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	<title>Arquivos Opinião &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Opinião &#8211; SETCESP</title>
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	<item>
		<title>O fim da escala 6&#215;1 e o efeito dominó no TRC: mão de obra, produtividade e custo Brasil em rota de colisão</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-fim-da-escala-6x1-e-o-efeito-domino-no-trc-mao-de-obra-produtividade-e-custo-brasil-em-rota-de-colisao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 18:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[jornada 6x1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não se trata de ser contra melhores condições de trabalho, muito pelo contrário. Trata-se de responsabilidade econômica.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>* Por Gislaine Zorzin</em></p>
<p>Falar sobre o fim da escala 6&#215;1 apenas como avanço social é confortável. Difícil é encarar a realidade operacional de um país que ainda produz pouco, investe pouco em tecnologia e depende quase exclusivamente do transporte rodoviário para funcionar. Não se trata de ser contra melhores condições de trabalho, muito pelo contrário.</p>
<p>Trata-se de responsabilidade econômica. O transporte rodoviário de cargas não é um setor periférico. Ele é a espinha dorsal do abastecimento nacional. Mais de 60% de tudo o que se consome no Brasil chega por caminhão. Qualquer mudança estrutural nesse setor não fica restrita às empresas de transporte, ela se espalha pela economia inteira.</p>
<p>E é exatamente por isso que o debate, do jeito que está sendo feito, preocupa e preocupa demais, já que o setor vem operando no limite há algum tempo. Hoje, falta motorista no Brasil. Falta motorista qualificado. Não é ausência de vagas, é escassez de profissionais preparados, disponíveis e, principalmente, dispostos a assumir uma profissão cada vez mais exigente. O perfil do motorista está envelhecendo, o custo de formação é alto, as exigências legais aumentaram — corretamente, do ponto de vista da segurança — mas sem que houvesse, na mesma proporção, políticas consistentes de qualificação, retenção e modernização das operações.</p>
<p>Esse é o ponto de partida real. Ignorar isso é discutir jornada em um cenário que não existe. Produtividade baixa não sustenta redução de jornada Aqui está o grande X da questão: o Brasil é pouco produtivo. Enquanto outros países reduzem jornada apoiados em tecnologia, automação e eficiência operacional, grande parte das operações no Brasil ainda depende de processos manuais, baixa digitalização e pouca integração de sistemas.</p>
<p>Os dados confirmam o que a operação mostra no dia a dia: a produtividade do trabalho no Brasil praticamente não cresceu no último ano. Trabalhamos muitas horas para produzir pouco. Reduzir jornada sem elevar produtividade não é avanço estrutural. É redução de capacidade, e um ponto extremamente relevante, que parece ter sido ignorado nas discussões sobre o tema. No transporte rodoviário, isso se traduz em menos viagens, menos entregas, mais ociosidade de frota e maior pressão sobre um sistema que já opera no limite. Porque a conta não fecha? Manter o mesmo nível de serviço com menos dias trabalhados exige mais pessoas. Só que essas pessoas não existem hoje no mercado.</p>
<p>Quando a contratação não acontece, surgem atrasos, quebra de contratos e redução da oferta de transporte. Quando acontece, vem acompanhada de aumento de folha, encargos, treinamento e rotatividade. Nenhuma dessas alternativas é neutra. O custo não fica na transportadora. Ele entra no frete. E o frete entra no preço do alimento, do medicamento, do combustível, do insumo industrial. Quem acha que essa conta não chega ao consumidor final simplesmente não entende como a cadeia logística funciona. Planilha não tem discurso. Ela só mostra o custo real da operação. E no final das contas, como de costume, os custos recaem sobre o consumidor final, aumentando os preços de, praticamente, tudo. O risco silencioso O maior risco não é apenas o encarecimento. É a perda de capacidade do sistema. Logística não tem estoque de tempo. Caminhão parado não entrega amanhã o que não entregou hoje. Quando a logística falha, a indústria para, o varejo sofre e o abastecimento se torna instável.</p>
<p>Em um país altamente dependente do modal rodoviário, mexer na escala de trabalho sem um plano robusto de transição, produtividade e qualificação é assumir um risco sistêmico. O debate precisa subir de nível O Brasil pode, e deve, discutir melhores modelos de jornada. Mas isso precisa ser feito com responsabilidade. Antes de reduzir jornada no transporte rodoviário, é indispensável:</p>
<ul>
<li>investir em tecnologia e eficiência operacional</li>
<li>ampliar a qualificação e valorização da mão de obra</li>
<li>estruturar um plano de transição por atividades críticas</li>
<li>tratar produtividade com a mesma seriedade que se trata jornada</li>
<li>e principalmente, ter certeza de que o país de mão de obra disponível para assumir esse novo modelo.</li>
</ul>
<p>Sem isso, o fim da escala 6&#215;1 corre o risco de ser uma medida bem-intencionada com efeitos graves sobre a logística, a economia e o custo de vida da população. O problema não é a jornada. O problema é tentar mudá-la sem arrumar a casa. E quando a logística desorganiza, o Brasil inteiro sente.</p>
