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	<title>Arquivos mulheres &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos mulheres &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Mulheres são maioria no time de colaboradores da Prestex</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/mulheres-sao-maioria-no-time-de-colaboradores-da-prestex/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 14:56:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associado SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[colaboradores]]></category>
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		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A empresa tem 60% de mulheres em sua equipe. Número bem diferente do setor de logística, ainda, predominante masculino.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Especializada em logística emergencial B2B, há 20 anos no mercado, a <a href="https://www.prestex.com.br/?utm_source=newsletter&amp;utm_medium=e-mail&amp;utm_campaign=choice_RP&amp;utm_id=choice_RP&amp;utm_term=prestex%2C+transporte+aereo+de+carga+emergencial%2C+logistica+aerea&amp;utm_content=choice_RP" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.prestex.com.br/?utm_source%3Dnewsletter%26utm_medium%3De-mail%26utm_campaign%3Dchoice_RP%26utm_id%3Dchoice_RP%26utm_term%3Dprestex%252C%2Btransporte%2Baereo%2Bde%2Bcarga%2Bemergencial%252C%2Blogistica%2Baerea%26utm_content%3Dchoice_RP&amp;source=gmail&amp;ust=1685452012244000&amp;usg=AOvVaw3TqM2GWjyDwJc2MIyfNRGX">Prestex</a> vem trazendo referências para o setor também em equidade profissional. Enquanto no Transporte de Cargas a participação das mulheres representa apenas um quarto (24%) dos profissionais, segundo <a href="https://www.slideshare.net/SindicatoSETCESP/como-est-a-participao-das-mulheres-no-trc" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.slideshare.net/SindicatoSETCESP/como-est-a-participao-das-mulheres-no-trc&amp;source=gmail&amp;ust=1685452012244000&amp;usg=AOvVaw2PUIrNSGhs7L6cZGWfXT93">pesquisa</a> realizada pelo IPT a pedido do SETCESP (Sindicato das Empresas de Transporte de Carga de São Paulo e Região), na Prestex esse número é bem diferente. A empresa tem hoje 60% de mulheres em posições que vão desde <em>entry level</em> até cargos executivos.</p>
<p>A compliance officer da Prestex, Elizabete Loz, destaca a importância da contratação com equidade: “A inclusão e a diversidade trazem vantagens competitivas para o crescimento das companhias. A presença de mulheres em cargos de gestão eleva também o comprometimento com o ESG (práticas ambientais sociais e de governança).” De acordo com <a href="https://www.mckinsey.com/capabilities/people-and-organizational-performance/our-insights/delivering-through-diversity/pt-BR" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.mckinsey.com/capabilities/people-and-organizational-performance/our-insights/delivering-through-diversity/pt-BR&amp;source=gmail&amp;ust=1685452012244000&amp;usg=AOvVaw0d7qAcLFfxxEfGRED6fwHd">dados da consultoria McKinsey</a>, a diversidade de gênero está relacionada tanto com a performance financeira como com a criação de valores na corporação.</p>
<p>Liderança feminina na Prestex, Elizabete Loz está à frente de projetos em áreas como ESG e Compliance, nas quais ELAS também são presenças dominantes. Como especialista há mais de uma década no setor, Elizabete destaca as características femininas que contribuem para o crescimento corporativo: “Senso de urgência, criatividade, olhar preventivo, coragem e ao mesmo tempo sutileza. Ainda há muitos desafios para as mulheres no setor de Logística, mas o avanço é produtivo e não tem volta.”</p>
<p>Segundo dados da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base <a href="https://www.abdib.org.br/2021/12/07/logistica-deve-ter-r-1243-bilhoes-de-investimento-privado-ate-2026/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.abdib.org.br/2021/12/07/logistica-deve-ter-r-1243-bilhoes-de-investimento-privado-ate-2026/&amp;source=gmail&amp;ust=1685452012244000&amp;usg=AOvVaw2XrB-durs0kVaTTxkqJf4X">(Abdib)</a>, o Brasil terá R$ 124,3 bilhões de investimento pelo setor privado em transporte e logística até 2026, o que deve impulsionar ainda mais a contratação de mão de obra no setor. </p>
