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	<title>Arquivos Diretorias de Especialidades &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Diretorias de Especialidades &#8211; SETCESP</title>
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	<item>
		<title>COMJOVEM SP visita instalações do Grupo Consórcio Maggi</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/comjovem-sp-visita-instalacoes-do-grupo-consorcio-maggi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 18:19:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COMJOVEM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Jovens Empresários e Executivos de São Paulo (COMJOVEM SP) realizou, no dia 21 de setembro, uma visita à sede do Grupo Consórcio Maggi, em Itu, no interior paulista.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/comjovem-sp-visita-instalacoes-do-grupo-consorcio-maggi/">COMJOVEM SP visita instalações do Grupo Consórcio Maggi</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Comissão de Jovens Empresários e Executivos de São Paulo (COMJOVEM SP) realizou, no dia 21 de setembro, uma visita à sede do Grupo Consórcio Maggi, em Itu, no interior paulista.</p>
<p>Durante a visita, os participantes acompanharam uma apresentação institucional sobre o Grupo Maggi, seus principais serviços e diferenciais. O roteiro também incluiu uma visita à concessionária BYD Maggi, considerada uma concessionária modelo no Brasil, onde os integrantes realizaram test drives nos veículos.</p>
<p>Com uma trajetória iniciada em 1981, o Grupo Maggi construiu sua história ao longo de mais de quatro décadas, combinando trabalho e visão de mercado.</p>
<p>Os visitantes foram recebidos pelos executivos Gilberto Barizon, Alexandre Nascimento, Joice Gomes, Michele Almeida, Laís Mendes e Samira Proença. No encerramento da programação, o fundador do Grupo Maggi, Antonio Carvalho, também cumprimentou os participantes e agradeceu pela visita.</p>
<p>Para a vice-coordenadora da COMJOVEM SP, Fernanda Pelucio, a experiência foi enriquecedora e contribuiu para aproximar os integrantes da comissão às soluções oferecidas pelos parceiros do SETCESP.</p>
<p>“Fomos muito bem recebidos e tivemos a oportunidade de conhecer de perto o trabalho e a estrutura do Grupo Maggi, além de entender melhor o funcionamento dos consórcios e as condições e benefícios apresentados aos associados do SETCESP”, afirmou.</p>
<p>A também vice-coordenadora da comissão, Lorine Rominhão, destacou a importância das atividades promovidas pela COMJOVEM SP.</p>
<p>“Para mim, esse é o verdadeiro propósito das visitas técnicas da nossa comissão: sair da nossa rotina e conhecer novas empresas, trocar experiências, enxergar outras formas de gestão, levando de tudo isso novas ideias e aprendizados”, comentou.</p>
<p>Lorine reforça um dos principais objetivos da comissão que é estimular a troca de experiências entre jovens empresários e executivos do setor.</p>
<p>“Foi um dia de muito conhecimento e conexão. É isso que a COMJOVEM proporciona: pessoas, empresas e histórias que nos inspiram a continuar evoluindo”, compartilhou.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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		<title>Redução de emissões passa por renovação da frota</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/reducao-de-emissoes-passa-por-renovacao-da-frota/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 17:47:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Substituição de veículos antigos por modelos novos contribui para a descarbonização. Para avançar, transportadores demandam mais opções de crédito e financiamento.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/reducao-de-emissoes-passa-por-renovacao-da-frota/">Redução de emissões passa por renovação da frota</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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<p class="subtitulo" style="text-align: center;"><em>Substituição de veículos antigos por modelos novos contribui para a descarbonização. Para avançar, transportadores demandam mais opções de crédito e financiamento</em></p>
<p>Novas fontes de energia e tecnologias mais eficientes são parte da transição do transporte, mas a redução das emissões também começa pela frota que já circula pelo país. No transporte rodoviário de cargas, veículos mais novos poluem menos, consomem combustível de forma mais eficiente e trazem ganhos para a operação. Para que essa troca avance, porém, é preciso tornar a renovação viável para o transportador.</p>
<p>No caminho para a COP31, a renovação da frota passa pela combinação entre os ganhos ambientais dos veículos mais modernos e a possibilidade de ampliar essa substituição. O acesso a financiamento permite que esse processo alcance também os transportadores com menor capacidade de investimento.</p>
<p>A renovação da frota integra a agenda levada pelo Sistema Transporte ao debate climático internacional. Na COP30, em Belém, o tema esteve entre as discussões promovidas pela entidade sobre os caminhos para reduzir as emissões do transporte. A renovação permanece entre as alternativas defendidas pela CNT porque a substituição dos veículos mais antigos pode produzir ganhos ambientais enquanto novas tecnologias avançam em escala e se tornam mais acessíveis ao setor.</p>
<h4><strong>Crédito para renovar</strong></h4>
<p>Em 2025, foram destinados R$ 10 bilhões, oriundos do Ministério da Fazenda (R$ 6 bilhões) e do BNDES (R$ 4 bilhões), para a criação de uma linha de financiamento específica, denominada Move Brasil, voltada à continuidade da substituição da frota de caminhões por mais modernos e eficientes. A Confederação analisou a iniciativa no <a href="https://protect.checkpoint.com/v2/r01/___https:/data.cnt.org.br/economia-e-mercado/investimentos/radar-cnt-transporte-renovacao-frota-25/___.YzJ1OnNlc3RzZW5hdDE6YzpvZmZpY2UzNjVfZW1haWxzX2F0dGFjaG1lbnQ6ODcyZDNkMDJjODliNzZhMWFjNWZlZmM3NmI4YTMyODU6Nzo5MDk5OmJjZjdhZmU2M2RiYzQ4OTcxMzkzOTY3YzBmOTA4OWRiNTkwNTMxOGE2MGZhN2NjYzIxOWZlZmU5OWYxYTZkNTQ6cDpUOkY">Radar CNT do Transporte – Financiamento para a renovação da frota de caminhões</a>, publicado no início deste ano.</p>
<p>O documento detalha os critérios de acesso aos recursos. A Agenda Institucional Transporte e Logística 2026 também inclui entre as propostas da CNT o apoio a programas nacionais de renovação de frotas e a ampliação de instrumentos de financiamento para a transição energética. Entre as medidas defendidas, estão linhas de crédito de longo prazo, com taxas diferenciadas e prazos compatíveis com a vida útil dos ativos.</p>
<p>A capacidade de investimento é um dos fatores que condicionam o ritmo da renovação, observa Vander Costa, presidente do Sistema Transporte. “A renovação da frota precisa avançar de forma compatível com a realidade econômica dos transportadores. Isso passa por ampliar o acesso ao crédito, reduzir barreiras ao financiamento e permitir uma substituição gradual dos veículos. Temos tecnologias mais eficientes e menos poluentes disponíveis, mas é preciso garantir que elas possam chegar a quem está na operação e que as políticas de governo garantam a retirada dos veículos antigos de circulação de forma definitiva”, avalia.</p>
<h4><strong>Um trabalho que começa antes da troca do veículo</strong></h4>
<p>Enquanto parte da frota permanece em circulação, reduzir emissões de poluentes atmosféricos também passa pelas condições desses veículos. É nesse espaço que atua o <a href="https://protect.checkpoint.com/v2/r01/___https:/www.despoluir.org.br/___.YzJ1OnNlc3RzZW5hdDE6YzpvZmZpY2UzNjVfZW1haWxzX2F0dGFjaG1lbnQ6ODcyZDNkMDJjODliNzZhMWFjNWZlZmM3NmI4YTMyODU6NzoxZGI3Ojk1NDYwMjE4ZjBiNTg2MTI2MjNjZjliM2M3N2Y4MDY2YWYxZGU2NjNhZjRlMTBiOTlhYWUyYjYxNTE0ZmEzYTY6cDpUOkY">Despoluir, programa do Sistema Transporte</a>, que monitora veículos a diesel e orienta transportadores sobre manutenção, eficiência energética e consumo de combustível.</p>
