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	<title>Arquivos PIB &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos PIB &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Brasil investe só 0,13% do PIB em transportes e fica entre os piores do mundo em infraestrutura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 20:33:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os investimentos públicos em infraestrutura de transportes no Brasil continuam em patamar considerado baixo e distante do necessário para sustentar a modernização logística do país. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Segundo levantamento do ILOS, o patamar ainda está distante do necessário para modernização da infraestrutura e amplia dependência das rodovias</em></p>
<p>Os investimentos públicos em infraestrutura de transportes no Brasil continuam em patamar considerado baixo e distante do necessário para sustentar a modernização logística do país. Segundo levantamento do Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS) analisado pela Agência Transporte Moderno, após atingir R$ 33 bilhões em 2010 e R$ 31 bilhões em 2011, os aportes recuaram de forma consistente ao longo da última década e, nos últimos anos, oscilaram entre R$ 8 bilhões e R$ 15 bilhões, mesmo com correção pela inflação.</p>
<p>Em 2025, os investimentos públicos somaram R$ 14 bilhões, com forte concentração no modal rodoviário e baixa participação de ferrovias, hidrovias e outros sistemas de transporte. Segundo estimativas do setor, cerca de metade dos investimentos totais em infraestrutura de transportes no país foi realizada pelo setor público, enquanto a outra metade ficou a cargo da iniciativa privada.</p>
<p>Apesar de uma leve recuperação em relação aos níveis mais baixos observados entre 2021 e 2022, o volume investido ainda é considerado insuficiente. No ano passado, o Brasil destinou o equivalente a apenas 0,13% do PIB à infraestrutura de transportes, percentual bastante inferior aos cerca de 2% do PIB ao ano apontados como necessários para manutenção, expansão e modernização da malha logística nacional.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-55120" src="https://storage.transportemoderno.com.br/uploads/2026/05/Sem-titulo-1-800x450.jpg" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" srcset="https://storage.transportemoderno.com.br/uploads/2026/05/Sem-titulo-1-800x450.jpg 800w, https://storage.transportemoderno.com.br/uploads/2026/05/Sem-titulo-1-400x225.jpg 400w, https://storage.transportemoderno.com.br/uploads/2026/05/Sem-titulo-1-768x432.jpg 768w, https://storage.transportemoderno.com.br/uploads/2026/05/Sem-titulo-1-1536x864.jpg 1536w, https://storage.transportemoderno.com.br/uploads/2026/05/Sem-titulo-1-848x478.jpg 848w, https://storage.transportemoderno.com.br/uploads/2026/05/Sem-titulo-1.jpg 1600w" alt="" width="800" height="450" /></p>
<p><strong>Patamar baixo entre as principais economias</strong><br />O professor de Supply Chain da Fundação Dom Cabral, Paulo Resende, explicou à reportagem que o Brasil mantém um dos menores níveis de investimento em infraestrutura de transportes entre as 20 maiores economias do mundo. “Os investimentos públicos em infraestrutura de transportes no Brasil continuam sendo os menores em relação ao PIB nas vinte principais economias do mundo. É um patamar baixo diante do que o Brasil precisa, considerando que a nossa infraestrutura é historicamente muito ruim, principalmente agora com uma nova demanda e um crescimento de demanda impressionante na área dos granéis agrícolas”, afirma.</p>
<p>Ele destaca ainda que setores como agronegócio e base florestal dependem de alternativas mais eficientes ao modal rodoviário. “Eu destaco os granéis agrícolas, e poderíamos também incluir celulose, papel e outros granéis minerais, que estão extremamente dependentes de modos de transporte que não são rodovias”, completa.</p>
<p>A restrição de investimentos impacta diretamente a estrutura de transporte do país, ao limitar a expansão de modais mais eficientes, como ferrovias e hidrovias, e manter a forte dependência do sistema rodoviário. Além disso, a falta de recursos compromete a qualidade da infraestrutura existente, aumentando gargalos operacionais, segundo o professor.</p>
<p>Na prática, o cenário resulta em maiores custos logísticos para empresas, menor previsibilidade nas operações, aumento do tempo de trânsito de cargas e redução da competitividade do Brasil no comércio interno e externo.</p></div>
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		<title>Fim da escala 6&#215;1: estudos divergem sobre impactos no PIB e inflação</title>
		<link>https://setcesp.org.br/escala-6x1/fim-da-escala-6x1-estudos-divergem-sobre-impactos-no-pib-e-inflacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:10:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[jornada de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As propostas de redução da jornada de trabalho no Brasil, em tramitação no Congresso Nacional, têm mobilizado pesquisadores sobre os possíveis impactos da medida na economia.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Impactos da redução de jornada viram disputa entre economistas</em></p>
<p>As propostas de redução da jornada de trabalho no Brasil, em tramitação no Congresso Nacional, têm mobilizado pesquisadores sobre os possíveis impactos da medida na economia, a partir do fim da escala de seis dias de trabalho por um de descanso, a chamada 6&#215;1.</p>
<p>De um lado, estudos de entidades que representam o empresariado, as chamadas confederações patronais, projetam queda no Produto Interno Bruto (PIB) e alta da inflação.</p>
<p>Por outra perspectiva, análises da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) desenham um cenário diferente, com impactos reduzidos atingindo apenas alguns setores, além da criação de mais empregos e possível aumento do PIB.</p>
