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	<title>Arquivos transporte de cargas &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos transporte de cargas &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Transportes de passageiros e de cargas recuam em março, diz IBGE</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/logistica/transportes-de-passageiros-e-de-cargas-recuam-em-marco-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 19:50:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte Rodoviário]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Volume de transporte de passageiros recuou 3,4% em março ante fevereiro, enquanto o transporte de cargas teve retração de 1,0% em março de 2026.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Volume de transporte de passageiros recuou 3,4% em março ante fevereiro, enquanto o transporte de cargas teve retração de 1,0% em março de 2026</em></p>
<p>Em março de 2026, o volume de transporte de passageiros recuou 3,4% ante fevereiro, desconsideradas as influências sazonais. Essa foi a segunda taxa negativa seguida, período em que a atividade acumulou uma perda de 4,3%, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dentro da divulgação da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS).</p>
<p>Segundo o IBGE, o segmento está 1,7% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia) e 22,1% abaixo de fevereiro de 2014 (ponto mais alto da série histórica).</p>
<p>O volume do transporte de cargas seguiu a mesma tendência e apontou retração de 1,0% em março de 2026, após ter crescido 0,8% no mês anterior. Dessa forma, o segmento se situa 5,1% abaixo do ponto mais alto de sua série (julho de 2023). Com relação ao nível pré-pandemia, o transporte de cargas está 37,1% acima de fevereiro 2020.</p>
<p>No confronto com igual mês do ano anterior, sem ajuste sazonal, o transporte de passageiros cresceu 2,8% em março de 2026, após ter recuado 4,0% no mês anterior; ao passo que o transporte de cargas apontou crescimento de 2,5%, no mesmo tipo de confronto.</p>
<p>No indicador acumulado do primeiro trimestre deste ano, o transporte de passageiros mostrou expansão de 2,3% frente a igual período de 2025, enquanto o de cargas avançou 1,4% no mesmo intervalo investigado.</p></div>
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		<title>Transporte de cargas mira Geração Z para reduzir falta de motoristas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/transporte-de-cargas-mira-geracao-z-para-reduzir-falta-de-motoristas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 19:36:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte Rodoviário]]></category>
		<category><![CDATA[Falta de motorista]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de cargas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta de profissionais no transporte rodoviário de cargas tem ampliado a preocupação das empresas do setor e colocado a Geração Z no centro das estratégias de renovação da mão de obra. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/transporte-de-cargas-mira-geracao-z-para-reduzir-falta-de-motoristas/">Transporte de cargas mira Geração Z para reduzir falta de motoristas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Renovação da mão de obra no transporte depende de tecnologia, capacitação e da quebra de alguns paradigmas por parte dos jovens</em></p>
<p>A falta de profissionais no transporte rodoviário de cargas tem ampliado a preocupação das empresas do setor e colocado a Geração Z no centro das estratégias de renovação da mão de obra. Em alusão ao mês do trabalho, a Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (FETCESP) defende que investimentos em tecnologia, qualificação profissional e comunicação mais eficiente sobre a atividade são fundamentais para atrair jovens para a carreira.</p>
<p>Levantamento “Perfil e Preferências dos Caminhoneiros”, divulgado em 2025 pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), mostra que a idade média dos motoristas profissionais no Brasil é de 45,3 anos. A maior parcela da categoria, equivalente a 32,6%, está concentrada entre 40 e 49 anos. Em contrapartida, apenas 9,5% dos profissionais têm menos de 30 anos, enquanto 12,9% possuem 60 anos ou mais, evidenciando a baixa renovação da força de trabalho no segmento.</p>
<p>O afastamento dos jovens da profissão também é refletido em pesquisa da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres (CNTTT). Entre os principais fatores apontados estão o preconceito contra a categoria, citado por 70% dos entrevistados, seguido pela baixa remuneração, com 58%, e pelas condições de trabalho consideradas desfavoráveis, mencionadas por 51%.</p>
<p>O cenário já afeta diretamente as operações das transportadoras. Segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística), 88% das empresas do setor enfrentam dificuldades para contratar motoristas e agregados. A consequência é o aumento da frota parada, limitações na expansão da capacidade logística e pressão sobre a produtividade das operações. A entidade aponta ainda que a falta de profissionais se tornou a segunda principal barreira para o crescimento do transporte rodoviário de cargas no país.</p>
<p>Uma nova visão<br />Para a FETCESP, a renovação da mão de obra exige mudanças estruturais e uma atualização da imagem do setor junto às novas gerações. A entidade destaca que muitos jovens ainda associam a atividade apenas ao modelo tradicional do caminhoneiro nas estradas, sem considerar a transformação tecnológica vivida pelo segmento nos últimos anos.</p>
<p>“O transporte rodoviário de cargas precisa mostrar de forma mais clara que oferece oportunidades de carreira, desenvolvimento profissional e acesso à tecnologia. Hoje, as empresas operam com processos profissionalizados, salários competitivos e benefícios estruturados, mas essa realidade ainda precisa chegar às novas gerações”, afirma Carlos Panzan, presidente da FETCESP.</p>
<p>A qualificação profissional também aparece como um dos pilares para enfrentar o déficit de mão de obra. O avanço da digitalização e da automação nas operações logísticas tem ampliado a demanda por profissionais preparados para operar sistemas de rastreamento, telemetria, gestão de frota e outras tecnologias embarcadas.</p>
