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	<title>Arquivos petroleo &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos petroleo &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Bolsas da Europa têm forte queda, pressionadas por tarifas e petróleo</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/bolsas-da-europa-tem-forte-queda-pressionadas-por-tarifas-e-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 20:20:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[petroleo]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escalada militar no Oriente Médio ampliou a desvalorização das bolsas, enquanto a possibilidade de um aumento nas taxas de importação para carros e caminhões produzidos na União Europeia para 25% já afetava o apetite por risco.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/bolsas-da-europa-tem-forte-queda-pressionadas-por-tarifas-e-petroleo/">Bolsas da Europa têm forte queda, pressionadas por tarifas e petróleo</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou em queda de 1%, o DAX, de Frankfurt, perdeu 1,24%, e o CAC 40, de Paris, caiu 1,71%; a bolsa de Londres permaneceu fechada devido a um feriado</em></p>
<p>Os principais índices acionários europeus encerraram em queda nesta segunda-feira (4), pressionados pelo avanço do preço do petróleo e pelo retorno das ameaças tarifárias do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A escalada militar no Oriente Médio ampliou a desvalorização das bolsas, enquanto a possibilidade de um aumento nas taxas de importação para carros e caminhões produzidos na União Europeia para 25% já afetava o apetite por risco.</p>
<p>O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou em queda de 1%, aos 605,41 pontos, o DAX, de Frankfurt, perdeu 1,24%, aos 23.991,27 pontos, e o CAC 40, de Paris, caiu 1,71%, aos 7.976,12 pontos. A Bolsa de Londres estava fechada devido a um feriado.</p>
<p>Trump publicou na Truth Social, na sexta-feira (1), que a União Europeia não cumpriu o acordo comercial firmado com os Estados Unidos e que, por isso, ele aumentaria a tarifa para carros e automóveis do bloco para 25% a partir desta semana. O setor de automóveis recuou 2,1% hoje.</p>
<p>A escalada militar no Oriente Médio voltou a pressionar o mercado de energia global. O barril do Brent (a referência mundial) voltou a operar acima de US$ 110 nesta segunda, depois de relatos de ataques iranianos a um navio militar americano, embora uma autoridade de alto escalão dos EUA tenha negado a informação. O movimento se acentuou após os Emirados Árabes Unidos relatarem um incêndio em uma área industrial de petróleo após um ataque de drones vindo do Irã.</p>
<p>Embora Trump tenha anunciado esforços para liberar a passagem pelo Estreito de Ormuz, a Reuters noticiou que não houve sinais de aumento de tráfego no local.</p></div>
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		<title>Pedágio eletrônico: entenda as regras para regularização de multas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/pedagio-eletronico-entenda-as-regras-para-regularizacao-de-multas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:15:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[Multas pedágio]]></category>
		<category><![CDATA[Pedágio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[petroleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a suspensão de 3,4 milhões de multas de pedágio eletrônico pelo Governo Federal quem foi afetado pode regularizar sua situação, mas a situação não é automática e exige ação direta de quem foi multado.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/pedagio-eletronico-entenda-as-regras-para-regularizacao-de-multas/">Pedágio eletrônico: entenda as regras para regularização de multas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Governo deu prazo até 16 de novembro para pagamento e contestação</em></p>
<p>Com a suspensão de 3,4 milhões de multas de pedágio eletrônico pelo Governo Federal quem foi afetado pode regularizar sua situação, mas a situação não é automática e exige ação direta de quem foi multado.</p>
<p>Como em qualquer processo de regularização é importante ter registro de comprovantes de pagamento e checar a situação de sua Carteira Nacional de Habilitação após os passos. Outro ponto importante é o prazo: a suspensão é válida por 200 dias, até 16 de novembro. Após essa data quem não regularizar sua situação poderá ser autuado novamente.</p>
<p>Atente também para o fato de que cada autuação por evasão deve ser tratada de forma independente. Embora algumas concessionárias permitam agrupar o pagamento de cobranças em trechos e mesmo em dias diferentes as multas não obedecem a mesma lógica e pendências diferentes podem gerar autuações distintas. Também é importante não deixar passar o prazo de quitação, que é 30 dias após passar o trecho que tem a cobrança eletrônica.</p>
<p>O primeiro passo é o de regularizar a sua situação. Se ainda não o fez, pague os pedágios. Os sites das concessionárias são uma das opções mais acessíveis, mas quem tiver dificuldade pode procurar cabines de cobrança. As concessionárias são obrigadas a dar alternativas de pagamento, inclusive presenciais, conforme a Resolução ANTT Nº 6.079, de 26 de março deste ano.</p>
<p>Em seguida você deve procurar o órgão responsável pela multa. Em estradas federais a referência é a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Para estradas estaduais a referência são os Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans). Você deverá recorrer da multa.</p>
<p>Se você não pagou a multa deve esperar a baixa dos pontos no sistema. O aplicativo CNH Digital é uma boa referência para acompanhar se a pontuação foi retirada da sua carteira.</p>
