<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Edição 49 &#8211; SETCESP</title>
	<atom:link href="https://setcesp.org.br/pages/revista-setcesp/edicao-49/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://setcesp.org.br/pages/revista-setcesp/edicao-49/feed/</link>
	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
	<lastBuildDate>Mon, 11 Nov 2019 18:33:16 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.2</generator>

<image>
	<url>https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/03/setcesp-favicon.png</url>
	<title>Arquivos Edição 49 &#8211; SETCESP</title>
	<link>https://setcesp.org.br/pages/revista-setcesp/edicao-49/feed/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Bate-papo empresarial com Ademir Odorico</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/crescimento-do-mercado-de-caminhoes-para-2019-estima-se-em-15/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2019 13:35:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 49]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[industria]]></category>
		<category><![CDATA[ipva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204572350</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mesmo com o governo concedendo a isenção de IPVA para veículos mais antigos, a previsão da indústria de caminhões para este ano é de 90 mil novas unidades.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/crescimento-do-mercado-de-caminhoes-para-2019-estima-se-em-15/">Bate-papo empresarial com Ademir Odorico</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_0 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_0 et_pb_row_empty">
				
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div><div class="et_pb_section et_pb_section_1 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_1">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_0  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_0 news-text  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Mesmo com o governo concedendo a isenção de IPVA para veículos mais antigos, a previsão da indústria de caminhões para este ano é de 90 mil novas unidades.</em></p>
<p><em> </em>Ademir Odoricio é formado em Administração de Empresas pela PUC do Rio Grande do Sul. Iniciou sua carreira na Rodobens em 1988. No ano de 2016 aceitou o posto de presidente da Rodobens Argentina e, no ano passado, regressou ao Brasil para assumir o cargo de Diretor de Varejo Automotivo. No bate-papo com o SETCESP ele falou sobre o mercado de revenda de caminhões. Confira!</p>
<p><strong>Como você avalia o mercado nacional de revendas de veículos pesados?</strong></p>
<p>A expectativa de crescimento do mercado de caminhões para 2019 estima-se em 15%. Fatores como a inflação sobre controle e os indicadores econômicos se mostrando positivos estimulam o empresário a fazer substituição ou ampliação de sua frota. Alguns setores da economia, como o agronegócio prevendo uma safra recorde, tornam-se protagonistas aumentando a demanda por caminhões, além de linhas de créditos estáveis proporcionando a previsibilidade necessária para os empresários.</p>
<p><strong>Quais são as vantagens para o transportador que deseja adquirir um veículo ter à sua disposição uma variedade de serviços relacionados à frota em um único fornecedor, como leasing, seguro, consórcio, etc?</strong></p>
<p>Nos dias de hoje, qualquer tempo ganho gera eficiência para empresa, concentrar em um só lugar todos os serviços oferece ao cliente comodidade e praticidade para sua tomada de decisão. Nas Revendas Rodobens em todo o Brasil proporcionamos aos clientes através de nossas unidades de negócios como o Banco, Leasing &amp; Locação, Consórcio e Corretora de Seguros todos os serviços para que o cliente concretize seu empreendimento de uma só vez otimizando seu tempo para dedicar-se à sua empresa e tendo um só interlocutor que cuidará de todo o processo até a retirada de seu veículo 0 km.</p>
<p><strong>O que um transportador deve analisar ao fazer a aquisição do seu veículo via consórcio, e quais outras características deve considerar se optar pela mesma compra via leasing?</strong></p>
<p>O consórcio proporciona ao cliente uma programação para suas futuras aquisições obtendo o menor custo de mercado, pois não há incidência de juros e todo o mês o consorciado poderá ser contemplado por lance ou sorteio. Atualmente, a procura pelo consórcio vem crescendo muito pois os empresários entenderam que é uma opção com custo baixo.</p>
<p>Em relação ao Leasing, a Rodobens é pioneira na modalidade de Leasing Operacional, o cliente paga por mês uma parcela de arrendamento e, dependendo do regime de apuração de sua empresa, o produto possui benefícios contábeis reduzindo o custo financeiro, no final do contrato o cliente toma a decisão de devolver o veículo ou fazer a aquisição. Para grandes empresas este produto vem sendo muito bem aceito pelas vantagens que oferece, o conceito é utilizar o veículo pelo tempo certo.</p>