<p>Nesse contexto, o SEST SENAT é apontado pela FETCESP como peça estratégica na formação e capacitação de novos profissionais para o setor. Além da qualificação técnica, a entidade atua em áreas ligadas à saúde, bem-estar e desenvolvimento humano dos trabalhadores do transporte. Segundo Carlos Panzan, que também preside o Conselho Regional do SEST SENAT, a modernização do transporte rodoviário pode aproximar a Geração Z da atividade.</p>
<p>“A nova geração valoriza conectividade, tecnologia e possibilidade de crescimento profissional. Hoje, caminhões contam com rastreamento em tempo real, telemetria, inteligência logística e gestão digital de frota. O desafio do setor é tornar essa transformação mais visível para os jovens”, afirma.</p>
<p>A FETCESP ressaltou que a renovação do transporte rodoviário de cargas passa não apenas pela formação técnica, mas também pela valorização da profissão e pela construção de uma comunicação mais próxima da realidade atual do segmento, cada vez mais tecnológico e integrado às novas soluções logísticas.</p></div>
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		<title>Frete rodoviário em 2026 enfrenta alta de custos e margens apertadas no transporte de cargas no Brasil</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/frete-rodoviario-em-2026-enfrenta-alta-de-custos-e-margens-apertadas-no-transporte-de-cargas-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 18:37:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte Rodoviário]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de cargas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transportadoras devem priorizar eficiência operacional e controle de custos, enquanto embarcadores precisam considerar não apenas o preço do frete, mas também previsibilidade, qualidade e continuidade do serviço.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Diesel caro, juros elevados e frota envelhecida pressionam transportadoras e acendem alerta em toda a cadeia logística nacional</em></p>
<p>O transporte rodoviário de cargas no Brasil iniciou 2026 sob forte pressão operacional e financeira. A combinação de aumento nos custos do diesel, juros ainda elevados, queda nas vendas de caminhões e volatilidade internacional nos combustíveis tem comprimido as margens das transportadoras e dificultado o repasse do frete ao mercado.</p>
<p>O cenário preocupa toda a cadeia produtiva — do agronegócio à indústria e ao varejo — que depende diretamente da eficiência logística para manter competitividade e previsibilidade de custos.</p>
<h5 class="wp-block-heading"><strong>Diesel representa até 35% do custo e pressiona estrutura do frete</strong></h5>
<p>O diesel segue como o principal componente do custo do transporte rodoviário, representando cerca de 35% da operação das transportadoras brasileiras, segundo a NTC &amp; Logística.</p>
<p>Essa dependência faz com que qualquer oscilação no preço do combustível tenha impacto imediato no valor do frete e na rentabilidade do setor.</p>
<p>Em março de 2026, o Índice de Frete Rodoviário da Edenred Repom apontou alta de 3,36%, com o valor médio atingindo R$ 7,99 por quilômetro rodado. No mesmo período, a ANTT atualizou o piso mínimo do frete, elevando o coeficiente de deslocamento de R$ 5,986/km para R$ 6,368/km, refletindo a pressão do diesel sobre a tabela oficial.</p>
<h5 class="wp-block-heading"><strong>Custos sobem mais rápido que capacidade de repasse</strong></h5>
<p>Para especialistas do setor, o principal desafio não é apenas o aumento dos custos, mas a dificuldade de repasse ao preço do frete em um ambiente econômico ainda instável.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“O transporte sente tudo muito rápido. Quando o diesel sobe, quando o crédito fica caro, quando o consumo desacelera, a transportadora sente antes de muita gente”, afirma Célio Martins, gerente de novos negócios do Transvias.</em></p>
</blockquote>
<p>Segundo ele, a defasagem entre custo e repasse tem corroído margens ao longo do tempo, aumentando o risco operacional das empresas.</p>
<h5 class="wp-block-heading"><strong>Cenário internacional adiciona volatilidade ao setor</strong></h5>
<p>Além dos fatores internos, o mercado de transporte também sofre com pressões externas. A crise energética global, impulsionada por tensões geopolíticas e pela alta do petróleo, que chegou perto de US$ 110 por barril, elevou a volatilidade dos combustíveis em diversos países.</p>
<p>Na América Latina, governos adotaram medidas de contenção de impactos. No Brasil, houve anúncios de apoio ao diesel, ao gás e ao setor aéreo, além de ajustes tributários sobre biodiesel e gás de cozinha, segundo informações do El País.</p>
<p>Apesar das medidas, o setor produtivo segue exposto às oscilações do mercado internacional.</p>
<h5 class="wp-block-heading"><strong>Queda na venda de caminhões revela retração de investimentos</strong></h5>
<p>A pressão de custos também já afeta a renovação da frota. Dados do setor indicam que as vendas de caminhões registraram queda superior a 15% no primeiro quadrimestre de 2026, segundo levantamento da Transporte Moderno.</p>
<p>Para especialistas, o movimento sinaliza adiamento de investimentos e maior envelhecimento da frota, o que aumenta custos de manutenção e reduz eficiência operacional.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“O caminhão é o ativo principal da transportadora. Com a queda nas vendas, o setor opera com frota mais antiga e menos capacidade de modernização”, destaca Martins.</em></p>
</blockquote>
<h5 class="wp-block-heading"><strong>Infraestrutura precária amplia custo logístico no Brasil</strong></h5>
<p>Outro fator estrutural que pressiona o frete é a qualidade das rodovias brasileiras. De acordo com a CNT, as más condições de infraestrutura geram maior consumo de combustível e aumento do custo operacional.</p>
<p>Em 2025, o impacto estimado foi de 1,2 bilhão de litros adicionais de diesel consumidos, refletindo diretamente no custo do transporte e na competitividade logística do país.</p>
<h5 class="wp-block-heading"><strong>Frete abaixo do custo gera risco para toda a cadeia</strong></h5>
<p>A pressão por redução de preços no frete pode gerar efeitos negativos em toda a cadeia logística. Segundo especialistas, valores artificialmente baixos comprometem transportadoras, reduzem qualidade de serviço e aumentam riscos de atraso e ruptura operacional.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Quando o frete fica artificialmente baixo, alguém paga essa conta. Pode ser a transportadora, o embarcador ou o consumidor final”, alerta Célio Martins.</em></p>
