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	<title>Arquivos Motivação &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Motivação &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Ética e inteligência artificial: cinco perguntas-chave para ajudar empresas a lidar com esse dilema</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/etica-e-inteligencia-artificial-cinco-perguntas-chave-para-ajudar-empresas-a-lidar-com-esse-dilema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dandara Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 18:23:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se uma empresa não consegue explicar publicamente uma decisão apoiada por IA, o problema não é tecnológico, é de governança. Se a responsabilidade não é clara, o risco é inevitável.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Se uma empresa não consegue explicar publicamente uma decisão apoiada por IA, o problema não é tecnológico, é de governança. Se a responsabilidade não é clara, o risco é inevitável</em></p>
<p>O presidente do Banco Central dos Estados Unidos, Jerome Powell, afirmou em uma entrevista no final do ano passado que “a criação de empregos está praticamente em zero”. Uma das razões apontadas é a inteligência artificial, que permite produzir mais com menos pessoas. Poucas semanas depois, a Amazon anunciou a demissão de 16 mil funcionários, citando, entre outros fatores, os avanços em IA. Empresas brasileiras, como o Mercado Livre, também começaram a justificar demissões com ganhos de eficiência tecnológica. Porém, a culpa é realmente da tecnologia?</p>
<p>Em janeiro, a Meta firmou contratos para abastecer seus clusters de IA com energia nuclear. A capacidade envolvida deve chegar a 6,6 GW — mais do que toda a demanda de energia do estado americano de New Hampshire. Com investimentos semelhantes de Amazon e Google, a produção de energia nuclear voltada para data centers pode triplicar até 2050. No Brasil, a extensão das licenças de Angra 1 também passou a ser discutida à luz da crescente demanda de IA. Você concorda, de fato, com o uso de energia nuclear para alimentar sistemas de inteligência artificial?</p>
<p>Para aumentar o engajamento dos usuários, o Facebook utiliza algoritmos que identificam e amplificam conteúdos frequentemente extremos ou ligados a teorias da conspiração e à desinformação. O problema não está no algoritmo em si, mas no modelo de negócio que prioriza engajamento acima de tudo. A falha ética não é o código, é o incentivo atrelado ao modelo de negócio.</p>
<p>A maioria dos problemas éticos associados à IA não decorre de “algoritmos errados”, mas de decisões humanas. E quase sempre há um stakeholder que não estava à mesa quando essas decisões foram tomadas: o stakeholder invisível.</p>
<p>Para ajudar empresas a lidar com esses dilemas, proponho um radar ético de IA, com cinco perguntas-chave:</p>
<ol>
<li>O que estamos otimizando, automatizando ou influenciando com essa tecnologia? Quais incentivos moldaram essa decisão? Quem se beneficia diretamente da implementação?</li>
<li>Quem perde? Quem é afetado, mas não está na sala? Quem é o stakeholder invisível?</li>
<li>Responsabilidade: se a implementação causar danos, quem responde? Somos capazes de explicar a decisão às pessoas afetadas, sem transferir a culpa para a IA?</li>
<li>Desvio de uso: o que acontece se a tecnologia for utilizada para fins para os quais não foi desenhada, inclusive de forma maliciosa?</li>
<li>Teste da legitimidade: eu conseguiria defender essa decisão no Jornal Nacional?</li>
</ol>
<p>Se uma empresa não consegue explicar publicamente uma decisão apoiada por IA, o problema não é tecnológico, é de governança. Se a responsabilidade não é clara, o risco é inevitável. Mesmo quando uma decisão está dentro da lei, a governança precisa avaliar seus riscos reputacionais e sociais.</p>
<p>Sempre que um sistema de IA afeta pessoas, essas pessoas precisam ajudar a moldar a decisão. As vozes que tipicamente ficam de fora são as de empregados, usuários, pessoas que fornecem dados e a sociedade em geral.</p>
<p>A Microsoft, por exemplo, implementou um padrão de IA responsável e criou um conselho ético com poder real de veto. Todos os lançamentos de novos produtos passam por esse conselho. Nesse modelo, a ética está integrada à governança e garante que stakeholders invisíveis sejam considerados.</p>
<p>A ética da IA não é, no fundo, uma questão tecnológica. É uma questão de desenho organizacional: estruturas que permitam detectar danos, aprender com eles e manter a legitimidade no longo prazo. A governança da sua organização está preparada para o uso da IA?</p></div>
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		<title>Na Boleia do Brasil: na Via Dutra, Renan Filho anuncia primeiro serviço de saúde voltado a caminhoneiros</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/na-boleia-do-brasil-na-via-dutra-renan-filho-anuncia-primeiro-servico-de-saude-voltado-a-caminhoneiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jan 2026 18:12:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[caminhoneiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o último dia da caravana pelo Sudeste, ministro dos Transportes visitou obras estratégicas em São Paulo e no Rio de Janeiro.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/na-boleia-do-brasil-na-via-dutra-renan-filho-anuncia-primeiro-servico-de-saude-voltado-a-caminhoneiros/">Na Boleia do Brasil: na Via Dutra, Renan Filho anuncia primeiro serviço de saúde voltado a caminhoneiros</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="documentDescription"><em>Durante o último dia da caravana pelo Sudeste, ministro dos Transportes visitou obras estratégicas em São Paulo e no Rio de Janeiro</em></div>
