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	<title>Arquivos Edição 54 &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Edição 54 &#8211; SETCESP</title>
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		<title>A logística em meio à crise</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/a-logistica-em-meio-a-crise/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2020 08:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 54]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As notícias sugiram de longe, mas aos pouco começaram a se aproximar, assim como os casos de incidência da doença. Fato que motivou em 20 de março o governador do Estado de São Paulo, João Dória, seguindo as recomendações de especialistas, a decretar estado de calamidade pública por conta do enfrentamento ao Coronavírus (COVID-19).</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Cidades vazias, lojas fechadas, população isolada. Nas ruas tudo transparecia estar parado. Só parecia.  O transporte rodoviário de cargas continuava a transitar, embora a logística não fosse mais a mesma como antes da pandemia do Coronavírus.</em></p>
<p>As notícias sugiram de longe, mas aos pouco começaram a se aproximar, assim como os casos de incidência da doença. Fato que motivou em 20 de março o governador do Estado de São Paulo, João Dória, seguindo as recomendações de especialistas, a decretar estado de calamidade pública por conta do enfrentamento ao Coronavírus (COVID-19).</p>
<p>A princípio, o período de quarentena instaurado pelo decreto era para ocorrer até o dia 7 de abril, porém teve sua validade prorrogada até o dia 22 do mês. Informação confirmada até a conclusão desta edição.</p>
<p>Primeiro aconteceu o fechamento dos locais públicos como parques, museus e as escolas. Depois boa parte do comércio e dos estabelecimentos de serviços também lacraram as portas. Abertos apenas os considerados essenciais como mercados, padarias, farmácias. E para não deixar falta o essencial o setor de transporte também se manteve rodando.</p>
<p>Se há uma certeza em meio as muitas dúvidas que o momento proporcionou, foi a ideia do que realmente é fundamental para se viver. Funções antes que passavam despercebidas puderam ser mais valorizadas como: os profissionais da saúde, agentes de limpeza, policiais, caixas de supermercados e também os transportadores.</p>
<p>Em alinhamento com o governo do Estado, o presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Tayguara Helou, é uma das autoridades que integram o Comitê de Abastecimento e Distribuição de São Paulo, para o contingenciamento da pandemia.</p>
<p> “Nós entendemos o quanto é importante que o transporte continue atuando, levando o que necessário a toda a sociedade. As transportadoras não irão parar, ao menos que falte demanda. Caso contrário estaremos juntos com os estados, municípios e o país contra o COVID-19. Torcemos pelo sucesso ao combate brasileiro nesse momento de enfrentamento” declarou, Tayguara.</p>
<p>REFLEXOS NA ECONOMIA</p>
<p>O impacto brutal da doença na saúde e rotina das pessoas reverberou na economia. Para Raquel Serini, economista do IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas), o transporte de cargas sofreu de uma única só uma vez três cenários diferentes: a urgência e alta demanda em alguns segmentos essenciais (alimentos e medicamentos), a falta de matéria prima e mão de obra por afastamentos na equipe, além da queda na produção industrial e movimentação comercial.</p>
<p>Um levantamento da Confederação Nacional do Transportes – CNT realizado entre os dias 1º e 3 de abril, com 776 empresas de todos os modais do transporte mostrou que, ao menos 85% das empresas transportadoras perceberam redução em sua demanda durante o período do início da pandemia no país. Enquanto uma parcela de 70% disse estar enfrentando problemas de caixa e de capacidade para realizar os pagamentos.</p>
<p>ESTÍMULOS DA CRISE</p>
<p>Para tentar minimizar os impactos negativos de tantas mudanças acontecendo em um em curto espaço de tempo, o SETCESP tomou algumas providências.  Estruturou um Comitê de Crise interno a fim de propor alternativas tributárias, trabalhista e operacionais aos seus associados reforçando os canais de comunicação para se fazer chegar a informação a quem precisava.</p>
<p>Ana Carolina Jarrouge, presidente executiva da entidade, afirmou que “montar um comitê de crise foi preciso para alinhar como iríamos dar continuidade em nossas atividades e suporte aos nossos associados neste momento tão delicado e sem nenhum precedente”.</p>
<p>Também havia a necessidade de garantir as orientações de saúde e de higiene para que as transportadoras continuassem operando, entretanto, com toda a responsabilidade necessária para preservar o bem-estar de seus colaboradores e garantir que não faltasse nada que é imprescindível à população.</p>
<p>Logo todos entenderam que apenas somando esforços a situação de cada um poderia ser menos ruim. Com isso, as entidades de transporte FETCESP (Federação da Empresas de Transporte de Cargas de São Paulo) e a NTC&amp;Logística (Associação Nacional de Transporte &amp; Logística) se uniram ao SETCESP para produzir materiais de orientação às empresas de transporte.</p>
<p>“Pelo fato de termos assessores jurídicos em comum, houve interação muito grande entre as três entidades demonstrando que, juntas e com uma linguagem coesa, são capazes prestarem um serviço de excelência”, relatou Ana.</p>
<p>Daí por diante a corrente de apoio só foi ampliada.  O SETCESP também liberou os seus serviços para que as empresas de transportes rodoviários de cargas, não associadas e associadas, independentemente do plano acordado, estabelecidas na base territorial da entidade pudessem usufruir dos seus serviços.</p>
<p>“Todas as transportadoras podem contar com o auxílio desta da entidade que disponibilizou com propriedade informações e orientações específicas para o segmento” apontou Tayguara.</p>
<p>Assim os tradicionais eventos que aconteciam na entidade deram lugar às <em>Lives</em> nas redes sociais e no canal do <em>YouTube </em>da entidade, da mesma forma que a assessoria presencial prestada pelos departamentos jurídicos e tributário passaram a ocorrer pelo telefone, e-mail e WhatsApp. Ao invés de uma diminuição, o público atendido pelo sindicato foi ampliado significativamente.</p>
<p>MEDIDAS DE CONTINGENCIAMENTO</p>
<p>As iniciativas não pararam por aí. Foi preciso tomar algumas medidas de contenção. Assim a entidade dialogou com os sindicatos profissionais para uma adequação do contrato de trabalho.</p>
<p>Diante da situação de crise, o acordo envolveu uma dose extra de compreensão de ambos os lados. A renegociação foi selada pensando em dar às empresas o respaldo para que consigam manter empregados o máximo possível do quadro de funcionários.</p>