</blockquote>
<h5 class="wp-block-heading"><strong>Dados mostram mudança no comportamento logístico em 2026</strong></h5>
<p>Com base em sua plataforma de dados, o Transvias identificou aumento de 21,95% no volume total de consultas de frete em relação ao ano anterior, indicando maior busca por alternativas e otimização de custos logísticos.</p>
<p>O setor de E-commerce e Bens de Consumo lidera a demanda, com crescimento de 12%. Já a Construção Civil registrou queda de 8% nas consultas, refletindo desaceleração em cargas de maior volume.</p>
<p>Outro destaque é o crescimento de 18% na busca por carga fracionada e redespacho, sinalizando uma mudança no modelo logístico das empresas, que passam a evitar estoques elevados e priorizar entregas mais frequentes.</p>
<h5 class="wp-block-heading"><strong>Mercado mais seletivo exige eficiência e planejamento logístico</strong></h5>
<p>Para 2026, a tendência é de um ambiente mais seletivo no transporte rodoviário, com maior rigor na formação de preços e escolha de operações mais sustentáveis financeiramente.</p>
<p>Transportadoras devem priorizar eficiência operacional e controle de custos, enquanto embarcadores precisam considerar não apenas o preço do frete, mas também previsibilidade, qualidade e continuidade do serviço.</p>
<p><em>“O transporte rodoviário é um dos primeiros setores a sentir a economia real. Se ele está pressionado, toda a cadeia precisa prestar atenção”, conclui Martins.</em></p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Debatedores apontam problemas regulatórios e de infraestrutura no transporte de cargas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/debatedores-apontam-problemas-regulatorios-e-de-infraestrutura-no-transporte-de-cargas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:52:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de cargas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A insegurança jurídica provocada por interpretações conflitantes de novas legislações, como a lei de seguros de cargas e a do piso mínimo de frete. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/debatedores-apontam-problemas-regulatorios-e-de-infraestrutura-no-transporte-de-cargas/">Debatedores apontam problemas regulatórios e de infraestrutura no transporte de cargas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>25º Seminário Brasileiro do Transporte Rodoviário de Cargas foi realizado nesta quarta-feira (6) na Câmara dos Deputados</em></p>
<p>A insegurança jurídica provocada por interpretações conflitantes de novas legislações, como a lei de seguros de cargas e a do piso mínimo de frete, somada aos entraves na infraestrutura e à criminalidade logística, representa hoje o principal conjunto de desafios para o transporte de mercadorias no país.</p>
<p>O diagnóstico foi um dos pontos do debate realizado nesta quarta-feira (6), durante o 25º Seminário Brasileiro do Transporte Rodoviário de Cargas, promovido pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados.</p>
<p>O presidente da comissão, deputado Claudio Cajado (PP-BA), destacou que a eficiência do setor é estratégica para a economia nacional, visto que é a principal forma de escoamento da produção brasileira.</p>
<p>“O transporte rodoviário de cargas é um elo logístico, ao mesmo tempo em que é um vetor de competitividade”, afirmou o parlamentar. “Sua eficiência impacta diretamente o Custo Brasil, influi na formação de preços, afeta a produtividade das empresas e, em última instância, repercute no bem-estar da população.”</p>
<p>Segurança jurídica<br />O presidente do Sistema Transporte, que inclui a Confederação Nacional do Transporte (CNT), Vander Costa, pontuou que o setor enfrenta batalhas jurídicas importantes, como as que envolvem a tabela de fretes, que é questionada por violação da livre iniciativa e da concorrência.</p>
<p>“A tabela de frete é um tema que está no Supremo Tribunal Federal (STF) para ser votado. A melhor solução para nós, empresários do transporte, é que seja votado para a gente poder cumprir a legislação”, defendeu Costa.</p>
<p>No Congresso, também está em análise a Medida Provisória 1343/26, que vai na direção contrária ao questionamento de inconstitucionalidade da lei e pune contratantes que desrespeitem o piso do frete.</p>
<p>O consultor jurídico da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) Rodrigo Kaufmann classificou a MP como “sanção política”. “Não há interesse nenhum dos setores produtivos que dependem do transporte rodoviária de cargas de achatar o rendimento dos caminhoneiros”, declarou.</p>
<p>Kaufmann pediu diálogo para resolver o impasse.</p>
<p><strong>Criminalidade</strong><br />Por sua vez, o presidente da NTC&amp;Logística, Eduardo Rebuzzi, alertou para desafios na segurança pública e no mercado de trabalho, citando uma defasagem superior a 100 mil motoristas no setor. Ele disse que o roubo de cargas transcende a questão financeira.</p>
<p>“Não estou falando apenas de perdas financeiras, estou falando de vidas em risco, insegurança nas estradas e impactos diretos na economia nacional”, apontou Rebuzzi.</p>
<p><strong>Investimentos</strong><br />Em sua fala, o diretor de Programa do Ministério dos Transportes, Anderson Lessa, ressaltou que o governo federal vive um ciclo inédito de investimentos, buscando ampliar a capacidade da malha rodoviária tanto por obras públicas quanto por concessões.</p>
<p>Para ele, o sucesso das políticas públicas depende diretamente do consenso com quem opera o sistema. “Não existe definição de política pública sem esse diálogo. Como é que eu vou definir uma política pública se eu não dialogo, se eu não conheço a realidade?”, indagou.</p>
<p>Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/debatedores-apontam-problemas-regulatorios-e-de-infraestrutura-no-transporte-de-cargas/">Debatedores apontam problemas regulatórios e de infraestrutura no transporte de cargas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>De novas regras a custo tributário: Como a pressão aumentou sobre o transporte de cargas em 2026</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/de-novas-regras-a-custo-tributario-como-a-pressao-aumentou-sobre-o-transporte-de-cargas-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 19:11:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[novas regras]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de cargas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204646029</guid>

