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	<title>Arquivos retração &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos retração &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Deflação pressiona o BC a cortar os juros na semana que vem</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/deflacao-bc-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2020 18:58:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Retração de 0,38% do IPCA em maio - a segunda consecutiva - mostra a economia paralisada e realimenta a expectativa de que Banco Central vai reduzir novamente a taxa Selic, na tentativa de reanimar a atividade. Decisão sai na próxima semana</p>
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<p class="txt-gray mb-0 h4" style="text-align: center;"><em>Retração de 0,38% do IPCA em maio &#8211; a segunda consecutiva &#8211; mostra a economia paralisada e realimenta a expectativa de que Banco Central vai reduzir novamente a taxa Selic, na tentativa de reanimar a atividade. Decisão sai na próxima semana</em></p>
<p class="txt-gray mb-0 h4" style="text-align: left;">Desde 1998, o Brasil não registrava dois meses consecutivos de queda do nível geral de preços. Mas, com a pandemia do novo coronavírus, isso tornou-se uma realidade novamente. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou ontem que a inflação, que já havia caído 0,31% em abril, caiu mais 0,38% em maio deste ano. A deflação foi a maior para o mês de maio em 22 anos, e renovou as expectativas do mercado financeiro de que o Banco Central (BC) promoverá um novo corte da taxa básica de juros (Selic), na próxima semana, na tentativa de reanimar a economia.</p>
<p>A queda do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio é reflexo direto da recessão econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus. A emergência sanitária impôs o fechamento do comércio e reduziu a renda de milhões de brasileiros, diminuindo a oferta dos bens e serviços não essenciais e também a demanda da população por esses produtos. Essa conjunção de fatores derrubou os preços de quase todos os itens da cesta de inflação do consumidor brasileiro. Segundo o IBGE, cinco dos nove grupos de produtos avaliados pelo IPCA tiveram deflação em maio. Até os preços dos alimentos, que estão em alta desde o início da pandemia, desaceleraram no mês passado.</p>
<p>O principal impacto negativo veio dos transportes, que registrou deflação de 1,9% por conta da queda de preços da gasolina (4,35%), do etanol (5,96%), do óleo diesel (6,44%) e das passagens aéreas (27,15%). Mas as despesas com habitação também exerceram uma influência relevante. O grupo registrou deflação de 0,25% depois que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu manter a bandeira tarifária verde até o fim deste ano, reduzindo em 0,58% o impacto da tarifa da energia elétrica no IPCA.</p>
<p>Por outro lado, o grupo de alimentação e bebidas passou a exercer pressão menor na inflação. Depois da disparada de preços registrada no início da pandemia, quando as pessoas correram aos supermercados para abastecer a despensa, os preços dos alimentos começaram a se acomodar. Em maio, o grupo registrou inflação de apenas 0,24%, ante 1,79% em abril. Além disso, alguns produtos ficaram mais baratos com a melhora das condições climáticas, como a cenoura (-14,95%) e as frutas (-2,10%).</p>
<p><strong>Selic</strong></p>
<p>De acordo com o IBGE, a inflação acumula alta de 1,88% dos últimos 12 meses. O resultado é bem menor que os 2,40% observados nos 12 meses imediatamente anteriores e deixa a inflação ainda mais longe da meta estipulada para a inflação deste ano pelo Banco Central.</p>
<p>A meta do governo é de inflação de 4%, com um intervalo de tolerância entre 2,5% e 5,5%. No entanto, devido à crise econômica, o cenário de baixa demanda não vai acabar junto com a quarentena. Por isso, mesmo que a inflação volte para o campo positivo nos próximos meses, o IPCA deve ficar abaixo do piso da meta do BC. O Boletim Focus desta semana, por exemplo, projeta uma inflação de apenas 1,53% em 2020. E corretoras como a XP dizem que esse índice ainda pode ser menor do que 1%.</p>
<p>Desse modo, a deflação de maio só reforçou as expectativas do mercado financeiro por um novo corte da taxa básica de juros. O entendimento ainda ganhou força, ontem, com a decisão do Federal Reserve (Fed) de manter os juros dos Estados Unidos entre 0 e 0,25% ao ano. Por aqui, a expectativa é de que o BC faça mais um corte de 0,75 pontos na Selic já na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para a próxima semana. Se confirmado, esse corte vai derrubar a taxa dos atuais 3% para a nova mínima histórica de 2,25% ao ano.</p>
