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	<title>Arquivos Sustentabilidade &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Sustentabilidade &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Fernanda Veneziani representa o SETCESP em workshop sobre Governança e Transição Energética</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/fernanda-veneziani-representa-o-setcesp-em-workshop-sobre-governanca-e-transicao-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 18:17:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa de Logística Verde Brasil (PLVB) realizou no dia 16 de julho, o seu Segundo Workshop PLVB, Governança e Compliance na Cadeia Logística. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/fernanda-veneziani-representa-o-setcesp-em-workshop-sobre-governanca-e-transicao-energetica/">Fernanda Veneziani representa o SETCESP em workshop sobre Governança e Transição Energética</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Programa de Logística Verde Brasil (PLVB) realizou no dia 16 de julho, o seu Segundo Workshop PLVB, Governança e Compliance na Cadeia Logística. O encontro híbrido, que reuniu membros e convidados tanto pela plataforma Zoom quanto presencialmente na Base Paulínia da Ultragaz, conectou os pilares de governança corporativa e conformidade (compliance) às soluções práticas de transição energética, sendo encerrado com uma visita técnica exclusiva à planta de biometano da empresa.</p>
<p>A abertura do evento foi conduzida pelo coordenador do PLVB, Prof. Lino Marujo, que contextualizou como a conformidade deve ir além das barreiras burocráticas para se tornar parte ativa da cultura organizacional das empresas de transporte e logística.</p>
<p><i>“É muito interessante falar e discutir sobre as questões do compliance, na governança na cadeia da logística, onde o compliance tem que ser algo que seja embutido na realidade do dia a dia dos colaboradores das empresas. Não basta ser só algo, um instrumento no papel ou normas e certificados, se isso não fica enculturado na realidade do dia a dia dos colaboradores e também do ecossistema de ESG, onde a gente considera tanto os fornecedores quanto os clientes que têm que comungar dos mesmos valores da empresa. E assim o PLVB vai ganhando em maturidade nas questões tanto da governança, quanto do compliance, quanto das questões dos indicadores ESG.”<br /></i>— Lino Marujo, Coordenador do PLVB</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-28107" src="https://plvb.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2_WS_2026_B.jpg" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" srcset="https://plvb.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2_WS_2026_B.jpg 600w, https://plvb.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2_WS_2026_B-300x200.jpg 300w" alt="" width="600" height="400" /><br /><em>Fernanda Veneziani falou sobre governança e compliance, e sobre o 12º prêmio de sustentabilidade SETCESP. | <br />Foto: Douglas Teixeira / Instituto Brasileiro de Transporte Sustentável (IBTS)</em></p>
<p>Na sequência, a importância dessas diretrizes para o amadurecimento do setor de transporte rodoviário de cargas foi detalhada pela coordenação de sustentabilidade do SETCESP. O painel abordou como as transportadoras vêm estruturando suas regras internas de conformidade e sustentabilidade de forma integrada:</p>
<p><i>“Estou aqui hoje no 2º Workshop do PLVB para falar sobre governança e compliance e compartilhar um pouco do trabalho que desenvolvemos no Prêmio de Sustentabilidade do SETCESP. Ao longo das edições do prêmio, temos acompanhado de perto o amadurecimento das transportadoras na estruturação de seus processos, no fortalecimento da governança e na construção de uma cultura de compliance. Mais do que atender normas, essas práticas tornam as empresas mais sólidas, transparentes e preparadas para um crescimento sustentável. Foi uma honra participar deste evento e contribuir para um debate tão importante para o nosso setor.”<br /></i>— Fernanda Veneziani, Coordenadora da Comissão de Sustentabilidade do SETCESP</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-28108" src="https://plvb.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2_WS_2026_C.jpg" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" srcset="https://plvb.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2_WS_2026_C.jpg 600w, https://plvb.org.br/wp-content/uploads/2026/07/2_WS_2026_C-300x200.jpg 300w" alt="" width="600" height="400" /><br /><em>Diego Gagnotto em apresentação sobre a importância do Biometano na descarbonização.| <br /></em><em>Foto: Douglas Teixeira / Instituto Brasileiro de Transporte Sustentável (IBTS)</em></p>
<p>Representando a anfitriã do evento, Diego Gagnotto, gerente executivo de Gases Renováveis da Ultragaz, apresentou a palestra sobre o papel do biometano como vetor imediato para a descarbonização do transporte rodoviário de cargas pesado. Ele destacou o protagonismo da companhia em viabilizar rotas de combustíveis renováveis no país:</p>
<p><i>“Hoje realizamos aqui um evento muito importante para a evolução da transição energética da logística brasileira. Sediamos aqui na Ultragaz mais um encontro do PLVB, com vários agentes da cadeia, com debates e conexões muito importantes para que possamos evoluir de maneira sustentável e consistente nessa agenda. A Ultragaz tem liderado esse movimento de biometano no país, acreditamos muito nessa evolução e continuaremos apoiando essas iniciativas para um futuro mais sustentável e cada vez mais renovável.”<br /></i>— Diego Gagnotto, Gerente executivo de Gases Renováveis da Ultragaz</p>
<p>E encerramento as atividades teóricas do workshop Felipe Romera, representante da Simple Carbon, realizou uma apresentação que trouxe contribuições complementares sobre o mercado de carbono e mensuração de impactos ambientais na cadeia de suprimentos.</p>