<p>Caso já tenha pago a multa você tem direito a pedir o valor de volta. Esse pedido ocorre dependendo novamente do órgão que emitiu a multa. Para estradas federais é possível pedir o reembolso pelo portal Gov.br. Nos estaduais é importante procurar a referência nos sites, podendo ser via Detran ou Secretaria da Fazenda). Lembrando que ele não é automático, a correção e devolução depende da iniciativa de quem foi multado.</p>
<p>Um fator importante para a devolução é comprovar que você pagou a multa. Vale comprovante bancário, guia quitada, mas tem de ser um documento bancário oficial e precisará ser enviado, normalmente digitalizado. Também é possível enviar cópias físicas, em agências dos correios ou postos presenciais de atendimento das secretarias ou Detrans, mas será necessário se informar de prazos e exigências dos órgãos.</p>
<p>Após o pedido é importante acompanhar os processos. Guarde protocolos e consulte-os regularmente. Não há um prazo estabelecido para a resposta dos órgãos, que podem pedir documentos adicionais ou mesmo novo envio, caso faltem dados importantes ou haja problema para identificar os dados nos comprovantes.</p></div>
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		<title>Dólar ou petróleo: o que deve ficar mais caro e quais preços podem cair</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/dolar-ou-petroleo-o-que-deve-ficar-mais-caro-e-quais-precos-podem-cair/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:02:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[petroleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Está tudo mais caro", é o bordão do consumidor médio no Brasil. Mas a situação pode piorar nos próximos meses. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>O resultado dessa equação é inflacionário, mas será que algum setor se salva em meio ao choque de oferta da commodity?</em></p>
<p>Há décadas, os preços nas prateleiras do mercado reservam sempre algum susto. &#8220;Está tudo mais caro&#8221;, é o bordão do consumidor médio no Brasil. Mas a situação pode piorar nos próximos meses. As engrenagens da economia brasileira operam hoje sob um paradoxo: o real tem se apreciado em relação ao dólar, enquanto o petróleo ficou mais caro no mercado internacional. A moeda mais forte deveria conter os preços, mas o choque de oferta da commodity empurra as contas para cima. No fim, essas forças não se cancelam, e sim atingem a carteira em pontas diferentes.</p>
<p>Porém especialistas indicam que o resultado dessa composição sobre os preços finais é inflacionária. Em outras palavras: os preços podem subir em ritmo mais acelerado nos próximos meses. E, a bem da verdade, o consumidor já está sentindo esses efeitos no seu bolso há mais de um mês.</p>
<p>O real está entre as moedas que mais se valorizaram no mundo em 2026, com alta de mais de 9% sobre o dólar entre janeiro e o dia 27 de abril. Em tese, essa apreciação da moeda local deveria, indiretamente, agir como canal para aliviar as pressões sobre os preços e baratear uma série de produtos importados.</p>
<p>Mas, nesse meio tempo, os preços do petróleo dispararam. Enquanto o caminho de valorização do real foi tortuoso e lento, a commodity arrancou após a eclosão dos conflitos entre Estados Unidos e o Irã, que levou a um choque de oferta. Assim, o preço do barril, que estava comportado na faixa dos US$ 70 até o fim de fevereiro, escalou para US$ 120 em um mês.</p>
<p>A conta dessa combinação já apareceu no IPCA de março, que veio em 0,88% &#8211; uma surpresa diante do que o mercado esperava no primeiro mês da guerra no Golfo Pérsico, tendo o grupo dos preços do setor de transportes liderado a pressão no mês, puxado pela gasolina (4,59%) e pelo diesel (13,90%) mais caros.</p>
<p>Essas duas forças &#8211; câmbio favorável e petróleo caro &#8211; não se distribuem pela economia de forma equilibrada. Elas incidem sobre produtos diferentes, por canais distintos e em velocidades que raramente favorecem o consumidor.</p>
<p>“O efeito líquido sobre os preços deve ser, na margem, inflacionário. O câmbio mais apreciado tende a aliviar o preço de bens com insumos importados, como eletroeletrônicos, móveis e alimentos industrializados. O problema é que essa transmissão é assimétrica: quando o dólar sobe, o repasse para o consumidor tende a ser rápido e quase completo; quando cai, as empresas primeiro recompõem suas margens de lucro”, explica Guilherme Klein, professor de economia na Universidade de Leeds, na Inglaterra, e pesquisador da USP.</p>
<p>É o produto dessa equação que cria o entendimento de que está tudo sempre mais caro. No limiar dessa dinâmica, o preço no Brasil sobe de elevador, mas desce de escada. E mesmo que a guerra entre EUA e Irã acabe em breve, a inflação já começou a mover suas engrenagens &#8211; e ela nunca devolve o que tirou.</p>
<p><strong>Combustíveis: onde o bolso dói mais </strong></p>
<p>O preço do combustível na bomba é o canal mais direto e mais sentido neste momento para o consumidor médio desde o começo da crise. A gasolina e o diesel já acumulam altas expressivas desde março, ainda no início da guerra no Oriente Médio, mas ainda assim os preços finais possuem defasagem em relação à escalada no valor do petróleo (do qual derivam) lá fora.</p>
<p>Segundo dados da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), a diferença entre o preço praticado nas refinarias e a cotação internacional chegou a cerca de 85% no diesel e 49% na gasolina no período de maior pressão. Para conter essa disparada dos preços, o governo federal anunciou a política de isenção de PIS/Cofins para o diesel que deve reduzir o litro em R$ 0,32.</p>
<p><strong>Mas o alívio não zera o problema.</strong></p>
<p>Quase todo produto que chega às prateleiras Brasil adentro passa pelo porão de um navio ou de um avião ou pela caçamba de um caminhão &#8211; quando não por todos esses veículos. Com o diesel mais caro, o frete sobe e, com ele, o custo de praticamente toda a cadeia produtiva aumenta.<br />Só que, mesmo na frente mais sensível aos preços do petróleo, a mecânica não é tão direta e absoluta.</p>
