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	<title>Arquivos Tecnologia da Informação &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Tecnologia da Informação &#8211; SETCESP</title>
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		<title>79% das empresas brasileiras estão expostas a ataques cibernéticos, aponta pesquisa</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/tecnologia-da-informacao/79-das-empresas-brasileiras-estao-expostas-a-ataques-ciberneticos-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2025 18:03:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[ataques cibernéticos]]></category>
		<category><![CDATA[cibersegurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>66,5%  dos executivos apontam a cibersegurança entre os cinco maiores riscos corporativos, reforçando a urgência do tema.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>79% dos executivos acreditam que suas empresas estão mais expostas a ataques cibernéticos do que em anos anteriores. 66,5% apontam a cibersegurança entre os cinco maiores riscos corporativos, reforçando a urgência do tema.</p>
<p>Com a participação de 248 empresas brasileiras de diversos portes e setores, a pesquisa “Riscos Cibernéticos — A percepção das lideranças brasileiras e práticas adotadas” aponta para a segurança cibernética como um dos principais problemas corporativos da atualidade.</p>
<p>“As empresas reconhecem o risco, mas muitas ainda não conseguem transformar essa percepção em planos estruturados de proteção. É um gap perigoso entre a consciência e a ação”, afirma Everson Probst, sócio de cibersegurança da Grant Thornton, empresa que realizou a pesquisa em parceria com o Opice Blum Advogados, escritório especializado em direito digital. </p>
<p>As principais vulnerabilidades identificadas no estudo incluem:</p>
<ul>
<li>Phishing (69%) e ransomware (67%) lideram o ranking de ameaças mais temidas. Apenas 25% das empresas possuem seguro cibernético;</li>
<li>67% possuem plano de resposta a incidentes, o que ainda deixa 1 em cada 4 empresas desprotegidas;</li>
<li>40% das empresas já sofreram algum incidente cibernético, mas 58% não notificaram autoridades como a ANPD ou o BACEN;</li>
<li>Só 21% consideram seus treinamentos altamente eficazes, apesar de 83% afirmarem ter ações de capacitação;</li>
<li>85% das empresas que realizam mapeamento e controle de riscos cibernéticos apresentam a alta direção ativamente envolvida. </li>
</ul>
<p><strong>O papel da liderança e da cultura organizacional </strong></p>
<p>O estudo aponta para correlação entre o engajamento da alta gestão e a adoção de práticas mais robustas de segurança digital. Empresas com liderança ativamente envolvida são aquelas que mapeiam riscos, treinam equipes com regularidade e reagem com mais agilidade a incidentes. </p>
<p>“O distanciamento da liderança das pautas de segurança e privacidade não se revela apenas em falhas técnicas ou incidentes. Ele aparece no desconhecimento dos riscos, na demora em responder a crises e na baixa prioridade que o tema ocupa nas agendas estratégicas”, explica Tiago Neves Furtado, sócio do Opice Blum Advogados.</p>
<p>Com base nos dados da pesquisa, Everson Probst destaca cinco frentes essenciais para fortalecer a segurança cibernética nas empresas:</p>
<ol>
<li>Mapeamento contínuo de riscos: “Conhecer seus próprios pontos vulneráveis é o início de qualquer estratégia de proteção. Empresas que fazem análises periódicas e preventivas tendem a reagir melhor a incidentes.”</li>
<li>Estruturação de planos de resposta a incidentes testados e atualizados: “Ter um plano guardado na gaveta não basta. É preciso revisar, simular e treinar rotinas de resposta, como fazemos com planos de evacuação ou contingência física.”</li>
<li>Adoção de frameworks reconhecidos: “Ferramentas como a ISO 27001 e o NIST CSF 2.0 oferecem bases sólidas para implantar políticas e controles eficazes de segurança da informação.”</li>
</ol>
<p>Capacitação contínua e segmentada de colaboradores: “Pessoas continuam sendo o elo mais frágil. Campanhas de phishing simuladas, treinamentos modulares e ações gamificadas são formas mais eficazes de educar a equipe.”</p>
<p>Seguro cibernético como última camada de proteção: “O seguro não substitui a prevenção, mas é parte essencial da gestão de riscos. Com o aumento das ameaças, empresas precisam incluir essa proteção em seu planejamento financeiro.”</p>
<p><strong>Falta de notificação e riscos regulatórios</strong></p>
<p>A pesquisa também mostra que, mesmo após sofrerem incidentes, 58% das empresas não notificaram autoridades reguladoras — um número preocupante diante da obrigatoriedade de comunicação à ANPD em até 03 dias úteis em caso de risco ou dano relevante, conforme a Resolução CD/ANPD 15/2024.</p>
<p>“Não notificar pode parecer uma forma de evitar exposição, mas o custo regulatório e reputacional pode ser ainda maior. As empresas precisam entender que transparência é também um pilar da segurança”, reforça Probst.</p>
<p>“Ainda prevalece entre muitas organizações a ideia de que o silêncio oferece menos risco do que a transparência. Há desconfiança sobre como a ANPD reagirá, se aplicará sanções, medo de judicializações e receio da reação dos titulares — quando, na verdade, o caminho da conformidade e da comunicação responsável deveria ser visto como um investimento em credibilidade e resiliência”, conclui Tiago. </p></div>