<h3>Visita técnica e futuro da logística verde</h3>
<p>Após o workshop, o grupo realizou uma visita técnica guiada pelas instalações da Base Paulínia da Ultragaz, conhecendo de perto a planta de biometano e o fluxo operacional do combustível renovável.</p>
<p>A realização deste workshop reafirma o papel do PLVB em construir pontes sólidas entre as demandas de compliance e a aplicação prática de tecnologias limpas. Unir a governança corporativa à transição energética é o caminho indispensável para estruturar operações de frete verde eficientes, transparentes e alinhadas aos compromissos globais de sustentabilidade.</p></div>
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		<title>Biometano pode acelerar descarbonização do transporte pesado, aponta estudo da CNT</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/biometano-pode-acelerar-descarbonizacao-do-transporte-pesado-aponta-estudo-da-cnt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 16:58:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em evento do CIBiogás, Confederação destaca ganhos ambientais do combustível renovável e defende condições para ampliar sua competitividade e infraestrutura.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/biometano-pode-acelerar-descarbonizacao-do-transporte-pesado-aponta-estudo-da-cnt/">Biometano pode acelerar descarbonização do transporte pesado, aponta estudo da CNT</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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<p class="subtitulo" style="text-align: center;"><em>Em evento do CIBiogás, Confederação destaca ganhos ambientais do combustível renovável e defende condições para ampliar sua competitividade e infraestrutura</em></p>
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<p>O biometano, produzido a partir de resíduos agrícolas, industriais e urbanos, tem potencial para reduzir as emissões de gases do efeito estufa no transporte rodoviário pesado em comparação ao diesel, contribuindo para a descarbonização do setor. Essa é uma das principais conclusões do estudo <em>Biometano: Uma alternativa limpa para o modal rodoviário</em>, elaborado pela CNT e apresentado pela gerente executiva Ambiental da entidade, Érica Marcos, durante a 3ª edição do CIBiogás Conecta Transporte Pesado, realizada na última quinta-feira (16), em São Paulo.</p>
<p>Durante o painel, a representante da Confederação destacou que, embora o potencial ambiental do biometano seja expressivo, sua expansão depende do aumento da oferta, da ampliação da infraestrutura de abastecimento e, principalmente, da competitividade econômica em relação aos combustíveis convencionais.</p>
<p>“O biometano reúne características importantes para acelerar a descarbonização do transporte, mas a transição energética precisa ser sustentável também do ponto de vista econômico. Toda fonte energética precisa oferecer acessibilidade econômica, infraestrutura e segurança para que sua adoção aconteça de forma consistente. A sustentabilidade ambiental e a viabilidade econômica precisam caminhar juntas”, afirmou Érica Marcos.</p>
<p>Segundo o estudo da CNT, o biometano é produzido a partir da purificação do biogás gerado pela decomposição de resíduos orgânicos provenientes da agropecuária, do saneamento, da indústria e dos resíduos sólidos urbanos. Após esse processo, o combustível adquire características semelhantes às do GNV (gás natural veicular), de origem fóssil, podendo abastecer caminhões e ônibus preparados para essa tecnologia.</p>
<p>Além de reduzir significativamente as emissões de gases do efeito estufa, o biometano contribui para diminuir a dependência de combustíveis fósseis e fortalecer a economia circular ao transformar resíduos em energia renovável.</p>
<p>O levantamento também demonstra que o transporte rodoviário brasileiro já dispõe de caminhões e ônibus aptos a utilizar o biometano, evidenciando a viabilidade técnica da tecnologia. Entretanto, a ampliação do uso desse combustível renovável ainda depende da expansão da infraestrutura de distribuição, do aumento da oferta nacional, da redução do custo dos veículos compatíveis e da adoção de políticas públicas capazes de estimular sua utilização e torná-lo mais competitivo.</p>
<p>A publicação da CNT destaca ainda o potencial brasileiro para ampliar esse mercado. São Paulo lidera a produção nacional de biometano veicular, concentrando cerca de 53% da oferta do país entre as unidades habilitadas. Considerando as plantas autorizadas e aquelas em processo de análise, a produção nacional alcança 3,7 milhões de metros cúbicos por dia, dos quais 63% têm origem em resíduos sólidos urbanos.</p>
<p>Promovida pelo Club de Negócios do CIBiogás, a 3ª edição do CIBiogás Conecta Transporte Pesado reuniu representantes da indústria, transportadores, distribuidores, fabricantes de tecnologia, agentes públicos e especialistas para debater os desafios e as oportunidades para a expansão do biometano no transporte pesado.</p>
<p>Érica Marcos participou do painel <em>Biometano em movimento: Desafios e oportunidades de expansão</em> ao lado de Ana Paula Feitoza, gerente Institucional da Compagas; Aurélio Ferreira, diretor de Desenvolvimento da Ultragaz; Rafael Gonzalez, diretor de Estratégia e Suprimento de Gás da Necta Gás Natural; e Luana da Silva, analista de Negócios do Itaipu Parquetec.</p>
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		<title>China apresenta primeiro motor a hidrogênio para veículos pesados e aposta em alternativa ao diesel; entenda</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/china-apresenta-primeiro-motor-a-hidrogenio-para-veiculos-pesados-e-aposta-em-alternativa-ao-diesel-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 18:37:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Equipamento desenvolvido pela Weichai Power entrega 600 cavalos de potência, compartilha mais de 90% dos componentes com motores convencionais.</p>