<p>Gislaine Zorzin é diretora administrativa e de novos negócios da Zorzin Logística.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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		<title>Transporte rodoviário de cargas exige novo olhar e soluções</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/transporte-rodoviario-de-cargas-exige-novo-olhar-e-solucoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dandara Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 18:51:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Tecnológica do TRC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A indústria avança em tecnologia, o mercado muda de comportamento, os motoristas enfrentam novas exigências e a sociedade cobra eficiência, sustentabilidade e segurança.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/transporte-rodoviario-de-cargas-exige-novo-olhar-e-solucoes/">Transporte rodoviário de cargas exige novo olhar e soluções</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O transporte rodoviário de cargas brasileiro vive uma travessia histórica. A indústria avança em tecnologia, o mercado muda de comportamento, os motoristas enfrentam novas exigências e a sociedade cobra eficiência, sustentabilidade e segurança. Em meio a essa revolução silenciosa, poucas vozes conseguem enxergar o panorama completo com tanta clareza quanto Roberto Leoncini, executivo que marcou sua trajetória em gigantes como Scania e Mercedes-Benz, sempre ligado à área de vendas, pós-vendas, serviços e relacionamento com o cliente.</p>
<p>Atualmente, Leoncini atua como conselheiro consultivo da Mercedes-Benz e do Grupo Águia Branca, além de mentor de executivos e sucessores de transportadoras. Seu olhar ajuda a compreender por que o setor mudou tanto nos últimos 20 anos e por que os próximos 10 serão decisivos.<img decoding="async" src="https://revive.ggmidia.com.br/www/delivery/lg.php?bannerid=0&amp;campaignid=0&amp;zoneid=18&amp;source={obfs:}&amp;loc=https%3A%2F%2Focarreteiro.com.br%2Fexclusivo%2Ftransporte-rodoviario-de-cargas%2F&amp;cb=99e3266db3" alt="" width="0" height="0" /></p>
<p>Leoncini observa que o transporte brasileiro atravessa um período de redefinição de prioridades, depois de uma década marcada por altos e baixos nas vendas, juros elevados e mudanças tecnológicas profundas. Para ele, o mercado vive um novo grau de complexidade.</p>
<p>“O mercado de caminhões é cíclico, mas agora está diferente. Há uma combinação de fatores como envelhecimento da frota, crédito restrito, falta de motoristas e sucessão mal resolvida, que exigem uma nova forma de pensar o negócio”, afirma.</p>
<p>Ao mesmo tempo, reforça que o transporte segue sendo um setor vital e resiliente, mas que demanda atitudes mais coordenadas entre empresas, governo e indústria. “O transporte é o espelho da economia. Quando ele se move, o País anda. Mas, para continuar avançando, precisamos de governança, eficiência e coragem para enfrentar os problemas estruturais, opina.”</p>
<p>Leoncini resume de forma direta que o setor entrou numa era em que não basta ter caminhão é preciso ter gestão. O veículo deixou de ser o fim e passou a ser o meio. “O mercado ficou mais complexo. Antes a conversa era torque, preço. Hoje falamos de disponibilidade, custo operacional, telemetria, conectividade, ciclo de vida do produto. É outro patamar de exigência”, diz. Segundo ele, essa mudança não partiu apenas das montadoras, mas também da evolução dos transportadores e embarcadores, que se tornaram mais profissionais e orientados por dados.</p>
<p>A idade da frota surge como um dos maiores pontos de atenção nesse novo cenário. Muitos operadores estão esticando demais a vida útil dos veículos, o que afeta produtividade, segurança e imagem. Para Leoncini, falta uma política pública consistente de renovação e, mais do que isso, falta coordenação entre indústria, governo e transportadores para destravar o tema.</p>
<p>“O problema é mais profundo do que parece. Não se trata apenas de ampliar crédito, porque o caminhoneiro autônomo com um veículo de 25 anos, muitas vezes sem comprovação formal de renda ou garantias, não consegue acessar financiamento para um caminhão novo. É preciso criar um modelo estruturado de transição, que envolva programas de recompra, destinação de veículos ineficientes e oportunidades reais de reemprego para quem depende deles”, disse.</p>
<h4>Transporte rodoviário de cargas: Brasil adia discussões importantes como renovação de frota </h4>
<p>Países como a Alemanha já avançaram nesse caminho, enquanto o Brasil segue adiando a discussão e tratando a renovação como um problema social, e não como uma política de produtividade. Leoncini acredita que a falta de fiscalização técnica e ambiental efetiva agrava o quadro. “Não há como falar em segurança ou eficiência com caminhões de três décadas circulando sem inspeção, gerando custos invisíveis em acidentes, poluição e perda de competitividade”.</p>
<p>Outro tema que ganha força na visão do executivo é o papel dos seminovos na dinâmica do transporte brasileiro. Ele destaca que o segmento deixou de ser apenas uma alternativa mais barata e se tornou uma peça fundamental na renovação da frota.</p>
<p>Os programas estruturados de recompra e certificação permitem que caminhões usados ganhem segunda vida com garantia, inspeção técnica e transparência algo essencial para quem não tem acesso ao veículo zero quilômetro. Leoncini reforça que, sem um mercado forte de seminovos, a renovação da frota fica travada, e o ciclo econômico do transporte perde eficiência. “O seminovo é o elo que permite o giro. Sem ele, o mercado para, disse”</p>
<p>Paralelamente, o papel do motorista passou por uma das transformações mais significativas do setor. Ele deixou de ser apenas o condutor para se tornar um operador técnico, capaz de interpretar dados, utilizar sistemas embarcados, trabalhar com telemetria e extrair o máximo da eficiência do veículo.</p>