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<p>Percorrendo a Via Dutra (BR-116/RJ-SP), principal corredor logístico por onde escoam produtos essenciais consumidos por milhões de brasileiros, o ministro dos Transportes, Renan Filho, anunciou, nesta sexta-feira (16), durante a etapa final da caravana “Na Boleia do Brasil” no Sudeste do país, a implantação da primeira unidade de saúde voltada exclusivamente a motoristas de carga em um Ponto de Parada e Descanso (PPD). A estrutura está localizada em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo.</p>
<p>A unidade é a maior entre as oito já em operação nas rodovias federais concedidas e recebe, em média, 276 veículos por dia. Um dos usuários, o caminhoneiro Cláudio da Silva, comemora a iniciativa, que oferece apoio à categoria, frequentemente exposta a problemas de saúde durante longas jornadas nas estradas.</p>
<p>Desde a inauguração do PPD, construído pela empresa Motiva na Via Dutra em 2024, cerca de 140 mil caminhões já passaram pelo local.</p>
<p>“O caminhoneiro só paga se permanecer mais de 12 horas, uma medida pensada para evitar o uso como estacionamento fixo e garantir a rotatividade. A estrutura oferece banheiros, refeitório, área de descanso, lavanderia, barbearia e, agora, serviços de saúde. Foi um pedido direto do presidente Lula ao Ministério dos Transportes, que já implantou oito unidades no país”, afirmou Renan Filho.</p>
<p>Diante da crescente demanda por profissionais responsáveis pelo escoamento da produção nacional, o Ministério dos Transportes passou a incluir, nos contratos da nova carteira de ativos rodoviários concedidos à iniciativa privada, a previsão para a construção de novos PPDs em todo o país.</p>
<p>A medida atende aos critérios da Lei nº 13.103/2015, que busca promover a segurança viária, reduzir a fadiga dos motoristas e prevenir sinistros, garantindo condições adequadas de repouso.</p>
<p><strong>Requalificação ferroviária</strong></p>
<p>Em Barra Mansa, no Rio de Janeiro, a comitiva ministerial visitou as obras de readequação da linha férrea no município. O projeto recebe investimentos de R$ 68,5 milhões do Governo do Brasil e tem como objetivo solucionar um dos gargalos logísticos da infraestrutura nacional que historicamente impactavam a rotina da população local.</p>
<p>As intervenções visam transferir as manobras operacionais dos trilhos da área urbana central, sem prejuízo às concessionárias. A iniciativa também permitirá a cessão dos espaços remanescentes à prefeitura, além da execução de obras complementares, como a adaptação do viaduto ferroviário para uso rodoviário, com inauguração prevista ainda para janeiro deste ano.</p>
<p>Rosa Maria, moradora do município, relata os contratempos enfrentados no passado devido à presença da linha férrea no perímetro urbano.</p>
<p>Dividido em quatro fases, o projeto está com a terceira etapa em fase final de execução, com cerca de 90% dos serviços concluídos. A implantação de pontes, viadutos, passarelas e a reorganização da mobilidade tendem a reduzir ou eliminar conflitos, promovendo mais segurança e qualidade de vida para a população.</p>
<p>“Essa será uma cidade transformada, com mais oportunidades para todos. Estamos atendendo a uma demanda antiga da população e nos sentimos orgulhosos por isso. As famílias que moravam em áreas afetadas foram realocadas, tudo para melhorar a qualidade de vida das pessoas”, destacou Renan Filho.</p>
<p>“Essa obra vai servir para a coisa mais importante que existe: agilizar a vida das pessoas. Com uma rotina mais eficiente, Barra Mansa estará mais preparada para receber investimentos. E investimento significa geração de empregos”, completou.</p>
<p>Ao final da agenda, a Câmara Municipal de Barra Mansa homenageou o ministro dos Transportes, destacando o compromisso público e a atenção às demandas regionais que têm impulsionado avanços na infraestrutura, na mobilidade e no desenvolvimento do município, com benefícios diretos à população.</p>
<p><strong>Melhorias na BR-393/RJ</strong></p>
<p>Ainda nesta sexta-feira, o ministro Renan Filho autorizou o início das obras de manutenção de 103,3 quilômetros da BR-393/RJ. Serão investidos aproximadamente R$ 17 milhões em melhorias no pavimento e na sinalização, no trecho entre os km 185,3 e 288,6, que abrange os municípios de Paraíba do Sul, Barra do Piraí, Vassouras e Volta Redonda.</p>
<p>Morador da região há 25 anos, Bernardo Coutinho avalia que as intervenções vão melhorar o tráfego em um trecho com grande circulação de veículos leves e pesados.</p>
<p>“É uma rodovia por onde passa muito transporte de carga, corta a cidade inteira e tem apenas uma faixa. Com isso, os carros acabam presos atrás dos caminhões, sem conseguir ultrapassar”, relatou.</p>
<p>Outro segmento da BR-393/RJ, entre os km 105 e 185, que passa pelos municípios de Sapucaia, Três Rios e Paraíba do Sul, já está contemplado em outro contrato de manutenção, assinado em outubro de 2025 pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).</p>
<p>Com essas duas frentes de trabalho, a autarquia busca restabelecer, o quanto antes, a funcionalidade da rodovia, devolvendo aos usuários condições adequadas e mais seguras de trafegabilidade.</p>
<p><strong>Na Boleia do Brasil</strong></p>
<p>A caravana Na Boleia do Brasil é uma continuidade do projeto iniciado em novembro de 2025, quando o ministro percorreu, de caminhão, o trajeto entre Brasília e Belém (PA), em preparação para a COP30, vistoriando obras ao longo de cinco dias.</p>
