante de entrega do modelo impresso para o eletrônico<em>. </em>Além disso, a criação do IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Carga), das CAS (Central de Atendimento do SETCESP) em Jundiaí e Barueri e a instituição da CATC (Câmara de Arbitragem do Transporte de Cargas).</p>
<p>Fora a quantidade de serviços que entidade passou a oferecer para o transportador, foram criados 18 serviços no total. E muitos deles têm foco na rentabilidade das empresas, seja por meio de orientações para a formação de tarifas adequadas à sua operação ou com parcerias para redução de custos para realização de exames toxicológicos, gratuidade no certificado digital e testes de opacidade.</p>
<p>“A gente percebe como, ao longo do tempo, o SETCESP vem acompanhando a evolução e fazendo parte dela. Não é uma entidade estagnada, mas que se atualiza e se reinventa, e as eleições também são um processo de renovação”, afirmou Thiago Menegon, diretor Comercial da TDB Transportes fazendo questão de destacar o futuro presidente da entidade como uma figura sensata e equilibrada.</p>
<p>Sempre muito atuante nas entidades de representação empresarial, Adriano Depentor é membro do Conselho Fiscal da FETCESP (Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo) e também da FuMTran (Fundação Memória do Transporte).</p>
<p>Em janeiro do ano que vem, ele assume o SETCSEP como presidente do Conselho Superior e de Administração e será o líder da entidade que representa empresas de transportes em 50 municípios do estado de São Paulo, incluindo a capital e região metropolitana, onde existem aproximadamente 21 mil transportadoras.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Perfil Adriano</strong></p>
<p>O novo presidente desenhou a sua trajetória profissional na Jamef Encomendas Urgentes, onde liderou um plano bem-sucedido de ampliação e desenvolvimento comercial, coordenando a expansão do atendimento territorial e implantação de filiais da empresa por todo o país, durante quase 30 anos. E por dez anos foi presidente da companhia, onde fez parte da efetivação do processo de profissionalização e governança corporativa com grande sucesso.</p>
<p>Formado em Administração de Empresas, pelo Instituto Newton Paiva, em Minas Gerais, com MBA na Faculdade de Administração (INSEAD), na França, Depentor disse ter sido conduzido à logística, passando depois para o setor de transporte rodoviário de cargas, quase que de forma natural. Com formação em Conselheiro de Administração pelo IBGC (Instituto Brasileiro Governança Corporativa), atualmente ele realiza pós-graduação em Ciências Políticas e Econômicas na Fundação Dom Cabral.</p>
<p>Sobre a personalidade e atuação do novo presidente Urubatan Helou destacou o perfil conciliador. “Ele é um mineiro que consegue te convencer sem falar sim, ou não, ele sempre tem uma palavra de orientação, e possui a competência profissional para efetivamente dar continuidade ao legado que está sendo deixado pelo Tayguara”, assegurou categoricamente.</p>
<p>Já o atual presidente NTC&amp;Logística, Francisco Pelucio reiterou o seu completo apoio ao mais novo presidente: “ele já esteve comigo durante a minha gestão como presidente do sindicato, inclusive, participou da criação do Sicredi-Fetcoop, que foi uma enorme conquista para o setor. Deposito minha total confiança no excelente trabalho que o Adriano realizará”.</p>
<p>Sempre muito atuante nas entidades de representação empresarial, Adriano Depentor é membro do Conselho Fiscal da FETCESP (Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo) e também da FuMTran (Fundação Memória do Transporte).</p>
<p>Em janeiro do ano que vem, ele assume o SETCESP como presidente do Conselho Superior e de Administração e será o líder da entidade que representa empresas de transportes em 50 municípios do estado de São Paulo, incluindo a capital e região metropolitana, onde existem aproximadamente 21.000 transportadoras.</p></div>
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		<title>Soluções aliadas contra o roubo de carga</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/solucoes-aliadas-contra-o-roubo-de-carga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Dec 2021 13:17:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 64]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
