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	<title>Arquivos Sustentabilidade &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
	<lastBuildDate>Tue, 16 Jun 2026 14:59:11 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Sustentabilidade &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Transporte ganha espaço no debate sobre ESG na Alesp</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/transporte-ganha-espaco-no-debate-sobre-esg-na-alesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 14:58:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 86]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Alesp]]></category>
		<category><![CDATA[Código ESG paulista]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por meio da Comissão de Sustentabilidade do SETCESP, o setor apresentou contribuições para o projeto de lei estadual que visa criar o Código ESG paulista</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/transporte-ganha-espaco-no-debate-sobre-esg-na-alesp/">Transporte ganha espaço no debate sobre ESG na Alesp</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Por Aline Maciel</p>
<p><em>Por meio da <a href="http://setcesp.org.br/sustentabilidade/" target="_blank" rel="noopener">Comissão de Sustentabilidade do SETCESP</a>, o setor apresentou contribuições para o projeto de lei estadual que visa criar o Código ESG paulista</em></p>
<p>Após anos se destacando nas discussões sobre sustentabilidade no transporte rodoviário de cargas, o SETCESP passou a integrar a Comissão Parlamentar de ESG da <a href="https://www.al.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp)</a>, a convite do deputado estadual Alex Madureira (PL).</p>
<p>A iniciativa reúne representantes de diferentes setores econômicos para debater propostas voltadas à construção de uma agenda estadual de sustentabilidade, governança e responsabilidade social.</p>
<p>O diálogo entre o setor de transporte e a Frente Parlamentar já vinha se fortalecendo nos últimos meses. Em março, o secretário-executivo da Frente Parlamentar de ESG, Alex Gama, participou de uma reunião da Comissão de Sustentabilidade do SETCESP para conhecer de perto as demandas e os projetos desenvolvidos pela entidade.</p>
<p>Para cada entidade setorial foi montado um grupo de trabalho e a representação do setor na frente parlamentar é liderada por Marcelo Rodrigues, presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP. A coordenadora da Comissão de Sustentabilidade da entidade, Fernanda Veneziani, é vice-presidente da representação, e Erick Tosin, vice-coordenador da Comissão, é o responsável técnico do grupo.</p>
<p>Nas reuniões realizadas ao longo do ano, a frente parlamentar <a href="https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/comissao-de-sustentabilidade-do-setcesp-leva-propostas-do-transporte-a-frente-parlamentar-de-esg-na-alesp/" target="_blank" rel="noopener">recebeu propostas do setor de transporte rodoviário de cargas</a> para acelerar a agenda ESG no estado. Mais recentemente, a comissão parlamentar encaminhou às entidades participantes uma minuta de projeto de lei que servirá de base para a criação de um Código ESG paulista.</p>
<p>Segundo Veneziani, o SETCESP analisou o documento e apresentou sugestões de ajustes para adequar as propostas à realidade operacional do transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>A proposta prevê diretrizes voltadas à sustentabilidade, transparência e transição para uma economia de baixo carbono, consolidando práticas ambientais, sociais e de governança como pilares do desenvolvimento econômico do estado.</p>
<p>Para Veneziani, a iniciativa representa um avanço importante, principalmente porque o transporte ocupa posição estratégica no debate sobre descarbonização e transição energética.</p>
<p>“Compartilhamos integralmente dos princípios estabelecidos no projeto. Quando falamos em transição energética, o transporte tem um peso muito grande nesse processo”, destaca.</p>
<p>Apesar do alinhamento com os objetivos contidos na minuta, o setor defende que a implementação das metas considere os desafios estruturais enfrentados pelas transportadoras. Entre eles estão a forte dependência de combustíveis fósseis, o alto custo de aquisição de veículos de baixa emissão e a infraestrutura limitada para abastecimento com combustíveis alternativos.</p>
<p>De acordo com Veneziani, as contribuições apresentadas pelo SETCESP buscam tornar as metas mais viáveis e compatíveis com a realidade do TRC, permitindo uma implementação escalonada.</p>
<p>“O projeto estabelece metas importantes, como redução progressiva das emissões de gases de efeito estufa, auditorias e transição energética. Mas o transporte enfrenta desafios muito específicos”, explica.</p>
<p>Outro ponto defendido pela entidade é a adoção de um modelo progressivo de adequação ao ESG, considerando que as empresas do setor apresentam diferentes níveis de maturidade no tema. Enquanto algumas organizações já possuem práticas avançadas, outras ainda estão iniciando essa jornada.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h3><strong>Renovação de frota ainda é o ponto de maior atenção</strong></h3>
<p>As sugestões do setor concentram-se especialmente na renovação de frota e na ampliação da infraestrutura de abastecimento. Atualmente, <strong>a idade média da frota brasileira é de 15 anos, segundo dados da Confederação Nacional do Transporte. Entre as transportadoras, porém, esse índice cai para cerca de oito anos.</strong></p>
<p>Conforme Veneziani relata, a frota mais antiga está concentrada principalmente nas mãos dos motoristas autônomos, reforçando a necessidade de políticas públicas voltadas à renovação acessível desses veículos. “É dever nosso também lutar para que os autônomos tenham melhores condições de acesso à renovação de frota”, afirma.</p>
<p>Para a coordenadora, programas de incentivo só terão efetividade se contemplarem a realidade financeira das pequenas e médias empresas transportadoras. “Não adianta falar em renovação e incentivo se isso não for acessível ao pequeno transportador.”</p>
<p>A coordenadora também destaca que a transição no transporte pesado não deverá depender de uma única solução energética. Na avaliação dela, o futuro do setor será marcado por uma matriz energética diversificada, envolvendo veículos movidos a biometano, GNV, eletrificação parcial, modelos híbridos e motores a diesel mais eficientes.</p>