<p>Com foco na  logística emergencial aérea para a Indústria da Transformação e Indústria de <a href="https://www.abralog.com.br/noticias/prestex-passa-a-operar-no-transporte-aereo-emergencial-de-produtos-farmaceuticos/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.abralog.com.br/noticias/prestex-passa-a-operar-no-transporte-aereo-emergencial-de-produtos-farmaceuticos/&amp;source=gmail&amp;ust=1685452012244000&amp;usg=AOvVaw2B-AjZfTaxkkEnTrOvxHqw">medicamentos</a>, a Prestex tem selecionado mulheres para diversos cargos, assim como jovens aprendizes para as áreas fiscal, de prospecção, contas a receber, marketing e setor comercial. Segundo a <em>head of people and culture</em> da empresa, Márcia Yoshida, o setor é promissor e ELAS estarão cada vez mais presentes, não por imposição, mas pelas características que possuem: “Nosso Departamento comercial, por exemplo, é majoritariamente feminino, diferente das demais empresas. Vejo isso como um diferencial no atendimento, mais cuidadoso, cauteloso e empático”. Segundo a head Márcia, para trabalhar inclusão, diversidade e abrir oportunidades, há empresas desenvolvendo inclusive carreiras específicas para mulheres como motoristas de ônibus, carreteiras e frete.  </p></div>
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		<title>Participação das mulheres no transporte de cargas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/participacao-das-mulheres-no-transporte-de-cargas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 15:18:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de cargas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A participação feminina no transporte de cargas está crescendo de maneira gradual</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/participacao-das-mulheres-no-transporte-de-cargas/">Participação das mulheres no transporte de cargas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A participação das mulheres no transporte de cargas está crescendo de maneira gradual. Alguns números comprovam essa nova realidade e mostram haver uma tendência das grandes corporações em apostarem na adversidade e fazer escolhas com base no talento, comprometimento e competência do candidato. Dados do Instituto Paulista do Transporte de Cargas (IPTC), órgão de pesquisa parceiro do SETCESP, mostrou que em 2021 aconteceram em São Paulo 32.094 contratações femininas para cargos no setor de transporte. O crescimento é 61% superior a 2020, especialmente nas áreas administrativa e comercial, com representatividade feminina de 52% e 56% sobre a masculina, respectivamente. Já no setor operacional foram registradas 13.741 contratações femininas e 125 mil masculinas.</p>
<p>Desde de 2015, o projeto do Sest Senat de Habilitação Profissional para o Transporte – Inserção de Novos Motoristas registrou a participação de 2.311 mulheres e em cinco anos a demanda cresceu 60,4% em cursos da instituição voltados para transporte de passageiros, produtos perigosos e escolar. Em 2019, os cursos mais procurados foram Cuidados Especiais no Transporte de Escolares, Custos Operacionais do Transporte de Cargas e A Precificação no Transporte Rodoviário de Cargas.</p>
<p>Apesar do interesse feminino no setor de transporte rodoviário, o número de mulheres habilitadas com CNH para dirigir caminhão ainda é muito baixo em relação aos homens. Segundo a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), com dados de janeiro de 2022 do Registro Nacional de Carteira de Habilitação (Renach) foram registradas 4,39 milhões de CNHs para veículos pesados (caminhões e carretas), das quais 97,19% são para motoristas homens e apenas 2,81% para motoristas mulheres.</p>
<p>“O homem tem mais facilidade para se candidatar a qualquer vaga, mesmo quando está inseguro. Já a mulher precisa sentir segurança plena para se arriscar”, disse Ana Jarrouge, presidente executiva do Setcesp e idealizadora do<a href="https://www.vezevoz.org/" target="_blank" rel="noopener"> Movimento Vez e Voz</a>, ação que surgiu com o objetivo de valorizar as mulheres que já atuam no setor de transporte e atrair talentos para aumentar a participação feminina no setor. “É preciso acabar com esse paradigma e encorajar as mulheres a se candidatarem a qualquer vaga que desejarem”, complementou.</p>
<p>Na sua avaliação existem dois setores onde a participação das mulheres no transporte de cargas ainda é baixa e é necessário mudanças: o operacional (motorista, mecânico, analista e gerente de logística, conferente) e o C-Level, que engloba os cargos executivos). “Dentro do Movimento Vez e Voz entrevistamos mulheres que já atuam nessas funções e colocamos elas em destaque para se sentirem valorizadas e ao mesmo tempo encorajar e inspirar outras profissionais a enxergarem que realmente existe a possibilidade”.  </p>