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		<title>67% das empresas brasileiras consideram IA uma prioridade, diz pesquisa</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/67-das-empresas-brasileiras-consideram-ia-uma-prioridade-diz-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2025 16:46:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os dados mostram ainda que para 17% das companhias, a inteligência artificial é hoje o foco principal dos investimentos.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A inteligência artificial (IA) vem deixando de ser uma promessa futurista para se tornar peça-chave na estratégia das empresas brasileiras. De acordo com a 4ª edição da pesquisa da Bain &amp; Company sobre adoção da IA generativa, 67% das companhias no Brasil já consideram a tecnologia uma das cinco maiores prioridades estratégicas para 2025. Mais do que isso: para 17% delas, a IA é hoje o foco principal dos investimentos.</p>
<p>O levantamento mostra que o uso da IA generativa está crescendo de forma consistente. Em 2024, 12% das empresas brasileiras tinham ao menos um caso de uso baseado em inteligência artificial. Hoje, esse número já chega a 25%, sinalizando um avanço acelerado da tecnologia nos negócios.</p>
<p>Os resultados começam a aparecer: companhias que adotaram a IA generativa reportaram aumento médio de 14% na produtividade e crescimento de 9% nos resultados financeiros.</p>
<p dir="ltr">“Estamos diante de uma transformação profunda. A IA generativa vai além de uma inovação tecnológica; ela redefine modelos operacionais, impulsiona ganhos de eficiência e cria novas possibilidades de crescimento”, destaca Lucas Brossi, sócio da Bain &amp; Company. Segundo ele, os modelos atuais estão mais sofisticados, com maior capacidade de raciocínio e avanços significativos na multimodalidade — ou seja, na combinação de texto, imagem, vídeo e som.</p>
<p class="texto"><strong>Desafios persistem</strong></p>
<p>Apesar dos avanços, obstáculos como infraestrutura tecnológica e escassez de talentos seguem como os principais entraves para uma adoção mais acelerada. Ambos foram citados por 39% dos executivos entrevistados. Ainda assim, o cenário é promissor: caiu em 15% o número de empresas que ainda não utilizam IA em seus processos.</p>
<p>As principais áreas de aplicação da IA generativa no Brasil são produtividade (como assistentes automatizados e copilotos), desenvolvimento de software, finanças e marketing. A popularização das ferramentas também atinge os usuários: 62% dos entrevistados disseram estar familiarizados com o uso da IA, e 17% afirmam usá-la com frequência no dia a dia.</p></div>
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		<title>4 impactos da inteligência artificial no mercado de trabalho</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/4-impactos-da-inteligencia-artificial-no-mercado-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2024 14:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[inteligencia artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tecnologia pode elevar a produtividade e a qualidade das entregas, além de aumentar a satisfação dos funcionários.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Se o ano passado foi marcado por debates sobre a capacidade e o potencial da Inteligência Artificial (IA) generativa, 2024 é o momento em que as pessoas começam a ver a aplicação prática no ambiente corporativo com mais recorrência. Essa tecnologia está revolucionando o mercado ao oferecer novas maneiras de criar conteúdo, automatizar processos e impulsionar a inovação. Cada vez mais, o assunto está no foco estratégico das companhias e de quem empreende.</p>
<p>Tiago Luiz,<em> head </em>de unidade de negócios da SIS Innov &amp; Tech, empresa de inteligência tecnológica em inovação e transformação digital, reforça que a IA generativa está transformando significativamente os negócios em diversos aspectos. “Já é possível ver as mudanças trazidas pela IA em vários segmentos do mercado e, também, em diferentes áreas de uma organização. Todas as empresas serão impactadas, se não por implementar a tecnologia, pela concorrência que sairá na frente – é preciso estar preparado”, comenta.</p>
<p class="wp-block-heading"><strong>Impactos da IA generativa nas empresas</strong></p>
<p class="texto">De acordo com uma pesquisa da Bain &amp; Company, com mais de 600 empresas entrevistadas em países variados, 85% consideram a implementação da IA como uma prioridade para os próximos dois a quatro anos. Porém, um estudo, realizado pela Leadership IQ, mostra que 73% dos líderes têm pouca ou nenhuma experiência com ferramentas de IA. E, ainda, 55% acreditam que seus funcionários estão indiferentes ou resistentes.</p>
<p class="texto">Pensando nisso, Tiago Luiz lista quatro motivos para não deixar de lado <strong>projetos</strong> relacionados à implantação da IA generativa e como ela impactará o futuro dos negócios. Confira!</p>
<p class="wp-block-heading"><strong>1. Quem não adotar a IA ficará para trás</strong></p>