<p>Para a economista da Unicamp Marilane Teixeira, a diferença entre as pesquisas sobre os custos econômicos da redução da jornada ocorre porque não se trata de um debate puramente técnico, mas político.</p>
<p>“Parte significativa da literatura econômica que discute o assunto parte de modelos que assumem, como regra, que qualquer redução na quantidade de horas trabalhadas levará, inevitavelmente, à redução da produção e da renda – ignorando, assim, os ajustes dinâmicos que historicamente ocorrem no mercado de trabalho”, aponta.</p>
<p>Membro do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesite), Marilene defende que a resistência à redução da jornada, por parte dos empregadores, pode levar a projeções alarmistas.</p>
<p>“Do ponto de vista dos empregadores, é claro que, qualquer mudança é vista a partir do seu negócio. Eles não olham a economia como um todo, mas isso traz benefícios para o conjunto da sociedade”, acredita.</p>
<p>Previsões <br />A pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) calcula uma perda de R$ 76 bilhões no PIB brasileiro (-0,7%) com a redução da jornada das atuais 44 para 40 horas. No caso da indústria, o PIB cairia 1,2%.</p>
<p>“Nossa indústria vai perder participação no mercado doméstico e internacional, a partir da redução nas exportações e da alta nas importações”, destaca o presidente da CNI, Ricardo Alban.</p>
<p>Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que reúne empresários desses setores, afirma que a redução da jornada aumentaria os custos sobre a folha salarial em 21%. A estimativa da CNC cita que o repasse de preços ao consumidor poderia chegar a 13%. Já a CNI aponta para altas nos preços de 6,2%, em média.</p>
<p>“Sem redução dos salários nominais, espera-se por impactos significativos sobre a rentabilidade da atividade comercial no Brasil”, diz a CNC.</p>
<p>Custos x benefícios <br />Já o estudo do Ipea afirma que a alta no custo das empresas com os trabalhadores, a partir da redução da jornada, não passaria dos 10%, no caso dos setores mais impactados. Na média, a previsão é de um custo extra do trabalho de 7,8%.</p>
<p>Porém, considerando o custo total das empresas, conta que engloba o conjunto de gastos, o impacto da redução da jornada varia de 1%, em setores como comércio e indústria, a até 6,6%, no caso do ramo de vigilância e segurança.</p>
<p>“Os resultados indicam que a maioria dos setores produtivos apresenta capacidade de absorver aumentos nos custos do trabalho, ainda que alguns segmentos demandem atenção específica”, diz o estudo do Ipea.</p>
<p>A exceção seriam as empresas com até nove trabalhadores, que empregam cerca de 25% dos assalariados formais do país. Segundo o Ipea, esses negócios podem precisar de apoio estatal para transição à nova jornada de trabalho.</p>
<p>Um dos autores do estudo do Ipea, Felipe Pateo, afirma que o levantamento da CNC não demonstra, “de forma transparente”, como eles chegaram ao aumento de 21% no custo do trabalho.</p>
<p>“Mesmo olhando só para o custo do trabalho em si, a gente mostra que, matematicamente, não tem como esse aumento ser maior do que 10% porque é exatamente o tempo de horas que o empregador vai perder em relação ao trabalhador que faz 44 horas semanais”, afirmou.</p>
<p>A Agência Brasil procurou a CNC para comentar as divergências, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem.</p>
<p>Inflação dos preços</p>
<p>Projeções de aumento de preços com o fim da escala 6&#215;1 são destaque nos estudos de entidades patronais como CNC e CNI, que argumentam que o aumento do custo da mão de obra será repassado ao consumidor final.</p>
<p>O economista da CNI Marcelo Azevedo pondera que a necessidade de contratar mais vai gerar aumento de custos na ponta.</p>
<p>“Tem aumento de custo porque o valor do salário-hora aumentou, então vai ter aumento de custo. Todos os produtos vão ter aumento. Isso é um efeito que vai se acumulando porque cada setor tem o mesmo problema”, explica.</p>
<p>Por sua vez, o economista do Ipea Felipe Pateo avalia que o impacto inflacionário será limitado, lembrando que os empresários podem ainda absorver essa diferença com redução de lucros.</p>
<p>“O aumento no custo operacional é de 1%. Se o empresário repassar integralmente esse aumento, vai ser um aumento de 1% no preço do produto”, afirma Pateo.</p>
<p>Já a economista da Unicamp, Marilane Teixeira, avalia que não há risco de aumento generalizado de preços.</p>
<p>“Se fosse assim, então, toda vez que eleva o salário mínimo, você teria um aumento da inflação exponencial porque o salário mínimo tem impacto para o conjunto da economia”, compara.</p>
<p>Ela acrescenta que praticamente todos os setores da economia atuam com capacidade ociosa, que permite aumentar a oferta em caso de pressão no lado da demanda.</p>
<p>“Essa ideia de que uma elevação marginal no custo do trabalho pela contratação gera inflação, não se sustenta. O impacto disso no custo total é tão marginal que é óbvio que não vai impactar no preço do produto. E se a empresa compete, ele não vai reajustar preço porque corre o risco de perder cliente para o concorrente”, justifica.</p>
<p>A nota técnica do Ipea sustenta que a redução da jornada terá efeito semelhante a de aumentos do salário mínimo e afirma que as projeções que preveem redução do PIB e do emprego não são respaldadas por estudos que analisam a experiência histórica brasileira.</p>
<p>“Aumentos reais [do salário mínimo], que chegaram a 12% em 2001, 7,6% em 2012 e 5,6% em 2024, não causaram efeitos negativos sobre o nível de emprego”, diz a nota técnica do Ipea.</p>
<p>Divergências <br />A divergência entre as pesquisas ocorre porque os levantamentos partem de pressupostos e premissas diferentes para calcular os impactos sobre o PIB e inflação, por exemplo.</p>