<p>“Em combustíveis e energia, a presença de tributos (ICMS, PIS/Cofins) e regras de precificação de estatais cria uma camada fiscal e regulatória entre o câmbio e a bomba, tornando o repasse da apreciação parcial e errático”, pondera Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad.</p>
<p>Alimentos: mais caros na carona do combustível<br />A alimentação dentro de casa foi o segundo grupo com maior impacto no IPCA de março, com alta de 1,94%, a maior desde abril de 2022. E a dinâmica dos preços nesse núcleo tem relação direta com o petróleo, por isso, a tendência é de que, enquanto as pressões sobre a commodity não se dissiparem, as compras de mercado seguirão sempre cada vez mais caras.</p>
<p>Sobre a relação entre esses eventos, o professor Klein explica: “O petróleo mais caro pressiona combustíveis, frete e insumos industriais (inclusive fertilizantes) &#8211; e esse canal costuma chegar com mais força. A literatura internacional também mostra que choques de petróleo geram efeitos de segunda rodada relevantes via alimentos e núcleo de inflação com defasagens longas. Esses efeitos tendem a ser mais intensos quando o mercado de trabalho está aquecido como no quadro brasileiro atual.”</p>
<p>A queda da oferta de alguns produtos agrícolas ou de insumos combinada com o aumento do frete só corroboram o cenário de alimentação mais cara neste ano. Mas a situação se agrava por causa dos fertilizantes. Como são insumos agrícolas importados, eles têm capacidade de encarecer o produto final para o consumidor com defasagem de meses.</p>
<p>Por isso, mesmo que o preço do petróleo tenha um comportamento mais benigno no segundo semestre, o preço dos alimentos pode continuar sob pressão.<br />Mas Klein lembra que alimentos in natura ficam numa posição peculiar: respondem tanto ao câmbio, via custo de insumos agrícolas importados, quanto ao petróleo, via fertilizantes e frete. &#8220;Por isso são um dos componentes de maior volatilidade do IPCA e dos mais difíceis de prever em cenários de choques simultâneos.&#8221;</p>
<p>Passagens aéreas e energia elétrica: o que está por vir<br />O querosene de aviação acumulou alta de 55% no início de abril, mas o impacto nas passagens ainda não apareceu integralmente na inflação. Porém seu efeito está por vir: as passagens já encareceram, mas tendem a ficar ainda mais caras.</p>
<p>A tendência é as passagens aéreas responderem mais agressivamente à escalada dos preços do combustível, uma vez que o setor opera com margens comprimidas e alto índice de endividamento, o que deixa pouco espaço para manobra. E nem a viagem de ônibus deve escapar desses apertos.</p>
<p>A indústria de transporte nunca se recuperou plenamente da pandemia, por isso, seus custos mais altos tendem a ser repassados de forma relevante para os preços das passagens.</p>
<p>Já a energia elétrica pode encarecer no cenário de seca, quando as hidrelétricas não conseguem suprir a demanda do território. Nesses casos, as termelétricas são ativadas, porém seu funcionamento é dependente de combustíveis fósseis, o que pode encarecer o custo de energia no país.</p>
<p>Esse repasse não é imediato porque a Aneel revisa as tarifas em ciclos, então o preço do petróleo mais caro de uma termelétrica acionada hoje levará meses para aparecer. Por isso, essa é uma conta que pode precisar ser paga mais adiante.</p>
<p>Eletrônicos: poderiam ficar mais baratos, mas…<br />No segmento de eletrônicos importados, o dólar mais fraco tem efeito real, porém age de forma lenta. Celulares, notebooks, videogames e televisores têm seus custos atrelados ao dólar. Com o real valorizado, o custo de importação desses produtos cai.</p>
<p>A expectativa é que os primeiros efeitos cheguem ao consumidor em um prazo de dois a três meses e apenas se o real se mantiver no patamar atual em relação ao dólar. O entrave, neste caso, é o estoque: lojistas que compraram mercadorias com o dólar mais caro e precisam primeiro girar esse inventário antes de repassar o barateamento.<br />&#8220;Altas do dólar são repassadas com muito mais rapidez e intensidade do que as desvalorizações da moeda. Estoques comprados com a moeda mais cara, contratos fechados antes da desvalorização e custos de remarcação de preços são alguns dos culpados, significando que quedas pontuais não costumam ter impacto muito significativo na inflação&#8221;, explica a estrategista-chefe da Nomad sobre a assimetria estrutural do mercado brasileiro.</p>
<p>Por isso, é preciso que o câmbio fique valorizado de forma persistente para que esse efeito se transforme em alívio real nos preços.</p>
<p>E mesmo nesse caso a equação não é tão direta. Mesmo com o dólar mais barato hoje, se o comércio sentir pressão de custos em outra ponta da sua cadeia lá na frente, pode ser que o alívio cambial nunca seja repassado aos preços pagos pelo consumidor final.</p>
<p><strong>O nó do frete e dos serviços</strong></p>
<p>Há núcleos do IPCA em que o câmbio e o petróleo concorrem de forma mais direta, e a predominância de um desses fatores está intrinsecamente ligada à natureza da economia brasileira.</p>
<p>No frete rodoviário, o petróleo vence com folga. O diesel é o insumo principal, e o modal rodoviário responde pela maior parte do transporte de cargas no Brasil. Uma queda do dólar não barateia o diesel de forma imediata.</p>
<p>O combustível segue indexado ao mercado internacional de petróleo, com a Petrobras como intermediária e o governo como regulador parcial. Sobre essa dinâmica, Klein é direto: &#8220;O efeito que se espalha mais amplamente pela economia é o do frete rodoviário.&#8221;</p>
<p>Já em serviços, o dólar tampouco ajuda muito em baratear os preços. &#8220;Nesse setor, em que a estrutura de custos é quase toda doméstica e intensiva em trabalho, o efeito da queda do dólar é residual&#8221;, explica Zogbi.</p>