<p>Em pouco mais de 19 anos de existência, o programa <a href="https://protect.checkpoint.com/v2/r01/___https:/cnt.org.br/agencia-cnt/despoluir-ultrapassa-53-milhes-de-avaliaes-ambientais-em-veculos___.YzJ1OnNlc3RzZW5hdDE6YzpvZmZpY2UzNjVfZW1haWxzX2F0dGFjaG1lbnQ6ODcyZDNkMDJjODliNzZhMWFjNWZlZmM3NmI4YTMyODU6NzpjZGQ4OjYyMzRlODg2NWZlMDJhMTg3MjkzY2MyNTdkZjFjZWQxOTNmYjgxMTc2YmI0MGZjZjhkOWVjNzFiNjZhZWMxNDA6cDpUOkY">já realizou mais de 5,4 milhões de avaliações ambientais</a>. Somente em 2025, foram 434,1 mil avaliações em mais de 232 mil veículos. A dimensão dessa base permite acompanhar características da frota em operação e ampliar o conhecimento sobre seu uso.</p>
<p>Esses dados alimentam estudos da CNT. Informações das avaliações do Despoluir foram utilizadas, por exemplo, no estudo sobre a intensidade de uso dos veículos pesados no Brasil, <a href="https://protect.checkpoint.com/v2/r01/___https:/cnt.org.br/agencia-cnt/dados-brasileiros-sobre-o-uso-de-veiculos-pesados-orientam-debate-internacional___.YzJ1OnNlc3RzZW5hdDE6YzpvZmZpY2UzNjVfZW1haWxzX2F0dGFjaG1lbnQ6ODcyZDNkMDJjODliNzZhMWFjNWZlZmM3NmI4YTMyODU6Nzo0OTY5OmQ2MjI0OTFlMWEwNjdjYWM1ZGNkOTM5NDkyYjU0NzcxZWYyZmI1ODI2ZWIzNGJkMzExODA0ZDA1YzlmYjcwZTc6cDpUOkY">apresentado recentemente na European Transport Conference e abordado na segunda matéria da série Rumo à COP31.</a></p>
<p>Para Nicole Goulart, diretora executiva nacional do SEST SENAT, reduzir emissões exige considerar também o período em que os veículos permanecem em operação. “A renovação da frota não acontece de uma só vez, e a redução das emissões não pode esperar a substituição de todos os veículos. Enquanto eles continuam circulando, manutenção adequada, eficiência no uso do combustível e conhecimento sobre sua operação também precisam fazer parte desse processo. Precisamos olhar para a transição considerando a frota que temos hoje e aquela que queremos ter nos próximos anos.”</p>
<h4><strong>O que muda com uma frota mais nova</strong></h4>
<p>O potencial de redução de poluentes com a renovação da frota foi dimensionado pela CNT. Publicado em 2024, o <a href="https://protect.checkpoint.com/v2/r01/___https:/data.cnt.org.br/meio-ambiente-e-sustentabilidade/renovacao-de-frota-2/___.YzJ1OnNlc3RzZW5hdDE6YzpvZmZpY2UzNjVfZW1haWxzX2F0dGFjaG1lbnQ6ODcyZDNkMDJjODliNzZhMWFjNWZlZmM3NmI4YTMyODU6NzphNDQ2OmFkNmE1MzQxNDgzMjU0MzhjZTNiN2I5ZWQ1YjViZTgwOWRmOWY2ZGU1ZDk2N2E1NzEyMzU1NTllMjgxM2UzMTI6cDpUOkY">Transporte em Foco – Renovação de Frota</a> analisou diferentes cenários de substituição de caminhões e estimou os ganhos ambientais e os recursos necessários para viabilizar cada um deles.</p>
<p>Os veículos mais novos estão sujeitos a limites mais rigorosos de emissão de poluentes. Caminhões que atendem à fase P8, a mais recente do Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores), apresentam, em média, limites de emissão de poluentes 95% menores que os das primeiras fases.</p>
<p>Quando a CNT projeta diferentes níveis de substituição da frota, o ganho ambiental para a qualidade do ar pode chegar a 86,3%. Os cenários analisados também dimensionam quantos veículos precisariam ser substituídos e os investimentos associados a cada cenário.</p>
<p>A composição da frota também ajuda a explicar as dificuldades da renovação. Na base analisada pelo estudo, mais da metade dos caminhões estava enquadrada em tecnologias até a fase P5 do Proconve, e os modelos mais antigos estavam concentrados principalmente entre os transportadores autônomos. O custo dos modelos mais modernos é apontado no levantamento como uma barreira à renovação para operadores de pequeno porte.</p>
<h4><strong>Rumo à COP31</strong></h4>
<p>Esta reportagem integra a série Rumo à COP31, que apresenta estudos, análises e iniciativas do Sistema Transporte na preparação para a 31ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP31), que será realizada de 9 a 20 de novembro, em Antália, na Turquia.</p>
<p>Os conteúdos podem ser conferidos no hotsite Transporte e a COP, que reúne informações, estudos, vídeos e notícias sobre a participação do Sistema Transporte na conferência.</p>
<p>Em Antália, essa participação inclui o Pavilhão Internacional do Transporte, na Blue Zone da COP31, desenvolvido em parceria com a SLOCAT Partnership.</p>
<p><a href="https://protect.checkpoint.com/v2/r01/___https:/cop.sistematransporte.org.br/___.YzJ1OnNlc3RzZW5hdDE6YzpvZmZpY2UzNjVfZW1haWxzX2F0dGFjaG1lbnQ6ODcyZDNkMDJjODliNzZhMWFjNWZlZmM3NmI4YTMyODU6Nzo3NDFjOmUzMDM0NzE4ZGQ3NWRiMDQ3ZWQ4YjgzMWM5YTIzNjA0OTlhNTIxNjNhOWI1YWFlOTdhNDZjOThlYWQ1NmNiZGE6cDpUOkY"><strong>Conheça o hotsite Transporte e a COP31</strong></a></p>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/reducao-de-emissoes-passa-por-renovacao-da-frota/">Redução de emissões passa por renovação da frota</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Participe do Congresso NTC 2026 – XIX Encontro Nacional da COMJOVEM que acontecerá no Mavsa Resort, em Cesário Lange (SP)</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/participe-do-congresso-ntc-2026-xix-encontro-nacional-da-comjovem-que-acontecera-no-mavsa-resort-em-cesario-lange-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 18:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COMJOVEM]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tradicional encontro do Transporte Rodoviário de Cargas reunirá empresários, executivos e lideranças de todo o Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/participe-do-congresso-ntc-2026-xix-encontro-nacional-da-comjovem-que-acontecera-no-mavsa-resort-em-cesario-lange-sp/">Participe do Congresso NTC 2026 – XIX Encontro Nacional da COMJOVEM que acontecerá no Mavsa Resort, em Cesário Lange (SP)</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>O tradicional encontro do Transporte Rodoviário de Cargas reunirá empresários, executivos e lideranças de todo o Brasil</em></p>
<p>A NTC&amp;Logística abriu as inscrições para o Congresso NTC 2026 – XIX Encontro Nacional da COMJOVEM (Comissão de Jovens Empresários e Executivos da NTC&amp;Logística), um especial encontro de aprendizado e expansão de conhecimento do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) brasileiro. A edição deste ano será realizada entre os dias 26 e 29 de novembro de 2026, no Mavsa Resort Convention SPA, em Cesário Lange (SP).</p>
<p>Promovido anualmente pela NTC&amp;Logística, por meio da COMJOVEM, o Congresso consolidou-se como um importante ambiente de integração, desenvolvimento profissional, networking e fortalecimento do associativismo. Durante os quatro dias de evento, empresários, executivos, sucessores, lideranças sindicais e representantes do setor de todo o país terão a oportunidade de compartilhar experiências, ampliar relacionamentos e debater os desafios e as oportunidades que impactam o Transporte Rodoviário de Cargas.</p>
<p>A programação será voltada ao desenvolvimento de lideranças e à troca de conhecimentos, reunindo conteúdos relevantes para a gestão das empresas, inovação, sucessão empresarial e temas estratégicos para o setor. Além das atividades técnicas, os participantes poderão desfrutar da estrutura do Mavsa Resort Convention SPA, reconhecido pela excelência em hospedagem, lazer e infraestrutura para eventos.</p>
<p>Para o presidente da NTC&amp;Logística, Eduardo Rebuzzi, o Congresso representa um momento significativo do calendário institucional da entidade.</p>
<p><em>“O Congresso NTC 2026 e o Encontro Nacional COMJOVEM representam a força da renovação do nosso setor e a importância de prepararmos as lideranças que darão continuidade ao trabalho desenvolvido ao longo das últimas décadas. É um ambiente de aprendizado, integração e construção de ideias, onde empresários de todas as regiões do país se encontram para fortalecer o associativismo e contribuir para o desenvolvimento do Transporte Rodoviário de Cargas. Tenho a convicção de que esta será mais uma edição de grande sucesso.”</em></p>
