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	<title>Arquivos tabela de frete &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos tabela de frete &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Multa virou &#8216;custo operacional&#8217; e ANTT terá punição progressiva para quem descumprir tabela do frete, diz ministro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/multa-virou-custo-operacional-e-antt-tera-punicao-progressiva-para-quem-descumprir-tabela-do-frete-diz-ministro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 18:33:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frete]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ANTT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A MP publicada ontem prevê multas de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões por descumprimento da regra.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>MP que permite suspender e até cassar registro de transportadores que descumpram valores mínimos, mira em coibir práticas irregulares por grandes empresas, diz Renan Filho</em></p>
<p>Um dia após o Ministério dos Transportes anunciar uma medida provisória (MP) para ampliar os poderes da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e permitir a suspensão e até a cassação do registro de transportadores e embarcadores que descumpram a tabela mínima do frete, o ministro Renan Filho afirma que a nova ofensiva do governo busca dar “capacidade dissuasória” à fiscalização do órgão regulador.</p>
<p>Combustíveis: ANP intensifica monitoramento e aciona Petrobras para evitar risco de desabastecimento<br />Combustíveis: Governo dá 48 horas para sete distribuidoras explicarem reajustes<br />O argumento dele é que, para grandes empresas, a multa isolada se tornou apenas “custo operacional” do negócio. Pela modelagem definida, a agência deverá adotar punições progressivas, começando com sanções de menor impacto e avançando, em caso de reincidência e comprovação de dolo, até a perda do registro para operar no transporte de cargas e a responsabilização dos sócios.</p>
<p>A MP publicada ontem prevê multas de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões por descumprimento da regra.</p>
<p>Subvenção: Governo dá tratamento diferente a diesel nacional e importado em medida que reduziu preço do produto<br />O ministro também disse que a regulamentação deverá considerar como reincidência a identificação de ao menos três fretes abaixo do piso, de forma que a partir do quarto registro a empresa já poderá ser enquadrada em patamar mais grave de sanção.</p>
<p>Segundo ele, a combinação entre medidas para conter a alta do diesel, o reforço na fiscalização e o endurecimento das punições contra empresas reincidentes no descumprimento da tabela do frete ajudará a diminuir a tensão com os caminhoneiros.</p>
<p>As medidas anunciadas para combater o descumprimento da regra do frete são suficientes para reduzir a tensão com caminhoneiros?</p>
<p>Distensionou muito (a relação). Agora, o preço do petróleo é um complicador externo. Num ambiente de guerra, o preço do petróleo sobe, e isso afeta o mundo inteiro, vai afetar o Brasil também. Acho que não vale a pena para o caminhoneiro fazer greve.</p>
<p>Imposto de de Renda 2026: Receita Federal libera download do programa para declaração; veja como baixar<br />Não sinto que há um movimento espontâneo, mas sim que há gente com interesses difusos, e uma parcela desses interesses também políticos, que estimulam (paralisações).</p>
<p>Quais são hoje as principais demandas dos caminhoneiros?</p>
<p>Uma é a questão do descanso. O ponto de parada é importante, e nós estamos construindo, mas o que eles questionam é a forma como a regra de descanso foi definida pelo Supremo Tribunal Federal, obrigando a parada a cada 11 horas. Na prática, isso cria situações em que o caminhoneiro está perto de casa e é obrigado a dormir na estrada. Vamos buscar um acordo quanto a essa regra.</p>
<p>A outra grande demanda deles é o cumprimento da tabela do frete, que grandes companhias não querem pagar.</p>
<p>Entre as grandes empresas da lista divulgada pelo ministério, várias alegam que há uma parte fixa e outra variável no frete. Isso não foi considerado?</p>
<p>Não tem nada a ver. Não estamos tratando de preço médio. Se existe um piso mínimo, você não pode receber, em cada viagem, um valor individual abaixo do piso mínimo da categoria por quilômetro rodado. Há uma tentativa de criar argumentos para escamotear o preço mínimo do frete, mas o preço, na verdade, é quanto pagou pela viagem realizada, é quanto o caminhoneiro recebe por quilômetro rodado.</p>
<p>Duas parcelas: Governo antecipa 13º a aposentados e pensionistas do INSS<br />O senhor anunciou que empresas mais autuadas serão divulgadas de forma permanente. Isso não deve gerar judicialização?</p>
