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	<title>Arquivos -Núcleo Jurídico &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos -Núcleo Jurídico &#8211; SETCESP</title>
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		<title>A Medida Provisória 881/19 e as alterações na CLT</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/a-medida-provisoria-881-19-e-as-alteracoes-na-clt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2019 18:22:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[-Núcleo Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 50]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[clt]]></category>
		<category><![CDATA[medida provisória]]></category>
		<category><![CDATA[revista setcesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Medida Provisória 881, de 30/04/2019, trata da Declaração de Direitos de Liberdade Econômica e estabelece garantias de livre mercado e análise de impacto regulatório</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Medida Provisória 881, de 30/04/2019, trata da Declaração de Direitos de Liberdade Econômica e estabelece garantias de livre mercado e análise de impacto regulatório.</p>
<p>São diversas matérias tratadas na referida MP, mas nesse texto fazemos uma análise das principais alterações que estão sendo feitas na CLT.</p>
<p>A MP 881 traz alterações no par.2º, do artigo 2º, da CLT, em relação ao grupo econômico para dispor que a existência do mesmo não impõe responsabilidade subsidiária, salvo nas hipóteses de fraude previstas no artigo 50 do Código Civil (abuso da personalidade jurídica, desvio de finalidade e confusão patrimonial), onde a responsabilidade será solidária.</p>
<p>Atualmente, a CLT trata do grupo econômico estabelecendo o conceito e a responsabilidade solidária entre as empresas pelas obrigações decorrentes da relação de emprego.</p>
<p>A MP 881 traz alterações na CLT estabelecendo novas regras para a expedição e modelo da Carteira Profissional que passa a ser atribuição do Ministério da Economia, passando a ser adotado preferencialmente o modelo eletrônico e apenas excepcionalmente poderá ser emitida pelo meio físico: I- nas unidades descentralizadas do Ministério da Economia que foram habilitadas para tanto; ou II- mediante convênio, por órgãos federais, estaduais e municipais; III- mediante convênio com serviços notariais e de registro, sem custos para a administração.</p>
<p>Não é mais necessário que o interessado compareça, pessoalmente, ao órgão emitente da Carteira Profissional, pois será privilegiada a emissão em formato eletrônico, tendo como identificação única do empregado o número de inscrição no CPF – Cadastro de Pessoas Físicas.</p>
<p>O prazo para que a Carteira de Trabalho possa ser anotada pelo empregador foi ampliado de 48 horas para 5 dias, sendo dispensado o recebido de entrega e os registros eletrônicos gerados pelo empregador, pois os sistemas informatizados da Carteira de Trabalho em meio digital equivalem às anotações exigidas pela lei.</p>
<p>A CLT dispõe atualmente que todo empregado terá um descanso semanal de 24 horas consecutivas, o qual, salvo motivo de conveniência pública ou necessidade imperiosa do serviço, deverá coincidir com o domingo, no todo ou em parte.</p>
<p>A MP 881 altera o artigo 68 da CLT para autorizar o trabalho aos domingos e feriados e o parágrafo único, do mesmo artigo, também sofreu alteração para dispor que o repouso semanal remunerado deverá coincidir com o domingo pelo menos uma vez no período máximo de 4 semanas, ficando revogadas as restrições existentes na CLT para o trabalho aos domingos e feriados, passando a ser autorizado para todas as atividades.</p>
<p>O artigo 70 sofreu alteração para dispor que o trabalho aos domingos e feriados será remunerado em dobro, salvo se o empregador determinar outro dia de folga compensatória.</p>
<p>Os artigos 385 e 386 da CLT também sofreram alteração para dispor que o descanso semanal remunerado será de 24 horas consecutivas, devendo coincidir com o domingo pelo menos uma vez no período máximo de 4 semanas.</p>
<p>Houve alterações no artigo 74 da CLT em relação as anotações do horário de trabalho, tendo sido excluída a exigência de quadro de horário de trabalho, organizado conforme modelo expedido pelo Ministério do trabalho afixado em local visível, bastando que o horário de trabalho seja anotado em registro de empregados.</p>
<p>Apenas os estabelecimentos com mais de 20 trabalhadores (atualmente são dez) é que passa a ser obrigatória a anotação da hora de entrada e saída, em registro manual, mecânico ou eletrônico, conforme instruções expedidas pelo Ministério da Economia, podendo haver pré-assinalação do período de repouso.</p>