<p>O coordenador nacional da COMJOVEM, Hudson Rabelo, destaca que o encontro é uma oportunidade única para fortalecer conexões e incentivar o protagonismo dos jovens empresários.</p>
<p><em>“Este evento é o momento em que conseguimos reunir lideranças de todas as regiões do Brasil para compartilhar experiências, ampliar conhecimentos e fortalecer os laços que unem o nosso setor. É um ambiente de muito aprendizado, relacionamento e inspiração para quem acredita no futuro do transporte de cargas. Convido todos os integrantes da COMJOVEM e empresários do TRC a estarem conosco nesta edição, que está sendo preparada com muito cuidado para proporcionar uma experiência inesquecível.”</em></p>
<p>As reservas de hospedagem poderão ser realizadas <strong>até o dia 25 de outubro de 2026</strong>, com possibilidade de parcelamento em até quatro vezes no cartão de crédito. Após essa data, as novas reservas estarão sujeitas à disponibilidade e deverão ser pagas integralmente no ato da confirmação.</p>
<p><strong>Para realizar a reserva, basta informar o nome do evento e entrar em contato diretamente com o Mavsa Resort Convention SPA pelos seguintes canais:</strong></p>
<p>l  WhatsApp: (15) 99103-0899</p>
<p>l  E-mail: comercial@mavsaresort.com.br</p>
<p>A NTC&amp;Logística convida empresários, executivos e lideranças do Transporte Rodoviário de Cargas de todo o Brasil a participarem de mais uma edição do Congresso NTC – XIX Encontro Nacional da COMJOVEM. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas pelo portal da entidade, <a href="https://www.portalntc.org.br/eventos/congresso-ntc-2026-xix-encontro-nacional-da-comjovem/"><strong>clicando aqui.</strong></a></p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Patrocínio</strong></h4>
<p><strong>I FENATRAN</strong></p>
<p><strong>I GEOTAB</strong></p>
<p><strong>I MERCEDES-BENZ</strong></p>
<p><strong>I TGID</strong></p>
<p><strong>I TRANSPOCRED</strong></p>
<p><strong>I TRUCKPAG</strong></p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Apoios Institucionais</strong></h4>
<p><strong>l  Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte / SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte / ITL – Instituto de Transporte e Logística)</strong></p>
<p><strong>l </strong> <strong>FuMTran (Fundação Memória do Transporte)</strong></p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Apoio Logístico</strong></h4>
<p><strong>l  Braspress</strong></p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Clima extremo amplia desafios para infraestrutura e operações de transporte</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/clima-extremo-amplia-desafios-para-infraestrutura-e-operacoes-de-transporte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 16:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204650637</guid>

					<description><![CDATA[<p>Impactos dos eventos extremos geram discussão sobre adaptação e resiliência no caminho para a COP31.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/clima-extremo-amplia-desafios-para-infraestrutura-e-operacoes-de-transporte/">Clima extremo amplia desafios para infraestrutura e operações de transporte</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="col-sm-12 col-md-12 col-lg-12 col-xl-8">
<p class="subtitulo" style="text-align: center;"><em>Impactos dos eventos extremos geram discussão sobre adaptação e resiliência no caminho para a COP31</em></p>
</div>
<p>Enchentes que interrompem rodovias, secas que comprometem a navegação, calor extremo que afeta trilhos e tempestades que alteram operações aéreas. Os efeitos do clima já atingem diferentes modos de transporte e aumentam a pressão sobre infraestruturas e operações diante de eventos cada vez mais frequentes e intensos.</p>
<p>À medida que a COP31 se aproxima, adaptação e resiliência permanecem entre os temas da agenda climática internacional. A conferência será realizada em novembro, em Antália, na Turquia. Antecipar riscos, manter operações e aumentar a capacidade de resposta a condições climáticas mais severas são questões que atravessam esse debate no setor de transporte.</p>
<p>A dimensão desse desafio ficou evidente em agosto, com o desastre que atingiu o Nepal. O derretimento de uma geleira causou uma inundação repentina na fronteira com o Tibete, vitimando milhares de pessoas e deixando um rastro de destruição. </p>
<p>No Brasil, eventos extremos também vêm afetando diretamente a sociedade, o meio ambiente e as redes de transporte. Em 2024, enchentes provocaram 170 bloqueios em 79 rodovias da região Sul, enquanto a seca levou os rios Negro e Solimões, importantes para a navegação, a níveis mínimos.</p>
<p>A exposição do transporte a eventos extremos também é retratada nos dados produzidos pela CNT. <a href="https://cnt.org.br/agencia-cnt/transporte-brasileiro-apresenta-diagnstico-de-resilincia-climtica-na-cop30-?_gl=1*1wa77zs*_gcl_au*NzQxODU2ODM2LjE3ODUzNDQyNzI.*_ga*MTY2NDAzNTY0Mi4xNzY1MzcxNTg4*_ga_7GB3MLTQLS*czE3ODg1NDIzMDkkbzgyMyRnMSR0MTc4ODU0MjcwOSRqNSRsMCRoMA..">Um ano após o lançamento da Sondagem CNT de Resiliência Climática do Setor de Transporte</a>, alguns resultados permanecem especialmente relevantes. Mais da metade dos participantes da pesquisa classificou os impactos sobre suas atividades como altos ou extremamente altos, e 77,2% informaram que suas organizações são afetadas uma ou mais vezes ao ano. Há registros de paralisações que variaram de algumas horas a períodos superiores a um mês. </p>
<p>O transporte é impactado tanto em seus ativos – veículos, equipamentos, instalações – quanto na infraestrutura que viabiliza a atividade (rodovias, portos, terminais etc.). Em decorrência de impactos operacionais, as empresas sofrem com atrasos, sob risco de descontinuidade do serviço. Tais desafios comprometem a sustentabilidade financeira e operacional das empresas.</p>
<p>A publicação também identificou medidas adotadas pelas organizações, como capacitação de empregados, planos de contingência, monitoramento climático, sistemas de alerta e investimentos em infraestrutura preventiva ou resiliente. Entre os desafios que as mudanças climáticas evidenciaram no país, destacam-se uma infraestrutura física deficiente e vulnerável, falta de gestão de risco e monitoramento de desastres naturais.  </p>
<p>“A Sondagem foi estruturada para compreender como os eventos climáticos têm afetado especificamente ao setor de transporte no Brasil e como as organizações têm atuado para prevenir e responder a esses impactos. Quando relacionamos informações sobre frequência, paralisações, prejuízos e medidas já adotadas, conseguimos constatar vulnerabilidades e aspectos importantes que precisam ser considerados no planejamento da adaptação setorial”, afirma Erica Marcos, gerente executiva ambiental da CNT.</p>
<h4><strong>Recursos para adaptação</strong></h4>
<p>A capacidade de financiar medidas de prevenção e recuperação aparece como outra questão relevante. Entre as organizações que recorreram a medidas financeiras para compensar impactos das mudanças climáticas, 76,9% utilizaram recursos próprios, enquanto 15,4% recorreram a financiamento bancário e 7,7% receberam auxílio governamental. </p>
<p>A baixa participação de auxílio governamental indica a necessidade de ampliar e fortalecer políticas de apoio emergencial e de adaptação climática orientadas ao setor transportador. A adaptação do transporte aos efeitos do clima envolve desafios distintos conforme o território, a infraestrutura e as características de cada modo. As respostas a esses desafios também variam entre países e regiões.</p>
<h4><strong>O transporte em Antália</strong></h4>