<p>Judicialização é um caminho do Estado Democrático de Direito, mas acho muito difícil derrubar a tabela do preço mínimo do frete, porque é mais ou menos como derrubar o salário mínimo. O objetivo é não permitir que o capital achate o lado mais fraco. E quem não paga o frete (mínimo) são as grandes corporações.</p>
<p>Entidades alertam para níveis altos de informalidade no setor, o que prejudicaria a fiscalização. Como resolver?</p>
<p>Não, a informalidade é baixa, e o Fisco é muito sofisticado no Brasil. O sujeito raramente entrega a carga sem nota fiscal, porque quem compra não tem coragem de comprar sem nota. O dono do caminhão às vezes até gostaria de fazer um frete sem nota se fosse bem pertinho, na mesma cidade, mas é exceção.</p>
<p>Capital: Bolsa brasileira tem maior alta do mundo em dólar no ano; Argentina fica na lanterna<br />As grandes empresas sabem que, do volume total do que a gente produz de mercadoria, de entrega, a informalidade é irrisória. É o sujeito que planta abacaxi na sua própria propriedade e vende ali na feira. Esse não é o nosso problema. Estamos atacando principalmente grandes corporações que não cumprem a tabela do frete.</p>
<p>O que muda com a MP?</p>
<p>Vai ampliar a efetividade do arcabouço regulatório. Apenas a multa (aplicada pela ANTT) não adiantava. Em alguns segmentos, ela vira custo operacional. O cara paga e continua não cumprindo porque talvez seja mais vantajoso do que cumprir. A medida provisória traz proporcionalidade. Inicia-se com medidas de menor impacto, verifica-se se a empresa é reincidente e, em caso de reincidência, verifica-se o dolo.</p>
<p>Havendo dolo, reincidência e prática recorrente, ela pode até ter o seu registro para transportar cassado, inclusive com responsabilização dos próprios sócios da companhia.</p>
<p>A MP não fala em prazos para que isso aconteça. Como será a regulamentação?</p>
<p>A MP dá sete dias para a ANTT regulamentar, mas a agência vai regulamentar já amanhã (hoje). Para que a empresa seja autuada já com nível de reincidência (no descumprimento da tabela), serão considerados três fretes. A partir do quarto frete (abaixo do preço mínimo), a empresa será considerada reincidente. A ANTT vai determinar o que acontecerá com quem reincidir e apresentar dolo, qual vai ser o caminho e como será a fiscalização.</p>
<p>A MP passa com facilidade no Congresso?</p>
<p>Tem quatro meses ainda para conversar sobre a validade da medida provisória. Não acredito que o Congresso seja contra o piso mínimo do frete. Se fosse, já teria mudado a legislação. Acho que vai ser o contrário. É muito difícil e muito constrangedor para setores (transportadoras) defenderem contra pagar o preço mínimo do frete.</p>
<p>A ANTT reajustou a tabela. Esses preços precisam ser atualizados com mais frequência?</p>
<p>Sim. Ela é atualizada com base em custos. Se o preço do petróleo dobra, o diesel aumenta. Como o diesel é o principal custo do transporte, o preço mínimo do frete tem que aumentar. Inclusive, em uma reunião de ontem, eles (caminhoneiros) pediram que esse comportamento seja mais dinâmico. Não pode ser uma tabela todo dia, mas também não pode ser apenas uma por ano.</p>
<p>Com essa flutuação tão drástica do preço do petróleo, a ANTT vai fazer uma atualização mais dinâmica do que é hoje, mais próxima da realidade do momento.</p>
<p>Agentes do mercado têm chamado as medidas do governo de “populistas”, sobretudo a fiscalização dos preços do diesel nas bombas. Elas têm caráter eleitoral?</p>
<p>Se o governo retirou o tributo, obrigatoriamente o mercado tem que repassar a redução do tributo. Senão, ele privatiza o tributo. A única coisa que ele não pode fazer é querer ficar com um tributo que era público e agora virar margem de lucro. Aí é a mesma coisa do frete: o cara não paga a tabela, e o preço abaixo vira margem para ele. Com relação à questão fiscal, faz sentido discutir.</p>
<p>Mas o esforço do país não é demagógico, não é populista. O diesel é um custo representativo para a economia inteira e inflacionário. O governo tem duas alternativas: ou age e tem um custo fiscal, ou deixa o aumento do petróleo impactar no custo de tudo e reduzir o poder de compra das pessoas.</p>
<p>O governo detectou algum risco de escassez de diesel?</p>
<p>Esse tema é afeito ao Ministério de Minas e Energia.</p></div>
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		<title>Aprenda a ‘Como formar frete para carga fracionada no TRC’. Curso gratuito para associados!</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/aprenda-a-como-formar-frete-para-carga-fracionada-no-trc-curso-gratuito-para-associados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 19:07:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento]]></category>