<p>A MP 881 dispensa a adoção de ficha ou papeleta de serviço externo, para o trabalho executado fora do estabelecimento, passando o horário dos empregados a constar de registro manual, mecânico ou eletrônico, em seu poder e passa a ser permitida a utilização de registro de ponto por exceção à jornada regular de trabalho, mediante acordo individual escrito, convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho.</p>
<p>O artigo 163 da CLT está sendo alterado para dispor que ficam desobrigados de constituir a CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, os estabelecimentos ou locais de obra nelas especificados com menos de 20 trabalhadores e as micro e pequenas empresas.</p>
<p>A MP 881 está revogando o par.4º, do artigo 193 da CLT para desobrigar as empresas a pagar ao empregado que desenvolva as atividades em motocicleta o adicional de periculosidade.</p>
<p>A MP 881 altera o artigo 444 da CLT, para incluir o par.2º, dispondo que os contratos de trabalho de remuneração mensal acima de 30 salários mínimos, cujas partes contratantes tenham sido assistidas por advogados de sua escolha no momento do pacto, será regido pelo direito civil, ressalvadas as garantias do art.7º da Constituição Federal.</p>
<p>A MP 881 traz alterações em diversos artigos da CLT que tratam da fiscalização do trabalho, cria novas regras para a aplicação da dupla visita do auditor fiscal, estende os prazos para defesa administrativa e recursos em autuações da fiscalização do trabalho de 10 para 30 dias. Cria também o domicílio eletrônico trabalhista e passam a ser adotadas obrigatoriamente as comunicações eletrônicas, com utilização de certificação digital ou de código de acesso, para fins de ciência e de intimações, amplia o prazo para que o infrator recolha o valor da multa de 10 para 30 dias. Além disso, sob pena de cobrança executiva, sendo que a multa será reduzida em 50% se o infrator for microempresa, empresa de pequeno porte e estabelecimento ou local de trabalho com até 20 trabalhadores, desde que haja renúncia ao recurso, cujo recolhimento deve ser feito dentro do prazo de 30 dias, contados do recebimento da notificação postal, eletrônica, ou da publicação do edital.</p>
<p>Embora não tenha previsão da CLT, a MP 881, em seu artigo 42 extingue o Sistema de Escrituração Digital de Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas – eSocial em nível federal.</p>
<p>A MP 881/19 produz efeitos imediatos e deve ser examinada pelo Congresso Nacional para que seja transformada em lei, dentro do prazo máximo de 60 dias, prorrogáveis uma vez por igual período, sob pena de perder a sua eficácia. O texto da MP 881 já foi aprovado pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados, em 09/07/2019 e seguirá para o Plenário da Câmara dos Deputados e depois para o Senado em revisão.</p>
<p><strong>Narciso Figueirôa Junior é Advogado e Assessor Jurídico do SETCESP</strong></p></div>
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		<item>
		<title>Pernoite em caminhão não é considerado tempo à disposição do empregador</title>
		<link>https://setcesp.org.br/antigas/nucleo-juridico/pernoite-em-caminhao-nao-e-considerado-tempo-a-disposicao-do-empregador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2019 16:52:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[-Núcleo Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[motorista]]></category>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="news-date">04/02/2019 &#8211; 14:32 / TST</div></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho julgou improcedente o pedido de um motorista de Minas Gerais de recebimento das horas noturnas em que permanecia na cabine do caminhão. A decisão segue o entendimento do TST de que o período de pernoite nessas condições não caracteriza tempo à disposição do empregador.</p>
<p><strong>Riscos de assalto</strong><br />O motorista foi contratado em março de 2011 pela Cimed Indústria de Medicamentos Ltda. e dispensado em janeiro de 2013. Na reclamação trabalhista, ele afirmou que transportava medicamentos e matérias-primas para produzir remédios por todo o país sem nenhuma escolta e que se via obrigado a dormir dentro do caminhão para evitar possíveis roubos ou assaltos à carga, que possui valor alto de venda. Por isso, a defesa pedia o pagamento relativo a esse período, em que considerava estar à disposição do empregador “vigiando”, pois tanto a mercadoria quanto o veículo eram de sua “inteira responsabilidade”.</p>
