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	<title>Arquivos Edição 55 &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Edição 55 &#8211; SETCESP</title>
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		<title>&#8220;Como o coaching me ajudou a entender minhas capacidades, meu time e a transformar o meu negócio&#8221;</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/como-o-coaching-me-ajudou-a-entender-minhas-capacidades-meu-time-e-a-transformar-o-meu-negocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 12:52:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 55]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando falamos dos desafios do setor de transporte, normalmente temos o pensamento levado para as estradas. É claro: boa parte das lutas estão mesmo relacionadas à parte prática da atividade: às condições das rodovias, à jornada do motorista, ao custo do combustível e à legislação do setor</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>* Por Guilherme Juliani</em></strong></p>
<p>Quando falamos dos desafios do setor de transporte, normalmente temos o pensamento levado para as estradas. É claro: boa parte das lutas estão mesmo relacionadas à parte prática da atividade: às condições das rodovias, à jornada do motorista, ao custo do combustível e à legislação do setor.</p>
<p>Mas, nos últimos anos, tenho percebido que não é preciso percorrer milhares de quilômetros para encontrar algumas soluções. Muitas delas estão dentro de nós mesmo e outras, externas, absurdamente perto. Acredite: alguns problemas que enfrento no meu dia a dia, que julgo serem questões logísticas, de tecnologia, das circunstâncias, do mercado, poderiam ser facilmente previstos e resolvidos, por mim mesmo ou por pessoas da minha equipe.</p>
<p>Nos últimos anos descobri que se você sabe quais são os seus talentos e defeitos, quais são os talentos e defeitos da sua equipe, então você tem em mãos um mapa para te guiar rumo ao sucesso. Identificar habilidades e motivações, fraquezas e o objeções em si mesmo e nos outros é um ativo de enorme valor. O fato é que entendi que, como líder, eu preciso comunicar bem meus valores e necessidades, a fim de que as pessoas se identifiquem e saibam como responder às minhas aspirações.</p>
<p>Obviamente, eu não descobri isso do dia para a noite. Foram necessários alguns anos de experiência e, em determinado momento decidi passar por um processo de coaching. Essa foi uma decisão inteligente. Minha primeira experiência com o tema foi há 10 anos, quando fiz um curso e comecei a entender a transformação que ele poderia fazer em mim e, consequentemente, no meu negócio.</p>
<p>Há três anos resolvi me atualizar e apostei em uma nova formação. Estendemos a experiência para o nosso time de gerência e posso dizer com tranquilidade que o investimento vale a pena. Não só porque nos tornamos líderes melhores ou porque ele gera resultado prático para o negócio, mas especialmente porque nos tornamos pessoas melhores e convivemos melhor com nossas decisões.</p>
<p>Talvez você pense que isso não é para você. De repente acredita que, conhece bem você mesmo, seus gatilhos de decisões, suas qualidades e seus defeitos. Possivelmente você tem a convicção de que conhece bem seus funcionários e tem uma comunicação clara com eles. Quem sabe, isso seja até verdade, mas o que posso dizer é que só percebemos as nossas falhas e o tamanho das oportunidades que perdemos quando aceitamos deixar um pouco o piloto automático e nos propomos a analisar criticamente nossa capacidade de liderança. Quando, por um momento, refletimos e colocamos nossas certezas em xeque.  É isso que o coaching faz: ele não despreza seu conhecimento e aprendizado conquistados até aqui, mas te convida a utilizá-los como base de algo novo. Ele propõe o desenvolvimento de novas competências e habilidades profissionais e emocionais.</p>
<p>Ao trabalhar conceitos como autoconhecimento emocional, automotivação e reconhecimento de emoções em outras pessoas, o líder ganha ferramentas incríveis para a tomada de decisões no dia a dia e para o relacionamento com sua equipe. Um exemplo prático: ao invés de dizer o que o funcionário deve fazer, o gestor que trabalhou essas competências identifica o perfil do colaborador e o auxilia a chegar às suas conclusões sobre como agir. Isso ajuda a manter o clima organizacional saudável e incentiva a autonomia dos funcionários.</p>
<p>Entender melhor seu time também pode ajudá-lo a reorientar o lugar dos talentos e a capacitá-los. É comum ouvir os gestores reclamando sobre a dificuldade do “<em>match</em> perfeito” entre o funcionário e a empresa. A Pesquisa Global com CEOs 2019 da PwC mostrou que 34% dos líderes executivos enxergam a indisponibilidade de talentos-chave como uma das principais ameaças de suas empresas. Mas, será que os funcionários estão no lugar certo? E, se estão, será que têm capacitação para executar suas funções?</p>
<p>Você pode ter um líder empático e com pensamento estratégico trabalhando no operacional porque não conseguiu enxergá-lo além do seu currículo. Assim como pode estar aflito em busca dos erros, sem perceber que o gerente de uma equipe é ótimo com números, mas não sabe dar feedback e, por isso, tem uma equipe desmotivada.</p>
<p>O coaching me ensinou que as pessoas podem ser a solução mais valiosa para os desafios do meu negócio. E é claro que isso me inclui. Eu tenho que aprender a olhar para o meu funcionário e ajudá-lo a se desenvolver, mas também preciso me aperfeiçoar. Há uma pesquisa da Gallup que diz que o mau relacionamento com os gestores é o principal motivo para 75% das pessoas deixarem seus empregos. Outro levantamento da Michael Page revelou que 8 em cada 10 profissionais pedem demissão por causa do chefe.</p>
<p>O coaching nos ajuda a não apenas entendermos melhor nossos propósitos, mas também a compartilhá-los de forma clara e transparente. E quando fazemos isso eliminamos mal-entendidos, nos aproximamos da equipe e evitamos a construção de crenças limitantes nos funcionários. Aí, sim, seu pensamento pode ser levado para as estradas: afinal, é lá, no dia a dia da atividade, que você vai ver o resultado de ter investido em desenvolvimento de pessoas. E, claro, o bolso também agradece.</p>
<div id="attachment_204577758" style="width: 410px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204577758" class="wp-image-204577758" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/A99A2105-683x1024.jpg" alt="" width="400" height="600" /><p id="caption-attachment-204577758" class="wp-caption-text">Foto: Acervo pessoal</p></div>
<p><em>* Guilherme Juliani, é CEO da Flash Courier, operadora logística que </em><em>possui 130 franquias espalhadas pelo Brasil. </em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O impacto do Covid-19 no mercado de transportes</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/covid-19-transportes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2020 13:01:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 55]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos nós tínhamos planos, até sermos pegos de surpresa com essa crise, não é mesmo? De forma geral, a ameaça do Covid-19 traz reflexos no mercado global, inclusive para o setor de transporte rodoviário de cargas </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>*Por Raquel Serini</em></p>
<p>Todos nós tínhamos planos, até sermos pegos de surpresa com essa crise, não é mesmo? De forma geral, a ameaça do Covid-19 traz reflexos no mercado global, inclusive para o setor de transporte rodoviário de cargas. E, nesse contexto, o empresário vem enfrentando diferentes cenários: oscilações na demanda, queda de faturamento, mudanças nas relações de trabalho, além das incertezas de recuperação.</p>
<p>Acreditamos que com esses desafios as empresas precisarão inovar, utilizar ferramentas alternativas, ganhar eficiência no processo e recompor o caixa, o que é essencial. Mas esteja certo de que a economia como um todo vai se encaixar em um novo conceito de mercado, alguns setores se consolidarão, outros infelizmente, não. Também irão surgir novos modelos de parceria e de compartilhamento, mudando os parâmetros que conhecemos hoje.</p>
<p>Por isso, seja na crise ou na retomada do crescimento precisamos olhar para dentro das empresas, analisar criteriosamente toda estrutura financeira e buscar novas oportunidades de negócios. Mas para isso, é importante e necessário conhecer o cenário no qual estamos inseridos.</p>
<p><strong>O MERCADO E OS NEGÓCIOS</strong></p>
<p>Atualmente, os números não são animadores para o setor, gostaria muito de trazer uma informação diferente, mas essa é a nossa nova realidade. As medidas restritivas de enfrentamento ao coronavírus impediram a aglomeração de pessoas nas ruas, fecharam o comércio e indicaram o trabalho à distância. Tudo isso, trouxe impacto para o abastecimento da cidade, e consequentemente, para o volume de carga em circulação.</p>