<p>E é exatamente no núcleo de preços de serviços que a inflação brasileira está mais firme há anos. Resistente ao período prolongado de Selic em nível contracionista, o comportamento dos preços do setor segue em um patamar que exige cautela na condução da política monetária, segundo os comunicados do próprio corpo diretivo do Banco Central do Brasil.</p>
<p>Já não havia muito espaço para respiro antes, mas agora o cinto pode apertar mais ainda.</p>
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		<title>O que não fazer quando sobe o preço do petróleo</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-que-nao-fazer-quando-sobe-o-preco-do-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 20:12:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[combustível]]></category>
		<category><![CDATA[petroleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para reagir a uma crise de abastecimento, deve-se promover a liberação de estoques, estimular a produção e ampliar os canais de importação do recurso que está faltando.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>As medidas tomadas no Brasil até agora miram o alvo errado: pensa-se que o problema é o que barril está caro, não que ele vai faltar</em></p>
<p>Estamos vivendo uma crise sem precedentes de abastecimento de petróleo. Governos no mundo todo têm agido para responder a essa emergência. No Brasil também muitas medidas têm sido tomadas. No entanto, as medidas escolhidas têm o efeito perverso de agravar a crise de abastecimento, já que estimulam o consumo por petróleo e derivados justamente quando eles estão mais escassos.</p>
<p>Para reagir a uma crise de abastecimento, deve-se promover a liberação de estoques, estimular a produção e ampliar os canais de importação do recurso que está faltando. Também deve-se agir para estimular a redução do consumo e incentivar a substituição por recursos alternativos quando possível. Um exemplo histórico importante de política de substituição é o Proálcool, que foi iniciado em 1975, em resposta à primeira crise do petróleo, e levou a todo o ecossistema de produção, distribuição e consumo de etanol como combustível automotivo que existe hoje no Brasil.</p>
<p>Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://valor.globo.com/opiniao/coluna/o-que-nao-fazer-quando-sobe-o-preco-do-petroleo.ghtml ou as ferramentas oferecidas na página.<br />Textos, fotos, artes e vídeos do Valor estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização do Valor (falecom@valor.com.br). Essas regras têm como objetivo proteger o investimento que o Valor faz na qualidade de seu jornalismo.</p>
<p>Agora, há também lá fora diversos exemplos de medidas emergenciais para enfrentar a crise de oferta. Imediatamente após o início da guerra, os países-membros da Agência Internacional de Energia decidiram liberar 400 milhões de barris de estoques emergenciais — medida essa que por sinal veio acompanhada de recomendações para que as pessoas trabalhem de casa e evitem viajar de avião. Muitos países, especialmente na Ásia e Oceania, regiões mais dependentes do petróleo do Golfo Pérsico, têm agido para desestimular a demanda de diversas formas. No Paquistão, nas Filipinas e no Sri Lanka, foi estabelecida uma semana de quatro dias para serviços públicos. No Paquistão foi também reduzido o limite de velocidade em estradas, medida essa que havia também sido tomada no Brasil após a segunda crise do petróleo. No Egito, lojas e restaurantes passaram a fechar às 21 horas, para reduzir o consumo de eletricidade. A Coreia do Sul está em vias de implantar um programa nacional de rodízio de placas de automóvel. Na Austrália, o transporte público passou a ser gratuito em alguns Estados. Todas essas são medidas que, com maior ou menor grau de sucesso e sacrifício, visam reduzir o consumo de combustível num momento de escassez.</p>
<p>O próprio preço do petróleo é o maior instrumento de combate à crise de abastecimento. Preços altos estimulam pela própria força do mercado a liberação de estoques, promovem ampliação da produção, e incentivam consumidores a buscarem alternativas. A alta do preço do barril é uma poderosa mensagem de que o petróleo está mais escasso no mundo.</p>
<p>As medidas tomadas no Brasil, no entanto, têm o objetivo de combater o mensageiro: pensa-se que o problema é o que barril está caro, não que ele vai faltar. Já em março, no início da crise, o governo anunciou diversas medidas de subvenção ao óleo diesel, com a isenção de PIS-Cofins e um programa de redução de ICMS, negociado com os Estados com parte da renúncia fiscal sendo assumida pela União. Depois, expandiu a subvenção para o diesel importado, e para o biodiesel, GLP e querosene de aviação. Todas essas medidas que estimulam o consumo de combustível e, com exceção da subvenção ao biodiesel, agravam o problema de escassez.</p>
<p>Entre as medidas propostas havia também um imposto de exportação de 12% sobre o petróleo bruto, que foi anulado pela justiça em decisão liminar. Esse tipo de medida poderia ter um efeito de curto prazo, mas é evidentemente prejudicial no longo prazo porque desestimula o investimento privado em exploração e produção. Com o imposto tendo sido anunciado, mas não implementado, temos o pior dos dois mundos: o governo afugenta investimentos, e o petróleo continua podendo sair do país.</p>
<p>Outra ideia surpreendente é a de, no meio da crise, duplicar o programa Move Brasil, que passaria a oferecer R$ 20 bilhões em empréstimos subsidiados do BNDES para a compra de novos ônibus e caminhões. Não apenas se estimula a demanda por diesel agora, mas também no futuro, através da expansão da frota.</p>
<p>Essas medidas de estímulo agravam a crise de abastecimento, e têm um forte impacto fiscal. (A propósito, é verdade, como apontou o ministro Moretti, que a crise do petróleo vai promover um aumento da arrecadação, mas isso nada tem a ver com o impacto fiscal das medidas do governo: a comparação correta é como ficam as contas com e sem as medidas tomadas, não com e sem a crise em si.)</p>