<p>O estudo da Unicamp parte da premissa de que a redução da jornada vai incentivar os empregadores a contratar mais. Em contrapartida, o estudo da CNI parte do pressuposto de que a redução do total de horas trabalhadas diminuiria o total do produto final.</p>
<p>O gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explicou à Agência Brasil que os estudos de projeções econômicas simplificam a realidade e precisam definir hipóteses para fazer projeções de impactos da mudança.</p>
<p>“Você pode assumir que vai ter ganho de produtividade, você pode assumir que não vai ter ganho de produtividade. E tudo bem. Isso faz parte dos estudos, desde que bem explicitados que tipo de hipótese você está assumindo. Não à toa você tem visões diferentes e não necessariamente erradas, mesmo que conflitantes”, pondera.</p>
<p>Marilene ressalta que a diferença entre as pesquisas não é resultado de uma manipulação das evidências. A partir dos mesmos dados, pode-se chegar a resultados distintos em razão da perspectiva política, econômica e social que o pesquisador tem do contexto que se analisa.</p>
<p>“É um conflito que chamamos de conflito distributivo. É uma disputa para definir para onde canalizar os lucros, a renda do trabalho, o salário e o consumo. O que está em disputa são os ganhos da produtividade”, completa.</p>
<p>Produtividade</p>
<p>O estudo da CNI aponta que a redução da jornada de trabalho vai impactar a competitividade das empresas. Ele avalia como improvável o aumento da produtividade para compensar a redução das horas trabalhadas.</p>
<p>Ao aumentar a produtividade, uma empresa pode produzir o mesmo com menos tempo de trabalho.</p>
<p>“A gente, infelizmente, e por diversas razões que não são simples de contornar, está com uma produtividade estagnada há muito tempo. Ela é baixa frente aos outros países. Acho difícil apostar numa melhora significativa de produtividade”, explicou à Agência Brasil o gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo.</p>
<p>A economista Marilane Teixeira aponta que, mesmo com uma jornada relativamente extensa como a brasileira, a produtividade se mantém estagnada.</p>
<p>“Portanto, não é a jornada de trabalho que vai resolver o problema da produtividade. Talvez, até reduzindo a jornada de trabalho, você possa melhorar a produtividade porque as pessoas vão estar mais descansadas”, completa.</p>
<p>O técnico do Ipea Felipe Pateo afirma que há muitas possibilidades para adequação das empresas frente a redução da jornada, não sendo possível antecipar uma queda no PIB.</p>
<p>“A hora liberada do trabalhador pode gerar também maior produção, maior consumo. Pode fazer com que as outras atividades, no tempo livre, tenham uma dinâmica positiva na economia”, explica.</p>
<p>Evolução histórica</p>
<p>Em 1988, a Constituição brasileira reduziu a jornada de trabalho de 48 para 44 horas semanais. Em 2002, economistas da PUC Rio e da Universidade de São Paulo (USP) publicaram estudo que não identificou efeitos negativos no nível de emprego.</p>
<p>“As mudanças relacionadas à jornada de trabalho em 1988 não aumentaram a probabilidade de o trabalhador afetado perder o emprego e diminuíram a sua probabilidade de sair da força de trabalho no ano seguinte à mudança regulatória”.</p>
<p>O economista da CNI Marcelo Azevedo questiona a comparação da redução atual da jornada com a que foi realizada durante a Constituição de 1988, alegando que a economia mudou muito nesses 40 anos.</p>
<p>“A economia era mais fechada, não tinha globalização como tem hoje, não tinha o comércio eletrônico de hoje. Era mais fácil absorver os custos com uma inflação elevadíssima como a daquela época”, rebate Azevedo.</p></div>
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		<title>Mercado reduz previsão da inflação para 3,97% este ano</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/mercado-reduz-previsao-da-inflacao-para-397-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dandara Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 18:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[estimativa de inflação]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estimativa para o PIB é 1,8% em 2026.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Estimativa para o PIB é 1,8% em 2026</em></p>
<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; referência oficial da inflação no país &#8211; passou de 3,99% para 3,97% em 2026.</p>
<p>A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (9), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>Para 2027, a projeção da inflação se manteve em 3,8%. Para 2028 e 2029, as previsões são de 3,5% para os dois anos.</p>
<p>Pela quinta semana seguida, a previsão para a inflação de 2026 foi reduzida e está dentro do intervalo da meta para a variação de preços que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.</p>
<p>A primeira divulgação sobre o IPCA de 2026 será feita nesta terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com o índice de janeiro.</p>
<p>Em dezembro, a alta no preço dos transportes por aplicativo e das passagens aéreas fez a inflação chegar a 0,33%, acima do aumento de 0,18% registrado em novembro. O resultado fez o IPCA acumular alta de 4,26% em 2025.</p>
<p><strong>Taxa Selic</strong><br />Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Taxa Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Apesar do recuo da inflação e do dólar, o colegiado não mexeu nos juros pela quinta vez seguida.</p>
<p>A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Em comunicado, o Copom confirmou que começará a reduzir os juros na reunião de março, caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico.</p>
<p>A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica de juros caia para 12,25% ao ano até o final de 2026, a mesma previsão do boletim Focus da semana passada. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.</p>