<p>“Nenhum sistema entrega resultado sem gente qualificada. O motorista é parte central da eficiência da frota. Treinamento hoje não é diferencial é obrigação”, afirma Leoncini. O desafio, porém, é que esse aumento de exigência vem acompanhado de uma dificuldade crescente para atrair novos profissionais. A nova geração é mais conectada, tem outras referências e busca melhores condições de trabalho. Para Leoncini, o setor precisa recuperar o “glamour” da profissão para reduzir o déficit de motoristas, oferecendo perspectiva, segurança e qualidade de vida.</p>
<p>Mas o avanço tecnológico contrasta com uma realidade estrutural que continua atrasada. Leoncini reforça que o Brasil ainda discute produtividade sem resolver o básico. A infraestrutura não é adequada, as estradas oferecem riscos e faltam pontos de parada dignos e suficientes.</p>
<p>“Não existe eficiência se o motorista não consegue descansar. Não existe segurança se ele precisa improvisar um local para dormir. E não existe respeito à profissão quando falta um ambiente minimamente adequado para o trabalhador fazer seu percurso”, comenta. Para ele, essa discrepância entre tecnologia de ponta e infraestrutura deficiente cria uma barreira constante no dia a dia de quem vive da estrada.</p>
<p>Outro ponto importante é a evolução do relacionamento entre montadoras, clientes e concessionários, que migrou de uma lógica comercial para uma lógica de parceria. “Hoje falamos muito mais de solução do que de produto. O cliente compra um caminhão, mas o que ele quer mesmo é disponibilidade. Quer saber que o veículo não vai parar, que terá manutenção adequada, que existe suporte remoto, conectividade, diagnóstico antecipado. Isso muda a forma de trabalhar.” Com a conectividade, a manutenção tornou-se preditiva, a logística ficou mais planejada e os custos mais transparentes.</p>
<p>Leoncini também observa mudanças relevantes na mentalidade dos transportadores. A cultura do improviso vem dando lugar à gestão profissional, ao controle rigoroso de indicadores, à manutenção programada e à análise contínua de performance e consumo. “A competitividade aumentou. Quem não melhora fica para trás. O mercado não perdoa mais decisões mal planejadas”, destaca.</p>
<p>Olhando para o futuro, Leoncini acredita que não haverá uma solução única de energia. Diesel, biometano, elétrico e hidrogênio vão coexistir por muito tempo. “O Brasil é um país continental. O que funciona para uma rota não serve para outra. Não estamos diante de uma substituição; estamos diante de uma expansão de possibilidades.” Para ele, o desafio será equilibrar produtividade, sustentabilidade e responsabilidade social.</p>
<p>Por fim, Leoncini reforça que a evolução do transporte não depende apenas das montadoras. “Transportador, motorista, entidades de classe, governo, concessionárias, todo mundo tem um papel. A cadeia inteira precisa avançar.” Ele sintetiza sua visão com um pensamento direto, o transporte está mudando porque não há outra escolha.</p>
<p>O mundo mudou, o mercado mudou e as demandas são outras. “O futuro já começou. E o Brasil só vai avançar de verdade quando conseguir unir o que já tem de melhor com o que ainda precisa construir. Assim, entre desafios antigos e soluções cada vez mais modernas, a nova era do transporte segue em movimento, conectada, exigente e, acima de tudo, construída por pessoas que continuam carregando o país todos os dias, concluí.”</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>O futuro das entidades de classe no TRC: entre tradição e reinvenção</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-futuro-das-entidades-de-classe-no-trc-entre-tradicao-e-reinvencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 17:31:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Leia o artigo escrito por Ana Jarrouge, Presidente Executiva do SETCESP.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-futuro-das-entidades-de-classe-no-trc-entre-tradicao-e-reinvencao/">O futuro das entidades de classe no TRC: entre tradição e reinvenção</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p id="ember52" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Ao longo dos meus 29 anos de experiência e atuação no setor de Transporte Rodoviário de Cargas, acompanhei de perto as muitas transformações que moldaram o mercado, a forma de liderar e de representar coletivamente os interesses das empresas. Minha trajetória institucional começou no SETCESP, em 2004, como integrante do núcleo da COMJOVEM de São Paulo, e desde então venho exercendo uma atuação cada vez mais ativa na defesa do setor. Hoje, como presidente executiva da entidade, compartilho uma reflexão que considero essencial: o futuro das entidades de classe depende da nossa capacidade de equilibrar tradição e reinvenção, sempre com responsabilidade, escuta e coragem para transformar.</p>
<p id="ember53" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Vivemos um momento em que a representatividade precisa ser ressignificada. A Reforma Trabalhista de 2017 eliminou a obrigatoriedade da contribuição sindical e, com isso, evidenciou um desafio que já vinha se desenhando há anos: a perda de credibilidade das entidades de classe. A história mostra que muitas delas foram conduzidas por gestões pouco transparentes, sem critérios de governança, o que afastou representados e gerou um sentimento de distanciamento. Esse cenário não se restringe às entidades patronais, ele é perceptível também do lado profissional. Não basta mais afirmar que o poder coletivo é importante, hoje as pessoas querem entender os propósitos, os valores, os critérios de gestão e, acima de tudo, querem se identificar com aquilo que apoiam.</p>