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<p class="content-head__subtitle" style="text-align: center;"><em>Equipamento desenvolvido pela Weichai Power entrega 600 cavalos de potência, compartilha mais de 90% dos componentes com motores convencionais</em></p>
<p>A fabricante chinesa Weichai Power apresentou o WP15, um motor de combustão interna movido a hidrogênio desenvolvido para caminhões e outros veículos pesados. Segundo a empresa, o equipamento é o primeiro do mundo da categoria a obter certificação para atender ao padrão chinês China VI, o mais rigoroso de emissões do país, marcando um avanço na estratégia da China de ampliar o uso do hidrogênio como alternativa aos combustíveis fósseis.</p>
<p>Projetado para aplicações de alta demanda, o motor tem 14,6 litros de cilindrada, potência de 600 cavalos e torque de 2.800 Nm. A Weichai afirma que o modelo alcança eficiência térmica máxima de 46,8%, índice que representa a parcela da energia do combustível efetivamente convertida em movimento e que supera a de muitos motores a diesel atualmente em operação.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="6">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O WP15 utiliza tecnologia de injeção direta de hidrogênio, na qual o combustível é injetado diretamente na câmara de combustão. De acordo com a fabricante, essa configuração melhora o aproveitamento energético e reduz o consumo, mantendo desempenho suficiente para caminhões de longa distância, veículos de mineração, equipamentos portuários, máquinas de siderúrgicas e grandes geradores.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Um dos principais diferenciais do projeto é a compatibilidade com a atual indústria de motores. Segundo a empresa, mais de 90% dos componentes do WP15 são compartilhados com motores diesel convencionais, o que reduz custos de fabricação, manutenção e adaptação das linhas de produção, além de facilitar sua adoção por fabricantes de veículos pesados.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="62" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A Weichai também afirma que o motor consegue operar com hidrogênio de menor grau de pureza do que o exigido por veículos equipados com células de combustível. A característica pode reduzir os custos de abastecimento e simplificar a infraestrutura necessária para a expansão da tecnologia, considerada um dos principais desafios para a adoção em larga escala do hidrogênio como fonte de energia.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comissão de Sustentabilidade participa de nova reunião com a Frente Parlamentar de ESG</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/comissao-de-sustentabilidade-participa-de-nova-reuniao-com-a-frente-parlamentar-de-esg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:23:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Realizado na ALESP, o encontro serviu para discutir, entre outros temas, a evolução do Código ESG paulista.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Realizado na ALESP, o encontro serviu para discutir, entre outros temas, a evolução do Código ESG paulista</em></p>
<p>O SETCESP, representado pelo vice-coordenador da Comissão de Sustentabilidade, Erick Tosin, participou de uma reunião, no dia 2, com a Frente Parlamentar ESG na ALESP (Assembleia Legislativa do Estado de S. Paulo).</p>
<p>Para Tosin, o encontro foi uma oportunidade de contribuir ativamente para discussões estratégicas que influenciam o presente e o futuro do setor.</p>
<p>“Debatemos temas como a evolução do Código ESG paulista, iniciativas para ampliar a maturidade das empresas e projetos voltados ao desenvolvimento sustentável”, contou.</p>
<p>Erick destacou que, durante o diálogo, reforçou a importância de que a construção do novo código considere a realidade das transportadoras de pequeno, médio e grande porte, tornando a agenda ESG aplicável ao dia a dia do setor.</p>
<p>Ainda segundo ele, a participação do SETCESP na agenda ESG e na Frente Parlamentar é fundamental para que políticas públicas e iniciativas voltadas à sustentabilidade sejam construídas com a contribuição de quem conhece os desafios da operação no TRC.</p>
<p>“A aproximação entre o setor produtivo e o poder público fortalece a competitividade das empresas, impulsiona a agenda ambiental e garante que as futuras diretrizes reflitam as necessidades reais do transporte rodoviário de cargas”, afirmou o vice-coordenador.</p></div>
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		<item>
		<title>O que o Japão pode aprender com o Brasil na corrida pela transição energética</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-que-o-japao-pode-aprender-com-o-brasil-na-corrida-pela-transicao-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 15:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>País asiático quer elevar participação de fontes renováveis para até 50% da eletricidade até 2040, enquanto Brasil já supera 88%.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-que-o-japao-pode-aprender-com-o-brasil-na-corrida-pela-transicao-energetica/">O que o Japão pode aprender com o Brasil na corrida pela transição energética</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>País asiático quer elevar participação de fontes renováveis para até 50% da eletricidade até 2040, enquanto Brasil já supera 88%</em></p>
<p>Quando o assunto é tecnologia, a percepção mais comum costuma colocar o Japão como referência para países emergentes, incluindo o Brasil. Mas em um desses setores mostra uma liderança clara do Brasil: a transição energética.</p>
<p>Os números atuais da matriz energética mostram esse cenário: em diversos aspectos da descarbonização da eletricidade, é o Brasil que tem uma experiência mais avançada.</p>