<p><strong>Juros</strong><br />Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p><strong>PIB e câmbio</strong><br />Nesta edição do boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permanece em 1,8%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) também ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.</p>
<p>Puxada pelas expansões da indústria e da agropecuária, no terceiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 0,1%, o que é considerado pelo IBGE como estabilidade. A divulgação do PIB consolidado de 2025 está agendada pelo IBGE para 3 de março.</p>
<p>Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando ele alcançou 4,8%.</p>
<p>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,50 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique nesse mesmo patamar.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Mercado reduz previsão da inflação para 3,99% este ano</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/mercado-reduz-previsao-da-inflacao-para-399-este-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dandara Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 18:36:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204643321</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estimativa para o PIB é 1,8% em 2026.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Estimativa para o PIB é 1,8% em 2026</em></p>
<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; referência oficial da inflação no país &#8211; passou de 4% para 3,99% em 2026.</p>
<p>A estimativa foi publicada nesta segunda-feira (2) no boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>Para 2027, a projeção da inflação se manteve em 3,8%. Para 2028 e 2029, as previsões são de 3,5% para os dois anos.</p>
<p><strong>Inflação</strong><br />Pela quarta semana seguida, a previsão para a inflação de 2026 foi reduzida e está dentro do intervalo da meta para a variação de preços que deve ser perseguida pelo BC.</p>
<p>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.</p>
<p>A primeira divulgação sobre o IPCA de 2026 será feita no próximo dia 10 de fevereiro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com o índice de janeiro.</p>
<p>Em dezembro, a alta no preço dos transportes por aplicativo e das passagens aéreas fez a inflação chegar a 0,33%, acima do aumento de 0,18% registrado em novembro. O resultado fez o IPCA acumular alta de 4,26% em 2025.</p>
<p><strong>Taxa Selic</strong><br />Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Taxa Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Apesar do recuo da inflação e do dólar, o colegiado não mexeu nos juros pela quinta vez seguida na última reunião.</p>
<p>A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Em comunicado, o Copom confirmou que deverá começar a reduzir os juros na reunião de março, caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico.</p>
<p>A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica caia para 12,25% ao ano até o final de 2026, a mesma previsão do boletim Focus da semana passada.</p>
<p>Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Quando a Taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p><strong>PIB e câmbio</strong><br />Nesta edição do boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permanece em 1,8%.</p>
<p>Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) também ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.</p>
<p>Puxada pelas expansões da indústria e da agropecuária, no terceiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 0,1%, o que é considerado pelo IBGE como estabilidade.</p>
<p>Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p>A divulgação do PIB consolidado de 2025 está agendada pelo IBGE para 3 de março.</p>
<p>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,50 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique nesse mesmo patamar.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/mercado-reduz-previsao-da-inflacao-para-399-este-ano/">Mercado reduz previsão da inflação para 3,99% este ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>BC eleva projeção para crescimento do PIB para 2,3% em 2025 e para 1,6% em 2026</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/bc-eleva-projecao-para-crescimento-do-pib-para-23-em-2025-e-para-16-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 17:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudanças se devem a revisões na série e efeito do Imposto de Renda.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Mudanças se devem a revisões na série e efeito do Imposto de Renda</em></p>
<p>O Banco Central (BC) elevou sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2025 para 2,3%, de 2%, principalmente por causa das revisões nos dados do primeiro semestre por parte do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A projeção para 2026 foi ajustada para 1,6%, de 1,5%, mantendo a perspectiva de crescimento moderado ao longo do ano. As informações constam do Relatório de Política Monetária (RPM) do BC de dezembro.</p>
<p>A nova projeção para 2025 contou ainda com o resultado do terceiro trimestre ligeiramente acima do esperado e com uma reavaliação do desempenho esperado para o quarto trimestre, considerando os indicadores disponíveis até a data de corte do relatório.</p>
<p>A revisão do IBGE foi particularmente relevante para a atualização da projeção da agropecuária, segundo o BC. Para a indústria e o setor de serviços, diz, o impacto agregado das revisões das séries foi pequeno, embora significativo em alguns segmentos específicos. Pela ótica da demanda, a revisão afetou principalmente a estimativa para o consumo do governo, afirma o BC.</p>