<p>Nesta etapa, o foco foi a Região Sudeste, que concentra cerca de 53% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e responde por mais de 60% da produção industrial do país.</p>
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		<item>
		<title>Janeiro branco: Entenda campanha em prol da saúde mental em 2026</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/janeiro-branco-entenda-campanha-em-prol-da-saude-mental-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 19:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental no trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O psicólogo que criou a campanha em 2014, destaca que o país vive um momento paradoxal: enquanto o sofrimento cresce, aumenta também a mobilização para discutir saúde mental</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O psicólogo que criou a campanha em 2014, Leonardo Abrahão, destaca que o país vive um momento paradoxal: enquanto o sofrimento cresce, aumenta também a mobilização para discutir saúde mental</p>
<p>Este mês é marcado pelo Janeiro Branco, iniciativa que tem o objetivo de promover a saúde mental e incentivar reflexões sobre bem-estar emocional no Brasil. Em 2026, a campanha adotará o lema “Paz. Equilíbrio. Saúde Mental.” e terá o post-it como símbolo do movimento.</p>
<p>A campanha foi transformada em Lei Federal em 2023 e estabelece que “nos meses de janeiro serão realizadas campanhas nacionais de conscientização da população sobre a saúde mental, que abordarão a promoção de hábitos e ambientes saudáveis e a prevenção de doenças psiquiátricas, com enfoque especial à prevenção da dependência química e do suicídio”.</p>
<p><strong>Origem do movimento</strong></p>
<p>O Janeiro Branco foi criado em 2014 pelo psicólogo Leonardo Abrahão, em Uberlândia (MG). De acordo com o idealizador, a iniciativa nasceu com o propósito de sensibilizar a população sobre o cuidado emocional e incentivar a busca por apoio psicológico quando necessário.</p>
<p>Segundo o Instituto de Desenvolvimento Humano Janeiro Branco (IDHJB), organização responsável atualmente pela coordenação nacional da campanha, o movimento se consolidou ao longo dos anos com apoio de profissionais, instituições públicas e privadas e cidadãos que participam de ações educativas durante o mês de janeiro.</p>
<p>De acordo com Abrahão, a escolha de janeiro está relacionada ao simbolismo do recomeço, que favorece reflexões sobre a própria história e as emoções de cada pessoa.</p>
<p>Ele também afirma que, na visão dele, a campanha existe para reforçar que o cuidado com a mente não deve ser tratado como alternativa, mas como condição essencial para uma sociedade que consiga promover equilíbrio e relações mais responsáveis.</p>
<p>&#8220;A Campanha Janeiro Branco existe justamente para nos lembrar que cuidar da mente não é uma alternativa, é o caminho para uma sociedade mais justa, equilibrada e verdadeiramente humana&#8221;, afirma Abrahão.</p>
<p><strong>O lema “Paz. Equilíbrio. Saúde Mental.”</strong></p>
<p>Para janeiro deste ano, o IDHJB adotou o lema “Paz. Equilíbrio. Saúde Mental.”. De acordo com o psicólogo idealizador, a escolha desse lema vem em meio a uma tendência que o mundo vive de &#8220;excesso de estímulos, conflitos, ruídos, demandas e instabilidades que exaurem a capacidade humana de respirar e existir com inteireza.&#8221;</p>
<p>Diante disso, o tema serve como um convite para desacelerar, reorganizar prioridades e reconhecer que a busca por paz tem dimensão política, emocional e cultural, segundo Abrahão.</p>
<p>&#8220;Falar de paz e de equilíbrio, hoje, é afirmar que ninguém merece viver em permanente estado de alerta; é reivindicar condições de vida que permitam que cada pessoa possa florescer sem precisar adoecer no caminho.&#8221;</p>
<p>A identidade visual deste ano utiliza o post-it como símbolo nacional. Segundo Abrahão, o uso do objeto foi escolhido devido ao seu significado cultural. Ele afirma que o post-it é tradicionalmente associado à pressa, à cobrança e aos lembretes de prazos, mas que a campanha pretende ressignificá-lo ao propor que o material se transforme em espaço de pausa, reflexão e cuidado.</p>
<p><strong>2025 mostrou que a saúde mental segue presente no Brasil</strong></p>
<p>A pesquisa Ipsos Health Service Report 2025, divulgada no ano passado, indicou que 52% dos brasileiros consideram a saúde mental o principal problema de saúde do país. Segundo a empresa, o índice supera temas como câncer, que registrou 37% de menções. A Ipsos afirmou também que o resultado representa aumento em relação a 2018, quando 18% dos entrevistados tinham essa percepção sobre saúde mental.</p>
<p>Com esse percentual, a Ipsos colocou o Brasil como o décimo país com maior preocupação com o tema entre os 30 avaliados. O Chile liderou o ranking, com 68% da população preocupada com o tema. A pesquisa ouviu 23.172 adultos em 30 países e aproximadamente mil brasileiros, com margem de erro de 3,5 pontos percentuais.</p>
<p>Em um outro levantamento, divulgado pela empresa brasileira de cartões de benefícios VR em outubro, mostrou aumento nas médias mensais de afastamentos do trabalho por problemas de saúde mental entre janeiro e agosto de 2025, em comparação com igual período do ano anterior.</p>
<p>De acordo com os dados, foram 5.355 afastamentos ao longo de 2025, dentro de um universo de 1,2 milhão de trabalhadores de 30 mil empresas.</p>
<p>De acordo com os dados, foram 5.355 afastamentos no período do ano passado, o que representa média de 669 por mês ante 283 mensais em 2024. O estudo ouviu 1,2 milhão de trabalhadores de 30 mil empresas no Brasil.</p>