		<category><![CDATA[curso gratuito para associados!]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O participante aprenderá de que forma elaborar tabelas de frete para carga fracionada com base nos custos e garantindo sua lucratividade.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O SETCESP está oferecendo um curso gratuito que ensinará a ‘Como formar frete para carga fracionada no TRC’. O participante aprenderá de que forma elaborar tabelas de frete para carga fracionada com base nos custos, garantindo sua lucratividade.</p>
<p>A capacitação acontece no dia 13 de março, das 08h30 às 12h30, em formato totalmente online. O treinamento é voltado para profissionais das áreas comercial, operacional, controladoria, pricing e projetos.</p>
<p>As vagas são limitadas (30 alunos por turma, sendo uma inscrição por CNPJ) e a <strong>participação é gratuita para empresas associadas ao SETCESP</strong>.</p>
<p data-start="810" data-end="1006"><span class="x19la9d6 x1fc57z9 x6ikm8r x10wlt62 x19co3pv x11tp94h xfibh0p xiy17q3 x1xsqp64 x1lkfr7t xexx8yu xyri2b x18d9i69 x1c1uobl"><span class="xrtxmta x1bhl96m">️ </span></span><strong data-start="813" data-end="822">Data:</strong> 13/03/2026<br data-start="833" data-end="836" />⏰ <strong data-start="838" data-end="850">Horário:</strong> das 08h30 às 12h30<br data-start="865" data-end="868" />️ <strong data-start="871" data-end="883">Formato:</strong> Online<br data-start="890" data-end="893" /><strong data-start="896" data-end="913">Público-alvo:</strong> para profissionais das áreas comercial, operacional, controladoria, pricing e projetos.</p>
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		<item>
		<title>Preço do frete cai 3,61% em outubro, terceira queda consecutiva, mostra índice</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/preco-do-frete-cai-361-em-outubro-terceira-queda-consecutiva-mostra-indice/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 13:48:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Piso Mínimo do TRC]]></category>
		<category><![CDATA[ANTT]]></category>
		<category><![CDATA[piso mínimo de frete]]></category>
		<category><![CDATA[tabela de frete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No início de outubro, a ANTT divulgou nova tabela de fretes rodoviários, que teve reduções de 2,89% a 3,68%</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O preço do frete caiu em outubro pelo terceiro mês consecutivo, com o Índice de Frete Repom (IFR) registrando média de R$ 7,20, uma queda de 3,61% em relação a setembro.</p>
<p>No início de outubro, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) divulgou a nova tabela de preços mínimos dos fretes rodoviários, que passou a contar com reduções de 2,89% a 3,68%, a depender do tipo de tabela de transporte.</p>
<p>A queda acompanha a redução de 5,80% para o litro do diesel vendido nas refinarias da Petrobras, que passou a valer a partir de 20 de setembro. A correção na tabela de frete segue a definição da Lei 14.445/2022, que determina que o reajuste ocorra sempre que o valor do diesel oscilar mais de 5% para menos ou para mais.</p>
<aside class="read__too">
<div class="read__title">
<p>“Em outubro, o preço médio do litro do diesel registrou redução de pouco mais de 2% em relação a setembro, e fechou o mês a R$ 6,97 o comum, e a R$ 7,06 o S-10, de acordo como Índice de Preços Ticket Log (IPTL). Porém, no comparativo com outubro de 2021, em que o preço médio do frete estava custando em média R$ 4,91, o aumento no valor chegou a 47% em um ano”, disse Vinicios Fernandes, diretor da Repom, marca da Edenred Brasil e especializada em soluções tecnológicas de gestão e pagamento de despesas para o mercado de transporte rodoviário de carga.</p>
<p>O IFR é um índice do preço médio do frete e sua composição, levantado com base nas oito milhões de transações anuais de frete e vale-pedágio administradas pela Repom, empresa do segmento de pagamento de frete e vale-pedágio, com mais de 1 milhão de caminhoneiros atendidos em todo o Brasil.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Promulgada lei que facilita reajustes da tabela do frete rodoviário de cargas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/promulgada-lei-que-facilita-reajustes-da-tabela-do-frete-rodoviario-de-cargas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2022 14:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Piso Mínimo do TRC]]></category>
		<category><![CDATA[ANTT]]></category>
		<category><![CDATA[tabela de frete]]></category>