<p>Sob a ótica da oferta, houve alta nas projeções para agropecuária (para 11%, de 9%) e indústria (para 1,6%, de 1%), acompanhada de leve redução na estimativa para o setor de serviços (para 1,7%, de 1,8%). &#8220;A projeção para os setores menos cíclicos foi elevada, refletindo, principalmente, revisões altistas na agropecuária e na indústria extrativa, parcialmente compensadas pela redução na previsão para serviços de intermediação financeira. A previsão para os setores mais cíclicos também avançou, com aumento nas estimativas para construção, indústria de transformação e algumas atividades mais cíclicas do setor de serviços&#8221;, diz o BC no relatório.</p>
<p>No âmbito da demanda interna, a projeção do BC para o crescimento do consumo das famílias recuou para 1,5%, de 1,8%. Em sentido oposto, as estimativas para o consumo do governo e para a formação bruta de capital fixo (FBCF), medida para os investimentos no PIB, foram elevadas, para 2%, de 0,5%, e para 3,8%, de 3,3%, respectivamente.</p>
<p>&#8220;Essas revisões foram bastante influenciadas por surpresas nos resultados do terceiro trimestre — baixa para o consumo das famílias e alta para o consumo do governo e para a FBCF. No caso do consumo do governo, a estimativa de crescimento foi ainda afetada pela revisão da série, que elevou o resultado no primeiro semestre&#8221;, afirma o BC.</p>
<p>No setor externo, a projeção para as exportações foi elevada para 4%, de 3%, enquanto a estimativa para as importações passou para 5%, de 4,5%.</p>
<p>Assim, as contribuições da demanda interna e do setor externo para a evolução do PIB em 2025 são estimadas pelo BC em 2,4 ponto percentual (p.p.) e -0,1 ponto, respectivamente.</p>
<p><strong>Próximo ano</strong></p>
<p>No caso da projeção para 2026, a revisão foi influenciada, segundo o BC, pela maior &#8220;herança estatística&#8221; decorrente do crescimento mais alto de 2025 e pela inclusão de estimativas preliminares para os efeitos da isenção ou desconto no Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) para as primeiras faixas de renda.</p>
<p>Em contrapartida, diz, revisões negativas para agropecuária e indústria extrativa, devido às primeiras projeções da safra e às perspectivas menos favoráveis para minério de ferro, limitaram a alta para 2026.</p>
<p>&#8220;Entre os fatores que influenciam esse cenário estão a expectativa de manutenção da política monetária em campo restritivo, o baixo nível de ociosidade dos fatores de produção, a perspectiva de desaceleração da economia global e a ausência do impulso agropecuário observado em 2025. A dinâmica projetada também incorpora os efeitos de medidas recentes com impacto potencial sobre a demanda, como a isenção ou desconto no IRPF para as faixas iniciais de renda&#8221;, afirma o BC.</p>
<p>Do lado da oferta, na indústria, a previsão de alta passou para 1,9%, de 1,4%, influenciada por altas nas perspectivas para a indústria de transformação e para a construção. Por outro lado, a expectativa para a indústria extrativa foi reduzida devido a perspectivas menos favoráveis para a produção de minério de ferro, diz o BC.</p>
<p>Nos serviços, a revisão foi pequena, para 1,6%, de 1,5%, mantendo-se a perspectiva de crescimento gradual ao longo do ano. Por fim, a projeção para agropecuária foi reduzida para 0,5%, de 1%, refletindo as primeiras previsões para a safra de 2026, segundo o BC.</p>
<p>Pelo lado da demanda, as previsões para o consumo das famílias, o consumo do governo e a FBCF foram ampliadas para 1,5%, 1,5% e 1%, respectivamente, ante 1,4%, 1% e 0,3%. &#8220;As revisões para o consumo do governo e a FBCF refletem, sobretudo, ajustes nas estimativas de crescimento desses componentes em 2025, que elevaram o carregamento estatístico. Já a leve alta na previsão para o consumo das famílias foi influenciada pelo impacto esperado de medidas aprovadas recentemente, especialmente a isenção ou desconto no IRPF para as faixas iniciais de renda&#8221;, diz o BC.</p>
<p>No setor externo, a previsão para as exportações foi reduzida para 2%, de 2,5%, refletindo, principalmente, diminuição nas projeções para a agropecuária e para a indústria extrativa, enquanto a estimativa de crescimento das importações permaneceu em 1%.</p>
<p>As contribuições das demandas interna e externa para o crescimento de 2026 são estimadas pelo BC em 1,4 ponto e 0,2 ponto percentual, respectivamente.</p></div>
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		<item>
		<title>Monitor do PIB aponta alta de 0,7% em agosto ante julho, revela FGV</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/monitor-do-pib-aponta-alta-de-07-em-agosto-ante-julho-revela-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 18:05:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na comparação com agosto de 2024, houve crescimento de 1,3% em agosto de 2025.</p>
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<div tabindex="2">
<p class="text-lg font-normal group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl" style="text-align: center;" data-single-excerpt="true"><em>Na comparação com agosto de 2024, houve crescimento de 1,3% em agosto de 2025</em></p>
<p data-single-excerpt="true">O <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">PIB</strong> (Produto Interno Bruto) brasileiro cresceu 0,7% em agosto ante julho, segundo o Monitor do PIB, apurado pelo Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas).</p>
<p data-single-excerpt="true">Na comparação com agosto de 2024, houve crescimento de 1,3% em agosto de 2025. A taxa acumulada em 12 meses até agosto foi de 2,7%.</p>
<p data-single-excerpt="true">Segundo a FGV, embora o consumo das famílias mostre enfraquecimento, a atividade econômica exibe &#8220;notável resiliência&#8221;.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">&#8220;Os três grandes setores de atividade (agropecuária, indústria e serviços), contribuíram positivamente para o crescimento de 0,7% da economia em agosto, na comparação com julho. Ressalta-se, contudo, que pela ótica da demanda, houve retração do consumo das famílias pelo terceiro mês consecutivo; componente que representa mais de 60% do PIB. Este padrão mostra sinais de enfraquecimento de um componente que teve papel de destaque como um dos principais motores do crescimento da economia brasileira nos últimos anos. Tais resultados reforçam que há pontos de atenção relevantes na economia, porém, também há notável resiliência, que se reflete no crescimento de 0,7%&#8221;, apontou Juliana Trece, coordenadora do Monitor do PIB &#8211; FGV, em nota oficial.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">O Monitor do PIB antecipa a tendência do principal índice da economia a partir das mesmas fontes de dados e metodologia empregadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), responsável pelo cálculo oficial das Contas Nacionais.</p>