<p>Após sete semanas de monitoramento feito pela NTC&amp;Logística, desde 16 de março a 03 de maio, o número percentual total de queda no volume transportado chegou a 41,41%. Só no mês de abril esse número alcançou a marca de 43,85%.</p>
<p>Para as cargas fracionadas, que contempla operações de coleta e distribuição para pequenos lotes, a pesquisa apontou que a queda de demanda atingiu 43,18%, melhora de cerca de 4 pontos percentuais em relação à semana anterior.</p>
<p>Já para as cargas lotação, que ocupam toda a capacidade dos veículos e são utilizadas especialmente nos segmentos industriais e agrícolas, a retração até a última semana atingia 39,96%, uma melhora de aproximadamente 3 pontos se compararmos a pesquisa passada.</p>
<p>Os cinco estados que mais sofreram com a queda de demanda por carga, foram: Pernambuco 53,8%; Pará 50,5%; Alagoas 49,5%; Mato Grosso do Sul 49,3%; seguido da Bahia 47,4%. Já São Paulo que abrange nossa base territorial, apresentou variação de 46,1% atingindo a oitava posição nesse ranking.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-204577955 size-full" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Variação-de-Demanda-o-Mapa-do-Brasil.png" alt="" width="595" height="794" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Variação-de-Demanda-o-Mapa-do-Brasil.png 595w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Variação-de-Demanda-o-Mapa-do-Brasil-225x300.png 225w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Variação-de-Demanda-o-Mapa-do-Brasil-480x641.png 480w" sizes="(max-width: 595px) 100vw, 595px" /></p>
<p>O novo levantamento indicou também que o percentual de empresas que tiveram queda no faturamento em função da pandemia diminuiu, passando de 90% na 6ª semana para 86% na 7ª semana, já que historicamente, essa é a primeira queda desde o início da pesquisa.</p>
<p><strong>RELAÇÕES DE TRABALHO </strong></p>
<p>Desde a confirmação do primeiro caso de Covid-19 no Brasil, em 26 de fevereiro, fomos desafiados a nos adaptar ao modelo de trabalho em casa (home office), postura essa culturalmente pouco adotada pelas transportadoras. Mas isso tudo, com o objetivo de manter maior parte das atividades empresariais e, principalmente, para que não houvesse interrupção na prestação do serviço.</p>
<p>Resultado disso foram as mudanças de comportamento, ações promovidas para preservar o quadro de funcionário e evitar as demissões em grande escala. Em recente estudo divulgado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), 34,1% das empresas alternaram os funcionários em turnos de trabalho, 32,1% concederam férias coletivas e 29,5% utilizaram banco de horas.</p>
<p><strong>RECURSOS FINANCEIROS</strong></p>
<p>Outro ponto alarmante é o tempo que as empresas conseguem se manter com recursos próprios, apesar de todas as ações administrativas e das políticas de apoio emergencial do governo.</p>
<p>A Pesquisa de Impacto no Transporte Covid-19 (CNT), mostra que as transportadoras afirmaram deter recursos próprios para operar por, no máximo, um mês. Apenas 28,8% têm condições de se manterem em atividade por mais de dois meses sem apoio financeiro. Essa realidade evidencia a urgência de medidas que auxiliem as transportadoras a recompor o caixa para atravessar a crise sem um grande número de falências.</p>
<p>E nós sabemos da dificuldade, na prática, de acessar linhas de crédito para incorporar ao capital de giro das empresas. Isso seria fundamental para amenizar o problema de fluxo de caixa nesse momento. No entanto, 35,4% das empresas participantes da pesquisa alegam que o acesso está mais difícil.</p>
<p><strong>A NOVA REALIDADE</strong></p>
<p>A expectativa é de que o setor sinta uma diminuição tímida dos resultados negativos, acompanhada de um lento crescimento da atividade produtiva. Mas os impactos negativos devem perdurar pelos próximos 4 meses. Na prática, isso mostra que a crise atual foi um banho de água fria para o mercado brasileiro, já que se esperava um ano positivo.</p>
<p>Alguns fatores vão determinar o tempo para a recuperação dessa queda. As principais projeções se baseiam nos países que aparentemente já passaram do pico de casos e começam a voltar às atividades. Isso vai depender também de como vamos conseguir conter o número de casos da doença e desacelerar a transmissão do vírus.</p>
<p>Por isso, acreditamos que para as transportadoras superarem essa crise, é essencial o apoio do governo federal, oferecendo carências estendidas e juros reduzidos para um ganho de fôlego, além da suspensão de algumas cobranças previdenciárias patronais, e até mesmo suspensão de impostos sobre o combustível, insumo tão vital para as atividades de transporte.</p>
<p><strong> </strong>Apesar dos esforços 22,2% das empresas já realizaram demissões, outros 17,8% suspenderam temporariamente os contratos de trabalho e 16,5% não tomou nenhuma das medidas citadas anteriormente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-204577957 size-full" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Percentual-de-empresas-que-tiveram-queda-no-faturamento.png" alt="" width="595" height="172" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Percentual-de-empresas-que-tiveram-queda-no-faturamento.png 595w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Percentual-de-empresas-que-tiveram-queda-no-faturamento-480x139.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 595px, 100vw" /></p>
<p>*Raquel Serini é economista do IPTC.</p></div>
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		<title>Descobrindo os benefícios do home office</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/descobrindo-os-beneficios-do-home-office/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2020 12:25:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 55]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de aos poucos vir ganhando adoção por parte das empresas nos últimos anos, o home office acabou recebendo ampla adesão em resposta ao avanço do Covid-19, o coronavírus</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Apesar de aos poucos vir ganhando adoção por parte das empresas nos últimos anos, o home office acabou recebendo ampla adesão em resposta ao avanço do Covid-19, o coronavírus, a fim de se evitar aglomerações e diminuir as chances de contaminação</em></p>
<p>Esta nova modalidade de trabalho já há algum tempo vinha se tornando mais comum no País, principalmente, após a nova lei trabalhista que regulamentou a prática do teletrabalho, ou como é mais conhecido, <em>home office</em> que em inglês significa escritório em casa.</p>
<p>A Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017) introduziu um novo capítulo na CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) dedicado especialmente ao tema: é o Capítulo II-A, “Do Teletrabalho”, que define a prática como “a prestação de serviços preponderantemente fora das dependências do empregador, com a utilização de tecnologias de informação e de comunicação que, por sua natureza, não se constituam como trabalho externo”.</p>
<p>Recentemente, mais um incentivo a essa modalidade foi a flexibilização das regras, por meio da Medida Provisória (MP) nº 927/20, já proposta por conta dos efeitos da pandemia, como forma das empresas aderirem ao isolamento social. Com a medida, ficou definido que cabe ao empregador unilateralmente informar o empregado com 48 horas de antecedência, se ele vai ou não realizar o home office, o que permitiu que as organizações ganhassem maior segurança jurídica, viabilizando as companhias adotá-la de forma legal durante este período.</p>
<p>Assim o que vimos nos últimos meses, foram casas ganhando ares de escritórios, um tanto improvisados, mas bastante aconchegantes. Para os funcionários a sensação de finalizar o expediente, piscar os olhos, e já estar em casa.</p>
<p>As vantagens do home office são várias, já que um dos maiores problemas nos grandes centros, é o deslocamento. Muitas pessoas chegam a passar até duas horas no trânsito só para chegar ao trabalho.</p>
<p>Para as empresas, ter funcionários que trabalham de casa pode sugerir uma diminuição dos custos com água, luz, transporte, aluguel, como uma possível diminuição de seu espaço físico, entre outros custos de infraestrutura consideráveis.</p>
<p>Além disso, pode também significar uma redução em custos de benefícios como o Vale Transporte, e uma diminuição da rotatividade de profissionais nas empresas e do absenteísmo – característica de pessoas que habitualmente não comparecem na hora marcada e deixam de realizar suas obrigações em determinada situação.</p>
<p>O meio ambiente também agradece já que menos pessoas se deslocando para o trabalho resulta em menos carros nas ruas e uma redução no uso do transporte público. Consequentemente, há um encolhimento no consumo e na queima de combustíveis fósseis e uma queda também nos índices de poluição do ar e sonora.</p>