<p><strong>Devido a facilidade de acesso, Guarulhos é um importante polo logístico em consequência de abrigar o maior aeroporto do Brasil e despertar a atenção de muitos empresários. Esse cenário reflete também na comercialização de veículos de carga? </strong></p>
<p>Sem dúvida Guarulhos possui um grande potencial de comercialização de veículos de carga pois concentra-se em torno do aeroporto Internacional diversas empresas do segmento de transportes de cargas e serviços. Além da venda de veículos essas empresas tem a necessidade de atendimento de infraestrutura como manutenções, compra de pneus e peças, por este motivo a Rodobens está localizada neste importante polo contribuindo para o crescimento econômico deste município.</p>
<p><strong>A indústria automobilística investe continuamente no desenvolvimento de veículos menos poluentes, em contrapartida o governo brasileiro oferece e isenção de IPVA a veículos mais antigos. Essa dinâmica interfere na renovação da frota? </strong></p>
<p>Tivemos, no ano de 2018, um crescimento na frota circulante de caminhões de 0,2%, atualmente algumas empresas que contratam caminhões para o transporte de seus produtos exigem que o veículo não tenha mais de 5 anos, isso gera a necessidade do empresário sempre atualizar sua frota e também temos o custo de manutenção que com o passar dos anos é crescente ao empresário. Inclusive, presenciamos situações nas quais o custo de manutenção supera o valor de uma parcela de financiamento de um veículo 0 KM. Na Rodobens nossos consultores realizam estudos de viabilidade ao cliente com comparativos de custos e produto ideal para sua necessidade. Mesmo com o incentivo de isenção de IPVA para veículos mais antigos a previsão da indústria de caminhões para este ano é de 90 mil unidades.</p>
<p><strong>LEGENDA </strong></p>
<p><strong>ADEMIR ODORICIO</strong> – “Presenciamos situações nas quais o custo de manutenção do caminhão supera o valor de uma parcela de financiamento de um veículo 0 KM”.</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div></p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/crescimento-do-mercado-de-caminhoes-para-2019-estima-se-em-15/">Bate-papo empresarial com Ademir Odorico</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As multas de caminhões na cidade de São Paulo</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/as-multas-de-caminhoes-na-cidade-de-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2019 20:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 49]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[caminhões]]></category>
		<category><![CDATA[multas]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204572256</guid>

					<description><![CDATA[<p>As infrações de trânsito aplicadas pelos agentes fiscalizadores no município de São Paulo são alvo constante de controvérsias e pesam no bolso do transportador, por mais zeloso que ele seja</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/as-multas-de-caminhoes-na-cidade-de-sao-paulo/">As multas de caminhões na cidade de São Paulo</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_2 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_2 et_pb_row_empty">
				
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div><div class="et_pb_section et_pb_section_3 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_3">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_1  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_1 news-text  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><strong>por Fernando Zingler*</strong></p>
<p>As infrações de trânsito aplicadas pelos agentes fiscalizadores no município de São Paulo são alvo constante de controvérsias e pesam no bolso do transportador, por mais zeloso que ele seja. A fiscalização do trânsito surgiu como instrumento para se fazer cumprir os objetivos da legislação aplicável de maneira harmoniosa entre todos os entes e usuários do sistema viário, dentre eles os motoristas. Os benefícios de se criar legislações e se fazer cumpri-las são muitos:</p>
<ul>
<li>Melhora no tráfego e na mobilidade dentro dos municípios, a partir de regras claras estabelecidas que ordenam e controlam o trânsito;</li>
<li>Melhor programação e menor manutenção das vias, que podem ser planejadas de acordo com o tipo de veículo que pode circular nas mesmas;</li>
<li>Redução de acidentes, por meio de regras de controle de velocidade e direção defensiva;</li>
<li>Produtividade nas entregas e redução de emissões sonoras e atmosféricas, por meio de vagas de estacionamento e circulação;</li>
<li>Maior confiabilidade nas coletas e entregas, com o uso de tecnologias específicas.</li>
</ul>
