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	<title>Arquivos pesquisa iptc &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos pesquisa iptc &#8211; SETCESP</title>
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		<title>O perfil salarial do motorista no TRC: análise por região e experiência</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-perfil-salarial-do-motorista-no-trc-analise-por-regiao-e-experiencia-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 14:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa iptc]]></category>
		<category><![CDATA[salário do motorista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados demonstram como a remuneração média está ligada à localização geográfica e a fatores de experiência, como idade e tempo de vínculo na empresa.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-perfil-salarial-do-motorista-no-trc-analise-por-regiao-e-experiencia-2/">O perfil salarial do motorista no TRC: análise por região e experiência</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><strong><em>Por Ricardo Henrique, analista de dados do IPTC</em></strong></p>
<p><em>Dados demonstram como a remuneração média está ligada à localização geográfica e a fatores de experiência, como idade e tempo de vínculo na empresa</em></p>
<p>Entre os profissionais do transporte rodoviário de cargas, o motorista de caminhão ocupa um papel central. Diante da relevância dessa categoria, o IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas) analisou os microdados da RAIS 2024 (Relação Anual de Informações Sociais), concentrando-se no cargo de motorista de caminhão (CBO &#8211; Classificação Brasileira de Ocupações 782510) com jornada entre 41 e 44 horas semanais, sob regime CLT.</p>
<p>O objetivo foi traçar um panorama comparativo da remuneração média formal desses profissionais em todas as cinco regiões brasileiras, relacionando os resultados com a faixa etária e o tempo de vínculo empregatício.</p>
<p><strong>A correlação com a idade</strong></p>
<p>Quando os dados são cruzados, surge um padrão consistente: a idade tem relação direta com a remuneração. Motoristas mais experientes tendem a receber salários mais altos, o que sugere que a experiência acumulada, seja em tempo de direção, conhecimento de rotas ou condução preventiva, é valorizada pelas transportadoras.</p>
<p>Em todas as regiões, a faixa ‘51 anos ou mais’ apresenta as maiores médias salariais, seguida pela faixa ‘31 a 50 anos’, com os motoristas de até 30 anos concentrando as menores médias. No Sudeste, por exemplo, a média evolui de R$ 3.148,33 (até 30 anos) para R$ 3.762,94 (31 a 50 anos) e alcança R$ 3.815,62 (51+).</p>
<p>Esse comportamento reforça a importância do acúmulo de experiência como diferencial competitivo, principalmente em um segmento que exige habilidades técnicas e resiliência emocional.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>A relação entre salário e tempo de vínculo</strong></p>
<p>O terceiro eixo da análise aprofunda o impacto do tempo de emprego na remuneração e mostra a ligação mais forte entre todas as variáveis estudadas. Independentemente da região, observa-se uma escada salarial progressiva: quanto maior for o tempo de vínculo, maior a média salarial.</p>
<p>No Sul, a progressão é clara: o salário sobe de R$ 2.980,36 (quem tem até 6 meses de vínculo) para R$ 3.502,88 (quem tem de 1 a 2 anos), R$ 3.829,45 (quem tem de 5 a 10 anos) e atinge R$ 4.119,72 para motoristas com 10 anos ou mais de tempo de empresa. No Centro-Oeste, o comportamento se repete: de R$ 2.813,54 (quem tem até 6 meses) para R$ 3.943,28 (quem tem 10 anos ou mais).</p>
<p>Essa relação indica que o mercado valoriza a fidelização e a estabilidade, recompensando motoristas que permanecem nas empresas por longos períodos. Isso também pode estar associado à redução de custos de rotatividade de pessoal e ao ganho de produtividade resultante da experiência acumulada.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Um comportamento salarial mapeado</strong></p>
<p>Os dados da RAIS 2024 permitem compreender o perfil salarial do motorista de caminhão no TRC sob uma perspectiva nacional e comparativa. O estudo revela três comportamentos nítidos:</p>
<ol>
<li>A remuneração varia por região;</li>
<li>A idade influencia positivamente o salário; e</li>
<li>O tempo de vínculo é o fator de maior impacto na progressão salarial.</li>
</ol>
<p>Diante desse panorama, a análise do IPTC não apenas revela as diferenças regionais e o peso da experiência na remuneração, mas também aponta caminhos para o aprimoramento das políticas de gestão de pessoas no setor. Valorizar o motorista é um passo fundamental para um transporte mais eficiente e seguro.</p>
<p><em>Fonte: Instituto Paulista do Transporte de Cargas (IPTC), com base nos microdados da RAIS 2024 (CBO 782510). Metodologia e análises desenvolvidas pelo autor.</em></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-perfil-salarial-do-motorista-no-trc-analise-por-regiao-e-experiencia-2/">O perfil salarial do motorista no TRC: análise por região e experiência</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>O perfil salarial do motorista no TRC: análise por região e experiência</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-perfil-salarial-do-motorista-no-trc-analise-por-regiao-e-experiencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 20:38:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 84]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa iptc]]></category>
		<category><![CDATA[salário do motorista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados demostram como a remuneração média está ligada à localização geográfica e a fatores de experiência, como idade e tempo de vínculo na empresa</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-perfil-salarial-do-motorista-no-trc-analise-por-regiao-e-experiencia/">O perfil salarial do motorista no TRC: análise por região e experiência</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><strong><em>Por Ricardo Henrique, analista de dados do IPTC</em></strong></p>
<p><em>Dados demostram como a remuneração média está ligada à localização geográfica e a fatores de experiência, como idade e tempo de vínculo na empresa</em></p>
<p>Entre os profissionais do transporte rodoviário de cargas, o motorista de caminhão ocupa um papel central. Diante da relevância dessa categoria, o IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas) analisou os microdados da RAIS 2024 (Relação Anual de Informações Sociais), concentrando-se no cargo de motorista de caminhão (CBO &#8211; Classificação Brasileira de Ocupações 782510) com jornada entre 41 e 44 horas semanais, sob regime CLT.</p>
<p>O objetivo foi traçar um panorama comparativo da remuneração média formal desses profissionais em todas as cinco regiões brasileiras, relacionando os resultados com a faixa etária e o tempo de vínculo empregatício.</p>
<p><strong>A correlação com a idade</strong></p>
<p>Quando os dados são cruzados, surge um padrão consistente: a idade tem relação direta com a remuneração. Motoristas mais experientes tendem a receber salários mais altos, o que sugere que a experiência acumulada, seja em tempo de direção, conhecimento de rotas ou condução preventiva, é valorizada pelas transportadoras.</p>
<p>Em todas as regiões, a faixa ‘51 anos ou mais’ apresenta as maiores médias salariais, seguida pela faixa ‘31 a 50 anos’, com os motoristas de até 30 anos concentrando as menores médias. No Sudeste, por exemplo, a média evolui de R$ 3.148,33 (até 30 anos) para R$ 3.762,94 (31 a 50 anos) e alcança R$ 3.815,62 (51+).</p>
<p>Esse comportamento reforça a importância do acúmulo de experiência como diferencial competitivo, principalmente em um segmento que exige habilidades técnicas e resiliência emocional.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>A relação entre salário e tempo de vínculo</strong></p>
<p>O terceiro eixo da análise aprofunda o impacto do tempo de emprego na remuneração e mostra a ligação mais forte entre todas as variáveis estudadas. Independentemente da região, observa-se uma escada salarial progressiva: quanto maior for o tempo de vínculo, maior a média salarial.</p>
<p>No Sul, a progressão é clara: o salário sobe de R$ 2.980,36 (quem tem até 6 meses de vínculo) para R$ 3.502,88 (quem tem de 1 a 2 anos), R$ 3.829,45 (quem tem de 5 a 10 anos) e atinge R$ 4.119,72 para motoristas com 10 anos ou mais de tempo de empresa. No Centro-Oeste, o comportamento se repete: de R$ 2.813,54 (quem tem até 6 meses) para R$ 3.943,28 (quem tem 10 anos ou mais).</p>
<p>Essa relação indica que o mercado valoriza a fidelização e a estabilidade, recompensando motoristas que permanecem nas empresas por longos períodos. Isso também pode estar associado à redução de custos de rotatividade de pessoal e ao ganho de produtividade resultante da experiência acumulada.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Um comportamento salarial mapeado</strong></p>
<p>Os dados da RAIS 2024 permitem compreender o perfil salarial do motorista de caminhão no TRC sob uma perspectiva nacional e comparativa. O estudo revela três comportamentos nítidos:</p>
<ol>
<li>A remuneração varia por região;</li>
<li>A idade influencia positivamente o salário; e</li>
<li>O tempo de vínculo é o fator de maior impacto na progressão salarial.</li>
</ol>