<p><strong>Estado de alerta</strong><br />O juízo da 2ª Vara do Trabalho de Pouso Alegre (MG) indeferiu o pedido de pagamento de horas extras porque o empregado não conseguiu comprovar que a empresa o obrigava a ficar durante a noite dentro do caminhão. Mas o Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG) acolheu os argumentos de que a empresa não fornecia escolta durante as viagens e também não pagava diárias para que o motorista dormisse em pousada ou pensão.</p>
<p>Segundo o TRT, ao pernoitar na cabine, o motorista exerce a defesa da carga transportada com maior prontidão e presteza para evitar ou inibir a atuação de criminosos. No entanto, os desembargadores enquadraram a situação como horas de espera, e não como tempo à disposição do empregador, pois o motorista não ficava aguardando ordens. Segundo o acórdão, o período de descanso era prejudicado porque ele tinha de permanecer em estado de alerta, o que resultava numa qualidade de sono ruim.</p>
<p><strong>Incompatibilidade</strong><br />Para o relator do recurso de revista da Cimed, ministro José Freire Pimenta, o período de pernoite do motorista de caminhão não caracteriza tempo à disposição, uma vez que as funções de vigiar e de descansar são naturalmente incompatíveis. “Trata-se unicamente de circunstância inerente ao trabalho desenvolvido”, enfatizou.</p>
<p>O ministro citou diversos precedentes de Turmas e da Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) para demonstrar que o TRT decidiu em desacordo com a jurisprudência do TST. A decisão foi unânime.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>CADE define acordo em ação proposta pelo SETCESP contra os Correios</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/cade-define-acordo-em-acao-proposta-pelo-setcesp-contra-os-correios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SETCESP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jan 2019 20:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[-Núcleo Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>	Em 2013, o SETCESP prop&#244;s processo administrativo no CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econ&#244;mica) contra os Correios visando proteger o setor de transportes rodovi&#225;rio de cargas em rela&#231;&#227;o...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="news-date">30 de Janeiro de 2019 &#8211; 20h50 horas / SETCESP</div></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>
	Em 2013, o SETCESP prop&ocirc;s <strong>processo administrativo no CADE </strong>(Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica) <strong>contra os Correios</strong> visando proteger o setor de transportes rodovi&aacute;rio de cargas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s <strong>pr&aacute;ticas anticompetitivas</strong> promovidas pela estatal que, de forma unilateral, estava ampliando o alcance do monop&oacute;lio postal para produtos que n&atilde;o estavam sob seu monop&oacute;lio.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Assim, os Correios promoviam diversas a&ccedil;&otilde;es judiciais para retirar do mercado as empresas que transportavam produtos que, em seu entendimento, seriam de sua exclusiva comercializa&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, tamb&eacute;m praticava a discrimina&ccedil;&atilde;o para uso de sua estrutura em face de sua capilaridade nacional, cobrando mais caro nos casos em que a transportadora fosse sua concorrente.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Em abril do ano passado, a Superintend&ecirc;ncia-Geral do CADE j&aacute; havia recomendado a condena&ccedil;&atilde;o dos Correios pelas pr&aacute;ticas de litig&acirc;ncia abusiva e, na nesta quarta-feira (30/01) ocorreu o <strong>julgamento que culminou em um acordo entre o CADE e os Correios para que este cesse imediatamente as pr&aacute;ticas anticompetitivas</strong>, ou seja, que n&atilde;o acione mais as transportadoras na justi&ccedil;a e n&atilde;o pratique a discrimina&ccedil;&atilde;o de rivais.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	O acordo prev&ecirc; que os Correios dever&atilde;o criar um programa de compliance concorrencial com procedimentos preventivos e de monitoramento para evitar a pr&aacute;tica de condutas lesivas &agrave; concorr&ecirc;ncia.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	O SETCESP entende que a decis&atilde;o do CADE foi positiva e que este &eacute; o primeiro passo para uma concorr&ecirc;ncia leal em um mundo globalizado. Por&eacute;m, <strong>a entidade n&atilde;o participou da elabora&ccedil;&atilde;o dos termos deste acordo e, por isso, apresentar&aacute;, nas pr&oacute;ximas semanas, uma proposta para ajustar itens que considera fundamentais</strong> para garantir que a livre concorr&ecirc;ncia exista e, assim, proteger a sociedade brasileira.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	De qualquer forma, o SETCESP espera que os Correios cumpram as medidas indicadas at&eacute; o momento, que o CADE garanta que isso ocorra e que considere as propostas de ajustes que ser&atilde;o apresentadas.</p></div>