		<category><![CDATA[tabela do frete rodoviário de carga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aumentos serão permitidos quando o preço do diesel no mercado nacional variar mais de 5%</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Aumentos serão permitidos quando o preço do diesel no mercado nacional variar mais de 5%</em></p>
<p>O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), promulgou a Lei 14.445/22, que reduz o percentual de gatilho e permite acelerar o reajuste do preço do frete rodoviário de cargas. A norma foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (5).</p>
<p>A lei é resultante da Medida Provisória 1117/22, aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal no fim de agosto. Na Câmara, o texto foi relatado pelo deputado Cezinha de Madureira (PSD-SP).</p>
<p>Com a nova lei, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) pode atualizar os valores mínimos do frete rodoviário de cargas sempre que houver oscilação superior a 5% no preço do óleo diesel no mercado nacional, para mais ou para menos. Antes da medida, o reajuste da tabela do frete ocorria apenas quando houvesse elevação de 10%, ou a cada seis meses.</p>
<p>O último reajuste da tabela dos pisos mínimos de frete ocorreu em julho, com um aumento médio de 0,87% a 1,96%, de acordo com o tipo de operação. A Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM-TRC) foi criada pelo governo federal em resposta à manifestação dos caminhoneiros, em maio de 2018.</p>
<p>Os pisos se referem ao quilômetro rodado, por eixo carregado, consideradas as distâncias e as especificidades das cargas.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>ANTT altera valores da tabela de pisos mínimos de frete</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/antt-altera-valores-da-tabela-de-pisos-minimos-de-frete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 14:50:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANTT]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[piso mínimo de frete]]></category>
		<category><![CDATA[tabela de frete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como parâmetro, a ANTT utilizou o valor do óleo diesel S10 e do IPCA</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/antt-altera-valores-da-tabela-de-pisos-minimos-de-frete/">ANTT altera valores da tabela de pisos mínimos de frete</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_4 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="font-weight: 400;">A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou, nesta quarta-feira (14/7), a Resolução nº 5.949/2021, referente ao reajuste da tabela de pisos mínimos de frete do transporte rodoviário de cargas. Foram considerados o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado no período de 4,61% (dezembro/2020 a maio/2021), a atualização do valor do óleo diesel S10 para 4,568 (semana 13/06/21 a 18/06/21, pesquisa ANP) por litro nas tabelas constantes dos anexos da Resolução ANTT nº 5.867/2020 e a alteração das tabelas vinculadas com os coeﬁcientes de pisos mínimos referentes ao quilômetro rodado na realização de fretes, por eixo carregado.</p>
<p style="font-weight: 400;">A medida é prevista no § 2º do art. 5º da Lei 13.703/2018: &#8220;Na hipótese de a norma a que se refere o caput deste artigo não ser publicada nos prazos estabelecidos no § 1º, os valores anteriores permanecerão válidos, atualizados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ou por outro que o substitua, no período acumulado&#8221;.</p>
<p dir="ltr">O reajuste entra em vigor em 20 de julho de 2021.</p>
<p dir="ltr"><a class="external-link" title="" href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-n-5.949-de-13-de-julho-de-2021-331886614" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Clique aqui</a> para ter acesso aos novos coeficientes de pisos mínimos frete.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/antt-altera-valores-da-tabela-de-pisos-minimos-de-frete/">ANTT altera valores da tabela de pisos mínimos de frete</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>ANTT publica nova tabela de frete</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/antt-publica-nova-tabela-de-frete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2021 16:37:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANTT]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Piso Mínimo do TRC]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<category><![CDATA[tabela de frete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Houve atualização dos valores dos coeficientes de deslocamento e sem variação nos coeficientes de carga e descarga, o que gerou uma alta nos fretes de 4,08% na média geral</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_5 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;">*<em>Por Fernando Zingler</em></p>