<p>Em outro estudo divulgado no ano passado (Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026, da plataforma Wellhub), indicou que 86% dos brasileiros entrevistados relataram ter experimentado sintomas da Síndrome de Burnout, que é um distúrbio emocional, ao longo de 2025. O estudo ouviu mais de 5 mil trabalhadores de dez países, em que 500 a 505 respostas foram coletadas no Brasil.</p>
<p>Nesse cenário, Abrahão afirma que o país vive um momento que ele classifica como paradoxal, em que o sofrimento emocional cresce, mas cresce também a consciência social sobre a necessidade de discutir o tema.</p>
<p>&#8220;O Brasil ainda enfrenta índices alarmantes, mas, diferente de outras épocas, hoje existe menos silêncio e mais mobilização social, institucional e política. Ainda não estamos avançando na velocidade necessária, mas já deixamos de estar parados.&#8221;</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>CNT divulga pesquisa “Perfil e Preferências dos Caminhoneiros” de 2025, que mostra como os motoristas avaliam sua rotina de trabalho</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/cnt-divulga-pesquisa-perfil-e-preferencias-dos-caminhoneiros-de-2025-que-mostra-como-os-motoristas-avaliam-sua-rotina-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 18:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa CNT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No levantamento também aparece as prioridades dos profissionais em relação às regulamentações das condições de trabalho</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/cnt-divulga-pesquisa-perfil-e-preferencias-dos-caminhoneiros-de-2025-que-mostra-como-os-motoristas-avaliam-sua-rotina-de-trabalho/">CNT divulga pesquisa “Perfil e Preferências dos Caminhoneiros” de 2025, que mostra como os motoristas avaliam sua rotina de trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A CNT (Confederação Nacional dos Transportes) divulgou a nova edição da pesquisa “Perfil e Preferências dos Caminhoneiros”. Nela aparece as prioridades dos profissionais em relação às regulamentações das condições de trabalho.</p>
<p>Entre os dados apurados o levantamento apontou que:</p>
<ul>
<li>53% dos motoristas autônomos e 54% dos caminhoneiros de transportadoras aprovam a pausa de 30 minutos.</li>
<li>58% dos motoristas autônomos e 49% dos caminhoneiros de transportadoras acham 11 horas de descanso “mais do que suficientes”.</li>
<li>Cerca de 70% preferem fracionar o descanso em 8h + 3h.</li>
</ul>
<p>&gt;&gt; <a href="https://cdn.cnt.org.br/diretorioVirtual/e291a057-703a-4ee5-8849-e276ebe749c0.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Clique aqui e confira outras informações do estudo acessando a pesquisa na íntegra</strong></a> &lt;&lt;</p></div>
			</div>
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			</div>
				
				
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/cnt-divulga-pesquisa-perfil-e-preferencias-dos-caminhoneiros-de-2025-que-mostra-como-os-motoristas-avaliam-sua-rotina-de-trabalho/">CNT divulga pesquisa “Perfil e Preferências dos Caminhoneiros” de 2025, que mostra como os motoristas avaliam sua rotina de trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Últimos dias para participar da Campanha de Doação de Sangue da COMJOVEM SP</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/comjovem-sp-lanca-campanha-para-incentivar-a-doacao-de-sangue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 16:34:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COMJOVEM]]></category>
		<category><![CDATA[Diretorias de Especialidades]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha Doação de sangue]]></category>
		<category><![CDATA[COMJOVEM Salva Vidas]]></category>
		<category><![CDATA[NTC&Logística]]></category>
		<category><![CDATA[salvar vidas]]></category>
		<category><![CDATA[setcesp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204638115</guid>

					<description><![CDATA[<p>Doar sangue é um ato de amor ao próximo. Salve vidas!</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/comjovem-sp-lanca-campanha-para-incentivar-a-doacao-de-sangue/">Últimos dias para participar da Campanha de Doação de Sangue da COMJOVEM SP</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_4 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p data-start="199" data-end="479"><strong data-start="199" data-end="258">“Doar sangue é um ato de amor ao próximo. Salve vidas!”</strong><br data-start="258" data-end="261" />Com esse lema, a COMJOVEM SP, com apoio da NTC&amp;Logística e do SETCESP, está promovendo a campanha de conscientização sobre a importância da doação de sangue.</p>
<p data-start="481" data-end="683">O objetivo é mobilizar colaboradores, empresários e toda a comunidade do setor de transporte rodoviário de cargas a praticarem esse gesto solidário que pode salvar até quatro vidas com uma única doação.</p>
<p data-start="685" data-end="915">A iniciativa reforça o compromisso do setor com ações sociais e com a construção de uma sociedade mais humana e solidária. A doação de sangue é um ato simples, rápido e seguro, mas que faz toda a diferença na vida de quem precisa.</p>
<p>Para participar, basta seguir o passo a passo abaixo:</p>
<ol>
<li>Entre em contato com o centro de doação de sangue mais próximo de você, ou faça o agendamento para a doação pelo link: <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/sangue" target="_blank" rel="noopener">https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/sangue</a></li>
<li>Compartilhe essa mensagem e convide amigos, familiares e colegas para se juntarem a essa causa.</li>
