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	<title>Arquivos pagamento &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos pagamento &#8211; SETCESP</title>
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		<title>ANTT debate novas formas de pagamento em praças de pedágio</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/antt-debate-novas-formas-de-pagamento-em-pracas-de-pedagio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Oct 2024 15:14:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANTT]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[praças de pedágio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reunião Participativa visa modernizar a cobrança e garantir segurança aos usuários das rodovias federais.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Na tarde desta terça-feira (1º/10), a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) promoveu a Reunião Participativa nº 15/2024, com o objetivo de discutir a diversificação dos meios de pagamento das tarifas de pedágio. O diretor da ANTT Luciano Lourenço abriu a atividade e o gerente geral de regulação rodoviária, Fernando Feitosa, conduziu a reunião que contou com representantes da sociedade civil, da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) e especialistas do setor.</p>
<p>Essa iniciativa surgiu como resposta à Portaria nº 241, de 6 de março de 2024, emitida pelo Ministério dos Transportes, que visa ampliar as opções de pagamento nas praças de pedágio.  Houve a apresentação da proposta sobre as novas formas de pagamento que incluem dinheiro em espécie, PIX, cartões de débito e crédito, além de dispositivos de cobrança automática. A norma estabelece um prazo de 24 meses, a partir de sua publicação, para que as concessionárias adequem seus sistemas internos e aceitem esses meios. Necessariamente, também devem apresentar um plano de implantação em até 60 dias após a publicação da norma. Contudo, a regulamentação não se aplica a contratos em processo de relicitação ou que estejam a menos de 24 meses para sua finalização, e as despesas geradas pela implantação poderão ser objeto de reequilíbrio econômico-financeiro, com penalidades previstas para o descumprimento.</p>
<p>Os benefícios esperados com a adoção de diversificados meios de pagamentos incluem não apenas maior conveniência e flexibilidade para os usuários, mas também maior segurança financeira, reduzindo a circulação de dinheiro em espécie nas rodovias. A modernização proposta alinha-se às tendências tecnológicas e aos arranjos de pagamento que vêm sendo estabelecidos pelo Banco Central do Brasil.</p>
<p>Durante a reunião, o diretor da ANTT Luciano Lourenço destacou a importância da transparência e da participação social no processo regulatório da ANTT. “Esta reunião é emblemática, pois trata do uso de pagamentos em um momento em que a tecnologia está moldando as normas e diretrizes na gestão das concessões rodoviárias. Temos o compromisso de estudar profundamente as questões de segurança em relação aos meios de pagamento, assegurando que os usuários possam realizar as transações de modo prático e eficiente, sem comprometer a segurança das operações nas rodovias”, explicou.</p>
<p class="callout">&gt;&gt;&gt; <a class="external-link" title="" href="https://www.gov.br/antt/pt-br/centrais-de-conteudo/fotografias/eventos/reuniao-participativa-015-24-01-10-24" target="_blank" rel="noopener" data-tippreview-enabled="false" data-tippreview-image="" data-tippreview-title="">Acesse aqui para ver todas as fotos da Reunião Participativa</a> &lt;&lt;&lt;</p>
<p><strong>Participação social</strong></p>
<p>Durante os debates sobre novas modalidades de pagamento, o diretor de relações institucionais da ABCR, Guilherme Bianco, elogiou a proposta da ANTT, destacando a importância da implementação de ao menos duas opções de PIX: a geração de QR Code, que dispensaria a digitação de informações, e o sistema pré-pago, onde o pagamento seria feito por meio de um carregamento e descontado em cada passagem no pedágio. Outras participações contribuíram com a construção dos novos modelos de pagamentos.</p>
<p>Após essa reunião os debates continuam, ainda será realizada uma Audiência Pública, antes da formulação da norma. ANTT reafirma seu compromisso em continuar ouvindo a sociedade e as concessionárias durante todo o processo, garantindo que as novas formas de pagamento sejam implementadas de maneira segura e eficiente, focando sempre na melhoria da experiência dos usuários.</p>
<p><em>Foto: divulgação Agência Nacional de Transportes Terrestres &#8211; ANTT</em></p></div>
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		<title>Sicredi oferece gratuitamente o meio de pagamento mais utilizado do país</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/sicredi-oferece-gratuitamente-o-meio-de-pagamento-mais-utilizado-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jul 2023 11:37:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parceria SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[gratuitamente]]></category>
