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	<title>Arquivos recessão &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos recessão &#8211; SETCESP</title>
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		<title>4º tri de 2019 marcou fim de expansão de 3 anos no Brasil, diz Codace, da FGV</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/4o-tri-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2020 19:35:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O grupo sinalizou a entrada do país em uma recessão a partir do primeiro trimestre de 2020</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>O grupo sinalizou a entrada do país em uma recessão a partir do primeiro trimestre de 2020</em></p>
<p style="text-align: left;">O Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (<strong>Codace</strong>), da Fundação Getulio Vargas (<strong>FGV</strong>), identificou, na sua última reunião, na sexta-feira, 26, a ocorrência de um pico no ciclo de negócios brasileiro no quarto trimestre de 2019.</p>
<p style="text-align: left;">O pico representa o fim de uma expansão econômica que durou 12 trimestres — do primeiro trimestre de 2017 ao quarto de 2019 — e sinaliza a entrada do país em uma recessão a partir do primeiro trimestre de 2020, diz o grupo, ligado ao Instituto Brasileiro de Economia (<strong>Ibre</strong>), da FGV.</p>
<p style="text-align: left;">O Codace também realizou a datação mensal da recessão de 2014-2016 ao identificar um pico em março de 2014 e um vale em dezembro de 2016. Isso significa que a recessão teria durado 33 meses, entre abril de 2014 e dezembro de 2016.</p>
<p style="text-align: left;">O Codace foi criado pela FGV em 2004 com a finalidade de determinar uma cronologia de referência para os ciclos econômicos brasileiros, estabelecida pela alternância entre datas de picos e vales no nível da atividade econômica. A fase cíclica marcada pelo declínio na atividade econômica de forma disseminada entre diferentes setores econômicos é denominada recessão. A fase entre um vale e um pico do ciclo é chamada expansão.</p>
<p style="text-align: left;">O Codace é formado por oito membros com conhecimento em ciclos econômicos. Embora tenha sido criado e receba apoio operacional da FGV, a FGV destaca que as decisões do Comitê são independentes. No comunicado desta segunda-feira, o comitê também informou a entrada de dois novos membros: os professores Fernando Veloso, em substituição a Regis Bonelli, e Vagner Ardeo, na condição de membro secretário sem direito a voto.</p>
<p style="text-align: left;">Além deles, estiveram presentes na reunião os especialistas: Affonso Celso Pastore, diretor da AC Pastore &amp; Associados, como coordenador; Edmar Bacha, diretor do Iepe-Casa das Garças; João Victor Issler, professor da FGV/EPGE; Marcelle Chauvet; professora da Universidade da Califórnia; Marco Bonomo, pofessor do Insper; e Paulo Picchetti, professor da FGV/EESP e pesquisador do FGV/IBRE.</p>
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		<title>Cabo de guerra global</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/cabo-de-guerra-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2019 19:44:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A economia mundial encontra-se neste momento numa encruzilhada entre apenas enfrentar uma desconfortável desaceleração ou descambar para uma temida recessão. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A economia mundial encontra-se neste momento numa encruzilhada entre apenas enfrentar uma desconfortável desaceleração ou descambar para uma temida recessão. Os bancos centrais dos países desenvolvidos têm agido para evitar o pior e estimular o crescimento, mas as ameaças à atividade econômica global mostram-se obstáculos mais difíceis de serem superados só com os instrumentos tradicionais de política monetária.</p>
<p>De um lado, os ventos contrários de uma escalada da guerra comercial entre Estados Unidos e China estão minando a confiança de empresários, afetando o investimento, em particular, no setor manufatureiro. De outro, o aumento da tensão geopolítica após os ataques às instalações de petróleo da Arábia Saudita, com sauditas e americanos acusando o Irã e pressionando o preço do petróleo.</p>