<li>Envie uma foto do comprovante da sua doação de sangue para <a href="mailto:comissoes@setcesp.org.br" target="_blank" rel="noopener">comissoes@setcesp.org.br</a> ou para o WhatsApp <a href="https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511934434093&amp;text=Ol%C3%A1%2C+estou+enviando+meu+comprovante+de+Doa%C3%A7%C3%A3o+de+Sangue&amp;type=phone_number&amp;app_absent=0" target="_blank" rel="noopener">(11) 93443-4093</a>.</li>
</ol>
<p><strong><br />Condições necessárias para ser doador:</strong></p>
<ul>
<li>Estar com boa saúde;</li>
<li>Ter entre 16 e 59 anos;</li>
<li>Pesar no mínimo 50kg;</li>
<li>Estar descansado e alimentado;</li>
<li>Apresentar documento original com foto.</li>
</ul>
<p>Vamos juntos mostrar a força do TRC em salvar vidas!</p></div>
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		<title>Confiança dos transportadores rodoviários de cargas do RS e de SP nas condições econômicas e dos negócios alcança o menor nível desde 2023</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/confianca-dos-transportadores-rodoviarios-de-cargas-do-rs-e-de-sp-nas-condicoes-economicas-e-dos-negocios-alcanca-o-menor-nivel-desde-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 18:21:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Confiança do Transportador]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204636592</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela pessimismo crescente entre empresários do setor, com destaque para a preocupação com juros altos, carga tributária e falta de previsibilidade</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/confianca-dos-transportadores-rodoviarios-de-cargas-do-rs-e-de-sp-nas-condicoes-economicas-e-dos-negocios-alcanca-o-menor-nivel-desde-2023/">Confiança dos transportadores rodoviários de cargas do RS e de SP nas condições econômicas e dos negócios alcança o menor nível desde 2023</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Pesquisa revela pessimismo crescente entre empresários do setor, com destaque para a preocupação com juros altos, carga tributária e falta de previsibilidade</em></p>
<p>A CNT (Confederação Nacional do Transporte) divulgou os resultados mais recentes do Índice CNT de Confiança do Transportador Rodoviário de Cargas, que avalia a percepção dos empresários do setor quanto à situação atual da economia e dos seus negócios e às expectativas para os próximos seis meses. Consolidada como ferramenta estratégica, a pesquisa subsidia estudos técnicos e ações de representação da Entidade, além de apoiar a tomada de decisão dos transportadores, fornecedores e clientes do segmento.</p>
<p><strong>Rio Grande do Sul</strong></p>
<p>No segundo trimestre de 2025, o índice de confiança dos transportadores rodoviários gaúchos alcançou 41,4%, registrando queda de 6,5 pontos percentuais em relação ao quarto trimestre de 2024. O indicador de condições atuais caiu para 32,3%, uma retração de 6,9 pontos frente ao último trimestre de 2024.</p>
<p>A sondagem, realizada em parceria com a Fetransul (Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul), ouviu 143 empresários de todos os portes. Entre os principais fatores apontados para o pessimismo, estão a elevada taxa de juros, a carga tributária excessiva e a ausência de políticas públicas específicas para o setor.</p>
<p>Apesar do cenário desfavorável, os empresários demonstraram otimismo em relação à gestão interna de seus negócios, destacando investimentos em planejamento, eficiência operacional e ações para mitigar riscos.</p>
<p><a href="https://cnt.org.br/documento/7c6e7bdc-07f7-4cd4-a269-93cd9170d09b?_gl=1*zq43y9*_gcl_au*MTM5Mjk1MjU3Ni4xNzQzNzY4NDM5*_ga*MTU1MjEzMTExNy4xNzMzMzMzODA3*_ga_7GB3MLTQLS*czE3NTA0NDM1NDUkbzQ2JGcwJHQxNzUwNDQzNTQ4JGo1NyRsMCRoMA.." target="_blank" rel="noopener">Confira a íntegra do estudo clicando aqui.</a></p>
<h4>São Paulo</h4>
<p>Em São Paulo, a quarta edição da sondagem mostra que a confiança também recuou. O índice geral passou de 51,9% no segundo trimestre de 2024 para 51,1% no quarto trimestre de 2024 e para 45,9% no segundo trimestre de 2025. A queda mais acentuada ocorreu na percepção das condições atuais, que caiu 9,1 pontos entre o último trimestre de 2024 e o segundo de 2025, chegando a 37,2%.</p>
<p>O índice de expectativas para os próximos seis meses ficou em 50,2%, com recuos tanto em relação ao quarto trimestre de 2024 (53,5%) quanto ao mesmo período do ano passado (56,9%).</p>
<p>Realizada com o apoio da Fetcesp (Federação das Empresas do Transporte de Cargas de São Paulo), a pesquisa ouviu 255 empresários entre 20 de maio e 6 de junho. Entre os fatores que explicam o pessimismo, estão a dificuldade de acesso a crédito, a retração no consumo, o aumento dos impostos e o crescimento das despesas públicas.</p>
<p><a href="https://cnt.org.br/documento/617d9972-98f9-4f92-864a-ff152523f6d4?_gl=1*6qrf4n*_gcl_au*MTM5Mjk1MjU3Ni4xNzQzNzY4NDM5*_ga*MTU1MjEzMTExNy4xNzMzMzMzODA3*_ga_7GB3MLTQLS*czE3NTA0NDM1NDUkbzQ2JGcwJHQxNzUwNDQzNTgxJGoyNCRsMCRoMA.." target="_blank" rel="noopener">Confira a íntegra do estudo clicando aqui.</a></p>
<p><strong>Rio de Janeiro</strong></p>
<p>O Rio de Janeiro participou, pela primeira vez, da sondagem, com 158 empresários consultados com o apoio da Fetranscarga (Federação do Transporte de Cargas do Estado do Rio de Janeiro). O índice geral de confiança foi de 48,6%, refletindo desconfiança em relação ao ambiente econômico.</p>
<p>O indicador de condições atuais ficou em 41,8%. Entre os fatores que influenciaram essa percepção, estão a inflação persistente, os juros elevados, o aumento de tributos e a insegurança nas estradas e áreas urbanas.</p>