		<category><![CDATA[pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[país]]></category>
		<category><![CDATA[Sicredi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Pix nem sempre é de graça, mas no Sicredi ele é, para todos.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span lang="PT"><span class="il">O</span> Pix é <span class="il">o</span> <span class="il">meio</span> de <span class="il">pagamento</span> <span class="il">mais</span> <span class="il">utilizado</span> no Brasil e foi <span class="il">o</span> que apresentou menor tempo de adoçã<span class="il">o</span> pelos brasileiros. Prático, rápido e superseguro, ele veio para facilitar a rotina das pessoas. <span class="il">O</span> Banco Central determina que as transações via Pix sejam isentas para pessoas físicas, EI (empresário individual) e MEIs (micro e pequenas empresas), mas para as demais empresas fica a critério das instituições financeiras determinarem se vã<span class="il">o</span> ou nã<span class="il">o</span> cobrar pelo serviç<span class="il">o</span>.</p>
<p>No <span class="il">Sicredi</span>, <span class="il">o</span> Pix é totalmente gratuito. Como a instituiçã<span class="il">o</span> financeira tem a missã<span class="il">o</span> de contribuir com <span class="il">o</span> crescimento dos associados e das regiões em que está presente, nada <span class="il">mais</span> justo <span class="il">do</span> que oferecer serviços vantajosos para todos. Por isso, nã<span class="il">o</span> sã<span class="il">o</span> cobradas taxas para transferências e recebimentos via Pix, tanto para pessoa física quanto jurídica.<u></u><u></u></span></p>
<p><span lang="PT"><br /></span><span lang="PT">De acordo com </span>Anderson Cruz, gerente de desenvolvimento de negócios na <span class="il">Sicredi</span> Vale <span class="il">do</span> Piquiri Abcd PR/SP, com esse posicionamento da instituiçã<span class="il">o</span> financeira há <span class="il">o</span> incentivo de que <span class="il">mais</span> pessoas tenham acesso aos benefícios de realizar suas movimentações em uma cooperativa, com inclusã<span class="il">o</span> financeira e desenvolvimento local. “Se analisarmos as transações realizadas pelos associados da cooperativa no primeiro semestre <span class="il">do</span> ano, considerando a tarifa média que é cobrada pelos bancos, teria sido gerada uma despesa total de R$ 59 milhões para as empresas. Como nós nã<span class="il">o</span> cobramos, esse dinheiro ficou na economia, gerando <span class="il">mais</span> recursos para investimento no próprio negócio dos associados. Assim, fortalecemos a economia local.”</p>
<p>Além disso, explica Felipe Augusto dos Santos, gerente de desenvolvimento de negócios na <span class="il">Sicredi</span> Vale <span class="il">do</span> Piquiri Abcd PR/SP, como sistema cooperativo, é importante valorizar <span class="il">o</span> relacionamento, oferecer soluções financeiras para agregar renda e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos associados. “<span class="il">O</span> <span class="il">Sicredi</span> tem <span class="il">o</span> compromisso de apoiar a regiã<span class="il">o</span> e a decisã<span class="il">o</span> de nã<span class="il">o</span> tarifar <span class="il">o</span> Pix coopera com a economia local, e cumpre com <span class="il">o</span> propósito de construir uma sociedade <span class="il">mais</span> próspera.”<u></u><u></u></p>
<p><u></u> <u></u><b><span class="il">O</span> Pix e suas vantagens<br /></b><br /><b>Gratuito:</b> no <span class="il">Sicredi</span>, <span class="il">o</span> Pix é gratuito, para todos.<u></u><u></u></p>
<p><b>Seguro:</b> a soluçã<span class="il">o</span> é regulamentada pelo Banco Central e conta com a segurança <span class="il">do</span> <span class="il">Sicredi</span> em todas as transações.<br /><b>Simples:</b> praticidade na hora de transferir.<br /><b>Rápido:</b> <span class="il">o</span> dinheiro entra na conta de destino na mesma hora.<br /><b>Disponível:</b> 24 horas por dia, todos os dias <span class="il">do</span> ano, incluindo fins de semana e feriados.<u></u><u></u></p>
<p><b>Cadastro da chave Pix em três passos<br /></b><br />1. Abra <span class="il">o</span> aplicativo <span class="il">do</span> <span class="il">Sicredi</span> pelo celular e acesse a conta.<br />2. Acesse <span class="il">o</span> menu Pix e escolha a chave que gostaria de cadastrar.<br />3. Insira os dados da chave e confirme.</p></div>