					<description><![CDATA[<p>No transporte rodoviário de cargas, uma operação pode travar antes mesmo de o caminhão sair do pátio. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/de-novas-regras-a-custo-tributario-como-a-pressao-aumentou-sobre-o-transporte-de-cargas-em-2026/">De novas regras a custo tributário: Como a pressão aumentou sobre o transporte de cargas em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Margens apertadas e exigências crescentes têm influenciado, cada vez mais, operação, conformidade e previsibilidade do modal predominante do país; tema será destaque no Transporte do Futuro</em></p>
<p>No transporte rodoviário de cargas, uma operação pode travar antes mesmo de o caminhão sair do pátio. Basta um documento inconsistente, um registro fora do padrão ou uma divergência entre o frete contratado e o valor exigido pela regulação.</p>
<p>Em 2026, esse risco ganhou escala. Com fiscalização mais intensa, maior integração entre sistemas e novas regras para o piso mínimo, o ambiente regulatório passou a interferir mais diretamente no fluxo da operação.</p>
<p>Nos últimos meses, o setor passou a conviver com o endurecimento da fiscalização do piso mínimo de frete, a ampliação do papel do CIOT, o avanço da digitalização de exigências como o Vale-Pedágio Obrigatório e a consolidação de novos modelos de controle. Ao mesmo tempo, a discussão regulatória ganhou força em um cenário de alta do diesel, pressão sobre custos e necessidade crescente de eficiência.</p>
<p>Na prática, esse ambiente regulatório começa antes mesmo de o caminhão sair. Ele aparece em uma cadeia de exigências documentais, registros obrigatórios e responsabilidades compartilhadas entre os agentes envolvidos na operação.</p>
<p>Hoje, três documentos fiscais são obrigatórios em praticamente toda viagem: Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) e Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e). Dependendo do perfil da operação, entram ainda instrumentos e exigências como o CIOT, o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC), o Vale-Pedágio Obrigatório e comprovações ligadas a seguros obrigatórios.</p>
<p>2026 MARCA MUDANÇA DE PATAMAR<br />Embora o transporte rodoviário de cargas já operasse há anos sob forte regulação, 2026 marcou uma mudança de escala no debate. Nos últimos meses, o tema ganhou força com a atualização da tabela do piso mínimo de frete pela ANTT, o reforço da fiscalização, a publicação da Medida Provisória nº 1.343/2026 e, na sequência, a regulamentação do novo modelo pelo Ministério dos Transportes e pela agência reguladora.</p>
<p>A MP nº 1.343/2026 trouxe novas regras para o cumprimento do piso mínimo do frete. Entre os principais pontos, ficaram a obrigatoriedade de registro de todas as operações via CIOT, a vinculação do CIOT ao MDF-e, a possibilidade de bloqueio da emissão quando houver descumprimento do piso e a fiscalização integrada entre ANTT e órgãos fiscais.</p>
<p>A mudança ganhou contornos mais concretos quando a ANTT publicou, em edição extra do Diário Oficial da União, as Resoluções nº 6.078/2026 e nº 6.077/2026, que regulamentaram a aplicação da MP e detalharam um novo modelo operacional para o cumprimento do piso mínimo do frete no transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>Entre os pontos centrais, o Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) passou a ser condição indispensável para a realização de qualquer operação. Pela regulamentação, operações que não atendam ao piso mínimo não têm o CIOT gerado, o que impede a formalização. Na prática, isso significa que o frete irregular deixa de avançar para a etapa operacional.</p>
<p>O endurecimento das regras não se limitou à ampliação da exigência documental. Ele também alcançou o regime sancionatório. A MP endureceu as penalidades para operações abaixo do piso mínimo. Entre as medidas previstas estão multas entre R$ 1 milhão e R$ 10 milhões por operação, suspensão do direito de contratar fretes, suspensão cautelar ou cancelamento do RNTRC e, em casos específicos, responsabilização de sócios e integrantes de grupos econômicos.</p>
<p>No caso das transportadoras, as penalidades podem incluir multas, suspensão e cancelamento do RNTRC por até dois anos. Já no caso de empresas contratantes, o texto aponta a possibilidade de proibição de contratar novos fretes.</p>
<p>AUTUAÇÕES MOSTRAM QUE O TEMA SAIU DO PAPEL<br />O novo peso do ambiente regulatório também aparece na escala da fiscalização. Em 2026, a ANTT aplicou mais de R$ 354 milhões em multas por descumprimento do piso mínimo do frete no transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>No mesmo período, mais de 90 mil autuações foram registradas. O volume representa alta de 33% em relação a todo o ano de 2025, quando cerca de 67 mil multas foram aplicadas. De acordo com a agência, o avanço no número de autuações está ligado ao uso mais intensivo da fiscalização eletrônica no setor.</p>
<p>Para efeito de comparação histórica, em 2018, primeiro ano da série, o valor total das multas aplicadas por esse tipo de infração foi de R$ 69 mil em todo o ano. Esses dados ajudam a mostrar que a discussão sobre ambiente regulatório não se resume a novas regras. Ela envolve uma mudança na forma como o poder regulatório se manifesta sobre a operação.</p>
<p>COMPLEXIDADE TRIBUTÁRIA AMPLIA BUROCRACIA LOGÍSTICA<br />A discussão sobre ambiente regulatório no transporte também se conecta a um problema mais amplo: o custo da complexidade tributária e burocrática no Brasil.</p>
<p>De acordo com o Observatório do Custo do Brasil, a complexidade do sistema tributário brasileiro impõe um alto custo para as empresas, impactando diretamente a competitividade e a produtividade do setor produtivo. Dados foram divulgados pela MundoLogística.</p>
<p>Com um sistema caracterizado por múltiplos tributos, regimes fiscais diversos e constantes mudanças na legislação, as companhias gastam cerca de R$ 300 bilhões ao ano apenas para cumprir obrigações fiscais — valor que representa aproximadamente 17,5% do chamado Custo Brasil.</p>