<p>Os desafios para aumentar a participação das mulheres no transporte de cargas são muitos, e passam por questões que envolvem infraestrutura e flexibilidade. Ana Jarrouge afirma que as motoristas reclamam da falta de estrutura na estrada e nas empresas para as quais prestam serviços, sendo uma delas a falta de banheiro. Já nos cargos executivos a questão é a flexibilidade de jornada que esbarra em questões como a maternidade, por isso a necessidade de envolver as empresas nesse processo. “Estamos desenvolvendo um manual de boas práticas para orientar as empresas como se posicionam para atrair esse público e mantê-las na atividade”, acrescentou.</p>
<p>Para Ana, essas ações são extremamente necessárias, pois o Brasil tem um mercado envelhecido e de carência de profissionais. Ela reforça que as mulheres apresentam um diferencial já percebido, principalmente quando se trata das motoristas. Disse que empresas relatam que elas contribuem para a redução do custo de manutenção, se envolvem menos em acidente, gostam de se capacitar e são mais atenciosas no trato com os clientes. “As empresas têm vagas abertas, mas dizem que não há candidatas. Temos que mostrar isso, que existem vagas e encorajá-las, pois esse é o caminho para tentarmos mudar essa realidade e atrair os talentos para o TRC”, concluiu.</p>
<p>Outra ação com o mesmo objetivo de ampliar a participação das mulheres no transporte de cargas é o Movimento Voz Delas. Idealizado pela Mercedes-Benz, a iniciativa nasceu de uma demanda de mercado com base em relatos tanto de motoristas quanto de esposas sobre a falta de infraestrutura nas estradas. “Percebemos um número expressivo de mulheres que estavam passando por situações degradantes. Muitas vezes as esposas dos caminhoneiros têm de aguardar do lado de fora da empresa, às vezes à noite, com filho no colo, enquanto o marido carrega ou descarrega o caminhão”, disse Ebru Semizer, gerente sênior de marketing comunicação &amp; inteligência de mercado caminhões da Mercedes-Benz do Brasil.</p>
<p>No caso das mulheres motoristas, Ebru lembra que raramente elas encontram banheiro feminino para tomar um banho durante as viagens. “Foi com base nesses relatos que pensamos em criar um movimento para tentar mudar essa realidade e com isso trazer mais mulheres para o transporte”, explicou. Ela acrescentou que o primeiro passo, foi se aprofundar mais nessas questões para entender quais eram as principais barreiras que impediam uma mulher de tentar ser motorista ou até mesmo acompanhar o marido na estrada.</p>
<p>A partir da principal queixa das mulheres a Mercedes-Benz fez a parceria para a reforma de posto de serviço em Goiânia/GO para servir de modelo de como deve funcionar um ponto de parada. “Colocamos uma lavanderia e banheiros higiênicos. O dono do posto registrou aumento de 10% no movimento constando que o investimento valeu a pena”, contou.</p>
<p>Para Ebru é muito importante levar essa questão para todas as empresas que fazem parte do processo de transporte. “Esse é um dos objetivos do movimento, trazer essa consciência. Como uma das ações, as empresas que possuem estrutura adequada para receber mulheres motoristas e cristais estão ganhando selo apoiador do movimento. E, alguns parceiros estabelecem como condição o transportador estar dentro dessas normas para serem contratados e assim o movimento vai provocando um impacto maior e trazendo bons resultados”</p>
<p>Dentro do portal do Movimento Voz Delas são disponibilizadas muitas informações para fazer as mulheres se sentirem mais valorizadas e se sentirem mais atraídas a participar do setor de transporte rodoviário de cargas. Além de dicas o portal divulga vagas abertas para facilitar a busca por uma oportunidade. Outra ação do movimento é a campanha Na direção do seu sonho, que ajudou no processo da CNH mulheres que queriam ser motoristas mas não tinham condições de fazer todo o processo.</p>
<p>Ebru lembra que esses movimentos estão contribuindo para uma mudança bastante positiva em relação a participação das mulheres no TRC e ampliam essa consciência dentro das empresas. Além disso, as associações estão se juntando à essa causa e existem cursos direcionados para as mulheres. Adiantou que será provido na Fenatran um Fórum das Mulheres no Transporte, com a todas as iniciativas que estão contribuindo para mudar essa realidade. “Vamos levar também para a Feira um caminhão Mercedes-Benz feito por mulheres para mulheres. Vamos fazer barulho e chamar atenção para que essa causa seja vista e abraçada. É um movimento onde realmente queremos dar voz a elas”.</p>