<p>Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://valor.globo.com/opiniao/coluna/o-que-nao-fazer-quando-sobe-o-preco-do-petroleo.ghtml ou as ferramentas oferecidas na página.<br />Textos, fotos, artes e vídeos do Valor estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização do Valor (falecom@valor.com.br). Essas regras têm como objetivo proteger o investimento que o Valor faz na qualidade de seu jornalismo.</p>
<p>Já talvez prevendo a crise de abastecimento, há também medidas para aumentar a fiscalização e coibir de forma mais dura atos contra a economia popular. Espera-se assim um ambiente de insegurança no mercado: o combustível está faltando nesse ou naquele local por que os fornecedores estão retendo estoque para especular? Ou simplesmente por causa da crise de abastecimento? E quando o preço subir, há a prática de preços abusivos? Ou se está apenas acompanhando a realidade do mercado internacional? A ANP e o Cade terão muito trabalho fiscalizando e adjudicando conflitos que são apenas o reflexo direto de um mercado que não está podendo se ajustar livremente à crise.</p>
<p>É também lamentável que o instrumento usado seja a eliminação de impostos sobre combustível. Além da poluição, o uso de combustível para transporte leva a substanciais externalidades devidas a congestionamentos e acidentes. Um imposto Pigouviano apropriado seria de quase R$ 4 por litro de gasolina (de acordo com Parry, Halls e Harrington, “Automobile Externalities and Policies”, Journal of Economic Literature, 2007), substancialmente mais alto do que a carga tributária sobre combustíveis hoje no Brasil.</p>
<p>Durante a crise, o governo tem sempre se mostrado mais preocupado em não confrontar grupos organizados de consumidores de combustível, como os caminhoneiros (e agora até mesmo os passageiros de avião) do que em ajudar o mercado a se ajustar à nova realidade. Uma pena, numa ocasião em que seria politicamente tão fácil botar a culpa da crise lá fora, na guerra do Irã e em seus causadores.</p></div>
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		<title>Petróleo inicia em alta a 5ª semana da guerra no Oriente Médio</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/petroleo-inicia-em-alta-a-5a-semana-da-guerra-no-oriente-medio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 20:38:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[combustível]]></category>
		<category><![CDATA[petroleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agentes econômicos reagem à incerteza sobre a guerra no Oriente Médio, que completou um mês sem sinal de trégua.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A cotação do barril de petróleo tem alta nesta segunda-feira, abrindo a quinta semana desde os primeiros ataques coordenados dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que revidou as ações, ampliando o conflito para áreas da indústria petrolífera.</p>
<p><strong>O que aconteceu</strong><br />Petróleo é negociado em alta nesta segunda-feira. O contrato futuro do barril do tipo Brent, referência da commodity no mundo, subia 1,8% por volta das 14h, cotado a US$ 107,32. O barril do tipo WTI, referência nos Estados Unidos, subia 3,3%, a US$ 102,92.</p>
<p>Barril acumula alta de quase 50% desde início da guerra. O contrato do petróleo do tipo Brent subiu de US$ 73 o barril, antes da guerra, para US$ 105, na sexta-feira (27). Na máxima, a cotação de US$ 119 foi a maior desde maio de 2022. Com a escalada do conflito, ataques atingiram áreas de produção e rotas de petroleiros por onde circulam 20% do fornecimento diário global de petróleo, impactando o fornecimento mundial e, por tabela, alimentando a alta do ativo. </p>
<p>Irã ameaça usar minas navais que podem travar o comércio e bloquear rotas. O temor é o de que a ação iraniana no Golfo Pérsico e no Estreito de Hormuz amplie o potencial de bloqueio de uma das rotas mais estratégicas do comércio mundial de petróleo e mercadorias. </p>
<p><strong>Bolsas asiáticas fecharam em baixa. </strong></p>
<p>Agentes econômicos reagem à incerteza sobre a guerra no Oriente Médio, que completou um mês sem sinal de trégua e continua impulsionando os preços do petróleo, o que ameaça as perspectivas para a inflação global. O índice sul-coreano Kospi caiu 2,97% em Seul, o japonês Nikkei recuou 2,79% em Tóquio, o Taiex registrou queda de 1,80% e o Hang Seng cedeu 0,81% em Hong Kong. </p>
<p><strong>Mercados acionários europeus</strong> fecham em alta após abertura fraca. Bolsas europeias fecharam em alta nesta segunda-feira, recuperando parte das fortes perdas da semana passada. Investidores acompanharam os desdobramentos da guerra no Oriente Médio, bem como dados macroeconômicos europeus. Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 1,61%, em Frankfurt, o DAX subiu 0,88%, em Paris, o CAC 40 ganhou 0,92%, em Milão, o FTSE MIB avançou 1,02%, em Madri, o Ibex 35 teve alta de 0,84%, enquanto em Lisboa, o PSI 20 ganhou 2,11%.</p>
<p><strong>Wall Street tem pregão sem viés firme.</strong> Após quedas acentuadas na sessão anterior, investidores reagem a comentários do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre as negociações com o Irã, mas monitoram ampliação do conflito no Oriente Médio. Por volta das 14h, o S&amp;P 500 avançava 0,1%, o Dow Jones Industrial Average subia 0,51%, enquanto o Nasdaq Composite cedia 0,21%.</p></div>
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		<title>AIE: Petróleo de reservas de emergência deverá chegar em breve ao mercado</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/aie-petroleo-de-reservas-de-emergencia-devera-chegar-em-breve-ao-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 19:29:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[petroleo]]></category>
		<category><![CDATA[Preço do petroleo]]></category>