<p>Além dos custos diretos com o pagamento de tributos, as empresas precisam lidar com despesas relacionadas ao planejamento tributário, contratação de especialistas, manutenção de sistemas de gestão fiscal e conformidade regulatória. Esse cenário gera insegurança jurídica e leva a frequentes disputas judiciais, dificultando o ambiente de negócios no país.</p>
<p>Segundo dados do observatório, o Brasil ocupa a última posição no ranking global de complexidade tributária do estudo Doing Business, do Banco Mundial, com um tempo médio de 1.501 horas anuais dedicadas ao pagamento de tributos. Esse número é quase cinco vezes superior à média da América Latina (317,1 horas/ano) e dez vezes maior do que o tempo gasto em países da OCDE (158,8 horas/ano).</p>
<p>Um estudo conduzido pelo Movimento Brasil Competitivo, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, revelou que o Custo Brasil — conjunto de barreiras estruturais, burocráticas e econômicas que elevam os custos operacionais das empresas — alcançou R$ 1,7 trilhão em 2021.</p>
<p>O valor equivale a 19,5% do Produto Interno Bruto (PIB) e representa um desafio significativo para a competitividade das empresas brasileiras em relação aos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).</p>
<p>Uma das soluções apontadas pelo estudo para mitigar esses custos é a ampliação e diversificação da matriz logística do país. De acordo com os dados mais recentes do Observatório do Custo Brasil, atualizados em novembro de 2024, a redução dos custos na infraestrutura logística tem um potencial de impacto de R$ 224,76 bilhões.</p>
<p>Segundo estudos do Plano Nacional de Logística (PNL), uma redistribuição eficiente da carga entre os diferentes modais poderia reduzir o custo logístico de R$ 283 bilhões para R$ 59 bilhões, representando uma economia de 12,9% no custo por tonelada transportada.</p>
<p>Essa mudança não apenas reduziria os gargalos que impactam a produção e a exportação, mas também contribuiria para que o Brasil cumprisse suas metas ambientais, diminuindo a emissão de gases de efeito estufa.</p>
<p>REFORMA TRIBUTÁRIA ADICIONA CAMADA DE PRESSÃO<br />Se a complexidade atual já pesa, a Reforma Tributária adiciona uma nova camada de atenção ao transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>A transição já começou e o impacto no setor é direto. Com implementação gradual e cronograma previsto até 2033, as transportadoras passaram a ter de se preparar para operar, por anos, com dois sistemas de tributação simultaneamente. Na prática, isso significa conviver com um período prolongado de adaptação em um ambiente já marcado por alta carga administrativa e exigências de conformidade.</p>
<p>O novo modelo substitui a lógica atual, marcada por variações entre estados e regras distintas na emissão de documentos fiscais, por dois tributos principais: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), ambos com alcance nacional. A mudança altera procedimentos ligados à emissão de documentos fiscais, ao cálculo do frete e à geração de créditos tributários.</p>
<p>Para o transporte, o impacto tende a ser direto. A unificação elimina variações de ICMS entre estados e adota uma lógica de tributação no destino da carga, o que exige revisão de rotas, contratos e estratégias de precificação do frete.</p>
<p>De acordo com a KMM by nstech, o novo cenário traz regras mais amplas de crédito e novas alíquotas, o que amplia a necessidade de controle para o aproveitamento correto desses créditos e para o ajuste das margens. Na prática, a operação logística passa a ser observada de forma mais integrada, e o frete ganha peso mais claro na composição tributária.</p>
<p>Os custos também podem subir. Segundo estimativas citadas pela empresa, alíquotas em torno de 25% podem elevar despesas, especialmente em transportadoras que ainda não possuem controle rigoroso dos gastos. Embarcadores também podem sentir reflexos no preço de produtos, enquanto transportadores autônomos e microempreendedores individuais enquadrados no Simples Nacional podem enfrentar ajustes no regime.</p>
<p>O tema já aparece em simulações concretas. Conforme divulgado pela MundoLogística, o novo modelo pode elevar a carga tributária sobre empresas de serviços logísticos. Em alguns casos, como o da TruckPag, a tributação pode até triplicar com a adoção das novas alíquotas da CBS (9,3%) e do IBS (18,7%). O dado vem de um levantamento realizado pela empresa em parceria com a Rumo Brasil, consultoria voltada ao setor transportador.</p>
<p>COMO ESTAR ATUALIZADO?<br />Para preencher essa e outras lacunas estruturais do setor, a MundoLogística realizará o Transporte do Futuro, nos dias 17 e 18 de junho de 2026, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento reúne mais de 2 mil líderes do setor — donos de transportadoras, CEOs, gestores e diretores de grandes embarcadores — em torno de conteúdo técnico aplicado, geração de negócios e relacionamento com quem está, de fato, remodelando o transporte rodoviário de cargas no Brasil.</p>
<p>Temas como gestão de motoristas, compliance trabalhista, planejamento financeiro, controle de custos operacionais e o uso de tecnologia na tomada de decisões integram a programação, estruturada em trilhas temáticas por segmento — agro, varejo, indústria e e-commerce. Além dos palcos, o evento terá área de negócios, Matchmaking, mentorias e espaços exclusivos de relacionamento.</p></div>
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		<title>Transporte de cargas puxa crescimento do setor em fevereiro, revela IBGE</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/transporte-de-cargas-puxa-crescimento-do-setor-em-fevereiro-revela-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 19:12:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de cargas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número foi impulsionado pelo transporte rodoviário de cargas, que cresceu 0,9% no período. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Segundo o analista da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), Luiz Carlos de Almeida Junior, alta foi influenciada por atividades relacionadas a logística e armazenamento de cargas</em></p>
<p>Em meio à alta de 0,1% do volume de serviços no Brasil, o setor de transportes cresceu 0,6% em fevereiro de 2026 em relação a janeiro, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número foi impulsionado pelo transporte rodoviário de cargas, que cresceu 0,9% no período.</p>