<p class="texto">As possibilidades da IA generativa são muitas e abrangem quase todos os aspectos de uma operação empresarial. “É possível ter ganhos com automação de processos, análise de dados, experiência do cliente, manutenção preditiva, desenvolvimento de novos produtos, sustentabilidade e monitoramento ambiental, por exemplo”, adianta Tiago.</p>
<p class="texto">O executivo explica que a IA generativa apoia no desenvolvimento da criação de novos produtos e soluções que antes não eram possíveis. Além disso, pode <strong>melhorar</strong> significativamente a experiência do cliente por meio da personalização do atendimento virtual e do aprimoramento de serviços.</p>
<p class="texto">Auxilia, ainda, na análise de grandes volumes de dados para fornecer ideias que facilitam a tomada de decisão. “Empresas que não adotarem recursos que envolvam IA correm o risco de perder oportunidades e não se destacarem em meio à concorrência, além de tomar decisões sem embasamento em informações estratégicas”, complementa.</p>
<p class="wp-block-heading"><strong>2. O uso da IA aumentará a eficiência</strong></p>
<p class="texto">Tais recursos não apenas melhoram a produtividade, mas também impulsionam a inovação e a competitividade. “A <strong>tecnologia</strong> é capaz de desempenhar um papel significativo na previsão de tendências de mercado e demandas do consumidor. Além disso, pode fazer uso de análise de dados em grande escala, modelagem preditiva e simulação de cenários, de modo a ajudar as companhias em suas demandas futuras”, comenta o especialista.</p>
<p class="wp-block-heading"><strong>3. A IA tornará o ambiente de trabalho mais estratégico</strong></p>
<p class="texto">O maior ganho com a utilização de IA no ambiente corporativo é o tempo. “A automação de tarefas rotineiras permite aos trabalhadores dedicarem mais tempo a funções mais complexas e estratégicas”, confirma Tiago. Permitirá, ainda, que as empresas sejam mais consultivas e renovem o foco na cultura de trabalho e em medidas de satisfação da equipe, ampliando a retenção e impulsionando os negócios.</p>
<p class="wp-block-heading"><strong>4. Demandará mais análises de dados e capacitação dos colaboradores</strong></p>
<p class="texto">A IA generativa tem o potencial de ser aplicada em praticamente todas as áreas de uma grande empresa. Entre elas, pode-se destacar tecnologia e software, publicidade e marketing, mídia e entretenimento e educação. “Mas, isso desde que se tenha dados suficientes para treinar e operar os modelos de maneira correta e satisfatória. Devemos estar atentos às limitações de custos, disponibilidade dos dados e aspectos éticos e legais”, alerta o executivo.</p>
<p class="texto">Para acompanhar todas essas evoluções, será necessário desenvolver também os <strong>colaboradores</strong> das empresas. Os times podem se beneficiar de capacitações que incluem diversas habilidades – desde as mais técnicas, como pensamento crítico e analítico, até as interpessoais, que incluem criatividade, capacidade de inovar, se adaptar e aprender continuamente.</p>
<p><em>Foto:divulgação Correio Braziliense</em></p></div>
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		<item>
		<title>Brasil lidera ranking de inovação na América Latina</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/brasil-lidera-ranking-de-inovacao-na-america-latina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 14:09:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com mais cinco posições no índice, país é o 49º entre 132 avaliados.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Brasil subiu cinco posições no Índice Global de Inovação (IGI) na comparação com o<em> ranking </em>de 2022 e agora ocupa o 49º lugar entre 132 países. Após 12 anos fora do recorte das 50 economias mais bem classificadas no IGI, o Brasil passou a liderar o <em>ranking </em>dos países da América Latina e Caribe, ultrapassando pela primeira vez o Chile (52ª). <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1557746&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1557746&amp;o=node" /></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (27) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e serão apresentados durante o 10º Congresso Internacional de Inovação da Indústria, que está sendo realizado no São Paulo Expo.</p>
<p>Entre os cinco países que atualmente compõem o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), o Brasil está na terceira colocação, à frente da Rússia (51º lugar) e da África do Sul (59º). A China é a 12º colocada, e a Índia ocupa o 40º lugar.</p>
<p>O Brasil apresentou pontuações elevadas em indicadores como serviços governamentais<em> online </em>(14ª posição) e participação eletrônica (11ª). Também se destaca pelo valor de seus 16 unicórnios (nome que se dá às <em>startups </em>que conseguem grande valor de mercado em dólares), aparecendo na 22ª posição, e por seus ativos intangíveis (31ª), obtendo bons resultados mundiais por suas marcas registradas (13ª) e pelo valor global de suas marcas (39ª).</p>
<p>Os dez países mais bem colocados no índice global são: Suíça, Suécia, Estados Unidos, Reino Unido, Singapura, Finlândia, Holanda, Alemanha, Dinamarca e Coreia do Sul.</p>