			</div>        
			</div>        
				
				
				
				
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			</item>
		<item>
		<title>CADE decide se Correios praticam litigância abusiva</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/cade-decide-se-correios-praticam-litigancia-abusiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SETCESP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jan 2019 16:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[-Núcleo Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>	Processo contra monop&#243;lio postal, iniciado pelo SETCESP em 2014, se aproxima de decis&#227;o final<br />
	&#160;<br />
	O SETCESP (Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de S&#227;o Paulo e Regi&#227;o)...</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/cade-decide-se-correios-praticam-litigancia-abusiva/">CADE decide se Correios praticam litigância abusiva</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="news-date">30 de Janeiro de 2019 &#8211; 16h51 horas / SETCESP</div></div>
			</div>        <div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_6 news-text  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>
	<em>Processo contra monop&oacute;lio postal, iniciado pelo SETCESP em 2014, se aproxima de decis&atilde;o final</em></p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	O SETCESP (Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de S&atilde;o Paulo e Regi&atilde;o) iniciou no CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica), em 2014, o processo administrativo n&ordm; 08700.009588/2013-04 contra os Correios em oposi&ccedil;&atilde;o ao seu monop&oacute;lio postal.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Em decis&atilde;o de 2017, o CADE considerou que os Correios praticam &ldquo;infra&ccedil;&otilde;es da ordem econ&ocirc;mica consistentes em litig&acirc;ncia abusiva anticompetitiva (sham litigation), restri&ccedil;&atilde;o pura &agrave; concorr&ecirc;ncia (naked restraint) e discrimina&ccedil;&atilde;o anticompetitiva no mercado de entrega de encomendas e objetos postais&rdquo;. A estatal recorreu &agrave; tal decis&atilde;o e, agora, quase dois anos e muitas medidas depois, finalmente o veredicto final se aproxima.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	A ECT (Empresa Brasileira de Correios e Tel&eacute;grafos) det&eacute;m a exclusividade para o recebimento, transporte e entrega de cartas em todo o territ&oacute;rio nacional desde 1978, quando foi promulgada a Lei N&ordm; 6.538, conhecida como &ldquo;Lei Postal&rdquo;. De l&aacute; para c&aacute;, a tecnologia revolucionou a forma como as empresas e consumidores se relacionam comercialmente e como produtos dos mais variados chegam at&eacute; o seu destino final, por&eacute;m a lei n&atilde;o acompanhou essa moderniza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Com julgamento definitivo previsto para os pr&oacute;ximos dias, o SETCESP espera que o CADE n&atilde;o limite sua decis&atilde;o &agrave; uma lei retr&oacute;grada que n&atilde;o reflete o mundo atual. Ao inv&eacute;s disso, mantenha o seu compromisso em defender a livre concorr&ecirc;ncia, que &eacute; um dos princ&iacute;pios da ordem econ&ocirc;mica, permitindo a auto-evolu&ccedil;&atilde;o do mercado postal e beneficiando, assim, toda a sociedade brasileira de pessoas f&iacute;sicas e jur&iacute;dicas.</p></div>
			</div>        
			</div>        
				
				
				
				
			</div>        
				
				
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			</item>
		<item>
		<title>Número de processos recebidos no TST aumenta 15% em 2018</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/numero-de-processos-recebidos-no-tst-aumenta-15-em-2018/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SETCESP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jan 2019 14:41:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[-Núcleo Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>	Embora a reforma trabalhista tenha derrubado a demanda pela Justi&#231;a do Trabalho nas inst&#226;ncias locais, o Tribunal Superior do Trabalho viu o n&#250;mero de processos recebidos crescer 15% em 2018.<br />