		<category><![CDATA[segurança nas rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[segurança no transporte de cargas]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mercado aposta em ferramentas tecnológicas para a segurança e prevenção</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Mercado aposta em ferramentas tecnológicas para a segurança e prevenção</em></p>
<p>Crimes relacionados ao roubo de cargas e veículos no Brasil continuam sendo uma preocupação para as empresas de transporte rodoviário de cargas. Em 2020, o país registrou 14.159 ocorrências deste tipo. E mesmo, esse número apontando uma queda de 23% em relação ao ano anterior, quando foram registrados 18.382 casos, o cenário ainda é preocupante, alerta a NTC&amp;Logística, entidade que computa esses dados. Afinal os prejuízos ao setor somados chegam a cifra de R$1,2 bilhão.</p>
<p>Como observado, o impacto econômico desse tipo de crime é significativo e tem levado as empresas de transporte rodoviário de cargas a investirem em soluções e mecanismos inovadores, para garantir que seus veículos fiquem mais protegidos. Além de contar com a usual apólice de seguro, outra alternativa bastante comum nas transportadoras é a aposta no GPS, cuja sigla significa <em>Global Positioning System</em> ou, em português, Sistema de Posicionamento Global.</p>
<p>Mas fora isso, existem algumas outras ferramentas de segurança que têm ganhado notoriedade no mercado, por atuarem com o uso da inteligência artificial na prevenção de sinistros, e estão cada vez mais acessíveis e simplificadas, o que permite que, até mesmo pequenos empreendedores tenham condições de investir nessas tecnologias sem comprometer sua sustentabilidade financeira. Veja:</p>
<p><strong>Sistemas de gestão de rotas</strong> – Existem programas inteligentes que fazem um plano de rotas, para que o motorista não seja levado a trafegar em locais desconhecidos e com altos índice de roubos de cargas. Eles fazem a roteirização, considerando as melhores estradas e locais conhecidos e movimentados para as paradas.</p>
<p><strong>Monitoramento e Rastreamento do veículo e carga </strong>– Auxilia no acompanhamento dos veículos em tempo real, para que sua localização seja identificada, inclusive, pelo celular. A tendência é que o uso do <em>mobile</em> para essa finalidade seja muito mais atuante, especialmente, por conta da implementação da rede móvel 5G.</p>
<p>Em via de regra, os sistemas de rastreamento funcionam com a instalação discreta de um GPS (comunicação via satélite), ou dispositivo de GPRS/GSM (via antenas de telefonia móvel), e também de dispositivos de radiofrequência (sinal das torres de rádio), para que seja estabelecido uma conexão contínua durante os deslocamentos.</p>
<p>Para aumentar a eficácia do rastreamento, muitas empresas têm utilizado esses sistemas de forma combinada como um jeito de aumentar a segurança com o uso redundantes de dispositivos. Existem ainda, sensores de abertura da porta do baú e da cabine, e travas que podem ser acionadas à distância.  Algumas transportadoras de grande porte costumam manter centrais internas de monitoramento para que o gestor acompanhe e identifique qualquer ocorrência geradora de sinistro, e criem soluções mais ágeis para esses problemas.</p>
<p><strong>Iscas eletrônicas </strong>– São equipamentos compactos de localização que podem ser escondidos ou camuflados nos produtos que estão sendo transportados. Dessa forma, é possível acompanhar a carga, mesmo se ela tiver sido transferida para um outro veículo. Assim como os rastreadores, a isca eletrônica também pode ser acompanhada em tempo real.</p>
<p><strong>Bloqueador </strong>–<strong> </strong>Ele<strong> </strong>imobiliza o veículo automaticamente quando acontece o roubo ou quando há a detecção do <em>jammer</em> (equipamento que neutraliza o sinal do rastreador). Muitos bloqueadores cortam a ignição do veículo a fim de pará-lo.</p>