<p>Entre as propostas destas negociações ficou acordado a permissão de uma redução de até 25% nos salários dos colaboradores; no entanto, o abatimento aplicado não pode diminuir o pagamento a um valor inferior a R$1500,00. E para os funcionários que tiverem aplicado essa redução, a empresa oferecerá uma cesta básica de alimentos<em>.</em> Em julho os representantes das empresas e dos empregados voltarão à mesa para discutir as negociações salarias 2020-2021, porém sem retroagir ao mês de maio.</p>
<p>Ainda de acordo com a pesquisa da CNT, mesmo com o cenário adverso, as empresas do setor têm ajustado suas rotinas de trabalho de forma a manter seus empregados. A pesquisa mostrou que 34,1% das empresas alternaram os empregados em turnos de trabalho; 32,1% concederam férias coletivas; e 29,5% utilizaram banco de horas. Diante das dificuldades, contudo, 22,2% já realizaram demissões em março de 2020.</p>
<p>Outras propostas de contingenciamento de crise no setor também foram enviadas ao poder público. A exemplo, uma solicitação realizada através da Secretaria de Transportes e Logísticas ao Governo do Estado de São Paulo, para que a operação de entrega possa ser feita nos grandes polos recebedores como home centers, magazines e shoppings centers no mínimo uma vez por semana. A negociação segue em andamento com as entidades representatividades desses polos.</p>
<p>Também um ofício foi enviado para solicitar o diferimento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) no Estado de São Paulo por 60 dias e o parcelamento em 12 meses sem juros e multas, até que as operações de transporte se regularizem ou estabilizem.</p>
<p>Com estas medidas, esperasse que as transportadoras conseguirão sustentar suas operações e retomar as atividades ao fim deste momento de tensão, sem impactos econômicos e sociais maiores que podem, inclusive, agravar a crise futuramente.</p>
<p>Por fim, uma iniciativa da entidade já apresentou uma conquista. Os valores referentes aos tributos IRPJ – Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido que venceram no dia em 30 de março poderão ser recolhidos até o dia 30 de junho; os que vencerão no dia 30 em de abril, poderão ser recolhidos até o dia 30 de julho.  <strong>Assim sucessivamente, para</strong> <strong>todas as transportadoras associadas ao SETCESP na categoria estatutária</strong>. Além disso, também poderão recolher o PIS, COFINS e a Contribuição Previdenciária conforme descrito na forma da Portaria nº 139/2020.</p>
<p>Enquanto as estatísticas oficiais vão atualizando seus números, já parou para pensar as lições podemos tirar deste momento?</p>
<p>A economista Raquel acredita que com esses desafios as empresas precisarão inovar. “Daqui para frente será preciso utilizar ferramentas alternativas e ganhar eficiência no processo, o que trará bons resultados após a recessão”, afirmou.</p>
<p>No SETCESP, também por medida de segurança, toda a equipe está trabalhando em sistema <em>homeoffice</em>, mas continuam disponíveis nos telefones e e-mails para atender e orientar os transportadores. A entidade reafirma o seu compromisso com os empresários do TRC na busca de soluções para amenizar os efeitos da crise.</p>
<p> </p></div>
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		<title>Foco na rentabilidade do cliente</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/foco-rentabilidade-cliente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2020 15:50:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 54]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Scania anuncia a chegada de Marcelo Montanha como novo diretor de Serviços para o mercado Brasil, o maior em volumes de peças vendidas dentre todos os países de atuação da marca. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>A Scania anuncia a chegada de Marcelo Montanha como novo diretor de Serviços para o mercado Brasil, o maior em volumes de peças vendidas dentre todos os países de atuação da marca. </strong></p>
<p><em>Marcelo Montanha ingressou na Scania em novembro de 1999 na área de Engenharia. Atuou em 2008 como gerente de vendas de ônibus na América Latina e tornou-se, em 2015, gerente de projetos para o desenvolvimento de produtos. No mesmo ano, assumiu a direção de Serviços da Scania no México e, de volta ao país, assume agora a direção de Serviços Scania Brasil.</em></p>
<p><strong>Após 4 anos, como é regressar ao País para assumir a diretoria de Serviços da Scania no Brasil?</strong></p>
<p>A operação comercial da Scania no Brasil é das mais importantes para a empresa globalmente. Me sinto muito feliz em voltar à frente da competente equipe de serviços. Trata-se de uma excelente oportunidade de seguir desenvolvendo nossas soluções de maneira muito mais próxima de nossos clientes.</p>
<p><strong>Quais são suas metas diante desse novo desafio?</strong></p>
<p>Com o apoio e determinação da nossa ativa rede de concessionárias, vamos reforçar ainda mais a vocação de atender bem o cliente. Para isso, continuaremos investindo em soluções de serviços inovadoras e que se apoiam em digitalização para promover sustentabilidade, aumentar disponibilidade, baixar os custos de manutenção e melhorar a eficiência energética dos veículos.</p>
<p><strong>Quais as projeções e estratégias da Scania neste ano para área?</strong></p>
<p>Pretendemos aumentar as vendas acompanhando uma evolução importante de crescimento e utilização da frota circulante, mas também expandindo nossa presença nos programas de manutenção e numa maior atração a clientes de frotas de maior idade. Tudo, sempre, com enfoque na rentabilidade de nossos clientes.</p>
<p><strong>A Scania tem investido bastante nos modelos de frota com serviços integrados. Quais são as vantagens para o transportador que deseja adquirir um veículo ter à sua disposição,  por exemplo, uma gestão interna de frota?</strong></p>
<p>A ideia da gestão integral por parte da montadora surgiu pelo fato que a maior geração de dados vem justamente do veículo. Esses dados hoje, estão disponíveis na rede CAN &#8211; <em>Contoller Area Network</em>, e o fabricante tem a melhor possibilidade de tratar essas informações. Existem soluções e conectividades externas, mas não com a mesma qualidade. Além disso, é parte da estratégia da Scania oferecer a solução completa. Queremos linkar tudo, esse é o nosso <em>core business</em>. A ideia é juntar: operador, monitoramento satelital, treinamento do motorista e as aplicações adicionais para oferecer a solução completa. O cliente sempre vai estar na posição de decidir se deseja uma gestão de frota interna ou externa, mas nós vamos sempre demonstrar que a nossa solução é a mais rentável.</p>
<p><strong>A ausência de conectividade digital em grande parte do País não inviabiliza o sucesso dos caminhões conectados?</strong></p>
<p>Nossas conectividades não precisam estar o tempo todo retransmitindo as informações, a memória interna vai armazenando os dados, e a partir do momento, que houver rede ela descarrega todas as informações. Desta forma não se perde a rastreabilidade, porque tudo está sendo armazenado e é retransmitido na primeira oportunidade.</p></div>