<p>Diante desse panorama, a análise do IPTC não apenas revela as diferenças regionais e o peso da experiência na remuneração, mas também aponta caminhos para o aprimoramento das políticas de gestão de pessoas no setor. Valorizar o motorista é um passo fundamental para um transporte mais eficiente e seguro.</p>
<p><em>Fonte: Instituto Paulista do Transporte de Cargas (IPTC), com base nos microdados da RAIS 2024 (CBO 782510). Metodologia e análises desenvolvidas pelo autor.</em></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-perfil-salarial-do-motorista-no-trc-analise-por-regiao-e-experiencia/">O perfil salarial do motorista no TRC: análise por região e experiência</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Acidentes no transporte de cargas: o que os dados de 2024 revelam</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/acidentes-no-transporte-de-cargas-o-que-os-dados-de-2024-revelam-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 20:34:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa iptc]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204640470</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mais que números, os dados revelam padrões fundamentais para entendermos os desafios da segurança viária no setor. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/acidentes-no-transporte-de-cargas-o-que-os-dados-de-2024-revelam-2/">Acidentes no transporte de cargas: o que os dados de 2024 revelam</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por: Thiago Fagotti</em></p>
<p><strong><em>O retrato atual das rodovias brasileiras</em></strong></p>
<p>Diariamente, ocorrem 87 acidentes envolvendo veículos de carga nas rodovias federais brasileiras. Em 2024, foram registradas 31.232 ocorrências pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), representando um aumento de 7,5% em relação ao ano anterior. Mais que números, esses dados revelam padrões fundamentais para entendermos os desafios da segurança viária no setor.</p>
<p>A concentração geográfica dos acidentes chama a atenção: as rodovias BR-101 e BR-116 respondem por quase 30% do total de ocorrências. Essa concentração não é coincidência, pois elas são as principais artérias do transporte nacional.</p>
<p>No total, 54.982 veículos de carga estiveram envolvidos em acidentes nas rodovias federais durante 2024. A análise detalhada revela que semirreboques e caminhões-trator, juntos, correspondem a cerca de 50% desses veículos acidentados.</p>
<p>Anatomia dos acidentes: causas e consequências</p>
<p>A análise das causas revela um padrão preocupante: a falta de atenção do condutor domina as estatísticas e tem crescido aceleradamente entre 2023 e 2024, superando o aumento geral de acidentes. Embora a base de dados não permita distinguir o motivo exato da desatenção – se uso de celular, fadiga, distração externa –, esse crescimento ressalta a urgência de campanhas focadas na atenção plena ao dirigir.</p></div>
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				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1080" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_835.png" alt="" title="Dentro_da_matéria_Revista_835" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_835.png 1080w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_835-980x980.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_835-480x480.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1080px, 100vw" class="wp-image-204639660" /></span>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Quando observamos os tipos de acidentes, a colisão traseira representa quase 1 em cada 4 acidentes envolvendo veículos de carga. Contudo, é a colisão frontal que mais preocupa pela sua letalidade: em 2024, a taxa de mortalidade para ocupantes de veículos de carga em colisões frontais atingiu 7%. Ao expandirmos para todas as vítimas envolvidas em acidentes deste tipo com veículos de carga, o número se torna ainda mais alarmante: 14,8%.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_5">
				
				
				
				
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			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_8  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Quando a estrada se torna mais perigosa</strong></p>
<p>A análise temporal revela um paradoxo interessante: o maior volume de acidentes ocorre durante o dia, especialmente nos períodos da manhã e tarde, devido ao maior fluxo de veículos. Porém, é durante a madrugada que os acidentes se tornam mais letais, com pico especialmente pronunciado nas madrugadas de sábado, onde a taxa de mortalidade dos acidentes chega a 9,51%.</p>
<p>Essa alta letalidade na madrugada pode estar associada à combinação de fatores como fadiga do condutor, visibilidade reduzida, monotonia das longas viagens e consequente falta de atenção. Esses dados sublinham a importância de estratégias específicas para diferentes períodos e condições de operação.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_9  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Acidentes </strong></p>
<table width="0">
<tbody>
<tr>
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<p><strong>Dia da semana</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>Manhã</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>Tarde</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>Noite</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>Madrugada</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>segunda-feira</p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1454</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1508</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>938</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>516</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>terça-feira</p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1437</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1527</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1000</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>462</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>quarta-feira</p>
</td>
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</td>
<td width="76">
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</td>
<td width="66">
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</td>
<td width="85">
<p><strong>504</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>quinta-feira</p>
</td>
<td width="66">
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</td>
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</td>
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</td>
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</td>
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</td>
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</td>
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</td>
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</td>
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<td width="113">
<p>sábado</p>
</td>
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</td>
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<p><strong>Taxa de mortalidade</strong></p>
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<tbody>
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</td>
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<p><strong>Tarde</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>Noite</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>Madrugada</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>segunda-feira</p>
</td>
<td width="72">
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</td>
<td width="72">
<p><strong>3,4%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>5,4%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>5,9%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>terça-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,8%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,2%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>5,1%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>5,4%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>quarta-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,2%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,3%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>5,1%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>7,0%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>quinta-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,2%</strong></p>
</td>
<td width="72">
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</td>
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</td>
<td width="80">
<p><strong>6,3%</strong></p>
</td>
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<tr>
<td width="111">
<p>sexta-feira</p>
</td>
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<p><strong>3,6%</strong></p>
</td>
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<p><strong>3,5%</strong></p>
</td>
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<p><strong>5,4%</strong></p>
</td>
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</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>sábado</p>
</td>
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<p><strong>3,5%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,5%</strong></p>
</td>
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</td>
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</td>