<p id="ember54" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A credibilidade não se constrói com discurso, mas com coerência entre o que se fala e o que se pratica. Transparência, prestação de contas, escuta ativa e conexão com as necessidades reais dos representados são pilares que não podem mais ser adiados. As entidades que não fizerem essa leitura correm o risco de se tornarem irrelevantes e a representação institucional só se sustenta quando há respaldo real de sua base.</p>
<p id="ember55" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Acredito que a renovação constante das diretorias é um caminho seguro, consistente e estratégico para equilibrar experiência e inovação. A oxigenação da gestão permite que gerações diferentes convivam de forma complementar, com espaço para escuta e para novos olhares. É também um passo concreto para ampliar o diálogo com a sociedade e com as novas lideranças, tornando a entidade mais conectada com o presente e mais preparada para o futuro.</p>
<p id="ember56" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Os números não mentem: entidades que não se adaptaram à nova realidade enfrentam queda no número de associados e dificuldades para gerar receita e relevância. Isso é um sinal claro de que é preciso mudar.</p>
<p id="ember57" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Mais do que se adaptar, é preciso agir com intencionalidade. A atuação das entidades precisa se expandir para temas emergentes como ESG, diversidade, inovação, transformação cultural, sucessão, governança corporativa e formação de lideranças. Isso não se faz apenas com discursos institucionais, é necessário tratar esses temas com profundidade e clareza, incorporando-os ao planejamento, às ações e à cultura da entidade. Só assim será possível gerar identificação e, mais do que isso, impacto.</p>
<p id="ember58" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A Comissão de Jovens Empresários do TRC (COMJOVEM), inspirada no modelo que nasceu no SETCESP e que é coordenada pela NTC&amp;Logística a nível nacional desde 2008, é um exemplo concreto de ação efetiva. A iniciativa tem atraído jovens empresários, promovido capacitação e impulsionado a renovação das lideranças do setor. Mais do que formar sucessores, a comissão cria pontes entre gerações e estimula uma nova visão de associativismo. É uma prova de que é possível tornar o transporte rodoviário de cargas e suas entidades atrativas para o público jovem, desde que haja espaço, diálogo e oportunidades reais de participação.</p>
<p id="ember59" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A governança corporativa também precisa ser aplicada para dentro das entidades com a mesma ênfase com que é promovida externamente. Falar sobre modernização institucional sem praticá-la internamente é um erro que compromete a confiança e o futuro da representação setorial. As entidades precisam ser exemplo daquilo que defendem.</p>
<p id="ember60" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Acredito profundamente no poder da transformação. Não como um rompimento com o passado, mas como uma evolução natural e necessária. A tradição tem seu valor, mas só continua fazendo sentido quando é capaz de dialogar com os novos tempos.</p>
<p id="ember61" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Na minha visão, o futuro das entidades de classe no TRC será construído por quem tiver coragem de renovar, escutar e agir com propósito. E mesmo que não seja fácil, essa construção começa agora.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Utilizando Big Data e Análise Preditiva para Transformar Operações: Um Guia para Transportadoras Modernas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/utilizando-big-data-e-analise-preditiva-para-transformar-operacoes-um-guia-para-transportadoras-modernas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 18:53:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Utilizando Big Data]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204633809</guid>

					<description><![CDATA[<p>Leia o artigo escrito por Andrea Rocha Carvalho, vice coordenadora COMJOVEM SP – Gestão 2024.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/utilizando-big-data-e-analise-preditiva-para-transformar-operacoes-um-guia-para-transportadoras-modernas/">Utilizando Big Data e Análise Preditiva para Transformar Operações: Um Guia para Transportadoras Modernas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>No mundo cada vez mais digital e conectado do transporte de cargas, o Big Data e a análise preditiva emergem como ferramentas poderosas para otimizar operações, aumentar a eficiência e melhorar a tomada de decisões estratégicas. Este artigo explora como essas tecnologias podem ser aplicadas pelas transportadoras para melhorar a gestão logística, prever demandas de mercado e proporcionar uma vantagem competitiva significativa.</p>
<p><strong>O que é Big Data?</strong></p>
<p>Big Data refere-se ao imenso volume de dados que são gerados diariamente a partir de diversas fontes digitais, como transações comerciais, dispositivos móveis, sensores e redes sociais. O desafio não está apenas na quantidade de dados, mas também na velocidade e variedade das informações que podem ser coletadas e processadas para insights significativos.</p>
<p><strong>Análise Preditiva: A Próxima Fronteira da Inteligência de Dados</strong></p>