<p>Embora os inúmeros benefícios, como toda a mudança, passar a adotar o home office também traz algumas dificuldades se não houver planejamento. É recomendável portanto, que antes de liberar geral o home office, a empresa converse com o time de TI para avaliar o que pode ser feito remotamente, e quais acessos devem ser liberados ao colaborador para que ele desempenhe todas as suas atividades assim como faria em seu escritório.</p>
<p>A organização precisa também manter constantemente a avaliação dos resultados, o que inclui medir as ações dos colaboradores. Para isso, há mecanismos de monitoramento e plataformas inteligentes em que pode-se incluir feedbacks.</p>
<p>Encontros online das equipes de trabalho, aplicativos de mensagens e chats são ótimas ferramentas de comunicação, extremamente recomendáveis nesses casos.</p>
<p>E para quem teve que adotar o home office, as vezes de um jeito até que inesperado, ficam registradas aqui dicas bem simples e capazes melhorar o dia-dia de quem vive essa experiência e ajudar muito no trabalho em casa. Confira:</p>
<p> &#8211; Monte um espaço em casa que você possa considerar seu escritório. Um lugar que ofereça condições para que você se mantenha concentrado e não seja interrompido tão facilmente;</p>
<p> &#8211;  Arrume esse seu espaço de trabalho. Um local organizado aumenta a produtividade e o conforto;</p>
<p> &#8211; Esteja sempre alerta no seu expediente e também conectado. Cheque constantemente os e-mails e mensagens;</p>
<p> &#8211;  Para isso uma boa conexão de internet é necessária;</p>
<p>&#8211; Mantenha uma rotina. Nada de ficar de pijama o dia todo, pode até se vestir de forma confortável, mas também adequada ao trabalho. Além disso, deixe seu superior e equipe avisados sobre os seus horários de pausa;</p>
<p>&#8211; Tenha uma lista de tarefas a ser realizadas durante o dia e procure cumpri-la; e</p>
<p>&#8211;  Evite distrações. Resista à tentação de ligar a televisão ou atacar a geladeira fora dos horários de pausa.</p>
<p>Quer saber mais sobre o assunto? Clique <a href="https://www.youtube.com/watch?v=6P7xcC0NxsE">aqui</a> e aproveite para assistir uma live especial sobre a gestão do tempo no home office.</p></div>
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		<title>Negócios em tempos de pandemia</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/negocios-em-tempos-de-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2020 13:09:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 55]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seria impossível falar de transporte em 2020, sem mencionar o valor da tecnologia </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Quando o relatório <em>“As 8 tendências para o Setor Logístico em 2020”, </em>feito pela Tópico, empresa especializada em armazenamento, trouxe um panorama com as principais tendências para o setor no Brasil, como crescimento de mercado, melhor cenário econômico, geração de empregos, monitoramento em tempo real, inteligência e segurança de dados, não poderia mensurar os impactos do que viria a seguir.</p>
<p>Seria impossível falar de transporte em 2020, sem mencionar o valor da tecnologia. Ela, que se mostrou onipresente no cenário atual que foge de qualquer previsão, ou planejamento já feito. Ninguém poderia imaginar um ano como este. Diferente de tudo. Com experiências pessoais e profissionais que escapam do controle de qualquer um. E, que o grande desafio do ano não seria só econômico, mas de sobrevivência, de solidariedade e união para combater um inimigo muito maior: um vírus devastador, de rápido contágio, que fez o mundo parar, decretar quarenta, fechar comércios, isolar a população e lotar hospitais em diversos países.</p>
<p>E, de uma hora para outra, o Brasil também se viu neste cenário. Tendo que se adaptar, transformar, ajudar e continuar a trabalhar. “Na Veloe, em menos de uma semana colocamos todos os funcionários trabalhando em home office. Já tínhamos implementado esta rotina do que chamamos de <em>anywhere office</em> uma vez por semana, mas tivemos que correr e dar condições para que todos pudessem realizar suas atividades à distância, com computadores e celulares corporativos e acesso aos sistemas internos”, afirma Marcelo Costa, executivo responsável pela Veloe.</p>
<p>A Veloe, uma unidade de negócios da Alelo, é responsável por trazer uma nova experiência em meios de pagamento para uso em pedágios, estacionamentos e, em breve, com outras soluções de mobilidade urbana. “A equipe de vendas externa também precisou ser retirada das ruas e criamos um canal de vendas pelo WhatsApp. Os times de atendimento ao cliente e Central de Vendas também mudaram a rotina, inicialmente com revezamento de turnos e hoje também trabalham remotamente”, destaca Costa.</p>
<div id="attachment_204577763" style="width: 310px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204577763" class="wp-image-204577763 size-medium" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Veloe-Executivos-010-1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /><p id="caption-attachment-204577763" class="wp-caption-text">Marcelo Costa / Foto divulgação</p></div>
<p>A Veloe é uma marca que nasceu 100% digital, com experiência focada na tecnologia de fácil utilização, o que simplificou toda a comunicação com os clientes, que “falam com a empresa” por aplicativo, redes sociais ou site. Uma boa parte de nossos clientes não parou, e foram muito afetados com todas as mudanças que ocorreram por conta da pandemia. Clientes que são responsáveis pelo transporte de mercadorias como alimentos, medicamentos e outros insumos médicos – precisam rodar pelo país e necessitam de apoio.</p>
<p>O fundamental é garantir a segurança de quem precisa se expor durante o trajeto. Neste sentido, a tecnologia Veloe ajuda já que, com a utilização do adesivo para pagamento automático, não há risco de contaminação pelo possível toque, proximidade ou manuseio de dinheiro nas cabines de pedágio, protegendo o motorista e os trabalhadores de cabine das concessionárias.</p>
<p>As empresas podem contratar Veloe diretamente pelo site e fecharem pacotes específicos de acordo com a quantidade de veículos que necessitam. Há opções de planos pré e pós-pago, atualmente sem cobrança de taxa de adesão e com seis mensalidades gratuitas na contratação do plano empresarial.</p>
<p>Para mais informações acesse o site <a href="https://veloe.com.br/">veloe.com.br</a> ou ligue na Central de Vendas para plano empresarial pós-pago: 3003 9880 (Capitais e regiões metropolitanas) e demais localidades: 0800 208 9880. Segunda à sexta, das 09h às 21h. Aos sábados, das 10h às 16h.</p>
<ul>
<li><em>Este conteúdo foi produzido pela Veloe.</em></li>
</ul>
<p> </p>
<p> </p></div>
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		<title>Sustentabilidade aliada a competitividade</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/sustentabilidade-aliada-a-competitividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2020 20:08:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 55]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a sustentabilidade tem ganhado espaço na agenda das empresas, refletindo a tendência de aumento no consumo consciente e das discussões ambientais pela sociedade </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Como suprir as necessidades básicas no presente sem comprometer os recursos necessários às futuras gerações? Essa questão tem sido uma das prioridades na pauta de muitas empresas que estão buscando alternativas para minimizar os impactos ambientais. </em></p>
<p>Nos últimos anos, a sustentabilidade tem ganhado espaço na agenda das empresas, refletindo a tendência de aumento no consumo consciente e das discussões ambientais pela sociedade.</p>
<p>Desta forma, iniciativas de desenvolvimento sustentável estão cada vez mais inseridas no planejamento estratégico das organizações que, também por conta da preocupação com a escassez de recursos, perceberam a situação como um grande diferencial competitivo. </p>
<p>A ideia de uma empresa isolada da sociedade, tendo como preocupação principal e única apenas a obtenção de lucro a qualquer custo, já não é tão bem vista e vai gradativamente sendo superada pela concepção de que as organizações, além de cumprirem sua função social de atendimento às demandas de grupos de consumidores, devem condicionar sua atividade a uma agenda de responsabilidade social vinculada ao bem de todos.</p>
<p>Marina Grossi, presidente do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável) conta que em dezembro do ano passado, na Conferência do Clima da ONU (Organização das Nações Unidas), em Madri, na Espanha, o conselho que reúne diversos empresários lançou um estudo que aponta que as mudanças do clima são hoje um dos principais vetores de riscos, mas também de chances para os negócios no País e no mundo.</p>
