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	<title>Arquivos socioambiental &#8211; SETCESP</title>
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	<title>Arquivos socioambiental &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Números que garantem um futuro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/numeros-que-garantem-um-futuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 17:50:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 60]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[7º Premio de Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2020, conhecemos 30 projetos desenvolvidos por transportadoras que ajudam a cuidar melhor das pessoas e do planeta</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Em 2020, conhecemos <strong>30 projetos</strong> desenvolvidos por transportadoras que ajudam a cuidar melhor das pessoas, do planeta e dos negócios</em></p>
<p>Tudo começou há <strong>sete anos</strong>, quando o SETCESP resolveu premiar as empresas com melhores práticas sustentáveis. Desde então, a cada ano, o Prêmio de Sustentabilidade da entidade vem ganhando mais adesão e acompanhando de perto, o comprometimento das transportadoras em utilizar melhor os recursos, em otimizar seus processos e em promover o bem estar de seus colaboradores e da comunidade em seu entorno.</p>
<p>E todo esse cuidado pode ser traduzido em números. No ano passado, as medidas tomadas pelas empresas inscritas na categoria Responsabilidade Ambiental da premiação, possibilitaram uma <strong>redução de 668.928 litros </strong>no <strong>consumo de combustíveis fósseis</strong>, o que gerou um impacto direto nas emissões de dióxido de carbono (CO²). Cerca de <strong>30.398 toneladas </strong>de<strong> CO²</strong> deixaram de ser emitidas na atmosfera.</p>
<p>Outra redução apresentada, foi quanto ao elemento mais fundamental à vida, medidas como reúso da água pluvial viabilizaram uma <strong>economia 4.156 m³ </strong>de<strong> água</strong>. Além disso, a utilização de fontes alternativas de energia permitiu uma economia <strong>de 54% de energia elétrica</strong>. Com utilização de placas solares, as empresas tiveram uma produção de <strong>473.117 Kw/ano </strong>de<strong> energia limpa</strong>.</p>
<p>Somadas, a redução do uso de combustível com a economia no uso de água e de energia elétrica, trouxe impactos diretos nos resultados das empresas. Uma busca real pelo equilíbrio entre produção e preservação. Ao todo, as empresas inscritas tiveram um ganho de<strong> produtividade </strong>média <strong>de 50%</strong> em <strong>suas operações</strong>, fora isso, houve uma otimização do <strong>tempo operacional </strong>de<strong> 45%</strong>, que elas puderam expor na categoria de Gestão Econômica do prêmio.</p>
<p>Sem falar no recurso hoje mais valioso para as empresas que são seus colaboradores. O investimento em treinamentos teve efeito na redução de acidentes, na retenção de talentos e também no ganho de eficiência energética. Juntas as 6 empresas participantes na categoria Responsabilidade na Segurança Viária e do Trabalho garantiram <strong>3.908 horas </strong>de<strong> treinamento</strong> para motoristas e profissionais do TRC e com isso, aconteceu uma <strong>redução </strong>de<strong> 70%</strong> na média <strong>de acidentes</strong>.</p>
<p>E o cuidado com as pessoas em situação de vulnerabilidade foi ainda além. Os dados revelados após a premiação expuseram números reconfortantes, em um tempo onde a crise sanitária agravou também o quadro econômico do País inteiro.</p>
<p>Mais de <strong>600 toneladas </strong>de<strong> alimentos </strong>foram<strong> doados </strong>e<strong> 13.400 itens </strong>de<strong> higiene e álcool 70%, </strong>mostrou o balanço considerando os projetos de empresas que participaram na categoria <strong>Responsabilidade Social</strong>. Mais de <strong>157 mil </strong>pessoas e<strong> 18 entidades </strong>foram <strong>beneficiadas</strong>.</p>
<p>As empresas que abraçam a sustentabilidade conquistam uma melhor cultura corporativa, demonstram ao mercado serviços mais confiáveis o que resulta também em maior lucratividade a longo prazo. A redução de custos e economia para essas as <strong>30 empresas</strong> participantes do 6º Prêmio de Sustentabilidade chegou a mais de <strong>R$36 milhões</strong>.</p>
<p>E agora, essas marcas tem tudo para serem superadas, porque vêm aí a 7ª edição do Prêmio. As transportadoras têm mais uma vez a chance de apresentarem seus projetos em<strong> quatro</strong> <strong>categorias</strong>: Responsabilidade Ambiental, Social, da Segurança Viária e do Trabalho e Gestão Econômica.</p>
<p>O meio ambiente e as gerações futuras agradecem. Ser sustentável no mundo atual além de uma questão de sobrevivência — é também de economia.</p>