<p>Já o índice de expectativas chegou a 51,9%. Apesar dos desafios, os empresários indicaram melhorias internas com foco em tecnologia, eficiência operacional e qualificação de equipes.</p>
<p><a href="https://cnt.org.br/documento/bd81cfab-e48c-482a-9a26-c2f39250ff22?_gl=1*tpxn92*_gcl_au*MTM5Mjk1MjU3Ni4xNzQzNzY4NDM5*_ga*MTU1MjEzMTExNy4xNzMzMzMzODA3*_ga_7GB3MLTQLS*czE3NTA0Mjg4MDIkbzQ1JGcxJHQxNzUwNDMwMDMwJGo1NiRsMCRoMA..">Confira a íntegra do estudo clicando aqui</a>.</p></div>
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		<item>
		<title>“Eu falo inglês”</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/eu-falo-ingles/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 19:04:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação e Sucesso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta semana, peço, por favor, que você não se iluda e não se deixe iludir. Sem esforço e disciplina você não terá, nem motivação, nem sucesso na vida. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/eu-falo-ingles/">“Eu falo inglês”</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>*Por Luiz Marins</em></p>
<p>O diretor de uma multinacional inglesa perguntou a seus gestores quem falava inglês fluentemente. Como ninguém se apresentou, ele perguntou se algum gestor estava fazendo algum curso de inglês. Um gestor levantou a mão. Quando o diretor perguntou qual curso ele estava fazendo ele respondeu que estava fazendo um “curso mental” (sic)!</p>
<p>O diretor, sem entender, perguntou a ele de que curso se tratava e o gestor explicou: “Todas as noites, antes de dormir, eu faço uma ‘tela mental’ e repito para mim mesmo 20 vezes: ‘EU FALO INGLÊS, EU FALO INGLÊS. A MINHA MENTE SUBCONSCIENTE ACEITA ESTE PEDIDO E AGE DE ACORDO’. Já estou fazendo esse curso há seis meses e tenho certeza de que logo estarei falando inglês com fluência&#8230;”</p>
<p>Ao ouvir isso, o diretor saiu da sala sem dizer uma palavra e quando me contou o ocorrido ainda estava em estado de choque! Após algumas semanas, esse gestor foi dispensado da empresa, por não ser considerado mentalmente saudável e apto para a função.</p>
<p>Ao me ser relatado esse caso concreto, fiquei me perguntado o que estará acontecendo com algumas pessoas?</p>
<p>Será que elas realmente acreditam que não precisam fazer um esforço concreto de disciplina e domínio da vontade e entrar num curso real, concreto, ou talvez residir num país de língua inglesa por mais de um ano para poder dominar o idioma? Será que elas realmente acreditam que poderão aprender inglês ou qualquer outro idioma ou mesmo qualquer habilidade, apenas fazendo “tela mental” e repetindo que sabem?</p>
<p>Através deste caso, gostaria que você fizesse uma autoanálise e pensasse se você também não está querendo vencer sem esforço; se você não está num processo contínuo de autoengano achando que é capaz de chegar onde deseja ir sem disciplina, sem pegar a estrada certa, apenas imaginando, torcendo e acreditando em falsas promessas e coisas fáceis?</p>
<p>Nesta semana, peço, por favor, que você não se iluda e não se deixe iludir. Sem esforço e disciplina você não terá, nem motivação, nem sucesso na vida. E menos ainda, falará inglês&#8230;</p>
<p>PENSE NISSO:</p>
<ul>
<li>Você tem a tendência em acreditar em coisas muito fáceis?</li>
<li>Você já parou para pensar se você não está seguindo conselhos errados, de pessoas fracassadas ou que não desejam o seu sucesso?</li>
<li>Você acredita ser possível aprender inglês apenas fazendo “tela mental” e repetindo que fala inglês?</li>
</ul>
<p><em>Pense nisso. Sucesso</em></p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Pesquisadores de Harvard revelam 6 estratégias para proteger um negócio em tempos de crise</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/pesquisadores-de-harvard-revelam-6-estrategias-para-proteger-um-negocio-em-tempos-de-crise/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 19:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crise econômica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204636315</guid>

					<description><![CDATA[<p>Confira alternativas para preservar seu negócio em tempos de instabilidades econômicas e guerras tarifárias</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/pesquisadores-de-harvard-revelam-6-estrategias-para-proteger-um-negocio-em-tempos-de-crise/">Pesquisadores de Harvard revelam 6 estratégias para proteger um negócio em tempos de crise</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Confira alternativas para preservar seu negócio em tempos de instabilidades econômicas e guerras tarifárias</p>
<p>Com a escalada de tarifas dos EUA, respostas duras da China e um mercado cada vez mais desconfiado, a economia global vive um momento de atenção redobrada. No ambiente de negócios, decisões estratégicas passam a ser tomadas com ainda mais critério.</p>
<p>Para pesquisadores de Harvard, é preciso estratégia. Segundo estudo publicado pela Harvard Business Review, há seis caminhos que as companhias podem adotar para reduzir danos financeiros e operacionais causados por tarifas e sanções. Veja a seguir.</p>
<p>6 estratégias para tempos de crise: </p>
<ol>
<li><strong>Transparência como escudo</strong></li>
</ol>
<p>Diante da instabilidade comercial, o primeiro passo é manter a comunicação clara com todos os clientes, fornecedores e investidores. </p>
<p>Empresas relataram que reuniões públicas com funcionários e fornecedores ajudam a conter o pânico e a alinhar expectativas. Nesse contexto, líderes financeiros têm papel essencial: traduzem os riscos econômicos de forma compreensível, gerando confiança em um momento em que dados mudam diariamente.</p>