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		<title>Preservação de um legado</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/preservacao-de-um-legado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 14:35:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 54]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A FuMTran – Fundação Memória do Transporte reunirá a história de conquista de quem ajudou a construir os alicerces de um dos setores fundamentais para o país: o de transporte</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>A FuMTran – Fundação Memória do Transporte reunirá a história de conquista de quem ajudou a construir os alicerces de um dos setores fundamentais para o país: <strong>o de transporte</strong></em></p>
<p>O setor de transportes brasileiro é um dos pilares da sustentabilidade econômica e social do país. A grandeza da atividade é traduzida nos 1,72 milhões de quilômetros de rodovias, cerca de 70 aeroportos (34 internacionais), 37 grandes portos, quase 40 mil quilômetros de hidrovias e aproximadamente 30 mil quilômetros de ferrovias.</p>
<p>Por isso, a Confederação Nacional do Transporte – CNT fundou em 1996 a FuMTran – Fundação Museu do Transporte para contribuir com a manutenção do patrimônio histórico-cultural e brasileiro em todos os modais: rodoviário, ferroviário, aquaviário e aeroviário –, seja de carga ou de passageiros.</p>
<p>Inicialmente, o projeto era de um museu que seria aberto à visitação com instalações na cidade de Campinas. Para tanto, contaria com recursos da Lei Rouanet, abrindo espaço para arrecadação de empresas privadas. Contudo, o recolhimento não atingiu nem próximo do orçamento para construir a estrutura necessária.</p>
<p>Mas isso não impediu que o plano se desenvolvesse de outra forma. “Quase que 80% dos projetos culturais acabam naufragando no Brasil”, revelou o atual presidente da FuMTran Geraldo Vianna. “Talvez não deu certo àquela iniciativa inicial, entretanto, quando chegou a hora certa as ideias saíram do papel”, completou.</p>
<p>O projeto deixou de lado o “M” de museu para dar e espaço ao “M” de memória, carregando consigo o “M” de mobilidade e de mudança. Ao invés de abrir uma infraestrutura física, o acervo da FuMTran, agora <strong>Fundação Memória do Transporte </strong>será todo digital e poderá ser acessado de qualquer local, porque estará disponível na nuvem.</p>
<p>Dessa forma, o montante arrecadado pela Lei Rouanet serviu para organizar a estrutura do escritório situado hoje no palácio dos Transportes, zona norte da cidade de São Paulo, e também adquirir os programas e softwares necessários para a digitalização dos arquivos.</p>
<p>O novo projeto contará com mais de 20 mil itens digitalizados: livros, mapas, documentos fotografias entre outros registos. Material que já está reunido e contará os acontecimentos e a transformação deste setor a partir do descobrimento do Brasil.</p>
<p>Para Geraldo Vianna, esta iniciativa permitirá compreender melhor a evolução dos meios de transporte em nosso país e, por consequência, como e o quanto eles contribuíram para induzir, direcionar ou limitar o próprio desenvolvimento econômico e social brasileiro.</p>
<p>“O transporte está intrínseco em toda a história desse País. Pedro Alvares Cabral chegou aqui através das caravelas. No século XIX foi a vez das ferrovias, construídas para o escoamento da produção agrícola. Já no século seguinte chegaram os veículos automotores, caminhões, ônibus, e depois os aviões”, relata Geraldo.</p>
<p>Alguns desses documentos digitais serão transformados em 3D e iconografias, a fim de que o público possa explorar cada detalhe e interagir, mesmo que de longe, como se estivesse pessoalmente. “A tecnologia já nos permite isso”, afirma o presidente da fundação.</p>
<p>A previsão é que todo esse acervo fique disponível ainda esse ano no portal Fundação Memória do Transporte. A Fundação solicita ainda, que a empresa ou entidade que possuí algum registro importante relacionado ao transporte e possa compartilhar entre em contato pelo telefone (11) 5555-3656  e-mail <a href="mailto:presidencia@fumtran.org.br">presidencia@fumtran.org.br</a> e contribua com o acervo da Fundação Memória do Transporte.</p></div>
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				<a class="et_pb_button et_pb_button_0 et_pb_bg_layout_light" href="https://setcesp.org.br/revistas-setcesp/">LEIA A EDIÇÃO 54 COMPLETA</a>
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		<title>Onde estacionar em São Paulo?</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/onde-estacionar-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2020 14:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 54]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O congestionamento é um dos principais desafios nos grandes municípios</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O congestionamento é um dos principais desafios nos grandes municípios. E a procura por uma vaga de estacionamento é dos principais fatores que ocasionam a formação de lentidões e filas nas áreas centrais de São Paulo, que chegam a se propagar até os pontos mais externos da cidade como as marginais e além.</p>
<p>A demanda por estacionamento público junto ao meio-fio para carga e descarga é notavelmente maior que a quantidade de vagas disponíveis nos densos bairros da capital paulista. O que já foi objeto de estudo do SETCESP no passado, e a ampliação desses espaços é defendida como bandeira pelo setor para melhorar a produtividade das entregas nas regiões centrais, onde a maioria dos estabelecimentos comerciais não contam com estruturas de docas e recuos privados para descarregamento de mercadorias. Atualmente, o município conta com 1.850 vagas para caminhões.</p>
<p>As vagas de estacionamento público nas ruas, principalmente para carga e descarga junto ao meio-fio, vêm competindo com outros usos do espaço como pontos de ônibus, estacionamentos de bicicletas e patinetes, pontos de táxi, pontos de entulhos de construção, “<em>parklets</em>” de restaurantes, além das diversas categorias de estacionamento rotativo existentes – exclusivos para idosos, deficientes e outras categorias.</p>
<p>Com isso, a oferta de vagas nestas regiões, que já é escassa, se torna ainda mais acirrada para a realização das atividades de transporte, fazendo com que o motorista fique exposto a situações difíceis de entrega, e sujeito, muitas vezes, às multas de infrações de trânsito para conseguir realizar as entregas nos centros comerciais.</p>
<p>Além disso, forma-se uma espécie de círculo vicioso: com menos vagas de caminhões disponíveis, o transportador opta por realizar as operações com veículos menores, necessitando de mais veículos para realizar a entrega, e consequentemente, aumentando a necessidade de vagas de estacionamento para essa frota.</p>
<p>As zonas para carga e descarga de veículos – notavelmente para caminhões do tipo VUC &#8211; são importantes para impedir bloqueios e obstrução nas vias devido à parada de caminhões. Em São Paulo, houve 7.629 autuações para caminhões referentes a estacionamento em locais proibidos entre janeiro e outubro de 2019, a maioria delas na região da Avenida Paulista, Alameda Santos e Avenida Brigadeiro Luís Antônio. Apenas nestas três vias há uma grande concentração de atividades comerciais como restaurantes, bares, mercados, além de prédios comerciais que também demandam suprimentos para suas operações, entre outras atividades do transporte de cargas.</p>