<p>“A maior parte das grandes empresas com atuação no Brasil já entendeu isso e está atuando para enfrentar o problema. Os resultados revelados neste estudo demonstram que enfrentar a emergência climática representa mais oportunidades do que ameaças para as empresas no Brasil. Em resumo, é financeiramente mais vantajoso fazer investimentos para materializar esses benefícios do que gerir os impactos negativos das mudanças de clima”, defende Marina.</p>
<p>Portanto, assumir padrões de sustentabilidade não serve somente para que os negócios sobrevivam às mudanças necessárias que a sociedade exige. Existem oportunidades que se abrem para aquelas organizações que transformam seus métodos de produção.</p>
<p>Dentro dos processos empresariais a variável da sustentabilidade faz com que as companhias busquem soluções mais eficientes. Permite uma abertura na revisão dos processos produtivos trazendo um espaço para a inovação e possibilita com que sejam reconhecidas no mercado, por adotar uma forma de competitividade responsável.</p>
<p>Justamente por isso, que a sustentabilidade começa ser vista como prioridade na gestão, por ser um eficiente plano para que as empresas conquistem clientes por meio de diferenciais em seus serviços. É desta forma que muitas organizações estão conseguindo driblar a crise, levando em consideração que os clientes e consumidores tendem a preferir fazer negócios com empresas que se destacam em meio à concorrência.</p>
<p>Para ser sustentável e alcançar vantagem competitiva uma empresa precisa que seu crescimento e suas ações sejam planejadas de maneira a respeitar o meio ambiente, os colaboradores e a sociedade como um todo.</p>
<p>E agora que você já sabe que é vantagem competitiva ser sustentável, que tal seguir algumas boas práticas que podem ser implementadas na empresa como: reciclagem de materiais; uso de materiais ecológicos; uso de filtros para barrar a emissão de poluentes no meio ambiente;  descarte adequado de esgoto e resíduos químicos; utilização de lâmpadas de LED; lixos de coleta seletiva nos ambientes de trabalho; troca de documentos online para evitar impressões; uso de materiais recicláveis para produzir as embalagens e redução do volume de embalagens ao máximo.</p>
<p>As dicas acima são simples, poderíamos colocar outras como como a utilização de placas de energia solar, troca do veículo convencional movido a diesel por modelos a gás, ou até mesmo híbridos, ações que envolvem maior investimento e conhecimento por parte da organização.</p>
<p>O importante é que cada atitude de sustentabilidade conta, e que o esforço de hoje se torna uma garantia de que haverá bens naturais para as pessoas no futuro.</p>
<p>Quer conhecer mais sobre responsabilidade Empresarial? Conheça algumas boas práticas adotadas por empresas do transporte rodoviário de cargas. Clique <a href="https://setcesp.org.br/premiosustentabilidade/5premiosustentabilidade/">aqui</a>, e veja as ações dos participantes do 5º Prêmio de Sustentabilidade realizado pelo SETCESP. Aproveite, se inspire, pratique a Sustentabilidade, e não fique de fora da próxima edição.</p></div>
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		<title>E agora, cadê os meus arquivos?</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/e-agora-cade-os-meus-arquivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2020 14:29:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 55]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem nunca perdeu um arquivo em que esteve trabalhando por horas, não sabe a frustração de ver todo o seu tempo e dedicação se dissipar em um piscar de olhos </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Quem nunca perdeu um arquivo em que esteve trabalhando por horas, não sabe a frustação de ver todo o seu tempo e dedicação se dissipar em um piscar de olhos. Mas graças as plataformas de salvamento em nuvem, essa realidade vem mudando para a sorte de muitos distraídos, que só se lembram de apertar o botão ‘salvar’ quando já é tarde demais.</em></p>
<p>Ao implantar o <em>home office</em> muitas empresas tiveram que se reinventar, e buscar soluções para continuarem suas operações administrativas. Porém, nessa jornada muitos escritórios encontraram dificuldades em trabalharem de forma remota, por conta dos arquivos salvos em máquinas ou em redes locais, que não puderam ser extraídos de um instante para outro.</p>
<p>Entretanto, quem já havia optado por trabalhar com a <em>cloud computing</em> (computação em nuvem) levou uma vantagem neste processo.  </p>
<p>Bastante conhecido da área de TI – Tecnologia da Informação, fora do meio da informática, o <em>cloud computing</em> pode gerar ainda dúvidas em muitas pessoas. Então vamos aos esclarecimentos.</p>
<p>Este sistema de armazenamento em nuvem é <strong>uma tecnologia que utiliza conectividade em grande escala para hospedar os mais variados recursos, programas e informações</strong><strong>.</strong> Uma espécie de servidor remoto que guarda todos os dados que você precisa.</p>
<p>Nesse cenário, as ferramentas de <em>cloud computing</em> se destacam por utilizarem técnicas que garantem o acesso a dados e até aos e-mails sempre que for necessário, bastando apenas uma conexão com a web.</p>
<p>Um acesso, comum, ágil e seguro de qualquer computador, <em>tablet</em> ou <em>smartphone</em>. Tudo isso, sem a necessidade de conectar-se a um computador pessoal ou servidor local.</p>
<p>Assim o conceito de nuvem se mescla com o de Internet, ou seja, computadores espalhados pelo mundo, unidos por uma malha de comunicação, capazes de oferecer informação a qualquer um que tenha acesso a ela, não importando ao usuário o lugar em que a informação está fisicamente. Outra grande vantagem é que tudo fica registrado na nuvem, sem ocupar espaço do computador.</p>
<p>Sem falar,  que quando se trabalha um arquivo na nuvem, é possível que todas as janelas se fechem, e ao reabrir você encontrará os seus documentos exatamente do jeito que os deixou. Ou seja, sem grandes preocupações que uma possível falta de energia possa prejudicar aquele arquivo em que você está trabalhando.</p>
<p>Além disso, há a possibilidade de realizar edições simultâneas nos arquivos, sem duplicatas e sem que se perca nenhuma informação importante. Isso facilita o trabalho colaborativo. Desta forma, não existe o risco de comprometer todo o processo porque uma máquina quebrou ou teve um erro.</p>
<p>Durante o isolamento social as empresas que demandaram o acesso a documentos fora do local de trabalho puderam se beneficiar e muito dessa característica. Mas fora a essa situação extraordinária, imposta pela pandemia, a hospedagem de arquivos em nuvem facilita de maneira considerável a gestão da informação.</p>
<p>Só que para contar com esse modelo de computação é preciso se utilizar também de softwares de criptografia, com uma segurança muita alta, a fim de evitar que os dados sejam contaminados por vírus, roubo de informações ou invasões. Prova disso, são as grandes e importantes empresas que disponibilizam esse serviço, como Google, Dropbox, Yahoo, IBM e Amazon.</p>
<p>Antes, as empresas para manterem atualizados seus programas de escritório precisavam investir mais em servidores próprios e adquirir licenças de bancos de dados, o que certamente pesa para os negócios.</p>
<p>Agora com a solução <em>cloud computing</em> a empresa leva a licença já adquirida para a nuvem ou usa um servidor com preço de licença inclusa.  Essa é mais uma opção de tecnologia para as empresas, que contribui para o aumento da inovação e crescimento dos negócios.</p></div>
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		<title>“Quando passar essa crise, toda a sociedade estará mudada”</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/quando-passar-essa-crise-toda-a-sociedade-estara-mudada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2020 12:52:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 55]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em entrevista à Revista SETCESP, Carlos Panzan, presidente da FETCESP, falou sobre os efeitos da crise gerada pela COVID-19 às entidades e às empresas do TRC </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/quando-passar-essa-crise-toda-a-sociedade-estara-mudada/">“Quando passar essa crise, toda a sociedade estará mudada”</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Em entrevista à Revista SETCESP, Carlos Panzan, presidente da FETCESP (Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de São Paulo), falou sobre os efeitos da crise gerada pela COVID-19 às entidades e às empresas do TRC. Para ele, após a pandemia nada voltará a ser como antes, e o momento é de uma grande mudança comportamental </em></p>
<p><strong>O senhor vem de uma família de transportadores. Conte-nos um pouco como sua história se converge com a do TRC?</strong></p>