<p>No trimestre móvel terminado em agosto de 2025, ante o trimestre encerrado em agosto de 2024, o PIB avançou 1,4%. Sob a ótica da demanda, o consumo das famílias ficou estável (0,0%) nesse tipo de comparação.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">&#8220;A desaceleração no consumo das famílias, iniciada no segundo semestre de 2024, seguiu em curso, tendo resultado em estagnação do componente no trimestre móvel findo em agosto. Além da contribuição negativa do consumo de não duráveis, já observada no trimestre móvel findo em julho, o consumo de duráveis também passou a contribuir negativamente para o componente neste trimestre&#8221;, justificou a FGV.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">A FBCF (Formação Bruta de Capital Fixo), medida dos investimentos no PIB, também teve estabilidade (0,0%) no trimestre até agosto deste ano ante o mesmo período do ano anterior. Houve crescimento nos segmentos de construção e de outros ativos, mas forte retração em máquinas e equipamentos.</p>
<div id="mid5" class="custom__ad__element flex min-h-64 bg-gray-200 justify-center items-center my-4 py-4 bg-&#091;url('/images/ad-bg.png')&#093; bg-repeat" data-google-query-id="CJqv_f3vtZADFfWvlQIdr8QzsQ">
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">A exportação de bens e serviços registrou alta de 6,1%, impulsionada por produtos da extrativa mineral. As importações subiram 1,1%.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">Em termos monetários, o PIB alcançou R$ 8,317 trilhões no acumulado do ano até agosto, em valores correntes.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">A taxa de investimento da economia foi de 18,9% no mês de agosto.</p>
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		<item>
		<title>PIB paulista cresce 2,5% em 12 meses</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/pib-paulista-cresce-25-em-12-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 18:37:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Avanço foi puxado pelo setor de serviços.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Avanço foi puxado pelo setor de serviços.</em></p>
<p>O Produto Interno Bruno (PIB) do Estado de São Paulo cresceu 2,5% no acumulado dos últimos 12 meses, na comparação com os 12 meses imediatamente anteriores, livre dos efeitos sazonais. O levantamento foi feito com dados elaborados pela Fundação Seade.</p>
<p>A alta se deve ao setor de serviços, com avanço de 3,5%.</p>
<p>“O avanço da nossa economia, especialmente no setor terciário, é resultado das medidas de modernização da administração pública, desburocratização e iniciativas voltadas para atrair investimentos. Essas ações têm feito a diferença desde o início da nossa gestão e estão gerando resultados positivos para o estado”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas.</p>
<p>No acumulado de 2025, de janeiro a junho, o PIB paulista avançou 1,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, com crescimento da Agropecuária (4,5%) e do setor de Serviços (2,9%).</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>PIB cresce 0,4% no segundo trimestre, mostra IBGE</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/pib-cresce-04-no-segundo-trimestre-mostra-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 18:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Economia brasileira atinge o maior patamar da série histórica.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/pib-cresce-04-no-segundo-trimestre-mostra-ibge/">PIB cresce 0,4% no segundo trimestre, mostra IBGE</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_7 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro registrou crescimento de 0,4% no segundo trimestre de 2025 ante o primeiro trimestre do ano. Com esse resultado, o PIB atingiu o maior patamar da série histórica, iniciada em 1996.</strong> <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1656734&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1656734&amp;o=node" /></p>
<p>Em relação ao segundo trimestre de 2024, a atividade econômica brasileira teve alta de 2,2%. N<strong>o semestre e no acumulado em quatro trimestres, o PIB cresceu 2,5% e 3,2%, respectivamente.</strong></p>
<p>O resultado do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país) foi divulgado na manhã desta terça-feira (2) pelo <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ibge" target="_blank" rel="noopener">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a>.</p>
<p><strong>De acordo com o instituto, o PIB brasileiro chega a R$ R$ 3,2 trilhões.</strong></p>
<p>A variação positiva no trimestre ante trimestre é a 16ª seguida, ou seja, desde o segundo trimestre de 2021 (-0,6%).</p>
<p><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<h2>Setores</h2>
<p>O PIB pode ser calculado pela ótica da produção (análise do desempenho das atividades econômicas) ou do consumo (gastos e investimentos).</p>
<p>Pelo lado da oferta, as expansões dos serviços (0,6%) e da indústria (0,5%) compensaram o recuo da agropecuária (-0,1%). O consumo das famílias cresceu 0,5%, enquanto o consumo do governo caiu 0,6%, e investimentos tiveram perda de 2,2%.</p>
<p>Os serviços e consumo das famílias atingiram patamares recordes.</p>