<p>Em relação à série histórica, essa foi a maior alta registrada pelo transporte desde outubro de 2025, quando o setor avançou 0,8%. Na visão do analista da pesquisa, Luiz Carlos de Almeida Junior, o crescimento de fevereiro foi puxado por atividades relacionadas à logística e armazenamento de cargas.</p>
<p>“Os transportes crescem 0,6% na comparação contra o mês anterior puxados de forma positiva principalmente pelo transporte rodoviário de cargas, atividades relacionadas a logística e armazenamento de cargas e o transporte metroferroviário de passageiros”, destacou Junior.</p>
<p><strong>TRANSPORTE AÉREO EM FEVEREIRO</strong></p>
<p>Em publicação do Valor Econômico, o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, alertou que a queda de transporte aéreo de passageiros influenciou negativamente o setor. Nesse período, o preço de passagens aéreas cresceu 11,4%.</p>
<p>“Para fevereiro, houve movimento específico. De um lado, teve pressão positiva em transportes vinda de rodoviário e ferroviário de cargas. Mas teve influência negativa vinda do transporte aéreo de passageiros, por causa do aumento nas passagens”, destacou.</p>
<p><strong>CRESCIMENTO DO TRANSPORTE NO BRASIL</strong></p>
<p>O setor de transportes também cresceu em janeiro, porém com uma alta um pouco mais controlada de 0,4%. Nesse mesmo mês, o transporte de cargas registrou um crescimento de 0,1%</p>
<p>A nova edição do “Panorama Transportes”, publicada pelo Observatório Nacional de Transporte e Logística da Infra S.A., apontou que no primeiro mês do ano, o transporte rodoviário de cargas movimentou 7,6 milhões de toneladas, considerando soja, milho, farelo, combustíveis e derivados.</p></div>
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		<title>Comissão de Sustentabilidade do SETCESP leva propostas do transporte à Frente Parlamentar de ESG na ALESP</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/sustentabilidade/comissao-de-sustentabilidade-do-setcesp-leva-propostas-do-transporte-a-frente-parlamentar-de-esg-na-alesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 18:47:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de cargas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o encontro, Veneziani expôs as principais propostas do transporte rodoviário de cargas para o avanço da agenda ESG no estado. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Encontro aproxima o setor das discussões que podem se transformar em políticas públicas sustentáveis</em></p>
<p>No dia 25 de março, a Comissão de Sustentabilidade do SETCESP, representada por sua coordenadora, Fernanda Veneziani, participou de reunião com a Frente Parlamentar de ESG da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP), que contou também com a presença de representantes de diversos setores.</p>
<p>Durante o encontro, Veneziani expôs as principais propostas do transporte rodoviário de cargas para o avanço da agenda ESG no estado. As pautas prioritárias destacadas foram:</p>
<ul>
<li>a implementação de políticas públicas voltadas à gestão e destinação de resíduos;</li>
<li>a melhoria da infraestrutura e das condições de trabalho para mulheres nas estradas; e</li>
<li>incentivos à renovação de frota e ao uso de combustíveis alternativos, especialmente no que diz respeito à ampliação da infraestrutura de abastecimento.</li>
</ul>
<p>Alex Gama, secretário executivo da Frente Parlamentar de ESG, avaliou positivamente as propostas apresentadas. Segundo ele, o engajamento das empresas do setor em discussões estruturadas fortalece a construção de iniciativas que podem evoluir para projetos de lei na área.</p>
<p>Durante o encontro, Veneziani reforçou que a contribuição das transportadoras foi essencial para a consolidação das pautas apresentadas. “A participação ativa das empresas garante que as propostas reflitam, de fato, os desafios e necessidades do setor”, afirmou.</p>
<p>A coordenadora também destacou na ocasião as ações promovidas pela entidade. “Compartilhei a nossa premiação anual que reconhece empresas com melhores práticas e os nossos materiais como nosso e-book de ESG e cases disponíveis no YouTube, que exemplificam ações concretas do setor”, acrescentou.</p>
<p>A atuação da comissão reforça o papel do SETCESP como interlocutor junto ao poder público, levando ao debate legislativo temas alinhados à realidade operacional das empresas.</p>
<p>“Mantemos reuniões mensais, geralmente online, deixo o convite aberto aos executivos e profissionais do setor interessados em ESG, segurança e qualidade, para que participem contribuindo assim também para o avanço da agenda de sustentabilidade do estado de São Paulo”, compartilhou Veneziani.</p></div>
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		<item>
		<title>Sistema Transporte reforça integração com forças de segurança no combate ao roubo de cargas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/sistema-transporte-reforca-integracao-com-forcas-de-seguranca-no-combate-ao-roubo-de-cargas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:48:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte: Roubo de carga]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao roubo de cargas]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de cargas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os registros chegam a cerca de 27 casos por dia em determinados períodos analisados.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Participação na Redecarga reforça articulação com polícias estaduais diante de prejuízos bilionários causados pelo roubo de cargas</em></p>
<p>A CNT participou do II Encontro Técnico da Rede Nacional de Enfrentamento ao Roubo e Furto de Carga (Redecarga), realizado nos dias 25 e 26 de março, em São Luís (MA). O evento reuniu representantes da Polícia Civil dos 26 estados e do Distrito Federal com o objetivo de fortalecer a atuação integrada no enfrentamento a um dos crimes que mais impactam a logística e a economia brasileira.</p>
<p>Na ocasião, o gerente executivo de Governança e Gestão Estratégica do Sistema Transporte, João Guilherme Abrahão, ministrou palestra com o tema “Enfrentamento do furto e roubo de carga – integração público-privada”. Ele destacou a importância da cooperação institucional, do compartilhamento de dados e do uso de inteligência para antecipar riscos e desarticular organizações criminosas.</p>