		<category><![CDATA[Reservas de combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Organização vai disponibilizar mais de 400 milhões barris em meio à volatilidade dos preços.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Organização vai disponibilizar mais de 400 milhões barris em meio à volatilidade dos preços</em></p>
<p>Mais de <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">400 milhões de barris de petróleo</strong> das reservas de emergência da <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">AIE (Agência Internacional de Energia)</strong> começarão a ser disponibilizados em breve, informou a agência em seu relatório mais detalhado sobre a implementação do plano para combater a alta dos preços do petróleo bruto desde o início da guerra com o Irã.</p>
<p>Os estoques de países da Ásia e Oceania estarão disponíveis imediatamente, e os estoques da Europa e das Américas estarão disponíveis no final de março, disse a agência no domingo (15), quatro dias após o anúncio do acordo.</p>
<p>Os governos se comprometeram a disponibilizar 271,7 milhões de barris de petróleo de seus estoques governamentais, 116,6 milhões de barris de estoques obrigatórios da indústria e 23,6 milhões de barris de outras fontes, afirmou o comunicado.</p>
<p>A maior parte das reservas prometidas &#8211; 195,8 milhões de barris &#8211; provém de países membros das Américas, sendo 172,2 milhões de barris de estoques governamentais, informou a AIE.</p>
<p>Os países membros da Ásia e Oceania se comprometeram a contribuir com 108,6 milhões de barris, dos quais 66,8 milhões provêm de reservas governamentais, e a Europa prometeu 107,5 milhões de barris, incluindo 32,7 milhões de reservas governamentais.</p>
<p>A AIE afirmou que 72% das liberações planejadas são na forma de petróleo bruto e 28% de derivados de petróleo.</p>
<p>As economias ocidentais coordenam suas reservas estratégicas de petróleo por meio da AIE, que foi criada em 1974 após a crise do petróleo. Esta é a sexta liberação coordenada de reservas desde a criação da agência.</p>
<p>A liberação visa combater a alta nos preços do petróleo causada por interrupções em cerca de um quinto do fornecimento global de petróleo e gás ao longo do Estreito de Ormuz desde o início da guerra em 28 de fevereiro, segundo a AIE. O Irã afirmou na quarta-feira que o mundo deveria se preparar para o petróleo a US$ 200 o barril, enquanto suas forças continuam a atacar navios mercantes no estreito.</p>
<p>Os membros da AIE detêm reservas de emergência de mais de 1,2 bilhão de barris, além de outros 600 milhões em estoques da indústria mantidos por obrigação governamental.</p></div>
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		<title>Governo brasileiro vê risco de recessão global e possível alívio na inflação, com queda do petróleo</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/governo-brasileiro-ve-risco-de-recessao-global-e-possivel-alivio-na-inflacao-com-queda-do-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 19:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[petroleo]]></category>
		<category><![CDATA[queda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diretora da Petrobras diz que recuo da cotação da commodity, que caiu ao menor nível em quatro anos, assusta. Redução no preço dos combustíveis entrou no radar da equipe econômica.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A escalada da guerra comercial entre os Estados Unidos e a China preocupa a equipe econômica do governo Luiz Inácio Lula da Silva diante de um tombo praticamente contratado na economia mundial e da possibilidade de que um eventual acordo entre os dois países afete o Brasil. Por outro lado, há um cálculo sobre o alívio na inflação causado pela queda no preço dos combustíveis.</p>
<p>Sylvia Anjos, diretora de Exploração &amp; Produção da Petrobras, disse na manhã desta quarta-feira que a queda do preço do barril de petróleo assusta. O barril do tipo Brent, referência no mercado internacional, caiu abaixo de US$ 60, menor nível em quatro anos.</p>
<p>A China decidiu elevar ainda mais as tarifas de importação sobre produtos americanos, em resposta a Donald Trump, nesta quarta-feira. O Ministério das Finanças chinês afirmou que vai aumentar para 84% as taxas sobre importações dos Estados Unidos a partir de amanhã, depois de os americanos imporem uma tarifa total de 104% à China.</p>
<p><strong>Setores afetados e impactos no Brasil</strong></p>
<p>No Brasil, isso afetaria principalmente petróleo e minérios — estes últimos dependendo de como a China reagir com incentivos internos. Apenas em abril, o barril do Brent já acumula uma baixa de cerca de 18%. A cotação de minérios como cobre e minério de ferro também está em queda.</p>
<p>No caso do petróleo, o cálculo é que a redução da cotação da commodity vai aliviar os preços dos combustíveis no mercado brasileiro, o que pode ser disseminado no restante da economia. Uma inflação mais baixa poderia aliviar o trabalho do BC e antecipar o fim da alta da Selic. O efeito colateral da queda do petróleo, porém, é menor receita via royalties.</p></div>
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		<title>EUA vão impor tarifa de 25% a países que compram petróleo e gás da Venezuela, diz Trump</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/eua-vao-impor-tarifa-de-25-a-paises-que-compram-petroleo-e-gas-da-venezuela-diz-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 19:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[petroleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mídia internacional afirmou, no entanto, que Trump pode descartar tarifas sobre setores específicos quando aplicar taxas recíprocas.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (24) que qualquer país que compre petróleo ou gás da Venezuela pagará uma tarifa de 25% sobre negociações feitas com os EUA.</p>
<p>Essa &#8220;tarifa secundária&#8221; entrará em vigor em 2 de abril, informou Trump em publicação no Truth Social.</p>