<p>“Inflação baixa é sinônimo de atividade econômica fraca. E a política monetária está aí para reativar isso. Por isso, o BC deve cortar os juros para estimular a demanda e diminuir o buraco do PIB (Produto Interno Bruto)&#8221;, afirmou o gerente de IPCA da Fundação Getulio Vargas, André Braz, lembrando que, além de reduzir a inflação, a pandemia do coronavírus deve provocar um baque de pelo menos 6% no PIB do Brasil neste ano. “Esses dados reforçam o corte de juros. E o mercado converge para um corte de 0,75 pontos porque as condições econômicas permitem isso&#8221;, completou o estrategista-chefe do banco digital Modalmais, Felipe Sichel.</p>
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		<title>Setor de transporte encolhe 9% em março</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/setor-de-transporte-encolhe-9-em-marco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2020 20:29:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Análise da CNT, com base nos dados da Pesquisa Mensal de Serviços, do IBGE, mostra que essa é a segunda retração mensal mais intensa da série histórica</p>
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<p class="subtitulo" style="text-align: center;"><em>Análise da CNT, com base nos dados da Pesquisa Mensal de Serviços, do IBGE, mostra que essa é a segunda retração mensal mais intensa da série histórica</em></p>
<p class="subtitulo" style="text-align: left;"><strong>O setor de transporte registrou queda de 9% em março, no volume de serviços</strong>, de acordo com a PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) divulgada pelo IBGE nesta semana. Essa é a segunda retração mais intensa da série histórica, ficando atrás apenas do período da paralisação dos caminhoneiros que ocorreu em maio de 2018, quando a queda foi de 9,5%.</p>
<p class="subtitulo" style="text-align: left;"><strong>O segmento mais atingido é o de transporte aéreo, que registrou retração de 27,5%, a maior retração de toda a série histórica. No transporte terrestre, a queda foi de 10,6%.</strong> Os serviços auxiliares de transporte e correio e armazenagem tiveram retração de 0,8%. No transporte aquaviário, o cenário é de estabilidade. </p>
<p class="subtitulo" style="text-align: left;">De acordo com a análise da Confederação Nacional do Transporte, é importante destacar que esses dados refletem um cenário do início da pandemia que assolou o Brasil e impactou o setor a partir da segunda quinzena de março. <strong>“Esperamos um cenário ainda mais crítico a partir da coleta de dados de abril. Esses primeiros números refletem apenas o início da crise no setor”, destaca o presidente da CNT, Vander Costa.</strong></p>
<p class="subtitulo" style="text-align: left;"><strong>Para avaliar os impactos da crise no transporte e direcionar a sua atuação, a CNT tem realizado pesquisas junto às empresas do setor. </strong><strong>A primeira foi divulgada em abril</strong><strong> e </strong>mostrava que 85,3% das empresas transportadoras já haviam percebido redução em sua demanda, em março de 2020, na comparação com igual mês nos anos anteriores, e que 82,5% esperavam queda nos próximos 60 dias. Dos transportadores entrevistados, 70,7% já enfrentavam problemas de caixa e severo comprometimento da capacidade para realizar os pagamentos correntes, como a folha de pagamentos e os fornecedores. </p>
<p class="subtitulo" style="text-align: left;">Na segunda rodada, focada nas relações trabalhistas, a pesquisa da CNT revelou que 33% dos transportadores já precisaram realizar demissões devido à crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Do total de transportadores que ainda não demitiram (54,3%), 18,1% pretendem realizar cortes. Assim, é possível que, até o final de maio, 42,8% dos transportadores tenham realizado redução nos seus quadros de empregados. </p>
<p class="subtitulo" style="text-align: left;">“O setor de transporte tem enfrentado inúmeros desafios durante a crise, e a CNT tem atuado para minimizar o impacto sobre as empresas. Nosso trabalho de articulação junto ao governo tem sido bastante intenso para garantir que o país continue sendo abastecido e as empresas tenham condições mínimas de operação”, destaca Vander Costa.</p>
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		<title>Coronavírus deve causar retração de 1% no PIB de São Paulo, diz Covas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/coronavirus-deve-causar-retracao-de-1-no-pib-de-sao-paulo-diz-covas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 20:22:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, disse que o PIB (Produto Interno Bruto) da capital paulista deve retrair cerca de 1% em 2020 por conta da pandemia do novo coronavírus</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, disse que o PIB (Produto Interno Bruto) da capital paulista deve retrair cerca de 1% em 2020 por conta da pandemia do novo coronavírus.</p>