<p>A Redecarga é uma iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública para promover uma articulação entre unidades especializadas das forças de segurança no combate ao roubo e ao furto de cargas. A participação do Sistema Transporte reforça o papel do setor produtivo na construção de soluções conjuntas com o poder público.</p>
<p>Em 2025, foram registrados 8.570 roubos de cargas no país, conforme levantamento da NTC&amp;Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística). Os episódios resultaram em um prejuízo de aproximadamente R$ 900 milhões. A cifra pode ultrapassar R$ 1 bilhão quando considerados os custos indiretos, como seguros, rastreamento e impactos operacionais.</p>
<p>Dados do Sinesp (Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública) indicam, ainda, que o país mantém uma média elevada de ocorrências. Os registros chegam a cerca de 27 casos por dia em determinados períodos analisados.</p>
<p><strong>Lei Antifacção</strong><br />A CNT tem mantido uma intensa atividade institucional na defesa de ações que fortaleçam a segurança nas estradas e combatam o roubo de cargas. Entre os avanços recentes, destaca-se a sanção do chamado PL Antifacção, rebatizado como Lei Raul Jungmann, em homenagem ao ex-ministro da Defesa, falecido em janeiro.</p>
<p>Uma das medidas presentes na nova lei é a suspensão, por até 180 dias, do CNPJ de empresas que facilitem ou ocultem a receptação de cargas roubadas. Em caso de reincidência, o estabelecimento poderá ser declarado inidôneo, com a inscrição considerada inapta, além de haver a interdição do administrador responsável por até cinco anos.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Como o conflito no Oriente Médio ameaça o transporte de cargas no Brasil</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/como-o-conflito-no-oriente-medio-ameaca-o-transporte-de-cargas-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 15:39:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de cargas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alta do diesel, rumores de greve e mudanças na tabela do piso mínimo do frete. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_8 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Com combustível acima de R$ 7, transportadoras brasileiras sofrem com redução de margens, aumento de custos e necessidade de reajustes nos fretes</em></p>
<p>Alta do diesel, rumores de greve e mudanças na tabela do piso mínimo do frete. Esses foram alguns dos efeitos sentidos pelo transporte rodoviário de cargas no Brasil desde a escalada das tensões no Oriente Médio. O setor é afetado principalmente pela alta no preço do combustível, que leva as empresas a repassarem esses custos no frete.</p>
<p>Negociado a US$ 100,61 nesta quarta-feira (1°), o preço do petróleo Brent chegou a US$ 118 no dia 19 de março após ataques recíprocos entre Israel e Irã a campos energéticos e refinarias. Na mesma data, o diesel bateu a marca de R$ 7,01, de acordo com o IPC.MLog. Desde então, o combustível registra uma alta constante e fechou o mês de março negociado a R$ 7,34, com uma alta de 30,2% nos últimos 31 dias.</p>
<p>Na ocasião, o especialista em Supply Chain da Peers Consulting + Technology, Marcelo Ikaro, apontou que, para cada 10% de aumento no preço do combustível, o custo do frete rodoviário sobe entre 3,5% e 4,8%.</p>
<p><strong>IMPACTO DA ALTA DO DIESEL NO TRANSPORTE</strong><br />De acordo com o diretor-presidente da Tigerlog, Marco Antonio Oliveira Neves, o cenário atual é considerado “crítico”. “O preço do petróleo já ultrapassou a casa dos US$ 100 e não se sabe até que ponto isso vai chegar”, destacou o executivo em entrevista exclusiva para a MundoLogística.</p>
<p>Para ele, há uma expectativa de que o custo do diesel continue aumentando em função desse contexto. Neves explicou que, em termos práticos, o valor é superior à média que o Brasil registrava antes da crise, com algumas localidades tendo um aumento de mais de 30% no valor do combustível.</p>
<p>A tensão no setor também é reforçada pela limitação na oferta de combustível. O executivo comentou ainda sobre boatos de retenção do diesel pelas distribuidoras para gerar uma alta no valor.</p>
<p>Nesse cenário, foram anunciadas medidas para conter os impactos da situação no transporte brasileiro. Após a Petrobras anunciar uma alta de R$ 0,38 no preço do diesel A vendido às distribuidoras, o Governo Federal suspendeu a cobrança dos impostos do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).</p>
<p>Além disso, informações apuradas pelo g1 revelaram que ao menos 20 estados brasileiros já sinalizaram apoio à proposta do Governo Federal que estabelece a subvenção para importadores de diesel. A proposta prevê a concessão de um subsídio de R$ 1,20 por litro até o fim de maio para os importadores de diesel. O proposto pelo Ministério da Fazenda planeja que o valor seja dividido igualmente entre União e estados.</p>
<p><strong>PERIGOSO DESEQUILÍBRIO</strong><br />Para o diretor de Operações Logísticas Charles Dias da Cunha, a alta do petróleo pressiona o diesel, mesmo com a Petrobras amortecendo parte do repasse. Dessa forma, o custo operacional sobe proporcionalmente a essas variações de preço, já que o combustível representa mais de 40% do custo das transportadoras.</p>
<p>De acordo com o executivo, ações do governo podem até ter um efeito de suavizar os aumentos no curto prazo, mas podem resultar na necessidade de ajustes futuros mais fortes. Isso porque, se a pressão sobre o preço do barril no mercado internacional permanecer, é arriscado para o Brasil tentar conter “artificialmente” os valores praticados pela Petrobras ou recorrer à isenção de impostos. Para ele, as medidas funcionam como alívio, não solução.</p>
<p>Na visão de Cunha, o problema das transportadoras não fica apenas no aumento do diesel. A volatilidade dos preços foi observada como ainda mais prejudicial, dificultando o planejamento, travando decisões operacionais e complicando negociações comerciais.</p>
<p>O executivo salientou que isso tem gerado para o setor um aumento da necessidade de mais capital de giro, pressão dos parceiros para reajustes quase que semanais e redução das nossas margens.</p>