<p>A classificação é divulgada anualmente desde 2007 pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI &#8211; WIPO, na sigla em inglês), em parceria com o Instituto Portulans e o apoio de parceiros internacionais – no caso do Brasil, a CNI e a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), parceiras na produção e divulgação do IGI desde 2017.</p>
<p>Criado em 2007, o IGI tornou-se referência na avaliação da inovação e um pilar na formulação de políticas de ciência, tecnologia e inovação.</p>
<p><strong>Potencial</strong></p>
<p>Apesar dos ganhos de posição, sustentados pelo terceiro ano consecutivo, a colocação brasileira ainda é considerada aquém do potencial do país, que hoje tem a 10ª maior economia do mundo, segundo avaliação da CNI. Para o presidente da entidade, Robson Braga de Andrade, o Brasil tem condições de crescer a cada ano no <em>ranking</em>, por meio de investimentos e políticas direcionadas à ciência, tecnologia e inovação (CT&amp;I).</p>
<p>“Temos um potencial muito inexplorado para melhorar o nosso ecossistema de inovação, atingir o objetivo de integrar os setores científico e empresarial e, consequentemente, promover maior inovação”, afirma.</p>
<p><strong>Cálculo do IGI</strong></p>
<p>A posição global dos países no índice é resultado de um cálculo complexo que divide os indicadores em “insumos de inovação” (<em>inputs</em>) e “resultados de inovação” (<em>outputs</em>), em que há pesos diferentes para cada indicador.</p>
<p>A primeira das categorias de indicadores (insumos) se refere às condições e elementos disponíveis para apoiar atividades de inovação, como educação, ambiente de negócios e recursos humanos especializados. A segunda categoria (resultados) indica o desempenho dos países quanto à inovação produzida, como produção científica, patentes, novos produtos, serviços e processos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Foto: Divulgação Agência Brasil</em></p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Primeiro Seminário NTC de Inovação Tecnológica do TRC promove os avanços das empresas do setor</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/primeiro-seminario-ntc-de-inovacao-tecnologica-do-trc-promove-os-avancos-das-empresas-do-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 11:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Tecnológica do TRC]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiro Seminário NTC]]></category>
		<category><![CDATA[setor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O evento promete apresentar as mais recentes novidades do mercado aos empresários do setor, através de quem faz acontecer o setor acontecer diariamente, as empresas transportadoras.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Acontecerá no próximo dia 12 de julho de 2023, na subsede da entidade em São Paulo, a primeira edição do Seminário NTC de Inovação Tecnológica do Transporte Rodoviário de Cargas. O evento promete apresentar as mais recentes novidades do mercado aos empresários do setor, através de quem faz acontecer o setor acontecer diariamente, as empresas transportadoras.</p>
<p>Com o objetivo de fomentar a inovação e aprimorar o transporte rodoviário de cargas no Brasil, o seminário contará com painéis temáticos onde os participantes terão a oportunidade de tirar dúvidas, compartilhar experiências e até mesmo fechar negócios durante os intervalos do evento.</p>
<p>O transporte rodoviário de cargas é uma atividade estratégica para a economia do país, sendo responsável pela movimentação da maioria das mercadorias no território brasileiro. Nesse contexto, a adoção de tecnologias avançadas e soluções inovadoras é fundamental para aumentar a eficiência, a segurança e a sustentabilidade desse setor.</p>
<p>Durante o seminário, profissionais renomados apresentarão as últimas tendências em inovação tecnológica aplicadas ao transporte rodoviário de cargas em suas empresas. Serão abordados temas como automação de processos logísticos, utilização de inteligência artificial e big data na gestão de frota, segurança digital, veículos autônomos, rastreamento de carga em tempo real, gestão de pessoas, entre outros.</p>
<p>As inscrições para o Seminário NTC de Inovação Tecnológica do Transporte Rodoviário de Cargas já estão abertas e podem ser feitas por meio do site oficial do evento. A participação é aberta a empresários, gestores, profissionais do setor de transporte e logística, pesquisadores, estudantes e demais interessados em estar atualizados sobre as tendências e oportunidades no mercado.</p>
<p>O Seminário NTC de Inovação Tecnológica do Transporte Rodoviário de Cargas é uma excelente oportunidade para os participantes conhecerem de perto as soluções mais avançadas e disruptivas do setor, além de estabelecerem parcerias estratégicas e expandirem suas redes de contatos.</p>
<p>A programação do evento inclui ainda a exposição de empresas que apresentarão suas tecnologias e <a href="https://www.portalntc.org.br/assunto/servicos/" target="_blank" rel="noopener">serviços</a> inovadores, proporcionando aos participantes a chance de interagir diretamente com os fornecedores e conhecer as soluções disponíveis no mercado.</p>
<p>“Estamos muito entusiasmados com a realização do Primeiro Seminário NTC de Inovação Tecnológica do Transporte Rodoviário de Cargas. Acreditamos que a adoção de tecnologias avançadas é fundamental para impulsionar a competitividade e a eficiência do setor, e esse evento será uma oportunidade única para os empresários se atualizarem e se inspirarem com as últimas tendências”, destaca Francisco Pelucio, presidente da NTC&amp;Logística.</p>