<p><strong>Em relação ao segundo semestre de 2024, a alta de 2,2% foi puxada pela agropecuária, que deu um salto de 10,1%, impulsionado pelo ganho de produtividade de alguns produtos da lavoura</strong>.</p>
<h2>Freio dos juros</h2>
<p><strong>O resultado de 0,4% no trimestre é uma desaceleração, uma vez que no primeiro trimestre, houve alta de 1,3%</strong>.</p>
<p>A coordenadora da Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, a perda de ritmo de crescimento era esperada por causa da política monetária restritiva, ou seja, juros altos.</p>
<blockquote>
<p>“As atividades indústrias de transformação e construção, que dependem de crédito, são mais afetadas nesse cenário”, avalia ela, acrescentando que os efeitos negativos na construção e na produção de bens de capital [máquinas e equipamentos] ajudam a explicar a queda nos investimentos.&#8221;</p>
</blockquote>
<p><strong>A pesquisadora explica que o setor de serviços é menos impactado por essa política restritiva</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Foi uma alta disseminada pelo setor e puxada pelas atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados; informação e comunicação, impulsionado pelo desenvolvimento de software, e transporte, armazenagem e correio, puxado por transporte de passageiros”, descreve.</p>
</blockquote>
<p>A escalada dos juros começou em setembro do ano passado, quando a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/copom-mantem-juros-basicos-da-economia-em-15-ao-ano" target="_blank" rel="noopener">taxa básica</a> (Selic) saiu de 10,5% ao ano e, gradativamente, chegou aos atuais 15%, maior nível desde julho de 2006 (15,25%).</p>
<p>A taxa Selic é decidida a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central e consiste na principal forma de a instituição fazer a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-08/inflacao-fecha-julho-em-026-alimentos-caem-pelo-segundo-mes-seguido" target="_blank" rel="noopener">inflação</a> convergir para a meta estipulada pelo governo ─ de 3% ao ano com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Desde setembro de 2024, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) está acima do teto da meta (4,5%).</p>
<p>Uma face do juro alto é o efeito contracionista, que combate a inflação. A elevação da taxa faz com que empréstimos fiquem mais caros – seja para pessoa física ou empresas ─ e desestimula investimentos, uma vez que pode valer mais a pena manter o dinheiro investido, rendendo juros altos, do que arriscar em atividades produtivas.</p>
<p>Esse conjunto de efeitos freia a economia. Daí vem o reflexo negativo: menos atividade tende a ser sinônimo de menos emprego e renda. <strong>De acordo com o Banco Central, o efeito da Selic na inflação leva de seis a nove meses para se tornar significativo</strong>.</p>
<h2>Expectativa para 2025</h2>
<p>Na segunda-feira (1º) o Banco Central divulgou o Boletim Focus, que traz expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. <strong>Em relação ao <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-09/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-485" target="_blank" rel="noopener">PIB fechado de 2025</a>, o mercado estima crescimento de 2,19%. </strong></p>
<p>A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda calcula <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/fazenda-aumenta-para-25-estimativa-para-o-pib-em-2025" target="_blank" rel="noopener">expansão de 2,5% em 2025</a>, de acordo com a <strong>edição de julho do bimestral Boletim Macrofiscal</strong>. </p>
<p>Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%, quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando a economia cresceu 4,8%.</p>
<h2>O que é o PIB</h2>
<p>O Produto Interno Bruto (PIB) é o conjunto de todos os bens e serviços produzidos em uma localidade em determinado período. Com o dado, é possível traçar o comportamento da economia do país, estado ou cidade, assim como fazer comparações internacionais. </p>
<p><strong>O PIB é calculado com o auxílio de diversas pesquisas setoriais, como comércio, serviços e indústria</strong>. </p>
<p>Durante o cálculo, há cuidados para não haver dupla contagem. Um exemplo: se um país produz R$ 100 de trigo, R$ 200 de farinha de trigo e R$ 300 de pão, seu PIB será de R$ 300, pois os valores da farinha e do trigo já estão embutidos no valor do pão. </p>
<p><strong>Os bens e serviços finais que compõem o PIB são medidos no preço em que chegam ao consumidor</strong>. Dessa forma, levam em consideração também os impostos cobrados.</p>
<p>O PIB ajuda a compreender a realidade de um país, mas não expressa fatores como distribuição de renda e condição de vida. É possível, por exemplo, um país ter PIB alto e padrão de vida relativamente baixo, assim como pode haver nação com PIB baixo e altíssima qualidade de vida. </p></div>
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		<title>PIB paulista registra crescimento de 1,4% nos dois primeiros meses de 2025</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/pib-paulista-registra-crescimento-de-14-nos-dois-primeiros-meses-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 18:35:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com dados da Fundação Seade, todos os setores apresentaram expansão em janeiro e fevereiro deste ano.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Produto Interno Bruto (PIB) do Estado de São Paulo avançou 1,4% no acumulado de janeiro e fevereiro deste ano, em relação ao mesmo período de 2024. De acordo com dados da Fundação Seade, todos os setores da economia apresentaram crescimento no estado, com destaque para agropecuária (3,0%); serviços (2,2%); e indústria (0,9%).</p>
<p>“O ano começou muito positivo para a economia de São Paulo. Tivemos crescimento em todos os setores do PIB no primeiro bimestre e isso nos mostra que estamos no caminho certo. Temos a certeza de que 2025 será mais um ano de oportunidades no mercado de trabalho para os paulistas e para quem quer empreender em nosso estado”, afirma o governador Tarcísio de Freitas.</p>