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<td width="111">
<p>domingo</p>
</td>
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</td>
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</td>
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</td>
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</td>
</tr>
</tbody>
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			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_10  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>A proteção desigual para ocupantes: veículos de cargas versus outros veículos</strong></p>
<p>Um dos pontos mais significativos da análise revela uma diferença notável no impacto dos acidentes. Enquanto a maior parte dos ocupantes de veículos de carga sai ileso, as vítimas em outros tipos de veículos não compartilham da mesma proteção, com a maioria sofrendo lesões leves ou graves. A taxa de mortalidade mais que triplica para quem está em outros veículos: 2,28% para ocupantes de veículos de carga, versus 7,4% para ocupantes de outros tipos de veículos.</p>
<p>Esse dado reforça que a segurança na via é um dever de todos, com foco especial na proteção de todos os usuários da rodovia. O aumento de 10% nas vítimas fatais entre 2023 e 2024 (de 3.437 para 3.782) sublinha essa necessidade.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Estratégias de prevenção</strong></p>
<p>A prevenção eficaz combina múltiplas frentes de ação. A manutenção preventiva regular evita falhas mecânicas críticas, enquanto o treinamento contínuo mantém motoristas atualizados em práticas de direção defensiva. O planejamento adequado de viagem, antecipando rotas e paradas para descanso, e a adaptação constante às condições de tráfego e clima são fundamentais. O respeito rigoroso aos limites de velocidade e sinalização, junto com períodos adequados de descanso, formam a base de um transporte mais seguro.</p>
<p>Os dados de 2024 confirmam que a segurança no transporte de cargas é um desafio complexo, mas não intransponível. A predominância da desatenção como causa, a letalidade das colisões frontais, a vulnerabilidade específica de condutores mais experientes e os padrões temporais de risco oferecem direções claras para ações preventivas.</p>
<p>O setor de transporte, com sua posição estratégica na economia nacional, tem a oportunidade de liderar transformações positivas. Investimentos em tecnologia, treinamento focado nos riscos identificados e campanhas de conscientização são passos fundamentais. Mais que uma meta operacional, a segurança representa um compromisso ético que protege vidas e impulsiona o bem-estar de toda a sociedade.</p>
<p>Com participação ativa de todos os envolvidos: empresas, condutores e entidades do setor –, podemos construir rodovias mais seguras, onde a experiência do transporte de cargas brasileiro se traduza em resultados cada vez melhores para todos.</p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_1_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_1 et_pb_bg_layout_dark" href="https://api.setcesp.org.br/revista/um-peso-a-mais-na-carga-do-iof-09-2025" target="_blank">Leia a edição 83 completa</a>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/acidentes-no-transporte-de-cargas-o-que-os-dados-de-2024-revelam-2/">Acidentes no transporte de cargas: o que os dados de 2024 revelam</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Acidentes no transporte de cargas: o que os dados de 2024 revelam</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/acidentes-no-transporte-de-cargas-o-que-os-dados-de-2024-revelam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 17:41:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 83]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa iptc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais que números, os dados revelam padrões fundamentais para entendermos os desafios da segurança viária no setor. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/acidentes-no-transporte-de-cargas-o-que-os-dados-de-2024-revelam/">Acidentes no transporte de cargas: o que os dados de 2024 revelam</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_3 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por: Thiago Fagotti</em></p>
<p><strong><em>O retrato atual das rodovias brasileiras</em></strong></p>
<p>Diariamente, ocorrem 87 acidentes envolvendo veículos de carga nas rodovias federais brasileiras. Em 2024, foram registradas 31.232 ocorrências pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), representando um aumento de 7,5% em relação ao ano anterior. Mais que números, esses dados revelam padrões fundamentais para entendermos os desafios da segurança viária no setor.</p>
<p>A concentração geográfica dos acidentes chama a atenção: as rodovias BR-101 e BR-116 respondem por quase 30% do total de ocorrências. Essa concentração não é coincidência, pois elas são as principais artérias do transporte nacional.</p>
<p>No total, 54.982 veículos de carga estiveram envolvidos em acidentes nas rodovias federais durante 2024. A análise detalhada revela que semirreboques e caminhões-trator, juntos, correspondem a cerca de 50% desses veículos acidentados.</p>
<p>Anatomia dos acidentes: causas e consequências</p>
<p>A análise das causas revela um padrão preocupante: a falta de atenção do condutor domina as estatísticas e tem crescido aceleradamente entre 2023 e 2024, superando o aumento geral de acidentes. Embora a base de dados não permita distinguir o motivo exato da desatenção – se uso de celular, fadiga, distração externa –, esse crescimento ressalta a urgência de campanhas focadas na atenção plena ao dirigir.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Quando observamos os tipos de acidentes, a colisão traseira representa quase 1 em cada 4 acidentes envolvendo veículos de carga. Contudo, é a colisão frontal que mais preocupa pela sua letalidade: em 2024, a taxa de mortalidade para ocupantes de veículos de carga em colisões frontais atingiu 7%. Ao expandirmos para todas as vítimas envolvidas em acidentes deste tipo com veículos de carga, o número se torna ainda mais alarmante: 14,8%.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Quando a estrada se torna mais perigosa</strong></p>
<p>A análise temporal revela um paradoxo interessante: o maior volume de acidentes ocorre durante o dia, especialmente nos períodos da manhã e tarde, devido ao maior fluxo de veículos. Porém, é durante a madrugada que os acidentes se tornam mais letais, com pico especialmente pronunciado nas madrugadas de sábado, onde a taxa de mortalidade dos acidentes chega a 9,51%.</p>
<p>Essa alta letalidade na madrugada pode estar associada à combinação de fatores como fadiga do condutor, visibilidade reduzida, monotonia das longas viagens e consequente falta de atenção. Esses dados sublinham a importância de estratégias específicas para diferentes períodos e condições de operação.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_15  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Acidentes </strong></p>
<table width="0">
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<p><strong>1508</strong></p>
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<p><strong>938</strong></p>
</td>
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<p>terça-feira</p>
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<p><strong>1437</strong></p>
</td>
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<p><strong>1527</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1000</strong></p>
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<p>quarta-feira</p>
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<p><strong>1393</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1534</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1022</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>504</strong></p>
</td>
</tr>
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<p>quinta-feira</p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1399</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1492</strong></p>
</td>
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<p><strong>1054</strong></p>
</td>
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<p><strong>517</strong></p>
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<p>sexta-feira</p>
</td>
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<p><strong>1447</strong></p>
</td>
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<p><strong>1738</strong></p>
</td>
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<p><strong>1372</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>572</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>sábado</p>
</td>
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<p><strong>1262</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1269</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1135</strong></p>
</td>
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<p><strong>715</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>domingo</p>
</td>
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<p><strong>819</strong></p>
</td>
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<p><strong>1236</strong></p>
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<p><strong>1265</strong></p>
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<p><strong>Taxa de mortalidade</strong></p>