<p>A Transporte Americana &#8211; TA foi fundada em 1941 pelo meu pai, Afonso Panzan, e meus três primos da família Luchiari. Em 1960, o meu irmão Adalberto Panzan aceitou o convite para entrar como sócio na TA, assumindo a diretoria geral. Em 1976, me convidou para participar da sociedade, &#8211; isso juntamente com nossos primos, Celso e Romeu Luchiari. Aceitei a proposta e assim comecei no setor, como supervisor de manutenção e depois passando por todos os departamentos, até assumir a diretoria comercial.</p>
<p>A influência de meu irmão, Adalberto, foi importante para toda a minha carreira na transportadora e também na atuação sindical.  Ele sempre me falava da importância das entidades para ajudar o desenvolvimento do transporte. Mas, foi após a morte dele, em 1996, que comecei a participar de forma mais efetiva das entidades, sendo diretor do SETCESP em 2001. Por nove anos fui presidente do Sindicamp (Sindicato de Campinas), de 2005 a 2013. Na FETCESP fui vice-presidente de 2007 a 2018 e no ano passado eleito presidente. Fui conselheiro regional do Sest Senat de 2005 a 2013. Participo de diretorias da NTC&amp;Logística desde 2003.</p>
<p><strong>Considerado um dos defensores na implantação do SEST SENAT, por que o senhor achou necessário o transporte ter um sistema social e de aprendizagem voltado para si?</strong></p>
<p> Um setor tão importante como o transporte rodoviário de cargas precisa de um atendimento direcionado às suas atividades, cujas peculiaridades são diversificadas, necessitando de estrutura e serviços específicos.  Com tal propósito as lideranças do setor defenderam no Congresso Nacional a criação do Sest Senat, durante vários anos, no final da década de 1980 e início de 1990. Por fim, o reconhecimento aconteceu com a criação do Sest Senat, em 14 de setembro de 1993, pela Lei 8.706.</p>
<p>Desde então, o Sest Senat não parou de se planejar estrategicamente, com expansão de sua estrutura e oferta de serviços de qualidade, com atendimentos voltados a saúde, qualidade de vida e desenvolvimento profissional dos trabalhadores.</p>
<p><strong>A FETCESP é um polo na cidade de São Paulo do Programa Despoluir, lançado pela CNT (Confederação Nacional de Transportes) e Sest Senat. Quais resultados esse projeto tem alcançado junto às empresas de transportes?</strong></p>
<p>A FETCESP participa do Despoluir – Programa Ambiental do Transporte &#8211; desde a sua criação em 2007, pois acredita que é um dos mecanismos para o setor contribuir com a melhoria da qualidade de vida da população e cuidar do meio ambiente através de ações de responsabilidade socioambiental.</p>
<p>Nos 13 anos de projeto realizamos cerca de 120 mil avaliações veiculares ambientais, que são análises técnicas dos níveis de poluentes emitidos pelos caminhões, poluentes altamente prejudiciais à saúde humana e principalmente ao sistema respiratório.</p>
<p>Ao final de cada avaliação os veículos aprovados recebem um selo de Aprovação do Programa. No caso de reprovação a nossa equipe técnica analisa as principais causas da emissão de poluentes excessiva e orienta o motorista para que seja feita a correta manutenção.</p>
<p><strong>O que o senhor pensa a respeito de uma possível Reforma Sindical? Na sua opinião o que poderia mudar?</strong></p>
<p>Acompanhamos o assunto juntamente com as entidades do setor.  Em termos legislativos o governo ainda não apresentou a sua proposta de reforma sindical, mas já existe um estudo no Ministério da Economia. O que sabemos que a principal intenção do Governo é acabar com a unicidade sindical, prevista no artigo 8, da CF (Constituição Federal) e que estabelece que somente pode existir um único sindicato numa mesma categoria econômica profissional dentro de uma mesma base territorial. E esta base territorial não pode ser inferior a um município. Entendo que tal proposta não é boa e vai enfraquecer as entidades.  Na Câmara dos Deputados tramita a PEC 369, que não é do Governo, que prevê uma fase de transição para a extinção da unicidade sindical e cria uma contribuição compulsória apenas para os sindicatos que negociarem coletivamente.</p>
<p><strong>O mundo passa por um momento único em meio à crise de saúde pela pandemia do coronavírus. Muitos setores tiveram suas operações paralisadas, mas o de transporte foi considerado uma das atividades essenciais do País, como o senhor avalia isso?</strong></p>
<p>O transporte rodoviário de cargas é indispensável para assegurar o abastecimento de gêneros de primeira necessidade (remédios, insumos hospitalares, alimentos, combustíveis e outros) da população, no enfrentamento da pandemia do Coronavírus.</p>
<p> Em razão de ser atividade essencial as entidades do setor têm buscado junto ao Governo Federal tratamento diferenciado e a adoção de medidas emergenciais de flexibilização tributária e fiscal, bem como de medidas de socorro econômico-financeiro com o objetivo de preservar a saúde financeira das empresas.</p>
<p>A carga tributária que recai sobre as empresas de transporte rodoviário de cargas é sabidamente elevada.</p>
<p>As reivindicações de flexibilização do pagamento de tributos no âmbito federal têm encontrado eco, como decorrência da atuação desta entidade junto aos Poderes Executivo e Legislativo da União. O mesmo não vem ocorrendo no âmbito dos Estados, muito embora se saiba da elevada carga tributária que representa para as empresas de transporte o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), imposto que é cobrado pelos Estados, com legislação própria em cada uma das unidades da Federação.</p>
<p><strong>Esse tem sido o momento de maior desafio da sua gestão na FETCESP? Quais ações a federação tem realizado para minimizar os efeitos negativos da crise?</strong></p>
<p>Neste momento de crise devido ao novo coronavírus, a FETCESP em sintonia com as entidades nacionais e regionais trabalha em prol das empresas do setor. Não estamos medimos esforços em levar às autoridades regionais, estaduais e nacionais as nossas preocupações, demandas e sugestões.</p>
<p>As entidades, sensíveis às demandas das empresas do setor, têm procurado demonstrar às autoridades que o Programa de Manutenção do Emprego não poderia parar de pé sem que ao mesmo tempo, fosse adotado pelo Governo Federal um programa de suporte econômico financeiro para as empresas, atingidas em cheio pelo isolamento social e o confinamento de todas as pessoas e consequente fechamento de todas as atividades de produção e comércio de bens. O socorro financeiro das empresas tornou-se premente e indispensável para a sobrevivência.</p>
<p>As medidas de flexibilização na área tributária e econômica tem se mostrado insuficientes para a manutenção da saúde financeira das empresas que continuam apresentando novas demandas que são compiladas pelas entidades e encaminhadas às autoridades competentes para o atendimento. Entre essas demandas está sendo encaminhadas pelas entidades sindicais a abertura de linha de crédito para financiamento de capital de giro das empresas.</p>
<p><strong>O que esses acontecimentos, na sua opinião, ensinam sobre a importância do trabalho representativo das entidades de classe?</strong></p>
<p>Devemos sempre manter uma boa estrutura sindical ativa, unida e dotada de reconhecimento das autoridades públicas e privadas. Nos momentos de crise somente as entidades com credibilidade conseguem encaminhar de forma mais adequada as demandas do setor. E isso pode ser observado no transporte rodoviário de cargas. Entendo que o trabalho representativo é essencial em todos os momentos para o fortalecimento do TRC para atuação cada vez assertiva, sobretudo nos momentos de crise.</p>
<p><strong>Há visível desalinhamento entre o Governo Federal e Estadual sobre as medidas para conter a pandemia. Que impacto esses desacordos trazem para a toda a sociedade?</strong></p>
<p>Acredito que os governos federal, estaduais e municipais deveriam deixar de lado interesses individuais e partidários e se unirem neste momento para adoção de medidas eficientes e que promovam maior segurança à vida das pessoas. E ao mesmo tempo definir estratégias para a retomada da economia. A divisão de posições é danosa com consequências drásticas a toda a sociedade.</p>
<p>Inclusive, neste momento os governantes deveriam pensar na reforma administrativa para enxugar o estado. E somente depois avançar estudos na reforma tributária.</p>
<p><strong>Diante deste cenário de recessão, houve uma queda de 41% na demanda do transporte rodoviário de cargas, segundo os dados mais recentes da NTC&amp;Logística. O senhor acredita que uma retomada do setor levará muito tempo?</strong></p>