<ol start="2">
<li><strong>O retorno das “salas de guerra”</strong></li>
</ol>
<p>A estrutura de crise que tantas empresas montaram durante a pandemia volta a ser útil agora.</p>
<p>A volta das “war rooms” — centros de comando reunindo especialistas em finanças, marketing, engenharia e supply chain — permite entender com profundidade o impacto das tarifas em cada componente do custo de produtos e insumos.</p>
<p>Com apoio da área financeira, essas análises tornam-se mais assertivas, garantindo que os recursos sejam alocados onde há mais risco ou oportunidade. </p>
<p>Um fabricante de alimentos, por exemplo, aumentou preventivamente pedidos de insumos de mercados menos sensíveis a tarifas, uma jogada financeira que protegeu a operação.</p>
<ol start="3">
<li><strong>Reformular produtos com lógica tributária</strong></li>
</ol>
<p>Empresas também estão reavaliando a composição dos produtos à luz do impacto tarifário. </p>
<p>Um caso emblemático é de uma fabricante que alterou a proporção de aço e alumínio num produto para que este fosse recategorizado e, assim, passasse a pagar tarifas menores. </p>
<p>A complexidade dessas decisões exige leitura atenta dos códigos tributários e conhecimento técnico de custos. </p>
<ol start="4">
<li><strong>Mover a montagem para locais estratégicos</strong></li>
</ol>
<p>A mudança na localização das operações também virou solução. Fabricantes relataram que têm importado produtos semiprontos para finalizá-los em armazéns locais, evitando tarifas maiores. </p>
<ol start="5">
<li><strong>Usar a criatividade no empacotamento</strong></li>
</ol>
<p>A forma como produtos são agrupados e vendidos também pode alterar sua classificação tarifária. </p>
<p>Um fornecedor do varejo, por exemplo, transformou um item simples em um &#8220;presente&#8221; ao incluir um cartão comemorativo. A manobra o enquadrou na categoria de papelaria, com tarifas menores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li><strong>Capitalizar em ações passadas</strong></li>
</ol>
<p>Empresas que já vinham reduzindo a dependência de fornecedores chineses ou investindo em produção local saíram na frente. Uma delas havia iniciado essa transição ainda na pandemia, inclusive cedendo espaço e co-investindo na expansão de um fornecedor nacional. </p>
<p>Quando os aumentos tarifários chegaram, a empresa não só estava preparada, como conseguiu expandir sua produção — ganhando mercado de concorrentes pegos de surpresa.</p>
<p>Essa estratégia de antecipação, que envolve visão de longo prazo e alocação inteligente de capital, só é possível com a atuação estratégica das equipes de finanças corporativas.</p></div>
			</div>
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			</div>
				
				
			</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como viver motivado no mundo de hoje?</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/como-viver-motivado-no-mundo-de-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 18:43:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204636102</guid>

					<description><![CDATA[<p>Minha resposta para essa pergunta é a seguinte: Para podermos encontrar motivação no mundo de hoje, com tantos desafios, temos que ter uma visão histórica diacrônica (através do tempo) da sociedade humana. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/como-viver-motivado-no-mundo-de-hoje/">Como viver motivado no mundo de hoje?</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_9 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Num mundo extremamente complexo como o que estamos vivendo, onde somos bombardeados a cada minuto com informações negativas de guerras, corrupção, injustiças, mentiras e ainda com uma transformação tecnológica que nos assusta com os desafios éticos da inteligência artificial, guerras comerciais, mudanças sociais na Europa com um processo migratório descontrolado que ameaça a civilização ocidental com queda nos índices de natalidade, uma competitividade entre empresas nunca vista e muitos outros fatores, sempre nos vem à mente a pergunta: <strong>Como viver motivado hoje?</strong></p>
<p>Minha resposta para essa pergunta é a seguinte: Para podermos encontrar motivação no mundo de hoje, com tantos desafios, temos que ter uma visão histórica diacrônica (através do tempo) da sociedade humana. Sem essa visão poderemos ter a ingênua ideia de que vivemos os piores momentos da humanidade, o que não é verdade.</p>
<p>Como fiz faculdade de História – sou licenciado em História – tenho mais facilidade em não me desesperar com as notícias negativas da atualidade, pois sei que já vivemos momentos muito mais difíceis, num passado nem tão distante como no século XX, com duas guerras mundiais e milhões de mortos apenas para citar dois eventos e com uma expectativa de vida abaixo dos 60 anos e muitos outros fatores no campo da medicina e saúde, mobilidade e equipamentos urbanos que temos hoje e que pareceria um milagre para outras épocas, mesmo recentes, como disse.</p>
<p>O passado não justifica o presente. Apenas explica, mas não justifica.</p>
<p>O que nos deixa pouco conformados é que com tanto progresso científico e tecnológico seria de se esperar que o ser humano também evoluísse em termos morais e éticos com mais solidariedade, compaixão, honestidade etc. e que nos faria atingir o fim da pobreza e da fome no mundo e, principalmente, um mundo sem guerras. Porém, a realidade concreta não é essa.</p>