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		<title>Como fazer a gestão ambiental decolar nas pequenas empresas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/como-fazer-a-gestao-ambiental-decolar-nas-pequenas-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2019 16:34:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade Social]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[socioambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema é corriqueiro e todos já sabem o que deve ser feito, mas o que falta para a gestão ambiental decolar nas empresas brasileiras, questiona consultor do Sebrae</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O tema é corriqueiro e todos já sabem o que deve ser feito, mas o que falta para a gestão ambiental decolar nas empresas brasileiras, questiona consultor do Sebrae</p>
<p>A gestão ambiental infelizmente ainda não decolou no Brasil, seja nas pequenas empresas, seja no setor público, seja em grandes empresas. Ao contrário do que aconteceu com a gestão da qualidade (ISO 9001), onde houve uma exigência forte por parte do setor automotivo para fazer a implementação do sistema de gestão da qualidade, na gestão ambiental (ISO 14001), além de não existir exigência por parte de clientes, o governo também não incentiva e os custos são muito elevados para que possamos implementar a gestão ambiental nas empresas.</p>
<p>Podemos ver abaixo este abismo existente no Brasil entre os dois sistemas de gestão – qualidade e ambiental. De fato, o total de empresas certificadas no Brasil, nas referidas normas, ainda é muito baixo, quando comparado a outros países, segundo dados do Inmetro.</p>
<p>Como já mencionado, os custos da gestão ambiental no Brasil são exorbitantes! Além do custo da implantação da certificação do sistema e da contratação de uma empresa certificadora, inúmeras taxas fazem com que as empresas, pequenas ou grandes, desistam da gestão ambiental. Por exemplo, licença de operação (LO), certificado de movimentação de resíduos de interesse ambiental (Cadri), taxa de controle e fiscalização ambiental do Ibama (TCFA), licenças para produtos químicos controlados (Polícia Federal, Civil e Exército), destinação dos resíduos classe I, adequação da legislação ambiental etc.</p>
<p>O empresário deve tomar ciência da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei nº 12305, de 02/08/2010, regulamentada pelo Decreto Federal nº 7404, de 23/12/2010, e que passou a vigorar em 02/08/2014.</p>
<p>De acordo com as regras constantes nesta legislação, nenhum resíduo a ser reaproveitado pode ser descartado como se fosse lixo domiciliar comum, valem para todas as pessoas físicas e jurídicas responsáveis direta ou indiretamente pela geração de resíduos sólidos, e também para quem desenvolve ações de gestão integrada ou gerenciamento desses resíduos.</p>
<p>O descumprimento da PNRS será punido de acordo com a Lei de Crimes Ambientais, com penas que variam de pagamento de multas a detenção ou, mesmo, reclusão. No caso de empresas, indústrias, comércios, cooperativas e órgãos da administração pública que desrespeitarem a PNRS, a multa é bem mais pesada e pode chegar a R$ 50 milhões.</p>
<p>A norma ABNT NBR ISO 14005:2012 fornece orientação para todas as organizações, mas particularmente para pequenas e médias empresas, com relação a desenvolvimento, implementação, manutenção e melhoria em fases de um sistema de gestão ambiental. Inclui também conselhos sobre integração e o uso de técnicas da avaliação de desempenho ambiental.</p>
<p>Um ponto de partida para as micro e pequenas empresas é levantar todos os resíduos gerados, em todos os setores da empresa, fazer a coleta de forma segregada e fazer a destinação final adequada.</p>
<p><em>O SETCESP reconhece as empresas de transporte rodoviário de cargas que investem na gestão ambiental. Saiba mais sobre o Prêmio de Sustentabilidade SETCESP &amp; Transporte Moderno em: <a href="http://sindicato.setcesp.org.br/premio">http://sindicato.setcesp.org.br/premio</a> .</em></p></div>
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		<title>O desempenho socioambiental do transportador brasileiro tem um aliado</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-desempenho-socioambiental-do-transportador-brasileiro-tem-um-aliado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2019 20:33:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associado SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CNT]]></category>
		<category><![CDATA[socioambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-desempenho-socioambiental-do-transportador-brasileiro-tem-um-aliado/">O desempenho socioambiental do transportador brasileiro tem um aliado</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Em entrevista, o presidente da CNT e dos Conselhos Nacionais do SEST e do SENAT, Vander Costa, comenta as conquistas alcançadas em 12 anos do Despoluir</em></p>
<p>A CNT (Confederação Nacional do Transporte) e o SEST SENAT celebram, nesta semana, mais um aniversário do Despoluir – Programa Ambiental do Transporte. Ao longo de 12 anos, a iniciativa brilhou pelo pioneirismo e se firmou como o maior programa ambiental empresarial em curso no Brasil. O programa atua junto a mais de 50 mil transportadores (empresas e autônomos), agregando know-how e incentivando boas práticas. Em pouco mais de uma década, o Despoluir proporcionou cerca de 2,6 milhões de avaliações veiculares, com reflexo direto na qualidade do ar que respiramos. Nesta entrevista, Vander Costa, presidente da CNT e dos Conselhos Nacionais do SEST e do SENAT, relembra essas conquistas e aponta para um futuro cada vez mais limpo e energeticamente eficiente.</p>