<p>Em revisão a regulação da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) publicou nova tabela através da Portaria n° 90, em 03 de março de 2021, aplicando os devidos instrumentos previstos no §3º do art. 5º da Lei nº 13.703, de 8 de agosto de 2018, referente ao aumento do preço do óleo diesel acima do gatilho de 10%.</p>
<p>Neste sentido, houve a atualização dos valores dos coeficientes de deslocamento (CCD, que é baseado no quilometro rodado) e sem variação nos coeficientes de carga e descarga (CC), o que gerou uma alta nos fretes de 4,08% na média geral, considerando todas as tabelas e produtos.</p>
<p>Em números absolutos, para todas as categorias e tabelas, passamos de R$ 3,42 para R$ 3,69 por quilômetro rodado, um aumento de 8,01%, refletindo o aumento do diesel no período entre as duas tabelas. O preço praticado pro diesel no piso mínimo de janeiro era de R$ 3,66/litro, passado a vigorar o valor de R$ 4,25/litro na nova portaria, o que representa um aumento de 16,12% no preço do combustível. Não houve aumento nos coeficientes de carga e descarga, permanecendo os mesmos valores praticados pela tabela anterior. Veja o aumento em cada uma das categorias e em cada tabela abaixo:</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_0">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img fetchpriority="high" decoding="async" width="678" height="241" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2021/03/image-2.png" alt="" title="" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2021/03/image-2.png 678w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2021/03/image-2-480x171.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 678px, 100vw" class="wp-image-204583791" /></span>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>De maneira amplificada quem sofreu o maior impacto foi o transporte de carga frigorificada, com 7,92% de aumento no CCD (coeficientes de deslocamento) da Tabela A, ou seja, nas operações em que haja a contratação do conjunto veicular para transporte de carga lotação, e aumento de 9,74% no CCD (coeficientes de deslocamento) da Tabela D, nas operações que haja contratação apenas do veículo automotor de cargas de alto desempenho.</p>
<p>Em contrapartida, as operações de carga granel perigosa (sólida e líquida), sofreram a menor alteração em relação as demais categorias, o que resultou em um aumento médio de 6,30% no CCD da Tabela A (carga lotação).</p>
<p>Caso você, transportador, siga rigorosamente a tabela do piso mínimo, pode aplicar os novos valores encontrados na <a href="https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=03/03/2021&amp;jornal=515&amp;pagina=28&amp;totalArquivos=120" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portaria 90, disponível aqui.</a> Caso possua sua própria tabela de frete, em concordância com os valores estabelecidos pela legislação, consulte o Boletim Econômico nº03 do IPTC referente ao aumento do Diesel, disponível no nosso site: <a href="http://iptcsp.com.br/2021/03/02/boletim-tecnico-e-economico-n03/">http://iptcsp.com.br/2021/03/02/boletim-tecnico-e-economico-n03/</a> .</p>
<p>O IPTC também disponibiliza uma calculadora para o piso mínimo em seu site, já atualizada para os novos valores conforme a Portaria 90/2021. Para acessá-la, <a href="http://iptcsp.com.br/calculadora-do-piso-minimo-de-frete/">clique aqui</a>.</p>
<p>Lembrando que, todas as alterações já estão em vigor a partir da data de publicação da mesma em Diário Oficial.</p>
<p>*<em>Diretor  Executivo do IPTC</em></p></div>
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		<title>Fux define em fevereiro nova data para discutir tabela de frete</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/fux-define-em-fevereiro-nova-data-para-discutir-tabela-de-frete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 14:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Piso Mínimo do TRC]]></category>
		<category><![CDATA[luiz fux]]></category>
		<category><![CDATA[Poder Judiciário]]></category>
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		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal]]></category>
		<category><![CDATA[tabela de frete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), logo após o recesso do Poder Judiciário, uma nova audiência de conciliação sobre o tabelamento do frete rodoviário será marcada</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/fux-define-em-fevereiro-nova-data-para-discutir-tabela-de-frete/">Fux define em fevereiro nova data para discutir tabela de frete</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Uma nova data para discutir a tabela de fretes mínimos deve ser decidida no próximo mês. De acordo com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, logo após o recesso do Poder Judiciário, uma nova audiência de conciliação sobre o tabelamento do frete rodoviário será marcada.</p>