	&#160;<br />
	Os...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="news-date">30 de Janeiro de 2019 &#8211; 14h41 horas / Conjur</div></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>
	Embora a reforma trabalhista tenha derrubado a demanda pela Justi&ccedil;a do Trabalho nas inst&acirc;ncias locais, o Tribunal Superior do Trabalho viu o n&uacute;mero de processos recebidos crescer 15% em 2018.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Os dados est&atilde;o em relat&oacute;rio do TST divulgado recentemente. Segundo o documento, tamb&eacute;m foi registrado aumento de 11,9% de produtividade na corte. Foram julgados 319,7 mil processos em 2018, m&eacute;dia de 30 mil processos por m&ecirc;s. J&aacute; em 2017, foram 285,7 mil julgados.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Com esse desempenho, a corte conseguiu sutil redu&ccedil;&atilde;o no estoque, de 0,8% em rela&ccedil;&atilde;o a 2017. O TST terminou 2018 com acervo de 253,4 mil processos, 1,9 mil a menos que no ano anterior.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Antonio Bratefixe, s&oacute;cio do C&oacute; Crivelli Advogados, explica que o aumento nesse primeiro momento &eacute; um efeito esperado, j&aacute; que ainda h&aacute; muitas quest&otilde;es sobre a pr&oacute;pria reforma trabalhista em aberto, aguardando decis&atilde;o do TST.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Al&eacute;m disso, afirma que a reforma traz um efeito imediato apenas em primeiro grau. J&aacute; nos tribunais regionais e no TST o reflexo escalonado deve demorar ainda algum tempo, s&oacute; reduzindo o n&uacute;mero de processos quando a reforma trabalhista estiver mais madura.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	&ldquo;Muitas quest&otilde;es est&atilde;o sendo dirimidas aos poucos e a tend&ecirc;ncia &eacute; que o TST se manifeste sobre elas. Caso contr&aacute;rio, em vez de uma decis&atilde;o nacional, teremos jurisprud&ecirc;ncia cada vez mais regionais e d&iacute;spares&rdquo;, afirma.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	O professor Ricardo Calcini complementa afirmando que a redu&ccedil;&atilde;o em primeiro grau j&aacute; era esperada, uma vez que a reforma passou a exigir que o trabalhador, em caso de derrota, pague os honor&aacute;rios de sucumb&ecirc;ncia e pericial. Al&eacute;m disso, dificultou a concess&atilde;o de gratuidade de Justi&ccedil;a.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Por outro lado, Calcini entende que o aumento dos recursos nas outras inst&acirc;ncias tamb&eacute;m &eacute; natural. Isso porque a reforma reduziu pela metade as custas recursais para diversos empregadores. Em algumas hip&oacute;teses, o empregador &eacute; at&eacute; mesmo isento das custas. Segundo os c&aacute;lculos de Calcini, para levar um recurso at&eacute; Bras&iacute;lia, os gastos ficam em pelo menos R$ 30 mil, sem esses benef&iacute;cios.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	O professor aponta tamb&eacute;m que h&aacute; um movimento por parte dos advogados de insistirem em recursos no TST, para que a corte se manifeste sobre temas ainda n&atilde;o definidos sobre a reforma.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Isso tem esbarrado, no entanto, na quest&atilde;o da transcend&ecirc;ncia. O TST s&oacute; tem admitido recursos de revista que ultrapassem o interesse particular das partes. &ldquo;Isso prejudica todo o Judici&aacute;rio, porque n&atilde;o temos o posicionamento da corte sobre determinados temas&rdquo;, afirma Calcini.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Com essa dificuldade, explica o professor, os advogados est&atilde;o entrando com mais recursos para for&ccedil;ar o TST a reconhecer a transcend&ecirc;ncia e efetivamente entrar no m&eacute;rito da causa, dando um norte para as cortes regionais.</p></div>
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		<item>
		<title>AGU pede esclarecimento ao Supremo sobre tabela de frete</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/agu-pede-esclarecimento-ao-supremo-sobre-tabela-de-frete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SETCESP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jan 2019 14:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[-Núcleo Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>	A falta de entendimento sobre a tabela de frete &#233; tanta que o pr&#243;prio governo federal teve de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tirar d&#250;vidas a respeito do assunto. Em of&#237;cio enviado...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>