<p>Com a aproximação da COP31, o Sistema Transporte prepara sua participação em Antália. A instituição trabalha no planejamento do Pavilhão Internacional do Transporte, que funcionará na Blue Zone e terá programação própria durante a conferência.</p>
<p>Para Gabriela Rizza, gerente executiva de Sustentabilidade do Sistema Transporte, a presença em Antália aproxima o transporte brasileiro das discussões internacionais. “Na COP31, queremos colocar as particularidades do transporte brasileiro em diálogo com experiências de outros países e entender como os desafios relacionados às mudanças do clima vêm sendo enfrentados em diferentes realidades. Esse intercâmbio pode ampliar nossas referências e contribuir para as discussões sobre adaptação no setor”, avalia.</p>
<h4><strong>Rumo à COP31</strong></h4>
<p>Esta reportagem integra a série Rumo à COP31, que apresenta estudos, análises e iniciativas do Sistema Transporte na preparação para a 31ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que será realizada de 9 a 20 de novembro, em Antália, na Turquia.</p>
<p>Os conteúdos podem ser conferidos no hotsite O Transporte e a COP31, que reúne informações, estudos e vídeos sobre a participação do Sistema Transporte na conferência.</p>
<p>Em Antália, essa participação inclui o Pavilhão Internacional do Transporte, na Blue Zone da COP31, desenvolvido em parceria com a SLOCAT Partnership.</p>
<p><a href="https://cop.sistematransporte.org.br/"><strong>Conheça o hotsite Rumo à COP31</strong></a></p>
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		<title>Como melhorar o clima organizacional</title>
		<link>https://setcesp.org.br/blog-setcesp/como-melhorar-o-clima-organizacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 20:08:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 87]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Recursos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[absenteísmo]]></category>
		<category><![CDATA[clima organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Turnover]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maior absenteísmo, alta rotatividade, dificuldade para reter talentos e conflitos internos. Estes sinais podem ser atribuídos a um denominador comum: a falta de um bom clima organizacional.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Por Aline Maciel</em></p>
<p><em>Maior absenteísmo, alta rotatividade, dificuldade para reter talentos e conflitos internos. Estes sinais podem ser atribuídos a um denominador comum: a falta de um bom clima organizacional</em></p>
<p>No ano passado, o engajamento global dos funcionários diminuiu pelo segundo ano consecutivo, atingindo seu nível mais baixo desde 2020.</p>
<p>Isso custou à economia mundial aproximadamente 10 trilhões de dólares em perda de produtividade, de acordo com informações do relatório ‘Estado do Ambiente de Trabalho Global’ divulgado este ano pela consultoria Gallup.</p>
<p>Para o psicólogo organizacional Micael Vital, esse cenário reflete uma mudança na forma como as pessoas enxergam o trabalho. Desde a pandemia de Covid-19, os profissionais passaram a questionar com mais frequência o impacto que suas atividades exercem sobre a própria saúde, a vida familiar e o bem-estar.</p>
<p>“O trabalho está cada vez mais conectado ao propósito. As pessoas querem entender qual é o sentido do que fazem e esperam que a empresa consiga responder, ao menos em parte, essa pergunta. Já não vale mais dizer que tem que fazer isso, porque sempre foi assim”, afirma o psicólogo.</p>
<p>É justamente nesse ponto que o clima organizacional ganha protagonismo. À medida que os profissionais buscam mais significado em suas atividades, também se tornam menos tolerantes a práticas antes consideradas normais, como falta de diálogo e ausência de propósito.</p>
<p><strong>Diagnóstico antes da solução</strong></p>
<p>Embora muitas organizações já estejam adaptando sua cultura a essa nova realidade, outras ainda enfrentam dificuldades para construir um ambiente saudável.</p>
<p>Vital conta que o primeiro passo para a melhora do clima organizacional é entender o que está provocando a insatisfação dos colaboradores e a ferramenta mais eficiente para isso continua sendo a pesquisa.</p>
<p>“Essa insatisfação pode ser por conta da remuneração, dos benefícios, da desorganização das demandas ou outro aspecto. Cada problema exigirá uma solução diferente”, indica ele.</p>
<p>Com esse diagnóstico em mãos, a empresa pode elaborar um plano de ação consistente para melhorar o ambiente de trabalho e aumentar o sentimento de pertencimento.</p>
<p><strong>Cultura organizacional e liderança caminham juntas</strong></p>
<p>Segundo ele, nem sempre será possível atender a todas as expectativas dos profissionais, mas é fundamental buscar um equilíbrio que permita um ambiente saudável para todos.</p>
<p>Na avaliação do especialista, clima organizacional e cultura empresarial estão diretamente relacionados.</p>
<p>Ele cita como exemplo empresas que reclamam da pouca interação entre os colaboradores, mas desencorajam qualquer conversa entre colegas durante o expediente ou estimulam uma competitividade excessiva entre as equipes.</p>
<p>Nesse processo, a liderança exerce papel decisivo. Além de orientar e acompanhar o desempenho das equipes, os gestores representam a principal referência sobre os valores praticados pela organização.</p>
<p>“O líder orienta, direciona e dá sustentação ao time. Dependendo da forma como conduz a equipe, o impacto sobre o ambiente de trabalho pode ser extremamente positivo ou negativo”, comenta.</p>
<h3><strong>Um olhar atento para a realidade do transporte</strong></h3>
<p>No setor de transporte rodoviário de cargas, alguns fatores que comprometem o bem-estar dos profissionais fogem ao controle das empresas, como o trânsito intenso, congestionamentos e a espera para carregar ou descarregar.</p>
<p>Ainda assim, Micael afirma que é possível reduzir significativamente os impactos desses fatores com a demonstração de interesse genuíno pelo colaborador, criando espaços para escuta e diálogo.</p>
<p>“Perguntas simples sobre como foi a semana, como está a rotina de trabalho ou quais dificuldades o profissional enfrenta fazem diferença. Quando a pessoa percebe que está sendo ouvida, seu sentimento de pertencimento aumenta”, conta.</p>
<p>Ele explica que na psicanálise, há a compreensão de que o ser humano se constrói, em grande parte, a partir do olhar do outro. Assim, quando uma pessoa se sente vista e recebe atenção, ela tende a engajar muito mais.</p>
<p>“As transportadoras sozinhas não podem mudar o trânsito, mas podem fazer com que seus motoristas saibam que elas reconhecem os desafios e estão dispostas a oferecer apoio”, diz Vital. Ele compara essa situação aos riscos psicossociais presentes em diversas atividades profissionais.</p>
<p>“Nem sempre é possível eliminar esses riscos, mas é possível proteger as pessoas dos seus efeitos. No transporte, talvez não seja possível acabar com o estresse provocado pela atividade, porém a empresa pode fortalecer emocionalmente sua equipe para sofrer menos com essa realidade”, conclui.</p>
<p><strong>Fique por dentro!</strong></p>
<p>O SETCESP disponibiliza gratuitamente o formulário Pesquisa voltado à NR-1, para que as empresas possam fazer o mapeamento de riscos psicossociais e investirem assertivamente em ações para minimizá-los. <a href="https://setcesp.org.br/noticias/modelo-de-pesquisa-para-levantamento-de-riscos-psicossociais/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Baixe já o seu!</strong></a></p></div>