<p><strong>Codificação a laser </strong>– O sistema consiste na identificação de peças através da marcação a laser, seja da placa ou chassi do veículo, em diversas peças do caminhão como: lataria, painel e motor.  Com o registro essa permanente, caso o veículo seja roubado o ladrão ficará impossibilitado de vender as peças no mercado comum, já que as marcações acusam claramente que se trata de um veículo roubado.</p>
<p><strong>Câmeras</strong> –<strong> </strong>São excelentes ferramentas usadas para monitorar as atividades externas e as da cabine, por exemplo. Apesar de não ser um recurso voltado para o rastreamento, é uma excelente forma de realizar o monitoramento das cargas, no que diz respeito ao controle de fraude e integridade dos produtos.</p>
<p><strong>Pesquisa de motoristas</strong> – Há no mercado programas de interfaces que disponibilizam banco de dados para a seleção de motoristas profissionais, trazem um cadastro mapeado, por exemplo, do perfil mais adequado de condutor para transportar determinado tipo de carga.</p>
<p>Tanto as empresas quanto os seus clientes, se beneficiam das tecnologias para segurança. Vale a pena que os transportadores, gestores de logística e de frotas estejam atentos às últimas inovações e à eficiência que elas proporcionam.</p>
<p>Importante mencionar que em caso de sinistro motivado por roubo, a primeira ação é acionar as autoridades competentes para auxiliar na busca e na recuperação do patrimônio.</p>
<p>O SETCESP possui parcerias com fornecedores que disponibilizam todas as ferramentas aqui mencionadas. <a href="https://setcesp.org.br/#session-mantenedores" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Para mais informações clique e acesse.</a></p></div>
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		<title>Um homem de consenso</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/um-homem-de-consenso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Dec 2021 13:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 64]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Adriano Depentor]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
		<category><![CDATA[setcesp entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adriano Depentor assumirá a presidência do Conselho Superior e de Administração do SETCESP no próximo triênio 2022-2024.  Ele atua há mais de 35 anos na área de transportes, sendo grande parte deles na Jamef Encomendas Urgentes, onde foi Diretor-Presidente entre 2007 e 2017. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Adriano Depentor assumirá a presidência do Conselho Superior e de Administração do SETCESP no próximo triênio 2022-2024.  Ele atua há mais de 35 anos na área de transportes, sendo grande parte deles na Jamef Encomendas Urgentes, onde foi diretor-presidente entre 2007 e 2017. No SETCESP foi vice-presidente entre 2007-2012 e vice-presidente extraordinário de governança entre 2016-2021, o que o fez estar envolvido na coordenação de muitas negociações coletivas com os sindicatos profissionais. Conhecido como um homem adepto ao consenso, de fala pacífica, Adriano que é mineiro de Belo Horizonte, conversou com a Revista SETCESP sobre como pretende conduzir a nova gestão.</em></p>
<p><strong>Como foi o início da sua relação com o setor de transporte?</strong></p>
<p>Eu iniciei no transporte como estagiário e acabei trilhando um caminho natural. Ingressei em uma empresa, em Minas Gerais, que se chamava SUDECAPE (Superintendência de Desenvolvimento da Capital) lá minha primeira atuação foi na área de estruturação de frota e mecânica. Fui efetivado neste cargo e depois, quando tinha mais ou menos, uns 25 anos,  fui  convidado para trabalhar na Jamef Encomendas Urgentes. Entrei para coordenar a expansão da empresa e fui para Curitiba acompanhar de perto a abertura da primeira filial no Sul do País, onde fiquei por mais de dois anos. Depois desta unidade, vieram muitas outras. Em 2007, com a profissionalização da gestão da Jamef, assumi a presidência com o desafio de continuar na rota de crescimento, o que graças a Deus deu muito certo. Em 2017, deixei a presidência.</p>
<p><strong>O que te levou a começar a atuar nas entidades de representação da categoria? Nos conte um pouco de sua trajetória. </strong></p>