<table width="0">
<tbody>
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<p><strong>Dia da semana</strong></p>
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</td>
<td width="72">
<p><strong>Noite</strong></p>
</td>
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<p><strong>Madrugada</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>segunda-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,1%</strong></p>
</td>
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<p><strong>3,4%</strong></p>
</td>
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<p><strong>5,4%</strong></p>
</td>
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<p><strong>5,9%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>terça-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,8%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,2%</strong></p>
</td>
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<p><strong>5,1%</strong></p>
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<p><strong>5,4%</strong></p>
</td>
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<p>quarta-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,2%</strong></p>
</td>
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<p><strong>3,3%</strong></p>
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<p><strong>5,1%</strong></p>
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<p><strong>7,0%</strong></p>
</td>
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<td width="111">
<p>quinta-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,2%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,6%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>6,2%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>6,3%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>sexta-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,6%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,5%</strong></p>
</td>
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<p><strong>5,4%</strong></p>
</td>
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<p><strong>6,0%</strong></p>
</td>
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<td width="111">
<p>sábado</p>
</td>
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<p><strong>3,5%</strong></p>
</td>
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<p><strong>3,5%</strong></p>
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<td width="72">
<p><strong>6,6%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>9,5%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>domingo</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>4,2%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,8%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>7,2%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>5,7%</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_16  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>A proteção desigual para ocupantes: veículos de cargas versus outros veículos</strong></p>
<p>Um dos pontos mais significativos da análise revela uma diferença notável no impacto dos acidentes. Enquanto a maior parte dos ocupantes de veículos de carga sai ileso, as vítimas em outros tipos de veículos não compartilham da mesma proteção, com a maioria sofrendo lesões leves ou graves. A taxa de mortalidade mais que triplica para quem está em outros veículos: 2,28% para ocupantes de veículos de carga, versus 7,4% para ocupantes de outros tipos de veículos.</p>
<p>Esse dado reforça que a segurança na via é um dever de todos, com foco especial na proteção de todos os usuários da rodovia. O aumento de 10% nas vítimas fatais entre 2023 e 2024 (de 3.437 para 3.782) sublinha essa necessidade.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_9">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1080" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_837.png" alt="" title="Dentro_da_matéria_Revista_837" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_837.png 1080w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_837-980x980.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_837-480x480.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1080px, 100vw" class="wp-image-204639668" /></span>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Estratégias de prevenção</strong></p>
<p>A prevenção eficaz combina múltiplas frentes de ação. A manutenção preventiva regular evita falhas mecânicas críticas, enquanto o treinamento contínuo mantém motoristas atualizados em práticas de direção defensiva. O planejamento adequado de viagem, antecipando rotas e paradas para descanso, e a adaptação constante às condições de tráfego e clima são fundamentais. O respeito rigoroso aos limites de velocidade e sinalização, junto com períodos adequados de descanso, formam a base de um transporte mais seguro.</p>
<p>Os dados de 2024 confirmam que a segurança no transporte de cargas é um desafio complexo, mas não intransponível. A predominância da desatenção como causa, a letalidade das colisões frontais, a vulnerabilidade específica de condutores mais experientes e os padrões temporais de risco oferecem direções claras para ações preventivas.</p>
<p>O setor de transporte, com sua posição estratégica na economia nacional, tem a oportunidade de liderar transformações positivas. Investimentos em tecnologia, treinamento focado nos riscos identificados e campanhas de conscientização são passos fundamentais. Mais que uma meta operacional, a segurança representa um compromisso ético que protege vidas e impulsiona o bem-estar de toda a sociedade.</p>
<p>Com participação ativa de todos os envolvidos: empresas, condutores e entidades do setor –, podemos construir rodovias mais seguras, onde a experiência do transporte de cargas brasileiro se traduza em resultados cada vez melhores para todos.</p></div>
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			</item>
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		<title>Entidade paulista do transporte divulga pesquisa sobre o cenário do setor</title>
		<link>https://setcesp.org.br/imprensa/entidade-paulista-do-transporte-divulga-pesquisa-sobre-o-cenario-do-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 13:41:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa iptc]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa sondagem econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Sondagem Econômica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para 37% das empresas entrevistadas, 2023 será um ano de desenvolvimento dentro da expectativa para o segmento</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/imprensa/entidade-paulista-do-transporte-divulga-pesquisa-sobre-o-cenario-do-setor/">Entidade paulista do transporte divulga pesquisa sobre o cenário do setor</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Para 37% das empresas entrevistadas, 2023 será um ano de desenvolvimento dentro da expectativa para o segmento</em></p>
<p>O Instituto Paulista do Transporte de Cargas (IPTC), órgão de pesquisa parceiro do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (SETCESP), divulgou o relatório “Sondagem do TRC”, um panorama anual que aborda o desempenho do segmento em 2022 e como as transportadoras enxergam o ano de 2023.</p>
<p>Reunindo informações de aproximadamente 100 transportadoras de pequeno, médio e grande porte com diversos perfis de cargas, o estudo foi realizado durante os dias 18 de novembro de 2022 e 14 de janeiro de 2023. Alguns dos principais dados coletados apontaram que 81% das empresas apresentaram faturamento positivo no ano passado, com um aumento médio de 16%. Além disso, o aumento do volume transportado foi de 13,1% e a idade média da frota própria teve redução de 0,5 anos, ambos comparados a 2021.</p>
<p>Segundo Raquel Serini, coordenadora do IPTC, “no último ano, as empresas absorveram a maioria dos aumentos dos custos, sem fazer um repasse. Isso estreita a questão das despesas, o que pode levar a transportadora a comprometer ou a ficar com a saúde financeira prejudicada. Junto a isso, percebemos que em 2022 houve menos contratações, o que mostra que as empresas precisaram segurar alguns processos para continuarem no azul”.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, dos mais de 40 mil postos de trabalho ofertados por essas empresas, 42% deles são de motoristas, que representam, em números absolutos, 17.928 colaboradores, sendo 35% de contratação de motoristas próprios e 65% terceiros. Para 2023, a projeção é de novas contratações pelo regime CLT por 51% das empresas respondentes; já 20% preferem terceirizar a mão de obra, mas ainda assim contratar profissionais para o segmento.</p>
<p>Em relação ao frete, menos da metade dos entrevistados acredita que se manterá estável em 2023 (47%), 25% preferem acreditar que o valor melhorará e 27% acham que vai piorar.</p>
<p>Para Raquel, o cenário do valor do frete será mais equilibrado: “Pensando em futuro, acredito que o setor de transporte vai se mostrar ainda mais resiliente e que deve crescer, sim, porém dentro do esperado, sem grandes saltos. Com isso, consequentemente, espera-se um valor do frete mais estável também”.</p>
<p>Em suma, o estudo apresenta que 37% dos empresários têm a percepção de que este ano será dentro do esperado. Uma parcela de 33% acredita que será pior e 27% esperam que será melhor do que a expectativa.</p>