<p>A análise preditiva é uma técnica avançada de mineração de dados que utiliza algoritmos e modelos estatísticos para prever eventos futuros com base em padrões identificados nos dados históricos. Ao contrário da análise descritiva, que fornece uma visão do que já aconteceu, a análise preditiva permite às transportadoras antecipar tendências, comportamentos de mercado e necessidades operacionais antes que elas ocorram.</p>
<p><strong>Aplicações de Big Data e Análise Preditiva no Transporte de Cargas</strong></p>
<ol>
<li><strong> Otimização de Rotas e Logística</strong>: Utilizando dados históricos de tráfego, condições meteorológicas, padrões de entrega e preferências dos clientes, as transportadoras podem otimizar rotas de transporte para minimizar custos, reduzir o tempo de entrega e melhorar a eficiência operacional.</li>
<li><strong> Manutenção Preditiva de Veículos</strong>: Monitoramento contínuo de dados de sensores em veículos pode ajudar as transportadoras a prever falhas mecânicas antes que ocorram, permitindo uma manutenção preventiva e reduzindo o tempo de inatividade não planejado.</li>
<li><strong> Previsão de Demanda e Estoques</strong>: Analisando dados de vendas passadas, comportamento do consumidor e tendências de mercado, as transportadoras podem prever com maior precisão a demanda futura por serviços de transporte, planejar melhor o estoque de veículos e recursos, e responder proativamente às flutuações do mercado.</li>
<li><strong> Melhoria da Experiência do Cliente</strong>: Utilizando dados de feedback do cliente, redes sociais e interações online, as transportadoras podem personalizar serviços, antecipar necessidades dos clientes e oferecer uma experiência mais satisfatória e personalizada. Integrando esses dados em um sistema de Gestão de Relacionamento com o Cliente (CRM), as transportadoras podem não apenas entender melhor as preferências individuais dos clientes, mas também criar estratégias de engajamento mais eficazes. O CRM permite o acompanhamento de todas as interações com o cliente ao longo do ciclo de vida, desde a primeira consulta até o suporte pós-venda, garantindo consistência e personalização em cada ponto de contato. Isso não apenas fortalece o relacionamento com o cliente, mas também aumenta a fidelidade à marca e a probabilidade de recompra, impulsionando a vantagem competitiva da transportadora no mercado.</li>
</ol>
<p><strong>Estudo de Caso: Exemplo de Implementação</strong></p>
<p>Para ilustrar os benefícios tangíveis de Big Data e análise preditiva, consideremos a Total Express. Ao integrar dados de GPS de frota, históricos de rotas e padrões de entrega, a empresa conseguiu reduzir seus custos operacionais em 15% ao otimizar rotas de entrega e utilizar recursos de forma mais eficiente. Além disso, ao aplicar modelos preditivos para prever picos sazonais de demanda, a Total Express ajustou seus recursos humanos e capacidade de veículos, melhorando significativamente a satisfação do cliente e a rentabilidade.</p>
<p><strong>Desafios e Considerações Futuras</strong></p>
<p>Apesar dos benefícios claros, a implementação eficaz de Big Data e análise preditiva no transporte de cargas enfrenta desafios, como a integração de sistemas legados, garantia da qualidade dos dados e investimentos em tecnologia e capacitação de pessoal. No entanto, com o avanço contínuo da tecnologia e o acesso a ferramentas analíticas mais sofisticadas, o potencial de transformação no setor de transporte de cargas é imenso.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Em conclusão, Big Data e análise preditiva representam um novo paradigma no transporte de cargas, capacitando as transportadoras a operar de maneira mais inteligente, eficiente e competitiva em um mercado globalizado e dinâmico. Ao adotar uma abordagem centrada em dados, as transportadoras não apenas podem melhorar suas operações internas, mas também antecipar tendências de mercado, responder rapidamente às mudanças e oferecer serviços personalizados que atendam às expectativas crescentes dos clientes.</p>
<p>Investir em Big Data e análise preditiva não é apenas uma estratégia de curto prazo para ganhar vantagem competitiva, mas também um investimento estratégico para o futuro, garantindo crescimento sustentável e inovação contínua no transporte de cargas.</p>
<p><em>Andréa Rocha Carvalho </em><br /><em>Vice coordenadora COMJOVEM SP – Gestão 2024</em></p></div>
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		<item>
		<title>Segurança Cibernética no Transporte de Cargas: Protegendo o Fluxo Global de Mercadorias</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/seguranca-cibernetica-no-transporte-de-cargas-protegendo-o-fluxo-global-de-mercadorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 19:36:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Andrea Rocha Carvalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204633554</guid>

					<description><![CDATA[<p>Leia o artigo escrito por Andrea Rocha Carvalho, vice coordenadora COMJOVEM SP – Gestão 2024.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>No cenário atual de transporte de cargas globalizado e altamente conectado, a segurança cibernética emergiu como uma preocupação crítica. Com o aumento da digitalização e da interconexão de sistemas, as transportadoras enfrentam desafios significativos para proteger suas operações contra ameaças cibernéticas cada vez mais sofisticadas. Este artigo explora os riscos específicos enfrentados pelo setor de transporte de cargas e examina as melhores práticas e soluções para mitigar essas ameaças.</p>
<p><strong>Desafios de Segurança Cibernética no Transporte de Cargas</strong></p>
<ol>