<p>Na década de 90,  eu comecei a frequentar as reuniões no Sindicato de Curitiba com o propósito de defender o interesse do transportador. Quando vim para São Paulo passei a vir aqui no SETCESP, e me integrar às questões que permeavam o transporte e a logística por aqui. Quando o Urubatan Helou presidiu a casa, em 2004,  ele me convidou para fazer parte do Conselho Consultivo, e de lá pra cá, não parei mais. Fui vice-presidente do sindicato entre 2007 e 2012, durante a Gestão do Francisco Pelucio, e também diretor da COPERNET (Comissão Permanente de Negociações e Relações Trabalhistas), ou seja, acompanhei de perto as negociações com os sindicatos laborais na época. Atualmente, sou membro do Conselho Fiscal da FETCESP (Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo) e também da FuMTran (Fundação Memória do Transporte), além de vice-presidente extraordinário de governança do SETCESP durante toda a gestão do Tayguara Helou.</p>
<p><strong>Como o senhor mesmo contou, esteve próximo da administração do SETCESP nos últimos anos. Pode nos dizer o que considera ser o maior legado da gestão Tayguara Helou? O que pretende dar continuidade?</strong></p>
<p>Tem bastante coisa que poderíamos incluir nesta lista. Mas na minha visão, o maior legado desta gestão é a profissionalização do SETCESP e a mudança do estatuto. Posso dizer que, utilizei da minha experiência  pessoal neste processo, e esse é um passo muito importante para uma entidade de classe, porque às vezes, o empresário que a preside não consegue  se voltar 100% do seu tempo para ela, então é fundamental que haja executivos cuidando do dia a dia. Pretendo continuar defendendo as bandeiras que a gente ergueu e que foram fortalecidas pelo presidente Tayguara, dar continuidade, e lutar por outras mais que surgirem, porque constantemente aparecem novas demandas.</p>
<p><strong>O que o motivou a ser presidente do SETCESP?</strong></p>
<p>Foi uma condução natural. Há tempos, venho participando bastante e quero contribuir ainda mais com a minha vivência e experiência no transporte. A intenção é trazer isso para dentro do SETCESP  e gerar bons resultados para todo o setor. Quero passar um pouco de tudo que eu aprendi e aprender um pouco mais. Sem dúvida, é mais aprender, do que ensinar.</p>
<p><strong>Quais as principais propostas que serão defendidas pelo sindicato na sua gestão?</strong></p>
<p>A bandeira tributária é, especialmente, a mais importante para o setor. Existem outras que são permanentes, como por exemplo, o combate ao roubo de cargas. Por mais que a gente faça um trabalho contínuo para inibir o roubo de carga, não é uma coisa que acaba, então é uma luta constante. Mas há outras que precisamos fomentar no sentido de conseguir melhorias das condições de trabalho. Especificamente, no caso da cidade de São Paulo, também levamos em conta o movimento em prol da mobilidade urbana e o combate quanto à algumas restrições de veículos de carga.</p>
<p><strong>Como pretende posicionar o SETCESP para que a entidade continue agregando valor às transportadoras e para que as mesmas, se mantenham associadas e colham bons resultados desta parceria?</strong></p>
<p>Aprimorando cada vez mais os serviços e agregando mais benefícios, que possam trazer facilidades para os transportadores. Mais do que representatividade, aqui também é um local de prestação de serviço e oferece ao associado certificação digital, registro na ANTT, Clube de Compras e outros benefícios que trazem vantagem financeira e que agregam, como por exemplo, a consultoria jurídica. As grandes empresas são bem estruturadas, são âncoras para o SETCESP, e determinam o ritmo do mercado, mas o SETCESP tem que, cada vez mais, se voltar para o pequeno e médio transportador para conseguirmos oferecer suporte para que eles se voltem tão somente para suas atividades, que é transportar. Aqui estes empresários que estão crescendo podem ter mais conhecimento e se capacitarem para gerir melhor os seus negócios. Foi assim que muitos passaram de caminhoneiros para pequenos empresários, e de pequenos empresários locais para sócios de companhias nacionais e até multinacionais. O SETCESP tem como ajudar estas empresas com a profissionalização para crescerem realmente, é assim que a gente melhora o setor como um todo.</p>