<p>Entretanto, na região, existem poucas vagas para atender milhares de entregas diárias que se concentram naquela área, e mesmo que alguns estabelecimentos já optem por entregas noturnas, ainda assim, a demanda por vagas de carga e descarga em horário comercial é maior do que a existente. E não podemos esquecer de que a região é uma das mais monitoradas da cidade, o que contribui para enxergarmos este problema através deste indicador de infrações, algo que não ocorre em áreas igualmente demandadas por entregas, mas sem fiscalização.</p>
<p>Em outros locais, como o bairro do Brás, a oferta de vagas de estacionamento existe, porém ela é mal distribuída para a atividade de carga e descarga. Fazendo com que os caminhões ocupem outras vagas rotativas, como para idosos, pessoa com deficiência física e/ou mobilidade reduzida, entre outros. Foram 2.159 infrações registradas no período considerado por parte de caminhões, sendo que a maioria se concentrou em locais como Rua Cavalheiro, Rua Xavantes e Rua Casimiro de Abreu – conhecidos polos de comércio nos quais dezenas de lojas com fachada para a rua estão instaladas e que, certamente, se beneficiariam de um sistema de vagas inteligente que garantisse a eficiência do recebimento das mercadorias em horários comerciais. Uma redistribuição de vagas na região, visando atender as necessidades do perfil de atividade econômica que existe no local, é crucial para melhorar o trânsito na região e, também, impulsionar a atividade comercial ao facilitar o acesso logístico.</p>
<p>Por último, existe o problema do estacionamento em fila dupla, que atrapalha muito todo o tráfego, mas vira uma opção devido à falta de pontos de parada para abastecer o comércio local. Essa prática acaba ocorrendo em todo o município, sem um perfil distinto, e pode estar relacionado a 30% do trânsito acometido em determinadas regiões.</p>
<p>Um simples veículo interrompendo uma via por 15 minutos pode atrasar mais de 100 veículos e causar um congestionamento de mais de 5 quarteirões, sem contar as vizinhanças que também são afetadas. Por isso, recomenda-se orientar os motoristas a nunca efetuarem esta prática, pois além de ilegal, traz muitos prejuízos para todo o município.</p>
<p>Diante deste cenário, o importante é sempre planejar bem as operações de transporte para evitar surpresas e gastos extras, principalmente com multas. Os centros de consolidação urbanos são uma ótima alternativa para o fracionamento das entregas e aumento da produtividade, atingindo os locais de mais difícil acesso com uso de carrinhos, bicicletas ou plataformas com rodas.</p>
<p>Com o aumento do e-commerce, a tecnologia veio a favor de ajudar esse processo, criando sistemas de <em>lockers</em>, aumentando a localização em tempo real, trazendo uma gestão inovadora e incorporando conexões intermodais para estes centros de distribuição.</p>
<p>Alguns países já testam até a reserva de vagas nas ruas por meio de aplicativos, após identificarem que os operadores estão dispostos a pagar por um sistema eficiente como tal, que garanta sua operação sem prejuízos ou surpresas. Estas soluções podem ajudar tanto a reduzir a necessidade de estacionamento junto ao meio fio como também a resolver o problema de congestionamento causado pelos veículos de carga.</p></div>
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		<title>O aperfeiçoamento que resulta em eficiência energética</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-aperfeicoamento-que-resulta-em-eficiencia-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2020 16:28:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 54]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabia que adotar técnicas para uma direção eficiente pode contribuir para a redução do consumo de combustível do veículo em até 12% ou mais? </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Você sabia que adotar técnicas para uma direção eficiente pode contribuir para a redução do consumo de combustível do veículo em até 12% ou mais? Confira todos os detalhes de um programa de treinamento especial que o SEST SENAT tem para você.</em></p>
<p>O <strong>Programa de Aperfeiçoamento para Eficiência Energética do SEST SENAT</strong> ensina as práticas mais adequadas para diminuir o consumo de combustível e o desgaste dos veículos e, assim, elevar a produtividade e reduzir custos operacionais e impactos ambientais da atividade transportadora.</p>
<p>Os cursos são gratuitos, com metodologia inovadora e certificação internacional que preparam os profissionais do transporte para esse desafio.</p>
<p>“A eficiência energética é um tema que tem ganhado cada vez mais espaço nas empresas de transporte porque está relacionada ao consumo de combustível, à redução de custos operacionais e também à sustentabilidade ambiental”, diz a diretora-executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, que explica os motivos pelos quais o SEST SENAT investe em um programa específico sobre esse tema.</p>
<p>“Oferecemos cursos nos quais são ensinadas técnicas e habilidades que permitem aos motoristas dirigirem de maneira mais econômica. É mais uma forma de o SEST SENAT contribuir para elevar a produtividade das empresas do setor”, diz Nicole.</p>
<p><strong>Certificação internacional</strong></p>
<p>Além disso, os profissionais que realizam o curso recebem uma certificação internacional, fruto da parceria com o governo do Canadá para o Programa <em>FleetSmart</em>.</p>
<p>Isso porque o Programa de Aperfeiçoamento para Eficiência Energética é resultado de um acordo internacional de cooperação técnica firmado pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) e pelo SEST SENAT com o NRCan (Ministério dos Recursos Naturais do Canadá) e com o ICCT (Conselho Internacional de Transporte Limpo).</p>
<p>Na região metropolitana de São Paulo os cursos ofertados neste programa estão disponíveis nas unidades de Vila Jaguará, Parque Novo Mundo e Guarulhos. Como opção a distância, o curso de <a href="https://ead.sestsenat.org.br/cursos/gestao-de-combustivel/"><strong><em>Gestão de combustível &#8211; Fuel Management</em></strong>, que também integra o programa </a>de Aperfeiçoamento para Eficiência Energética.</p>
<p>Confira mais informações pelo site: <a href="https://www.sestsenat.org.br/programa-eficiencia-energetica">www.sestsenat.org.br/programa-eficiencia-energetica</a></p>