<p>“A pesquisa Sondagem do TRC é uma ferramenta para servir como parâmetro de análise sobre como o mercado vem se desenvolvendo a cada ano. Com isso, conseguimos entender seu desempenho, observar tendências que o segmento espera para o próximo ano de atuação e ser como uma fonte segura de informação para que os transportadores tomem suas decisões de maneira eficaz e de acordo com o setor”, finaliza a coordenadora.</p>
<p><u><a href="https://drive.google.com/file/d/10ctuYUOGfWvuQnVfkSJkMlJtEVcJ7FrD/view?usp=sharing" target="_blank" rel="noopener">Confira a pesquisa na íntegra.</a></u></p>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/imprensa/entidade-paulista-do-transporte-divulga-pesquisa-sobre-o-cenario-do-setor/">Entidade paulista do transporte divulga pesquisa sobre o cenário do setor</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>O panorama do TRC em 2022 e as expectativas para 2023</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-panorama-do-trc-em-2022-e-as-expectativas-para-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 23:42:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 71]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parceria SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<category><![CDATA[perspectivas econômicas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa iptc]]></category>
		<category><![CDATA[Sondagem Econômica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pedido do SETCESP, o IPTC  realizou uma pesquisa para avaliar o desempenho econômico do setor de transporte rodoviário de cargas em 2022</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-panorama-do-trc-em-2022-e-as-expectativas-para-2023/">O panorama do TRC em 2022 e as expectativas para 2023</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_5 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Sondagem Econômica do setor de transporte rodoviário de cargas</strong></p>
<p>Não dá para dirigir um caminhão olhando apenas para o retrovisor, no entanto, não o utilizar também pode causar grandes problemas. Se tratando do setor de transportes rodoviário de cargas a dinâmica é a mesma. É necessário estar sempre atento ao que está por vir, sem se esquecer de verificar e aprender com aquilo que ficou para trás. Veja como foi para o setor o ano que passou e saiba o que esperar de 2023.</p>
<p><strong> </strong></p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>O panorama do TRC em 2022 e as expectativas para 2023</strong></p>
<p>A pedido do SETCESP, o IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Carga) realizou uma pesquisa entre novembro do ano passado e janeiro deste ano, para avaliar o desempenho econômico do setor de transporte rodoviário de cargas em 2022, bem como as perspectivas para 2023.</p>
<p>Aproximadamente 100 empresas responderam a perguntas que revelam o nível de confiança para investimentos, o reflexo das crises externas nos negócios e o sentimento com a política econômica nacional.</p>
<p>As questões foram elaboradas considerando as principais informações econômicas e os balanços de resultados das empresas, além de uma série de tópicos que estão atualmente em discussão, e que podem afetar as operações das transportadoras a curto e médio prazo.</p>
<p><strong>Um Raio X das empresas</strong></p>
<p>Juntas, as pesquisadas têm 9.770 veículos próprios na frota, contam com 12.735 veículos terceirizados e geram mais de 40 mil postos de trabalho. Mais precisamente, 20.492 empregos diretos e 21.930 empregos indiretos.</p>
<p>Essa proporção bem próxima demonstra que as empresas têm optado não só pela terceirização da frota, mas também a da mão de obra, talvez como sendo essa uma alternativa devido às incertezas da demanda.</p>
<p>Sem contar que, do total de postos de trabalho ofertados por essas empresas, 42% deles são de motoristas, que representam em números absolutos 17.928 colaboradores.</p>
<p>Outro dado interessante é que a idade média da frota das empresas respondentes é de 6,4 anos, o que está abaixo da média nacional do RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas), que é de 10,96 anos. Os veículos das empresas que operam no transporte interestadual são os com menor idade média, totalizando apenas 6,07 anos.</p>
<p>Os entrevistados apresentaram uma divisão equilibrada entre as opções de regime de tributação disponíveis em nosso país. Cerca de 25% das transportadoras são optantes pelo Simples Nacional e empatados, com 37% cada, estão o lucro presumido e o lucro real.</p>
<p>Isso foi uma descoberta interessante apontada pelo relatório, porque geralmente, no TRC a opção pelo lucro presumido é a mais comum depois do Simples Nacional, por conta da facilidade de sua base de cálculo que é de 8% sobre a receita bruta.</p>
<p><strong>Foco nos resultados</strong></p>
<p>Como todo indicador, os resultados operacionais são estratégicos para a organização, a fim de medir o desempenho com o objetivo de reduzir custos. No caso do transporte está ligado também diretamente a qualidade do serviço prestado.</p>
<p>Alguns índices apresentaram variações não tão positivas nesta pesquisa (2022/2023), a qual observou que o volume transportado teve um aumento reduzido em relação à pesquisa do ano anterior, o índice ficou em 13%. No comparativo divulgado o ano passado, havia sido registrado um aumento de 21%. Enquanto isso, o aumento da ociosidade média da frota recém registrado ficou em 9%.</p>
<p>Mesmo assim, das empresas pesquisadas, 81% delas apresentaram faturamento positivo no ano passado, sendo que 56% operaram com lucro, em que o aumento médio do faturamento foi de cerca de 16%.</p>
<p>Apesar disso, os analistas ainda aguardam do setor uma retomada nos moldes anteriores à pandemia em termos de produtividade e aproveitamento.  “Mesmo com um lucro ponderado positivo, acreditamos que para isso as empresas diversificaram seu mercado e área de atuação, bem como apertaram os cintos para equilibrar as contas e ainda fechar o ano no azul”, afirmam os analistas do estudo.</p>
<p>A economista do IPTC, Raquel Serini, reforça que embora tenha ocorrido um aumento no volume transportado, não foi possível chegar aos patamares de 2019-2020. “A gente não conseguiu avançar para além daquilo que era antes da pandemia”, considera.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Reajustes do Frete x Custo</strong></p>
<p>O levantamento indicou um ponto de alerta revelando que 10% das empresas declararam não ter aplicado nenhum repasse de frete aos seus clientes no ano passado. Sendo que, só 14% delas conseguiram repassar a inflação, se comparado aos resultados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Ampliado), por exemplo, que foi de 5,78% de janeiro a dezembro/2022.</p>
<p>Além disso, 2% informaram ter concedido descontos nos contratos já vigentes, o que gera uma preocupação diante da saúde financeira dos negócios.</p>
<p>Simultaneamente, o estudo traçou um panorama dos custos operacionais das empresas, e constatou que estes aumentaram para 82% das pesquisadas, se mantiveram estáveis para 15% e reduziram para uma pequena parcela que reúne 2% da amostra.</p>
<p>O aumento dos custos está diretamente relacionado à elevação de preços dos principais insumos, além de fatores externos e de políticas públicas envolvidas na atividade. Para entender melhor esta estrutura de custos, a pesquisa também perguntou aos empresários a participação dos centros de custo sobre o faturamento.</p>
<p>Dos centros de custos pesquisados, os que apresentaram uma parcela maior das despesas para a maioria dos entrevistados, ambos na faixa acima 30%, foram: o consumo de diesel seguido da contratação de agregados. “Lembrando que os combustíveis que chegam a representar até 50% do faturamento para algumas empresas”, alerta o relatório.</p>
<p>Ainda, como se não bastasse, 32% das empresas declararam ter dificuldades de comprar determinados insumos, seja por falta de oferta ou pelos altos valores de mercado.</p>
<p>“Definitivamente, é necessário estar a par de todo o movimento do mercado em que se está inserido, principalmente quando falamos dos custos”, adverte a análise.</p>
<p>Para Serini, uma das responsáveis pelo estudo, houve grande redução de custo nas organizações, para tentar fechar as contas. “Muitas empresas absorveram o custo sem conseguir fazer o repasse e isso estrangula a questão das despesas e a rentabilidade, o que prejudica a saúde financeira”, alerta.</p>
<p><strong>O Diesel: um calcanhar de Aquiles</strong></p>
<p>O cenário de instabilidade nos preços dos combustíveis coloca em xeque o planejamento e a sobrevivência das transportadoras. Por isso, o assunto foi tratado como um capítulo à parte no estudo abordando as variações, políticas e impactos ao longo deste último ano.</p>
<p>Em 2022 a Petrobras, reajustou os preços do diesel 8 vezes, (sendo 4 reduções e 4 aumentos), deixando um saldo de 34,36% de aumento nas refinarias. Elevando os custos do transporte de cargas lotação em 9,55% na média geral, sacrificando mais as operações de longas distâncias (6.000 km) chegando a marca de 13,71% de elevação.</p>
<p>De acordo com os dados coletados através do sistema de levantamento de preços da ANP (Agência Nacional de Petróleo) nas cinco regiões do Brasil em 2022, desde janeiro até dezembro, observa-se um aumento médio na faixa de 16,89% no valor de revenda do óleo diesel S10.</p>