<p>A aplicação de penalidades é uma medida que deve ser encarada como educativa, de modo que o motorista fique ciente da legislação e passe a respeitá-la no futuro, mas nem sempre isso ocorre. O município de São Paulo disponibiliza a consulta pública das infrações no portal Mobilidade Segura (mobilidadesegura.prefeitura.sp.gov.br), tornando acessível a todos os cidadãos os dados da gestão de forma clara, objetiva e atualizada. Os dados de 2018 estão disponíveis e são aqui apresentados.</p>
<p>O mapa abaixo mostra onde estão localizadas as principais infrações cometidas pelos motoristas de caminhões, e capturadas de forma eletrônica (radares). No ano, foram 483.6191 multas emitidas pela prefeitura somente por dos radares, e mais 40.997 multas aplicadas de forma manual por agentes físicos. Os principais corredores onde são cometidas infrações são a Marginal Tietê (especialmente a pista expressa), Marginal Pinheiros, Avenida Salim Farah Maluf e Avenida Jacu-Pêssego (Nova Trabalhadores). Juntas, estas concentram 59% de todas as multas emitidas pelos mais de 1.000 radares municipais.</p>
<p>No transporte de cargas, a maior parte das infrações, 56% delas, um total de 272.528 &#8211; no município de São Paulo, são relacionadas a circulação em local e horário não permitido – e você pode conferir esses locais <u>na atualização do Guia de Restrições de Circulação na GRMSP </u>produzido pelo IPTC em parceria com o SETCESP. O problema do excesso de multas relativos às restrições é bastante abrangente e caracteriza tanto a ineficiência do instrumento de regulação – dado o desrespeito dos motoristas à essas regras, como a necessidade de prefeitura rever seus conceitos e se adaptar às necessidades de transporte de cargas. Multas como conservação do veículo à direita também são muito comuns (20% do total), muito pelo desconhecimento dessa regra por parte dos motoristas. A velocidade em excesso aparece apenas em 3º lugar.</p>
<p>Ao se falar de velocidade, as multas nessa categoria são as consideradas mais preocupantes, pois demonstram que motoristas estão menos atenciosos às regras de trânsito, e também ameaçam a segurança viária. Um caminhão com excesso de velocidade e carregado tem chances exponencialmente amplificadas de causar estragos e fatalidades no tráfego, e essa é uma ação puramente comportamental por parte dos motoristas. Respeitar as leis de velocidade acima de todas as outras é indiscutível, uma necessidade por parte dos motoristas. No gráfico abaixo, percebe-se que o principal horário nos quais as multas são aplicadas é o período da tarde, no qual há maior número de caminhões em circulação e estes já estão retornando ao seu destino (muitas vezes pressionados pelas restrições que se iniciam às 17h). Outro ponto de destaque é o período da madrugada no qual se iniciam as jornadas, notavelmente às 04h, nessa hora, acontece um pico antes da restrição de circulação das 05h se iniciar.</p>
<p>Uma análise breve como essa mostra que é preciso pensar se a aplicação de multas no município de São Paulo está sendo eficaz para sua finalidade de educação de trânsito, e em quais casos é necessária uma adaptação das regras. Multas como as de restrição de circulação, em si, muitas vezes não são de responsabilidade do motorista, que acaba ilhado em pontos sem poder movimentar seu veículo para não infringir as regulações, e acaba excedendo a velocidade para sair da área antes do horário, ou então estaciona em locais inadequados ou proibidos. Já multas de caráter disciplinar para o comportamento, como é o caso das multas de velocidade, devem ser mantidas e agravadas com reincidência, para melhorar a educação no trânsito. Em um próximo artigo, continuaremos essa análise incluindo mais detalhes sobre as multas emitidas pelos agentes físicos.</p>
<p><strong>QR CODE:</strong> Acesse <a href="https://conteudo.setcesp.org.br/restricoes">aqui</a> a atualização do Guia de Restrições de circulação na GRMSP.</p>
<p><em>* Fernando Zingler é Diretor Executivo do IPTC e tem mestrado em Engenharia de Transporte pela Universidade de Nova Iorque</em></p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div></p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/as-multas-de-caminhoes-na-cidade-de-sao-paulo/">As multas de caminhões na cidade de São Paulo</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Triple Botton Line: O Tripé da Sustentabilidade</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/triple-botton-line-o-tripe-da-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2019 18:06:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 49]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[parceiros]]></category>
		<category><![CDATA[tripé da sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[triple botton line]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204572221</guid>