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		<title>Comissão do Senado pode votar projeto que prorroga desoneração da folha de pagamento até 2027</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/comissao-do-senado-pode-votar-projeto-que-prorroga-desoneracao-da-folha-de-pagamento-ate-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 14:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto, relatado pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA), foi apresentado no fim de maio</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado pode votar nesta terça-feira (13) o projeto de lei que prorroga a desoneração da folha de pagamento até o fim de 2027.</p>
<p>O texto, relatado pelo senador Angelo Coronel (PSD-BA), é o primeiro item da pauta da comissão.</p>
<p>O relatório do senador foi apresentado no fim de maio. Logo em seguida, foi concedido um prazo para a análise dos senadores.</p>
<p>Em seu texto, Coronel votou a favor da prorrogação da desoneração que afeta 17 setores da economia, entre eles calçados, comunicação/jornalismo, vestuário, construção civil, entre outros.</p>
<p>Essa desoneração permite que as empresas paguem alíquota de 1% a 4,5% sobre a receita bruta, em vez de 20% sobre a folha de salários. A renúncia fiscal anual estimada, segundo a Receita Federal, é de R$ 9,4 bilhões. O relator alega, porém, que os impactos positivos na economia superam esse valor: seriam R$ 10 bilhões a mais na economia por causa dessa desoneração.</p>
<p>“Contudo, reiteramos os impactos positivos sobre o mercado de trabalho, emprego e renda da medida. Embora o gasto tributário da desoneração seja estimado pela Receita Federal do Brasil em R$ 9,4 bilhões, o efeito positivo à economia supera os R$ 10 bilhões em arrecadação — considerando o acréscimo de mais de 620 mil empregos dos 17 setores desonerados em 2022 e o decorrente crescimento de receitas advindas de impostos e contribuições”, justificou.</p>
<p>Além disso, o relator também estabeleceu uma desoneração da folha de pagamento para municípios com menos de 142.633 habitantes. Nesses casos, os municípios poderiam reduzir a alíquota previdenciária sobre a folha de 20% para 8%. O governo federal deixaria de arrecadar R$ 9 bilhões por ano, segundo o relator, mas haveria “benefícios aos demais entes federados”.</p>
<p>A <strong>CNN</strong> apurou que o senador Angelo Coronel não foi procurado por interlocutores do governo federal para discutir o texto. O ministro da Fazenda,<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/fernando-haddad/"> Fernando Haddad</a>, tem dito que gostaria de rever algumas desonerações para aumentar o caixa da União.</p></div>
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		<item>
		<title>Câmara suspende pagamento de acordo trabalhista até dezembro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/camara-suspende-pagamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2020 18:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tributos]]></category>
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		<category><![CDATA[suspensão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalhador que foi demitido e fez um acordo para receber a rescisão de forma parcelada poderá ficar com as parcelas suspensas e só voltar a receber em janeiro</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_3 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Trabalhador que foi demitido e fez um acordo para receber a rescisão de forma parcelada poderá ficar com as parcelas suspensas e só voltar a receber em janeiro</em></p>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou ontem que os pagamentos de acordos trabalhistas judiciais ou extrajudiciais serão suspensos pelo menos até 31 de dezembro para as empresas que tiveram suas atividades paralisadas total ou parcialmente pelo poder público durante a pandemia da covid-19. A medida valerá para os acordos feitos para quitar ações trabalhistas ou rescisão do contrato de trabalho e também para quem aderiu a planos de demissão voluntária (PDV).</p>
<p>A emenda, da deputada Soraya Santos (PL-RJ), foi incluída na Medida Provisória (MP) 927, que promove mudanças na legislação trabalhista durante o período de calamidade pública decretada por causa da covid-19 (a princípio, até 31 de dezembro). Pela proposta, que agora será analisada pelo Senado, o trabalhador que foi demitido e fez um acordo para receber a rescisão de forma parcelada poderá ficar com as parcelas suspensas e só voltar a receber em janeiro.</p>
<p>O mesmo valerá para um trabalhador que aderiu ao PDV de uma empresa e ainda está recebendo as parcelas de seu pacote de benefícios. Pela emenda, a empresa que teve sua atividade parcial ou totalmente fechada por ordem do poder público (o que, em tempos de pandemia, abrange praticamente todas as atividades econômicas) poderá alegar dificuldades financeiras e suspender os pagamentos.</p>