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		<title>O custo da IA para o meio ambiente</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/o-custo-da-ia-para-o-meio-ambiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 19:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 87]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sob a perspectiva da sustentabilidade qualquer interação desnecessária com a inteligência artificial não deveria ser realizada.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Sob a perspectiva da sustentabilidade qualquer interação desnecessária com a inteligência artificial não deveria ser realizada</em></p>
<p>Dúvidas que são esclarecidas, geração de imagens, melhorias em relatórios e resumos de reuniões. Sem dúvida a IA veio facilitar o dia a dia do mundo corporativo.</p>
<p>Só que tudo o que fazemos na Internet tem um impacto. Por trás de cada ação digital existe um custo ambiental oculto. Para se ter uma ideia, cerca de 1% das emissões globais de dióxido de carbono (CO₂) estão relacionadas ao consumo de vídeos pela internet.</p>
<p>Se para muitas pessoas não há nenhum gasto financeiro extra ao fazer uma pergunta em uma plataforma de chatbot ou assistir a um vídeo online, para o planeta a conta aumenta conforme a demanda. Isso porque o avanço da tecnologia exige uma infraestrutura massiva de energia e água.</p>
<p>Estima-se que a infraestrutura de TI e comunicações já consuma entre 5% e 9% de toda a energia elétrica do planeta.</p>
<p>Gerar um texto de aproximadamente 100 palavras em um sistema de IA consome, em média, 519 mililitros de água e cerca de 0,14 quilowatt-hora (kWh) de energia, quantidade suficiente para manter 14 lâmpadas LED acesas durante uma hora. Isoladamente, o consumo parece pequeno, mas, multiplicado por milhões de usuários, o impacto torna-se expressivo.</p>
<p>Segundo dados publicados pela <em>National Geographic</em>, se apenas 10% da força de trabalho dos Estados Unidos utilizasse ferramentas de IA uma vez por semana, o consumo anual de eletricidade seria equivalente ao necessário para abastecer uma cidade de 600 mil habitantes durante 20 dias.</p>
<p>Esse elevado consumo ocorre porque os sistemas de inteligência artificial processam quantidades gigantescas de dados em data centers que são instalações que abrigam milhares de servidores funcionando continuamente.</p>
<p>Os servidores consomem muita energia e geram enormes quantidades de calor<strong> </strong>à medida que efetuam os cálculos para cada resposta. Para evitar o sobreaquecimento, exigem sistemas permanentes de refrigeração, muitos deles baseados no uso intensivo de água.</p>
<p>As projeções indicam que essa tendência deve se intensificar e já aparecem nos indicadores das principais empresas de tecnologia. Amazon, Microsoft e Google, têm ampliado as emissões de carbono em meio ao impulso da corrida pela Inteligência Artificial.</p>
<p>Desde 2020, as emissões totais da Microsoft aumentaram 23,4%. No Google, a alta chegou a 73,8%, enquanto, na Amazon, foi de 33,3%. As três lideram o mercado global de nuvem, base da infraestrutura usada em IA.</p>
<p>Esses números não têm como objetivo criar alarde nem desencorajar o uso da inteligência artificial, mesmo porque ela também oferece benefícios importantes para diversos setores. Inclusive para iniciativas de ESG, ao permitir o processamento de grandes volumes de dados e apoiar decisões mais eficientes.</p>
<p>O desafio consiste em utilizar essa tecnologia de forma cada vez mais responsável. Assim como ocorre com recursos naturais como água e energia elétrica, o uso consciente da inteligência artificial também pode contribuir para reduzir impactos ambientais.</p>
<p>Pequenas mudanças de hábitos no dia a dia das empresas fazem diferença. Interações desnecessárias, com cumprimentos como: ­<em>— Oi, boa tarde, tudo bem?</em> Agradecimentos com <em>obrigado</em> ou conversas sem finalidade prática com sistemas de IA, também exigem processamento computacional e devem ser evitadas, porque geram consumo adicional de energia e água.</p>
<p>Ao mesmo tempo, cabe à indústria de tecnologia investir em soluções capazes de tornar os data centers mais eficientes, ampliar o uso de fontes renováveis de energia e desenvolver sistemas de refrigeração menos dependentes de água.</p>
<p>A inteligência artificial veio para ficar. O caminho agora é equilibrar seus benefícios com a responsabilidade ambiental, garantindo que a inovação tecnológica e a sustentabilidade estejam lado a lado.</p></div>
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		<title>Sete empresas associadas ao SETCESP são vencedoras do 5º PremiAr</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/sete-empresas-associadas-ao-setcesp-sao-vencedoras-do-5o-premiar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 15:16:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Premiação da FETCESP reconhece empresas que se destacam pelo controle de emissões de poluentes.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Premiação da FETCESP reconhece empresas que se destacam pelo controle de emissões de poluentes </em></p>
<p>A noite do último dia 10 foi de celebração para o transporte rodoviário de cargas. Em sua 5ª edição, o <a href="https://premiarfetcesp.com.br/" target="_blank" rel="noopener">PremiAr</a>, promovido pela <a href="https://fetcesp.com.br/">FETCESP</a> (Federação das Empresas de Transportes de Cargas do Estado de São Paulo), homenageou transportadoras que se destacam pelo uso do Programa Despoluir no controle da emissão de poluentes de suas frotas.</p>
<p>Das 11 empresas associadas ao SETCESP que concorreram à premiação, sete conquistaram o troféu: <strong>ADS Micrologística, De Santa Transporte Rodoviário de Cargas, Efitrans Transportes, Empresa de Transportes Pajuçara, Expresso Roda Brasil, Transal Transportadora Salvan e TransFerrari Transportadora e Logística</strong>.</p>
<p>O resultado reforça o compromisso das empresas com a adoção de práticas voltadas à redução dos impactos ambientais da atividade de transporte.</p>
<p>“Chegar à 5ª edição dessa premiação é motivo de muita alegria e é uma honra reconhecer empresas que demonstram, na prática, compromisso com a manutenção de suas frotas”, afirmou o presidente da FETCESP, Carlos Panzan, durante a abertura do evento.</p>
<p><strong>Critérios e transparência</strong></p>
<p>A apuração dos resultados contou com a auditoria do <a href="https://iptcsp.com.br/">IPTC</a> (Instituto Paulista do Transporte de Cargas), responsável por garantir a transparência no processo de escolha dos vencedores.</p>
<p>Segundo Raquel Serini, coordenadora do instituto e economista, o principal critério considerado foi nível de aprovação das empresas nos testes de opacidade realizados pelo Programa Despoluir. “Quanto mais as empresas participam, mais chances elas têm de serem vencedoras”, explicou.</p>
<p>Além da premiação das transportadoras, o evento também homenageou os sindicatos filiados à FETCESP, entre eles o SETCESP.</p>
<p>Na cerimônia de entrega dos troféus, os presidentes dos sindicatos participaram da premiação das empresas vencedoras de suas respectivas bases territoriais. Representando o SETCESP, Marcelo Rodrigues, presidente do Conselho Superior e de Administração da entidade, subiu ao palco, dividindo este momento com os ganhadores da noite.</p>
<p>“É motivo de muito orgulho para o SETCESP ver suas empresas associadas receberem essa premiação. Estamos honrados em fazer parte desta celebração”, destacou Rodrigues.</p>
<p>Além da participação no Programa Despoluir, um dos critérios para concorrer ao PremiAr é ser associado a um dos sindicatos filiados à FETCESP.</p>
<p><em>Sua empresa também pode fazer parte desse reconhecimento. Associe-se ao SETCESP e participe das iniciativas que contribuem para um transporte cada vez mais eficiente, responsável e sustentável.</em></p>
<p>&nbsp;</p></div>
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					<a href="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Post_Layout_1080x13505.png" title="ADS Micrologística">