					<description><![CDATA[<p>É difícil prever o futuro do transporte rodoviário de cargas em um mundo com restrições nas emissões de carbono</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/triple-botton-line-o-tripe-da-sustentabilidade/">Triple Botton Line: O Tripé da Sustentabilidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_4 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_4 et_pb_row_empty">
				
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div><div class="et_pb_section et_pb_section_5 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_5">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_2  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_2 news-text  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Por Thiago Budni*</em></p>
<p>É difícil prever o futuro do transporte rodoviário de cargas em um mundo com restrições nas emissões de carbono. Há várias soluções disponíveis, ou sendo desenvolvidas, mas geralmente faltam vontade e urgência para fazer os ajustes necessários no estilo de vida e gestão. Nosso papel como entidade representativa é o de informar quais mudanças estão ocorrendo para, em seguida, orientar e impulsionar os transportadores a realizarem estes ajustes de maneira simples, clara e com impactos positivos em seus negócios.</p>
<p>Nós acreditamos que as empresas devem perceber a questão ambiental como uma chance de fazer diferente, uma chance de criar um ambiente de trabalho mais saudável, de rever seus processos e promover inovações. Essas mudanças podem se transformar em verdadeiras oportunidades, inclusive propiciando vantagens importantes sobre a concorrência.</p>
<p>A abordagem do triple bottom line, ou o tripé da sustentabilidade (Ambiental, Social e Econômico), proposto pelo consultor e sociólogo britânico John Elkington em seu livro “Canibais com Garfo e Faca” (1997), integra as preocupações ambientais, sociais e econômicas na estratégia da gestão, as quais devem ser consideradas para classificar uma empresa como sustentável. John Elkington é um dos precursores da responsabilidade social e ambiental nas grandes empresas.</p>
<p>Vamos detalhar um pouco cada uma das 3 áreas do triple bottom line:</p>
<p><strong>Responsabilidade Ambiental</strong></p>
<p>É um conjunto de atitudes voltado para o desenvolvimento sustentável do planeta. Ou seja, as ações das empresas ajustadas à responsabilidade ambiental levam em conta o crescimento econômico ajustado à proteção do meio ambiente na atualidade e para as gerações futuras.</p>
<p><strong>Responsabilidade Social</strong></p>
<p>Esta área envolve medidas que proporcionam cultura, educação e melhores condições de vida e saúde aos colaboradores da empresa e à comunidade onde está inserida. Chamamos de responsabilidade social quando empresas, de forma voluntária, adotam posturas, comportamentos e ações que promovam o bem-estar dos seus públicos interno e externo. É uma prática voluntária pois não deve ser confundida exclusivamente por ações compulsórias impostas pelo governo ou por quaisquer incentivos externos (como fiscais, por exemplo). O conceito, nessa visão, envolve o beneficio da coletividade, seja ela relativa ao público interno (funcionários, acionistas, etc) ou atores externos (comunidade, parceiros, meio ambiente, etc.).</p>
<p><strong>Gestão Econômica Sustentável</strong></p>
<p>São as questões melhores desenvolvidas por empresas que dirigem sua organização através de processos que incentivam e recuperam todas as formas de capital, humano, natural e financeiro. Nessas áreas as ações realizadas devem comprovar financeiramente seus os resultados, seja com economia de recursos ou em geração de valor e novos negócios. Significa não só garantir o retorno ao acionista no final do ano (no curto-prazo), mas também satisfazer as expectativas que os diferentes stakeholders (partes interessadas) têm sobre o comportamento ético, econômico, social e ambiental da empresa.</p>
<p>Heiko Spitzeck, professor e gerente do Núcleo de Sustentabilidade da Fundação Dom Cabral – FDC, cita algumas das vantagens mais perceptíveis de implantar a sustentabilidade na estratégia do negócio, alinhada aos projetos e objetivos da empresa, como um maior poder de precificação do serviço, redução de custos, atração e retenção de talentos, incentivos fiscais, aumento de participação no mercado, bem como acesso a novos mercados. Além destes, outros valores intangíveis também são desenvolvidos, como o aumento do valor da marca, através da melhoria da imagem, da diferenciação no mercado e de fidelização e preferência de clientes. O professor Heiko também cita algumas vantagens na gestão de risco, como a redução de custos com multas, facilitação de processos, menos atrasos nas operações e aumento da longevidade da empresa.</p>
<p>Nesse contexto, é preciso inovar considerando os impactos das três dimensões da sustentabilidade.</p>