<p>Tatiane Rabuske, coordenadora de RH da transportadora Ghelere, aposta no treinamento de motoristas para valorizar os profissionais e reduzir a rotatividade na empresa. Os cursos duram 20 dias e apenas após esse período os profissionais estão liberados para começar. “Começamos no ano passado e depois da contratação nesse modelo nossa rotatividade diminuiu bastante”, disse. Ela acrescentou que o treinamento de homens e mulheres, com ou sem experiência alguma, é realizado em caminhão trucado.</p>
<p>Atualmente a transportadora atua com seis mulheres. “Como o nosso objetivo sempre foi ampliar a participação das mulheres em todas as áreas da nossa empresa fomos nos adequando para atrair essa mão de obra. No caso das motoristas, optamos em deixá-las trabalhar com os caminhões automatizados e em rotas mais curtas para ficarem afastadas dos filhos por grandes períodos”, explicou. Em relação à falta de infraestrutura nas rodovias, Tatiane afirmou que trabalha apenas com postos de grande porte e que ofereçam estrutura adequada para receber os motoristas da transportadora, sejam eles homens ou mulheres. Atualmente a Ghelere continua se adaptando para atrair mais mulheres para trabalhar na empresa.</p>
<p>Há mais de um ano a Fabet vem fortalecendo a inserção de motoristas no setor de transporte. De acordo com a gerente geral da Filial SP, Salete M. Argenton, após mais de 12 meses de ações diversas, dezenas de mulheres formadas e atuando, o problema da falta de investimentos das empresas em preparar, formar, educar as mulheres para a atividade continua. “Precisamos urgente de investimentos sérios e de oportunidades para as mulheres ingressarem e mostrarem o seu talento e competência na arte de conduzir caminhões modernos e tecnológicos, seja para operações urbanas, rodoviárias, off road ou internacional. Nossas ex-alunas estão espalhadas pelo Brasil e pelos diversos perfis de transporte, comprovando a qualidade do seu trabalho”, relatou.</p>
<p>Salete explicou que a Fabet incluiu sempre incentivas para aumentar a participação das mulheres no transporte de cargas porém, em todos os cursos a aderência ainda é baixa. Em 2021, com a iniciativa da Mercedes Benz de criar o programa Voz Delas, a instituição decidiu construir um programa de formação voltado especialmente para o público feminino com temas técnicos e fundamentais, como mecânica, direção econômica, tecnologias embarcadas e agregadas, legislação, segurança, pneus, prática supervisionada, entre outros.</p>
<p>Além de uma proposta pedagógica diferenciada, com especialistas de cada área, Salete explica que é construído um ambiente adequado, com equipe de acompanhamento durante o treinamento, restaurante e alojamento próprio, além de laboratórios de mecânica, pneus, rastreamento e veículos modernos com tecnologia de ponta. Ao término do curso tem o setor de egressos que indica para o mercado de trabalho.</p>
<p>O programa já formou centenas de mulheres desde a 1ª turma. Salete acrescenta que a Fabet conta também com apoio de empresas para que apadrinhar o programa para as mulheres que desejam ingressar na profissão. Reforça que as empresas podem preencher as vagas abertas para os milhares de veículos parados nos pátios das empresas, com profissionais competentes, seguras e eficientes, que cuidam da vida, do trabalho e do cliente, além de serem uma grande esperança para a redução dos acidentes e a tão sonhada humanização do trânsito.</p></div>
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		<item>
		<title>Projeto que multa empresa por salário desigual entre homens e mulheres vai a sanção</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/projeto-multa-salario-desigual-homens-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 15:54:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[salário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se medida for sancionada por Bolsonaro, empresas deverão pagar uma multa correspondente a até cinco vezes a diferença salarial existente entre homens e mulheres</p>
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<article class="n--noticia__header ">
<p class="n--noticia__subtitle" style="text-align: center;"><em>Se medida for sancionada por Bolsonaro, empresas deverão pagar uma multa correspondente a até cinco vezes a diferença salarial existente entre homens e mulheres</em></p>