<p>Com a crescente demanda por soluções logísticas mais eficientes e sustentáveis, é fundamental que as empresas do setor estejam atualizadas e preparadas para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades que surgem com os avanços tecnológicos. O Seminário NTC de Inovação Tecnológica do Transporte Rodoviário de Cargas surge como um importante fórum para promover a troca de conhecimentos e impulsionar a modernização do setor.</p>
<p><strong> </strong><strong>Confira a programação do evento</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>14h00 – Abertura do evento<br /></strong><strong>14h20 – Inovação de processos x Inovação tecnológica em logística<br /></strong><strong>Palestrante: Sérgio Alexandre de Carvalho do Grupo Toniato e André Coutinho da Rodonaves</strong></p>
<p><strong>15h20 – Inovação e tecnologia como aliadas para segurança nas estradas<br /></strong><strong>Palestrante: Gabriel Salgado, Gerente de Transportes da RAÍZEN</strong></p>
<p><strong>15h40 – Coffee Break</strong></p>
<p><strong>16h00 – Tecnologia Aplicada na Gestão de Pessoas<br /></strong><strong>Palestrante: Marcelo Patrus, da Patrus Transportes e Warney Araujo da Tora Transportes</strong></p>
<p><strong>17h00 – IVECO Criando Novos Caminhos: Conectividade e combustíveis alternativos<br /></strong><strong>Palestrante: George Carloto, Tender &amp; Corporate Sales Director – Trucks Brazil</strong></p>
<p><strong>17h20 – Término</strong></p>
<p><strong> </strong><a href="https://www.portalntc.org.br/eventos/i-seminario-ntc-de-inovacao-tecnologica-no-trc/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Faça já sua inscrição aqui</strong></a></p>
<p><strong> </strong>Para mais informações sobre o evento, acesse o site da <a href="https://www.portalntc.org.br/assunto/ntclogistica/" target="_blank" rel="noopener">NTC&amp;Logística</a>. Não perca a oportunidade de participar desse evento pioneiro e estar à frente das inovações do transporte rodoviário de cargas.</p>
<p><strong> </strong><strong>O evento é uma realização da NTC&amp;Logística, conta com o patrocínio da Fenatran, Iveco e Raízen e com o apoio do Sistema Transporte – CNT, SEST SENAT e ITL, e da FuMTran.</strong></p></div>
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		<title>Digitalização é passo essencial para empresas, diz presidente da ABDI</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/digitalizacao-e-passo-essencial-para-empresas-diz-presidente-da-abdi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jul 2021 13:52:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[ABDI]]></category>
		<category><![CDATA[digitalização]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/digitalizacao-e-passo-essencial-para-empresas-diz-presidente-da-abdi/">Digitalização é passo essencial para empresas, diz presidente da ABDI</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Igor Calvet, afirmou, nesta quarta-feira (21/7), que o Brasil ainda precisa percorrer um longo caminho para que suas empresas se tornem competitivas digitalmente. Em entrevista ao editor executivo do Correio, Vicente Nunes, durante o CB.Poder — parceria entre o jornal e a TV Brasília — Calvet avaliou como fundamental que as empresas alterem a forma como fazem negócio e se relacionam com os clientes e fornecedores por meio da digitalização.</p>
<p>Pesquisa recente da ABDI, em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), mostrou que a transformação digital de micro e pequenos negócios no Brasil está em estágio inicial. Segundo o estudo, a média de maturidade digital das micro e pequenas empresas brasileiras é de 40,77 pontos, em uma escala que varia de 0 a 100 pontos, sendo 0 nada digital e 100 totalmente digital.</p>
<p>“Essa é uma pesquisa que nós realizamos com mais de 2,5 mil empresas no Brasil. É uma pesquisa representativa, do ponto de vista estático, e podemos fazer inferências nacionais a partir dela. Fomos de Norte a Sul do país e entramos em contato com empresas da indústria, do comércio e dos serviços. Portanto, temos um grande quadro de como estamos digitalmente&#8221;, explicou.</p>
<p>&#8220;Aproximadamente 7 em cada 10 empresas no Brasil ainda estão em níveis iniciais, que já utilizam alguma ferramenta digital, têm seu próprio site, utilizam internet banda larga, mas param por aí. Isso não basta, veja que uma das coisas principais para nós, como país, é conseguirmos aumentar nossa produtividade a longo prazo e adentrar nessa economia digital. Ainda temos um longo caminho para nossas empresas se tornarem competitivas”, completou o presidente da agência.</p>
<p><strong>Investimento em políticas públicas e educação</strong></p>
<p>De acordo com Calvet, para a evolução da digitalização empresarial brasileira, é necessário tanto um investimento em políticas públicas, quanto na educação de micro e pequenos empresários. &#8220;A pesquisa nos mostra que há um conhecimento das necessidades das empresas de se incluir ou evoluir, modernizando-se digitalmente. Há, então, um trabalho não só de sensibilização, pois ainda temos muitas empresas que não sabem que devem fazer isso, mas também temos um trabalho de fomento de políticas públicas”, comentou.</p>
