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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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		<title>Diferentes gerações dentro de uma mesma organização</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/diferentes-geracoes-dentro-de-uma-mesma-organizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2023 20:56:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 75]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[gerações]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não importa se a idade é de 65, 39, ou 17 anos. A diversidade de profissionais dentro de uma organização é positiva, desde que os conflitos sejam bem geridos.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Com o aumento da expectativa de vida e as dificuldades para o acesso à aposentadoria, os profissionais estão trabalhando por mais tempo. Por sua vez, os programas de incentivo do governo abrem portas do mercado de trabalho aos mais jovens.</p>
<p>Esses dois fatores combinados, compõem um cenário possível de uma convivência de praticamente quatro gerações no mesmo ambiente profissional. O que para os especialistas é positivo, porque há um ganho de diversidade na pluralidade de perfis.</p>
<p>Só que não dá para ignorar que cada geração possui formas diferentes de se pensar o trabalho. E não deixa de ser um desafio para o RH e lideranças das empresas, saber lidar com as divergências identificadas entre as faixas etárias.</p>
<p>“É muito saudável que a empresa tenha diversidade de gerações, no entanto elas têm de estar preparadas para que não haja um desentendimento, ao ponto de ver as estruturas emocionais decaindo”, alerta a consultora organizacional, Sonia Maluf.</p>
<p>Maluf explica que a geração X, que tem acima de 50 anos, possui um perfil menos agressivo. Enquanto a geração Y, entre 23 e 40 anos de idade, arrisca mais e são mais críticos também. Já a geração Z, que nasceu a partir de 2001, chegou ao mercado profissional totalmente conectada”.</p>
<p>Para ela, ao mixar os talentos de cada geração, as organizações devem levar em consideração as características essenciais de cada perfil profissional, respeitando as diferenças e motivando os colaboradores na busca por resultados.</p>
<p>“A nova geração chega ao mercado de trabalho com todas as facilidades que a tecnologia proporciona. Virtualmente, eles possuem soluções sensacionais, mas muitas vezes encontram dificuldades em se comunicar e por isso, são pouco compreendidos. Eles não costumam ser muito insistentes. Ao se cansarem, simplesmente, vão em busca de outras oportunidades”, relata.</p>
<p>A consultora informa que atualmente, quatro entre dez profissionais são da geração Y, sabem muito bem se posicionar. Então, se o líder for de uma geração anterior, ele precisa estar muito bem preparado — “porquê os Ys são muito objetivos e não escondem a insatisfação quando se sentem injustiçados. Porém, este imediatismo deles gera certa desconfiança, em um líder X, por exemplo”, observa.</p>
<p>Embora haja diferenças em X e Y, também há maior adaptabilidade entre eles. Agora, quando se trata da geração Z com um gestor X, fica a dica de que, este líder precisará se esforçar para compreender o jovem. “É muito comum na hora do almoço o Z se isolar, ficar apenas no celular, sem muita interação. Então, é preciso alguém para fazer a integração dessa mão de obra”.</p>
<p>E caberá ao RH e ao gestor promoverem tal integração e também acompanhar estes jovens aprendizes, estagiários e trainees. “O gestor ainda terá um desafio a mais, que é o de sempre mantê-lo motivado. Eles ainda são inexperientes, mas a nível de informação, eles estão bem mais à frente, vale a pena investir”, garante Maluf.</p>
<p>A consultora alerta que por meio de palestras, cursos, mentorias e <em>coaching</em> o RH e os líderes podem se capacitar para entender as diferentes gerações e atuarem também como mediadores.</p>
<p>Outra sugestão para o RH, é fazer uma pesquisa de clima que aponte as maiores divergências. Depois com os resultados, reorganizar a cultura organizacional da empresa de forma que esteja aberta para aquilo que é novo.  “Quebrar resistências é um trabalho de conscientização”, diz.</p>
<p>Maluf faz o alerta para quem não tem por intenção iniciar esse projeto, já imaginando evitar o confronto: “conflitos são positivos para nos chamar atenção para certas coisas que, até então, não seriam trazidas à tona. A geração Z representa um ganho de inovação. Eles buscam soluções modernas muito positivas”.</p>
<p>Mas se quiser abrir-se para o novo será necessário deixar os velhos hábitos de lado.  “Empresas que são muito fechadas, e seguem a premissa de que ‘tem de ser assim, sempre foi assim e vai morrer assim’ — a famosa ‘Síndrome de Gabriela’; poderão ver, em pouco tempo, seus resultados impactados pela falta de inovação”, avisa a especialista.</p>
<p><strong>As diferentes gerações e suas características </strong></p>
<p><strong>Baby Boomers &#8211;</strong> Nascidas entre 1945 e 1960, ganharam esse nome em referência ao grande crescimento populacional da época. São profissionais assíduos e apreciam estabilidade.</p>
<p><strong>Geração X &#8211;</strong> Nascidos entre 1961 e 1980. São, em geral, comprometidos em suas ações. Estão no auge da carreira, esperam por mais reconhecimento.</p>
<p><strong>Geração Y &#8211;</strong> Nascidos entre 1981 e 2000. Também são chamados de Millennials. Foram marcados pela evolução tecnológica, são informais e globalizados. Uma hierarquia rígida não lhes parece interessante.</p>
<p><strong>Geração Z &#8211;</strong> Nascidos a partir de 2001. Tem conectividade espontânea com o mundo virtual, usam tecnologia não apenas para trabalhar, mas para viver. Entretanto encaram o desafio de se relacionar socialmente.</p></div>
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