<p>A diferença aparece principalmente na participação das fontes renováveis. Enquanto o Brasil encerrou 2024 com 88,2% da geração de eletricidade proveniente de fontes renováveis, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o Japão ainda depende majoritariamente de combustíveis fósseis.</p>
<p>Dados de 2024 mostram que fontes fósseis responderam por cerca de 67,5% da geração elétrica japonesa. As renováveis representaram 23,1% e a energia nuclear ficou em 9,4%. Outras estimativas apontam participação das fontes solares em 10%.</p>
<p>A comparação ajuda a explicar o desafio japonês. Embora o país tenha estabelecido a meta de neutralidade de carbono até 2050 e pretenda elevar a participação das renováveis para entre 40% e 50% da geração elétrica até 2040, a distância entre o cenário atual e os objetivos futuros ainda é significativa.</p>
<p>No Brasil, a discussão é diferente. Além de uma matriz elétrica amplamente renovável, o país atingiu 50% de participação de fontes renováveis na matriz energética total em 2024, um dos maiores índices entre as grandes economias do mundo.</p>
<p><strong>O peso da segurança energética</strong></p>
<p>A principal diferença entre os dois países não está apenas nas metas climáticas, mas na disponibilidade de recursos.</p>
<p>O Japão depende da importação de grande parte da energia que consome, especialmente petróleo, carvão e gás natural. Já o Brasil construiu sua matriz energética apoiado em recursos domésticos abundantes, como água, biomassa, vento e radiação solar.</p>
<p>Essa característica faz com que a expansão das renováveis no Brasil tenha sido associada não apenas à redução de emissões, mas também à segurança energética.</p>
<p>O conceito pode oferecer uma das principais lições ao Japão. Em vez de tratar fontes renováveis apenas como instrumentos climáticos, a experiência brasileira mostra como elas podem reduzir vulnerabilidades associadas à dependência externa de combustíveis.</p>
<p>A discussão ganha relevância em um momento em que o Japão busca diminuir sua exposição a oscilações geopolíticas e a choques nos mercados internacionais de energia.</p>
<p><strong>Bioenergia como diferencial</strong></p>
<p>Outro ponto em que o Brasil possui uma trajetória difícil de replicar, mas potencialmente inspiradora, é a bioenergia.</p>
<p>O país incorporou etanol, biodiesel e biomassa de cana-de-açúcar à sua estratégia energética ao longo de décadas. Hoje, a bioenergia ocupa espaço relevante tanto na matriz energética quanto nas metas climáticas nacionais.</p>
<p>Entre os objetivos brasileiros para 2030 está alcançar 18% de participação de bioenergia sustentável na matriz energética, com expansão de etanol, biodiesel e combustíveis avançados.</p>
<p>Para o Japão, que possui limitações territoriais e menor disponibilidade de recursos agrícolas, copiar o modelo brasileiro integralmente não parece viável. Ainda assim, a integração entre políticas industriais e combustíveis de baixo carbono pode servir de referência.</p>
<p>O tema ganha importância especialmente em segmentos considerados difíceis de eletrificar, como aviação, transporte pesado e determinadas atividades industriais.</p>
<p><strong>Uma transição além da eletricidade</strong></p>
<p>O caso brasileiro também sugere que a transição energética não depende apenas da expansão da geração renovável.</p>
<p>A combinação entre políticas industriais, cadeias produtivas e incentivos para novas tecnologias ajudou a criar mercados ligados à bioenergia, ao etanol e mais recentemente à expansão da energia solar e eólica.</p>
<p>O Plano Decenal de Expansão de Energia prevê que cerca de 60% dos investimentos direcionados à expansão da oferta elétrica até 2031 sejam destinados à energia solar e eólica.</p>
<p>Para o Japão, que busca desenvolver cadeias relacionadas a hidrogênio de baixo carbono, combustíveis sustentáveis de aviação (SAF, combustível sustentável para aviação) e outras tecnologias limpas, a experiência brasileira sugere que a política energética pode funcionar como ferramenta de desenvolvimento industrial e não apenas como mecanismo de redução de emissões.</p>
<p><strong>Metas semelhantes, pontos de partida diferentes</strong></p>
<p>Brasil e Japão compartilham um objetivo comum: alcançar a neutralidade climática até 2050. Mas os pontos de partida são distintos.</p>
<p>O Japão pretende reduzir suas emissões em 60% até 2035 em comparação com 2013 e elevar a participação das renováveis para até metade da geração elétrica em 2040. O plano inclui ainda ampliar o papel da energia nuclear para cerca de 20% da eletricidade.</p>
<p>O Brasil, por sua vez, estabeleceu meta de redução entre 59% e 67% das emissões até 2035, tomando 2005 como referência. Ao mesmo tempo, trabalha com a expansão de fontes renováveis, bioenergia e uma matriz elétrica que já opera próxima de 90% de renovabilidade.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-que-o-japao-pode-aprender-com-o-brasil-na-corrida-pela-transicao-energetica/">O que o Japão pode aprender com o Brasil na corrida pela transição energética</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Transporte ganha espaço no debate sobre ESG na Alesp</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/transporte-ganha-espaco-no-debate-sobre-esg-na-alesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 14:58:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 86]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Alesp]]></category>
		<category><![CDATA[Código ESG paulista]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por meio da Comissão de Sustentabilidade do SETCESP, o setor apresentou contribuições para o projeto de lei estadual que visa criar o Código ESG paulista</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/transporte-ganha-espaco-no-debate-sobre-esg-na-alesp/">Transporte ganha espaço no debate sobre ESG na Alesp</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Por Aline Maciel</p>