<li><strong> Dependência de Sistemas Digitais</strong>: As modernas operações de transporte de cargas dependem fortemente de sistemas digitais para rastreamento de cargas, gerenciamento logístico, comunicações com clientes e parceiros, entre outros. Essa dependência aumenta a superfície de ataque para hackers e cibercriminosos que buscam explorar vulnerabilidades em sistemas mal protegidos.</li>
<li><strong> Riscos de Interrupção de Serviços</strong>: Um ciberataque bem-sucedido pode resultar na interrupção das operações críticas de transporte, causando atrasos significativos, perda de confiança dos clientes e impacto financeiro adverso para as transportadoras.</li>
<li><strong> Roubo de Dados Sensíveis</strong>: Informações confidenciais, como dados de clientes, informações de rotas e itinerários são alvos atrativos para cibercriminosos, que podem utilizar esses dados para extorsão, fraude ou outros tipos de crimes cibernéticos.</li>
<li><strong> Impacto na Segurança Física</strong>: Além dos impactos digitais, um comprometimento da segurança cibernética pode ter ramificações na segurança física das cargas transportadas, criando potenciais vulnerabilidades para roubo ou manipulação durante o transporte.</li>
</ol>
<p><strong>O Caso da Invasão Cibernética na Braspress</strong></p>
<p>Recentemente, a Braspress, uma das maiores transportadoras de carga fracionada do Brasil, enfrentou um incidente sério de invasão cibernética. Hackers conseguiram acessar seus sistemas internos, comprometendo dados sensíveis e causando interrupções significativas nas operações. Este incidente destacou a vulnerabilidade das transportadoras à ameaças cibernéticas e ressaltou a necessidade urgente de medidas robustas de segurança cibernética dentro do setor de transporte de cargas.</p>
<p><strong>Medidas de Proteção e Melhores Práticas</strong></p>
<ol>
<li><strong> Educação e Conscientização</strong>: Treinamento regular de funcionários sobre práticas seguras de tecnologia da informação e conscientização sobre ameaças cibernéticas é fundamental para mitigar riscos. Isso inclui reconhecimento de <em>phishing</em>, segurança de senhas e práticas seguras de navegação na internet.</li>
<li><strong> Implementação de Políticas de Segurança Cibernética</strong>: Desenvolver e implementar políticas robustas de segurança cibernética que abranjam todos os aspectos da operação, desde a proteção de redes e sistemas até o gerenciamento de acesso e incidentes.</li>
<li><strong> Atualizações de Software e Patches</strong>: Manter sistemas operacionais, aplicativos e dispositivos atualizados com as últimas correções de segurança é essencial para mitigar vulnerabilidades conhecidas que podem ser exploradas por hackers.</li>
<li><strong> Uso de Tecnologias Avançadas</strong>: Implementar tecnologias como firewalls, sistemas de detecção e prevenção de intrusões (IDS/IPS), criptografia de dados e autenticação multifatorial para proteger redes e dados críticos contra acessos não autorizados.</li>
<li><strong> Parcerias e Colaborações</strong>: Colaborar com especialistas em segurança cibernética e participar de iniciativas de compartilhamento de informações sobre ameaças (como ISACs &#8211; Information Sharing and Analysis Centers) pode fortalecer a postura de segurança cibernética da transportadora.</li>
</ol>
<p><strong>Estudo de Caso: Exemplo de Boas Práticas</strong></p>
<p>Para exemplificar a implementação eficaz de medidas de segurança cibernética, consideremos a UPS, que adotou uma abordagem proativa para proteger suas operações. A empresa investiu em uma infraestrutura de segurança robusta, incluindo firewalls de próxima geração, monitoramento contínuo de rede e treinamento regular de conscientização para seus funcionários. Além disso, estabeleceram políticas claras de resposta a incidentes e conduzem auditorias regulares para identificar e corrigir vulnerabilidades.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Em um ambiente cada vez mais digitalizado e interconectado, a segurança cibernética no transporte de cargas não é apenas uma preocupação operacional, mas também uma questão de proteção da reputação e sustentabilidade dos negócios. Ao adotar uma abordagem proativa e implementar medidas de segurança cibernética robustas, as transportadoras podem mitigar riscos, proteger seus ativos e garantir a continuidade de suas operações em um ambiente digitalmente seguro.</p>
<p>Investir em segurança cibernética não é apenas uma necessidade, mas uma estratégia de longo prazo para enfrentar os desafios crescentes de um mundo digitalizado, garantindo confiança e segurança aos seus clientes e parceiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Andrea Rocha Carvalho </strong></p>
<p><strong>Vice coordenadora COMJOVEM SP – Gestão 2024</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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		<title>Transformando o Futuro da Logística: Blockchain e Contratos Inteligentes em empresas do setor de transporte</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/transformando-o-futuro-da-logistica-blockchain-e-contratos-inteligentes-em-empresas-do-setor-de-transporte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2025 18:56:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o avanço da tecnologia, soluções inovadoras como blockchain e contratos inteligentes estão emergindo como potenciais catalisadores de transformação para empresas do setor, incluindo a Maersk, a maior transportadora marítima do mundo.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/transformando-o-futuro-da-logistica-blockchain-e-contratos-inteligentes-em-empresas-do-setor-de-transporte/">Transformando o Futuro da Logística: Blockchain e Contratos Inteligentes em empresas do setor de transporte</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Introdução</strong></p>