<p><strong>Construção colaborativa</strong></p>
<p>A próxima etapa dos trabalhos será o envio das contribuições do setor para uma nova avaliação da Frente Parlamentar. Após consolidar as sugestões recebidas das diferentes entidades participantes, a expectativa é transformar a minuta em um projeto de lei a ser encaminhado para votação na Alesp.</p>
<p>Veneziani demonstra otimismo em relação ao avanço da iniciativa e ressalta o protagonismo do SETCESP no debate público sobre sustentabilidade no transporte. A entidade tem sido apontada como referência na disseminação de boas práticas ESG dentro e fora do setor.</p>
<p>Segundo ela, durante uma das reuniões realizadas na Alesp, Alex Gama destacou a atuação da Comissão de Sustentabilidade do SETCESP como exemplo para outras entidades, principalmente pelo compartilhamento de informações e incentivo à adoção de práticas sustentáveis entre as empresas associadas.</p>
<p>Mais do que discutir combustíveis ou renovação de frota, o objetivo da Comissão do SETCESP é promover um transporte mais moderno, competitivo e alinhado às transformações do mercado, sem deixar de lado o fator humano.</p>
<p>“Nunca deixamos as pessoas de lado. Quando falamos em sustentabilidade, estamos falando principalmente sobre pessoas”, conclui Veneziani.</p>
<p><em><strong>Participe da Comissão de Sustentabilidade do SETCESP. <a href="https://api.setcesp.org.br/eventos-e-reunioes" target="_blank" rel="noopener">Confira o calendário de reuniões. </a></strong></em></p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Foto: Divulgação Alesp</em></p></div>
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		<title>FETCESP abre inscrições para o 5° PremiAR – Transportando um Mundo Verde</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/responsabilidade-ambiental/fetcesp-abre-inscricoes-para-o-5-premiar-transportando-um-mundo-verde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:45:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para o 5º PremiAR – Transportando um Mundo Verde, reconhecimento promovido pela FETCESP para empresas comprometidas com a redução de emissões e com a sustentabilidade do transporte. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Estão abertas as inscrições para o 5º PremiAR – Transportando um Mundo Verde, reconhecimento promovido pela FETCESP para empresas comprometidas com a redução de emissões e com a sustentabilidade do transporte.</p>
<p>Se você já participa do Programa Despoluir, não perca essa oportunidade.</p>
<p>Garanta a participação da sua empresa.</p>
<p>Acesse <a href="https://premiarfetcesp.com.br/">premiarfetcesp.com.br e inscreva-se.</a></p>
<p>O PremiAR é realizado pela FETCESP e conta com o apoio do SETCESP.</p></div>
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		<item>
		<title>Contratos estão mudando: ESG passa a influenciar a escolha de transportadoras</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/contratos-estao-mudando-esg-passa-a-influenciar-a-escolha-de-transportadoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 19:54:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[TRC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Transporte Rodoviário de Cargas, essa mudança já é perceptível: empresas contratantes estão incorporando critérios ambientais, sociais e de governança (ESG) na escolha de seus parceiros logísticos.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Critérios ESG passam a impactar diretamente a escolha de fornecedores logísticos, e transportadoras que se antecipam ganham vantagem competitiva no mercado</em></p>
<p>A sustentabilidade deixou de ser apenas uma pauta institucional para se tornar um fator decisivo nas relações comerciais. No Transporte Rodoviário de Cargas, essa mudança já é perceptível: empresas contratantes estão incorporando critérios ambientais, sociais e de governança (ESG) na escolha de seus parceiros logísticos.</p>
<p>Grandes companhias – especialmente multinacionais e empresas de capital aberto – vêm adotando novos padrões de reporte climático e ambiental, ampliando a exigência de transparência em toda a cadeia produtiva. Na prática, isso significa que essas organizações precisam medir, monitorar e divulgar as emissões associadas às suas operações, o que inclui diretamente os serviços de transporte.</p>
<p>Esse movimento reposiciona o papel das transportadoras dentro da cadeia logística. Mais do que executar a operação, passa a ser necessário comprovar eficiência ambiental, controle de emissões e compromisso com práticas sustentáveis.</p>
<p>Para as empresas do setor, essa nova realidade traz desafios, mas também abre oportunidades relevantes. Transportadoras que conseguem estruturar sua gestão ambiental e apresentar dados confiáveis tendem a:</p>
<p>fortalecer o relacionamento com clientes estratégicos;<br />aumentar a competitividade em processos de contratação e licitações;<br />acessar novas oportunidades de negócio, especialmente com grandes embarcadores.<br />Por outro lado, a gestão de indicadores ambientais exige novas ferramentas, organização de dados e conhecimento técnico – o que ainda representa uma barreira para muitas empresas.</p>
<p>Diante desse cenário, a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística) firmou parceria com a Domani Global, especializada em soluções tecnológicas e estratégicas em ESG, com foco em atender empresas de todos os portes do Transporte Rodoviário de Cargas.</p>
<p>A iniciativa tem como objetivo facilitar o acesso das transportadoras a ferramentas que permitam mensurar emissões, acompanhar indicadores ESG e estruturar planos de ação, de forma prática e alinhada à realidade operacional do setor.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Avanços da descarbonização no transporte brasileiro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/logistica/avancos-da-descarbonizacao-no-transporte-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:50:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[transporte brasileiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um dos maiores palcos mundiais para inovação industrial e tecnologia, a Jomed colocou o transporte brasileiro em evidência internacional.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Em um dos maiores palcos mundiais para inovação industrial e tecnologia, a Jomed colocou o transporte brasileiro em evidência internacional. Durante a Hannover Messe 2026, realizada entre os dias 20 e 24 de abril, a empresa foi uma das poucas transportadoras brasileiras presentes no evento, representando o país em discussões estratégicas sobre descarbonização, novas matrizes energéticas e o futuro da logística global. Um dos destaques dessa participação foi a atuação de Carlos Ferreira, Gerente de Sustentabilidade da Jomed, que participou do painel The Role of The Transport Sector in the Energy Transition with Biomethane (O Papel do Setor de Transporte na Transição Energética com Biometano) apresentando ações e práticas sustentáveis já aplicadas pela empresa, compartilhando ao público internacional iniciativas concretas que vêm impulsionando uma logística mais eficiente, inovadora e alinhada à transição energética.</p>