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		<title>Conjuntura Econômica no Transporte</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/conjuntura-economica-no-transporte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2020 17:33:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 54]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inflação oficial medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) desacelerou a 0,21% em janeiro, depois de ficar em 1,15% em dezembro</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A inflação oficial medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) desacelerou a 0,21% em janeiro, depois de ficar em 1,15% em dezembro. Foi o menor resultado para o mês desde o início do Plano Real, em julho de 1994.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-204576732 size-full" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/04/graf1.png" alt="" width="597" height="310" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/04/graf1.png 597w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/04/graf1-480x249.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 597px, 100vw" /></p>
<p><em>Fonte: IBGE</em></p>
<p>O acumulado dos últimos 12 meses foi de 4,19%, abaixo dos 4,31% observados no período anterior. Em janeiro de 2019, a taxa havia ficado em 0,32%. Esta é a primeira divulgação da inflação calculada com base em uma nova cesta de produtos e serviços, para acompanhar mudanças nos hábitos de consumo da população brasileira. O IPCA de janeiro inclui preços de transporte por aplicativo, por exemplo, além da integração transporte público, pacote de telefonia, internet e TV por assinatura.</p>
<p>De acordo com a movimentação do mercado financeiro, estima-se uma redução da inflação e do crescimento da economia para este ano, e projetando também um dólar mais alto no fim de 2020.</p>
<p>Os transportes também passaram a ter mais peso na inflação em janeiro e registraram alta de 0,32%, puxados pela gasolina e o etanol. Mas segundo dados apurados pela ANP (Agência Nacional do Petróleo), o óleo diesel S-10, registrou alta de 1,37% no mês de janeiro/2020, quando comparado com o mês anterior, sendo comercializado a R$3,847 por litro na cidade de São Paulo. No período de 12 meses &#8211; fevereiro/19 contra janeiro/20, a variação acumulada é de 9,88%.</p>
<p>O óleo diesel comum S-500, ainda consumido pela frota brasileira, apresentou uma variação de 13,57% em um ano. Em janeiro ele foi comercializado a R$ 3,692 por litro na capital paulista, contra R$ 3,251 por litro no mesmo período do ano passado. A variação mensal foi de 1,76% no mês de janeiro/20 em relação a dezembro/2019.</p>
<p><strong>Desempenho da atividade</strong></p>
<p>Há uma relação direta entre o Produto Interno Bruto (PIB) total da economia e o PIB do transporte: geralmente, quando o PIB total cresce, o PIB do transporte aumenta; e quando o PIB total se reduz, o PIB do transporte diminui. Isso ocorre por causa da presença do transporte em todas as etapas de produção e de consumo da economia, ou seja, todas as mercadorias, produtos e insumos usufruídos pelas famílias, máquinas e equipamentos usados pelas indústrias e empresas, importados ou produzidos em território nacional, precisam do transporte de cargas para chegar a seus respectivos destinos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-204576733 size-full" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/04/graf22.png" alt="" width="667" height="295" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/04/graf22.png 667w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/04/graf22-480x212.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 667px, 100vw" /></p>
<p><em>Fonte: Sistema de Contas Nacionais Trimestrais do IBGE</em></p>
<p>Segundo o Boletim Economia em Foco da CNT, entre 2015-2016, o PIB do transporte retraiu 9,7%, ou seja, 3,0 pontos percentuais (p.p.) a mais do que o PIB brasileiro. Nos últimos anos o  PIB do transporte cresceu 1,2% em 2017 e 2,2% em 2018, e agora o dado mais atualizado aponta nova queda. Dada a demora na recuperação da economia, a projeção dos especialistas é de que esse movimento não reflita fortemente no país.</p>
<p><strong>Investimento em infraestrutura</strong></p>
<p> O gráfico mostra abaixo, justamente, a evolução dos investimentos do Ministério da Infraestrutura nos últimos dez anos. Entre 2009 e 2018, tratam-se dos valores efetivamente investidos pela pasta. Já no ano de 2019, refere-se ao montante autorizado na Lei Orçamentária Anual e para o ano de 2020 é mostrado a importância prevista no Projeto de Lei Orçamentária Anual &#8211;  PLOA 2020.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-204576734 size-full" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/04/graf2.png" alt="" width="695" height="330" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/04/graf2.png 695w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2020/04/graf2-480x228.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 695px, 100vw" /></p>
<p><em>Fonte: Projeto de Lei Orçamentária &#8211; 2020</em></p>
<p>O valor previsto no PLOA de 2020 para investimentos pelo Ministério da Infraestrutura é de R$5,29 bilhões, valor 31,1% menor que o autorizado para 2019 (R$7,68 bilhões). O cenário é de preocupação, uma vez que, os investimentos realizados pela pasta já foram reduzidos em 57,3% entre 2010 e 2018.</p>
<p> Para o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), que historicamente é responsável por alocar cerca de 85% dos investimentos do Ministério da Infraestrutura, a previsão do PLOA 2020 é da ordem de R$4,71 bilhões, montante 33,3% menor que o autorizado para 2019 (R$7,10 bilhões).</p>
<p>Esses valores previstos para 2020 são insuficientes para a manutenção e a adequação da infraestrutura de transportes sob responsabilidade do Governo Federal, em especial as rodovias. A análise da série histórica mostra que, caso a previsão para o próximo ano seja executada integralmente, será o menor patamar de investimentos do Ministério da Infraestrutura em 16 anos.</p>
<p> Essa queda nos investimentos é resultado da forte contração promovida pelo governo sobre as despesas irrestritas com o objetivo de cumprir as regras fiscais vigentes. Isso porque os gastos obrigatórios, como aposentadorias, benefícios sociais e salários, têm avançado rapidamente nos últimos anos.</p>
<p>Mas estima-se que com a Reforma da Previdência, haja uma melhora na dinâmica da despesa pública em médio e longo prazos, pois abrirá espaço no orçamento para o governo retomar os investimentos em várias áreas, entre elas a de infraestrutura.</p></div>
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		<title>Se sentindo parte do time</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/se-sentindo-parte-do-time/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2020 11:18:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 54]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais do que um simples treinamento, a estratégia de onboarding visa fazer com que o novo funcionário se sinta acolhido</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Mais do que um simples treinamento, a estratégia de <strong>onboarding</strong> visa fazer com que o novo funcionário se sinta acolhido</em></p>
<p>É bem comum, no primeiro dia de trabalho as pessoas se sentiram deslocadas e tensas por estarem em um ambiente desconhecido.</p>