<p>“As margens das transportadoras ficam comprimidas. O frete entra em pressão, mas não reage na mesma velocidade, pois a dinâmica junto aos clientes na negociação não acompanha a volatilidade dos preços”, explicou. Cunha alertou que há um “perigoso desequilíbrio no curto prazo.”</p>
<p>“No dia a dia lá na ponta da operação, o que temos percebido é a necessidade de revisão diária de custos por rota, aumento na prática de controle de consumo de combustível por veículo, desestímulo a viagens com baixa rentabilidade e evidentemente o foco em cargas com melhores margens”, ressaltou.</p>
<p><strong>RESPOSTA DAS TRANSPORTADORAS</strong> <br />As empresas já têm reagido a essas circunstâncias, repassando parte dos custos para os clientes. De acordo com a CBN, as transportadoras de Minas Gerais já repassam uma alta de até 10% do valor do frete.</p>
<p>Essa mesma publicação destacou que entidades que representam as transportadoras em outros estados, como Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, também já recomendam a elevação do custo do frete entre 8,5% e 10%.</p>
<p>Na avaliação do CEO da Patrus Transportes, Marcelo Patrus, o repasse é inevitável. “A única solução que resta ao transportador é repassar o custo, infelizmente. Ninguém gosta de aumento de custos, mas as transportadoras de carga fracionada estão muito impactadas com o aumento de 20 até 40% no preço do óleo o diesel nos últimos 30 dias”, explicou.</p>
<p>Diante desse cenário, o especialista também reforçou a importância da tabela de piso mínimo de frete, regulamentada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). “A tabela de frete mínimo tem que continuar com o gatilho acima de 5%. É justo que toda vez que o diesel subir mais que 5%, a tabela seja reajustada”, destacou.</p>
<p>O diretor de Operações Logísticas Charles Dias da Cunha ainda trouxe algumas sugestões para as transportadoras nesse momento. Ele destacou que as empresas devem prestar atenção na austeridade na gestão dos custos e no maior controle do consumo de combustível, além de evitar a famosa rodagem vazia e otimizar ao máximo as cargas.</p>
<p>Nesse sentido, ele ainda ressaltou a importância da tecnologia. “A utilização da tecnologia, mais do que nunca, se torna primordial, com telemetrias para aferição de consumo de combustível e roteirizações inteligentes com uso de Inteligência Artificial”, acrescentou.</p>
<p>Na visão de Cunha, o atual momento leva as empresas a não mais apenas reagir ao preço do diesel, mas operar bem em um ambiente de incerteza permanente. “Pois a única certeza que temos é que amanhã aparecerá outro desafio”, complementou.</p></div>
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		<title>São Paulo registra 3.470 roubos de carga em 2025, transporte redobra atenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 20:27:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte: Roubo de carga]]></category>
		<category><![CDATA[Roubos de carga]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de cargas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2025, o Brasil registrou 8.570 ocorrências, o que representa uma redução de 16,7% em relação ao ano anterior.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O estado de São Paulo segue entre os principais pontos de atenção no roubo de cargas no Brasil, em um cenário que continua desafiador para o Transporte Rodoviário de Cargas. De acordo com o levantamento anual da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística), o Rio de Janeiro lidera o ranking nacional de ocorrências, seguido por São Paulo, que mantém elevada concentração de registros.</p>
<p>Em 2025, o Brasil registrou 8.570 ocorrências, o que representa uma redução de 16,7% em relação ao ano anterior. Apesar da queda, o impacto econômico permanece elevado, com prejuízos diretos estimados em cerca de R$ 900 milhões, podendo ultrapassar R$ 1 bilhão ao considerar os efeitos indiretos.</p>
<p>No recorte estadual, os dados reforçam a relevância de São Paulo. Foram 3.470 ocorrências registradas no estado em 2025, número que evidencia a forte incidência do crime em regiões com grande densidade logística e intensa circulação de mercadorias, ao lado do Rio de Janeiro, que lidera com 3.777 registros.</p>
<p>A região Sudeste concentra a maior parte dos casos no país, refletindo um ambiente operacional mais exposto e complexo, onde a logística se encontra diretamente com áreas urbanas densas e corredores estratégicos de distribuição.</p>
<p>O levantamento também evidencia que o roubo de cargas está cada vez mais associado à atuação de grupos organizados, que operam com planejamento e foco em mercadorias de alta liquidez, como alimentos, combustíveis, medicamentos e eletroeletrônicos.</p>
<p>Outro ponto de atenção é o padrão das ocorrências, que se concentram principalmente em áreas urbanas e periurbanas, com abordagens durante o trajeto ou no momento das entregas, exigindo das empresas investimentos contínuos em tecnologia, inteligência e gestão de risco.</p>
<p>Para o presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (FETCESP), Carlos Panzan, os dados reforçam que, embora haja evolução nos indicadores, o cenário ainda exige atenção permanente.</p>
<p>“Os dados mostram uma redução relevante, mas ainda estamos diante de um volume expressivo de ocorrências. São Paulo, com a quantidade de registros de ocorrências, segue como um dos principais pontos de atenção do país, reflexo da sua relevância logística e da alta circulação de mercadorias. O roubo de cargas hoje está diretamente ligado a estruturas organizadas, que atuam com planejamento e foco em produtos de rápida comercialização, o que exige resposta contínua e integrada.”</p>
<p>Panzan reforça que a atuação conjunta segue como fator essencial para avançar no enfrentamento ao problema. “A FETCESP seguirá acompanhando esse cenário de forma próxima, em alinhamento com a NTC&amp;Logística e demais entidades do setor produtivo, contribuindo com informações, diálogo e iniciativas que fortaleçam a segurança no Transporte Rodoviário de Cargas.”</p>
<p>O levantamento da NTC&amp;Logística reforça que o roubo de cargas segue como um dos principais desafios do setor no Brasil, impactando diretamente os custos operacionais, a eficiência logística e a competitividade, além de gerar reflexos em toda a cadeia de abastecimento.</p></div>
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