	A falta de entendimento sobre a tabela de frete &eacute; tanta que o pr&oacute;prio governo federal teve de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tirar d&uacute;vidas a respeito do assunto. Em of&iacute;cio enviado ao ministro Luiz Fux nesta segunda-feira (28), a Advocacia Geral da Uni&atilde;o (AGU) solicita esclarecimento a respeito do alcance de liminares contr&aacute;rias &agrave; tabela e diz ser necess&aacute;rio manter vigentes os efeitos da lei 13.703 (que criou o tabelamento) para &ldquo;manter um contexto de estabilidade durante as tratativas&rdquo; das categorias envolvidas com este tema e o novo governo&rdquo;.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Logo ap&oacute;s a greve dos caminhoneiros, em maio do ano passado, o ent&atilde;o presidente Michel Temer enviou ao Congresso a medida provis&oacute;ria 832 que estabeleceu os pre&ccedil;os m&iacute;nimos. Essa MP depois converteu-se na lei 13.703.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Contrariados, embarcadores de todo o pa&iacute;s buscaram a Justi&ccedil;a para tentar derrubar a medida provis&oacute;ria. Eles obtiveram v&aacute;rias liminares em primeira inst&acirc;ncia. Ao mesmo tempo, tr&ecirc;s entidades &ndash; a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI), a Confedera&ccedil;&atilde;o da Agricultura e Pecu&aacute;ria (CNA) e uma associa&ccedil;&atilde;o de transportadores de gr&atilde;os, a ATR &ndash; apresentaram a&ccedil;&otilde;es diretas de inconstitucionalidade (Adis) contra a tabela no Supremo.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	O ministro Luiz Fux, que foi designado relator dessas Adis, suspendeu toda as liminares concedidas em primeira inst&acirc;ncia enquanto o assunto n&atilde;o for julgado pelo Plen&aacute;rio do STF, o que deve ocorrer nos pr&oacute;ximos meses.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Mas em dezembro, o pr&oacute;prio ministro tornou o tema ainda mais confuso. Em recurso apresentado pela CNA, ele suspendeu as multas aplicadas pelas Ag&ecirc;ncia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) contra quem descumpre a lei. Isso foi no dia 6. Poucos dias depois, em 12 de dezembro, Fux suspendeu sua pr&oacute;pria decis&atilde;o, a pedido da AGU.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Agora, em 16 de janeiro, um juiz do Distrito Federal concedeu nova liminar &agrave; Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias de S&atilde;o Paulo (Fiesp), suspendendo as multas para os associados da entidade.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Em f&eacute;rias, Luiz Fux ainda n&atilde;o se manifestou sobre o pedido de esclarecimento da AGU.</p></div>
			</div>        
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			</item>
		<item>
		<title>Ministro da Infraestrutura quer única agência para todo o transporte</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/ministro-da-infraestrutura-quer-unica-agencia-para-todo-o-transporte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SETCESP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jan 2019 14:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[-Núcleo Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>	O ministro da Infraestrutura do governo Bolsonaro, Tarc&#237;sio Gomes de Freitas, disse que seu objetivo &#233; retomar o modelo inicial de ag&#234;ncia de transporte, implementado em 1999, e unificar a &#225;rea...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="news-date">30 de Janeiro de 2019 &#8211; 14h38 horas / Correio Braziliense</div></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>