<p><em>&#8220;Portanto, qualquer país que compre petróleo e/ou gás da Venezuela será forçado a pagar uma tarifa de 25% aos Estados Unidos em qualquer comércio que fizer com nosso país&#8221;, disse Trump em sua rede social.</em></p>
<div id="chunk-4c6ib">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No início deste mês, Trump emitiu uma ordem para suspender por 30 dias uma licença que os EUA haviam concedido à Chevron desde 2022 para operar na Venezuela e exportar seu petróleo, depois de acusar o presidente Nicolás Maduro de não progredir nas reformas eleitorais e no retorno de migrantes.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e5vtg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Após o anúncio de Trump, os preços do petróleo no mercado internacional subiam 1%.</p>
<div id="chunk-3bed5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="12">
<div class="content-intertitle">
<h2>Sinais de flexibilidade sobre as tarifas recíprocas</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-cf2k3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Apesar da publicação sobre novas taxas impostas aos países que compram petróleo e gás da Venezuela, há sinalizações de que o presidente norte-americano pode ser mais flexível com alguns setores específicos na imposição das tarifas recíprocas, prometidas pelo republicano em fevereiro.</p>
<div id="chunk-1rcr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Nesta segunda-feira, por exemplo, Trump afirmou que pode dar descontos em tarifas a &#8220;muitos países&#8221;, reiterando que planeja anunciar mais taxas sobre automóveis nos próximos dias.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6vn68">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">&#8220;Anunciaremos algumas tarifas adicionais nos próximos dias, relacionadas a automóveis e também à madeira&#8221;, disse o presidente norte-americano em entrevista a jornalistas, acrescentando que nem todas as taxas serão inclusas em 2 de abril.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dll64">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Mais cedo, no entanto, um funcionário do governo Trump advertiu <span class="highlight highlighted">que a situação era fluida e que nenhuma decisão final havia sido tomada</span>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e28nv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O próprio Trump determinará, em última instância, o conteúdo do anúncio de 2 de abril, que ele tem chamado de &#8220;Dia da Liberação&#8221; para a economia dos EUA. O movimento tem como objetivo reduzir o déficit global de US$ 1,2 trilhão no comércio de mercadorias, elevando as tarifas dos EUA aos níveis cobrados por outros países e contrapondo suas barreiras comerciais não tarifárias.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a6p1b">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Trump disse em fevereiro que pretende impor tarifas sobre automóveis &#8220;na casa dos 25%&#8221; e taxas semelhantes sobre semicondutores e importações de produtos farmacêuticos, mas depois concordou em adiar algumas tarifas sobre automóveis após pressão das três maiores montadoras dos EUA para obter uma isenção.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1erdi">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O Wall Street Journal e a Bloomberg informaram que tarifas a setores específicos devem ser adiadas, citando também um funcionário do governo.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Até o momento, ele impôs novas tarifas de 20% sobre as importações chinesas, restaurou totalmente as tarifas de 25% sobre as importações globais de aço e alumínio e impôs tarifas de 25% sobre as importações do Canadá e do México que não estão em conformidade com um acordo comercial norte-americano.</p>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Duas altas autoridades de Trump — o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o principal assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett — disseram na semana passada que<span class="highlight highlighted"> o governo deverá focar o esperado anúncio de tarifas recíprocas em 2 de abril em um conjunto mais restrito de países com os maiores superávits comerciais e altas barreiras tarifárias e não tarifárias.</span></p>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Bessent se referiu a esses países como os &#8220;15 Sujos&#8221;, uma referência a 15% dos países, enquanto Hassett disse à Fox Business que o foco seria em 10 a 15 países.</p>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Um porta-voz do escritório do Representante de Comércio dos EUA, que está liderando o esforço para determinar as tarifas recíprocas, não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Um porta-voz da Casa Branca também não respondeu.</p>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em uma solicitação de comentários públicos sobre as tarifas recíprocas, o escritório do Representante de Comércio disse que estava particularmente interessado nos maiores parceiros comerciais dos EUA e aqueles com os maiores superávits comerciais de mercadorias.</p>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O escritório do Representante de Comércio indicou Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, União Europeia, Índia, Indonésia, Japão, Coreia, Malásia, México, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul, Suíça, Taiwan, Tailândia, Turquia, Reino Unido e Vietnã como sendo de interesse particular, acrescentando que eles cobrem 88% do comércio total de mercadorias com os EUA.</p>