<p>Neste terceiro trimestre, quando a guerra comercial e a tensão geopolítica azedaram o humor dos mercados globais, bancos centrais de 47 países cortaram os juros, desde as economias mais ricas até as nações pequenas e pobres. Apenas em setembro, até o dia 23, autoridades monetárias de 20 países reduziram sua taxa básica.</p>
<p>Em muitos deles, os juros já estão em território negativo, como na zona do euro. Lá, o Banco Central Europeu não apenas reduziu a taxa básica, como também anunciou a retomada de compra de ativos, como títulos emitidos por governos do bloco. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed) cortou os juros básicos duas vezes no terceiro trimestre – em julho e em setembro.</p>
<p>Esse socorro monetário tem surtido efeito? Poderão o corte de juros e a compra de ativos pelos bancos centrais compensar os efeitos negativos da guerra comercial e da turbulência geopolítica?</p>
<p>A divulgação na segunda-feira do índice de gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro, em particular da Alemanha, em setembro reacendeu os temores de que apenas o estímulo monetário não seja suficiente. O PMI composto é uma pesquisa de sentimento com empresas sobre as condições e as tendências dos setores industrial e de serviços. Em setembro, o PMI composto da zona do euro caiu para 50,4, menor nível desde junho de 2013. O PMI composto da Alemanha recuou para 49,1, menor nível desde outubro de 2012. Mais ainda: leituras abaixo de 50 indicam contração da atividade econômica.</p>
<p>“Estímulo adicional é possível nos Estados Unidos, o que ajudaria na margem, mas conseguirão taxas de juros ainda mais negativas na zona do euro reverter a desaceleração na região?”, indaga o economista-chefe internacional do banco ING, James Knightley. “Acho improvável.”</p>
<p>Para ele, os países da zona do euro precisam ajudar o esforço do BCE e anunciar pacotes fiscais. O governo da Holanda, por exemplo, está prometendo corte de impostos e aumento de gasto público. Mas é na Alemanha onde a pressão por estímulo fiscal é crescente dada a perda de fôlego da maior economia europeia. “Outros países devem provavelmente seguir o exemplo e anunciar medidas fiscais, o que será o maior catalisador para melhorar a perspectiva econômica na zona do euro”, diz Knightley em conversa com esta coluna.</p>
<p>Para os analistas do banco JP Morgan, a economia mundial está num cabo de guerra entre obstáculos geopolíticos, de um lado, e estímulos monetários, de outro. A principal barreira geopolítica ao crescimento global é a guerra comercial, que está produzindo uma forte contração no investimento e na produção industrial mundial.</p>
<p>Nesse cabo de guerra, a disputa comercial e a tensão geopolítica estão se sobrepondo, por enquanto, aos esforços dos bancos centrais de países desenvolvidos para evitar um cenário mais pessimista para a economia mundial.</p>
<p>Na China, a produção industrial cresceu apenas 4,4% em agosto em relação a igual mês de 2018, abaixo da estimativa de analistas, que previam crescimento de 5,2%. A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) prevê que a expansão do PIB chinês cairá de 6,6% no ano passado para 6,1% neste ano e para 5,7% em 2020. Para o PIB mundial, a OCDE prevê crescimento de 2,9% em 2019, menor ritmo desde a crise financeira mundial de 2008.</p>
<p>Dada a fragilidade da economia mundial, a tarefa de recuperar investimento e consumo já não pode ficar a cargo apenas de bancos centrais. Está na hora dos países ricos abrirem os cofres públicos.</p></div>
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		<title>Bancos centrais do mundo cortam juros antecipando risco de recessão</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/bancos-centrais-do-mundo-cortam-juros-antecipando-risco-de-recessao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2019 20:17:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Instituições dos Estados Unidos e Europa trabalham com taxas menores para minimizar efeitos de desaceleração; aumento da produtividade ajudaria Brasil a passar melhor por esse ambiente</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Instituições dos Estados Unidos e Europa trabalham com taxas menores para minimizar efeitos de desaceleração; aumento da produtividade ajudaria Brasil a passar melhor por esse ambiente</p>