<p>Qual é a sua visão para o Programa Despoluir?</p>
<p>Meio ambiente e transporte possuem forte relação, pois toda atividade econômica influencia o espaço físico em que ocorre e gera impactos na sociedade. O Despoluir surgiu nesse contexto para ser um aliado, a fim de ajudar o transportador brasileiro a melhorar seu desempenho socioambiental. Queremos aprimorar, inovar, expandir e fortalecer ainda mais a atuação do programa em favor do desenvolvimento sustentável do setor.</p>
<p>Como o senhor vê a evolução e o futuro do Programa Despoluir?</p>
<p>Desde a sua criação em 2007, o Despoluir já realizou mais de 2,6 milhões de avaliações veiculares ambientais, atendendo a mais de 50 mil empresas transportadoras e caminhoneiros autônomos. Hoje, é o maior programa ambiental da iniciativa privada em curso no Brasil e é reconhecido, principalmente, por sua linha de ação de avaliação ambiental de veículos rodoviários movidos a diesel, dada a importância de se melhorar o desempenho do transporte rodoviário brasileiro no que diz respeito à emissão de gases de efeito estufa e poluentes no ar. Penso que o Despoluir evoluirá no sentido de desenvolver novos serviços e produtos técnicos voltados à eficiência, inovação e sustentabilidade nos diversos modais de transporte do Brasil.</p>
<p>Como o Despoluir pode ajudar as empresas de transporte a vencer os desafios ambientais e de infraestrutura existentes no contexto brasileiro?</p>
<p>O Despoluir orienta as empresas de transporte sobre medidas estratégicas para a superação de desafios e a geração de ganhos, considerando, conjuntamente, os três pilares da sustentabilidade: ambiental, social e econômico. Além disso, participamos de fóruns e discussões governamentais sobre transporte e meio ambiente, defendendo o desenvolvimento de políticas públicas que atendam às necessidades do setor e criem um cenário favorável para que os transportadores atuem de forma sustentável. Entre os pontos reivindicados ao poder público, destacam-se: investimentos na melhoria e na ampliação da infraestrutura de transporte, medidas para facilitar a aquisição de tecnologias mais limpas e incentivos à integração intermodal.</p>
<p>Quais são os principais reflexos positivos do Despoluir no transporte nacional?</p>
<p>O Despoluir sensibiliza, atualiza e auxilia os transportadores quanto a temas que impactam a atividade e o posicionamento perante a sociedade. O programa contribui para que o transporte nacional atue em conformidade com a legislação ambiental e com o desenvolvimento sustentável desejado para o Brasil. Com certeza, isso se reflete na melhoria do desempenho socioambiental dos transportadores. Mas não apenas. Podemos citar, ainda, a geração de ganhos econômicos devido ao aumento da eficiência energética e à melhoria das condições de saúde e segurança dos trabalhadores do setor.</p>
<p>Quais são os desafios para o transporte sustentável brasileiro?</p>
<p>A disponibilidade de infraestrutura de qualidade adequada, a existência de condições favoráveis à integração intermodal e a viabilidade de aquisição e uso de combustíveis alternativos e tecnologias sustentáveis. Hoje, a maioria dos empresários do setor transportador já se mobiliza para aliar as suas atividades ao conceito de sustentabilidade, entendendo que essa postura é vantajosa não somente para o meio ambiente e a sociedade mas também para a sua expansão na participação de mercado. Contudo, vale destacar que os transportadores se deparam com entraves da realidade brasileira, como a infraestrutura deficitária, que compromete os ganhos esperados com o uso de combustíveis e tecnologias mais limpas, bem como com a adoção de boas práticas operacionais e gerenciais. É fundamental destacar, ainda, a indisponibilidade de insumos, veículos e outras tecnologias sustentáveis a preços e condições de aquisição acessíveis no mercado nacional. A conjuntura brasileira dificulta sobremaneira a implementação de medidas sustentáveis. Esse quadro precisa ser revertido. </p>
<p>Quais são os benefícios que o Despoluir propicia aos trabalhadores do setor e à sociedade?</p>
<p>O Programa Despoluir promove o engajamento dos transportadores em ações de responsabilidade ambiental e social que geram importantes benefícios aos trabalhadores do setor e à sociedade, como a melhoria da qualidade de vida. A avaliação veicular ambiental, por exemplo, melhora a qualidade do ar, e isso se reverte em prol da saúde desses trabalhadores, em geral, mais expostos às emissões de poluentes, e da população. Outro exemplo é o incentivo à adoção de boas práticas de gestão ambiental, voltadas ao uso racional de recursos naturais e à destinação adequada de resíduos. Ao investirmos na educação ambiental, colaboramos para que o transportador se torne um grande disseminador do conhecimento. Isso tudo se reverte em práticas sustentáveis, aplicadas na vida real.</p></div>
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