<p>A verdade que precisamos entender é que, infelizmente, as virtudes e os valores éticos e morais não acompanham o conhecimento científico e tecnológico nos seres humanos. Uma coisa parece nada ter a ver com a outra e ficamos até com a impressão de que quanto mais o ser humano evolui científica e tecnologicamente, menos valor ele dá para as virtudes e para os valores e princípios éticos e morais. Isso nos deixa confusos, desesperançados e desmotivados. O que fazer?</p>
<p>A única saída que vejo para nos manter realmente motivados é cada um de nós, independentemente de qualquer outra consideração, fazermos um esforço para tomar a decisão de voltar a cultivar os valores esquecidos das grandes virtudes chamadas cardeais (que vem do latim “cardo” – eixo) em torno das quais giram todas as demais e que são consideradas fundamentais na ética e na filosofia clássica:</p>
<ul>
<li><strong>a PRUDÊNCIA</strong>, que nos dá a capacidade de discernir o que é melhor para agir de forma correta e em conformidade com a razão. É a virtude que permite escolher os meios certos para alcançar um fim bom;</li>
<li><strong>a JUSTIÇA</strong>, que consiste em dar a cada um o que lhe é devido, tratando todos com equidade e respeito.</li>
<li><strong>a FORTALEZA</strong> (domínio da vontade) que nos dá a capacidade de resistir às dificuldades e desafios, mantendo a firmeza e a coragem diante das adversidades.</li>
<li><strong>e a TEMPERANÇA</strong> que regula os desejos e prazeres, promovendo o equilíbrio e moderação em todas as áreas da vida.</li>
</ul>
<p>Essas são as &#8220;dobradiças&#8221;, os “eixos” que abrem caminho para todas as outras virtudes, como honestidade, lealdade, solidariedade, sinceridade etc., etc. Sem elas, e mais a as virtudes teologais da <strong>fé, da esperança e da caridade </strong>será quase impossível alguém viver motivado nestes tempos difíceis que vivemos.</p>
<p>Como essas virtudes sempre foram ensinadas pelas religiões, principalmente pelo Cristianismo, um dos pilares da Civilização Ocidental que o mundo desprezou, vemos agora o início de um movimento mundial, principalmente entre os jovens, de busca e volta à religião para “re-ligar” nos seres humanos esses valores e uma esperança que dê sentido e propósito à vida, restaurando a verdadeira motivação.</p>
<p>Pense nisso. Sucesso!</p></div>
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		<title>A força da motivação cognitiva</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/a-forca-da-motivacao-cognitiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 17:24:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[luiz marins]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vida nos apresenta incontáveis desafios: situações que não entendemos, não desejamos ou a dura realidade que gostaríamos de mudar. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A vida nos apresenta incontáveis desafios: situações que não entendemos, não desejamos ou a dura realidade que gostaríamos de mudar. Muitas delas fogem ao nosso controle, e essa é uma realidade universal.</p>
<p>Diante disso, como reagir? Resignação? Revolta? Espera passiva por um milagre? A resposta está em equilibrar aceitação, ação e razão.</p>
<p>Como reagir às adversidades da vida é um eterno dilema humano. Aceitar o que não podemos mudar é um ato de sabedoria, não de fraqueza. A realidade impõe limites, e reconhecê-los é o primeiro passo para agir com clareza. Perguntar-se &#8220;por que eu?&#8221; raramente traz respostas.</p>
<p>A vida não escolhe vítimas, e o sofrimento não é um julgamento. A pergunta produtiva é “Como seguir em frente?”</p>
<p>A amargura, o dó de si próprio e a autopiedade amplificam a dor. Revoltar-se contra o inevitável consome uma grande energia que poderia ser direcionada à solução do problema.</p>
<p><strong>A emoção nos paralisa:</strong> gera autocomiseração, vergonha ou dependência de ajuda externa.</p>
<p><strong>A razão nos move:</strong> orienta para a ação, disciplina e aceitação consciente dos nossos limites. A razão nos ajuda a reconhecer nossas capacidades e fraquezas sem dramatização e priorizar soluções (tratamentos, planejamento, disciplina) em vez de lamentações.</p>
<p><strong>Mas é preciso nunca esquecer que a motivação cognitiva é uma decisão interna. Ela surge quando assumimos o controle e substituímos a pergunta &#8220;por que eu?&#8221; por &#8220;como posso enfrentar isso?&#8221;.</strong></p>
<p>Ela também nos ajudar a cultivar as virtudes como a fé, a esperança de que a ação trará as mudanças necessárias e que desejamos e precisamos e a caridade que nos dá a força para apoiar o próximo, mesmo na dor.</p>
<p>Devemos sempre nos lembrar que a vida não é justa, mas sua resposta a ela pode ser nobre e virtuosa. Enquanto a emoção amplia o caos, a razão constrói pontes. A motivação cognitiva não nega a dor, mas a transforma num poderoso combustível que nos dará energia para nunca desistirmos e seguir em frente.</p>
<p>A chave da motivação está sempre em nossas mãos e temos que usá-la para caminhar, ir em frente, não desistir e não para nos trancar num quarto cheio de lamentações, de não aceitação da realidade concreta e de sofrimento. <strong>É essa chave da motivação pela razão que fará você abrir portas e lembrar que ninguém fará isso por você.</strong></p>
<p><strong>Mas não se iluda: a motivação cognitiva é uma escolha diária de agir com racionalidade, com o uso total da razão, usando todos os recursos disponíveis para enfrentar a realidade, vencendo as emoções negativas que pedem para que desistamos de lutar.</strong></p>
<p>Pense nisso. Sucesso!</p></div>
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