<p>Comparando o cenário nacional, destacamos a região Norte com o maior preço médio de R$7,05 por litro, apresentando uma variação acumulada de 18,95%. Já a região Sul, teve a menor variação de preços, sendo cobrado em média R$6,57 por litro, mas ainda assim acumulando em 12 meses, uma variação de 18,5%.</p>
<p>Ao analisar o estado de São Paulo no mesmo período, o preço do óleo diesel S10 teve o seu auge em julho do ano passado com preço médio por litro de R$7,55 e fechando o ano com variação média de R$6,47 por litro.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_12">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="1400" height="700" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Emkt_Portal_SO_Revista_71_1400x7004.png" alt="" title="Emkt_Portal_SO_Revista_71_1400x7004" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Emkt_Portal_SO_Revista_71_1400x7004.png 1400w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Emkt_Portal_SO_Revista_71_1400x7004-1280x640.png 1280w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Emkt_Portal_SO_Revista_71_1400x7004-980x490.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Emkt_Portal_SO_Revista_71_1400x7004-480x240.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 1400px, 100vw" class="wp-image-204606606" /></span>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Todo esse movimento fez com que a relação transportadora x cliente ficasse desgastada. Metade das pesquisadas tiveram que renegociar seus fretes entre 2 ou 3 vezes no ano. Outro percentual de 22% delas abordaram seus clientes em 2022, a fim de solicitar reajustes, mais de 3 vezes. Renegociaram com os clientes apenas uma vez no ano, como de costume, somente 27% das pesquisadas.</p>
<p>O mercado de frete rodoviário no Brasil não sofre nenhum tipo de controle governamental, os preços são formados a partir da negociação direta entre a oferta e a demanda, dando espaço às volatilidades.</p>
<p>Razão pela qual o relatório mostra que menos da metade dos entrevistados acreditam que o frete se manterá estável neste ano. Uma parcela de 25% acredita que o valor do frete irá melhorar, enquanto 27% acreditam que irá piorar. Mas a maioria, cerca de 47%, acredita que a evolução do frete se manterá estável.</p>
<p>Isso demonstra um cenário mais pessimista, comparado ao mesmo estudo divulgado no ano passado. Uma vez que, as empresas não têm conseguido fazer com que o frete acompanhe na mesma velocidade a escalada de preços do mercado.</p>
<p>“Mesmo que a economia esteja aquecida pelo agronegócio, se a indústria não estiver produzindo a todo vapor, os resultados não serão plenos para o setor de transporte. Precisa haver um equilíbrio em toda a cadeia produtiva para que a percepção de crescimento seja sentida aqui”, diz a economista, esclarecendo que o transporte é impactado por outros setores da economia.</p>
<p>“Em geral os empresários acham que tudo tende a ficar dentro da normalidade, não estão desesperançosos, porém não aguardam grandes avanços”, comenta Serini indicando que a questão política e global, possivelmente teve um peso maior para extrair essa concepção.</p>
<p><strong>Um tanto quanto comedido</strong></p>
<p>Também foi questionada a opinião dos empresários sobre as expectativas para o início de 2023, o desempenho do setor e como os acontecimentos internacionais podem afetar a atividade de transporte.</p>
<p>A apuração das respostas levou os analistas a afirmarem que o saldo de 2022 trouxe para esse ano um sentimento de “futuro incerto” e por isso, 2023 será um ano desafiador, no entanto foi notado que as empresas estão mais preparadas para as adversidades.</p>
<p>A maior parte dos empresários, tem a percepção de que este ano será dentro do esperado, um total de 37% deles. Outra parcela considerável, cerca de 33%, acredita que será pior do que esperado e 27% espera que seja melhor. Ou seja, um cenário comedido.</p>
<p><strong>Investimentos</strong></p>
<p>Para 2023 a projeção é de novas contratações pelo regime CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) por parte de 51% das empresas respondentes, enquanto 20% das preferem terceirizar a mão de obra, mas ainda assim, contratando profissionais para o setor. Infelizmente, 30% das empresas não pretendem ampliar o quadro de funcionários.</p>
<p>Uma boa notícia é que 89% das empresas pretendem investir em treinamentos e na capacitação de seus colaboradores, reservando uma fatia de 2,79% do seu faturamento para tal oportunidade.</p>
<p>Em termos de investimentos, a maioria das empresas pesquisadas pretendem investir em tecnologia este ano, mais que no ano passado, aproximadamente 2,65% do seu faturamento está reservado para tanto.</p>
<p>A busca pela redução de custos e mais segurança, profissionalizou o transporte logístico e abriu um imenso mercado para a tecnologia embarcada, sistemas de rastreamento de cargas e de gestão de frotas.</p>
<p>Além de manter as condições do teletrabalho e pronto atendimento online, as empresas têm se preocupado com a compra de equipamentos e sistemas que oferecem informações em tempo real, até para acompanhar as demandas do mercado.</p>
<p>Já com relação a modernização dos terminais as empresas de transporte perceberam que a estrutura física dos galpões não é mais tão essencial em grande escala. Os empresários do TRC, na sua maioria, cogitam não investir em terminais neste ano.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-panorama-do-trc-em-2022-e-as-expectativas-para-2023/">O panorama do TRC em 2022 e as expectativas para 2023</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Novos dados reafirmam a escassez de motoristas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/novos-dados-reafirmam-a-escassez-de-motoristas-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2022 14:38:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<category><![CDATA[motoristas profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa iptc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento realizado pelo Instituto Paulista do Transporte de Carga mostra uma queda de mais de 20% no número de motoristas profissionais </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/novos-dados-reafirmam-a-escassez-de-motoristas-2/">Novos dados reafirmam a escassez de motoristas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Levantamento realizado pelo Instituto Paulista do Transporte de Carga mostra uma queda de mais de 20% no número de motoristas profissionais </em></p>
<p>No País vem diminuindo o número de motoristas habilitados para direção de veículos de cargas, aqueles que possuem a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) na categoria C e complementares – D e E.</p>
<p>Essa queda está ocorrendo desde o ano de 2015. De lá para cá, o percentual chegou a diminuir 22%, segundo informações levantadas pelo IPTC. O instituto monitora a quantidade de motoristas profissionais desde 2010, e assistia a um crescimento modesto de 2011 a 2014 (cerca de 1,4% ao ano), entretanto os sete últimos anos, foram de quedas, e as taxas chegaram a regredir 5,6% ao ano.</p>
<p>Em maio de 2022, o período mais recente apurado no estudo, o Brasil registrou o menor número da série de motoristas habilitados na categoria C, com uma queda de 1,67% em comparação com 2021. No estado de São Paulo, as diminuições são mais acentuadas, chegando a registrar queda 8% nos motoristas habilitados entre 2017 e 2018.  </p>
<p>A escassez de mão-de-obra reflete nas dificuldades na contratação e retenção de bons profissionais para esta categoria nas transportadoras. O relatório aponta dois fatores principais que tornam este profissional mais requisitado que outros no mercado: o alto nível de qualificação exigido e o interesse cada vez menor na profissão.</p>
<p>O estudo trouxe ainda o perfil de idade dos motoristas, que também mudou muito nos últimos 10 anos. Em 2010, a maioria se encontrava na faixa de 41 a 50 anos de idade, agora em 2022, a maioria está concentrada na faixa entre 51 a 60 anos. Enquanto isso, o número de novos motoristas na primeira faixa, de 18 a 21 anos, caiu 68%, mesma proporção da faixa de 22 a 25 anos (67,6%). A tendência no estado de São Paulo segue o panorama nacional.</p>
<p>Foi notado também que a maioria dos motoristas possui ensino médio completo, quase 70% deles.  Todo o levantamento foi feito a partir do cruzamento de dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) com informações do Detran-SP e Denatran, que revelou também um panorama sobre as contratações destes tipos de profissionais.</p>
<p>Com o estudo foi possível verificar, por exemplo, que entre os anos 2014 a 2016, houve mais desligamentos do que contratações, já a partir de 2018 ocorreu uma retomada com o crescimento constante de contratações em todo o país. Inclusive, o ápice de saldo positivo foi o ano passado, com 28.872 admissões a mais que demissões.</p>
<p>Se o desempenho se mantiver, isso pode contribuir para o aumento do cenário de escassez. Um ponto importante é que o maior motivo de desligamento ainda é demissão sem justa causa, mas que vem sendo seguido de perto por um número expressivo de desligamentos a pedido do motorista.</p>
<p>No total foram 35.993 desligamentos a pedido neste ano, até maio. Algo que demonstra, de acordo com o analista de dados do IPTC, Bruno Carvalho, “que uma parcela de motoristas profissionais se movimenta entre as empresas do TRC, indicando que por falta de mão-de-obra as empresas estão buscando profissionais em outras empresas”, disse ele.</p>