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		<title>Alta do petróleo e do dólar aumenta defasagem dos preços da gasolina e do diesel praticados pela Petrobras</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/alta-do-petroleo-e-do-dolar-aumenta-defasagem-dos-precos-da-gasolina-e-do-diesel-praticados-pela-petrobras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2024 13:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo refinadores privados, estatal já perdeu 9 bilhões de reais com a diferença nos preços.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O aumento do preço do barril do petróleo no mercado internacional e a pressão sobre o câmbio no Brasil provocaram alta na defasagem dos preços de combustíveis praticados pela Petrobras.</p>
<p>Segundo Abicom, Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis, a diferença na gasolina chega a 17%, ou R$ 0,56. No caso do diesel, a discrepância é menor, de 10%, ou R$ 0,36.</p>
<p>“Essa defasagem elevada já causa muitos estragos no mercado porque é um preço artificial. Ela pressiona a competitividade dos biocombustíveis, como etanol. E para os importadores, aumenta muito a insegurança de trazer o produto e não conseguirem comercializar porque a Petrobras oferece por um preço menor”, disse Sérgio Araújo, presidente da Abicom.</p>
<p>Nas contas da Refina Brasil, Associação dos Refinadores Privados, a Petrobras já perdeu mais de R$ 9 bilhões ao manter uma defasagem nos preços há tanto tempo. A última vez que a estatal promoveu algum reajuste nos valores foi em outubro passado, quando reduziu o litro da gasolina em 4% e aumentou em 6,5% o do diesel.</p>
<p>“Agora é a hora da verdade para a Petrobras. A empresa fez uma política pró cíclica, deixando a defasagem aumentar quando o preço estava estável lá fora. Agora o barril volta a subir e em algum momento vai disparar, é a única certeza que a gente tem. E essa venda com prejuízo, ou na margem, como a Petrobras está fazendo, vai se agravar”, disse Evaristo Pinheiro, presidente da Refina Brasil.</p>
<p>Além da perda para a petrolífera, a Refina Brasil calcula que a União perdeu mais de R$ 1 bilhão de arrecadação de PIS e Cofins sobre os combustíveis.</p>
<p>Na avaliação de Evaristo Pinheiro, além da perda financeira, a política praticada pela Petrobras gera imprevisibilidade e reforça desconfianças do mercado a respeito do retorno de intervenção governamental na empresa. Além de gerar preços predatórios de combustíveis para as refinarias privadas, dado que a Petrobras é formadora de preços do mercado nacional.</p>
<p>O barril de petróleo tipo Brent, referência para o mercado brasileiro, fechou com alta de mais de 2% nos contratos para junho, negociados pouco acima de US$ 89.</p>
<p>O outro componente na formação dos preços dos combustíveis é o dólar, que fechou na estabilidade, aos R$ 5,05. A pressão sobre o câmbio vem aumentando nas últimas semanas com a preocupação sobre a taxa de juros dos Estados Unidos.</p>
<p>Nesta terça-feira (02), a moeda americana resistiu até à intervenção do Banco Central, que vendeu US$ 1 bilhão em contratos de swap cambial.</p>
<p>Para Adriano Pires, da CBIE Consultoria, o Brasil está longe de um risco de abastecimento por causa da diferença dos preços. A importação do diesel russo, mais barato no mercado internacional, tem ajudado a manter a defasagem baixa.</p>
<p>Mas no caso da gasolina, Pires afirma que a Petrobras está subsidiando o combustível para o consumidor brasileiro.</p>
<p>“A Petrobras está no limite e no caso da gasolina, há muito mais tempo. A companhia deu sorte em 2023 porque a volatilidade do barril do petróleo foi baixa e o cambio também ficou comportado. Agora isso acabou. Eu duvido que a Petrobras faça alguma coisa porque desde o episódio do pagamento dos dividendos, a diretoria está encurralada. Estão todos lá acendendo vela para o preço do petróleo cair”, diz o economista.</p></div>
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		<title>CNT lança ferramenta de consulta com informações sobre mercado de petróleo</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/cnt-lanca-ferramenta-de-consulta-com-informacoes-sobre-mercado-de-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2023 13:10:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CNT]]></category>
		<category><![CDATA[ferramenta]]></category>
		<category><![CDATA[informações]]></category>
		<category><![CDATA[petroleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O conteúdo faz parte da Série Especial de Economia – Combustíveis e ressalta os aspectos da matéria-prima em nível mundial e nacional, que impactam a dinâmica do preço dos combustíveis.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Em 2022, o Brasil teve produção recorde de petróleo, 1,1 bilhão de barris. O volume processado no país chegou a 706,3 milhões de barris. O saldo restante foi exportado, o que contribuiu para a balança comercial brasileira. Essa e outras informações estão no Painel CNT de Combustíveis – Petróleo, que a Confederação Nacional do Transporte acaba de lançar.</p>
<p>Trata-se de uma nova ferramenta que apresenta os principais dados do mercado da matéria-prima dos combustíveis utilizados pelo setor transportador. O conteúdo soma-se ao painel sobre óleo diesel lançado em março e que traz detalhes sobre a cadeia de produção e de distribuição do insumo. Todos esses materiais fazem parte da Série Especial de Economia sobre combustíveis.</p>
<p>O espaço específico sobre petróleo está dividido em abas que detalham: preço internacional; produção nacional e mundial da <em>commodity</em>; e exportações e importações realizadas pelo Brasil; além de o volume processado por refinaria e por estado.</p>
<p>Na prática, o transportador tem em mãos dados e informações técnicas relevantes para a formação de preço do insumo de maior interesse do setor. Entender como está estruturada a cadeia do petróleo auxilia o transporte a compreender o que define o preço do diesel e os motivos das oscilações.</p>
<p>Acesse o <a href="https://www.cnt.org.br/painel-cnt-combustiveis" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Painel CNT de Combustíveis &#8211; Petróleo</a></p></div>
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