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				</div><h3 class="et_pb_gallery_title">ADS Micrologística</h3></div><div class="et_pb_gallery_item et_pb_grid_item et_pb_bg_layout_light et_pb_gallery_item_0_1"><div class="et_pb_gallery_image landscape">
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				</div><h3 class="et_pb_gallery_title">De Santa Transporte Rodoviário de Cargas</h3></div><div class="et_pb_gallery_item et_pb_grid_item et_pb_bg_layout_light et_pb_gallery_item_0_2"><div class="et_pb_gallery_image landscape">
					<a href="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Post_Layout_1080x13507.png" title="Empresa de Transportes Pajuçara">
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				</div><h3 class="et_pb_gallery_title">Empresa de Transportes Pajuçara</h3></div><div class="et_pb_gallery_item et_pb_grid_item et_pb_bg_layout_light et_pb_gallery_item_0_3"><div class="et_pb_gallery_image landscape">
					<a href="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Post_Layout_1080x13508.png" title="TransFerrari Transportadora e Logística">
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					<span class="et_overlay"></span>
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				</div><h3 class="et_pb_gallery_title">TransFerrari Transportadora e Logística</h3></div></div><div class="et_pb_gallery_pagination"></div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>SETCESP participará de debates sobre ESG e eficiência logística na INTRA-LOG Expo</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/setcesp-participara-de-debates-sobre-esg-e-eficiencia-logistica-na-intra-log-expo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 15:07:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204650308</guid>

					<description><![CDATA[<p>Representantes da entidade participarão, no dia 17, de painéis sobre sustentabilidade e a integração dos modais para aumentar a eficiência da cadeia de transporte.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/setcesp-participara-de-debates-sobre-esg-e-eficiencia-logistica-na-intra-log-expo/">SETCESP participará de debates sobre ESG e eficiência logística na INTRA-LOG Expo</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Representantes da entidade participarão, no dia 17, de painéis sobre sustentabilidade e a integração dos modais para aumentar a eficiência da cadeia de transporte</em></p>
<p>O SETCESP participará, no dia 17 de setembro, do painel ‘<strong>ESG na prática: Como a sustentabilidade impulsiona eficiência e competitividade na intralogística’</strong>, durante a programação da INTRA-LOG Expo South America 2026.</p>
<p>O encontro será realizado das 16h às 17h30, na arena de conteúdo do evento, e terá mediação de Silmara Balhes, vice-coordenadora da Comissão de Sustentabilidade do SETCESP e gestora de eventos da entidade.</p>
<p>Participam também deste painel Erick Tosin, vice-coordenador da Comissão de Sustentabilidade do SETCESP e gerente de Qualidade da Pizzattolog; Samantha Honório, coordenadora de Sustentabilidade da Ativa Logística; Fabiano Almeida, responsável pelo Comitê de Governança da JWM; e João Mattos, diretor do Grupo GH Solucionador Logístico.</p>
<p>A programação do SETCESP na feira também contará, no mesmo dia, um pouco antes, com o painel ‘<strong>Eficiência Compartilhada – O papel da intralogística na performance da cadeia de transporte</strong>’, com a participação do IPTC, das 14h às 15h30.</p>
<p>Esse primeiro debate reunirá Marinaldo Reis, diretor de Abastecimento e Distribuição do SETCESP, e Raquel Serini, economista e coordenadora de Projetos do IPTC. A discussão abordará a importância da integração entre as operações de intralogística para melhorar o desempenho de toda a cadeia de transporte, considerando que a eficiência não termina dentro do armazém</p>
<p>A<strong> INTRA-LOG Expo South America</strong> <strong>2026</strong> é reconhecida como um dos principais eventos de automação e intralogística da América Latina. A feira será realizada de 15 a 17 de setembro, das 10h às 18h, no Pavilhão Azul do Expo Center Norte, em São Paulo.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>INTRA-LOG Expo South America 2026<br /></strong>Data: 15 a 17 de setembro de 2026<br />Horário: das 10h às 18h<br />Local: Expo Center Norte – Pavilhão Azul | São Paulo (SP)</p>
<p><strong>Painel “Eficiência Compartilhada – O papel da intralogística na performance da cadeia de transporte”<br /></strong>Data: 17 de setembro<br />Horário: das 14h às 15h30</p>
<p><strong>Painel “ESG na prática: Como a sustentabilidade impulsiona eficiência e competitividade na intralogística”<br /></strong>Data: 17 de setembro<br />Horário: das 16h às 17h30</p>
<p>Local dos painéis: Arena de Conteúdo – INTRA-LOG Expo South America | Expo Center Norte – Pavilhão Azul | São Paulo (SP)</p>
<p>O credenciamento para o evento é gratuito.</p></div>
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				<a class="et_pb_button et_pb_button_0 et_pb_bg_layout_dark" href="https://intralogexpo.com.br/" target="_blank">Clique aqui para participar</a>
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		<title>Estudo brasileiro sobre o uso de veículos pesados orienta debate internacional sobre renovação e emissões</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/estudo-brasileiro-sobre-o-uso-de-veiculos-pesados-orienta-debate-internacional-sobre-renovacao-e-emissoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 18:41:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento do Sistema Transporte apresentado em Portugal transforma informações da operação em subsídios para eficiência e transição climática rumo à COP31.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/estudo-brasileiro-sobre-o-uso-de-veiculos-pesados-orienta-debate-internacional-sobre-renovacao-e-emissoes/">Estudo brasileiro sobre o uso de veículos pesados orienta debate internacional sobre renovação e emissões</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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<p class="subtitulo" style="text-align: center;"><em>Levantamento do Sistema Transporte apresentado em Portugal transforma informações da operação em subsídios para eficiência e transição climática rumo à COP31</em></p>
<p>A forma como caminhões e ônibus são utilizados ao longo dos anos pode dizer muito sobre os desafios para tornar o transporte mais eficiente e menos emissor. Sobre esse assunto, a CNT apresentou uma análise, nesta quarta-feira (9), na ETC (European Transport Conference) 2026, em Porto, Portugal. Com base em dados coletados em mais de 200 mil veículos pesados, o trabalho integrou a sessão Transporte Rodoviário de Cargas e foi apresentado por Raflem Santos, analista ambiental da CNT. </p>
<p>A pesquisa brasileira esteve entre os quatro trabalhos da sessão e mostrou como dados coletados pelo Programa Despoluir, uma iniciativa ambiental da CNT e do SEST SENAT, podem ser transformados em inteligência para o transporte. </p>
<p>Na apresentação, Santos explicou o conceito de curva de intensidade de uso; mostrou como caminhões e ônibus são utilizados ao longo da vida útil; e destacou como essas informações podem ser aplicadas no setor. Segundo o especialista, idade do veículo e quilometragem percorrida precisam ser consideradas na análise. </p>
<p>“Saber quanto o veículo rodou ao longo dos anos acrescenta uma informação importante para avaliar seu uso e apoiar decisões do transportador. Na conferência, mostramos como dados coletados no Brasil podem ser transformados em inteligência para o setor e aplicados à gestão e à renovação da frota”, relata o analista ambiental.</p>
<p>Realizada de 9 a 11 de setembro na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, a <em>European Transport Conference</em> reúne pesquisadores, profissionais, empresas e representantes de diferentes países para debater temas relacionados ao transporte.</p>