<p>No entanto, se a situação permanecer por mais dias, o novo colaborador pode ficar desmotivado e cada vez menos interessado em vestir a camisa da empresa e, por consequência, até cogitar abandonar a vaga.</p>
<p>Desistências deste tipo ajudam a aumentar o quadro de <em>turnover</em> das empresas, que é a rotatividade de funcionários, e faz com que os custos com recrutamento sejam mais elevados.</p>
<p>Para ajudar com essa questão é que a área de gestão de pessoas criou uma estratégia o chamado “<em>onboarding</em>”, que em inglês significa “embarcar”, mergulhar no contexto de uma organização.</p>
<p>O termo designa o conjunto de procedimentos que têm como objetivo adaptar e capacitar os profissionais recém-ingressados em uma empresa na cultura dela, garantido uma orientação adequada, uma supervisão atenciosa, um acompanhamento próximo e um treinamento eficaz.</p>
<p>Assim, quem passa pelo <em>onboarding</em> se sentirá mais à vontade e se vê como uma peça importante do sistema, por isso, terá mais gás para trazer resultados para a organização.</p>
<p>O processo de <em>onboarding</em> pode começar antes mesmo do colaborador iniciar sua jornada na empresa. O contratado já pode receber uma espécie de “manual do funcionário”, com todas as informações relevantes sobre a companhia, enviado por e-mail.</p>
<p>Já no primeiro dia, ao invés de deixar o novo colaborador “livre” para conhecer sua rotina, empresa e colegas; guiá-lo é o melhor caminho. Porque se deixar de estabelecer uma perspectiva positiva desde o início, será muito mais difícil desenvolver essa mentalidade mais tarde.</p>
<p>Por isso estruturar um processo de <em>onboarding</em> para receber um novo funcionário é tão importante. Reunimos abaixo algumas dicas simples de especialistas para implementar um <em>onboarding </em>eficiente, acompanhe:</p>
<p> &#8211; Providencie todos os objetos e ferramentas que a pessoa que assumirá o cargo precisará para trabalhar.</p>
<p> &#8211; Avise os demais integrantes da equipe sobre a sua chegada e seu nome;</p>
<p> &#8211; Se possível, prepare uma apresentação sobre a área em que ele vai atuar;</p>
<p> &#8211; Agende apresentações entre os líderes e os novos contratados; e</p>
<p> &#8211; Faça um tour pela empresa, mostre os outros setores, as áreas comuns como copa, banheiros e sala de descompressão.</p>
<p>É recomendável apresentar informações básicas de uma forma fácil de serem compreendidas. Uma maneira de se fazer isso, é considerar os detalhes que compõem aquela agradável sensação de conforto e familiaridade que temos em um ambiente de trabalho. Por exemplo: se o sistema de telefonia da empresa é diferente, explique ao recém-chegado.</p>
<p>Alguém para conduzi-lo aos primeiros passos também é necessário, por isso escolha um responsável por orientar o novo colaborador durante o seu período de experiência e treinamentos, ajudando-o a entender e/ou aprimorar seus conhecimentos na área de atuação.</p>
<p>Passado o período de mês, é fundamental um feedback para identificar se não há contratempos, como desconforto com a equipe, problemas de alinhamento com os valores do negócio, dificuldade na realização das tarefas e demais fatores, que possam impedir o desenvolvimento e o interesse do novo funcionário.</p>
<p>Além disso, é possível perceber em que ele se adequou melhor, qualidades que não puderam ser percebidas durante o processo seletivo e ações para aproveitar do melhor jeito as competências apresentadas por ele.</p>
<p>Investir na integração do novo colaborador traz benefícios para empresa, que vão além da diminuição da rotatividade, como bom ambiente de trabalho e aumento da produtividade. Portanto, entender a importância de um processo de integração utilizando-se das técnicas de <em>onboarding</em> pode ser a peça chave, não apenas para a retenção de talentos, mas ainda para aumentar os lucros e atingir a máxima qualidade dos seus produtos ou serviços oferecidos pela organização.</p></div>
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		<item>
		<title>Todos de acordo</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/todos-de-acordo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 18:41:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 54]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>SETCESP e SINDICAM SP lançam Câmara de Arbitragem, uma nova opção para resolver litígios no TRC</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_14 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong><em>SETCESP e SINDICAM SP lançam Câmara de Arbitragem, uma nova opção para resolver litígios no TRC</em></strong></p>
<p>Normalmente, quando há algum conflito, seja pessoa física ou jurídica, é comum entrar em cena o poder judiciário. No qual geralmente, marcam-se as audiências e vai à julgamento.</p>
<p>Entretanto nos últimos anos, o número de disputas judiciais no Brasil aumentou de maneira significativa. Dados divulgados no final do ano passado, pelo CNJ &#8211; Conselho Nacional de Justiça apontam um panorama de 2018 com 78,7 milhões de ações aguardando julgamento. Só na Justiça do Trabalho foram um total de 31 milhões ações. Elas representam aproximadamente 45% dos processos presentes na Justiça brasileira.</p>
<p>As empresas de transporte rodoviário de cargas também são impactadas por essa realidade. No dia a dia, o empresário se relaciona com fornecedores, clientes, sócios, funcionários, parceiros e diversos públicos, e nessa rotina pode haver algum desentendimento.</p>
<p>Nesses casos, é fundamental garantir um bom acordo entre as partes envolvidas o mais rápido possível para que o negócio continue prosperando e o empresário consiga administrar suas atividades com mais tranquilidade.</p>
<p>Ainda assim, há esperança de ver essa demanda ser debelada. <strong>Mas como?</strong> É aí que entra em cena a <strong>Câmara de Arbitragem do Transporte de Cargas.</strong> Ela é uma opção ao poder judiciário onde há a existência de árbitros que ajudarão a resolver o conflito entre as partes. E assim, se chegar em acordo entre os envolvidos.</p>
<p>A<strong> Câmara de Arbitragem do Transporte de Cargas </strong>é o novo serviço instituído pelo<strong> SETCESP e o SINDICAM SP (Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Estado de São Paulo) </strong>criada com o objetivo de resolver grande parte dos desacordos no transporte de cargas. A direção deste novo serviço será por meio das duas entidades sindicais.</p>
<p>“Queremos resolver os conflitos na área de transporte de cargas antes que eles cheguem no polo judicial, ajudando a todos, inclusive o poder judiciário brasileiro que está sobrecarregado”, explica Tayguara Helou, presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP.</p>
<p>“Nossa vontade é trazer soluções que envolvam o transportador autônomo, as transportadoras e até os embarcadores. Resolver aqui problemas que teriam que ir para o judiciário onde há milhares de processos”, complementa Norival Almeida Silva, presidente do SIMDICAM SP.</p>
<p>A Câmara de Arbitragem produz os mesmos efeitos de uma sentença judicial. Os árbitros podem aferir uma sentença. A decisão se equipara a Justiça Tradicional porque tem força de Lei.</p>