<p>No dinâmico mundo da logística e transporte, a eficiência, segurança e transparência são cruciais para o sucesso das operações. Com o avanço da tecnologia, soluções inovadoras como blockchain e contratos inteligentes estão emergindo como potenciais catalisadores de transformação para empresas do setor, incluindo a Maersk, a maior transportadora marítima do mundo.</p>
<p><strong>O que é Blockchain?</strong></p>
<p>Blockchain é uma tecnologia revolucionária que funciona como um livro-razão digital distribuído e imutável. Em vez de depender de uma autoridade centralizada, como um banco ou governo, o blockchain utiliza um sistema descentralizado no qual cada transação é registrada e verificada por uma rede de participantes. Cada bloco de informações é criptograficamente ligado ao anterior, formando uma cadeia contínua e segura de registros.</p>
<p>Entre suas principais características estão a transparência, segurança e resistência a alterações. Essas qualidades fazem do blockchain uma solução ideal para resolver desafios comuns enfrentados pelas transportadoras, como rastreamento de carga e segurança de transações.</p>
<p><strong>Aplicações de Blockchain na Maersk</strong></p>
<p><strong>Rastreamento e Gerenciamento de Carga</strong>: Um dos maiores benefícios do blockchain para a Maersk é a melhoria na visibilidade e rastreabilidade das remessas. Usando blockchain, cada etapa do processo de transporte pode ser registrada de forma transparente e imutável, desde a origem até o destino final. Isso não só reduz o risco de perdas e atrasos, mas também aumenta a confiança dos clientes na eficiência da transportadora.</p>
<p><strong>Pagamentos e Transações Seguras</strong>: Além do rastreamento de carga, a tecnologia blockchain oferece soluções robustas para pagamentos e transações seguras. Utilizando criptomoedas e contratos inteligentes, a Maersk pode realizar pagamentos instantâneos entre clientes, transportadoras e fornecedores, eliminando intermediários e reduzindo custos de transação.</p>
<p><strong>Contratos Inteligentes: O Futuro dos Acordos na Logística</strong></p>
<p>Contratos inteligentes são programas autoexecutáveis baseados em blockchain que facilitam, verificam ou executam a negociação ou execução de um contrato. Eles funcionam com base em condições pré-programadas e são executados automaticamente quando essas condições são atendidas. Na prática, isso significa que a Maersk pode automatizar muitos processos contratuais, como acordos de pagamento e entrega, reduzindo significativamente o tempo e os custos associados à administração manual de contratos.</p>
<p><strong>Estudo de Caso: Implementação na Maersk</strong></p>
<p>Para ilustrar o impacto prático do blockchain e dos contratos inteligentes, consideremos um exemplo na Maersk. Ao implementar o blockchain para rastreamento de carga, a transportadora conseguiu reduzir disputas de responsabilidade por perdas de carga, melhorando a confiança dos clientes e parceiros. Além disso, através de contratos inteligentes, a Maersk automatizou o processo de pagamento de frete, garantindo que os pagamentos fossem liberados automaticamente após a entrega bem-sucedida das mercadorias.</p>
<p><strong>Desafios e Considerações Futuras</strong></p>
<p>Apesar dos benefícios claros, a adoção generalizada de blockchain e contratos inteligentes na logística enfrenta desafios significativos. Questões regulatórias, custos de implementação e a necessidade de treinamento de pessoal são alguns dos obstáculos que as transportadoras precisam superar. No entanto, com a rápida evolução da tecnologia e o potencial de melhorar drasticamente a eficiência operacional, o futuro parece promissor para empresas dispostas a investir nessas inovações.</p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>O blockchain e os contratos inteligentes estão revolucionando a logística e o transporte, oferecendo novas maneiras de melhorar a eficiência, segurança e transparência das operações da Maersk. Ao adotar essas tecnologias emergentes, as transportadoras não apenas podem ganhar vantagem competitiva, mas também transformar fundamentalmente a maneira como o setor opera no século XXI. Com visão estratégica e investimento adequado, a Maersk está preparada para liderar o caminho rumo a um futuro mais eficiente e conectado na logística global.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Andrea Rocha Carvalho </strong></p>
<p><strong>Vice coordenadora COMJOVEM SP – Gestão 2024</strong></p></div>
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		<item>
		<title>Queremos saber sua opinião!</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/queremos-saber-sua-opiniao-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Mar 2024 12:18:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[saber]]></category>
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<p>Respondendo esta rápida pesquisa, você nos ajuda a entender como podemos melhorar e oferecer, cada vez mais, informações e serviços que sejam relevantes para você e para a tomada de decisões na sua empresa.</p>
<p>A pesquisa é rápida e fácil de responder. Leva apenas 2 minutos.</p>
<p>Obrigado pelo seu tempo e colaboração!</p></div>
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		<title>Queremos saber sua opinião!</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/queremos-saber-sua-opiniao-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 14:03:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[saber]]></category>