<p><em>Por meio da <a href="http://setcesp.org.br/sustentabilidade/" target="_blank" rel="noopener">Comissão de Sustentabilidade do SETCESP</a>, o setor apresentou contribuições para o projeto de lei estadual que visa criar o Código ESG paulista</em></p>
<p>Após anos se destacando nas discussões sobre sustentabilidade no transporte rodoviário de cargas, o SETCESP passou a integrar a Comissão Parlamentar de ESG da <a href="https://www.al.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp)</a>, a convite do deputado estadual Alex Madureira (PL).</p>
<p>A iniciativa reúne representantes de diferentes setores econômicos para debater propostas voltadas à construção de uma agenda estadual de sustentabilidade, governança e responsabilidade social.</p>
<p>O diálogo entre o setor de transporte e a Frente Parlamentar já vinha se fortalecendo nos últimos meses. Em março, o secretário-executivo da Frente Parlamentar de ESG, Alex Gama, participou de uma reunião da Comissão de Sustentabilidade do SETCESP para conhecer de perto as demandas e os projetos desenvolvidos pela entidade.</p>
<p>Para cada entidade setorial foi montado um grupo de trabalho e a representação do setor na frente parlamentar é liderada por Marcelo Rodrigues, presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP. A coordenadora da Comissão de Sustentabilidade da entidade, Fernanda Veneziani, é vice-presidente da representação, e Erick Tosin, vice-coordenador da Comissão, é o responsável técnico do grupo.</p>
<p>Nas reuniões realizadas ao longo do ano, a frente parlamentar <a href="https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/comissao-de-sustentabilidade-do-setcesp-leva-propostas-do-transporte-a-frente-parlamentar-de-esg-na-alesp/" target="_blank" rel="noopener">recebeu propostas do setor de transporte rodoviário de cargas</a> para acelerar a agenda ESG no estado. Mais recentemente, a comissão parlamentar encaminhou às entidades participantes uma minuta de projeto de lei que servirá de base para a criação de um Código ESG paulista.</p>
<p>Segundo Veneziani, o SETCESP analisou o documento e apresentou sugestões de ajustes para adequar as propostas à realidade operacional do transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>A proposta prevê diretrizes voltadas à sustentabilidade, transparência e transição para uma economia de baixo carbono, consolidando práticas ambientais, sociais e de governança como pilares do desenvolvimento econômico do estado.</p>
<p>Para Veneziani, a iniciativa representa um avanço importante, principalmente porque o transporte ocupa posição estratégica no debate sobre descarbonização e transição energética.</p>
<p>“Compartilhamos integralmente dos princípios estabelecidos no projeto. Quando falamos em transição energética, o transporte tem um peso muito grande nesse processo”, destaca.</p>
<p>Apesar do alinhamento com os objetivos contidos na minuta, o setor defende que a implementação das metas considere os desafios estruturais enfrentados pelas transportadoras. Entre eles estão a forte dependência de combustíveis fósseis, o alto custo de aquisição de veículos de baixa emissão e a infraestrutura limitada para abastecimento com combustíveis alternativos.</p>
<p>De acordo com Veneziani, as contribuições apresentadas pelo SETCESP buscam tornar as metas mais viáveis e compatíveis com a realidade do TRC, permitindo uma implementação escalonada.</p>
<p>“O projeto estabelece metas importantes, como redução progressiva das emissões de gases de efeito estufa, auditorias e transição energética. Mas o transporte enfrenta desafios muito específicos”, explica.</p>
<p>Outro ponto defendido pela entidade é a adoção de um modelo progressivo de adequação ao ESG, considerando que as empresas do setor apresentam diferentes níveis de maturidade no tema. Enquanto algumas organizações já possuem práticas avançadas, outras ainda estão iniciando essa jornada.</p></div>
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				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="1400" height="700" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/06/EMKT_SO_revista_ed-86_1400x7009.png" alt="" title="EMKT_SO_revista_ed-86_1400x7009" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/06/EMKT_SO_revista_ed-86_1400x7009.png 1400w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/06/EMKT_SO_revista_ed-86_1400x7009-1280x640.png 1280w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/06/EMKT_SO_revista_ed-86_1400x7009-980x490.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/06/EMKT_SO_revista_ed-86_1400x7009-480x240.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 1400px, 100vw" class="wp-image-204647533" /></span>
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				<div class="et_pb_text_inner"><h3><strong>Renovação de frota ainda é o ponto de maior atenção</strong></h3>
<p>As sugestões do setor concentram-se especialmente na renovação de frota e na ampliação da infraestrutura de abastecimento. Atualmente, <strong>a idade média da frota brasileira é de 15 anos, segundo dados da Confederação Nacional do Transporte. Entre as transportadoras, porém, esse índice cai para cerca de oito anos.</strong></p>
<p>Conforme Veneziani relata, a frota mais antiga está concentrada principalmente nas mãos dos motoristas autônomos, reforçando a necessidade de políticas públicas voltadas à renovação acessível desses veículos. “É dever nosso também lutar para que os autônomos tenham melhores condições de acesso à renovação de frota”, afirma.</p>
<p>Para a coordenadora, programas de incentivo só terão efetividade se contemplarem a realidade financeira das pequenas e médias empresas transportadoras. “Não adianta falar em renovação e incentivo se isso não for acessível ao pequeno transportador.”</p>