<p class="n--noticia__subtitle" style="text-align: left;">O <strong>Senado</strong> aprovou um projeto de lei para multar empresas que paguem salários diferentes para homens e mulheres ocupando a mesma função. O texto dependerá agora de sanção do presidente <strong>Jair Bolsonaro</strong>. Se a proposta receber o aval do <strong>Palácio do Planalto</strong>, as empresas deverão pagar uma multa correspondente a até cinco vezes a diferença salarial.</p>
<p class="n--noticia__subtitle" style="text-align: left;">A indenização terá que ser multiplicada pelo período de contratação, até um limite de cinco anos, de acordo com a medida aprovada pelos parlamentares. O projeto tramitava desde novembro de 2009 no<strong> Congresso Nacional</strong> e havia sido aprovado anteriormente pela <strong>Câmara</strong>. A medida entrou em votação no Senado após pedido do relator, <strong>Paulo Pai</strong><strong>m</strong><strong> (PT-RS)</strong>, e da bancada feminina da Casa.</p>
<p class="n--noticia__subtitle" style="text-align: left;">&#8220;Não tem sentido homens e mulheres receberem diferentes salários. É como se todo mês, no contracheque, a mulher pagasse, além dos encargos previdenciários e descontos tributários, uma contribuição discriminatória pelo fato de ser mulher&#8221;, afirmou a líder da bancada feminina, <strong>Simone Tebet (MDB-MS)</strong>. &#8220;Essa aprovação é um tributo à justiça, à igualdade.&#8221;</p>
</article>
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			</item>
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		<title>Pode mais quem tem mulher no comando</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/mulheresnocomando/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camila - SETCESP]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2021 16:06:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres No TRC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em março, o SETCESP tem uma condição especial para transportadoras para se associar ao SETCESP.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/mulheresnocomando/">Pode mais quem tem mulher no comando</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_4 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Esta é a sua chance de se associar ao SETCESP</em></p>
<p>Durante todo o mês de março, as <strong>transportadoras que tiverem uma ou mais mulheres em seu contrato social, tem isenção da primeira mensalidade para ser tornar associada ao SETCESP.</strong></p>
<p>Esta é a sua oportunidade para obter <a href="https://setcesp.org.br/consultoria-juridica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">orientação jurídica especializada</a>,  participar das <a href="https://setcesp.org.br/eventos-reunioes-setcesp/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">reuniões dos segmentos de transporte</a>, comprar <a href="https://setcesp.org.br/clube-de-compras/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">insumos com preços reduzidos</a>, e ainda utilizar<a href="https://setcesp.org.br/servicos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> todos os serviços</a> do SETCESP.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-204583907" style="font-weight: bold;" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2021/03/6196-150x150.jpg" alt="Enviar whats" width="60" height="61" /><br /><strong><a href="https://wa.me/5511943382121?text=Tenho%20mulher%20no%20contrato%20social%20e%20quero%20me%20associar.">Clique aqui e entre em contato</a> conosco agora.</strong></p>
<p> </p>
<hr />
<p><span style="color: #999999;"><em>* Campanha válida para associações efetivadas de 01/03/20021 até 31/03/2021 com comprovação de pelo menos uma mulher constante no contrato social de empresas que tenham o transporte de cargas como sua atividade principal ou secundária conforme registro do CNPJ.</em></span></p>
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		<title>Você está convidada para o próximo encontro do Vez &#038; Voz</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/voce-esta-convidada-para-o-proximo-encontro-do-vez-voz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2021 14:52:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres No TRC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É amanhã às 9h, e você não pode perder</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>É amanhã às 9h, e você não pode perder</em></p>
<p>Existem c<strong>inco incríveis mulheres do TRC que </strong>estão esperando você para um bate-papo especial, porque querem compartilhar suas experiências e os sonhos de suas carreiras.</p>
<p>Elas também, vão te mostrar como usaram suas frustrações como impulso para dar uma &#8220;virada&#8221; em suas vidas.</p>