<p> A queda no volume de cargas tem sido expressiva no transporte rodoviário, com algumas especialidades apresentando maior redução que outras. Sendo muito difícil, neste momento, fazer uma previsão da retomada, uma vez que o setor está totalmente atrelado ao desempenho da economia.  No entanto, não acredito em uma rápida recuperação, mas o empresário deve desde já começar se preparar para a pós-pandemia. Observo que várias empresas do setor estão se reinventando, buscando e conquistando maior produtividade e eficiência em suas operações. No entanto, para um melhor resultado, precisamos de mais apoio dos governos, sobretudo financeiro, para a continuidade da prestação de serviços. Afinal o TRC precisa estar estruturado para atender a demanda com a retomada da economia.</p>
<p><strong>A situação tem sido desafiadora, mas desafios também representam oportunidades. Na sua visão, o que de aprendizado pode sair desta crise?</strong></p>
<p>Ouso dizer que vivemos uma revolução comportamental. Nada voltará a ser como era antes nos relacionamentos pessoais e empresárias, na economia, na educação, na política &#8230;</p>
<p>Aquele que pensar diferente será ultrapassado e não terá futuro em seus negócios. A tecnologia, que já dominava a vida das pessoas, ganhou novas dimensões no cotidiano de todos os segmentos da economia provocando mudanças no consumo, na relação com os colaboradores das empresas, com fornecedores, clientes. Quando passar essa crise toda a sociedade estará mudada.</p>
<p><strong>Olhando para futuro, qual recado que o senhor gostaria de deixar para o empresário do setor de transporte rodoviário de cargas?</strong></p>
<p>É imprescindível, sempre, se aprimorar, buscar novas tecnologias, aumentar a produtividade. E isso tenho observado, que os empresários do setor estão em busca de modernizar as suas operações.  </p>
<p>Os empresários devem se aproximar, cada vez mais, das entidades sindicais levando apoio e propostas para melhorar as condições do nosso setor.</p>
<p>Com união e maior número de pessoas podemos ter mais êxito em nossas demandas.</p>
<p> </p>

<a href='https://setcesp.org.br/noticias/quando-passar-essa-crise-toda-a-sociedade-estara-mudada/attachment/carlos-panzan-2-2/'><img loading="lazy" decoding="async" width="290" height="300" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Carlos-Panzan-2-290x300.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" /></a>
<a href='https://setcesp.org.br/noticias/quando-passar-essa-crise-toda-a-sociedade-estara-mudada/attachment/carlos-panzan-3/'><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="200" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Carlos-Panzan-1-2-300x200.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" /></a>

<p> </p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/quando-passar-essa-crise-toda-a-sociedade-estara-mudada/">“Quando passar essa crise, toda a sociedade estará mudada”</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Respostas à crise</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/respostas-a-crise/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2020 18:29:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 55]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem muita coisa sendo fabricada, e com menos ainda, mercadoria para ser escoada, o transporte de cargas sentiu em cheio os efeitos da queda no volume de sua demanda</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Passado o baque das primeiras medidas para a contenção da pandemia que assolou em cheio a saúde das pessoas, e fez bolsas de todo o mundo desabar, as empresas tiveram que reestruturar suas operações: traçar uma nova rota rumo à retomada</em></p>
<p>Com o comércio em grande parte fechado, a indústria retraiu consideravelmente sua produção. Sem muita coisa sendo fabricada, e com menos ainda, mercadoria para ser escoada, o transporte de cargas sentiu em cheio os efeitos da queda no volume de sua demanda.</p>
<p>Segundo informações da NTC&amp;Logística, essa diminuição oscilou entre 40 e 45%, nas pesquisas realizadas entre os meses de abril e maio.</p>
<p>Outro dado, desta vez divulgado pelo Ministério da Economia, apontou uma queda no faturamento do transporte rodoviário de cargas de -22%.</p>
<p>Diante da situação as transportadoras tiveram que, lidar simultaneamente com diversos desafios: queda na receita, diminuição de fluxo de caixa e as medidas de isolamento social.</p>
<p>Algumas alternativas até surgiram. Recorrer as medidas de prorrogação dos prazos de recolhimento do PIS e da COFINS conforme a Portaria 139/20 do Governo Federal.</p>
<p>Outras ainda, como se valer das propostas trabalhistas por meio das Medidas Provisórias 944, 936 e 927.  Aliás, detalhes sobre essas duas últimas determinações, você confere em nossa seção Núcleo Jurídico.</p>
<p>E por falar em medidas trabalhistas, ainda o SETCESP fez uma negociação com os sindicatos laborais de sua base territorial. Com termos que oferecessem uma possibilidade, além daquilo que foi proporcionado pelas ações do governo.</p>
<p>A intenção foi colaborar o máximo possível para que as empresas minimizem o impacto negativo  em suas finanças, preservando o seu quadro de funcionários, a fim de manter suas operações. Entre as medidas acordadas para o momento estão:</p>
<ul>
<li>Redução de até 25% nos salários de funcionários. No entanto, o desconto aplicado não pode diminuir o pagamento a um valor inferior a R$1500,00;</li>
<li>Para os funcionários que tiver aplicado essa redução, a empresa oferecerá uma cesta básica de alimentos;</li>
<li>Trabalhadores que estão em home office (trabalhando de casa) estão dispensados de receber o Vale Transporte.</li>
<li>Também funcionários, que estão afastados por pertencerem ao grupo de risco, ou seja, mais suscetíveis a doença, terão de repor essas horas, no futuro.</li>
</ul>
<p>E mesmo optando por negociar nos termos do acordo coletivo, as empresas permanecem desimpedidas em escolher outras medidas que o Governo Federal tenha estabelecido, ou venha estabelecer mais tarde.</p>
<p>Contudo, a redução via convenção coletiva é mais segura, pois está em consonância com a Constituição Federal. Já as MPs do Governo tem status de lei, e pode ser questionada mais adiante.</p>
<p>Só que o mais importante, é que tanto o acordo coletivo, quantos as Medidas Provisórias são instrumentos que o empresário tem para a gestão de seu pessoal.</p>
<p>E quanto maior o leque de opções se tem, melhor é para negociar.  Principalmente, porque com o passar desses últimos meses a única certeza que permaneceu foi a de que, é preciso tomar decisões.  Qualquer negligência neste momento, pode custar caro no futuro.</p>
<p>“Esta crise sem precedentes nos ensinou muito sobre a necessidade de preparação”; observa Ana Carolina Jarrouge, presidente executiva do SETCESP. “Todos sofrem, é fato, mas aqueles que estão mais preparados sofrem menos e atravessam as tempestades mais protegidos”, destacou ela.</p>
<p>Cada vez mais, as empresas necessitaram de novas definições. Foi preciso mudar por completo os planos traçados para começo do ano.</p>
<p>Mas como se imagina, não é nada fácil mudar em meio à crise. Por isso, fomos ouvir quais ações os empreendedores estão tomando na tentativa de frear uma quase que inadiável recessão.</p>
<p>Enquanto quase 2 bilhões de pessoas em todo o mundo estão atualmente isoladas em suas casas na tentativa de conter o avanço da doença, a extensão dos reflexos econômicos permanece ainda imprevisível.</p>
<p>No mercado, se chama de benchmarking a análise das práticas do concorrente. O que apresentaremos a seguir, não é exatamente isso, mas sim compartilhamento das soluções encontradas por quem tem passado por desafios semelhantes.</p>
<p>Conversamos com vários empresários do nosso setor que dividiram conosco suas experiências.  &#8211; Como estão lidando com o momento. &#8211;  Que medidas já tomaram e o que ainda pretendem de fazer.  &#8211; O que deu certo e o que ainda pode dar.</p>
<p>No dia 27 de maio o governador de São Paulo, João Dória, anunciou uma retomada de alguns setores, de acordo com o controle da doença e a disponibilidade de UTIs para o atendimento da covid-19. Entretanto em outros 3 estados do Brasil: Pará, Maranhão e Fortaleza, até fechamento desta edição, permanecia o <em>lockdown</em> – em inglês confinamento, uma espécie de ação mais radical imposta por governos para que haja distanciamento social.</p>
<p>“Como uma tempestade, essa pandemia também vai passar. Porém, a resiliência e dedicação dos empresários do nosso setor, essas permanecem porque tem proporções gigantescas. São lutadores, e mais uma vez, não deixaram o Brasil parar,” faz questão de declarar Tayguara Helou, presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP.</p>
<p>Acompanhe os depoimentos a seguir.</p>
<blockquote>
<p>“A chegada da doença aqui no Brasil e a paralisação que ela trouxe aos negócios, nos obrigou a revisar todo o nosso planejamento financeiro: fizemos redução de salários e de jornada com os nossos funcionários, de acordo com a Lei; renegociamos os contratos com os fornecedores e buscamos sinergias operacionais, compartilhando de rotas de transferência, dentre outras medidas.</p>