<p><strong>O que os transportadores podem esperar da sua gestão no que se refere à aproximação com o poder público nas diversas esferas (municipal, estadual e federal)?</strong></p>
<p>Para uma entidade de classe é primordial manter uma relação com o poder público, dependemos muito dessa relação para transitar, regulamentar, tributar entre outras coisas. Temos que estar próximos independentemente de partido. A representação empresarial tem que ser apartidária defendendo a bandeira do setor de transporte. Cada empresário pode ter sua preferência partidária, mas a entidade tem de ser neutra. Aliás, o verdadeiro partido do SETCESP é o transportador rodoviário de cargas.</p>
<p><strong>Como a integração entre os modais de transporte pode se tornar um diferencial competitivo para o País?</strong></p>
<p>Isso é uma questão de infraestrutura nacional. O país tem uma costa maravilhosa e o crescimento de outros modais, como o aquaviário, não significa tirar a oportunidade do rodoviário. Primeiro, que  nem o navio, nem o barco ou o avião conseguem entrar nos shoppings, nos mercados ou nas lojas. Precisamos sim, buscar uma estruturação através da NTC&amp;Logística, para que se utilize esses modais de maneira organizada e produtiva. Esta integração logística diminuirá o custo Brasil com toda a certeza.</p>
<p><strong>O senhor acredita que o congelamento do valor do diesel é a melhor saída para baratear o preço desse insumo? Se não, qual seria a melhor solução?</strong></p>
<p>Acho que essa é uma alternativa momentânea, mas não é algo que se sustente a longo prazo. Vejo que esse congelamento seria apenas uma forma de subsídio. Na minha opinião, o que resolve definitivamente o preço do diesel é abertura de mercado para novas distribuidoras, isto quer dizer, a privatização da Petrobras. Acredito que essa tem que ser a dinâmica. Alguns dizem que se privatizar o preço aumentará, mas tinha gente que falava isso do telefone, que quando privatizasse ninguém conseguiria mais telefonar, que os preços subiriam, e olha como a telefonia se difundiu depois da privatização, quem não tem um telefone hoje em dia?! Outra coisa é que se houver congelamento do preço, como o transportador vai ter a certeza de que isso não aumentará depois de forma acumulada? A solução que temos por ora é a readequação do preço do frete e das tarifas. O mais definitivo, ao meu ver, é a quebra do monopólio da Petrobras, para que haja alternativas no mercado.</p>
<p><strong> Acompanhamos nos últimos anos vários pacotes de concessões rodoviárias, o mais recente, o da Via Dutra, arrematado novamente pelo grupo CCR. Na sua opinião, que tipo de investimentos o governo deve exigir dessas operadoras para melhorar nossa malha rodoviária?</strong></p>
<p>É preciso  exigir  o cumprimento dos contratos, daquilo que foi previsto no momento do acordo, se algo não foi feito, que seja reivindicado. Se já passou dez anos de contrato, pagou a licitação, então daqui para frente tem que manter melhorias, e novas infraestruturas, como rede de internet e câmeras de segurança. Se o transportador tiver uma estrutura boa, estrada tranquila, segura, rede de apoio, e bons pontos de parada, o custo  do pedágio passa a ser menos percebido porque é algo que traz valor. É necessário é cobrar mais infraestrutura que corresponda ao valor deste custo empregado. Também   acho importante a ideia de pagamento do pedágio por trecho rodado, na Europa isso é bem comum. Acredito que é isso, exigir mais do contrato do que do custo, afinal, se a CCR concorreu de novo a essa concessão é porque ela teve um bom resultado nos anos anteriores.</p>
<p><strong>O mercado de transportes já foi visto como marginalizado. Hoje não é mais assim. Qual a sua visão de futuro para o nosso setor?</strong></p>
<p>Quem faz acontecer o reconhecimento é a própria categoria. Se nós mesmos valorizarmos a nossa atividade, como algo importante, seremos cada vez mais reconhecidos, e isso não vai acontecer com greves e paralisações, e sim, com profissionalismo, com o desenvolvimento do trabalho. O transporte é uma atividade infinita, não é como outras atividades que se extinguiram ou estão prestes a acabar, como a revelação de filme fotográfico, por exemplo.O transporte é permanente, tudo precisa, em algum momento, ser transportado de um lugar para outro.</p>