<p>O encontro teria ocorrido em 27 de abril do ano passado. Entretanto, o ministro decidiu adiá-lo por tempo indeterminado, em razão da pandemia. Assim, agora, com a ameaça de uma nova greve dos caminhoneiros para fevereiro, o tema deve voltar à pauta, ainda que a audiência ocorra por videoconferência.</p>
<p>A última tentativa de acordo foi em 10 de março, quando o governo federal e entidades representativas dos caminhoneiros “por muito pouco” não chegaram a uma negociação, segundo o próprio Fux informou, na ocasião.</p>
<p>Naquela reunião, a sugestão de solução para o impasse – que já se estende há quase três anos – foi a fixação de um valor médio para o frete a ser aplicado por um tempo determinado, para depois se tornar um valor de referência. “O próprio mercado se regularia. Eu fiz questão de indagar se eles preferiam que o feito fosse imediatamente pautado. No entanto, eles preferiram uma nova rodada de negociações”, afirmou Fux, à época. Ele é o relator das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADI) que tramitam no STF contra o tabelamento.</p></div>
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		<title>Consulta Pública do Frete Mínimo</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/consulta-publica-do-frete-minimo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2020 11:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diretorias de Especialidades]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Piso Mínimo do TRC]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[consulta pública do frete mínimo]]></category>
		<category><![CDATA[tabela de frete]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de cargas]]></category>
		<category><![CDATA[TRC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O TRC  tem até a próxima terça-feira, dia 16/06, para enviar as contribuições da Consulta Pública nº 01/2020</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/consulta-publica-do-frete-minimo/">Consulta Pública do Frete Mínimo</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_9 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O TRC  tem até <strong>a próxima terça-feira, dia 16/06</strong>, para enviar as contribuições da <a href="http://t.email.portalntc.org.br/ls/click?upn=z-2BhzRxWdk5v4-2FGjSrhULsc0ivs2JXYm2yh0Q9voWuMqax1gIfMIOPL-2F0NydXpnQnCef3jZGJMd8ssrdD1UguTn-2FZlZi-2FZZC0mTclRWy-2B2IUr9pSfI6RtdkCCOZVB7AD80B66mXdonjnL-2BTF0UqwXEvWCp-2BrVXLavZ-2FCIv7TGReg3u-2B6svh9MMjA95Y300oV-2BdehT8sy4QZ2g6hUipBh7ZA0lc1y1UhEypjMTmvXuGLM-3DFDnu_nq3NhhHYadjAAS8buAENc75xpU-2BnubjjrRFGWc9i-2Ba1VO1DyiJime-2F9j5PLcKeMbG1kFLQ5hi1cx56AdqTHUXtZ1hCYL7bwdhkMQxbeK5Y5ifLcYs6Oci5w8orIy2DaVHSlyH5YTql9fRupwYdLdDm19H8x27U2Wtg3fzdI-2FmMyFctqnSDmQTuF80T4qsVGmzBgl4PjH8ZAVhvUdtgWf7MLgZ-2FYMSkB2wwKsGlnxNBEiuea6cbTxZ7PfT4DpflrdCmV8PeSkT5l1EkpiL6IqrDxN9-2FnswJQpiDxWFyQ1Sxt4JVE1i1X9XYj50DrGFGnlE6SIgrpSmBMfBV9s173ymnlk3J5iVHVZDLmZaf42amd3txGR9FKBNFJhLHSj86m3joghIufpJX7-2FUo-2FnqeDpsJkBX8uCSMKqPHl3CyqOKSfnNSxs5mV78eShaimpR5N7hfmsmHbMECQeLXrwu5DT8WFzxTc4gs0qaTZpQ9I5GFdes2i5s7uCKufWaDNMuZ-2FH4l-2FHMvni8oJcJktVqTkDyw-3D-3D" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://t.email.portalntc.org.br/ls/click?upn%3Dz-2BhzRxWdk5v4-2FGjSrhULsc0ivs2JXYm2yh0Q9voWuMqax1gIfMIOPL-2F0NydXpnQnCef3jZGJMd8ssrdD1UguTn-2FZlZi-2FZZC0mTclRWy-2B2IUr9pSfI6RtdkCCOZVB7AD80B66mXdonjnL-2BTF0UqwXEvWCp-2BrVXLavZ-2FCIv7TGReg3u-2B6svh9MMjA95Y300oV-2BdehT8sy4QZ2g6hUipBh7ZA0lc1y1UhEypjMTmvXuGLM-3DFDnu_nq3NhhHYadjAAS8buAENc75xpU-2BnubjjrRFGWc9i-2Ba1VO1DyiJime-2F9j5PLcKeMbG1kFLQ5hi1cx56AdqTHUXtZ1hCYL7bwdhkMQxbeK5Y5ifLcYs6Oci5w8orIy2DaVHSlyH5YTql9fRupwYdLdDm19H8x27U2Wtg3fzdI-2FmMyFctqnSDmQTuF80T4qsVGmzBgl4PjH8ZAVhvUdtgWf7MLgZ-2FYMSkB2wwKsGlnxNBEiuea6cbTxZ7PfT4DpflrdCmV8PeSkT5l1EkpiL6IqrDxN9-2FnswJQpiDxWFyQ1Sxt4JVE1i1X9XYj50DrGFGnlE6SIgrpSmBMfBV9s173ymnlk3J5iVHVZDLmZaf42amd3txGR9FKBNFJhLHSj86m3joghIufpJX7-2FUo-2FnqeDpsJkBX8uCSMKqPHl3CyqOKSfnNSxs5mV78eShaimpR5N7hfmsmHbMECQeLXrwu5DT8WFzxTc4gs0qaTZpQ9I5GFdes2i5s7uCKufWaDNMuZ-2FH4l-2FHMvni8oJcJktVqTkDyw-3D-3D&amp;source=gmail&amp;ust=1591876264908000&amp;usg=AFQjCNE9CxsEeidTBLXEjvMU948eGG_ZFQ">Consulta Pública nº 01/2020</a>, que a Agência Nacional de Transportes Terrestres &#8211; ANTT abriu para receber contribuições para alteração da Resolução nº 5.867, de 14 de janeiro de 2020, que estabelece as regras gerais, a metodologia e os coeficientes dos pisos mínimos, referentes ao quilômetro rodado na realização do serviço de transporte rodoviário remunerado de cargas, por eixo carregado, instituído pela Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM-TRC).</p>