<p>Para Carvalho, é preciso que haja mais incentivo por parte das transportadoras, “não apenas medidas para motivar que novos motoristas ingressem no mercado, mas também benefícios e um bom ambiente de trabalho, para manter o profissional dentro da empresa”.</p>
<p>Olhando para o futuro, ao considerar que há uma queda anual média de 1,63% desde 2020 no país, e se a taxa se mantiver, o analista prevê que em 2025, teremos 4.166.818 motoristas habilitados com a categoria C, ou seja, um 1,5 milhão a menos do que em 2015.</p>
<p>No entanto a escassez de motoristas é um assunto global, discutido em todos os países, porque assim como aponta o relatório do IPTC, menos jovens querem seguir essa profissão.</p>
<p>Uma pesquisa promovida pela Organização Mundial de Transporte Rodoviário, (IRU), que ouviu mais de 1.500 transportadores em 25 países nas Américas, Ásia e Europa, identificou que a falta de motoristas cresceu em todas as regiões em 2021, exceto na Eurásia.</p>
<p>No continente europeu, houve um aumento de 42% na falta de profissionais entre 2020 e 2021. Países como a Romênia possuem 71 mil vagas em aberto, Polônia e Alemanha com 80 mil em cada, e o Reino Unido lidera o ranking com 100 mil. Já nas Américas, o México se consagra como o país com maior falta de motoristas, são 54 mil vagas para serem preenchidas.</p>
<p>Nem mesmo os salários mais altos para motoristas em 2021, proporcionados especialmente na Europa e nos EUA, ajudaram a reduzir a escassez. De acordo com as informações da IRU, as operadoras de transporte rodoviário estão fazendo sua parte, mas governos e autoridades precisam ajudar, melhorando a infraestrutura de estacionamento e áreas de descanso, além de capacitar o acesso e incentivar mais mulheres e jovens para a profissão.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/novos-dados-reafirmam-a-escassez-de-motoristas-2/">Novos dados reafirmam a escassez de motoristas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Novos dados reafirmam a escassez de motoristas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/novos-dados-reafirmam-a-escassez-de-motoristas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Oct 2022 13:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 69]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<category><![CDATA[motoristas profissionais]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa iptc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento realizado pelo Instituto Paulista do Transporte de Carga mostra uma queda de mais de 20% no número de motoristas profissionais </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/novos-dados-reafirmam-a-escassez-de-motoristas/">Novos dados reafirmam a escassez de motoristas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Levantamento realizado pelo Instituto Paulista do Transporte de Carga mostra uma queda de mais de 20% no número de motoristas profissionais </em></p>
<p>No País vem diminuindo o número de motoristas habilitados para direção de veículos de cargas, aqueles que possuem a CNH (Carteira Nacional de Habilitação) na categoria C e complementares – D e E.</p>
<p>Essa queda está ocorrendo desde o ano de 2015. De lá para cá, o percentual chegou a diminuir 22%, segundo informações levantadas pelo IPTC. O instituto monitora a quantidade de motoristas profissionais desde 2010, e assistia a um crescimento modesto de 2011 a 2014 (cerca de 1,4% ao ano), entretanto os sete últimos anos, foram de quedas, e as taxas chegaram a regredir 5,6% ao ano.</p>
<p>Em maio de 2022, o período mais recente apurado no estudo, o Brasil registrou o menor número da série de motoristas habilitados na categoria C, com uma queda de 1,67% em comparação com 2021. No estado de São Paulo, as diminuições são mais acentuadas, chegando a registrar queda 8% nos motoristas habilitados entre 2017 e 2018.  </p>
<p>A escassez de mão-de-obra reflete nas dificuldades na contratação e retenção de bons profissionais para esta categoria nas transportadoras. O relatório aponta dois fatores principais que tornam este profissional mais requisitado que outros no mercado: o alto nível de qualificação exigido e o interesse cada vez menor na profissão.</p>
<p>O estudo trouxe ainda o perfil de idade dos motoristas, que também mudou muito nos últimos 10 anos. Em 2010, a maioria se encontrava na faixa de 41 a 50 anos de idade, agora em 2022, a maioria está concentrada na faixa entre 51 a 60 anos. Enquanto isso, o número de novos motoristas na primeira faixa, de 18 a 21 anos, caiu 68%, mesma proporção da faixa de 22 a 25 anos (67,6%). A tendência no estado de São Paulo segue o panorama nacional.</p>
<p>Foi notado também que a maioria dos motoristas possui ensino médio completo, quase 70% deles.  Todo o levantamento foi feito a partir do cruzamento de dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) com informações do Detran-SP e Denatran, que revelou também um panorama sobre as contratações destes tipos de profissionais.</p>
<p>Com o estudo foi possível verificar, por exemplo, que entre os anos 2014 a 2016, houve mais desligamentos do que contratações, já a partir de 2018 ocorreu uma retomada com o crescimento constante de contratações em todo o país. Inclusive, o ápice de saldo positivo foi o ano passado, com 28.872 admissões a mais que demissões.</p>
<p>Se o desempenho se mantiver, isso pode contribuir para o aumento do cenário de escassez. Um ponto importante é que o maior motivo de desligamento ainda é demissão sem justa causa, mas que vem sendo seguido de perto por um número expressivo de desligamentos a pedido do motorista.</p>
<p>No total foram 35.993 desligamentos a pedido neste ano, até maio. Algo que demonstra, de acordo com o analista de dados do IPTC, Bruno Carvalho, “que uma parcela de motoristas profissionais se movimenta entre as empresas do TRC, indicando que por falta de mão-de-obra as empresas estão buscando profissionais em outras empresas”, disse ele.</p>
<p>Para Carvalho, é preciso que haja mais incentivo por parte das transportadoras, “não apenas medidas para motivar que novos motoristas ingressem no mercado, mas também benefícios e um bom ambiente de trabalho, para manter o profissional dentro da empresa”.</p>
<p>Olhando para o futuro, ao considerar que há uma queda anual média de 1,63% desde 2020 no país, e se a taxa se mantiver, o analista prevê que em 2025, teremos 4.166.818 motoristas habilitados com a categoria C, ou seja, um 1,5 milhão a menos do que em 2015.</p>
<p>No entanto a escassez de motoristas é um assunto global, discutido em todos os países, porque assim como aponta o relatório do IPTC, menos jovens querem seguir essa profissão.</p>
<p>Uma pesquisa promovida pela Organização Mundial de Transporte Rodoviário, (IRU), que ouviu mais de 1.500 transportadores em 25 países nas Américas, Ásia e Europa, identificou que a falta de motoristas cresceu em todas as regiões em 2021, exceto na Eurásia.</p>
<p>No continente europeu, houve um aumento de 42% na falta de profissionais entre 2020 e 2021. Países como a Romênia possuem 71 mil vagas em aberto, Polônia e Alemanha com 80 mil em cada, e o Reino Unido lidera o ranking com 100 mil. Já nas Américas, o México se consagra como o país com maior falta de motoristas, são 54 mil vagas para serem preenchidas.</p>
<p>Nem mesmo os salários mais altos para motoristas em 2021, proporcionados especialmente na Europa e nos EUA, ajudaram a reduzir a escassez. De acordo com as informações da IRU, as operadoras de transporte rodoviário estão fazendo sua parte, mas governos e autoridades precisam ajudar, melhorando a infraestrutura de estacionamento e áreas de descanso, além de capacitar o acesso e incentivar mais mulheres e jovens para a profissão.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/novos-dados-reafirmam-a-escassez-de-motoristas/">Novos dados reafirmam a escassez de motoristas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Cresce a quantidade de emissão de CT-e</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/cresce-a-quantidade-de-emissao-de-ct-e-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2022 13:47:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa iptc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No entanto, isso pode não indicar um aumento do volume da demanda de cargas, e sim, ser um sinal de que está crescente a movimentação de mercadorias. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/cresce-a-quantidade-de-emissao-de-ct-e-2/">Cresce a quantidade de emissão de CT-e</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>No entanto, isso pode não indicar um aumento do volume da demanda de cargas, e sim, ser um sinal de que está crescente a movimentação de mercadorias. Confira!</em></p>
<p>Quem trabalha com gestão de transporte já está familiarizado com o CT-e, MDF-e, DACT-e, DAMDF-e, NF-e e outras siglas referentes a documentos digitais. Especialmente o CT-e, que é o Conhecimento de Transporte eletrônico, foi instituído em 2007 pelo Ajuste Sinief 09, que determina regras para sua emissão e armazenamento eletrônico.</p>
<p>Ao deixar de gerar esse documento obrigatório, a transportadora pode receber multas e até mesmo, ter a mercadoria apreendida em postos fiscais, já que a circulação em território nacional sem ele é proibida.</p>