<p>O desafio agora é a gestão diária do fluxo de caixa; equilibrando as entradas e saídas, e cuidar, como nunca, dos nossos custos, e, igualmente, dos nossos clientes. Essa é a arte do momento.</p>
<p>Uma lição que aprendemos com a crise foi deixar de lado algumas posturas autocráticas. Ainda que este momento demande ações duras e, como se diz, &#8220;de cima para baixo&#8221;, não podemos desprezar o volume de recursos intelectuais, que temos dentro da empresa, e que em momentos como este acabam aflorando. A conclusão é que precisamos ser mais humildes e ouvir mais nossos colaboradores, dando oportunidades para que todos façam parte das soluções. Daqui pra frente queremos todos muito mais participativos.”</p>
</blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-204577973 size-full" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Fotos2.png" alt="" width="200" height="200" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Fotos2.png 200w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Fotos2-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<p><em>Altamir Cabral – Presidente da Via Pajuçara.</em></p>
<p><em> </em></p>
<blockquote>
<p> “Eu fui buscar informações das entidades para trazer e apresentar em nosso comitê crise. Quando a gente se muni de informações fica mais fácil tomar qualquer decisão.</p>
<p>Em um primeiro momento, colocamos nossos funcionários para trabalhar de forma escalonada, 50% em casa, 50% trabalhando. Trabalhamos com banco de horas negativos, e depois veio a redução de jornada e de salário.</p>
<p>A todo instante procuramos alternativas para realizar as transferências de formas compartilhadas. Então encontramos alguns parceiros de negócios no mercado, e juntos estudamos programas para o compartilhamento de equipamentos, de transferências e até de algumas entregas.</p>
<p>Nos organizamos e com isso baixamos bastante o nosso custo fixo. Uma parceria que foi vantajosa para todos os envolvidos”.</p>
</blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-204577972" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Fotos.png" alt="" width="200" height="200" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Fotos.png 200w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Fotos-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<p><em>Barbara Calderani – Sócia Diretora da Rodomaxlog Armazenagem e Logística.</em></p>
<blockquote>
<p>“Nossa empresa é especializada no ramo de distribuição urbana, temos filiais espalhadas do sul ao nordeste.</p>
<p>Desde de o início, o que fizemos para contornar a crise foi segurar o que pudemos dos nossos custos. Aproveitamos as medidas disponibilizadas pelo governo, entre elas a postergação de tributos federais e financiamentos com o BNDES. Assim como, a Medida Provisória 936 em que, o governo permite a redução da jornada e salário. Fizemos isso de forma proporcional a necessidade de cada região. A gente percebeu que as capitais sofreram mais com as medidas de restrições do que o interior.</p>
<p>Também renegociamos faturas com os fornecedores sempre privilegiando o caixa. Porque o caixa para uma empresa é o fundamental. Se acabar, a empresa quebra. E isso é o que a gente não pode deixar acontecer.”</p>
<p>Curiosamente nas últimas semanas de abril e agora em maio, parece que as pessoas foram se adaptando a essa nova situação, tanto que o volume de transportes de bebidas já foi aumentando.</p>
</blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-204577976" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Fotos3.png" alt="" width="200" height="200" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Fotos3.png 200w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Fotos3-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<p><em>Ramon Alcaraz &#8211; Presidente da Fadel Transportes</em></p>
<blockquote>
<p>“Atuamos com carga lotação, com o abastecimento da indústria e autopeças para montadoras. Então, tivemos uma queda bruta da nossa receita. A princípio, montamos um comitê de crise em que envolvemos toda a gerência. A intenção era de promover um equilíbrio na receita, com medidas de redução.</p>
<p>Fizemos um plano de prorrogação de contratos com os bancos, renegociação de aluguéis com proprietários e fornecedores de suprimento. No início, esse comitê se reunia todos os dias, agora nos encontramos duas vezes por semana.</p>
<p>Hoje a gente vive o dia a dia, toda e qualquer previsão é um chute. A crise vem e você aprende a lidar com ela. Esse é o grande desafio. Esperamos superar e sair mais fortalecidos. Para quem sobreviver vai ter muitas oportunidades, inclusive, muitas empresas vão sair mais consolidadas.</p>
<p>A nossa vibração é para é de que tudo passe logo.”</p>
</blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-204577977" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Fotos4.png" alt="" width="200" height="200" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Fotos4.png 200w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Fotos4-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<p><em>Celso Salgueiro &#8211; CEO do Grupo Mirassol</em></p>
<blockquote>
<p>“Transportamos carga fracionada. Atuamos bastante no abastecimento do setor de confecção. A partir do dia 20 de março, com a quarentena decretada sofremos uma queda enorme da demanda, que chegou a 65% no começo de abril.</p>
<p>Daí por diante tomamos várias medidas. No campo operacional, reorganizamos nossas rotas e passamos também a fazer entregas com agendamento, até para um melhor aproveitamento dos nossos veículos. Na parte de Departamento Pessoal, fizemos aquilo que a Medida Provisória 936 viabilizou e aplicamos a redução de jornada e salário. Também houveram demissões, infelizmente, na tentativa de ajustar a empresa ao cenário atual.</p>
<p>Alguns clientes passaram a vender pela internet, e a gente, a fazer este tipo de entrega. Isso foi relativamente novo para nós, estávamos acostumados apenas com o B2B, e não com o B2C. A nossa empresa foi se adaptando em relação ao mercado e as novas oportunidades.</p>
<p>Permanecemos administrando nossas ações. Vivemos um dia de cada vez, até porque já passamos por um período com intervenções em algumas vias e outro com um rodízio ampliado, então não sabemos o que esperar. Mas acreditamos, sim, em uma melhora daqui para frente.</p>
</blockquote>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-204577978" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Fotos5.png" alt="" width="200" height="200" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Fotos5.png 200w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Fotos5-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<p><em>Marinaldo Barbosa, Diretor da Renascer Express</em></p>
<p> </p>
<p> </p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div></p>
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		<item>
		<title>De olho no caixa</title>
		<link>https://setcesp.org.br/revista-setcesp/de-olho-no-caixa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2020 12:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 55]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um período marcado pela crise e instabilidade financeira, o empreendedor precisa ter cuidados redobrados com as finanças do seu negócio</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Em um período marcado pela crise e instabilidade financeira, o empreendedor precisa ter cuidados redobrados com as finanças do seu negócio.</em></p>
<p>Garantir o equilíbrio no fluxo de caixa é fundamental para que uma empresa se mantenha competitiva no mercado. Se você empresário, sente que o caixa do seu negócio não está em ordem, é necessário tomar uma providência, antes que a situação se agrave.</p>
<p>Mas a gente sabe que tomar decisões rápidas sobre fluxo de caixa, nem sempre é uma tarefa fácil. Pensando nisso, a Revista SETCESP foi buscar com um especialista, algumas dicas sobre o assunto. O nome dele é Aureo Villagra, CEO da Goldratt Consulting, um profissional que está acostumado a prestar consultoria financeira para grandes companhias.</p>
<p>Quem ficou conectado nas <em>lives</em> do SETCESP, deve ter acompanhado algumas orientações na apresentação via web com o Aureo, que ocorreu no dia 17 de abril. Porém se este não foi seu caso, não perca as instruções que reunimos aqui sobre o assunto.</p>
<p>A primeira delas, a de que é preciso tomar as decisões que o momento exige. Então nada de ficar apenas no modo reativo esperando o que há por vir “tomem atitudes, não congelem!”, alerta o especialista.</p>
<p>Para lidar com essa situação de pandemia, que causou um ambiente extremamente instável, Aureo compartilhou uma metodologia israelense, baseada em processos de raciocínio científico para alcançar três pilares: crescimento, estabilidade e harmonia.</p>