<p>A pesquisa revelou que as empresas demonstraram maior maturidade digital na dimensão &#8216;inovar mais rápido e colaborativamente&#8217;, com pontuação média de 47,72 pontos. O foco dessa dimensão é conhecer como as organizações estão encorajando o risco e a inovação aberta para mudar seus produtos, serviços e modelos de negócios e testar ideias. Nesse aspecto, 43,7% das empresas pesquisadas afirmam estar abertas a opiniões e a sugestões para o desenvolvimento de produtos ou serviços, mas apenas 11,6% colaborou com outras empresas e com seus clientes nesse processo.</p>
<p>Cavelt explica que os modelos startups de negócio trazem uma nova dinâmica para essa inovação e ajudam no processo de transformação digital: “As startups partem de um movimento de &#8216;inovação aberta&#8217;. As empresas, em geral, têm seus departamentos de inovação, de novos negócios e querem abrir novas fronteiras de negócios, mas muitas vezes não têm condições dentro de suas próprias corporações para inovar. Aí que entram as startups, já que é preciso um terceiro — uma empresa enxuta, pequena, com uma base tecnológica e uma ideia que precisa de um financiamento inicial para tocar alguma coisa”.</p>
<p>Em compensação, a dimensão &#8220;estabelecer novas bases de competição&#8221; foi aquela para a qual as empresas demonstraram menor maturidade, com média de 35,2 pontos. Essa dimensão avalia a capacidade das empresas em reposicionarem sua atuação e passarem a competir em mercados que antes não competiam. Nesse ponto, somente 7,3% das empresas informaram que participam de canais de venda onl-ine ou marketplaces.</p>
<p><strong>Novo mercado de trabalho</strong></p>
<p><strong> </strong>Na avaliação do presidente da instituição, investir nessa área não só traz lucros para o setor, mas também ajuda no índice de empregos e na renda do país. “Há uma relação com emprego e renda. Há alguns dados com os quais trabalhamos que dizem que empresas que se digitalizam crescem três vezes mais rápido do que as empresas que não entram. Isso significa, no fim do dia, mais negócios e mais renda. Agora, é inegável que esse mundo novo gera mudanças no mercado de trabalho”, pontuou.</p>
<p>Para Cavelt, os jovens que estão entrando no mercado de trabalho precisam se atentar às novas demandas das empresas. “Há mais ou menos dois anos, nós realizamos uma pesquisa com mais de 1,4 mil jovens de todo o Brasil e essa pesquisa falava um pouco sobre o futuro do trabalho. Naquele momento, 80% dos jovens pensavam em profissões tradicionais, como direito, enfermagem e administração de empresas. E o que mais surpreendeu foi que essa era a ideia dos jovens, mas a ideia das empresas, ao contrário, era outros tipos de empregos”, afirmou.</p>
<p>“Então, naquele momento, havia uma dissociação entre o que as empresas queriam e o que os jovens projetavam para seu futuro. Enfim, as empresas precisam cada vez mais de jovens com habilidades, mas não necessariamente com formações. Por isso, começamos a trabalhar com os ministérios da Economia e da Educação na conformação de novas bases para os currículos das instituições federais de ensino. Nós precisamos trabalhar com educação técnica, que ensina rapidamente ofícios aos estudantes, que conseguem fazer essa mudança rápida para o trabalho. Os profissionais novos e mais experientes precisam adquirir novas habilidades”, complementou.</p></div>
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		<title>DNIT inicia serviço de protocolo digital para atendimentos</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/dnit-inicia-servico-de-protocolo-digital-para-atendimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Roberto Cesar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jun 2021 14:55:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[DNIT]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204586549</guid>

					<description><![CDATA[<p>Iniciativa amplia governo digital na administração pública</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Iniciativa amplia governo digital na administração pública</strong></p>
<p>O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) inicia o atendimento de protocolo digital na sede nesta segunda-feira (21/6) no portal gov.br. Esse é mais um passo em direção a desburocratização e facilidade de acesso dos cidadãos aos serviços do governo federal.</p>
<p>Pelo login único do portal gov.br, as solicitações encaminhadas ao DNIT sede podem ser realizadas de forma eletrônica. A partir do mês de agosto, o serviço será ampliado para o protocolo das Superintendências.</p>
<p>Para solicitar a protocolização de documentos, os usuários devem:</p>
<p>1) Acessar “Protocolar documentos junto ao DNIT” na página de serviços do governo federal e clicar no botão &#8220;INICIAR&#8221;;<br />2) Criar/efetuar login no Portal &lt;gov.br&gt;;<br />3) Escolher o tipo de solicitação;<br />4) Preencher o formulário da solicitação;<br />5) Anexar os documentos necessários, conforme orientações do formulário de solicitação<br />6) Conferir os dados e concluir a solicitação.</p>