<p>Afinal, a conversa é entre mulheres reais como você: que tem muitos sonhos, experiências e superações para contar! Por isso não deixe de participar.</p>
<p>Veja quem estará te esperando:</p>
<p>Ana Jarrouge – Presidente Executiva do SETCESP</p>
<p>Camila Rangel – Gerente Executiva do SETCEPAR</p>
<p>Deborah Cardoso- Gerente Nacional da Pizzatolog</p>
<p>Nadir Moreno – Presidente da UPS Brasil</p>
<p>Suzana Socin – CEO da i9Exp inove Experience</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=V5x9aX9VzBM" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique aqui</a> e acompanhe pelo no canal do YouTube.</p></div>
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		<title>Trabalho flexível pode colocar mais mulheres em cargos de chefia</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/trabalho-flexivel-pode-colocar-mais-mulheres-em-cargos-de-chefia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2020 15:18:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedoras]]></category>
		<category><![CDATA[empresárias]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho flexível]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa mostra que inscrições de mulheres para cargos de gestão aumentaram 20% depois que a seguradora Zurich Insurance anunciou opções de meio período</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p class="article-subtitle" style="text-align: center;"><em>Pesquisa mostra que inscrições de mulheres para cargos de gestão aumentaram 20% depois que a seguradora Zurich Insurance anunciou opções de meio período</em></p>
<p>O trabalho flexível pode ser a solução para empresas que buscam contratar <strong>mulheres</strong> para cargos de chefia, de acordo com novo estudo da Zurich Insurance.</p>
<p>As inscrições de mulheres para cargos de gestão aumentaram 20% depois que a seguradora anunciou todas as posições possíveis com opções de meio período, trabalho compartilhado ou flexível como parte da pesquisa com o Behavioural Insight Team do governo do Reino Unido.</p>
<p>O número de mulheres contratadas para cargos seniores aumentou cerca de 30% como resultado direto, segundo comunicado na terça-feira.</p>
<p>O estudo – que foi conduzido antes de a Covid-19 causar paralisações generalizadas em toda a Europa – mostra como a abordagem de trabalho mais flexível que muitas empresas adotaram durante a pandemia pode proporcionar o avanço na carreira com equilíbrio de gênero.</p>
<p>Apesar do aumento da participação econômica nos últimos anos, as mulheres têm mais probabilidade de assumir a maioria das responsabilidades domésticas e de cuidados.</p>
<p>Isso é frequentemente citado como subjacente à menor proporção de mulheres nos altos escalões das empresas e ao fato de que, em média, os homens ganham mais.</p>
<p>A iniciativa não beneficia apenas as mulheres. As inscrições de candidatos do sexo masculino e feminino mais do que dobraram depois que as opções foram oferecidas, segundo a Zurique.</p>
<p>“Isso mostra claramente que não são apenas as mulheres que têm outras responsabilidades, seja um esporte ou de cuidados, que as pessoas querem uma capacidade de trabalho um pouco mais flexível”, disse Alison Martin, CEO da Zurich EMEA, em entrevista à rádio Bloomberg.</p></div>
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		<title>Mulheres do TRC: um panorama de boas mudanças</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/mulheres-do-trc-um-panorama-de-boas-mudancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2020 18:31:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[TRC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>SETCESP homenageia as mulheres que fazem a diferença no setor de transporte rodoviário de cargas</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>SETCESP homenageia as mulheres que fazem a diferença no setor de transporte rodoviário de cargas</em></p>
<p>Ontem foi 8 de março, <strong>Dia Internacional da Mulher</strong>. Apesar de essa data ter sido oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas) somente em 1975, ela é comemorada desde o início do século XX, seja em forma de protestos ou de belas homenagens, com o objetivo de reivindicar direitos e igualdade de gênero.</p>
<p>Toda essa luta – que ainda continua árdua – está se revelando promissora, principalmente dentro do mercado de trabalho, como aponta o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Em 2018, mais de 202 mil postos de empregos foram criados para as mulheres, em especial aquelas que possuem mais de 30 anos.</p>