<p>No acumulado dos últimos 12 meses, se comparado ao mesmo período anterior, o PIB paulista cresceu 3,1%. Os setores que mais se expandiram neste período foram indústria (2,2%) e serviços (3,2%).</p>
<p>Em fevereiro de 2025 o indicador cresceu 1,0% com todos os setores apresentando variação positiva em relação a fevereiro do ano passado. No segundo mês do ano, destacaram-se os setores de agropecuária (12,1%), indústria (0,5%) e serviços (1,9%).</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Emprego formal também cresce no bimestre</strong></h2>
<p>A Fundação Seade também divulgou dados sobre a criação de emprego formal no estado de São Paulo. Nos dois primeiros meses de 2025 foram gerados 175 mil novos postos, 28% a mais do que no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Com esse resultado, o estoque de empregos formais no Estado atingiu 14,5 milhões, o que representa cerca de 30% do total verificado no Brasil.</p></div>
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		<title>PIB do Brasil deve crescer 3% em 2024 e desacelerar neste ano, diz ONU</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/pib-do-brasil-deve-crescer-3-em-2024-e-desacelerar-neste-ano-diz-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 13:14:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Organização melhorou a projeção para o crescimento econômico no ano passado com mercado de trabalho resiliente.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Brasil deve registrar um <strong>crescimento econômico</strong> de 3% em 2024 e <strong>desacelerar</strong> para 2,3% neste ano, segundo nova projeção da Organização das Nações Unidas (<strong>ONU</strong>) divulgada na última quinta-feira (9).</p>
<p>Com isso, a ONU <strong>melhora a expectativa</strong> para o Produto Interno Bruto (PIB) do ano passado, que era de um crescimento de 2,2% no relatório anterior, em setembro de 2024.</p>
<p>A Organização destaca que essa expectativa se dá em um cenário de <strong>mercado de trabalho resiliente</strong> no país, com <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/desemprego-recua-a-61-menor-patamar-do-trimestre-encerrado-em-novembro-na-serie-historica/" target="_blank" rel="noopener">a taxa de desocupação no Brasil no menor patamar histórico, a 6,1% no trimestre encerrado em novembro</a> — números mais recentes.</p>
<p>Já para o Banco Central (BC), em sua última projeção no Boletim Focus de segunda-feira (6), a <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/mercado-ve-selic-mais-alta-neste-ano-com-inflacao-maior-em-2025-e-2026/" target="_blank" rel="noopener">economia brasileira deve ter um crescimento de 3,49% em 2024</a>.</p>
<p>No entanto, “é importante observar que o crescimento do emprego na <strong>América Latina</strong> e no <strong>Caribe</strong> é amplamente impulsionado pelo<strong> emprego informal</strong>, geralmente concentrado em setores de <strong>baixa produtividade</strong>, como varejo, transporte, turismo e serviços”, disse a ONU no relatório.</p>
<p>O certo é que o <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/o-que-aconteceu-na-economia-do-brasil-em-2024/" target="_blank" rel="noopener">crescimento econômico ao longo de 2024 foi surpreendendo as expectativas iniciais do mercado e revisado para cima periodicamente,</a> com a surpresa da força da demanda doméstica e o aumento do consumo das famílias.</p>
<p>E isso fez com que ressurgissem <strong>pressões inflacionárias</strong> e que o BC apresentasse um “caso único […] tendo uma fase de flexibilização em agosto de 2023, à frente de muitos de seus pares, apenas para reverter o curso em setembro de 2024, após apenas 10 meses”, segundo a ONU.</p>
<p>A <strong>taxa básica de juros</strong> iniciou o ano caindo de 11,75% em janeiro para 10,50% ao ano em maio. Após isso, se manteve na mesma faixa até setembro, quando voltaram novamente as altas na taxa.</p>
<p>O avanço foi mantido em todas as reuniões desde então, e a <strong>Selic encerrou 2024 no patamar de 12,25%</strong>, com novas altas já contratadas para este ano.</p>
<p>Com isso, em 2025, a expectativa da ONU é que o crescimento econômico desacelere devido à <strong>política monetária mais rígida</strong>, além de gastos fiscais reduzidos e exportações mais fracas.</p>
<p>Essa também é a opinião do ministro da Fazenda, <strong>Fernando</strong> <strong>Haddad</strong>, o qual afirmou que a<strong> política monetária</strong> mais <strong>contracionista</strong> do BC <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/governo-ja-esta-considerando-desaceleracao-da-economia-em-2025-diz-haddad/" target="_blank" rel="noopener">deve causar uma resposta rápida à economia</a>.</p>
<p>Mesmo com essa desaceleração, o relatório da Organização mostra que o impulso econômico na região da América Latina deve ser <strong>sustentado</strong> pelo crescimento resiliente do Brasil, bem como pela recuperação gradual da <strong>Argentina</strong> após uma recessão prolongada.</p>
<p>“No entanto, há riscos significativos de queda que podem inviabilizar essa perspectiva. Na frente externa, uma desaceleração mais acentuada do que a esperada na China e nos Estados Unidos afetaria negativamente as exportações, as remessas e os fluxos de capital”, acrescentou a ONU.</p>
<p>“Além disso, o aumento da volatilidade nos preços das commodities poderia minar a confiança dos investidores e desestimular os investimentos de longo prazo”.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/pib-do-brasil-deve-crescer-3-em-2024-e-desacelerar-neste-ano-diz-onu/">PIB do Brasil deve crescer 3% em 2024 e desacelerar neste ano, diz ONU</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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