<p>Não temos dúvidas de que aqueles que inovarem, tiverem boas ideias e estiverem preparados para abrir caminho através dessa complexidade serão recompensados. É preciso ter em mente que o caminho da sustentabilidade pode gerar melhores resultados, aumentar a eficiência, reduzir custos e aumentar a percepção de valor que os clientes e a sociedade têm de nossos serviços e de nossas empresas.</p>
<p><em>* Thiago Budni, da Rodoeng Transportes, é Diretor da Especialidade de Meio Ambiente e Transporte de Produtos Perigosos do SETCESP desde 2013. Também foi coordenador da COMVERDE &#8211; Comissão de Estudos em Meio Ambiente e Transportes da entidade em 2011 e 2012.</em></p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div></p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/triple-botton-line-o-tripe-da-sustentabilidade/">Triple Botton Line: O Tripé da Sustentabilidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Apoio em momento necessário</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/apoio-em-momento-necessario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Oct 2019 20:34:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 49]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[dificuldades]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
		<category><![CDATA[transportador associado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204572114</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nos negócios é inevitável que aconteçam algumas situações inesperadas, e para esses momentos difíceis, ter com quem contar faz toda a diferença</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/apoio-em-momento-necessario/">Apoio em momento necessário</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_6 et_pb_row_empty">
				
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div><div class="et_pb_section et_pb_section_7 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_7">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_3  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_3 news-text  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Nos negócios é inevitável que aconteçam algumas situações inesperadas, e para esses momentos difíceis, ter com quem contar faz toda a diferença. Foi pensando nessas horas de emergência que o SETCESP criou, em 1992, o serviço de Assessoria de Segurança, que dá suporte ao associado caso seja vítima de algum roubo ou furto de carga e/ou veículo.</p>
<p>O transportador associado pode recorrer ao serviço para acompanhar as ações de investigação do seu sinistro junto as autoridades responsáveis.  “Nós temos condições de ajudá-lo por meio de uma intermediação com os órgãos competentes, para isso, basta que entre em contato conosco”, explica o coronel Paulo Roberto de Souza, coordenador executivo da Assessoria de Segurança.</p>
<p>Ao longo dos anos, o departamento que também é responsável por propor medidas aplicáveis no combate ao roubo de cargas a nível municipal, federal, estadual e no âmbito dos poderes, Legislativo, Executivo e Judiciário, vem se modernizando e reestruturando o embate a este tipo de delito.</p>
<p>O coordenador executivo esclarece que atualmente há um trabalho em três frentes junto ao governo do estado. “Temos grandes demandas com a Secretaria de Segurança, a primeira é uma parceria para coleta de dados, a segunda é uma resposta a isso, que é o Procarga (Programa de Prevenção e Redução de Furtos, Roubos e Desvios de Carga) e a terceira é um pedido para que a aplicação da Lei 15.315/14, seja mais efetiva”.</p>
<p>O Procarga é uma resolução da Secretaria de Segurança que reúne um grupo de especialistas para atuar no enfrentamento ao roubo de carga. Já a Lei 15.315/14 trata da cassação da inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS para empresas que comercializarem, comprovadamente, mercadorias roubadas.</p>
<p>As três ações integradas possibilitam o combate mais efetivo deste tipo de crime. O acompanhamento estatístico das situações de roubo mapeia as ações das quadrilhas especializadas para que o Procarga possa atuar de forma assertiva, e ao fazer apreensões tenha garantido o respaldo em Lei.</p>
<p>De acordo com Souza, apesar de já existir no estado de São Paulo, a Lei 15.315/14 precisa ser aplicada em todo país, “a Lei tem eficácia porque cria uma penalidade também para o receptador de mercadoria roubada ao cassar a inscrição no registro do ICMS”, contou.</p>
<p>Quem compartilha desse mesmo ponto de vista é o vice-presidente do SETCESP, Roberto Mira, que também atua na Assessoria de Segurança. “Essa legislação tem que funcionar no Brasil inteiro. O receptador de carga roubada não pode continuar o negócio dele vendendo mercadoria ilícita”, ressalta Mira.</p>
<p> Ainda sobre o Procarga, Souza afirma que o programa abre espaço para reuniões e debates entre autoridades e representantes de transportadoras, o que agrega mais informações para a investigação desse tipo de crime. “Com essa restauração o programa voltará essa a ter uma eficiência ainda maior que a do passado”, ressaltou coordenador executivo.</p>