<p>Mais do que participar da principal feira industrial do mundo, a Jomed levou ao cenário internacional a força de um setor em transformação e reafirmou sua posição em uma agenda que conecta inovação, sustentabilidade e infraestrutura. Em um ambiente que reúne líderes globais, grandes indústrias e tecnologias que moldam o futuro, a presença da empresa simbolizou não apenas a representatividade do Brasil, mas o avanço de uma logística nacional cada vez mais preparada para liderar mudanças.</p>
<p>A convite da CNT (Confederação Nacional de Transporte), a empresa integrou a programação oficial da feira e levou ao público internacional a palestra Cenário de Descarbonização no Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil, compartilhando experiências, desafios e oportunidades da transição energética no setor. A presença da Jomed na Hannover ganha ainda mais relevância por evidenciar a relevância internacional de uma empresa brasileira em um dos fóruns mais relevantes do mundo para o setor industrial e de transportes.</p>
<p>Representando a companhia no evento, estiveram Eduardo Garrido, Diretor Comercial; Sidnei Alves, Diretor Financeiro; e Carlos Ferreira, Gerente de Sustentabilidade, lideranças que vêm conduzindo iniciativas estratégicas ligadas à inovação, eficiência operacional e sustentabilidade. A participação do grupo reforçou o posicionamento institucional da Jomed e levou para a feira uma visão prática sobre como o setor de transportes brasileiro vem avançando na agenda de descarbonização.</p>
<p>Durante a apresentação, a empresa destacou iniciativas voltadas à substituição do diesel por combustíveis alternativos, os avanços em eficiência energética e os caminhos que vêm redesenhando o futuro do transporte pesado no Brasil. Mais do que apresentar tendências, a companhia levou à Hannover experiências concretas de mercado e uma visão aplicada sobre como inovação e sustentabilidade podem caminhar juntas na logística.</p>
<p>Entre os temas centrais apresentados esteve o avanço dos combustíveis alternativos, com destaque para o biometano como solução viável para acelerar a descarbonização do transporte rodoviário. Ao levar esse debate para a principal vitrine industrial do mundo, a Jomed contribuiu para posicionar o Brasil como referência em soluções energéticas aplicadas ao setor logístico. A companhia foi a primeira transportadora brasileira a contar com um ponto próprio de abastecimento de biometano, iniciativa que reforça seu pioneirismo na adoção de alternativas sustentáveis para o transporte pesado. Os resultados alcançados com a operação vêm demonstrando ganhos relevantes em eficiência e sustentabilidade e, diante do desempenho satisfatório do projeto, a empresa já planeja a implantação de um segundo posto de abastecimento em sua filial do Espírito Santo, ampliando a estratégia e consolidando o biometano como parte do futuro energético de sua operação. Em um ambiente onde indústria, tecnologia e sustentabilidade convergiram, a empresa mostrou como a logística pode ocupar papel estratégico na agenda climática global.</p>
<p>A presença na Hannover Messe também reforçou o posicionamento da Jomed como agente ativo da transformação do setor. Mais do que acompanhar esse<br />movimento, a empresa demonstrou estar inserida na vanguarda dessa transformação, ampliando sua atuação em um cenário internacional onde o futuro da mobilidade, da infraestrutura e das novas matrizes energéticas está sendo debatido.</p>
<p>A participação no evento representa um marco não apenas para a companhia, mas para o setor de transporte e logística nacional. Ao levar para a Alemanha discussões sobre inovação, infraestrutura e descarbonização, a Jomed reforçou que o Brasil tem contribuição relevante para oferecer nas agendas globais de sustentabilidade e transição energética. A passagem pela Hannover Messe 2026 deixa uma mensagem clara: o futuro do transporte passa por tecnologia, novas matrizes energéticas e colaboração. A logística brasileira tem papel central nessa transformação. Com sua atuação no evento, e sendo uma das poucas transportadoras brasileiras a representar o país em um palco dessa magnitude, a Jomed consolida sua posição de referência em um debate que define os próximos passos do setor no Brasil e no mundo.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>ANTT institui Comissão para impulsionar corredores logísticos sustentáveis e inovação regulatória</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/antt-institui-comissao-para-impulsionar-corredores-logisticos-sustentaveis-e-inovacao-regulatoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 20:15:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ANTT]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204646023</guid>

					<description><![CDATA[<p>Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) instituiu a Comissão de Sandbox Regulatório para coordenar o processo seletivo e acompanhar experimentos voltados à implantação de Corredores Logísticos Sustentáveis Multimodais.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/antt-institui-comissao-para-impulsionar-corredores-logisticos-sustentaveis-e-inovacao-regulatoria/">ANTT institui Comissão para impulsionar corredores logísticos sustentáveis e inovação regulatória</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Colegiado vai conduzir seleção e monitoramento de projetos em ambiente experimental, com foco em segurança, sustentabilidade e eficiência no transporte</em></p>