<p>Para acessar as informações específicas sobre a matéria, bem como as orientações acerca dos procedimentos relacionados com a realização e participação da Consulta, acesse este <a href="http://t.email.portalntc.org.br/ls/click?upn=C9F7fEFLU0I52lJXDYc8xFYTWC9c5Gy0BCRiBhFGytSaCk6jj1KUc3t6v8xGSISaEErLNkULVm84Sp4-2BnqlqOJeHb31wh9qdjNfTXbTHulg3F2mz4sqLM0IoIqoNgbt-2Bwsrpmq-2BDktfyGL6In-2BSfdTFKp5C-2BKFKTHgShnKaFwRefMfdhz-2FxCXESf1-2FoqLBZHOeHDyJGNflPwrUYKUtEe-2FuA0JStLM-2FceaEaH4BWLMfrqQiv-2BLeOQgeDrmlKmjAPIdi5WgD0C4kDpETo1OXqhEQ-3D-3D7NEa_nq3NhhHYadjAAS8buAENc75xpU-2BnubjjrRFGWc9i-2Ba1VO1DyiJime-2F9j5PLcKeMbG1kFLQ5hi1cx56AdqTHUXtZ1hCYL7bwdhkMQxbeK5Y5ifLcYs6Oci5w8orIy2DaVHSlyH5YTql9fRupwYdLdDm19H8x27U2Wtg3fzdI-2FmMyFctqnSDmQTuF80T4qsVGmzBgl4PjH8ZAVhvUdtgWf7MLgZ-2FYMSkB2wwKsGlnxNBEiuea6cbTxZ7PfT4DpflrdCmV8PeSkT5l1EkpiL6IqrDxN9-2FnswJQpiDxWFyQ1Sxt4JVE1i1X9XYj50DrGFGnlE6SIgrpSmBMfBV9s173ymnlk3J5iVHVZDLmZaf42amcrLcDqPrHmHhNSuR3tGTS7XKPFsGUC0-2FzDgPwGnONMTznuBu3MRTx4e2l8QIo6HMJaU73RLm-2FUCLhvuo6es4RMku1nr3swdq9qRIvGylwl0b-2Bt7Lreh9ExwlpPZ-2B9rLLoLG07x13Fe-2F4TrbO6kq6fDA8vGhNwES8p3GKqOU-2FZfzg-3D-3D" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://t.email.portalntc.org.br/ls/click?upn%3DC9F7fEFLU0I52lJXDYc8xFYTWC9c5Gy0BCRiBhFGytSaCk6jj1KUc3t6v8xGSISaEErLNkULVm84Sp4-2BnqlqOJeHb31wh9qdjNfTXbTHulg3F2mz4sqLM0IoIqoNgbt-2Bwsrpmq-2BDktfyGL6In-2BSfdTFKp5C-2BKFKTHgShnKaFwRefMfdhz-2FxCXESf1-2FoqLBZHOeHDyJGNflPwrUYKUtEe-2FuA0JStLM-2FceaEaH4BWLMfrqQiv-2BLeOQgeDrmlKmjAPIdi5WgD0C4kDpETo1OXqhEQ-3D-3D7NEa_nq3NhhHYadjAAS8buAENc75xpU-2BnubjjrRFGWc9i-2Ba1VO1DyiJime-2F9j5PLcKeMbG1kFLQ5hi1cx56AdqTHUXtZ1hCYL7bwdhkMQxbeK5Y5ifLcYs6Oci5w8orIy2DaVHSlyH5YTql9fRupwYdLdDm19H8x27U2Wtg3fzdI-2FmMyFctqnSDmQTuF80T4qsVGmzBgl4PjH8ZAVhvUdtgWf7MLgZ-2FYMSkB2wwKsGlnxNBEiuea6cbTxZ7PfT4DpflrdCmV8PeSkT5l1EkpiL6IqrDxN9-2FnswJQpiDxWFyQ1Sxt4JVE1i1X9XYj50DrGFGnlE6SIgrpSmBMfBV9s173ymnlk3J5iVHVZDLmZaf42amcrLcDqPrHmHhNSuR3tGTS7XKPFsGUC0-2FzDgPwGnONMTznuBu3MRTx4e2l8QIo6HMJaU73RLm-2FUCLhvuo6es4RMku1nr3swdq9qRIvGylwl0b-2Bt7Lreh9ExwlpPZ-2B9rLLoLG07x13Fe-2F4TrbO6kq6fDA8vGhNwES8p3GKqOU-2FZfzg-3D-3D&amp;source=gmail&amp;ust=1591876264909000&amp;usg=AFQjCNFwE6IYvEC5vQWEOCxWuoDAAoHEiA">link</a> onde estão todas disponíveis, na íntegra, desde o dia 23/04/2020.</p>
<p>Informações e esclarecimentos adicionais poderão ser obtidos pelo e-mail: <a href="mailto:cp001.2020@antt.gov.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cp001.2020@antt.gov.br</a>.</p>
<p>É muito importante a participação de todos!</p></div>
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			</div></p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/consulta-publica-do-frete-minimo/">Consulta Pública do Frete Mínimo</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tabela do frete agrava distorções no transporte de carga e afeta preços</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/tabela-do-frete-agrava-distorcoes-no-transporte-de-carga-e-afeta-precos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2020 12:03:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Piso Mínimo do TRC]]></category>
		<category><![CDATA[consumidores]]></category>
		<category><![CDATA[tabela de frete]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte de carga]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204574695</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para a entidade, o piso mínimo agrava distorções no transporte de cargas e terá impacto direto nos preços dos produtores que chegam aos consumidores</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/tabela-do-frete-agrava-distorcoes-no-transporte-de-carga-e-afeta-precos/">Tabela do frete agrava distorções no transporte de carga e afeta preços</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Para a entidade, o piso mínimo agrava distorções no transporte de cargas e terá impacto direto nos preços dos produtores que chegam aos consumidores</em></p>
<p>A Confederação Nacional da Indústria (CNI) vê com preocupação o reajuste da tabela do frete estabelecido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) na última semana. Para a entidade, o piso mínimo agrava distorções no transporte de cargas e terá impacto direto nos preços dos produtores que chegam aos consumidores.</p>
<p>O valor do frete sofreu reajuste que varia de 11% a 15%, de acordo com o tipo de carga e operação. A atualização está prevista na legislação que estabeleceu a tabela do frete em maio de 2018. Cabe à agência reguladora divulgar novos parâmetros para o cálculo a cada seis meses.</p>
<p>“O resultado será o aumento da inflação, já que a política de preços mínimos trouxe distorções para a economia e a consolidação da tendência iniciada no ano passado de verticalização do transporte de cargas na indústria, por meio da compra de frota própria de caminhões”, diz a nota.</p>