<p>As solicitações poderão ser acompanhadas pelo e-mail automático do Sistema ou pela própria plataforma gov.br. Os endereços de e-mails protocolo.terreo@dnit.gov.br e protocolo.dnit@gmail.com não serão mais utilizados como canais para envio de documentação para inserção no DNIT.</p>
<p>Esse é o DNIT trabalhando para ampliar o governo digital e facilitar o acesso do cidadão aos serviços ofertados pela autarquia.</p></div>
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		<title>Quer saber o segredo de uma logística inteligente?</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/quer-saber-o-segredo-de-uma-logistica-inteligente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 13:34:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[supply chain]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da Accenture mostra que empresas que criam experiências marcantes aos clientes conseguem operar com mais rapidez e eficiência do que os concorrentes</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Pesquisa da Accenture mostra que empresas que criam experiências marcantes aos clientes conseguem operar com mais rapidez e eficiência do que os concorrentes</p>
<p>A pandemia lançou vários desafios às empresas. Um dos mais urgentes foi o de entregar produtos e serviços com eficiência e rapidez, sem colocar em risco a segurança de suas operações, e claro, de sua força de trabalho. Não tem sido fácil. Uma pesquisa da Accenture, consultoria de gestão, tecnologia da informação e outsourcing, mostra que 94% das companhias da Fortune 1000 veem rupturas no supply chain por causa da covid-19, e 75% delas tiveram impactos negativos ou muito negativos em suas atividades.</p>
<p>A boa notícia é que há líderes transformando positivamente suas cadeias de suprimentos em fatores impulsionadores de crescimento. De acordo com um estudo da Accenture feito com 900 empresas ao redor do mundo de nove diferentes setores, 10% das companhias participantes foram capazes de remodelar com sucesso suas estratégias, abrindo vantagem em relação à concorrência. O segredo?</p>
<p><em>Supply chain: uma estratégia de sucesso</em><br /><strong>1. Foco no consumidor</strong><br />Em comum, as companhias que se destacaram no estudo têm o consumidor sempre em mente ao oferecer entregas cada vez mais personalizadas.</p>
<p><strong>2. Insights em ações</strong><br />Elas investem em tecnologia para criar um ambiente colaborativo — dentro e fora —, e não perdem a oportunidade de transformar dados em ações. Ao repensar o supply chain dentro do seu negócio, as empresas expandem a ideia do que são seus ativos e como usá-los.</p>
<p><strong>3. Tecnologias que realmente importam</strong><br />Concentram-se em capacidades que aumentam a agilidade da cadeia de suprimentos, como segmentação de produtos e serviços, análise preditiva, cibersegurança e blockchain.</p>
<p><strong>4. CEOs engajados</strong><br />Outro diferencial é o fato de essas empresas terem, em seu comando, pessoas que debatem o tema com o Conselho. Os CEOs também investem em inovação, e colocam seus melhores talentos para conduzir suas operações. Além disso, repensar o supply chain significa que eles têm a possibilidade de considerar alternativas mais sustentáveis.</p>
<p>Rodolfo Eschenbach, líder de Strategy &amp; Consulting da Accenture para América Latina, afirma que o aumento do uso de canais digitais pela pandemia fez muitas empresas acelerarem seu processo de transformação digital, principalmente na área de logística. “Quando um produto chega na hora certa, embalado da forma como o cliente quer, ele fica encantado com a experiência. Por isso, é importante entender a jornada de entrega. As empresas que já vinham se preparando conseguiram andar mais rápido”, diz.</p></div>
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		<item>
		<title>SETCESP suspende reuniões e eventos devido ao coronavírus</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/comunicadocoronavirus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2020 13:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Abastecimento e Distribuição]]></category>
		<category><![CDATA[Aduaneiro]]></category>
		<category><![CDATA[Bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[Cargas Completas]]></category>
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		<category><![CDATA[Diretorias de Especialidades]]></category>
		<category><![CDATA[E-Commerce]]></category>
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		<category><![CDATA[Corona Vírus]]></category>
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		<category><![CDATA[setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>SETCESP suspende reuniões e eventos até o final de março devido ao Corona vírus.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Entidade suspende reuniões, eventos, cursos e treinamento da ULT até o final de março como medida de precaução.</em></p>
<p>Em virtude das últimas notícias e previsões divulgadas sobre o aumento da possibilidade de contaminação pelo <strong>c</strong><strong>oronavírus</strong>, o SETCESP – Sindicado das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região, comunica que <strong>suspenderá seus eventos e reuniões</strong> de especialidades dos segmentos do transporte rodoviário de cargas<strong> até o dia 31/03/2020</strong> a fim de contribuir com as medidas de precaução indicadas pelo Ministério da Saúde, como a não concentração de pessoas em locais fechados.</p>