	O ministro da Infraestrutura do governo Bolsonaro, Tarc&iacute;sio Gomes de Freitas, disse que seu objetivo &eacute; retomar o modelo inicial de ag&ecirc;ncia de transporte, implementado em 1999, e unificar a &aacute;rea de ferrovia, rodovia e portos. Segundo o ministro, o modelo atual &quot;deu ruim&quot;. O ministro, que participou nesta ter&ccedil;a-feira (29) de evento promovido pelo Credit Suisse, entretanto, ponderou que a Ag&ecirc;ncia Nacional de Avia&ccedil;&atilde;o Civil (Anac) deve ficar de fora.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	&quot;Ag&ecirc;ncias hoje est&atilde;o criando dificuldade. Regula&ccedil;&atilde;o criou intervencionismo, tem regula&ccedil;&atilde;o demais. Tem regula&ccedil;&atilde;o em excesso&quot;, defendeu. O ministro explicou que a fus&atilde;o ser&aacute; feita por meio de um projeto de lei no Congresso e acrescentou que a mudan&ccedil;a vai incorporar &quot;todas as coisas boas&quot; do atual Projeto de Lei das Ag&ecirc;ncias, como &quot;o crit&eacute;rio para escolha de dirigentes. Me refiro &agrave; autonomia das ag&ecirc;ncias, unifica&ccedil;&atilde;o de carreiras. Isso &eacute; importante&quot;, disse.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Sobre a Anac, o ministro disse que ela n&atilde;o far&aacute; parte dessa &uacute;nica ag&ecirc;ncia, uma vez que o setor &eacute; bastante diferente e tem uma forte regula&ccedil;&atilde;o internacional. &quot;Existe uma ader&ecirc;ncia a normas internacionais muito maior&quot;, disse.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Aviso prévio indenizado está livre da incidência de contribuição previdenciária</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/aviso-previo-indenizado-esta-livre-da-incidencia-de-contribuicao-previdenciaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SETCESP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 14:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[-Núcleo Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>	A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho afastou a incid&#234;ncia da contribui&#231;&#227;o previdenci&#225;ria sobre o aviso pr&#233;vio indenizado recebido por um vendedor-propagandista de medicamentos...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="news-date">23 de Janeiro de 2019 &#8211; 14h51 horas / TST</div></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>
	A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho afastou a incid&ecirc;ncia da contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria sobre o aviso pr&eacute;vio indenizado recebido por um vendedor-propagandista de medicamentos da EMS S.A. De acordo com a decis&atilde;o, a parcela n&atilde;o tem natureza salarial, mas indenizat&oacute;ria.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Sem presta&ccedil;&atilde;o de trabalho</strong></p>
<p>
	O Tribunal Regional do Trabalho da 4&ordf; Regi&atilde;o (RS), com base na sua jurisprud&ecirc;ncia, havia determinado a inclus&atilde;o do aviso pr&eacute;vio indenizado na base de c&aacute;lculo das contribui&ccedil;&otilde;es previdenci&aacute;rias. No recurso de revista, o vendedor demonstrou a exist&ecirc;ncia de diverg&ecirc;ncia jurisprudencial ao indicar decis&atilde;o do TRT da 12&ordf; Regi&atilde;o (SC). Nesse julgado, o entendimento foi de que, n&atilde;o havendo presta&ccedil;&atilde;o de trabalho no curso do aviso pr&eacute;vio, n&atilde;o h&aacute; como enquadr&aacute;-lo no conceito de sal&aacute;rio de contribui&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	<strong>Natureza indenizat&oacute;ria</strong></p>
<p>
	O relator do recurso, ministro Walmir Oliveira da Costa, destacou que o TST pacificou o entendimento de que o t&iacute;tulo relativo ao aviso pr&eacute;vio indenizado, por n&atilde;o decorrer de trabalho prestado ou de tempo &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do empregador ou do tomador de servi&ccedil;os, tem natureza estritamente indenizat&oacute;ria. Por isso, n&atilde;o se insere entre as parcelas que integram o sal&aacute;rio de contribui&ccedil;&atilde;o previsto no artigo 28, inciso I, da Lei 8.212/91, que trata da organiza&ccedil;&atilde;o da Seguridade Social.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Segundo o relator, esse entendimento prevalece mesmo ap&oacute;s a altera&ccedil;&atilde;o do artigo 28, par&aacute;grafo 9&ordm;, da lei, uma vez que trata de identificar a natureza jur&iacute;dica da rubrica. Como exemplo, citou decis&otilde;es da Subse&ccedil;&atilde;o 1 Especializada em Diss&iacute;dios Individuais (SDI-1) e de Turmas do TST em que a cobran&ccedil;a de contribui&ccedil;&atilde;o social sobre o aviso pr&eacute;vio indenizado &eacute; incab&iacute;vel em raz&atilde;o de sua natureza jur&iacute;dica. Num dos precedentes, destaca-se que a parcela visa compensar o resguardo do prazo garantido por lei para a obten&ccedil;&atilde;o de novo emprego.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	A decis&atilde;o foi un&acirc;nime.</p></div>
			</div>        
			</div>        
				
				
				
				
			</div>        
				
				
			</div>