<p>Autora de uma das ações que contesta a criação da tabela do frete no Supremo Tribunal Federal (STF), a CNI aguarda o julgamento sobre o assunto, previsto para 19 de fevereiro.</p>
<p>A CNI argumenta que a política de piso mínimo “viola os princípios da livre iniciativa, da livre concorrência e de defesa do consumidor” já que o frete impacta diretamente o preço final dos produtos.</p>
<p>Além do reajuste, a resolução da ANTT determinou a obrigação do pagamento do frete retorno para algumas categorias de transporte de carga, a atualização de valores de itens como pneu e manutenção dos caminhões e o pagamento do valor das diárias do caminhoneiro (refeições e hospedagem). As novas regras entraram em vigor na segunda-feira, 20.</p>
<p>A atualização da tabela de frete atendeu a reivindicações de caminhoneiros, que apoiaram a eleição do presidente Jair Bolsonaro. Em abril do ano passado, para conter a insatisfação da categoria e evitar uma nova paralisação, o presidente anunciou um pacote que incluiu R$ 2 bilhões em obras nas estradas e o lançamento de uma linha de crédito para caminhoneiros autônomos, pelo BNDES, que chegará a R$ 500 milhões.</p>
<p>O conjunto de medidas não abrangeu, porém, decisão sobre o preço do diesel, depois de o presidente ter barrado um aumento anunciado pela Petrobras – e recuado da decisão, após críticas de intervencionismo e desvalorização do valor da empresa na Bolsa.</p>
<p>A tabela de fretes foi criada em 2018 pelo governo Michel Temer, após a greve dos caminhoneiros que bloqueou estradas e comprometeu o abastecimento de combustível, de medicamentos e de alimentos em todo o Brasil. A criação era uma das reivindicações da categoria.</p>
<p>Desde então houve ao menos seis reajustes, sendo apenas o primeiro de queda, de 20%, em junho de 2018. O aumento anterior ao da semana passada foi dado em abril do ano passado, reajuste médio de 4,13%. De abril até dezembro de 2019, a inflação oficial aumentou 2,69%.</p>
<p>Emissão do CIOT</p>
<p>A CNI também vê problemas na alteração na emissão do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT). Para atender aos caminhoneiros, a ANTT estendeu a obrigatoriedade do registro para todos os caminhões que transportam carga no País, incluindo os de empresas com frota própria.</p>
<p>Na prática, a nova regra permite saber se as empresas estão cumprindo o piso mínimo. “A lei limitava a abrangência do CIOT a caminhoneiros autônomos e equiparados. Para a CNI, a alteração não poderia ter sido feita por meio de resolução por ser um tema de competência do Poder Legislativo”, contesta.</p></div>
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		<title>STF deve analisar em fevereiro de 2020 tabelamento do frete</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/stf-deve-analisar-em-fevereiro-de-2020-tabelamento-do-frete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2019 17:27:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Piso Mínimo do TRC]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[greve dos caminhoneiros]]></category>
		<category><![CDATA[plenário]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[tabela de frete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário do Supremo Tribunal Federal deve analisar, em fevereiro de 2020, ações que contestam a validade do tabelamento do frete rodoviário na Justiça</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Plenário do Supremo Tribunal Federal deve analisar, em fevereiro de 2020, ações que contestam a validade do tabelamento do frete rodoviário na Justiça, uma das reivindicações dos caminhoneiros na greve de maio do ano passado.</p>
<p>Em agosto deste ano, o relator do caso no Supremo, ministro Luiz Fux, atendeu a um pedido da Advocacia-Geral da União e requereu a retirada de pauta do tema. O adiamento foi pedido porque o governo negocia uma solução alternativa ao tabelamento com os caminhoneiros.</p>
<p>Os ministros da corte entenderam que era preciso dar mais tempo para o governo negociar com a categoria o melhor caminho para o setor. A tabela com os preços mínimos para os fretes rodoviários foi estabelecida por uma medida provisória editada pelo presidente Michel Temer durante a greve dos caminhoneiros. A MP foi aprovada pelo Congresso Nacional, se transformando na Lei 13.703.</p>
<p>A Lei 13.703/2018 institui a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas e é fruto de uma concessão do governo federal feita durante a greve dos caminhoneiros que aconteceu em maio em todo o país. As transportadoras reclamaram de que o preço do frete no Brasil &#8220;caiu demais&#8221;, reduzindo a remuneração dos serviços.</p></div>
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