<p> “Foi uma época que tivemos redução drástica do roubo de carga no estado de São Paulo. Isso será reestabelecido. Acredito que viveremos um importante momento da diminuição da criminalidade no nosso setor em breve”, reafirma também otimista o vice-presidente da entidade.</p>
<p>Além de contar com a Assessoria de Segurança do SETCESP em casos de sinistro, a entidade disponibiliza ao associado cursos e palestras para colocar em prática ações preventivas a esse tipo de ocorrência. Em caso de dúvidas também existe à disposição orientações de cunho pessoal.</p>
<p>Segundo o último levantamento da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística) a ação de quadrilhas especializadas em roubos de cargas resultou, em 2018, no registro de mais de 22 mil ataques a motoristas em todo o país, um prejuízo de a cerca de R$ 2 bilhões para o setor produtivo com a perda de cargas e veículos.</p>
<p>Para utilizar o serviço de Assessoria de Segurança do SETCSEP, basta entrar em contato:</p>
<p>seguranca@setcesp.org.br | (11) 2632.1000.</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div></p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/apoio-em-momento-necessario/">Apoio em momento necessário</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Novos tempos nas negociações salariais</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/novos-tempos-nas-negociacoes-salariais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2019 19:49:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 49]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[negociação]]></category>
		<category><![CDATA[salarial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204572086</guid>

					<description><![CDATA[<p>As entidades sindicais têm por objetivo fomentar a paz social no seio das relações trabalhistas, visando compatibilizar os pleitos dos empregados e a capacidade de concessão das empresas</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/novos-tempos-nas-negociacoes-salariais/">Novos tempos nas negociações salariais</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_8 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_8 et_pb_row_empty">
				
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div><div class="et_pb_section et_pb_section_9 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_9">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_4  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_4 news-text  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>As entidades sindicais têm por objetivo fomentar a paz social no seio das relações trabalhistas, visando compatibilizar os pleitos dos empregados e a capacidade de concessão das empresas, tendo por objetivo manter e gerar empregos e manter as empresas funcionando. Aliás, não existe empregado sem empregador, e vice-versa.</p>
<p>Nas últimas décadas, as negociações salariais tomaram um rito comodista, pois, como a jurisprudência garantia que a convenção coletiva continuava em vigor enquanto não se celebrasse uma nova, os sindicalistas do setor profissional elaboravam a sua pauta com pagamento de contribuição compulsória (contribuição assistencial), e esperava o empregador fazer uma contraproposta, sem avaliar a possibilidade de concessão por parte das empresas.</p>
<p>Entretanto, com a Reforma Trabalhista, houve uma mudança estrutural no processo de negociação salarial, pois as convenções coletivas não se renovam mais automaticamente, ficou proibido a imposição de contribuições automáticas sem a concordância do empregado e as regras definidas em convenção ou acordo coletivo de trabalho se sobrepõe ao legislado.</p>
<p>É importante esclarecer ao leitor(a) que existe uma Súmula do TST – Tribunal Superior do Trabalho de número 277, que é de 1988, mas que em 2009 teve sua redação modificada determinando, de forma resumida, que as cláusulas da convenção coletiva ou acordo coletivo se incorporam ao contrato individual do trabalho até que novo instrumento normativo seja celebrado. Mas ela é anterior a Lei nº 13.467/17, que entrou em vigor em 11.11.2017 e que regula este e outros assuntos desde então.</p>
<p>Assim, as novas regras trazidas pela Lei nº 13.467/17 está a exigir novas estratégias para se desenvolver um processo negocial com êxito, pois, o tempo passou a ser importante, já que não há mais a ultratividade da convenção coletiva ou do acordo coletivo, não basta mais os sindicatos profissionais comodamente só pedirem, terão que elaborar uma pauta enxuta, mas condizente com a realidade e ter ações que promovam a proximidade das necessidades de ambas as partes e se celebre acordos que aliviem o custo da mão de obra e que se garanta empregos e melhores condições de trabalho.</p>