<p>&#8220;A gente já está vendo aí o setor privado fazendo as contas para ver o quanto eles vão perder, mas a expectativa que a gente trabalha é com uma retração de 1% do PIB aqui na cidade de São Paulo&#8221;, afirmou em entrevista ao programa Bora SP, da TV Bandeirantes, na última sexta-feira (20).</p>
<p>Covas também estima uma queda de R$ 1,5 bilhão na arrecadação municipal caso a pandemia &#8220;continue como está, ou seja, se ela não se agravar&#8221;. O orçamento previsto e aprovado em dezembro de 2019 para este ano foi de R$ 68,9 bilhões.</p>
<p>O prefeito da capital paulista diz que pretende dobrar o número de UTIs (Unidades de Tratamento Intensivo) nos hospitais para atender todos os casos de covid-19 que chegarem na rede.</p>
<p>&#8220;Hoje temos 507 [leitos], e vamos acrescentar mais 490 para poder atender os casos de coronavírus aqui na cidade&#8221;, disse.</p></div>
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		<item>
		<title>&#8216;Prévia&#8217; do PIB do BC registra retração de 0,16% em julho</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/previa-do-pib-do-bc-registra-retracao-de-016-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2019 20:24:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[retração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O nível de atividade da economia brasileira registrou queda em julho, primeiro mês do terceiro trimestre, indicou na última sexta-feira (13) o Banco Central (BC).</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O nível de atividade da economia brasileira registrou queda em julho, primeiro mês do terceiro trimestre, indicou na última sexta-feira (13) o Banco Central (BC).</p>
<p>O chamado Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br), considerado uma &#8220;prévia&#8221; do PIB, apresentou um retração de 0,16% em julho, na comparação com o mês anterior. O resultado foi calculado após ajuste sazonal (uma espécie de &#8220;compensação&#8221; para comparar períodos diferentes).</p>
<p>O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.</p>
<p>O resultado de julho veio após dois meses de alta. Em maio e junho, respectivamente, o indicador apresentou crescimento de 1,16% e de 0,34%. Em sete meses deste ano, foram registradas apenas duas altas na prévia do PIB.</p>
<p>Na comparação com julho do ano passado, porém, o índice apresentou expansão de 1,31%, segundo números do Banco Central.</p>
<p>Na parcial do ano, foi registrada uma alta de 0,78% e, em 12 meses até julho, um crescimento de 1,07%. Esses valores foram calculados sem ajuste sazonal, pois consideram períodos iguais.</p>
<p><strong>2º trimestre e previsões</strong></p>
<p>De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados no fim de agosto, o PIB brasileiro cresceu 0,4% no segundo trimestre, na comparação com os três primeiros meses do ano.</p>
<p>O resultado veio um pouco acima do esperado pelo mercado e afastou o risco de entrada do país em uma recessão técnica &#8211; caracterizada por dois trimestres seguidos de retração do PIB.</p>
<p>O mercado financeiro estimou, na semana passada, uma alta do PIB de 0,87% para este ano. Para 2020, a previsão de crescimento do PIB passou de 2,10% para 2,07%.</p>
<p>Já o governo federal elevou marginalmente sua expectativa para o crescimento da economia, em 2019, de 0,81% para 0,85%. Para o BC, o crescimento ficará em torno de 0,8% neste ano.</p>
<p><strong>PIB e IBC-Br</strong></p>
<p>O IBC-Br foi criado para tentar antecipar o resultado do PIB, que é divulgado pelo IBGE. Os resultados do IBC-Br, porém, nem sempre mostraram proximidade com os dados oficiais do PIB.</p>
<p>O cálculo dos dois têm diferenças – o índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos.</p>
<p><strong>Definição dos juros básicos da economia</strong></p>
<p>O IBC-Br ajuda o Banco Central na definição dos juros básicos da economia. Com o menor crescimento da economia, por exemplo, teoricamente haveria menos pressão inflacionária.</p>
<p>Atualmente, a taxa Selic está em 6% ao ano, na mínima histórica, e a estimativa do mercado é de que recue para 5% ao ano até o fim de 2019.</p>
<p>Pelo sistema que vigora no Brasil, o BC precisa ajustar os juros para atingir as metas preestabelecidas de inflação. Quanto maiores as taxas, menos pessoas e empresas ficam dispostas a consumir, o que tende a fazer com que os preços baixem ou fiquem estáveis.</p>
<p>Para 2019, a meta central de inflação é de 4,25%, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Desse modo, o IPCA, considerado a inflação oficial do país e medida pelo IBGE, pode ficar entre 2,75% e 5,75%, sem que a meta seja formalmente descumprida.</p></div>
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