<p>A equipe do IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Carga) acompanha os dados disponibilizados pela Secretaria da Fazenda sobre a quantidade de emissão de Conhecimento de Transporte eletrônico e identificou uma crescente nos números a partir de dezembro de 2021, quando a média de emissões para o mês ficou em 5.500 bilhões. Já em junho deste ano, essa média saltou para 6.200 bilhões. Enquanto isso, o número de emissores (ou seja, quem presta serviços de transporte), permaneceu quase que o mesmo durante todo o semestre, uma média de 100 mil.</p>
<p>Para o analista de dados do IPTC, Bruno Carvalho, os números podem indicar que a movimentação de cargas e mercadorias está maior. “O rodoviário, na imensa maioria das vezes, é sempre o responsável pelo transporte da primeira e última milha”, avaliou.</p>
<p>Neste mesmo sentido vão ao encontro os dados do relatório da Fretebras. De acordo com o estudo, o volume de fretes rodoviários no Brasil aumentou 36,8% na comparação com o primeiro trimestre de 2021. Ao todo foram movimentados R$18 bilhões em fretes de janeiro a março de 2022.</p>
<p>Segundo o relatório, houveram diversos fatores que influenciaram o mercado de transporte, com destaque à guerra da Ucrânia. “Se por um lado, a alta do combustível impacta profundamente os custos do transporte, por outro lado, as commodities brasileiras ganharam ainda mais força no mercado internacional, e assim o agronegócio puxou a oferta de fretes no período”, afirma o estudo.</p>
<p>Entretanto, o vice-presidente do SETCESP, Marcelo Rodrigues, destaca um outro cenário propiciado durante a pandemia, o aumento das vendas no e-commerce. O segmento registrou um faturamento recorde em 2021, totalizando mais de R$ 161 bilhões, um crescimento de 26,9% em relação ao ano anterior. O número de pedidos aumentou 16,9%, com 353 milhões de entregas, de acordo com o levantamento da Neotrust, empresa responsável pelo monitoramento do e-commerce brasileiro.</p>
<p>“O transporte mudou drasticamente por conta do crescimento das compras on-line”, informa Rodrigues ao explicar que isso fez com que ocorresse um fenômeno, “ao invés de termos  preponderantemente o frete levado por caminhões das fábrica ou Centro de Distribuição para as lojas, o que vem acontecendo é o escoamento das mercadorias em veículos de menor porte, direto para o consumidor, e com isso, a emissão de vários CT-es”, sinaliza.</p>
<p>Para Rodrigues, ainda que a média de números de CT-es emitidos tenha aumentado muito, e por consequência, a movimentação de cargas, o volume de carga em si, tanto em valores quanto em pesos transportados, pode não ter evoluído da mesma maneira se comparado  com a medição da evolução do PIB (Produto Interno Bruto).</p>
<p>Ele também chama atenção para o fato de que houve uma forte migração das cargas, que eram levadas pelos transportadores regulares para o que chama de ‘uberizadoras de cargas’, que descreve como a relação desencadeada pelos <em>marketplaces</em> que contratam veículos de passeio e até motocicletas não regularizadas, para o transporte e  dessa forma, realizam a emissão simplificada do CT-e, por meio de um regime especial  disponibilizado pelas  SEFAZ (Secretaria da Fazenda) dos estados.</p>
<p>Dentro dessas emissões simplificadas não estão contemplados uma série de documentações acessórias que as transportadoras regulamentadas são obrigadas a emitir, além de permitir a grande pulverização das entregas.</p>
<p>“Particularmente não sou contra essa pulverização e desburocratização que os <em>marketplaces</em> conseguiram. O que desejo é que haja uma isonomia entre o que se concede a eles e aquilo que as transportadoras são submetidas, para que possamos desfrutar dos mesmos benefícios, principalmente, com respeito a diminuição da papelada envolvida nos documentos eletrônicos”, espera o vice-presidente do SETCESP</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/cresce-a-quantidade-de-emissao-de-ct-e-2/">Cresce a quantidade de emissão de CT-e</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Cresce a quantidade de emissão de CT-e</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/cresce-a-quantidade-de-emissao-de-ct-e/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 12:27:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 68]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa iptc]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204600977</guid>

					<description><![CDATA[<p>No entanto, isso pode não indicar um aumento do volume da demanda de cargas, e sim, ser um sinal de que está crescente a movimentação de mercadorias. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/cresce-a-quantidade-de-emissao-de-ct-e/">Cresce a quantidade de emissão de CT-e</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>No entanto, isso pode não indicar um aumento do volume da demanda de cargas, e sim, ser um sinal de que está crescente a movimentação de mercadorias. Confira!</em></p>
<p>Quem trabalha com gestão de transporte já está familiarizado com o CT-e, MDF-e, DACT-e, DAMDF-e, NF-e e outras siglas referentes a documentos digitais. Especialmente o CT-e, que é o Conhecimento de Transporte eletrônico, foi instituído em 2007 pelo Ajuste Sinief 09, que determina regras para sua emissão e armazenamento eletrônico.</p>
<p>Ao deixar de gerar esse documento obrigatório, a transportadora pode receber multas e até mesmo, ter a mercadoria apreendida em postos fiscais, já que a circulação em território nacional sem ele é proibida.</p>
<p>A equipe do IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Carga) acompanha os dados disponibilizados pela Secretaria da Fazenda sobre a quantidade de emissão de Conhecimento de Transporte eletrônico e identificou uma crescente nos números a partir de dezembro de 2021, quando a média de emissões para o mês ficou em 5.500 bilhões. Já em junho deste ano, essa média saltou para 6.200 bilhões. Enquanto isso, o número de emissores (ou seja, quem presta serviços de transporte), permaneceu quase que o mesmo durante todo o semestre, uma média de 100 mil.</p>
<p>Para o analista de dados do IPTC, Bruno Carvalho, os números podem indicar que a movimentação de cargas e mercadorias está maior. “O rodoviário, na imensa maioria das vezes, é sempre o responsável pelo transporte da primeira e última milha”, avaliou.</p>
<p>Neste mesmo sentido vão ao encontro os dados do relatório da Fretebras. De acordo com o estudo, o volume de fretes rodoviários no Brasil aumentou 36,8% na comparação com o primeiro trimestre de 2021. Ao todo foram movimentados R$18 bilhões em fretes de janeiro a março de 2022.</p>
<p>Segundo o relatório, houveram diversos fatores que influenciaram o mercado de transporte, com destaque à guerra da Ucrânia. “Se por um lado, a alta do combustível impacta profundamente os custos do transporte, por outro lado, as commodities brasileiras ganharam ainda mais força no mercado internacional, e assim o agronegócio puxou a oferta de fretes no período”, afirma o estudo.</p>
<p>Entretanto, o vice-presidente do SETCESP, Marcelo Rodrigues, destaca um outro cenário propiciado durante a pandemia, o aumento das vendas no e-commerce. O segmento registrou um faturamento recorde em 2021, totalizando mais de R$ 161 bilhões, um crescimento de 26,9% em relação ao ano anterior. O número de pedidos aumentou 16,9%, com 353 milhões de entregas, de acordo com o levantamento da Neotrust, empresa responsável pelo monitoramento do e-commerce brasileiro.</p>
<p>“O transporte mudou drasticamente por conta do crescimento das compras on-line”, informa Rodrigues ao explicar que isso fez com que ocorresse um fenômeno, “ao invés de termos  preponderantemente o frete levado por caminhões das fábrica ou Centro de Distribuição para as lojas, o que vem acontecendo é o escoamento das mercadorias em veículos de menor porte, direto para o consumidor, e com isso, a emissão de vários CT-es”, sinaliza.</p>
<p>Para Rodrigues, ainda que a média de números de CT-es emitidos tenha aumentado muito, e por consequência, a movimentação de cargas, o volume de carga em si, tanto em valores quanto em pesos transportados, pode não ter evoluído da mesma maneira se comparado  com a medição da evolução do PIB (Produto Interno Bruto).</p>
<p>Ele também chama atenção para o fato de que houve uma forte migração das cargas, que eram levadas pelos transportadores regulares para o que chama de ‘uberizadoras de cargas’, que descreve como a relação desencadeada pelos <em>marketplaces</em> que contratam veículos de passeio e até motocicletas não regularizadas, para o transporte e  dessa forma, realizam a emissão simplificada do CT-e, por meio de um regime especial  disponibilizado pelas  SEFAZ (Secretaria da Fazenda) dos estados.</p>
<p>Dentro dessas emissões simplificadas não estão contemplados uma série de documentações acessórias que as transportadoras regulamentadas são obrigadas a emitir, além de permitir a grande pulverização das entregas.</p>
<p>“Particularmente não sou contra essa pulverização e desburocratização que os <em>marketplaces</em> conseguiram. O que desejo é que haja uma isonomia entre o que se concede a eles e aquilo que as transportadoras são submetidas, para que possamos desfrutar dos mesmos benefícios, principalmente, com respeito a diminuição da papelada envolvida nos documentos eletrônicos”, espera o vice-presidente do SETCESP</p></div>
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