<p>Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) instituiu a Comissão de Sandbox Regulatório para coordenar o processo seletivo e acompanhar experimentos voltados à implantação de Corredores Logísticos Sustentáveis Multimodais. A medida foi formalizada pela Portaria DG nº 73, de 7 de abril de 2026, e reforça a atuação da Agência na promoção da inovação e da sustentabilidade no setor de transportes terrestres.</p>
<p>O grupo terá papel estratégico na avaliação de soluções inovadoras em ambiente regulatório experimental, permitindo que projetos sejam testados com acompanhamento técnico antes de eventual incorporação definitiva às normas do setor. A iniciativa está alinhada à Resolução ANTT nº 5.999/2022, que disciplina o uso do sandbox regulatório na Agência.</p>
<p>“O sandbox regulatório é um instrumento essencial para estimular a inovação com segurança, permitindo que novas soluções sejam avaliadas de forma estruturada, com foco no interesse público e na melhoria dos serviços prestados à sociedade”, destacou o Diretor-Geral da ANTT, Guilherme Theo Sampaio.</p>
<p><b>Seleção e acompanhamento de projetos</b></p>
<p>A Comissão será responsável por conduzir todas as etapas do processo seletivo previsto no Edital Eletrônico nº 02/2025, desde a análise documental das empresas participantes até o julgamento final das propostas. Também caberá ao grupo acompanhar a execução dos projetos autorizados temporariamente, avaliando resultados, riscos e impactos ao longo de todo o ciclo dos experimentos.</p>
<p>Nesse contexto, o colegiado atuará na análise das propostas inovadoras apresentadas, na formalização de termos de referência e instrumentos contratuais, além do monitoramento contínuo dos projetos. A Comissão também avaliará os impactos regulatórios, concorrenciais, operacionais e socioambientais das iniciativas, propondo recomendações à Diretoria Colegiada quanto à continuidade, ajustes ou eventual descontinuidade das soluções testadas.</p>
<p><b>Transparência e participação social</b></p>
<p>A Portaria estabelece diretrizes de transparência ativa, prevendo a divulgação de informações sobre os projetos aprovados, relatórios periódicos de acompanhamento e os resultados parciais e finais dos experimentos no site da ANTT. O objetivo é garantir acesso à informação com linguagem clara e acessível à sociedade.</p>
<p>Além disso, a norma assegura mecanismos de participação social durante a execução dos projetos, com a possibilidade de recebimento de manifestações de usuários e interessados. As contribuições serão analisadas e consideradas na avaliação dos resultados, com apoio da Ouvidoria da Agência como canal institucional.</p>
<p><b>Monitoramento e governança</b></p>
<p>Os projetos serão acompanhados por meio de metodologia estruturada de monitoramento, com definição de indicadores de desempenho e avaliações periódicas. Relatórios técnicos consolidados deverão ser elaborados, no mínimo, a cada três meses, permitindo análise comparativa entre os participantes e acompanhamento da evolução dos resultados.</p>
<p>Após a conclusão do processo seletivo e a publicação das autorizações temporárias, a Comissão passará a se reunir mensalmente, garantindo governança contínua dos experimentos. Reuniões extraordinárias poderão ser convocadas em caso de riscos relevantes ou necessidade de deliberação urgente.</p>
<p>A coordenação dos trabalhos ficará sob responsabilidade da Superintendência de Sustentabilidade, Pessoas e Inovação (SUSPI), com participação de representantes de diferentes áreas da ANTT, assegurando uma atuação integrada entre os diversos modais e temas regulatórios.</p>
<p><b>Inovação com foco no cidadão</b></p>
<p>A criação da Comissão de Sandbox Regulatório reforça o compromisso da ANTT com a modernização da regulação, a eficiência logística e a sustentabilidade. Ao permitir a experimentação de soluções inovadoras em ambiente controlado, a Agência amplia sua capacidade de resposta às transformações do setor e fortalece a construção de políticas públicas mais eficazes.</p>
<p>Ao final dos trabalhos, será elaborado um relatório consolidado com os resultados dos experimentos, que subsidiará a tomada de decisão da Diretoria Colegiada sobre a adoção das soluções testadas, sempre com foco na melhoria dos serviços prestados e na geração de benefícios concretos para a sociedade.</p></div>
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		<title>Comissão de Sustentabilidade do SETCESP leva propostas do transporte à Frente Parlamentar de ESG na ALESP</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/comissao-de-sustentabilidade-do-setcesp-leva-propostas-do-transporte-a-frente-parlamentar-de-esg-na-alesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 18:47:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de cargas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o encontro, Veneziani expôs as principais propostas do transporte rodoviário de cargas para o avanço da agenda ESG no estado. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Encontro aproxima o setor das discussões que podem se transformar em políticas públicas sustentáveis</em></p>
<p>No dia 25 de março, a Comissão de Sustentabilidade do SETCESP, representada por sua coordenadora, Fernanda Veneziani, participou de reunião com a Frente Parlamentar de ESG da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), que contou também com a presença de representantes de diversos setores.</p>
<p>Durante o encontro, Veneziani expôs as principais propostas do transporte rodoviário de cargas para o avanço da agenda ESG no estado. As pautas prioritárias destacadas foram:</p>
<ul>
<li>a implementação de políticas públicas voltadas à gestão e destinação de resíduos;</li>
<li>a melhoria da infraestrutura e das condições de trabalho para mulheres nas estradas; e</li>
<li>incentivos à renovação de frota e ao uso de combustíveis alternativos, especialmente no que diz respeito à ampliação da infraestrutura de abastecimento.</li>
</ul>
<p>Alex Gama, secretário executivo da Frente Parlamentar de ESG, avaliou positivamente as propostas apresentadas. Segundo ele, o engajamento das empresas do setor em discussões estruturadas fortalece a construção de iniciativas que podem evoluir para projetos de lei na área.</p>
<p>Durante o encontro, Veneziani reforçou que a contribuição das transportadoras foi essencial para a consolidação das pautas apresentadas. “A participação ativa das empresas garante que as propostas reflitam, de fato, os desafios e necessidades do setor”, afirmou.</p>