<p>A coordenadora também destaca que a transição no transporte pesado não deverá depender de uma única solução energética. Na avaliação dela, o futuro do setor será marcado por uma matriz energética diversificada, envolvendo veículos movidos a biometano, GNV, eletrificação parcial, modelos híbridos e motores a diesel mais eficientes.</p>
<p><strong>Construção colaborativa</strong></p>
<p>A próxima etapa dos trabalhos será o envio das contribuições do setor para uma nova avaliação da Frente Parlamentar. Após consolidar as sugestões recebidas das diferentes entidades participantes, a expectativa é transformar a minuta em um projeto de lei a ser encaminhado para votação na Alesp.</p>
<p>Veneziani demonstra otimismo em relação ao avanço da iniciativa e ressalta o protagonismo do SETCESP no debate público sobre sustentabilidade no transporte. A entidade tem sido apontada como referência na disseminação de boas práticas ESG dentro e fora do setor.</p>
<p>Segundo ela, durante uma das reuniões realizadas na Alesp, Alex Gama destacou a atuação da Comissão de Sustentabilidade do SETCESP como exemplo para outras entidades, principalmente pelo compartilhamento de informações e incentivo à adoção de práticas sustentáveis entre as empresas associadas.</p>
<p>Mais do que discutir combustíveis ou renovação de frota, o objetivo da Comissão do SETCESP é promover um transporte mais moderno, competitivo e alinhado às transformações do mercado, sem deixar de lado o fator humano.</p>
<p>“Nunca deixamos as pessoas de lado. Quando falamos em sustentabilidade, estamos falando principalmente sobre pessoas”, conclui Veneziani.</p>
<p><em><strong>Participe da Comissão de Sustentabilidade do SETCESP. <a href="https://api.setcesp.org.br/eventos-e-reunioes" target="_blank" rel="noopener">Confira o calendário de reuniões. </a></strong></em></p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Foto: Divulgação Alesp</em></p></div>
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		<item>
		<title>FETCESP abre inscrições para o 5° PremiAR – Transportando um Mundo Verde</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/responsabilidade-ambiental/fetcesp-abre-inscricoes-para-o-5-premiar-transportando-um-mundo-verde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 18:45:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para o 5º PremiAR – Transportando um Mundo Verde, reconhecimento promovido pela FETCESP para empresas comprometidas com a redução de emissões e com a sustentabilidade do transporte. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/responsabilidade-ambiental/fetcesp-abre-inscricoes-para-o-5-premiar-transportando-um-mundo-verde/">FETCESP abre inscrições para o 5° PremiAR – Transportando um Mundo Verde</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Estão abertas as inscrições para o 5º PremiAR – Transportando um Mundo Verde, reconhecimento promovido pela FETCESP para empresas comprometidas com a redução de emissões e com a sustentabilidade do transporte.</p>
<p>Se você já participa do Programa Despoluir, não perca essa oportunidade.</p>
<p>Garanta a participação da sua empresa.</p>
<p>Acesse <a href="https://premiarfetcesp.com.br/">premiarfetcesp.com.br e inscreva-se.</a></p>
<p>O PremiAR é realizado pela FETCESP e conta com o apoio do SETCESP.</p></div>
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		<item>
		<title>Contratos estão mudando: ESG passa a influenciar a escolha de transportadoras</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/contratos-estao-mudando-esg-passa-a-influenciar-a-escolha-de-transportadoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 19:54:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[TRC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Transporte Rodoviário de Cargas, essa mudança já é perceptível: empresas contratantes estão incorporando critérios ambientais, sociais e de governança (ESG) na escolha de seus parceiros logísticos.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Critérios ESG passam a impactar diretamente a escolha de fornecedores logísticos, e transportadoras que se antecipam ganham vantagem competitiva no mercado</em></p>
<p>A sustentabilidade deixou de ser apenas uma pauta institucional para se tornar um fator decisivo nas relações comerciais. No Transporte Rodoviário de Cargas, essa mudança já é perceptível: empresas contratantes estão incorporando critérios ambientais, sociais e de governança (ESG) na escolha de seus parceiros logísticos.</p>
<p>Grandes companhias – especialmente multinacionais e empresas de capital aberto – vêm adotando novos padrões de reporte climático e ambiental, ampliando a exigência de transparência em toda a cadeia produtiva. Na prática, isso significa que essas organizações precisam medir, monitorar e divulgar as emissões associadas às suas operações, o que inclui diretamente os serviços de transporte.</p>
<p>Esse movimento reposiciona o papel das transportadoras dentro da cadeia logística. Mais do que executar a operação, passa a ser necessário comprovar eficiência ambiental, controle de emissões e compromisso com práticas sustentáveis.</p>
<p>Para as empresas do setor, essa nova realidade traz desafios, mas também abre oportunidades relevantes. Transportadoras que conseguem estruturar sua gestão ambiental e apresentar dados confiáveis tendem a:</p>
<p>fortalecer o relacionamento com clientes estratégicos;<br />aumentar a competitividade em processos de contratação e licitações;<br />acessar novas oportunidades de negócio, especialmente com grandes embarcadores.<br />Por outro lado, a gestão de indicadores ambientais exige novas ferramentas, organização de dados e conhecimento técnico – o que ainda representa uma barreira para muitas empresas.</p>
<p>Diante desse cenário, a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística) firmou parceria com a Domani Global, especializada em soluções tecnológicas e estratégicas em ESG, com foco em atender empresas de todos os portes do Transporte Rodoviário de Cargas.</p>