<p><strong>Qual o recado que o senhor gostaria de deixar para os nossos leitores?</strong></p>
<p>Acreditem no transporte. Tragam suas demandas para o SETCESP. Venham aqui trocar experiências, vejam o que está sendo feito, com certeza vocês serão bem recompensados. Eu acredito que nós estamos vivendo um momento de crises sucessivas de forma global, desencadeadas pela pandemia. Mas acreditem, isso está passando e nós vivemos em um país maravilhoso.  Vislumbramos 2022 como um ano de escolhas, então que a gente faça boas escolhas, e que elas não sejam feitas com o coração, e sim com a razão, porque quando fazemos escolhas com o coração quem sofre é o fígado (risos). Somos um país que merece muitas coisas boas. E para o que for preciso, contem comigo.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Uma nova abordagem para os recursos humanos</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/uma-nova-abordagem-para-os-recursos-humanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Dec 2021 13:11:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 64]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
		<category><![CDATA[SEST SENAT]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204592960</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Conexão RH é uma iniciativa do SEST SENAT, que aproxima o departamento de Recursos Humanos das empresas para fortalecer a gestão de pessoas no setor de transporte. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>SETCESP participa de uma das edições do Conexão RH </em></p>
<p>O Conexão RH é uma iniciativa do SEST SENAT, que aproxima o departamento de Recursos Humanos das empresas para fortalecer a gestão de pessoas no setor de transporte. O evento acontece por meio de workshops online e promove a exposição e a análise de temas relevantes para o mundo corporativo.</p>
<p>Em mais uma edição, dessa vez, realizada no dia 11 de novembro, e que teve por tema o <em>‘Empoderamento feminino, da gestão à operação’</em> foram apresentadas as boas práticas na seleção de mulheres em empresas de transporte e sua atuação em setores operacionais. Ana Jarrouge, presidente executiva do SETCESP, foi uma das convidadas a expor o assunto.</p>
<p>Jarrouge mostrou que o índice de paridade de gênero, que avalia 156 países, aponta que o Brasil ocupa a 92ª posição, e que apesar de ter mais mulheres com nível de escolaridade em Curso Superior, elas recebem em média cerca de R$1,20 a menos por hora trabalhada do que os homens.</p>
<p>Trazendo dados especificamente do transporte rodoviário de cargas, a presidente executiva comentou a pesquisa realizada pelo IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Carga), que indica que 35% das mulheres que trabalham no TRC acreditam que a sua remuneração não é igual a de um profissional homem. E, por isso, também apresentou o Vez &amp; Voz, movimento criado pelo SETCESP que fomenta a participação de mulheres no TRC e de equidade de gênero no setor.</p>
<p>Nesse contexto durante o evento, os gestores de Recursos Humanos das empresas  JSL, DHL e Itapemirim trouxeram experiências de programas que viabilizaram a contratação de mulheres em cargos operacionais. Eles compartilharam boas práticas, experiências, ferramentas de RH e <em>insights</em> importantes.</p>
<p>“O setor está de portas abertas para todas as mulheres, queremos não só promover a inserção delas no mercado profissional como também a equidade de trabalho. Conectados aqui, vimos cases de sucesso e conseguimos partilhar boas experiências”, afirmou Talita Minervino Zorzar, gestora da Unidade SEST SENAT de Santo André/SP.</p>
<p>Lançado este ano, o Conexão RH já realizou 30 encontros virtuais, que contaram com a participação de mais de 1.500 pessoas, entre profissionais de recursos humanos e empresários do setor de transporte. Essa edição contou com a participação das unidades SEST SENAT de Vila Jaguara, Parque Novo Mundo, Guarulhos, Santo André, Fernão Dias e Atibaia.</p>
<p><em>Conteúdo produzido com informações do SEST SENAT.</em></p>
<p>&nbsp;</p></div>
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