<p>A coordenadora também destacou na ocasião as ações promovidas pela entidade. “Compartilhei a nossa premiação anual que reconhece empresas com melhores práticas e os nossos materiais como nosso e-book de ESG e cases disponíveis no YouTube, que exemplificam ações concretas do setor”, acrescentou.</p>
<p>A atuação da comissão reforça o papel do SETCESP como interlocutor junto ao poder público, levando ao debate legislativo temas alinhados à realidade operacional das empresas.</p>
<p>“Mantemos reuniões mensais, geralmente online, deixo o convite aberto aos executivos e profissionais do setor interessados em ESG, segurança e qualidade, para que participem contribuindo assim também para o avanço da agenda de sustentabilidade do estado de São Paulo”, compartilhou Veneziani.</p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_0_wrapper  et_pb_module ">
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		<title>Menos exigência, mais risco? Fim da obrigatoriedade de renovação do MOPP acende alerta no transporte de produtos perigosos</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/menos-exigencia-mais-risco-fim-da-obrigatoriedade-de-renovacao-do-mopp-acende-alerta-no-transporte-de-produtos-perigosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 13:21:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 85]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[MOPP]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de produtos perigosos]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204644443</guid>

					<description><![CDATA[<p>Resolução do Contran flexibiliza regra, mas empresas mantêm foco na qualidade da operação para mitigar riscos à saúde e ao meio ambiente.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Resolução do Contran flexibiliza regra, mas empresas mantêm foco na qualidade da operação para mitigar riscos à saúde e ao meio ambiente</em></p>
<p>Publicada no final do ano passado, a Resolução nº 1.020 do Contran, teve como foco principal a flexibilização das regras para obtenção da CNH. No entanto, entre outras medidas, a norma também retirou a obrigatoriedade de renovação, a cada cinco anos, do Curso de Movimentação Operacional de Produtos Perigosos, o MOPP.</p>
<p>A exigência do curso permanece para quem deseja ingressar no segmento. A mudança restringe-se à retirada da reciclagem periódica obrigatória.</p>
<p>A alteração surpreendeu parte do setor. Para Ricardo Soares, diretor jurídico da TransJordano, que opera no transporte de combustíveis líquidos, a flexibilização pode representar um risco sistêmico.</p>
<p>“O transporte de produtos perigosos exige preparo técnico contínuo. A reciclagem periódica reforça protocolos de emergência e atualizações normativas, o que é fundamental em um setor de alto potencial lesivo”, afirma o diretor.</p>
<p>Armando Masao, proprietário da TransKompa, especializada no transporte de produtos químicos perigosos, a granel e líquidos, concorda com Soares e acredita que o MOPP segue como um diferencial para o motorista que atua nesse segmento. “A capacitação permanente é indispensável para quem lida com esse tipo de carga”.</p>
<p>O secretário-executivo da <a href="https://www.abtlp.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos (ABTLP)</a>, Eduardo Leal, explica que o MOPP conta com uma grade curricular que contempla ações de emergência, primeiros socorros e direção defensiva. “O curso oferece uma visão geral das classes de risco dos produtos tidos como perigosos e também aborda aspectos relacionados à área ambiental”.</p>
<p>Leal conta também que transportar produto perigoso é uma atividade considerada como potencialmente poluidora pela Lei de Crimes Ambientais e que cada produto tem uma particularidade específica a respeito do modo como tem que ser acondicionado, manipulado e transportado.</p>
<p>Segundo o secretário executivo, qualquer medida que enfraqueça a segurança ou reduza a exigência de capacitação dos motoristas pode gerar efeitos negativos para o setor, especialmente em operações que envolvem cargas sensíveis e de maior risco.</p>
<p>A coordenadora de projetos do <a href="https://www.iptcsp.com.br/" target="_blank" rel="noopener">IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas)</a>, Raquel Serini, compartilha da mesma avaliação e alerta que a ausência de renovação periódica da qualificação pode ampliar o risco de acidentes e de contaminação ambiental.</p>
<p>“Ainda não é possível mensurar com precisão o impacto direto, mas ele tende a ser significativo”, pontua a especialista, indicando um aumento nas estatísticas de ocorrências de trânsito apuradas pelo IPTC, reforçando o sinal de alerta para o segmento.</p>
<p>“À primeira vista, reduzir custos e exigências pode parecer um alívio, mas a medida toca em um ponto sensível: a qualificação contínua de profissionais que lidam diariamente com cargas de alto risco”, acrescenta a coordenadora.</p>
<p>A preocupação do setor não ocorre por acaso. Um levantamento organizado pelo instituto a partir de dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) mostra que, em 2024, o índice mais recente disponível, foram registrados 31.232 acidentes com veículos de carga nas rodovias federais, uma alta de 7,5% em relação a 2023.</p>
<p>Mesmo que os números se refiram a cargas em geral, os acidentes com produtos perigosos tendem a gerar consequências mais graves, com potencial de danos ambientais e riscos à saúde e à segurança.</p>
<p>Para as empresas ouvidas, a retirada da obrigatoriedade da renovação do MOPP não significa, necessariamente, abandono da prática. “As transportadoras levam a sério a segurança e o meio ambiente. Independente se é obrigatório ou não, elas continuarão realizando o curso de tempos em tempos”, indica Masao.</p>
<p>“Por enquanto, na TransJordano, nada mudou, pois acreditamos na importância dessa capacitação periódica dos motoristas. Nossos clientes também continuam exigindo a referida renovação”, afirma Soares.</p>
<p>“Quando a equipe está preparada para conter contaminações por acidente, isso demonstra o quanto a empresa tem de senso de responsabilidade. Não a isenta do ocorrido, mas a distingue daquele transportador que não tem uma equipe especializada”, avalia Serini.</p>
<h3><strong>Atenção às multas</strong></h3>