<p>Além disso, traz uma solução definitiva de maneira muito mais rápida. Enquanto na Justiça do Trabalho, se for passar por todas as instâncias, o que é bastante comum, dificilmente um processo terá uma definição em menos de cinco anos, já na arbitragem, a média do tempo de julgamento é de seis meses, e leva no máximo um ano para ter uma sentença.</p>
<p>Outras vantagens são que a Câmara de Arbitragem apresenta um baixo custo e contam com a participação de árbitros, especialistas técnicos no assunto para cada tema em discussão, o que torna as resoluções mais efetivas e imparciais.</p>
<p>Esses árbitros terão o poder decisório e poderão ser indicados tanto por reclamantes como reclamados. A quantidade de árbitros será sempre de um ou três. Dessa forma, nenhumas das partes necessitará de advogados. Embora seja recomendável ter, mesmo que não seja uma exigência.</p>
<p>Para se utilizar do serviço as partes assinam um pacto compromissório, no qual aceitam expressamente que a Câmara de Arbitragem irá resolver a situação de conflito, e que submeterão a decisão dos árbitros. “Ambos têm que estar de acordo em optar pela Câmara de Arbitragem. A ideia é prezar sempre pela conciliação”, alerta Adauto Bentivegna, assessor jurídico e executivo do SETCESP.</p>
<p>Depois, a parte reclamada é convocada para apresentar sua defesa, após isso uma audiência de conciliação é marcada e, se esta não for frutífera, o processo vai a julgamento por um árbitro.</p>
<p>Nesse procedimento, diálogo é uma palavra-chave, o que facilita o consenso entre as partes envolvidas.</p>
<p>No Brasil a arbitragem ainda é pouco utilizada, e normalmente é aplicada na área comercial. Em países da Europa, como Portugal, seu uso é mais amplo, envolvendo até a área tributária, em litígios entre o contribuinte e o fisco.</p>
<p>“Esta será uma inovação que, ainda não existe no Brasil: a primeira câmara arbitral especializada em transporte de cargas. Com equipes técnicas especializadas no TRC, trazendo conhecimento específico, confiabilidade, e principalmente, celeridade”, afirma Tayguara.</p>
<p>O início do funcionamento da Câmara de Arbitragem do Transporte de Cargas está previsto para o mês de abril. Em breve serão divulgados os contatos diretos da Câmara de Arbitragem do Transporte de Cargas. Fique atento aos portais do SETCESP e SINDICAM SP.</p></div>
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		<title>Participação para o fortalecimento da representatividade de classe</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/participacao-para-o-fortalecimento-da-representatividade-de-classe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2020 20:13:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 54]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Entidade de Classe existe para defender os interesses das empresas que integram uma determinada base territorial</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por Ana Carolina Jarrouge</em></p>
<p>A Entidade de Classe existe para defender os interesses das empresas que integram uma determinada base territorial, composta por municípios, uma vez que, atualmente estamos sob a égide do chamado instituto da unicidade sindical, que impede o fracionamento dos sindicatos. Aliás que também proíbe o estabelecimento de mais de um sindicato representativo de uma categoria na mesma base territorial, a qual não pode ser inferior a um município.</p>
<p>Para alguns são considerados bons e para outros ruins. Ainda assim convivemos com este instituto há décadas, infelizmente presenciando abusos de poder que transcendem os interesses dos representados, e fazendo com que muitos sindicatos somente fossem abertos por interesses econômicos próprios.</p>
<p>Tal fato culminou na péssima imagem do sindicalismo no Brasil recentemente, levando ao fim do imposto sindical obrigatório.</p>
<p>Entretanto, optando ou não o empresário em se associar voluntariamente e passar a contribuir, a entidade sindical patronal de sua base territorial detém a representação dos seus interesses, e isso em nada mudou.</p>
<p><strong><em>E o que isso significa na prática?</em></strong></p>
<p>Significa que a entidade sindical irá representar seus interesses, e dos mais variados, já que isso inclui, desde as negociações salariais e todas as cláusulas possíveis que podem ser objeto de uma convenção coletiva do trabalho, até discussões em projetos de lei que atinjam o setor em que uma empresa atua, além de pesquisas e grupos de trabalho em prol do segmento junto à órgãos governamentais, etc.</p>
<p>Ou seja, implica em questões que afetam o dia a dia da empresa, e são elas de cunho econômico (negociação do índice de reajuste salarial, benefícios, taxas, impostos, restrições de trânsito, por exemplo), social (cota de jovens aprendizes, PCD, etc.) e ambiental (novas licenças, custos, simplificação, entre outros).</p>
<p>Assim, empresário, sua decisão de estar totalmente fora da sua entidade de classe não nos parece uma decisão muito sábia, uma vez que, você perde a oportunidade de ser ouvido, de compartilhar ideias, experiências, angústias e problemas que podem estar afetando sua atividade de maneira peculiar, mas que sem a força e a representatividade de uma entidade, você não consegue resolver a contento junto aos órgãos competentes.</p>
<p>A Entidade Sindical Patronal se presta justamente para isso, para defender o interesse dos empresários, perante todos os órgãos púbicos ou privados. É a entidade que participa ativamente junto ao governo municipal e/ou estadual para tratar de todas as mudanças e projetos de lei que tramitam a respeito do segmento que a mesma representa. Um trabalho árduo, contínuo, que exige muita paciência e resiliência. É a sua entidade patronal que garante que mais problemas não cheguem ou afetem sua empresa, pois muitos deles são resolvidos quando ainda são projetos de lei, sendo este um papel fundamental.</p>
<p>Portanto, devido a tamanha importância de suas finalidades, é preciso ter o engajamento dos empresários, por meio da participação ativa na entidade de classe. Digo ativa, porque não basta a participação pura e simplesmente econômica com o pagamento das contribuições associativas. Não é isso que buscamos. Isso é pouco, podem acreditar. Toda entidade séria, com propósitos claros e com gestão transparente, quer a presença do empresário no dia a dia, nas reuniões, nos eventos, nas Diretorias de Especialidades (separadas por segmentos de atuação do transporte), e nas mais diversas oportunidades que criamos para atrair a participação dos empresários e executivos do TRC, com intuito de nos trazer subsídios de trabalho, dando força, coragem e corpo na luta de nossas bandeiras.</p>
<p>E quando falamos em engajamento nos referimos também a disponibilização de dados, tão importantes para que a entidade consiga fazer propostas e participar de discussões contendo subsídios que sustentem suas alegações. Dados estes que, somente conseguimos por meio do envio de pesquisas, porém que muitas vezes não são respondidas.</p>