<p>Outro fator importante é o financiamento das entidades profissionais e patronais, pois a celebração de uma convenção coletiva de trabalho impõe custos e são instrumentos que ajudam muito a ambos os lados, e nada mais justo que se custei este trabalho. Como agora é proibido o desconto compulsório, como era a contribuição assistencial, haja vista o inciso XXXVI do artigo 611B da CLT, bem como a contribuição sindical anual (também conhecida como imposto sindical) que deixou de ser obrigatória, abriu-se a possibilidade de haver cláusulas de benefícios que permitam que, por não serem direitos obrigatórios dos empregados, como os previstos pelo artigo 7º da Constituição Federal, entre outros, possa haver repasse de um percentual, respeitado o princípio da razoabilidade e da boa-fé, para as entidades sindicais.</p>
<p>Se não houver retrocesso legislativo ou jurisprudencial, teremos instrumentos normativos mais equânimes entre as partes, mais inovadores, mais estabilizadores das relações sociais, gerando e mantendo empregos, permitindo o crescimento econômico e com pouca intervenção estatal.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-204572088 aligncenter" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Aduato-Bentivegna-Filho-computador-300x237.jpg" alt="" width="300" height="237" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Aduato-Bentivegna-Filho-computador-300x237.jpg 300w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Aduato-Bentivegna-Filho-computador-768x608.jpg 768w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Aduato-Bentivegna-Filho-computador-1024x810.jpg 1024w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Aduato-Bentivegna-Filho-computador-1080x855.jpg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Adauto Bentivegna Filho</p>
<p>Assessor Executivo e Jurídico do SETCESP         </p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div></p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/novos-tempos-nas-negociacoes-salariais/">Novos tempos nas negociações salariais</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Preservar as empresas e avançar em concessões</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/preservar-as-empresas-e-avancar-em-concessoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2019 12:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 49]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
		<category><![CDATA[setcesp entrevista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204571807</guid>

					<description><![CDATA[<p>A atividade é indispensável para o abastecimento urbano, conta com mais de 150 mil empresas no país e 2 milhões de veículos rodando.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/preservar-as-empresas-e-avancar-em-concessoes/">Preservar as empresas e avançar em concessões</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_10 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_10 et_pb_row_empty">
				
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div><div class="et_pb_section et_pb_section_11 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_11">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_5  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_5 news-text  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Adriano Lima Depentor é vice-presidente de governança corporativa do SETCESP, além de fazer parte da comissão que orienta as relações sindicais da entidade. É formado em Administração de Empresas, pelo Instituto Newton Paiva, em Minas Gerais, com MBA na Faculdade de Administração (INSEAD), na França, e há 35 anos atuando na área de transportes. Mineiro de Belo Horizonte e profissional com experiência nas áreas de consultoria de administração pública e planejamento e distribuição urbana, ele deu ao SETCESP a seguinte entrevista. Confira!</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-204571808 aligncenter" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/09/EDI_6721-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/09/EDI_6721-199x300.jpg 199w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/09/EDI_6721-768x1156.jpg 768w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/09/EDI_6721-680x1024.jpg 680w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/09/EDI_6721-1080x1626.jpg 1080w" sizes="(max-width: 199px) 100vw, 199px" /></p>
<p><strong>O que o senhor acha deste um ano e meio de vigência da Reforma Trabalhista? Quais foram os principais pontos de relevância para as empresas?</strong></p>
<p>Sem sombra de dúvidas, a Reforma Trabalhista trouxe um novo marco nas relações tornando-as mais equilibradas, trazendo maior segurança jurídica e melhora no ambiente do trabalho. No que se refere aos principais pontos de relevância para as empresas eu destacaria os julgamentos das demandas trabalhistas, pois com a exigência de custas processuais para os reclamantes, houve queda vertiginosa das ações e as decisões passaram a ser mais justas com a realidade nacional.</p>