<p>Leal lembra ainda que o transporte de produtos perigosos está entre as atividades mais regulamentadas do país, com centenas de normas no âmbito federal, além de previsões do Código de Trânsito e penalidades aplicadas pela ANTT. As multas administrativas variam de R$ 500 a R$ 5 mil, podendo alcançar cifras muito superiores em casos de dano ambiental.</p>
<p>“Em caso de infração à Lei de Crimes Ambientais, há corresponsabilidade. Motorista, transportadora, embarcador e destinatário podem ser responsabilizados, com penalidades proporcionais à participação de cada um na operação”, explica o secretário-executivo.</p>
<p>Em um setor no qual o risco é inerente à atividade, a discussão vai além da desburocratização. Para especialistas e empresas, a capacitação contínua permanece como um dos principais pilares da prevenção e da responsabilidade social e ambiental.</p></div>
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				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="1400" height="700" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/esg-PP.png" alt="" title="esg - PP" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/esg-PP.png 1400w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/esg-PP-1280x640.png 1280w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/esg-PP-980x490.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/esg-PP-480x240.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 1400px, 100vw" class="wp-image-204644446" /></span>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Você sabia?</strong></p>
<p>O SEST SENAT continuará oferecendo o curso MOPP, no formato presencial e a distância, gratuitamente para profissionais das empresas contribuintes do ‘Sistema S’ em todas as unidades do estado de São Paulo.</p>
<p>No entanto, Rafael Marquesi, supervisor do Conselho Regional do SEST SENAT, destaca que muitos profissionais motoristas e empresas têm dúvida quanto à necessidade de revalidação do MOPP. “Com a resolução não há mais a data de vencimento do curso e a primeira formação constará permanentemente na CNH do Brasil que pode ser acessada pela página do Gov.br”, reforça.</p>
<p>Embora não haja a obrigatoriedade, para os profissionais e empresas que optarem por atualizar a formação, o diretor ressalta que a possibilidade continua disponível. Nesse caso, ele receberá um certificado de atualização, nenhum registro a mais será incluído na CNH”, afirma.</p>
<p><em>Precisa realizar o curso MOPP? <a href="https://www.sestsenat.org.br/cursos" target="_blank" rel="noopener">Clique e acesse.</a></em></p></div>
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		<title>Caminhões no Brasil têm melhor eficiência ambiental do mundo</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/caminhoes-no-brasil-tem-melhor-eficiencia-ambiental-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 17:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[caminhões a gás]]></category>
		<category><![CDATA[caminhões elétricos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo aponta que caminhões nacionais apresentam a menor pegada de carbono do mundo no ciclo de vida completo.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Estudo aponta que caminhões nacionais apresentam a menor pegada de carbono do mundo no ciclo de vida completo</em></p>
<p><span class="" data-path-to-node="4,0">Quando se fala em emissão de poluentes de veículos, os caminhões são vistos como vilões, enquanto carros 100% elétricos parecem ser os mais limpos ao meio ambiente. No entanto, no caso brasileiro, a <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold"> descarbonização no setor de transporte</strong> de carga atingiu um patamar de<strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold"> liderança global. </strong>É o que revela e</span><span class="" data-path-to-node="4,2"><span class="citation-244">studo conduzido pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">(Anfavea)</strong>, em colaboração com o Boston Consulting Group (BCG).</span></span></p>
<p>Segundo o estudo,<span class="" data-path-to-node="4,2"><span class="citation-244"> veículos pesados produzidos e operados no Brasil detêm a <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold"><a class="text-red-600 underline hover:text-red-500 font-medium break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl" href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/brasil-tem-veiculos-com-menor-pegada-de-carbono-do-mundo-mostra-anfavea/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">menor pegada de carbono</a> do planeta</strong> quando analisados sob a<strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold"> metodologia de ciclo de vida completo</strong></span></span><span class="" data-path-to-node="4,4">. </span><span class="" data-path-to-node="4,6"><span class="citation-243">Este conceito, tecnicamente definido como &#8220;do berço ao túmulo&#8221;, engloba desde a mineração de matérias-primas e manufatura até o uso e o descarte final do bem</span></span><span class="" data-path-to-node="4,8">.</span></p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="" data-path-to-node="5,0">A<strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold"> vantagem competitiva do Brasil</strong> é sustentada, primordialmente, por sua <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">matriz energética</strong>. </span><span class="" data-path-to-node="5,2"><span class="citation-242">O país opera com uma matriz elétrica 90% renovável, o que<strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold"> impacta positivamente a pegada de carbono em toda a cadeia produtiva</strong></span></span><span class="" data-path-to-node="5,4"><strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">.</strong> </span><span class="" data-path-to-node="5,6"><span class="citation-241">O uso de biocombustíveis, incluindo o biodiesel, é outro ponto de destaque para explicar a posição do país. </span></span><button class="button multiple-button ng-star-inserted" aria-label="Ver detalhes da fonte. Abre o painel lateral."></button></p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl" data-path-to-node="6"><span class="" data-path-to-node="6,2"><span class="citation-240">Os dados técnicos do estudo destacam que o<strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold"> caminhão urbano brasileiro</strong> operando com a mistura de 15% de biodiesel (B15) apresenta um<strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold"> nível de emissão de CO₂ inferior</strong> ao de um<strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold"> modelo 100% elétrico rodando na China</strong></span></span><span class="" data-path-to-node="6,4">. </span><span class="" data-path-to-node="6,6"><span class="citation-239">Enquanto o modelo elétrico chinês emite mais que o triplo do similar brasileiro devido à matriz energética daquele país, o Brasil se destaca pelo uso eficiente do <a class="text-red-600 underline hover:text-red-500 font-medium break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl" href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/biometano-a-realidade-que-transforma-o-agro-e-impulsiona-a-descarbonizacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">biodiesel e do biometano</a></span></span><span class="" data-path-to-node="6,8">.</span></p>