<p>Esse número também aumentou dentro do transporte rodoviário de cargas, como mostra o Caged. Somente no ano de 2019 – janeiro a dezembro –, mais de 20% das contratações do setor foram voltadas para as mulheres. “O TRC sempre terá espaço para a mulheres que estiverem dispostas a assumirem desafios, a se reinventarem e compartilharem conhecimento. As mulheres possuem características natas que só tem a contribuir positivamente para uma gestão saudável e equilibrada, como a alta resiliência, organização e detalhismo”, comenta o presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Tayguara Helou.</p>
<p>A entidade, aliás, celebra as mulheres desde a sua fundação, em 1936, como ressalta Tayguara. “É um compromisso nosso apoiar e incentivar a presença das mulheres no TRC”.</p>
<p>Não à toa, em 2019 foi anunciado o novo modelo de governança corporativa adotada pela entidade, o qual criou o cargo da presidente executiva, papel assumido por Ana Carolina Ferreira Jarrouge, que tem como função conduzir o SETCESP com base em todas as diretrizes estabelecidas pelo Conselho Superior e de Administração. “É um sentimento de satisfação pessoal fazer parte dessa história, no sentido de colaborar com dever de cidadão. Fazer a diferença para mim é algo muito significativo, porque me faz sentir uma pessoa completa, pois a cada dia tenho certeza de que faço o que gosto, por prazer”.</p>
<p>E Ana Jarrouge ainda deixa um recado para as mulheres que desejam ingressar no setor de transporte rodoviário de cargas. “Sejam vocês mesmas, nós não precisamos nos transformar ou adquirir nenhuma roupagem do tipo &#8220;masculina&#8221; para sermos aceitas no mundo profissional, ao contrário, o mercado precisa das nossas habilidades e da nossa sensibilidade que nos é peculiar. A &#8220;força&#8221; da mulher está justamente lastreada nestas diferenças e o mundo empresarial precisa do poder acolhedor que toda mulher possui dentro de si”.</p>
<p>Ana Carolina atua há mais de 20 anos no transporte rodoviário de cargas e foi coordenadora da COMJOVEM SP, papel também desempenhado por Bárbara Calderani entre 2018 e 2019,  e também da COMJOVEM Nacional.</p>
<p>“Nos últimos anos as mulheres estão cada vez mais ocupando espaços e mostrando o profissionalismo e determinação nas mais variadas funções, e estar entre uma das protagonistas exercendo uma série de papéis no setor, tanto privado como sindical, é extremamente gratificante e recompensador”, revela Bárbara, que também é diretora de especialidade de Logística do SETCESP.</p>
<p>“Neste dia especial, deixo a minha homenagem e admiração pelas tantas profissionais com as quais compartilho meu dia a dia e que mostram, com grande capacidade e dedicação, que estão no lugar certo: o que escolheram!”, finaliza Tayguara Helou.</p></div>
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		<title>Mulheres ganham cada vez mais espaço no TRC</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/mulheres-ganham-cada-vez-mais-espaco-no-trc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2020 18:25:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CONET&Intersindical]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[NTC&Logística]]></category>
		<category><![CDATA[TRC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204575456</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa mundial sobre diversidade de gênero destaca que ter mulheres em cargos de liderança ajudam as empresas a aumentarem seu faturamento em até 50%</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Uma pesquisa mundial sobre diversidade de gênero destaca que ter mulheres em cargos de liderança ajudam as empresas a aumentarem seu faturamento em até 50%</em></p>
<p>Segundo a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), um relatório de informações socioeconômicas solicitado pelo Ministério do Trabalho brasileiro, as parcelas de mulheres de 30 a 49 anos ocupando cargos de gerência e diretoria no setor formal aumentaram de 32,3% e 31,9%, respectivamente, em 2003 para 39,2% e 42,4% em 2017. Além disso, o Índice de Igualdade de Gênero (GEI, de <em>Bloomberg Gender-Equality Index</em>, em inglês) de 2020 mostrou que, das 325 empresas pesquisadas, 39% tem metas públicas para aumentar a liderança feminina.</p>