<h4><strong>Conhecimento produzido a partir da operação</strong></h4>
<p>As informações apresentadas em Portugal fazem parte do <a href="https://data.cnt.org.br/transporte/rodoviario/transporte-em-foco-quanto-rodam-os-veiculos-pesados-no-brasil/" target="_blank" rel="noopener">Transporte em Foco – Quanto rodam os veículos pesados no Brasil?,</a> publicado pela CNT no início do ano. A análise traçou curvas de intensidade de uso de caminhões e ônibus a partir de mais de 1,4 milhão de avaliações realizadas pelo Programa Despoluir entre 2022 e 2025, reunindo uma amostra de 207.827 veículos de todos os estados brasileiros. A base atualizou uma referência que não era produzida no país havia mais de 12 anos. </p>
<p>As curvas permitem observar como a utilização muda ao longo da vida útil e entre diferentes categorias. De maneira geral, os dados apontam maior intensidade de uso nos veículos mais novos e redução da quilometragem à medida que envelhecem, em ritmos diferentes conforme o tipo de veículo. </p>
<p>Além de apoiar a gestão das empresas, a intensidade de uso oferece subsídios para análises de renovação da frota, eficiência energética e emissões. Como as emissões variam de acordo com a idade e a utilização do veículo, informações mais precisas sobre a operação podem aprimorar inventários de emissões e subsidiar políticas para o transporte rodoviário. </p>
<h4><strong>Inteligência para a COP31</strong></h4>
<p>A apresentação em Portugal leva ao debate internacional parte da inteligência reunida pelo Sistema Transporte para a COP31. Conhecer quanto o setor emite é uma parte desse trabalho. Entender como os veículos são utilizados, por quanto tempo permanecem em operação e como esse uso muda ao longo dos anos ajuda a avaliar os caminhos de redução das emissões.</p>
<p>Considerar a intensidade de uso ajuda a aproximar a agenda climática das condições reais de operação da frota brasileira. Renovação, eficiência energética e redução de emissões não dependem apenas da quantidade ou da idade dos veículos em circulação, mas também da intensidade com que são utilizados.</p>
<p>O estudo se soma à produção técnica do Sistema Transporte sobre emissões, renovação de frota, fontes de energia e resiliência climática. Levar esse conjunto ao debate internacional antes da COP31 coloca a realidade do transporte brasileiro em diálogo com experiências e soluções adotadas em outros países para a transição do setor.</p>
<h4><strong>Rumo à COP31</strong></h4>
<p>Esta reportagem integra a <strong>série Rumo à COP31</strong>, que apresenta estudos, análises e iniciativas do Sistema Transporte na preparação para a 31ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que será realizada de 9 a 20 de novembro, em Antália, na Turquia.</p>
<p>Os conteúdos podem ser conferidos no hotsite Transporte e a COP31, que reúne informações, estudos e vídeos sobre a participação do Sistema Transporte na conferência. Em Antália, a participação do Sistema Transporte inclui o Pavilhão Internacional do Transporte, na Blue Zone da COP31, desenvolvido em parceria com a SLOCAT Partnership.</p>
<h4><a href="https://cop.sistematransporte.org.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Conheça o hotsite Transporte e a COP31</strong></a></h4>
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		<title>Sistema Transporte reforça trajetória na agenda climática rumo à COP31, apoiado por diagnóstico próprio de emissões</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/sistema-transporte-reforca-trajetoria-na-agenda-climatica-rumo-a-cop31-apoiado-por-diagnostico-proprio-de-emissoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 13:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inventário da CNT orienta propostas para frotas, combustíveis, mobilidade, infraestrutura e melhor aproveitamento dos diferentes modos.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/sistema-transporte-reforca-trajetoria-na-agenda-climatica-rumo-a-cop31-apoiado-por-diagnostico-proprio-de-emissoes/">Sistema Transporte reforça trajetória na agenda climática rumo à COP31, apoiado por diagnóstico próprio de emissões</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="col-sm-12 col-md-12 col-lg-12 col-xl-8">
<p class="subtitulo" style="text-align: center;"><em>Inventário da CNT orienta propostas para frotas, combustíveis, mobilidade, infraestrutura e melhor aproveitamento dos diferentes modos</em></p>
</div>
<p>Apresentado <a href="https://cnt.org.br/agencia-cnt/veculos-leves-dominam-emisses-de-carbono-do-transporte-indica-inventrio-cnt-de-emisses-divulgado-na-estao-do-desenvolvimento" target="_blank" rel="noopener">na COP30, o Inventário CNT de Emissões de Gases do Efeito Estufa do Setor de Transportes </a> já mostrou o quanto o setor emite e onde estão concentradas essas emissões. Agora, no caminho para a COP31, o diagnóstico passa a orientar uma nova etapa, voltada à discussão dos caminhos para reduzir as emissões do transporte brasileiro. Os dados subsidiam propostas e debates sobre a redução de emissões, considerando as dimensões do país, a dependência das rodovias e as diferentes realidades operacionais.</p>
<p>O levantamento contabilizou 189,8 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente nas operações nacionais do transporte em 2023. A divisão das emissões por modo e categoria de veículo mostra onde elas estão concentradas e quais condições devem orientar a adoção de combustíveis, tecnologias e modelos de operação de menor intensidade de carbono.</p>
<p>O Inventário também dá continuidade ao trabalho desenvolvido pelo Sistema Transporte nas conferências climáticas. <a href="https://www.cnt.org.br/agencia-cnt/cnt-apresenta-publicacao-sobre-biometano-na-cop27-no-egito" target="_blank" rel="noopener">Desde a COP27</a>, a entidade ampliou sua presença técnica e institucional e promoveu debates com representantes brasileiros e internacionais. <a href="https://data.cnt.org.br/meio-ambiente-e-sustentabilidade/cop-30-2025/">Na COP30, essa atuação</a> incluiu a apresentação do Inventário, uma base própria sobre as emissões do setor, outros trabalhos técnicos que subsidiam a tomada de decisão do setor transportador, além de apresentação de cases de empresas que já praticam a sustentabilidade ambiental. </p>
<p>Até a próxima Conferência, esse trabalho envolverá estudos, formulação de propostas e diálogo com empresas, governo, especialistas e organismos internacionais, além da preparação de conteúdos para traduzir as discussões climáticas para a realidade do transporte brasileiro.</p>
<p>“O Inventário nos permite discutir a implementação considerando as necessidades de cada modo e identificar onde estão as maiores possibilidades de redução de emissões. O desafio agora é criar condições de financiamento, infraestrutura e segurança regulatória para que as soluções possam ganhar escala”, afirma a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende.</p>
<h4><strong>Onde estão as emissões</strong></h4>
<p>O modo rodoviário respondeu por 92,89% das emissões contabilizadas, com aproximadamente 176,35 milhões de toneladas de CO2 equivalente. Essa participação está relacionada à configuração da matriz brasileira, na qual as rodovias respondem por cerca de 65% do transporte de cargas e por cerca de 95% do transporte de passageiros.</p>
<p>Os veículos leves — automóveis, motocicletas e comerciais leves — somaram 48,25% das emissões do setor. Considerados separadamente, os automóveis leves responderam por 30,33%, os comerciais leves por 14,81% e as motocicletas por 3,11%.</p>
<p>Os caminhões foram responsáveis por 34,03% do total. Ônibus e micro-ônibus corresponderam a outros 10,61%. Os números mostram que as medidas voltadas à descarbonização do modo rodoviário precisam considerar o transporte individual, visto que os veículos leves compõem a parcela mais significativa das emissões.  </p>