<p>Entretanto, esclarecemos que <strong>manteremos disponíveis o atendimento presencial</strong> individual para transportadoras associadas mediante agendamento prévio, assim como o contato por <strong>telefone e e-mail.</strong></p>
<p>Esperamos que o cenário de saúde mundial seja em breve restabelecido para que todas as atividades, não somente do SETCESP mas também das demais organizações, empresas e serviços públicos, retomem a normalidade o mais breve possível.</p>
<p>Para mais informações, entre em contato conosco:</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>SETCESP</strong><br />setcesp@setcesp.org.br<br />(11) 2632.1000</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>CAS Barueri</strong><br />barueri@setcesp.org.br<br />(11) 2632.1081</p>
<p style="padding-left: 40px;"><strong>CAS Jundiaí</strong><br />jundiai@setcesp.org.br<br />(11) 4521.7028</p>
<p>O atendimento do posto da <strong>ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres</strong>, para o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) está sendo realizado normalmente, uma vez que todas as medidas de prevenção foram tomadas no local, como a intensificação da limpeza, disponibilidade de álcool gel e orientação para distância segura entre as pessoas – no mínimo, 1 metro.</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p><strong>SETCESP</strong><br />Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região</p>
<p><a href="https://setcesp.org.br/noticias/coronavirus-saiba-como-orientar-os-seus-profissionais/?utm_campaign=setcesp_online_46_-_duplicado_-_duplicado&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=RD+Station" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Conheça os sintomas e saiba como se proteger do Covid-19 clicando neste link.</a></p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Comprovante eletrônico de entrega já está valendo em todo o Brasil</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/comprovante-eletronico-de-entrega-ja-esta-valendo-em-todo-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Roberto Cesar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2019 15:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[comprovante eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[entrega]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204571305</guid>

					<description><![CDATA[<p>O novo formato já pode substituir o comprovante de entrega impresso</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>O novo formato já pode substituir o comprovante de entrega impresso</em></p>
<p>Desde o dia 1º de setembro, já pode ser utilizado o de comprovante eletrônico do conhecimento de transportes para as entregas de produtos e mercadorias. A data era o prazo final para os governos estaduais se manifestarem sobre o Ajuste SINIEF 12/19, que foi publicado em 12 de julho no DOU – Diário Oficial da União estabelecido pelo CONFAZ (Conselho Nacional de Política Fazendária).</p>
<p>Como não houve nenhum impedimento por parte dos governos estaduais, a norma já está em vigência em todo país.</p>
<p>A regulamentação é uma reivindicação antiga do SETCESP, que foi atendida pelo CONFAZ, após muitas reuniões com órgãos reguladores já que desde 2016 o presidente do SETCESP, Tayguara Helou, vem apresentando estudos junto ao ENCAT (Encontro Nacional dos Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais) demonstrando a viabilidade, praticidade e segurança de se comprovar a entrega de mercadoria por meio de sistemas eletrônicos.</p>
<p>Agora os comprovantes podem ser usados do mesmo modo que os outros documentos fiscais eletrônicos, como a nota fiscal e o manifesto. Para isso, basta a captura eletrônica dos dados do recebedor incluindo, data, horário, localização e assinatura.</p>
<p>Na tela dos smartphones ou tablets, dependendo do que for disponibilizado pela transportadora, a confirmação da entrega será feita no campo específico no DACT-e (Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico). Entretanto, vale verificar como a Secretaria da Fazenda de cada estado está regulamentando o assunto internamente.</p>
<p>“O comprovante de entrega era o que faltava para completar a transformação digital dos documentos necessários ao transporte rodoviário de cargas e o SETCESP se orgulha de ser o protagonista em mais esta conquista do setor que se reflete em benefício a toda cadeia produtiva do Brasil, estamos trabalhando no sentido de termos uma logística sem papéis”, comemora Tayguara Helou, presidente da entidade.</p>
<p>A medida traz benefícios ao transporte rodoviário de carga como informações disponibilizadas em tempo real, redução de custos, integração digital, mais segurança, confiança e transparência no documento fiscal.</p>
<p>Para conferir a publicação oficial no DOU, <a href="http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=12/07/2019&amp;jornal=515&amp;pagina=267&amp;totalArquivos=339">clique aqui</a>. </p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/comprovante-eletronico-de-entrega-ja-esta-valendo-em-todo-o-brasil/">Comprovante eletrônico de entrega já está valendo em todo o Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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