<p data-path-to-node="6">Um exemplo entre as <a class="text-red-600 underline hover:text-red-500 font-medium break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl" href="https://www.cnnbrasil.com.br/auto/daily-multifuel-iveco-apresenta-conceito-movido-a-gas-e-etanol/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">fabricantes de caminhões</a> no Brasil é a italiana<strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold"> Iveco,</strong> que tem fábrica em Sete Lagoas (MG). A unidade mineira implementou um sistema de <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">osmose reversa</strong> que permite o reuso de aproximadamente 14.500 m³ de água desmineralizada por mês durante a produção de caminhões.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">Globalmente, a ideia da marca é atingir a neutralidade de carbono até 2040. A companhia adota o <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">ecodesign</strong> e o diagrama borboleta da economia circular para manter materiais em circulação por meio de remanufatura, reparo e reciclagem. Na unidade de Córdoba (Argentina), a Iveco transformou<strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold"> 94 toneladas de metal e alumínio em 900 volantes</strong> de inércia e 2.000 conjuntos de pedais, por exemplo.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl" data-path-to-node="6"><span class="" data-path-to-node="6,8">De acordo com o <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold"><a class="text-red-600 underline hover:text-red-500 font-medium break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl" href="https://anfavea.com.br/site/wp-content/uploads/2025/11/Estudo-Anfavea-pegada_revisado.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">relatório (confira na íntegra)</a>, encomendado pelas fabricantes brasileiras, </strong></span><span class="" data-path-to-node="7,1"><span class="citation-238">outro fator de destaque para a menor pegada de carbono é o uso de biometano e o biodiesel para o transporte rodoviário de longa distância</span></span><span class="" data-path-to-node="7,3">.</span></p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl" data-path-to-node="6"><span class="" data-path-to-node="7,5"><span class="citation-237">A Anfavea informa que o Brasil possui os caminhões rodoviários a diesel e a biometano com os menores índices de emissão do mundo</span></span><span class="" data-path-to-node="7,7">. </span><span class="" data-path-to-node="7,9"><span class="citation-236">O <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">caminhão operando com biometano 100% (BioGNV)</strong> representa o auge da descarbonização para rotas extensas, superando as<strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold"> tecnologias disponíveis em mercados como Estados Unidos e Europa</strong></span></span><span class="" data-path-to-node="7,11">.</span></p></div>
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		<title>Médias empresas precisam investir em ações de diversidade, aponta pesquisa</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/responsabilidade-social/medias-empresas-precisam-investir-em-acoes-de-diversidade-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 17:52:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>
		<category><![CDATA[Censo de diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade e inclusão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo realizado com 240 companhias indica que apenas 36% mantêm políticas de igualdade para funções estratégicas</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Estudo realizado com 240 companhias indica que apenas 36% mantêm políticas de igualdade para funções estratégicas</em></p>
<p>A diversidade nos quadros das médias empresas do Brasil está abaixo da desejada. A maioria ou 82% dos sócios e diretores dos empreendimentos são homens e 81% deles são brancos. O cenário de busca da equidade é ainda mais desafiador porque apenas 36% das organizações têm políticas estruturadas para garantir e promover a igualdade em cargos estratégicos.</p>
<p>A diversidade nos quadros das médias empresas do Brasil está abaixo da desejada. A maioria ou 82% dos sócios e diretores dos empreendimentos são homens e 81% deles são brancos. O cenário de busca da equidade é ainda mais desafiador porque apenas 36% das organizações têm políticas estruturadas para garantir e promover a igualdade em cargos estratégicos.</p>
<p>Para efeito de comparação, o levantamento “Panorama da diversidade nas organizações”, realizada pela to.gather, startup especializada em dados sobre diversidade, indica que 79,6% das empresas com unidades dedicadas à DE&amp;I (diversidade, equidade e inclusão) são de grande porte. O mapeamento, concluído em maio de 2025, ouviu 305 firmas de diferentes tamanhos e segmentos no Brasil.</p>
<p>Na visão de Áurea Ribeiro, professora e pesquisadora da FDC, os índices de paridade nas médias empresas podem melhorar a partir da combinação de uma maior profissionalização da gestão das operações e da adoção de práticas estruturadas de administração do capital humano.</p>
<p>“Isso pode conduzir à obtenção de critérios mais objetivos para contratar e promover os colaboradores”, sugere a estudiosa. “Ao mesmo tempo, ter dados relacionados à diversidade nas equipes é primordial para despertar as organizações para ações intencionais na área e reduzir as diferenças.”</p>