<p>Só os partidos de oposição foram contrários. “É mais perda para o trabalhador. Está virando uma farra para os patrões nessa pandemia”, disse o deputado Rogério Correia (PT-MG). Em condição de anonimato, advogados trabalhistas que atuam para empresas afirmaram ao <strong>Valor</strong> que a proposta é “absurda”, “legaliza o calote” e que prejudica os trabalhadores que aceitaram uma redução nos valores para receber e agora terão que enfrentar uma moratória dessas dívidas.</p>
<p>Ao defender a emenda, aprovada por 315 votos a 135, a deputada Soraya afirmou que a proposta apenas fazia um ajuste e que a suspensão já estava em vigor. Advogados, porém, negaram e disseram que alguns juízes acataram pedidos de suspensão diante da gravidade da situação das empresas, mas foram poucos casos. O <strong>Valor </strong>tentou contato com Soraya, mas não teve retorno até o fechamento desta edição.</p>
<p>A emenda foi apoiada pelo governo Bolsonaro e pela maioria dos partidos, com exceção dos de oposição. O argumento foi aliviar o caixa das empresas durante a crise econômica. “Vamos apoiar porque realmente melhora o fluxo das empresas que tiveram que ser paralisadas nesse período”, defendeu a deputada Adriana Ventura (Novo-SP).</p>
<p>Para o advogado Jorge Matsumoto, sócio trabalhista do Bichara Advogados, as empresas devem tomar cuidado ao utilizar essa permissão, caso seja realmente aprovada, porque mexe com créditos alimentícios e pode ter a constitucionalidade contestada. “Para se precaver disso, a empresa precisa de uma prova bem robusta de que a suspensão foi corretamente aplicada e houve uma situação de grave risco da empregabilidade”, orienta.</p>
<p>A versão original da MP era bem menos polêmica, embora sua votação tenha demorado quase dez horas ao longo do dia de ontem por causa das várias emendas feitas pela oposição &#8211; todas elas rejeitadas. A proposta estabelece regras para funcionamento do teletrabalho e antecipação de férias e feriados, por exemplo, em decorrência da pandemia do coronavírus. Como a MP está em vigor desde março, a maioria delas já foi aplicada pelas empresas bem antes da votação pela Câmara ocorrer.</p>
<p>O relator, deputado Celso Maldaner (MDB-SC), tentou ampliar as medidas e, num acordo com o governo, incluir pontos da extinta MP 905, como o trabalho aos domingos e feriados sem necessidade de convenção coletiva. Mas o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), vetou após pressão da oposição e o emedebista manteve o texto praticamente inalterado.</p>
<p>A MP permite que o teletrabalho (“home office”), a antecipação de feriados, férias individuais e coletivas, uso do banco de horas, a suspensão de exigências administrativas em segurança e saúde no trabalho por acordo individual com o trabalhador, sem precisar do aval dos sindicatos. Esse ponto foi criticado pela oposição, com o argumento de que o empregado, neste momento, se submeterá a todas as exigências da empresa para não perder o emprego.</p>
<p>A proposta estabelece regras para funcionamento dessas situações enquanto durar a pandemia da covid-19 e também de outras para aliviar o caixa das empresas. O adicional de 1/3 do salário quando das férias, por exemplo, poderá ser pago até o fim do ano e a troca de 1/3 das férias por abono pecuniário (a “venda” das férias) dependerá do aval do empregador.</p>
<p>Também ficou permitido o diferimento (adiamento) dos depósitos no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) entre março e maio &#8211; os deputados não modificaram essa parte e, em junho, os pagamentos já voltarão ao normal. Os valores não pagos nos três meses anteriores serão parcelados de julho a dezembro.</p>
<p>A MP ainda perdeu pontos polêmicos, como o que dizia que a covid-19 não poderia ser considerada doença ocupacional e a limitação de atuação dos auditores fiscais do trabalho durante 180 dias. Ambas foram derrubadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou essas regras inconstitucionais.</p>
<p>O projeto também prevê que as convenções e acordos coletivos de trabalho que vencerem de 22 de março até agosto poderão ser prorrogados por 90 dias a critério do empregador.</p></div>
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		<item>
		<title>Governo prorroga prazo de pagamento de PIS/Pasep e Cofins</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/pagamento-pis-pasep-cofins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2020 19:33:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decisão foi tomada devido à pandemia do novo coronavírus</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/pagamento-pis-pasep-cofins/">Governo prorroga prazo de pagamento de PIS/Pasep e Cofins</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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<p class="col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-900 display-8 display-md-8 alt-font font-italic my-1 text-center" style="text-align: center;"><em>Decisão foi tomada devido à pandemia do novo coronavírus</em></p>