<p>A redução das taxas de juros pelos Bancos Centrais (BCs) ao redor do mundo representa um movimento de antecipação ao risco de recessão nas principais economias globais.</p>
<p>“A Europa, por exemplo, tem estado atenta a isso, pois sabe que o que acontecer nos Estados Unidos [EUA] irá ter fortes repercussões no continente e no restante do mundo”, destaca a coordenadora do curso de economia do Insper, Juliana Inhasz. “Está todo mundo tentando minimizar os efeitos de uma possível recessão”, acrescenta ela.</p>
<p>O continente europeu ainda tenta se recuperar dos efeitos da crise financeira de 2008. Uma nova recessão nos EUA dificultaria ainda mais a retomada o bloco. Cenário semelhante se coloca para o Brasil, que vem tentando se recuperar de um longo período recessivo entre 2015 e 2016.</p>
<p>Na última terça-feira (17), o Banco Central Europeu (BCE) cortou sua taxa de depósito em 10 pontos-base, para uma mínima recorde de -0,5%, com a justificativa de implementar estímulos adicionais na zona do euro. No dia seguinte (18), o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) também anunciou corte. Dessa vez, de 0,25 ponto na taxa básica de juros norte-americana, levando-a para a faixa de 1,75% a 2,00%. Todos os dirigentes votaram pela redução.</p>
<p>Os BCs têm se preocupado com os efeitos da guerra comercial entre Estados Unidos e China sobre a economia, além dos impactos do Brexit (processo de separação do Reino Unido da União Europeia).</p>
<p>O BC do Brasil também cortou em 0,50 ponto a taxa de juros Selic, para 5,50% ao ano.</p>
<p>Na avaliação de Inhasz, elevar o nível de produtividade seria uma das maneiras do Brasil passar por esse período de baixo crescimento mundial de uma forma menos negativa. “Quando você tem um nível de produtividade elevado, o custo de produção diminui e, consequentemente, os preços dos produtos caem”, avalia Inhasz.</p>
<p>“E em um momento de baixo crescimento econômico ou recessão, as pessoas preferem pagar por produtos mais em conta”, complementa. Por outro lado, a professora reconhece que o processo de ganho de produtividade é demorado e que o governo pouco tem apontado nesse sentido.</p>
<p>Já o coordenador do curso de Economia da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) Paulo Dutra observa que a recente rodada de corte de juros tenta evitar o estouro de uma bolha que tende a agravar a economia global.</p>
<p>Ele conta que, atualmente, há US$ 17 trilhões de ativos financeiros atrelados a taxas de juros negativas pelo mundo. “Se os juros sobem neste cenário, automaticamente esses ativos perdem valor provocando uma grave crise de confiança”, comenta o professor.</p>
<p>O que poderia estimular o Fed a subir juros hoje, por exemplo, são possíveis pressões inflacionárias. Dutra lembra que categorias começam a se mobilizar nos EUA. Na última segunda (16), por exemplo, cerca de 50 mil funcionários da General Motors (GM) entraram em greve geral. “Se houver uma forte elevação de salários nos EUA, isso certamente trará pressões sob a inflação”, ressalta o coordenador da FAAP.</p>
<p>O banco central da Suíça (SNB, na sigla em inglês) declarou ontem que espera manter sua posição de política monetária “ultraflexível” no longo prazo, depois de manter sua política monetária inalterada e oferecer aos bancos atingidos por suas taxas de juros negativas, um alívio extra. O SNB manteve sua principal taxa de juros inalterada em -0,75%, contrariando o BCE e o Fed.</p>
<p>Já o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) decidiu manter ontem o juro em 0,75% reiterando alerta de que deixar a União Europeia (UE) sem um acordo desaceleraria o crescimento e aumentaria os preços. O BoE disse ainda que a incerteza relacionada ao Brexit está causando um ressurgimento da capacidade ociosa na economia britânica e prejudicando a produtividade. O fracasso de um acordo pode levar a uma fraqueza adicional.</p></div>
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