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			</item>
		<item>
		<title>SETCESP apoia suas associadas contra multa da ANTT sobre o piso mínimo</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/setcesp-apoia-suas-associadas-contra-multa-da-antt-sobre-o-piso-minimo-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SETCESP]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jan 2019 11:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[-Núcleo Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>	A ANTT publicou a Resolu&#231;&#227;o n&#176; 5.833/2018 que instituiu multa ao transportador de duvidosa legalidade em rela&#231;&#227;o ao piso m&#237;nimo, pois, n&#227;o h&#225; previs&#227;o, ao menos...</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="news-date">17 de Janeiro de 2019 &#8211; 11h46 horas / SETCESP </div></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>
	A ANTT publicou a Resolu&ccedil;&atilde;o n&deg; 5.833/2018 que instituiu multa ao transportador de duvidosa legalidade em rela&ccedil;&atilde;o ao piso m&iacute;nimo, pois, n&atilde;o h&aacute; previs&atilde;o, ao menos de forma expressa, que permitisse a regulamenta&ccedil;&atilde;o desse tipo de apenamento.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	Outro fato importante &eacute; que com a convers&atilde;o da medida provis&oacute;ria n&deg;832/2018 na Lei n&deg; 13.703/2018, tamb&eacute;m tornou duvidosa a possibilidade de autua&ccedil;&atilde;o de transportadores que n&atilde;o est&atilde;o cumprindo o piso m&iacute;nimo.</p>
<p>
	&nbsp;</p>
<p>
	As empresas interessadas dever&atilde;o enviar e-mails para: <a href="mailto:adauto@setcesp.org.br">adauto@setcesp.org.br</a> para ver os procedimentos necess&aacute;rios &agrave; propositura da a&ccedil;&atilde;o.</p></div>
			</div>        
			</div>        
				
				
				
				
			</div>        
				
				
			</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Isenção de rodizio &#8211; VUC necessita ser cadastrado</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/isencao-de-rodizio-vuc-necessita-ser-cadastrado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[SETCESP]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jan 2019 01:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[-Núcleo Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://wordpress/?p=29992</guid>

					<description><![CDATA[<p>	Depois de longo trabalho junto &#224; prefeitura paulistana, o SETCESP conseguiu libera&#231;&#227;o total do VUC para circular na cidade de S&#227;o Paulo, inclusive em rela&#231;&#227;o ao rod&#237;zio,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_11 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="news-date">17 de Janeiro de 2019 &#8211; 01h36 horas / SETCESP</div></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>
	Depois de longo trabalho junto &agrave; prefeitura paulistana, o SETCESP conseguiu libera&ccedil;&atilde;o total do VUC para circular na cidade de S&atilde;o Paulo, inclusive em rela&ccedil;&atilde;o ao rod&iacute;zio, vide o Decreto n&ordm; 58.584/18.</p>
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	&nbsp;</p>
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	Entretanto, as empresas e os motoristas de caminh&otilde;es devem respeitar as placas de tr&acirc;nsito local que pro&iacute;bem a circula&ccedil;&atilde;o do caminh&atilde;o em determinadas ruas e avenidas. Bem como a obrigatoriedade de cadastrar o VUC, que s&oacute; podem circular ap&oacute;s esse procedimento.</p>
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	Sobre o rodizio, o Departamento de Opera&ccedil;&atilde;o do Sistema Vi&aacute;rio &#8211; DSV ainda ir&aacute; estabelecer normas para que o VUC possa circular tamb&eacute;m sem essa restri&ccedil;&atilde;o, vide artigo 5&ordm; do Decreto n&ordm; 58.584/18.</p>
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	&nbsp;</p>
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	O SETCESP informar&aacute; assim que o DSV se manifestar sobre o assunto.</p>
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	&nbsp;</p>
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	Mais informa&ccedil;&otilde;es em (11) 2632-1005 ou <a href="mailto:juridico@setcesp.org.br">juridico@setcesp.org.br</a>.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/isencao-de-rodizio-vuc-necessita-ser-cadastrado/">Isenção de rodizio &#8211; VUC necessita ser cadastrado</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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