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			</item>
		<item>
		<title>População tem até 3 de março para contribuir com o novo Plano de Dados Abertos do Ministério dos Transportes</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/populacao-tem-ate-3-de-marco-para-contribuir-com-o-novo-plano-de-dados-abertos-do-ministerio-dos-transportes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2024 14:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério dos Transportes]]></category>
		<category><![CDATA[plano de dados abertos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204620338</guid>

					<description><![CDATA[<p>Interessados podem encaminhar sugestões por meio da plataforma Participa + Brasil, a fim de colaborar para a construção do plano deste biênio.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Para fortalecer a participação social e identificar os interesses da população sobre os dados disponíveis no Ministério dos Transportes, foi aberta, na segunda-feira (19), a consulta pública que culminará no novo Plano de Dados Abertos (2024-2025). Interessados terão até 3 de março para encaminhar sugestões e contribuições ao plano, por meio da plataforma <a class="external-link" title="" href="https://www.gov.br/participamaisbrasil/participacao-elaboracao-pda" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Participa + Brasil</a>.</p>
<p>A medida tem como objetivo auxiliar o Ministério dos Transportes a identificar quais bases de dados tem mais relevância e utilidade para a população, de forma que essas informações sejam livremente acessadas e compartilhadas por qualquer pessoa. Como praticamente todo dado governamental é público, exceto aqueles que contenham conteúdo sigiloso protegido por lei, é fundamental que o governo implemente políticas para disponibilizá-lo de modo útil e seguro.</p>
<p>Entre as bases de interesse que poderão ser incluídas no planejamento, estão os dados georreferenciados das malhas rodoviária e ferroviária, a execução físico-financeira das obras públicas e a carteira do Novo PAC.</p>
<p>A consulta também conta com um espaço para sugestões e considerações por parte dos cidadãos. Após o período de levantamento de contribuições da sociedade, o plano deste biênio será finalizado e publicado até 31 de março.</p>
<p><b>Dados abertos<br /></b>O Plano de Dados Abertos é o instrumento que operacionaliza a Política de Dados Abertos do Executivo federal, instituída pelo <a class="external-link" title="" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/decreto/d8777.htm" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Decreto nº 8.777/2016</a>, e planeja as ações que visam a abertura e sustentação de dados nas organizações públicas. Cada órgão tem a obrigação de elaborar um plano, com vigência de dois anos. Esta é a quarta edição do plano do Ministério dos Transportes, o que torna público e transparente o compromisso e as estratégias adotadas pelo órgão.</p>
<p>Entre os principais objetivos estão: promover a publicação de dados contidos em bases de dados de órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional sob a forma de dados abertos; aprimorar a cultura de transparência pública; e franquear aos cidadãos o acesso, de forma aberta, aos dados produzidos ou acumulados pelo Executivo federal.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>CNT divulga os resultados da nova edição da Pesquisa de Opinião</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/cnt-divulga-os-resultados-da-nova-edicao-da-pesquisa-de-opiniao-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 15:41:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[resultados]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204619541</guid>

					<description><![CDATA[<p>O levantamento traz avaliação do primeiro ano do governo Lula e compara com os resultados obtidos quando Bolsonaro completou o seu primeiro ano de mandato, entre outras questões do momento atual.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/cnt-divulga-os-resultados-da-nova-edicao-da-pesquisa-de-opiniao-3/">CNT divulga os resultados da nova edição da Pesquisa de Opinião</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A 160ª Pesquisa CNT de Opinião, divulgada hoje (23), mostra a avaliação do primeiro ano do governo e o desempenho do presidente Lula e também a aprovação e desaprovação de medidas do governo federal, bem como as duas áreas consideradas pelos entrevistados com o melhor e o pior desempenhos. Além disso, o levantamento traz a expectativa para emprego, renda, educação, saúde e segurança; percepção sobre inteligência artificial; realização do Concurso Nacional Unificado. A pesquisa, realizada entre os dias 18 e 21 de janeiro, entrevistou 2.002 pessoas em todo Brasil. A Pesquisa CNT de Opinião tem mais de duas décadas de existência. Nas últimas eleições, foi a que apresentou um dos maiores índices de precisão nos resultados entre os institutos que divulgaram prognósticos de intenções de voto.</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="100%">
<p><strong>Informações da pesquisa:</strong></p>
<p>Data de realização: 18 a 21 de janeiro de 2024</p>
<p>Entrevistas: 2.002</p>
<p>Margem de erro: 2,2 p.p.</p>
<p>Nível de confiança: 95%</p>
<p>Contratante: CNT</p>
<p>Instituto contratado: MDA</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="https://cnt.org.br/documento/14ee0a93-33c1-413c-bc68-ed3c5313ab16" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Acesse a íntegra do relatório da 160ª Pesquisa CNT de Opinião.</a></p>
<p><em>Foto: Divulgação Agência CNT Transporte Atual</em></p></div>
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