<p>Nesse sentido, planejar a mobilidade urbana e incentivar o uso de veículos coletivos em detrimento dos veículos individuais são exemplos de ações que podem reduzir a emissão de carbono equivalente. No transporte de cargas, a renovação da frota por veículos com tecnologia mais recente reduziria mais de 80% das emissões, visto que mais da metade da frota circulante brasileira supera 15 anos. </p>
<p>A transição energética complementa esse cenário incorporando novas rotas tecnológicas, como o biometano, o diesel verde e o hidrogênio renovável, além da eletromobilidade. Porém, é importante que não haja priorização de uma única fonte energética para que o transportador possa escolher a melhor alternativa de acordo com sua operação e a região em que atua. </p>
<p>“Os dados também ajudam a evitar soluções genéricas. O transporte de passageiros, a movimentação de cargas e as operações de cada modo têm necessidades distintas. As medidas precisam considerar custos, disponibilidade tecnológica, infraestrutura e capacidade de investimento de cada empresa”, acrescenta Fernanda Rezende.</p>
<h4><strong>Possibilidades para cada modo</strong></h4>
<p>O transporte aeroviário respondeu por 4,89% das emissões, considerando os voos domésticos. O estudo aponta a oferta insuficiente de biocombustíveis como um dos principais desafios do setor, uma vez que as emissões estão concentradas no uso de querosene de aviação.</p>
<p>O modo ferroviário respondeu por 1,80% das emissões totais do setor de transporte. O modo ferroviário apresenta baixa emissão por tonelada-quilômetro útil e a ampliação da participação ferroviária na matriz nacional é importante pois contribui sobremaneira com a modernização das operações do transporte nacional e diminui diretamente a intensidade de carbono da logística brasileira.</p>
<p>O aquaviário correspondeu por apenas 0,41% das emissões contabilizadas, considerando a cabotagem marítima e navegação interior. O baixo consumo de energia por tonelada transportada indica um vantajoso espaço para ampliar o aproveitamento das hidrovias e da cabotagem no Brasil, desde que haja investimentos e condições operacionais adequadas.</p>
<p>O total de 189,8 milhões de toneladas considera somente as operações realizadas em território nacional. A aviação e a navegação internacionais não foram incluídas. As emissões das infraestruturas portuária e aeroportuária também foram avaliadas pelo Inventário, mas aparecem separadamente e não integram o resultado geral.</p>
<h4><strong>Do diagnóstico às decisões</strong></h4>
<p>Os resultados indicam que a redução das emissões dependerá de combinações diferentes para cada atividade. O tipo de operação, a disponibilidade de energia, a infraestrutura, o custo das tecnologias e a capacidade de investimento das empresas influenciam as alternativas disponíveis.</p>
<p>No modo rodoviário, a eletrificação ainda tem participação reduzida. Entre os veículos pesados, o estudo identifica desafios operacionais e de infraestrutura, além de diferenças de autonomia, recarga e perfil de utilização em relação aos modelos convencionais. Os biocombustíveis aparecem como uma alternativa a partir de tecnologias e cadeias produtivas existentes no país.</p>
<p>Entre as possibilidades, está o biometano, combustível renovável que pode contribuir para a redução das emissões e para o aproveitamento de resíduos. Já a eletromobilidade tende a ser mais adequada a rotas de menor distância, diante de limitações relacionadas à autonomia, ao tempo de recarga e à carga útil dos veículos.</p>
<p>A distribuição da movimentação entre os modos também faz parte dessa discussão. Ferrovias, hidrovias e cabotagem podem atender parte da demanda de longas distâncias com menor emissão por unidade transportada. Esse avanço depende da expansão da infraestrutura viária e de integração entre as modalidades e da previsibilidade regulatória.</p>
<p>O Inventário foi elaborado pela Ambipar, empresa especializada em soluções ambientais, com metodologias reconhecidas internacionalmente, como as diretrizes do IPCC, a ISO 14064 e o GHG Protocol. O trabalho também utilizou informações fornecidas por empresas e entidades do setor.</p>
<p>Para os veículos pesados, o estudo adotou <a href="https://www.despoluir.org.br/" target="_blank" rel="noopener">dados do Despoluir</a> na construção de curvas de intensidade de uso mais próximas da realidade brasileira. A metodologia considera a quilometragem média anual percorrida por caminhões, ônibus e comerciais leves a diesel e permite estimar as emissões de acordo com o perfil de utilização da frota.</p>
<p>A aplicação da mesma metodologia nos próximos levantamentos permitirá acompanhar a evolução das emissões e avaliar os efeitos de políticas públicas, investimentos, ganhos de eficiência e mudanças tecnológicas. O levantamento também está entre os estudos que poderão ser apresentados pela CNT durante a COP31.</p>
<h4><strong>Implementação no caminho para Antalya</strong></h4>
<p>Na COP31, uma das principais discussões será como cumprir os compromissos climáticos assumidos. O Inventário também contribui para essa discussão ao apresentar cases de empresas do setor e iniciativas voltadas à redução das emissões. Ao longo de 2026, a CNT observou um movimento ainda maior das empresas em torno da temática, com a adoção de soluções e tecnologias alinhadas à descarbonização.</p>
<p>Para o diretor adjunto nacional do SEST SENAT e líder do projeto Transporte e a COP31, Vinicius Ladeira, a participação na Conferência representa uma oportunidade de transformar o conhecimento acumulado pelo Sistema Transporte em resultados para o setor, conectando as necessidades do transporte brasileiro às soluções, parcerias e instrumentos capazes de acelerar a implementação da agenda climática.</p>
<p>“Chegamos a uma etapa em que precisamos avançar do conhecimento para a implementação. Queremos chegar a Antalya com estudos, experiências e propostas construídas a partir da realidade do transporte brasileiro e avançar nas condições necessárias para implementar e dar escala às soluções que já identificamos. O financiamento é parte fundamental desse processo. A transição só ganhará escala se as empresas tiverem condições de investir. Por isso, precisamos conectar os instrumentos e recursos disponíveis, no Brasil e no exterior, às necessidades e às diferentes realidades de quem efetivamente realiza o transporte”, afirma.</p>
<h4><strong>Rumo à COP31</strong></h4>
<p>Esta reportagem abre a série Rumo à COP31, que apresentará, nas próximas semanas, estudos e análises do Sistema Transporte sobre emissões, resiliência climática, renovação de frota, financiamento, mobilidade, fontes de energia e prioridades de sustentabilidade.</p>
<p>Os conteúdos vão relacionar esses temas aos debates da conferência e mostrar o que as discussões climáticas podem significar para o transporte brasileiro.</p>
<p>As reportagens serão publicadas na <a href="https://www.cnt.org.br/agencia-cnt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência CNT Transporte Atual</a> e no hotsite da COP31, que concentrará notícias, estudos, vídeos e informações sobre a atuação do Sistema Transporte na conferência.</p>
<p>O Pavilhão Internacional do Transporte conta com o apoio da SLOCAT Partnership.</p>
<p><a href="https://unfccc.int/cop31/the-road-to-antalya" target="_blank" rel="noopener"><strong>Acompanhe a preparação oficial para a COP31</strong></a></p>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/sistema-transporte-reforca-trajetoria-na-agenda-climatica-rumo-a-cop31-apoiado-por-diagnostico-proprio-de-emissoes/">Sistema Transporte reforça trajetória na agenda climática rumo à COP31, apoiado por diagnóstico próprio de emissões</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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