<p>E aqui fazemos um apelo, justamente neste sentido, da importância do empresário em colaborar e compartilhar informações e dados de sua empresa, os quais muito nos ajudam perante nossas demandas junto ao governo. Sua participação neste sentido é valiosíssima!</p>
<p>Cada empresa é única, tem suas peculiaridades, seus problemas, suas soluções e seu jeito de resolvê-los. Entretanto, quando você começa a participar ativamente da entidade de classe que o representa, um mundo de possibilidades se abre e dentro dela você poderá compartilhar conhecimento e experiências, fazer negócios, aprender, ouvir e ser ouvido, tirar dúvidas e praticar o que há de mais valioso para o mundo dos negócios: o associativismo empresarial, ou seja, a organização de empresas, com o objetivo de satisfazer suas necessidades e alcançar objetivos comuns, via cooperação.</p>
<p>Por isso, que digo que a opção de estar de fora não é sábia, porque te impede de ser ouvido, te impossibilita de ter outras visões, te dificulta em ser ajudado e de ajudar, enfim, te atrapalha em exercer uma das mais nobres virtudes humanas: a empatia.</p>
<p>Para concluir, insisto em dizer que é preciso perseguir uma visão de associativismo empresarial moderno, na busca de melhores resultados a nível econômico e financeiro, para beneficiar o crescimento em escala, ajudar a reduzir os riscos inerentes à atividade, adquirir mecanismos de cooperação e proporcionar novas visões de negócio. Ou seja, formar um ambiente colaborativo onde todos ganham, através da força e representatividade da entidade.</p>
<p> </p>
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		<title>Proposta pode mudar as regras para a contratação de pessoa com deficiência e a reabilitação profissional</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/regras-contratacao-pessoa-deficiencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2020 20:18:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 54]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto de Lei (PL) nº 6159, de 2019, pretende alterar as políticas de habilitação e reabilitação profissional e também o formato de inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Projeto de Lei (PL) nº 6159, de 2019, pretende alterar as políticas de habilitação e reabilitação profissional e também o formato de inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Com a Medida Provisória nº 905/19 o texto do PL nº 6159/19 integra um pacote de medidas do governo para tentar reduzir o desemprego no País, o chamado Programa Verde e Amarelo.</p>
<p>O objetivo principal desse projeto é promover a reabilitação física e habilitação profissional de um milhão de pessoas até 2022. No momento, essa fatia da população está recebendo benefícios por incapacidade, e assim, o governo deixaria de arcar com esses pagamentos.</p>
<p>Para Narciso Figueiroa Jr. que é assessor jurídico do SETCESP o aperfeiçoamento das regras para a reabilitação profissional traz alternativas, para que as empresas possam cumprir de forma mais flexível a Lei de cotas para deficientes, que merece sim, segundo seu ponto de vista alguns aperfeiçoamentos.</p>
<p>Narciso integra a Comissão de Assuntos Trabalhistas (CAT) da CNT – Confederação Nacional do Transporte como membro efetivo e está incumbido de apresentar propostas legislativas que possam adaptar a legislação de cotas para contratação de portadores de deficiência física.</p>
<p>Atualmente, em via de regra as empresas com 100 ou mais funcionários têm que preencher, de maneira proporcional, de 2% a 5% das vagas com trabalhadores reabilitados ou pessoas com deficiência. Também a lei de cotas hoje, compreende uma base de cálculo que não inclui os empregados terceirizados e os temporários. Isso deixaria de ocorrer com a nova proposta.</p>
<p>Um ponto importante do PL nº 6159 para as empresa é que ele dispõe que o empregado segurado que abandonar a reabilitação profissional, sem justa causa, perderá a estabilidade no emprego de um ano após a alta médica, “e também o benefício previdenciário e poderá ser cobrado pelos valores investidos para a reabilitação profissional”, alerta Narciso.</p>
<p>Também com o novo projeto as empresas empregadoras contariam com isenção da contribuição previdenciária sobre os valores referentes à remuneração do segurado empregado que cumprir com êxito o programa de reabilitação profissional, pelo prazo de 12 meses, contados do retorno do segurado empregado ao trabalho.</p>
<p>Na proposta estão previstas duas alternativas para se realizar a inclusão social das pessoas com deficiência. A primeira é por meio de uma <strong>contribuição à conta única da União cujos recursos serão destinados a ações de habilitação e reabilitação</strong> &#8211; a empresa deverá depositar o valor equivalente a dois salários mínimos por cargo não preenchido. A outra é a <strong>associação entre diferentes empresas que, em conjunto, atendam à obrigação de contratação na forma da lei</strong>.</p>
<p>Além disso, pessoas com deficiência severa contarão em dobro para o preenchimento de vagas. Haverá ainda a possibilidade de um mesmo empregado ser contabilizado para as cotas de menor aprendiz e com deficiência. Em tempo, isso não é autorizado.</p>
<p>Outras mudanças são que o projeto prevê Habilitação e a Reabilitação Profissional (HRP) sendo uma política integrante do Regime Geral de Previdência Social. Isso em resposta à incapacidade associada a acidentes, doenças profissionais e deficiências.</p>
<p>Por fim, o texto também inclui que seja criado o auxílio inclusão, no valor de 50% do Benefício de Prestação Continuada (BPC) para as pessoas com deficiência que, exerça atividade com remuneração até dois salários mínimos, e se enquadrem na condição de segurado obrigatório de regime de Previdência Social.</p>
<p>Entretanto, de acordo com Narciso ainda falta ao PL nº 6159 a clareza de determinar quais atividades ou funções não se admite o cumprimento da lei de cotas diante da sua impossibilidade prática, como é o caso do motorista de empresas de transporte de cargas, por exemplo.</p>
<p>A proposta segue em tramitação na Câmara dos Deputados e em dezembro do ano passado foi determinado pelo presidente da casa a criação de uma Comissão Especial composta por 34 membros para elaborar parecer sobre o Projeto de Lei.</p>
<p><strong>O que muda para as empresas com o PL nº </strong><strong>6159/2019 </strong></p>
<p>&#8211; Possíveis contratos entre empresas para que uma possa compensar as cotas da outra;</p>
<p>&#8211; Funcionários temporários e terceirizados poderão entrar na conta da empresa que está contratando o serviço;</p>
<p>&#8211; Pessoas que possuem deficiência severa contarão como número dobrado no preenchimento da cota;</p>
<p>&#8211; A possibilidade de pagamento de valores para fundos destinados à habilitação física e reabilitação profissional de pessoas com deficiência; e</p>
<p>&#8211; Um mesmo colaborador poderá ser considerado nas cotas de menor aprendiz e de deficiente físico.</p></div>
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