<p class="col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-900 display-8 display-md-8 alt-font font-italic my-1 text-center" style="text-align: left;">O governo prorrogou o prazo para pagamento da contribuição previdenciária e da Contribuição para o Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). A decisão foi tomada em virtude da crise econômica gerada pela pandemia de covid-19.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1309718&amp;o=node" /></p>
<p class="col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-900 display-8 display-md-8 alt-font font-italic my-1 text-center" style="text-align: left;">Portaria publicada na edição de hoje (17) do <em><a href="http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-245-de-15-de-junho-de-2020-261921317" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Diário Oficial da União</a></em> estabelece os novos prazos. O pagamento das contribuições previdenciárias devidas pelas empresas e a contribuição paga por empregadores domésticos, relativas à competência de maio deste ano, deverão ser pagas no prazo de vencimento das contribuições devidas na competência outubro de 2020. O mesmo período foi estabelecido para o recolhimento do PIS/Pasep e da Cofins.</p>
<p class="col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-900 display-8 display-md-8 alt-font font-italic my-1 text-center" style="text-align: left;">As contribuições relativas à competência de maio deste ano teriam vencimento neste mês. Segundo a Receita Federal, se os contribuintes efetuarem o pagamento até o novo prazo (competência de outubro, com vencimento em novembro) não haverá a incidência de juros ou multa de mora.</p>
<p class="col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-900 display-8 display-md-8 alt-font font-italic my-1 text-center" style="text-align: left;">O valor total dos recursos com prazo de vencimento adiados é da ordem de R$ 40 bilhões.</p>
<p class="col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-900 display-8 display-md-8 alt-font font-italic my-1 text-center" style="text-align: left;">Prorrogação anterior</p>
<p class="col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-900 display-8 display-md-8 alt-font font-italic my-1 text-center" style="text-align: left;">O prazo para pagamento dessas contribuições sociais, que ocorreu nos meses de abril e maio de 2020, já tinha sido adiado para os meses de agosto e outubro de 2020, respectivamente. A medida está prevista pela Portaria nº 139, de 3 de abril de 2020.</p>
<p style="text-align: center;"><a href='http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-245-de-15-de-junho-de-2020-261921317' class='big-button bigblue' target="_blank">LEIA A PORTARIA NA ÍNTEGRA</a></p>
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		<title>Projeto obriga fiscalização de trânsito a oferecer meio de pagamento</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/projeto-obriga-fiscalizacao-de-transito-a-oferecer-meio-de-pagamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2020 18:31:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
		<category><![CDATA[fiscalização]]></category>
		<category><![CDATA[pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto de Lei 6488/19 obriga órgãos de fiscalização de trânsito a contar com aparelhos eletrônicos que permitam ao condutor de veículo pagar, no momento da abordagem, impostos, taxas, multas ou outras despesas relacionadas ao bem</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Projeto de Lei 6488/19 obriga órgãos de fiscalização de trânsito a contar com aparelhos eletrônicos que permitam ao condutor de veículo pagar, no momento da abordagem, impostos, taxas, multas ou outras despesas relacionadas ao bem. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Segundo o texto, a regularização dos débitos financeiros permitirá que o veículo seja prontamente liberado, sendo vedada sua remoção ao depósito. A proposta possibilita ainda que o pagamento dos débitos seja realizado por meio de aplicativos bancários.</p>
<p>“A aprovação do projeto poderá acabar com um transtorno bastante penoso ao contribuinte, sem gerar qualquer tipo de prejuízo ao ente público”, diz o autor do projeto, deputado Maurício Dziedricki (PTB-RS). “Além disso, a medida trará agilidade ao Estado no recebimento de débitos irresolutos, bem como resulta em desburocratização dos serviços públicos”, afirma.</p>
<p>O projeto determina que os órgãos de fiscalização de trânsito urbano e rodoviário, municipal, distrital, estadual ou federal adotarão, no prazo de seis meses, as medidas necessárias para permitir que a cobrança de débitos dos veículos seja feita no momento da abordagem para fiscalização.</p>
<p>Tramitação</p>
<p>A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p></div>
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