<p>Em meio à adversidade enfrentada nos dias de hoje, segundo o especialista ainda é recomendável lembrar que essa é mais uma crise sistêmica, que corrobora para que as decisões sobre um empreendimento devam ser tomadas por meio de um pensamento lógico, “manter o foco é extremante importante, porque a tensão gerencial é a verdadeira restrição”, diz.</p>
<p>Além disso, para Aureo, assim como para a maioria dos conhecedores sobre finanças: “o que não é medido não pode ser gerenciado”. No entanto, ele sugere também que não é aconselhável ficar controlando bobagens que não tem impacto nenhum no resultado. O objetivo do empreendedor deve estar concentrado em conhecer toda a cadeia de custos. “Quem são meus fornecedores? Eu faturo? Como eu lido com a minha manutenção?”, questiona ele, e assim identificar e gerenciar o sistema de acordo com as restrições para produzir melhores resultados.</p>
<p>O planejamento financeiro é mais um item importante na gestão de qualquer empresa. Dimensionar corretamente o capital de giro, por exemplo, ajuda a diminuir a probabilidade de ter que recorrer a empréstimos bancários.</p>
<p>Outros parâmetros importantes, para que você possa para tomar uma decisão sobre o fluxo de caixa são:</p>
<p> &#8211; Foque as ações na gestão de restrições;</p>
<p> &#8211; Controle custos. Negocie o máximo que puder com seus fornecedores, colaboradores e clientes;</p>
<p> &#8211; Não opere no limite. Tenha o cuidado para não sabotar sua própria operação. É preciso ter capacidade de caixa;</p>
<p> &#8211; Defina uma saída, tenha um plano pronto para o futuro pós-crise,</p>
<p> &#8211; Mantenha a competitividade por entrega de valor; e por fim</p>
<p> &#8211; Construa soluções ganha a ganha, baseada na colaboração.</p>
<p>Quer saber mais sobre o assunto? Clique <a href="https://www.youtube.com/watch?v=vFVIfc1zLJk&amp;t=3609s">aqui</a> e acompanhe a <em>live</em> na íntegra.</p>
<p> </p></div>
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			</div></p>
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			</item>
		<item>
		<title>“Sempre estivemos preparados para situações adversas”</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/sempre-estivemos-preparados-para-situacoes-adversas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2020 11:28:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 55]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artur Santos comanda a vice-presidência de Operações da Pamcary. Durante esse período de quarentena conversou com a Revista SETCESP sobre como a empresa permaneceu dentro da normalidade, mesmo neste momento crítico</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/sempre-estivemos-preparados-para-situacoes-adversas/">“Sempre estivemos preparados para situações adversas”</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_16 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Artur Santos comanda a vice-presidência de Operações da Pamcary. Formado em engenharia civil e bacharel em direito, fez carreira no mercado de seguros onde atua há mais de 45 anos, inclusive, é professor da Escola de Negócios e Seguros e diretor da ANSP – Academia Nacional de Seguros e Previdência. Durante esse período de quarentena conversou com a Revista SETCESP sobre como a empresa permaneceu dentro da normalidade, mesmo neste momento crítico.</em></p>
<div id="attachment_204577917" style="width: 241px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204577917" class="size-medium wp-image-204577917" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Artur_foto-231x300.jpg" alt="" width="231" height="300" /><p id="caption-attachment-204577917" class="wp-caption-text">“Os caminhos da Pamcary sempre foram, e continuarão sendo, os do TRC”</p></div>
<p> </p>
<p><strong>Quais as alternativas tecnológicas as empresas de transporte de cargas podem contar para maior segurança em suas operações? Entre tantas ferramentas poderia destacar a mais eficaz no seu ponto de vista?</strong></p>
<p>A escolha de tecnologia de segurança é uma decisão difícil para o empresário de transportes, pois atualmente existem mais de 28 tipos de dispositivos oferecidos pelo mercado. No entanto, se tivesse que recomendar apenas uma ação de gerenciamento de riscos, sem hesitação, apontaria o investimento no motorista, adequando seu perfil ao risco da operação e capacitando-o para diminuir sua exposição às ameaças durante uma viagem.</p>
<p><strong>Há dois anos, a Pamcary implementou o serviço de Torre de Controle. Por quais características esse serviço se diferencia de uma central de monitoramento comum?</strong></p>
<p>O serviço oferecido pela Torre de Operações da Pamcary é completamente diferente daquele prestado por uma Central de Monitoramento (CM). Uma CM, para atuar, precisa que os veículos sejam equipados com rastreadores. A Torre da Pamcary controla 100% das viagens, a partir das averbações eletrônicas e consultas ao Telerisco, e isto independentemente da existência de tecnologia embarcada. Assim também uma CM não pode se autocontrolar, enquanto a Torre da Pamcary tem a isenção e a neutralidade para gerenciar a qualidade de dezenas de centrais a ela conectadas, acionando recursos de pronta resposta. Por fim, diferente de uma CM, a nossa Torre, enxerga riscos à frente, antes mesmo que se concretizem, apoiada em uma ampla e dinâmica base de dados de sinistros, de sofisticados algoritmos, tem a capacidade de predizer o risco de uma viagem, antes dela se iniciar. E na hipótese de uma ameaça real, tomar uma decisão imediata e precisa para a sua neutralização.</p>
<p>Em dezembro passado, a Pamcary inaugurou novas instalações da Torre que ocupa cerca de 250m<sup>2</sup>, um andar inteiro do prédio onde está localizada a nossa sede, em São Paulo.                            </p>
<p><strong>No ano passado, o comitê de cargas do Reino Unido apontou o Brasil ocupando o 7º lugar no ranking de roubo de cargas entre 57 países analisados. Como isso reflete no trabalho das seguradoras e gerenciadoras de risco?</strong></p>
<p>Nos últimos dois anos foram observadas reduções nas ocorrências, de 24.900 em 2017, para 17.400 em 2019. Um número ainda inaceitável, mas demonstra que a adoção de políticas de segurança pública são fundamentais para a mudança deste triste cenário.</p>
<p>O roubo de cargas é uma atividade enraizada há décadas. Estabeleceu uma demanda crescente de atores e soluções de GR, criando um mercado que deve superar os R$ 4 bilhões/ano. Diante deste cenário, observou-se uma migração dos valores pagos em seguros para as ferramentas de gerenciamento de riscos.</p>
<p>Temos aqui um ponto de reflexão, pois apesar de todo o investimento feito em GR, os resultados não se traduziram em apólices mais saudáveis, com menor sinistralidade. A experiência tem demonstrado que, mesmo com o cumprimento de PGR extremamente rigorosos, os roubos e acidentes ocorrem, destacando o papel fundamental de uma apólice de seguros bem desenhada, com coberturas adequadas e que suporte os riscos futuros e incertos.   </p>
<p><strong>O setor de seguros também sentiu os efeitos da pandemia causada pelo Coronavírus? Como a Pamcary está lidando com a realidade imposta pela Pandemia?</strong></p>
<p>Como todos os setores produtivos do País, o de seguros também foi impactado pela crise causada pelo Covid-19, com a redução brusca da receita de prêmios.</p>
<p>  A Pamcary sempre esteve preparada para situações adversas e gerenciar crises. </p>
<p> Nossa área comercial já operava, antes da pandemia, munida de ferramentas tecnológicas de apoio a vendas, acessando os sistemas automatizados para cotação de todos os ramos seguros. A área responsável pelo atendimento aos sinistros no local do evento, vistoria dos prejuízos e regulação, em nível nacional, já atuava em campo apoiada em amplo suporte tecnológico que, em instantes, possibilita ao cliente todo o acompanhamento do evento de maneira digital e em real time (SGS Online).  Então, posso dizer que está tudo ocorrendo dentro da normalidade, com total segurança para nossos colaboradores, mantendo os níveis de serviço, em prazo e qualidade, aos patamares anteriores ao período de quarentena.   </p>
<p><strong>Pensando no futuro, quais são as perspectivas da Pamcary nos próximos 10 anos? </strong></p>
<p>A Pamcary, desde a sua fundação, tem como características principais do seu trabalho, a inovação e o pioneirismo, sempre com inspiração nas necessidades do setor de transporte de cargas e logística. Estamos investindo em capital humano e tecnológico para transformar a Pamcary numa empresa totalmente digital. Queremos continuar desenvolvendo e lançando produtos e serviços inéditos, que sejam úteis para o transportador de cargas, pois os caminhos da Pamcary sempre foram, e continuarão sendo, os do TRC.  </p></div>
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