<p>Carolina Ignarra, CEO da consultoria Talento Incluir, argumenta que a igualdade nas médias empresas pode ganhar corpo com mais intencionalidade. “A excelência na diversidade é ter times com profissionais que se complementam”, garante. “É preciso pensar em [diversidade de] gênero, nas pessoas com deficiência e nos funcionários que viveram experiências que os outros colegas não tiveram.”</p>
<p>E não basta apenas contratar profissionais de perfis heterogêneos, continua. “Deve-se preparar a cultura corporativa para a equidade e oferecer espaços de escuta, a fim de que todos possam dizer como se sentem”, orienta. “Promover um ambiente de segurança psicológica é fundamental para haver inclusão de fato.”</p>
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		<title>Caminhões brasileiros podem emitir até 35% menos CO₂ frente aos europeus</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/caminhoes-brasileiros-podem-emitir-ate-35-menos-co%e2%82%82-frente-aos-europeus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 19:16:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ações sustentáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Emissões de CO2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um trabalho de formatura desenvolvido na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) adiciona novos elementos ao debate sobre descarbonização do transporte rodoviário. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Um trabalho de formatura desenvolvido na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) adiciona novos elementos ao debate sobre descarbonização do transporte rodoviário. Segundo o estudo, caminhões que operam no Brasil podem alcançar desempenho ambiental superior ao de modelos europeus quando a análise considera as emissões de CO₂ por carga transportada, e não apenas o consumo absoluto de combustível.</p>
<p>A pesquisa, conduzida pelo engenheiro mecânico Eduardo Eisenbach de Oliveira Fortes, indica que veículos pesados em operação no País emitem até 35% menos CO₂ por tonelada-quilômetro do que caminhões equivalentes que circulam na Europa. Dessa forma, o trabalho sugere que a logística brasileira, marcada por alta capacidade de carga, pode representar uma vantagem ambiental relevante.</p>
<p><strong>Simulação europeia adaptada à realidade brasileira</strong></p>
<p>Para chegar a esse resultado, Fortes aplicou de forma pioneira no Brasil a ferramenta VECTO (Vehicle Energy Consumption Calculation Tool), utilizada obrigatoriamente na União Europeia para certificar consumo energético e emissões de caminhões. No entanto, em vez de replicar o modelo europeu, o pesquisador adaptou os parâmetros do simulador às condições nacionais.</p>
<p>Assim, o estudo incorporou rotas longas, topografia mais severa e composições veiculares com até 74 toneladas, realidade bastante distinta do limite europeu de 40 toneladas. Além disso, Fortes comparou caminhões padrão 6×4 operando em rotas típicas da Europa com o corredor logístico Campo Grande (MS) ao Porto de Paranaguá (PR), eixo estratégico para o escoamento da produção de grãos.</p>
<p>“O setor de transporte de cargas responde por níveis relevantes de emissão de CO₂. Como o modal rodoviário movimenta mais de 60% das cargas no Brasil, precisamos de métricas mais precisas e aderentes à nossa realidade”, explica o autor.</p>
<p><strong>Capacidade de carga como fator-chave</strong></p>
<p>Os resultados da simulação mostram que, embora o caminhão brasileiro consuma mais combustível em termos absolutos, devido ao maior peso total, a eficiência cresce quando o consumo se dilui pela quantidade de mercadoria transportada. Enquanto o caminhão padrão europeu Euro VI emite 29,0 gCO₂/ton·km, o modelo brasileiro analisado alcança 18,8 gCO₂/ton·km.</p>
<p>Nesse contexto, o estudo identifica a carga transportada como o principal diferencial ambiental, superando até mesmo a influência da topografia. “Mesmo com tecnologias veiculares por vezes defasadas, consequência de uma frota envelhecida, a escala de transporte no Brasil compensa ambientalmente quando avaliamos a emissão por unidade de carga”, afirma Fortes.</p>
<p><strong>Rigor técnico e uso de dados reais</strong></p>
<p>Para assegurar consistência metodológica, o pesquisador utilizou dados reais de repositórios oficiais do VECTO, além da legislação brasileira para caracterizar os veículos padrão do Brasil e da Europa. Além disso, para mapear uma rota de mais de mil quilômetros, Fortes combinou informações reais com Inteligência Artificial integrada ao Google Maps, a fim de identificar limites de velocidade ao longo do trajeto.</p>
<p>Posteriormente, algoritmos desenvolvidos em Python processaram mais de 100 mil pontos de dados, o que elevou o nível de detalhamento da simulação. Dessa maneira, o trabalho conseguiu refletir com maior fidelidade as condições operacionais do transporte rodoviário nacional.</p>
<p>Para o professor Marcelo Augusto Leal Alves, coordenador do Centro de Engenharia Automotiva da Poli-USP e orientador do projeto, o estudo preenche uma lacuna importante. “No Brasil, onde o transporte rodoviário domina o escoamento de cargas, a avaliação das emissões de CO₂ de caminhões é estratégica. Como o País não dispõe de uma ferramenta equivalente ao VECTO, pesquisas como essa ganham ainda mais relevância”, destaca.</p>
<p><strong>Desafios climáticos e frota envelhecida</strong></p>
<p>Embora os resultados indiquem eficiência relativa elevada, o estudo também dialoga com desafios estruturais do setor. O Brasil assumiu, no âmbito do Acordo de Paris, metas de redução de emissões de gases de efeito estufa. No transporte rodoviário, os caminhões respondem por cerca de 42% das emissões do segmento, segundo o Observatório do Clima.</p>
<p>Além disso, a idade média da frota brasileira, próxima de 12 anos, compromete a eficiência energética e reforça a necessidade de renovação tecnológica, conforme dados do Anuário CNT do Transporte. Ainda assim, o trabalho da Poli-USP demonstra que a forma de medir as emissões pode alterar significativamente a percepção sobre sustentabilidade no setor.</p>
<p>Ao considerar a emissão por carga efetivamente transportada, a pesquisa sugere que o Brasil pode contribuir de maneira mais eficiente para as metas climáticas do que indicam análises baseadas apenas em padrões europeus. Nesse sentido, o estudo abre espaço para um debate mais técnico e ajustado à realidade do transporte pesado nacional.</p></div>
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