<p>A iniciativa tem como objetivo facilitar o acesso das transportadoras a ferramentas que permitam mensurar emissões, acompanhar indicadores ESG e estruturar planos de ação, de forma prática e alinhada à realidade operacional do setor.</p></div>
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		<item>
		<title>Avanços da descarbonização no transporte brasileiro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/logistica/avancos-da-descarbonizacao-no-transporte-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:50:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[transporte brasileiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204646174</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em um dos maiores palcos mundiais para inovação industrial e tecnologia, a Jomed colocou o transporte brasileiro em evidência internacional.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/direspecialidade/logistica/avancos-da-descarbonizacao-no-transporte-brasileiro/">Avanços da descarbonização no transporte brasileiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_8 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Em um dos maiores palcos mundiais para inovação industrial e tecnologia, a Jomed colocou o transporte brasileiro em evidência internacional. Durante a Hannover Messe 2026, realizada entre os dias 20 e 24 de abril, a empresa foi uma das poucas transportadoras brasileiras presentes no evento, representando o país em discussões estratégicas sobre descarbonização, novas matrizes energéticas e o futuro da logística global. Um dos destaques dessa participação foi a atuação de Carlos Ferreira, Gerente de Sustentabilidade da Jomed, que participou do painel The Role of The Transport Sector in the Energy Transition with Biomethane (O Papel do Setor de Transporte na Transição Energética com Biometano) apresentando ações e práticas sustentáveis já aplicadas pela empresa, compartilhando ao público internacional iniciativas concretas que vêm impulsionando uma logística mais eficiente, inovadora e alinhada à transição energética.</p>
<p>Mais do que participar da principal feira industrial do mundo, a Jomed levou ao cenário internacional a força de um setor em transformação e reafirmou sua posição em uma agenda que conecta inovação, sustentabilidade e infraestrutura. Em um ambiente que reúne líderes globais, grandes indústrias e tecnologias que moldam o futuro, a presença da empresa simbolizou não apenas a representatividade do Brasil, mas o avanço de uma logística nacional cada vez mais preparada para liderar mudanças.</p>
<p>A convite da CNT (Confederação Nacional de Transporte), a empresa integrou a programação oficial da feira e levou ao público internacional a palestra Cenário de Descarbonização no Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil, compartilhando experiências, desafios e oportunidades da transição energética no setor. A presença da Jomed na Hannover ganha ainda mais relevância por evidenciar a relevância internacional de uma empresa brasileira em um dos fóruns mais relevantes do mundo para o setor industrial e de transportes.</p>
<p>Representando a companhia no evento, estiveram Eduardo Garrido, Diretor Comercial; Sidnei Alves, Diretor Financeiro; e Carlos Ferreira, Gerente de Sustentabilidade, lideranças que vêm conduzindo iniciativas estratégicas ligadas à inovação, eficiência operacional e sustentabilidade. A participação do grupo reforçou o posicionamento institucional da Jomed e levou para a feira uma visão prática sobre como o setor de transportes brasileiro vem avançando na agenda de descarbonização.</p>
<p>Durante a apresentação, a empresa destacou iniciativas voltadas à substituição do diesel por combustíveis alternativos, os avanços em eficiência energética e os caminhos que vêm redesenhando o futuro do transporte pesado no Brasil. Mais do que apresentar tendências, a companhia levou à Hannover experiências concretas de mercado e uma visão aplicada sobre como inovação e sustentabilidade podem caminhar juntas na logística.</p>
<p>Entre os temas centrais apresentados esteve o avanço dos combustíveis alternativos, com destaque para o biometano como solução viável para acelerar a descarbonização do transporte rodoviário. Ao levar esse debate para a principal vitrine industrial do mundo, a Jomed contribuiu para posicionar o Brasil como referência em soluções energéticas aplicadas ao setor logístico. A companhia foi a primeira transportadora brasileira a contar com um ponto próprio de abastecimento de biometano, iniciativa que reforça seu pioneirismo na adoção de alternativas sustentáveis para o transporte pesado. Os resultados alcançados com a operação vêm demonstrando ganhos relevantes em eficiência e sustentabilidade e, diante do desempenho satisfatório do projeto, a empresa já planeja a implantação de um segundo posto de abastecimento em sua filial do Espírito Santo, ampliando a estratégia e consolidando o biometano como parte do futuro energético de sua operação. Em um ambiente onde indústria, tecnologia e sustentabilidade convergiram, a empresa mostrou como a logística pode ocupar papel estratégico na agenda climática global.</p>
<p>A presença na Hannover Messe também reforçou o posicionamento da Jomed como agente ativo da transformação do setor. Mais do que acompanhar esse<br />movimento, a empresa demonstrou estar inserida na vanguarda dessa transformação, ampliando sua atuação em um cenário internacional onde o futuro da mobilidade, da infraestrutura e das novas matrizes energéticas está sendo debatido.</p>