<p><strong>Quais impactos o fim da Contribuição Sindical Anual trouxe para a representação sindical?</strong></p>
<p>Impôs ao movimento sindical a necessidade de se tornar mais representativo, de estar mais perto de sua base, de propor novos serviços. Enfim, o fim da Contribuição Sindical contribuirá para o nascimento de um novo sindicalismo.</p>
<p><strong>Em face das negociações salariais, qual é a sua avaliação sobre acordado sobrepor ao legislado?</strong></p>
<p>Vejo com muita simpatia esta nova determinação, pois também está no centro do novo sindicalismo que comentei, em que o sindicato do setor profissional e do setor econômico poderão e deverão celebrar convenções coletivas mais pertinentes com as realidades das atividades profissionais, podendo fazer concessões de ambas as partes para preservar empregos, preservar as empresas em tempo difíceis e avançar em concessões que melhorem o ambiente de trabalho para todos.</p>
<p><strong>As negociações variam de cidade para cidade? Quais fatores impactam nesta variação?</strong></p>
<p>A base territorial do SETCESP possui 11 sindicatos profissionais e 21 mil empresas de transporte rodoviário de cargas em 50 municípios da Grande São Paulo. Há peculiaridades regionais, mas temos feito um grande esforço para que as regras das convenções coletivas sejam ao máximo padronizadas, pois, desníveis de concessões atrapalham na gestão dos recursos humanos e podem trazer insatisfações entre os empregados.</p>
<p><strong>Em sua opinião, quais são os fatores que mais atrapalham um Acordo Coletivo?</strong></p>
<p>A dificuldade de muitas as vezes os dirigentes sindicais entenderem o momento delicado que o país e as empresas estão passando, e que por isso, não dá para atender demandas fora de um contexto no qual a realidade impõe necessidades de cortes de custos. Entender o momento econômico e a capacidade de as empresas suportarem reivindicações são dois fatores chaves para se ter uma pauta mais equilibrada, para a manutenção dos empregos e das empresas e para a necessária tranquilidade social que permita a prosperidade de todos. </p>
<p><strong>Como foram as negociações do SETCESP com os sindicatos operacionais?</strong></p>
<p>Esta é a segunda negociação salarial que acontece dentro do contexto da Reforma Trabalhista, e aos poucos estamos avançando e inovando, como por exemplo retiramos o banco de horas da convenção coletiva, dando maior liberdade para as empresas fazerem a gestão de compensação das horas extras e o Prêmio por Tempo de Serviço, que muito onerava a folha de pagamento de salários, por um outro lado, cedemos um convênio odontológico que há tempos os sindicatos laborais reivindicavam e cuja gestão de tal convênio será feita pelos mesmos através de empresas de prestação de serviços na área bucal. Também atendemos ao pedido do reajuste salarial aplicando o INPC cheio.</p>
<p><strong>O senhor acredita que a aprovação da Reforma de Previdência irá melhorar em algum ponto as relações trabalhistas?</strong></p>
<p>A Reforma da Previdência vai trazer equilíbrio às contas públicas, deve criar um ambiente de maior segurança para os investimentos nacionais e estrangeiros, o que trará mais empregos e uma era de prosperidade para todos. Mas, esta reforma deve ser somente o primeiro passo, depois se faz necessária a Reforma Tributária, uma boa política de créditos e a gestão firme dos gastos públicos, o restante o mercado se encarrega de ajustar. </p>
<p><strong>A extinção o Ministério do Trabalho, altera de alguma forma a relação que existe entre o sindicato patronal e operacional?</strong></p>
<p>O Ministério do Trabalho lamentavelmente se tornou um espaço para negociatas escusas, principalmente na concessão de registro sindical. Se fazia necessária a tomada de medidas austeras urgentes. Por isso, a meu ver, o governo federal agiu bem dividindo parte com o Ministério da Justiça e parte com o Ministério da Economia, saneando os problemas que contaminaram a pasta. Talvez assim, se possa rever seu papel e retomar sua vocação de fomentador das boas relações entre o capital e o trabalho.</p>
<p><strong>Qual o recado que o senhor gostaria de deixar para os nossos leitores?</strong></p>
<p>Primeiramente, quero agradecer a oportunidade de participar deste espaço, pois é uma forma da entidade se comunicar com os seus representados e prestar contas do seu trabalho. Além disso, espero que tenha contribuído para orientar as relações laborais em nossa comunidade empresarial. Por fim, deixar o meu convite para que os empresários participem mais deste processo, pois os recursos humanos são uma proteção para uma grande empresa.</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div></p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/preservar-as-empresas-e-avancar-em-concessoes/">Preservar as empresas e avançar em concessões</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