<p>No transporte rodoviário de cargas (TRC), essa evolução também tem sido perceptível. De acordo com a diretora-executiva da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística), Edmara Claudino, a ascensão das mulheres no setor, ainda que de forma lenta, é gradual. “Percebemos inovações com a chegada das mulheres, isso é muito importante. Vejo também que, em outras áreas, a mulher tem ganhado seu espaço: temos bons exemplos na política, como as ministras da Agricultura e do Supremo Tribunal Federal, e tivemos recentemente a primeira mulher a ocupar o Tribunal Superior do Trabalho. É assim que conseguiremos nosso espaço, mostrando trabalho e competência. Essa divergência de gênero não deve mais existir”.</p>
<p>A Comissão de Jovens Empresários (COMJOVEM) da NTC&amp;Logística, que tem como objetivo integrar e capacitar os jovens empresários e executivos do setor para que futuramente liderem as empresas de suas famílias, apresentou recentemente um balanço com dados importantes. Dos 37 núcleos (grupos estaduais ou municipais do setor) que fazem parte da comissão, 16 (43,1%) já contaram com uma mulher à frente da coordenação. Durante os 12 anos de história da COMJOVEM, 33 mulheres foram coordenadoras de seus núcleos. Em 2020, sete mulheres são coordenadoras (33%), enquanto 16 marcam presença na vice-coordenação (76,1%).</p>
<p>Para a vice-coordenadora nacional da COMJOVEM, Joyce Bessa, “o mundo está se transformando e acreditando cada vez mais na diversidade. Ainda existe uma grande estrada a percorrer pela paridade de gênero no local de trabalho, mas acredito que a inclusão de mulheres na liderança do TRC já é uma realidade”.</p>
<p>O Conselho Nacional de Estudos em Transporte, Custos, Tarifas e Mercado (CONET&amp;Intersindical) é um dos principais eventos realizados pela NTC&amp;Logística e reúne empresários e lideranças do transporte para debates, análises e divulgações de estudos. Em sua primeira edição de 2020, o público acostumado com a maior representação masculina pode perceber uma forte participação feminina.</p>
<p>A assessora jurídica da NTC, Gildete Menezes, foi responsável por apresentar o <em>Relatório de Providências</em>, documento extremamente relevante para os empresários do setor. O relatório mostra como o mercado reagiu e foi influenciado pela pesquisa de defasagem de frete realizada pelo Departamento de Estudos Econômicos e Custos Operacionais da Associação Nacional do Transporte de Cargas (DECOPE/NTC) e apresentada na edição anterior do Congresso.</p>
<p>“O segmento de transporte ainda é majoritariamente masculino, mas vejo uma mudança muito boa acontecendo. Quando olhamos as mulheres em posição de destaque na participação em diversas entidades do TRC, nas áreas comerciais e operacionais das empresas com poder de decisão, percebemos que o gênero não deveria ser motivo de distinção”, defende Menezes.</p>
<p>A ex-coordenadora nacional da COMJOVEM e primeira presidente-executiva do Sindicato das Empresas de Transportes do Estado de São Paulo (SETCESP), Ana Carolina Jarrouge, apresentou um painel completo onde exibiu a propostas de interesse do setor.</p>
<p>“A presença feminina no transporte rodoviário de cargas, como em qualquer segmento econômico, traz isonomia e igualdade de oportunidades, dando condições para que as mulheres possam demostrar como são capazes e comprometidas e que podem, sim, comandar, liderar e conduzir qualquer tipo de negócio, organização e entidade. Espero servir de inspiração para muitas delas no que diz respeito a presença e a liderança feminina dentro de entidades representativas”, comenta Jarrouge.</p>
<p>Ainda durante o CONET, Bárbara Calderani, vice-coordenadora do Núcleo da COMJOVEM, apresentou as ações do instituto de desenvolvimento mercadológico da entidade para a recuperação tarifária do TRC.</p>
<p>“As participações da dra. Gildete e da presidente-executiva do SETCESP, Ana Carolina, além da minha, deixaram clara a capacitação técnica, profissional e engajada das mulheres nesse setor. É extremamente recompensador estar entre as protagonistas femininas iniciando esse movimento profissional e definitivo”, completa Bárbara.</p>
<p>As <strong>vantagens</strong> da inclusão e da diversidade para as empresas e entidades representativas são cada vez mais claras. O estudo sobre diversidade de gênero desenvolvido pela consultoria americana McKinsey, líder mundial neste segmento empresarial, destaca que ter mulheres em cargos de liderança ajuda as empresas a aumentarem sua rentabilidade em até 50%.</p>
<p>“Andamos alguns quilômetros neste quesito e com certeza percorreremos ainda mais, diversificando o setor, trazendo melhorias e novas visões para o transporte rodoviário de cargas”, finaliza Joyce.</p></div>
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