<p>A participação no evento representa um marco não apenas para a companhia, mas para o setor de transporte e logística nacional. Ao levar para a Alemanha discussões sobre inovação, infraestrutura e descarbonização, a Jomed reforçou que o Brasil tem contribuição relevante para oferecer nas agendas globais de sustentabilidade e transição energética. A passagem pela Hannover Messe 2026 deixa uma mensagem clara: o futuro do transporte passa por tecnologia, novas matrizes energéticas e colaboração. A logística brasileira tem papel central nessa transformação. Com sua atuação no evento, e sendo uma das poucas transportadoras brasileiras a representar o país em um palco dessa magnitude, a Jomed consolida sua posição de referência em um debate que define os próximos passos do setor no Brasil e no mundo.</p></div>
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		<title>ANTT institui Comissão para impulsionar corredores logísticos sustentáveis e inovação regulatória</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/antt-institui-comissao-para-impulsionar-corredores-logisticos-sustentaveis-e-inovacao-regulatoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 20:15:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[ANTT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) instituiu a Comissão de Sandbox Regulatório para coordenar o processo seletivo e acompanhar experimentos voltados à implantação de Corredores Logísticos Sustentáveis Multimodais.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Colegiado vai conduzir seleção e monitoramento de projetos em ambiente experimental, com foco em segurança, sustentabilidade e eficiência no transporte</em></p>
<p>Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) instituiu a Comissão de Sandbox Regulatório para coordenar o processo seletivo e acompanhar experimentos voltados à implantação de Corredores Logísticos Sustentáveis Multimodais. A medida foi formalizada pela Portaria DG nº 73, de 7 de abril de 2026, e reforça a atuação da Agência na promoção da inovação e da sustentabilidade no setor de transportes terrestres.</p>
<p>O grupo terá papel estratégico na avaliação de soluções inovadoras em ambiente regulatório experimental, permitindo que projetos sejam testados com acompanhamento técnico antes de eventual incorporação definitiva às normas do setor. A iniciativa está alinhada à Resolução ANTT nº 5.999/2022, que disciplina o uso do sandbox regulatório na Agência.</p>
<p>“O sandbox regulatório é um instrumento essencial para estimular a inovação com segurança, permitindo que novas soluções sejam avaliadas de forma estruturada, com foco no interesse público e na melhoria dos serviços prestados à sociedade”, destacou o Diretor-Geral da ANTT, Guilherme Theo Sampaio.</p>
<p><b>Seleção e acompanhamento de projetos</b></p>
<p>A Comissão será responsável por conduzir todas as etapas do processo seletivo previsto no Edital Eletrônico nº 02/2025, desde a análise documental das empresas participantes até o julgamento final das propostas. Também caberá ao grupo acompanhar a execução dos projetos autorizados temporariamente, avaliando resultados, riscos e impactos ao longo de todo o ciclo dos experimentos.</p>
<p>Nesse contexto, o colegiado atuará na análise das propostas inovadoras apresentadas, na formalização de termos de referência e instrumentos contratuais, além do monitoramento contínuo dos projetos. A Comissão também avaliará os impactos regulatórios, concorrenciais, operacionais e socioambientais das iniciativas, propondo recomendações à Diretoria Colegiada quanto à continuidade, ajustes ou eventual descontinuidade das soluções testadas.</p>
<p><b>Transparência e participação social</b></p>
<p>A Portaria estabelece diretrizes de transparência ativa, prevendo a divulgação de informações sobre os projetos aprovados, relatórios periódicos de acompanhamento e os resultados parciais e finais dos experimentos no site da ANTT. O objetivo é garantir acesso à informação com linguagem clara e acessível à sociedade.</p>
<p>Além disso, a norma assegura mecanismos de participação social durante a execução dos projetos, com a possibilidade de recebimento de manifestações de usuários e interessados. As contribuições serão analisadas e consideradas na avaliação dos resultados, com apoio da Ouvidoria da Agência como canal institucional.</p>
<p><b>Monitoramento e governança</b></p>
<p>Os projetos serão acompanhados por meio de metodologia estruturada de monitoramento, com definição de indicadores de desempenho e avaliações periódicas. Relatórios técnicos consolidados deverão ser elaborados, no mínimo, a cada três meses, permitindo análise comparativa entre os participantes e acompanhamento da evolução dos resultados.</p>
<p>Após a conclusão do processo seletivo e a publicação das autorizações temporárias, a Comissão passará a se reunir mensalmente, garantindo governança contínua dos experimentos. Reuniões extraordinárias poderão ser convocadas em caso de riscos relevantes ou necessidade de deliberação urgente.</p>
<p>A coordenação dos trabalhos ficará sob responsabilidade da Superintendência de Sustentabilidade, Pessoas e Inovação (SUSPI), com participação de representantes de diferentes áreas da ANTT, assegurando uma atuação integrada entre os diversos modais e temas regulatórios.</p>
<p><b>Inovação com foco no cidadão</b></p>
<p>A criação da Comissão de Sandbox Regulatório reforça o compromisso da ANTT com a modernização da regulação, a eficiência logística e a sustentabilidade. Ao permitir a experimentação de soluções inovadoras em ambiente controlado, a Agência amplia sua capacidade de resposta às transformações do setor e fortalece a construção de políticas públicas mais eficazes.</p>
<p>Ao final dos trabalhos, será elaborado um relatório consolidado com os resultados dos experimentos, que subsidiará a tomada de decisão da Diretoria Colegiada sobre a adoção das soluções testadas, sempre com foco na melhoria dos serviços prestados e na geração de benefícios concretos para a sociedade.</p></div>
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